Juízes apontaram um “particular desprezo em relação à vítima”
Justiça italiana confirma condenação de Robinho Fotos: Santos FC/Ivan Storti
Esta é uma notícia ruim para o jogador de futebol Robinho: a Justiça italiana confirmou a sentença de nove anos de prisão contra o atleta por um crime de estupro cometido em 2013.
A confirmação foi dada pela Corte de Apelo de Milão, que sustentou que a punição deveria ser mantida devido a uma manifestação, por parte de Robinho, de um “particular desprezo em relação à vítima, que foi brutalmente humilhada”.
A decisão ocorreu após os juízes analisarem mensagens enviadas pelo atleta comentando o caso.
Além disso, a Corte apontou ainda uma tentativa de enganar as investigações, oferecendo aos investigadores uma versão dos fatos falsa e previamente combinada”.
O jogador brasileiro e mais cinco amigos são acusados de estuprarem uma jovem albanesa, em um camarim da boate milanesa Sio Café, em janeiro de 2013, noite em que ela celebrava seu aniversário. Os outros quatro suspeitos são réus em outro processo, porque deixaram a Itália no curso das investigações.
Após o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anular todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da operação Lava Jato, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “ninguém vence uma maratona se não tiver preparado”. Em suas redes sociais, ele publicou um vídeo com um discurso antigo e afirmou que “aos que teimam em desunir lembre-se que existe algo a perder mais importante que a própria vida: a liberdade.”
Fachin decidiu anular as condenações por entender que a Justiça Federal do Paraná não teria competência para julgar os casos. Os processos foram encaminhados à Justiça do Distrito Federal.
No discurso publicado por Bolsonaro, ele aparece falando da situação do país.
– Temos tudo para sermos felizes e não somos. O que falta? Falta a gente ter fé e fazer a coisa certa. Temos um presidente agora que respeita a família. Parece que não é uma coisa importante, mas é sim. A família é a base da sociedade – aponta.
O presidente falou da importância de mudar o Brasil.
– O que nos espera lá na frete? O Brasil não vai sair do buraco por causa de uma pessoa só. O meu nome é Messias, mas não faço milagre. Todos nós temos o dever de mudar o destino do Brasil. Viajei o mudo durante minha pré-campanha. A vergonha de ser recebido lá fora com o manto da desconfiança. Um país do Carnaval, do sexo e da corrupção. Isso está mudando. Pode ser que haja corrupção no meu governo. Se aparecer, boto no pau de arara o ministro. Todos nós temos o dever de mudar o destino do Brasil – apontou.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Bahia (OAB-BA) ingressou com uma ação contra a Prefeitura de Salvador por não considerar o trabalho de escritórios de advocacia como serviço essencial durante as medidas de restrição para conter a pandemia. O pedido foi feito diante do ato da Prefeitura, através da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), de interditar escritórios de advocacia no Mundo Plaza, na última sexta-feira (5).
Humildes é o distrito com maior número de casos da Covid-19 em Feira de Santana. Já são 425 pessoas que testaram positivo para a doença desde o início da pandemia.
Na sequência vem Maria Quitéria (195), Matinha (124), Tiquaruçu (55), Jaíba (36), Governador João Durval Carneiro (33), Bonfim de Feira (14) e Jaguara com 10 casos.
O secretário de Saúde, Edval Gomes, chama a atenção dos moradores de Humildes para o avanço de casos na localidade.
“A ocupação de leitos ainda é alta no município. Peço que os moradores redobrem os cuidados para evitar a disseminação do vírus”, afirma.
Vale salientar que a Prefeitura de Feira, através da Secretaria de Saúde, disponibiliza exames RT-PCR para diagnóstico da Covid-19 também nos distritos. A coleta das amostras é feita por meio de agendamento nas unidades de saúde.
Uma epidemia que já existia antes da covid-19 agora caminha lado a lado com a pandemia de coronavírus e preocupa autoridades e especialistas na área de saúde mental: os transtornos mentais, como depressão e ansiedade, estão impactando a população e poderão colapsar o sistema de saúde, atingindo, inclusive, a economia brasileira nos próximos anos. O alerta amarelo surge em pesquisas realizadas por universidades e associações, durante a pandemia, e também nos dados mais atuais da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho. Em 2020, o órgão confirmou recorde de 576,6 mil concessões de auxílio-doença e aposentadorias por invalidez devido a transtornos mentais e comportamentais. Os números são 26% a mais do que os registrados em 2019. Nos dois benefícios, os registros do primeiro ano da pandemia são os maiores da série histórica, iniciada em 2006.
No auxílio-doença, os afastamentos por transtornos mentais, como depressão e ansiedade, tiveram aumento de 33,7%, passando de 213,2 mil, em 2019, para 285,2 mil, em 2020. A alta dos pedidos de auxílio-doença por transtornos mentais superou aquela que costumava ser a campeã da lista: lesões causadas por fatores externos, como acidentes. Já o número de aposentadorias por invalidez concedidas em decorrência de problemas mentais subiu de 241,9 mil para 291,3 mil de 2019 para 2020, um aumento de 20,4%.
A atriz Deborah Secco decidiu colocar à venda o apartamento
Foto Arquivo pessoal
Conectado News|A atriz Deborah Secco decidiu colocar à venda o apartamento onde vive com o marido, o ator baiano Hugo Moura e a filha, Maria Flor. O imóvel fica localizado na Barra da Tijuca no Rio de Janeiro e tem uma vista incrível para o mar.
Com 5 suítes e diversos ambientes integrados, o apartamento de 390m² foi completamente reformado em 2019 numa parceria entre Déborah e um renomada marca de decoração.
O imóvel está sendo vendido com a “porteira fechada”, o que significa que o comprador fica com todos os móveis e decorações que estão no local.
Mas para adquirir o imóvel, será preciso desembolsar a bagatela de R$8 milhões, isso mesmo, esse é o valor divulgado pela imobiliária. Que tal ser o novo morador do apartamento da atriz?
Feira de Santana manteve a marca de 24.811 curados da Covid-19, índice que representa 92,7% dos casos confirmados. Nas últimas 24h, o município registrou mais 426 exames negativos e 228 positivos. O número de pacientes internados reduziu de 101 para 98.
O boletim epidemiológico contabiliza 1.679 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais cinco mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (09).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA 09 de março de 2021
Casos confirmados no dia: 228 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 426 Total de pacientes hospitalizados no município: 98 Óbitos comunicados no dia: 5 Datas dos óbitos: 27/02, 04/03, 06/03, 07/03 e 08/03
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 1.679 Total de casos confirmados no município: 26.964 (Período de 06 de março de 2020 a 09 de março de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 1.581 Total de recuperados no município: 24.811 Total de exames negativos: 38.534 (Período de 06 de março de 2020 a 09 de março de 2021) Aguardando resultado do exame: 918 Total de óbitos: 474
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 23.982 (Período de 06 de março de 2020 a 09 de março de 2021) Resultado positivo: 4.482 (Período de 06 de março de 2020 a 09 de março de 2021) Em isolamento domiciliar: 37 Resultado negativo: 19.500 (Período de 06 de março de 2020 a 09 de março de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Depois de muito tempo, o mundo parecia caminhar bem. Os EUA chegaram a um apogeu econômico nunca antes experimentado na sua história e sem fazer guerra. O Oriente Médio, depois da queda de vários ditadores, experimentava uma tranquilidade quase que normal, a exceção continua sendo a Síria. O conflito entre judeus e palestinos foi arrefecido. Na Europa, o partido Conservador inglês venceu de maneira esmagadora os Trabalhistas. Na América do Sul, a eleição do conservador Bolsonaro deu esperança ao Brasil – que teve 30 anos de governos de centro e esquerda – de poder escrever uma nova história.
Mas da Ásia veio a tempestade: O coronavírus! A princípio o mundo ocidental não acreditava na terrível ameaça que vinha da China. A OMS, uma organização que se preocupa mais com a geopolítica do que com a saúde mundial, estava perdida e continua até o momento. Os governos não sabiam que atitude tomar diante de uma ameaça desse tamanho e de nível global.
Mas no caos existe oportunidade, diz Sun Tzu, no livro A Arte da Guerra. Foi pensando nisso que a esquerda, a extrema mídia, intelectuais e artistas desse lado do planeta vislumbraram a oportunidade de tirar do poder Donald Trump, EUA, e Bolsonaro, no Brasil. Presidentes declaradamente conservadores e liberais.
Nos EUA e no Brasil foram montados planos para desgastar os dois presidentes. Donald Trump não foi reeleito, coisa muito rara nos Estados Unidos. No Brasil, Bolsonaro vive sob ataque diuturno da extrema mídia, do Congresso e principalmente do STF.
O STF vem há dois anos adentrando os poderes do Executivo e do Legislativo. A Suprema Corte tem violado a Constituição, a liberdade de expressão, de direitos individuais e humanos diante dos olhos passivos da imprensa e da sociedade.
A decisão monocrática do ministro Luiz Fachin, de anular todas as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, faz parte desse plano. O veneno usado nos Estados Unidos contra Trump, parece não funcionar contra Bolsonaro. Mesmo diante dos ataques, a sua base eleitoral continua muito forte. Todas as pesquisas mostram o atual presidente caminhando para uma reeleição. Dos nomes colocados como possíveis candidatos para presidente nas eleições de 2022, Lula é quem tem alguma chance de derrotar Bolsonaro. O STF, passando por cima da Constituição, deu super poderes aos governadores, que roubam o dinheiro da saúde e que impõem restrições e toque de recolher a população. O STF sabe que as manifestações estão proibidas. Que a população não pode sair às ruas para manifestações. Foi diante dessa tempestade perfeita que Fachin anulou as condenações de Lula, um homem que comandou o maior assalto aos cofres da nação que se tem notícia.
O presidente Jair Bolsonaro voltou a tecer críticas contra governadores por conta da aplicação indevida de verbas federais que foram direcionadas para o combate da pandemia de Covid-19.
Em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, no Brasil Urgente, da Band, o chefe do Executivo direcionou sua reprovação ao gestor do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB).
– Tem estado, como o Rio Grande do Sul, por exemplo, que estava quase três meses com atraso em sua folha de pagamento. O governador Leite botou em dia sua folha de pagamento e se esqueceu da saúde. Vários estados colocaram suas contas em dia em cima de recursos que eram para a saúde – disse.
Bolsonaro ainda ironizou a aplicação dos valores e a postura de Leite, a quem chamou de “péssimo gestor”. Na entrevista, o chefe do governo federal disse não saber onde o governador gaúcho teria utilizado o dinheiro enviado pela gestão federal.
– [Onde] O governador do Rio Grande do Sul, que fala muito manso, muito educadamente, uma pessoa até simpática, mas é um péssimo administrador, enfiou essa grana? Eu não vou responder pra ele, mas eu acho que eu sei onde ele botou essa grana toda aí. Não botou na saúde – completou.
Nos últimos dias, Leite foi um dos governadores a atacar o chefe do Executivo federal. Em coletiva de imprensa na semana passada, o governador disse que a intenção do presidente da República era causar confusão e “se esquivar das responsabilidades” sobre a Covid. Leite afirmou ainda que o governo federal patrocinava “oficialmente fake news e mentiras”.
A Câmara dos Deputados começou há pouco a sessão plenária para debater a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 186/19), a PEC Emergencial. A proposta é o único item da pauta desta terça-feira (9). A expectativa é aprovar a admissibilidade do texto e, amanhã, a votação em plenário em dois turnos.
Aprovada na quinta-feira (4) pelo Senado, a PEC vai disponibilizar ao governo federal R$ 44 bilhões fora do teto de gastos para pagar o auxílio emergencial este ano.
Uma cláusula de calamidade pública incluída na PEC permite que os custos com o novo programa sejam excluídos da regra de ouro (estabelece o teto de endividamento público para financiar gastos correntes) e da meta de déficit primário, que neste ano está fixada em R$ 247,1 bilhões.
O benefício social, criado em abril do ano passado, atendeu às famílias mais afetadas pela pandemia da covid-19. Ontem (8), em entrevista à imprensa no Palácio do Planalto, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o valor médio do novo auxílio emergencial deve ser de R$ 250 por pessoa. A duração do novo auxílio, sua abrangência e o valor individual ainda serão definidos pelo Poder Executivo.
O texto também impõe medidas de ajuste fiscal, como controle de despesas com pessoal e redução de incentivos tributários, caso as operações de crédito da União excedam as despesas. Entre as medidas, estão barreiras para que a União, os estados e os municípios criem despesas obrigatórias ou benefícios tributários.
Pela proposta, todas as vezes em que as despesas obrigatórias sujeitas ao teto de gastos ultrapassarem 95% das despesas totais, ficarão proibidos para os poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e o Ministério Público o aumento de salário para o funcionalismo; a realização de concursos públicos; a criação de cargos e despesas obrigatórias; a concessão de benefícios e incentivos tributários; o lançamento de linhas de financiamento; e a renegociação de dívidas.
Nas esferas estadual e municipal, a regra dos 95% será facultativa, e o texto inclui gatilho adicional de medidas de contenção de gastos quando a relação entre as despesas correntes e receitas correntes alcançar 85%, com vigência imediata e dependente de atos do governador ou do prefeito.