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[Mourão diz que prisão de Crivella não afeta imagem do governo federal ]
Foto : Marcos Corrêa/PR

O vice-presidente da república, Hamilton Mourão, disse hoje (22) que a prisão do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), não afeta a imagem do governo. “Isso aí é questão policial, segue o baile, investigação… e acabou”, afirmou.

Na campanha para a reeleição no pleito de 2020, a qual perdeu para Eduardo Paes (DEM), Crivella apareceu como o candidato do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Questionado sobre o apoio, no entanto, Mourão rebateu: “O governo não tem impacto nenhum, pô. Não tem nada a ver com a gente. Sem impacto, zero impacto. A gente apoia tanta candidatura aí, não tem nada a ver”.

O prefeito do Rio foi preso na manhã desta terça durante uma operação da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

Informações: Metro1


Mais de 2 milhões de pessoas foram imunizadas contra a covid-19 em 2020 — Foto: Reuters

Mais de 2,3 milhões de pessoas de seis países foram vacinadas em 2020 com doses de imunizantes aprovados para uso emergencial ou definitivo. Esse total é equivalente ao tamanho da população da cidade de Manaus, por exemplo.

Os seis países que aparecem no levantamento são: China, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e Israel.

Os dois primeiros usam vacinas autorizadas apenas por seus próprios governos. A Rússia, com os imunizantes criados pelo Instituto Vector e pelo Instituto Gamaleya (Sputnik V), e a China, com as vacinas de três fabricantes: Sinopharm, CanSino e Sinovac (parceira do Instituto Butantan, em São Paulo).

Nenhuma das vacinas chinesas concluiu as três fases de estudos de segurança e eficácia que antecedem a aprovação por órgãos reguladores de outros países.

Reino Unido, EUA, Israel e Canadá começaram a distribuir o imunizante criado em parceira pela alemã BioNTech e a americana Pfizer. E apenas os EUA aprovaram e distribuíram a vacina da americana Moderna.

Um monitoramento da Universidade Duke, dos EUA, que pode ser acompanhado neste link, indica que os números devem começar a deslanchar pelo mundo depois da aprovação da vacina fabricada em parceria pela Universidade de Oxford e a farmacêutica sueco-britânica AstraZeneca, que já negociaram mais de 2 bilhões de doses com diversos países.

Apenas no Brasil, por exemplo, espera-se imunizar mais de 130 milhões de pessoas em 2021 com essa vacina Oxford/AstraZeneca, que seria fabricada no país em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Esse imunizante, no entanto, ainda não foi aprovado por nenhum órgão regulador do mundo.


O esquema criminoso chefiado pelo prefeito afastado Marcelo Crivella teria arrecadado ao menos R$ 53 milhões em propina, afirma o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Em entrevista coletiva realizada na tarde desta terça-feira (22), o subprocurador-geral Ricardo Ribeiro Martins disse que o esquema era realizado mesmo em contexto de crise financeira na Prefeitura.

– Apesar de toda a situação de penúria [da Prefeitura do RJ], que não tem dinheiro nem para o pagamento do 13º [salário], muitos pagamentos eram feitos por conta da propina […] A organização criminosa arrecadou dos empresários pelo menos R$ 50 milhões. Foi o que conseguimos apurar. Agora, quanto foi para cada um, aí realmente é algo que não temos essa previsão – explicou Martins.

As investigações apontam que as irregularidades começaram ainda durante a campanha eleitoral, em 2016. Segundo o MP, o prefeito era assessorado por Mauro Macedo, ex-tesoureiro de campanhas de Crivella, Eduardo Benedito Lopes, suplente no Senado e ex-presidente regional do PRB no Rio, e Rafael Alves, empresário e irmão de Marcelo Ferreira Alves, ex-presidente da Riotur. Os três cumpriam função de “aliciadores de empresários para participação em esquemas de corrupção”.


Pouco mais de três meses após a manifestação polêmica feita durante uma competição de vôlei de praia, a atleta Carol Solberg tem que lidar com uma nova realidade: a falta de patrocínio. Depois de gritar “Fora, Bolsonaro” ao vivo na TV, no dia 20 de setembro, Carol perdeu o auxílio das empresas que a apoiavam e agora está pagando sua equipe do próprio bolso.

– Sei que fechei portas com as marcas que não querem se envolver com política – disse a atleta à revista Veja Rio.

Carol Solberg até chegou a ser advertida por conta da manifestação política, registrada durante a cerimônia de premiação da etapa de Saquarema (RJ) do Circuito Brasileiro do Vôlei de Praia, em setembro. Entretanto, o Pleno do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) do vôlei absolveu Solberg no dia 16 de novembro.

A punição inicial, aplicada em primeira instância no dia 13 de outubro, havia sido de condenação para Carol, com base no artigo 191 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva – “deixar de cumprir ou dificultar o cumprimento de regulamento, geral ou especial, de competição”. Os auditores tinham aplicado multa de R$ 1 mil, convertida para advertência.


O meia Indio Ramírez, do Bahia, defendeu-se das acusações de racismo feitas por Gerson, do Flamengo, no jogo do último domingo, no Maracanã, válido pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em depoimento em vídeo divulgado pelo clube baiano a pedido do próprio atleta, o colombiano deu sua versão sobre o episódio:

  • Em nenhum fui racista com nenhum dos jogadores, nem com Gerson, nem com qualquer outra pessoa. Acontece que quando fizemos o segundo gol botamos a bola no meio do campo para sair rapidamente e o Bruno Henrique finge e eu arranco a correr e eu digo a Bruno que” jogue rápido, por favor”, “vamos irmão, jogar sério”. Aí ele joga a bola para trás e Gerson, não sei o que me fala, mas eu não compreendo muito o português. Não compreendi o que me disse e falei “joga rápido, irmão”. Aí passo por ele e sigo a bola. Não sei o que ele entendeu, o que ouviu. Ele jogou a bola e passou a me perseguir sem eu entender o que passava. Dei a volta por trás porque não queria entrar em briga com ninguém e depois ele sai falando que o tratei com “cale a boca, negro” falando português quando eu realmente não falo português. Estou apenas alguns meses no Brasil e sobre isso de ser racista não estou de acordo, porque isso não é bem visto em nenhuma parte do mundo e sabemos que todos somos iguais e em nenhum momento falei isso e menos ainda usei essa palavra.

O atleta colombiano continuou:

  • O clima no jogo estava complicado. Foi um jogo bom, eles abriram 2 a 0. Empatamos e tínhamos chances de fazer o terceiro. Se supõe, então, que o jogo fica disputado, com mais chegadas. Ele ficou diferente. Um atacando, outro defendendo. É algo normal. Fica tenso por circunstâncias do jogo. Mas nada de insultos e racismo. Bruno, em um momento, me chamou de “gringo de merda”, mas eu não prestei muita atenção. Sou colombiano, criado em Rio Negro, uma cidade perto de Medellín. A minha família sempre me ensinou que somos todos iguais mesmo. Não há ninguém melhor do que o outro mesmo que um tenha mais dinheiro do que outro. Espero que as coisas se esclarecem rapidamente, minha família e eu estamos passando por um momento complicado. Não fui racista em nenhum momento. Vim ao Brasil para jogar e ter um futuro. De coração, espero que tudo se solucione. Desculpa a quem escutou, se o Gerson entendeu mal o que falei. Em nenhum momento falei mal dele e não fui racista.

O Brasil já registra 6.286.980 milhões de pessoas curadas da Covid-19. No mundo, estima-se que pelo menos 29 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (789.348) que são os pacientes em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa a grande maioria do total de casos acumulados (86,6%). As informações foram atualizadas às 17h30 desta segunda-feira (21/12) e enviadas pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde. 

A doença está presente em 99,9% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.873) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 4.916 municípios tiveram registros (88,3%), sendo que 762 deles apresentaram apenas um óbito confirmado.  

O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população.   

Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.   

O Ministério da Saúde já destinou aos 26 estados e o Distrito Federal R$ 198,1 bilhões, sendo que desse total foram R$ 134 bilhões para serviços de rotina do SUS, e outros R$ 64,1 bilhões para a Covid-19. Também já foram comprados e distribuídos 27,2 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 306,8 milhões de EPI, mais de 18,7 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19.  

O Ministério da Saúde, em apoio a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 12.481 equipamentos para todos os estados brasileiros.

As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade. Neste momento, o Brasil registra 7.263.619 de casos confirmados da doença, sendo 25.019 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.  

Em relação aos óbitos, o Brasil possui 187.291 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registrados 527 óbitos nos sistemas oficiais, sendo que 231 óbitos ocorreram nos últimos três dias. Outros 2.302 permanecem em investigação.  


O prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, apresentou nesta terça-feira, 22, o balanço da situação da Covid 19 no município. O gestor disse que “novas medidas restritivas podem ser anunciadas nesta quarta-feira, 23, por causa do grande aumento do número de casos na cidade e do alto índice de ocupação de leitos tanto de UTI quanto clínicos”.

“Tanto na saúde pública, quanto na rede privada, ja que no estado, já se considera que estamos vivendo a segunda onda da doença” disse.

A coordenadora do Comitê Municipal de Enfrentamento ao Coronavírus, disse que neste mês de dezembro, está sendo registrada a média de mil casos por semana.

“Apesar desse momento delicado, estamos conseguindo manter nossa taxa de mortalidade inferior a 2%”, finalizou.


Uma nova ação judicial com pedido de liminar, para que seja suspensa a realização da chamada “Blitz do IPVA”, vai ser apresentada pelo vereador Edvaldo Lima (MDB). Ele ingressou com mandado de segurança em setembro, obteve liminar favorável, mas o Governo da Bahia conseguiu derrubá-la no Tribunal de Justiça do Estado.

Em sua opinião, a operação visa “apreender apenas veículos que estejam o IPVA atrasado” e não prestar um serviço de segurança pública ao cidadão de Feira de Santana. Também vê desvio de função de policiais militares neste tipo de ação.

“Entendo que desvia a função da Polícia Militar, que é de garantir a segurança pública e manter a ordem da cidade. Eu sei que os policiais participam de forma forçada. Espero que a Justiça perceba isso e acabe com essa irresponsabilidade”.

Para o vereador, a “Blitz do IPVA” só foi suspensa “enquanto o candidato do Governo do Estado para prefeito de Feira estava na disputa”, mesmo após liberação pela Justiça. “Depois que perdeu a eleição aqui e em Vitória da Conquista, voltaram com tudo”. Ele lembra que é preocupante o aumento dos assassinatos na cidade, “mas o governador só quer saber de apreender veículos que não estão com o IPVA pago”.


A Ordem dos Advogados do Brasil – Bahia (OAB-BA) segue tentando ter acesso aos inquéritos que apontam o envolvimento de alguns advogados como operadores de células criminosas na Operação Faroeste (reveja aqui). O pedido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) foi feito há um ano, mas até o momento não há respostas, de acordo com apuração do Bahia Notícias.

A Ordem realizou um pedido ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A liminar apresentada no final de 2019, quando aconteceram as operações tanto na Justiça do Trabalho quanto na Justiça comum, foi direcionada ao ministro relator Og Fernandes. A ação tramita em sigilo, assim como os processos éticos que apuram as condutas dos advogados.

O pedido foi para que o Conselho compartilhasse a parte do processo que cita os advogados, para que, se eventualmente ocorresse alguma punição, não houvesse nenhuma nulidade nas ações. A solicitação ocorreu logo após a Operação Injusta Causa, que apura suposta venda de sentenças no Tribunal Regional do Trabalho na Bahia (TRT-BA).

A OAB recorreu ao CNJ na semana passada, para que o STJ determinasse o fornecimento dos inquéritos, porém sem sucesso. O BN apurou que o órgão que representa os advogados baianos foi intimado na última segunda-feira (21) da decisão do Conselho que vinculou o fornecimento dos inquéritos à permissão da Corte superior.

Sem despachos por um ano no STJ, a seccional baiana deve se reunir com a procuradoria para analisar qual a melhor atuação para obter os documentos. Eles podem ainda recorrer no próprio CNJ ou insistir no STJ.

Informações: De Olho na Cidade


Por meio de decreto publicado no Diário Oficial Eletrônico, a Prefeitura Municipal de Saubara proibiu a realização de shows e festas de Natal e réveillon.

A medida, que está em vigor desde a última sexta-feira (18), foi tomada em virtude da segunda onda de covid-19 e vale até o dia 3 de janeiro de 2021.

Além das festas, o decreto também proíbe qualquer tipo de som e não permite o acesso de ônibus e vans de passeio ou de Excursão/Turismo, pelo prazo de 30 dias, a contar desde o último dia 18 de dezembro.

Informações: Acorda Cidade
Foto: reprodução