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Os impactos psicossociais da pandemia de covid-19 na vida de gestantes e mulheres no pós-parto estão sendo estudados por pesquisadores da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) em parceria com a Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf).

De acordo com a graduanda do curso de Psicologia da Uefs Thalita Gazar, o estudo considera a percepção destas mulheres a partir dos impactos psicossociais sentidos, neste momento e de seu acesso a serviços essenciais em saúde, pré-natal, consultas e calendários de vacinação, para além do que recomendam os protocolos de saúde atuais.

As gestantes e mulheres nos primeiros 45 dias após o parto (puérperas) ainda podem participar da pesquisa, respondendo o questionário até as 23h59 do próximo sábado (31).

Informações: Acorda Cidade


Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro decidiu revogar o decreto que autorizava estudos sobre participação privada no Sistema Único de Saúde (SUS). Por meio das redes sociais, nesta quarta-feira (28), ele disse que informações que circularam a respeito da privatização do SUS são falsas.

– O SUS e sua falsa privatização. Temos atualmente mais de 4.000 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 168 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) inacabadas. Faltam recursos financeiros para conclusão das obras, aquisição de equipamentos e contratação de pessoal. O espírito do Decreto 10.530, já revogado, visava o término dessas obras, bem como permitir aos usuários buscar a rede privada com despesas pagas pela União. A simples leitura do Decreto em momento algum sinalizava para a privatização do SUS. Em havendo entendimento futuro dos benefícios propostos pelo Decreto o mesmo poderá ser reeditado – pontuou Bolsonaro.


Prometer vacina para Covid em 2020 é grave desserviço ao público, avalia Presidente da Merck

O rigor científico é um dos grandes debates de 2020. Principalmente em torno da vacina contra o coronavírus, um assunto que se divide entre a segurança no desenvolvimento e a necessidade de imunização. O CEO e membro do conselho da farmacêutica Merck Sharp & Dohme (MSD), Kenneth Frazier, também entrou nesta discussão. Em uma conversa com Tsedal Neeley, professora de administração na Universidade Harvard, ele disse que, quando se afirma que haverá vacinas disponíveis até o final de 2020, está se prestando um grave desserviço à população.

“Eu acredito que, quando as pessoas dizem ao público que vai existir uma vacina até o final de 2020, por exemplo, elas estão prestando um grande desserviço”, afirmou Frazier, que reiterou que não há um bom histórico de vacinas em outras pandemias. “No passado, com a gripe suína, a vacina causou mais mal do que bem. Não temos um grande histórico de introduzir vacinas rapidamente no meio de uma pandemia.”

Frazier também apontou para um outro problema de fazer alarde sobre a vacina, um potencial descaso em relação às atitudes que precisam ser tomadas durante a crise atual. “Quando dizemos às pessoas que uma vacina está vindo, permitimos que políticos digam ao público para não fazer o que é preciso ser feito, como usar máscaras”, disse o executivo, que apontou que houve desencontros em diversos pontos para evitar uma piora no cenário da pandemia, desde o monitoramento de casos, disponibilidade de material de proteção, até a testes em escala adequada.

“Nos últimos 25 anos, só tivemos sete vacinas realmente novas introduzidas clinicamente no mundo. Quando digo novas, isso significa que elas eram efetivas contra um patógeno para que antes não havia vacina”, afirmou sobre o histórico das vacinas produzidas recentemente. Frazier também apontou que há uma tentativa de elaborar uma vacina contra o HIV desde os anos 1980 e que ainda não obteve sucesso.

A visão do executivo se contrapõe a farmacêuticas que estão preparando suas vacinas “a jato” e também a de políticos, como o presidente americano Donald Trump, que já afirmou reiteradas vezes que uma vacina estaria pronta antes mesmo das eleições americanas em novembro — uma declaração que levou críticos e opositores a apontar o potencial eleitoreiro da fala de Trump.

Fonte: exame.com


  • “Recorrerei, se for necessário, até ao  Supremo Tribunal Federal”, afirmou o vereador Edvaldo Lima (MDB) sobre decisão da desembargadora Gardênia Pereira Duarte, do Tribunal de Justiça da Bahia, que derrubou a liminar concedida pela Vara da Fazenda Pública de Feira de Santana impedindo a realização da denominada “Blitz do IPVA” neste município. Com a medida, o Governo do Estado pode retomar esse tipo de operação a qualquer momento.
  • Edvaldo manifestou indignação com a revogação da decisão local. “É lamentável. A população aprovou integralmente a interrupção dessa blitz na nossa cidade, que consiste em uma grande exploração, com cobranças indevidas  dos serviços de guincho e da  guarda dos veículos apreendidos por atraso do IPVA, principalmente nesse período de pandemia, quando as dificuldades podem ocasionar atrasos nos compromissos por parte dos cidadãos”.
  • Ele também vê “flagrante uso indevido” de policiais militares, “que em vez de serem destacados para dar segurança à população, recebem ordem para realizar fiscalização de documentação automotiva”. As autoridades, afirma o vereador, não devem permitir que “transformem a função de  policiais militares em cobradores de impostos”. Garante não desistir do objetivo de proibir “esse abuso cometido pelo governador Rui Costa”. Esgotados os recursos na Justiça da Bahia, caso a ação não logre êxito, promete levar o caso ao STF.

Feira de Santana supera marca de 6 mil curados da covid-19

Feira de Santana supera a marca de 11 mil curados da Covid-19. Até agora, são exatamente 11.031 pacientes livres da doença, índice que representa 92% dos casos confirmados. Além disso, nas últimas 24h foram registrados 34 exames negativos para o vírus e 113 casos positivos.

O número de pacientes internados reduziu de 37 para 36, nas últimas 24h. O boletim contabiliza ainda 636 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também registra mais um óbito, ocorrido no dia 27 de outubro. A informação é da Vigilância Epidemiológica através da Secretaria de Saúde nesta quarta-feira (28). 


Câmara de Feira aprova aumento da contribuição previdenciária municipal -  Blog do Velame

Vencida a primeira etapa regimental de sua tramitação, com os dois dias reservados para discussão, transcorridos na terça-feira e hoje (28))o projeto de lei do Poder Executivo propondo o Orçamento Municipal para 2021 poderá entrar em fase de votação no plenário da Câmara na próxima semana. Os vereadores estão preparando as suas emendas nesta matéria, inclusive as de verbas de subvenção, para apreciação na Casa.  Sob o número 105/2020, o Projeto de Lei Ordinária  estima a receita e fixa a despesa do município de Feira de Santana para o próximo exercício financeiro:  

“Fica estimada a receita do município de Feira de Santana para o exercício de 2021, e fixada a despesa em igual valor, nos termos dos artigos 112 e 115 da Lei Orgânica, compreendendo o Orçamento Fiscal e da Seguridade Social, referente aos Poderes Legislativo e Executivo do Município, seus fundos, órgãos e entidades da Administração Pública Municipal direta e indireta, inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público, no valor de R$ 1.486.022.038,00 (um bilhão, quatrocentos e oitenta e seis milhões, vinte e dois mil e trinta e oito reais)”.  


É a seguinte, a distribuição da receita entre os órgãos municipais: Câmara Municipal – R$ 31.570.000,00; Gabinete do Prefeito – R$ 40.514.991,00; Procuradoria Geral – R$ 550.000,00; Secretaria Municipal de Governo – R$ 235.000,00; Secretaria Municipal de Administração – R$ 252.470.401,00; Secretaria Municipal da Fazenda – R$ 69.714.303,00; Secretaria Municipal de Comunicação Social – R$ 10.290.500,00; Secretaria Municipal de Planejamento – R$ 19.104.560,00; Secretaria Municipal de Educação – R$ 348.373.241,00; Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer – R$ 25.581.800,00; Secretaria Municipal de Saúde – R$ 417.506.383,00;  Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social – R$ 34.946.809,00; Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano – R$ 79.561.522,00; Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico – R$ 8.378.683,00; Secretaria Municipal de Serviços Públicos – R$ 97.929.899,00; Secretaria Municipal de Agricultura, Recursos Hídricos e Desenvolvimento Rural – R$ 5.000.000,00; Secretaria Municipal de Habitação – R$ 2.509.345,00; Gabinete do Vice-Prefeito –  R$ 50.000,00; Secretaria Municipal de  Transportes e Trânsito – R$ 22.270.500,00; Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Recursos Naturais – R$ 4.261.000,00; Secretaria Municipal de Prevenção à Violência e Promoção dos Direitos e Humanos – R$  5.965.120,00; Secretaria Municipal Extraordinária de Relações Interinstitucionais – R$ 50.000,00; Secretaria Municipal Extraordinária de Gestão e Convênios – R$ 330.000,00; Reserva de Contingência – R$ 8.857.981,00.


Casos confirmados no dia: 113
Pacientes recuperados no dia: 77
Resultados negativos no dia: 34
Alta hospitalar no dia: 1
Óbito comunicado no dia: 1
Data do óbito: 27/10

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 636
Total de casos confirmados no município: 11.912 (Período de 06 de março a 28 de outubro de 2020)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 600
Total de pacientes hospitalizados no município: 36
Total de recuperados no município: 11.031
Total de exames negativos: 13.253 (Período de 06 de março a 28 de outubro de 2020)
Aguardando resultado do exame: 284
Total de óbitos: 245


Tema: Cuidado para o debate não virar embate.


Imagem ilustrativa

Um teste sorológico feito em um bebê espanhol detectou anticorpos contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2). O bebê, nascido na última sexta-feira (23) havia testado positivo para Covid-19 num primeiro teste, mas depois testou negativo em um segundo exame.

O primeiro teste feito no bebê foi o PCR, o teste rápido. Após o protocolo de espera de 48h para um novo exame, o bebê testou negativo em um outro tipo de exame, que coleta amostras do nariz ou garganta com cotonetes.

De acordo informações da imprensa espanhola, a mãe do bebê testou positivo ao dar entrada no hospital. Como bebês não possuem capacidade de desenvolver anticorpos contra o coronavírus, eles podem ter sido transmitidos pela placenta durante a gestação. O fenômeno é conhecido como “transmissão vertical”.

A Sociedade Espanhola de Neonatologia informou que o caso é “muito raro” e será investigado pelos cientistas.


SUS.
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O governo federal se movimentou na manhã desta quarta-feira (28) para tentar explicar melhor a possibilidade de privatização de unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), depois que a publicação de um decreto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na terça-feira (27), ganhou grande repercussão.

“A medida não representa qualquer decisão prévia, pois os estudos técnicos podem oferecer opções variadas de tratamento da questão, que futuramente serão analisados pelo Governo Federal”, diz a nota divulgada pela Secretaria-Geral da Presidência da República – pasta comandada pelo ministro que assumirá uma das cadeiras do Tribunal de Contas da União (TCU), Jorge Oliveira.

Segundo o órgão da Presidência, o objetivo desses estudos técnicos seria o de “alimentar o governo de dados e informações sobre a atual situação das Unidades Básicas de Saúde (UBS)” dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, para uma avaliação posterior sobre a “possibilidade de parcerias com a iniciativa privada e, por fim, a viabilidade (ou inviabilidade) de aplicação concreta daquelas alternativas”.

A nota do governo explica ainda que o decreto, assinado por Bolsonaro na segunda (26) e publicado no Diário Oficial da União na terça (27), apenas oficializa a “concordância” do presidente da República com a proposta aprovada ano passado pelo Conselho do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI) – colegiado que toma as decisões sobre privatizações federais.

E que “podem ser estudados arranjos que envolvam a infraestrutura, os serviços médicos e os serviços de apoio, de forma isolada ou integrada, sob a gestão de um único prestador de serviços”.