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Foto: Divulgação

A Pfizer pediu a alguns países que colocassem seus ativos soberanos –que incluem edifícios de embaixadas e bases militares– como garantia contra o custo de futuros processos judiciais por efeitos colaterais, revela uma investigação conduzida pelo Bureau of Investigative Journalism, com sede em Londres, no Reino Unido, e pelo jornal investigativo OjoPúblico, do Peru.

Um funcionário que esteve presente nas negociações do laboratório norte-americano descreveu as demandas da Pfizer como “intimidação de alto nível” e disse que o governo [de um país não-identificado] sentiu que estava sendo “chantageado” para ter acesso às vacinas.CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE 2

No caso desse país, que não foi identificado a pedido das autoridades que prestaram depoimento para o relatório, as demandas da gigante farmacêutica levaram a um atraso de três meses no acordo de compra da vacina. No caso da Argentina e do Brasil, nenhum acordo nacional foi alcançado.

No Peru, a Pfizer solicitou durante o processo de negociação a inclusão de cláusulas que reduzissem a responsabilidade da empresa em caso de possíveis efeitos adversos. Qualquer atraso nos países que recebem vacinas significa um aumento constante de pessoas que contraem Covid-19, e potencialmente morrem.CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE 3

Autoridades da Argentina e de um outro país latino-americano, cujo nome também não pode ser revelado, já que as autoridades assinaram um acordo de confidencialidade com a Pfizer, disseram que os negociadores da empresa exigiram uma compensação adicional contra quaisquer ações civis que os cidadãos pudessem apresentar se experimentassem efeitos colaterais após serem vacinados.

Na Argentina e no Brasil, a Pfizer solicitou que os ativos soberanos fossem colocados como garantia para cobrir possíveis custos legais futuros.CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE 4

Situação semelhante ocorreu no Peru. Nas negociações, a Pfizer teria solicitado a inclusão de cláusulas que isentassem a farmacêutica de responsabilidade pelos eventuais efeitos adversos da vacina ou pelo atraso na entrega dos lotes ou em futuras ações judiciais e indenizações.

As cláusulas foram consideradas extremas pelo Ministério de Relações Exteriores peruano, segundo fontes próximas às negociações. As mesmas fontes apontaram que as condições neste laboratório eram diferentes das de outros desenvolvedores de vacinas.

“Apartheid” de vacinas

Alguns ativistas alertam para um “apartheid de vacinas” em que países ricos poderiam ser vacinados anos antes de regiões mais pobres. Recentemente, especialistas jurídicos expressaram preocupação com o fato de os processos da Pfizer constituírem um abuso de poder.

“As empresas farmacêuticas não devem usar seu poder para limitar as vacinas que salvam vidas em países de baixa e média renda”, disse o professor Lawrence Gostin, diretor do Centro de Colaboração da Organização Mundial de Saúde sobre Leis de Saúde Nacional e Global, “[Isso] parece ser exatamente o que eles estão fazendo”, afirmou, em relação ao relatório.

A figura jurídica da “isenção de responsabilidade” não deve ser usada como “uma ameaça pairando sobre as cabeças de países desesperados com populações desesperadas”, acrescentou.

A Pfizer está em negociações com mais de 100 países e organizações supranacionais e tem acordos de fornecimento com nove países da América Latina e Caribe: Chile, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, México, Panamá, Peru e Uruguai. No entanto, os termos desses acordos são desconhecidos.

A Pfizer declarou ao Bureau of Investigative Journalism que, “globalmente, o laboratório aloca doses para países de baixa e média-baixa renda a um preço sem fins lucrativos, incluindo um contrato de compra antecipada com a Covax para fornecer até 40 milhões de doses em 2021.” “Estamos comprometidos para apoiar os esforços para fornecer aos países em desenvolvimento o mesmo acesso às vacinas que o resto do mundo”, disse o porta-voz da Pfizer, apesar da recusa em comentar as negociações privadas em andamento.

A maioria dos governos oferece indenização (“isenção de responsabilidade”) aos fabricantes de vacinas dos quais compram os imunizantes. Isso significa que um cidadão que sofre um evento colateral após a vacinação pode entrar com uma ação contra o fabricante e, se for bem-sucedido, o governo pagaria a indenização. Em alguns países, as pessoas também podem solicitar compensação por meio de outras estruturas sem ir a julgamento.

No entanto, funcionários do governo argentino e do país que pediu para não ser mencionado neste relatório indicaram à equipe desta investigação que consideravam que as demandas da Pfizer iam além das de outros fabricantes de vacinas, e além das condições da Covax, organização criada para garantir que os países de baixa renda tenham acesso às vacinas. Isso representaria um ônus adicional para alguns países, porque significa ter que contratar advogados especializados e, às vezes, aprovar uma nova legislação complexa, a fim de isentar os fabricantes de suas responsabilidades.

“Uma exigência extrema”

A Pfizer buscou uma isenção adicional em processos cíveis, para que a empresa não seja responsável pelos raros efeitos colaterais causados ​​por sua vacina, ou por seus próprios atos de negligência, fraude ou dolo. Isso inclui aqueles relacionados às práticas da empresa, como, por exemplo, se a Pfizer enviar a vacina errada ou se cometer erros durante a fabricação do imunizante.

“Certas proteções contra responsabilidade são garantidas, mas certamente não em casos de fraude, negligência grosseira, má-gestão ou falha no cumprimento das boas práticas de fabricação”, disse Gostin. “As empresas não têm o direito de reclamar indenização por essas coisas”, concluiu.

“A Pfizer se comportou mal com a Argentina”, disse Ginés González García, então ministro da Saúde da Argentina. “Eles mostraram uma intolerância tremenda conosco”, avaliou. González García renunciou no sábado passado depois que se soube que o jornalista Horacio Verbitsky e outros argentinos foram vacinados fora do processo formal de imunização e uma investigação foi iniciada no país contra mais “vacinados VIP”.

As mesmas demandas foram feitas ao Ministério da Saúde do Brasil. A Pfizer pediu indenização e pediu ao ministério que colocasse ativos soberanos como garantia, além de criar um fundo de garantia com dinheiro depositado em conta no exterior. Em janeiro, o ministério brasileiro rejeitou essas condições, chamando-as de “abusivas”.

Informações Terra Brasil Notícias


Gazeta do Povo

Mais de 2 mil médicos publicam manifesto a favor do tratamento precoce contra a Covid-19

Movimento Médicos pela Vida defende tratamento precoce contra Covid-19 com medicamentos como hidroxicloroquina e ivermectina.

O movimento Médicos pela Vida veiculou, nesta terça-feira (23), um manifesto assinado por 2.122 médicos brasileiros a favor do uso de medicamentos para o tratamento precoce da Covid-19. O texto, publicado como material publicitário na edição impressa de 11 jornais brasileiros, como O Globo e a Folha de S. Paulo, cita evidências científicas e clínicas para defender o uso de um coquetel de remédios para evitar que pacientes progridam para fases mais graves da doença.

Entre as pesquisas citadas está o levantamento realizado por 23 cientistas em uma das revistas de maior prestígio da Medicina, a The American Journal of Medicine, em que se afirma que não uma droga única, mas um conjunto de medicamentos tem sido eficaz em alguns casos para evitar novos internamentos e mortes. Segundo eles, essa escolha médica diminui o número de internações, reduz da sobrecarga do sistema hospitalar, previne complicações pós-infecção e reduz do número de óbitos.

“Destacamos que a abordagem precoce não se trata apenas do uso de uma ou outra droga, mas da correta combinação de medicações como a hidroxicloroquina, a ivermectina, a bromexina, a azitromicina , o zinco, a vitamina D, anti-coagulantes entre outras, além dos corticoides que têm um momento certo para sua utilização nas fases inflamatórias da doença, sempre observando-se a adequação das combinações ao estado e evolução de cada paciente, que será acompanhado extensivamente inclusive com a realização de exames conforme necessários, e a recomendação de intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia”, cita um trecho da publicação. “Definitivamente, não é uma promessa de ‘cura fácil’, posto que lidamos com uma doença nova e de difícil manejo quando se agrava”, afirmam os médicos em outro trecho.

O texto também destaca a importância da relação médico-paciente, quanto ao tratamento precoce, mencionando que ambas as partes devem estar de acordo com a terapêutica proposta. Os médicos citam ainda o artigo 32 do Código de Ética Médica, que considera “infração grave deixar de usar todos os meios disponíveis de promoção de saúde e de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente”.

Ao final da publicação, o grupo divulga a “Jornada Médica – Tratamento Inicial Da Covid-19” – evento on-line e gratuito direcionado a médicos que tenham interesse em aprofundar na temática do tratamento precoce contra a Covid-19.

Qual é a sua opinião sobre o tratamento precoce?

Deve ser proibido, pois não há consenso sobre seu uso na comunidade médica e nem nas pesquisas científicas, o que pode dar a falsa ideia de proteção.

Enquanto não houver consenso científico sobre o tema, deve-se respeitar a autonomia da relação médico e paciente.

Movimento Médicos Pela Vida e tratamento precoce contra o coronavírus 

O movimento Médicos Pela Vida surgiu no início da pandemia da Covid-19 com o objetivo de garantir que os pacientes tenham a opção de se tratar de forma precoce, em tratamento domiciliar, buscando evitar que busquem auxílio médico somente quando os sintomas tiverem evoluído e for necessária a hospitalização.

Dr. Mateus Drumond, cirurgião geral, nutrólogo e coordenador do movimento no estado de Minas Gerais, afirma que por se tratar de uma doença nova e com os recursos terapêuticos sendo descobertos simultaneamente à doença, há controvérsias e dúvidas em relação ao que funciona e o que não funciona. “Isso dividiu a classe médica em relação aos estudos que estão sendo divulgados – alguns mais consistentes, outros menos. O que precisa ficar claro é que a proposta de tratamento precoce contra a Covid-19 visa a abordagem imediata logo no início dos sintomas para que se ofereça ao pacientes medidas baseadas em estudos científicos que possam minimizar as complicações, internações e óbitos”.

Drumond destaca que a defesa do tratamento precoce não significa “vender a cura para a Covid-19”. “Como qualquer outra doença na medicina, quanto mais cedo for abordada com os arsenais possíveis, entende-se que os pacientes têm maior chance de evoluir”.

Quanto à politização do tema, ele reforça que a atuação do grupo está relacionada unicamente à visão clínica do tema. “Toda vez que se mistura política com medicina o resultado não é positivo”, declara.

Leia o Manifesto Pela Vida na íntegra:

MANIFESTO PELA VIDA – MÉDICOS DO TRATAMENTO PRECOCE BRASIL

23 de fevereiro de 2021

À sociedade brasileira, aos colegas médicos, aos órgãos de imprensa, aos Conselhos Regionais de Medicina e ao Conselho Federal de Medicina.

Somos um grupo de médicos que tem se dedicado a levar aos pacientes o melhor da prática profissional neste momento tão delicado no enfrentamento da pandemia causada pelo vírus Sars-CoV2, balizados pela análise das melhores evidências disponíveis na ciência, pelo Código de Ética Médica, pelos princípios da Bioética e pelo posicionamento do Conselho Federal de Medicina.

Para tal, nos pautamos: em estudos científicos atualizados, na informação clara ao paciente e no seu consentimento livre e informado para uso off-label de medicamentos com os quais temos experiência de longa data, além de conhecimento sobre os mecanismos de ação, farmacocinética, farmacodinâmica, interações medicamentosas e segurança.

A relação médico-paciente é aberta e de confiança: ambas as partes devem estar de acordo com a terapêutica proposta. Tratar casos de COVID-19 requer do médico assistência e disponibilidade constantes ao paciente.

Segundo o Art. 32 do Código de Ética Médica, é considerada infração grave: “deixar de usar todos os meios disponíveis de promoção de saúde e de prevenção, diagnóstico e tratamento de doenças, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente”.

E NUM MOMENTO QUE DEZENAS DE MILHARES DE CASOS SURGEM TODOS OS DIAS, NÃO PODEMOS FICAR DE BRAÇOS CRUZADOS E DEIXAR DE TRATAR ESSES PACIENTES!

Ressaltamos o quão é importante que isso seja observado pelos médicos que atualmente ocupam cargos na gestão da saúde.

Dentre as abordagens disponíveis na literatura médica para a COVID-19, existe o chamado “tratamento precoce”: iniciar com as medidas disponíveis o mais rápido possível, para minimizar a replicação viral, utilizando uma combinação de drogas, visando reduzir o número de pacientes que progridem para fases mais graves da doença, diminuindo o número de internações, reduzindo a sobrecarga do sistema hospitalar, prevenindo complicações pós-infecção e diminuindo o número de óbitos. Definitivamente, não é uma promessa de “cura fácil”, posto que lidamos com uma doença nova e de difícil manejo quando se agrava.

O grupo que assina este “Manifesto Público” é composto majoritariamente por médicos de várias especialidades que trabalham diretamente com os doentes de Covid19 e por colegas médicos que, apesar de não estarem na linha de frente, apoiam esta luta, além de profissionais médicos que estão submetendo seus dados para pesquisa, a fim de contribuir com o conhecimento científico.

MANIFESTAMO-NOS a favor da intervenção precoce no tratamento da COVID-19, acrescentando alguns dos trabalhos da literatura que têm nos embasado, inclusive os guidelines de países com índices de mortalidade pela doença muito menores que os do Brasil. Destacamos que a abordagem precoce não se trata apenas do uso de uma ou outra droga, mas da correta combinação de medicações como a hidroxicloroquina, a ivermectina, a bromexina, a azitromicina , o zinco, a vitamina D, anti-coagulantes entre outras, além dos corticoides que têm um momento certo para sua utilização nas fases inflamatórias da doença, sempre observando-se a adequação das combinações ao estado e evolução de cada paciente, que será acompanhado extensivamente inclusive com a realização de exames conforme necessários, e a recomendação de intervenções não farmacológicas, como a fisioterapia.

Ademais, há disponível nos sites https://hcqmeta.comhttps://ivmmeta.comhttps://c19study.com/https://c19ivermectin.com/?s=08https://copcov.org e https://c19legacy.com/?s=08 a compilação de diversos estudos e estatísticas envolvendo drogas utilizadas como parte do arsenal terapêutico, entre outros trabalhos disponíveis em bases de dados científicos confiáveis. Os mais atuais e relevantes se encontram ao final do texto do documento disponibilizado via link a seguir mencionado, logo após as assinaturas.

Vimos, com humildade, estudando incansavelmente, lendo centenas de trabalhos, tanto sobre tratamento precoce, quanto sobre as vacinas, buscando oferecer o melhor ao paciente, foco principal da boa prática médica. Lembramos que higiene, distanciamento social e uso correto de máscaras têm seu papel entre as diversas medidas já adotadas, mas não são o tema desta nota.

Uma das maneiras de se validar o efeito de um tratamento é fazer com que ele seja reprodutível. Os relatos de cidades e estados que adotaram as medidas para intervenção precoce na COVID-19 têm mostrado bons resultados, com a diminuição da carga sobre os sistemas de saúde.

Ainda que tenhamos respaldo científico para apoio às intervenções precoces, encerramos com a citação do parecer 4/2020 do Conselho Federal de Medicina e do artigo 32 da seção C da Declaração de Helsinque, respectivamente, que deixam bem clara a necessidade de ação do médico diante de situações atípicas como a atual:

“Quando métodos profiláticos, terapêuticos comprovados não existirem ou forem ineficazes, o médico, com o consentimento informado ao paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovadas ou inovadoras, se no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida, restabelecimento da saúde e alívio do sofrimento. Quando possível, estas medidas devem ser objeto de pesquisa, desenhada para avaliar sua segurança ou eficácia. Em todos os casos, as novas informações devem ser registradas e, quando apropriado, publicá-las. As outras diretrizes dessa declaração devem ser observadas”.

Parecer CFM 04/2020: “considerando que o princípio que deve obrigatoriamente nortear o tratamento do paciente portador da COVID-19 deve se basear na autonomia do médico e na valorização da relação médico-paciente, sendo esta a mais próxima possível, com o objetivo de oferecer ao doente o melhor tratamento médico disponível no momento”.

Ressaltamos que outras notas e cartas assinadas por médicos e sociedades médicas se posicionando CONTRA o tratamento precoce NÃO NOS REPRESENTAM.

Gratos àqueles que concluíram a leitura até aqui, nós, abaixo-assinados, estamos abertos ao diálogo e à união para ações em prol do paciente, e juntos sairmos mais rapidamente do estado de pandemia.

O presente “Manifesto Público” já conta com milhares de assinaturas de médicos, independentemente de sua participação em grupos ou associações. Para visualizá-las e aos médicos que quiserem aderir, disponibilizamos o link: https://medicospelavidacovid19.com.br/manifesto.


Foto: Wevilly MonteiroNão é necessário a presença do idoso, familiares podem agendar 

Idosos de 80 anos acima, que ainda não agendaram a vacinação contra Covid-19, podem solicitar a familiares ou responsáveis que se dirijam à unidade de saúde mais próxima a partir desta segunda-feira, 1º.

Esta pessoa deve apresentar o documento de identidade com foto e comprovante de residência do idoso. Não é necessária a presença dele para o agendamento e, em alguns casos, os agentes comunitários de saúde estão realizando o serviço.

Aqueles com dificuldade de locomoção podem ser vacinados em domicílio, para isso deve ser comunicado no momento do agendamento.

Os idosos que possuem 79 anos, a completar 80 em 2021, devem aguardar a próxima fase da vacinação. A segunda dose está sendo aplicada respeitando o prazo de 28 dias após a primeira aplicação.


Montante total será dividido entre o 1º e o 16º colocado; competição termina nesta quarta-feira (25)

Foto: Lucas Figueiredo / CBF
Foto: Lucas Figueiredo / CBF

O Campeonato Brasileiro 2020 chega a sua última rodada nesta quarta-feira (25), com muita emoção e decisão até os últimos segundos por uma posição melhor na tabela, além da briga entre Flamengo e Internacional para descobrir quem levantará a taça de campeão do torneio mais difícil das Américas.

Além de vagas em torneios internacionais, a posição na tabela também influenciará na premiação final entre o 1º e o 16º colocado. O prêmio é o mesmo de 2019: R$ 335,2 milhões no total. Os rebaixados ficarão com os bolsos vazios e não levarão nada. O valor é oriundo dos 30% da cota por desempenho do total de R$ 1,1 bilhão pagos pela TV Globo. Os outros 40% são divididos de forma igualitária para os clubes participantes e 30% restantes são das exibições das partidas.

Confira a divisão da premiação do Brasileirão 2020 por posição:

Campeão – R$ 33 milhões
Vice – R$ 31,3 milhões
3º colocado – R$ 29,7 milhões
4º colocado – R$ 28 milhões
5º colocado – R$ 26,4 milhões
6º colocado – R$ 24,7 milhões
7º colocado – R$ 23,1 milhões
8º colocado – R$ 21,4 milhões
9º colocado – R$ 19,8 milhões
10º colocado – R$ 18,5 milhões
11º colocado – R$ 15,5 milhões
12º colocado – R$ 14,6 milhões
13º colocado – R$ 13,7 milhões
14º colocado – R$ 12,8 milhões
15º colocado – R$ 11,9 milhões
16º colocado – R$ 11 milhões
17º colocado ao 20º colocado – não recebem nada

Informações Bahia.ba


Guilherme Costa filmou o assassinato de Ingrid Oliveira e divulgou na internet

Vida real! Jovem mata rival no videogame com golpes de espada
Guilherme e Ingrid se conheceram há um mês em uma partida online de Call Of Duty Foto: Reprodução

Um jovem de 18 anos foi preso em Pirituba, Zona Norte de São Paulo, após matar uma colega de vídeo games, de 16 anos, a golpes de faca nesta segunda-feira (22).

Guilherme Alves Costa e Ingrid Oliveira Bueno da Silva costumavam jogar games de guerra, e, durante uma divergência, o rapaz cometeu o crime, gravou um vídeo e divulgou na internet.

– Vocês ‘tão achando que é tinta, montagem, mas não é. Eu realmente matei ela. Eu tenho um livro também. Pedi pra um pessoal divulgar – diz ele no vídeo, referindo-se a um diário de 52 páginas, no qual ele descreve seus dias, afirma que não gosta de ninguém e faz ataques ao cristianismo.

Guilherme chocou a polícia pela sua frieza e revelou que planejava o homicídio há duas semanas. Na delegacia, o jovem afirmou que o seu objetivo era ficar com a moça e depois matá-la.

– Ela atravessou o meu caminho […] Minha sanidade mental ‘tá completamente apta. Eu quis fazer isso – garantiu ele aos policiais, de acordo com informações do R7.

A polícia ainda tenta entender a motivação do crime.

CASO
Guilherme e Ingrid se conheceram na internet há cerca de um mês, em partidas online. A adolescente era conhecida como Sol e integrava a equipe FBI E-Sports do jogo Call of Duty (Cod), como parte de um time adversário ao de Guilherme, o Gamers Elite.

Na última segunda-feira, os dois se encontraram na casa do rapaz. Ela pediu um atestado no trabalho para ir até lá, escondida dos pais, e disse ao namorado que iria à casa de um amigo, sem entrar em detalhes.

Ingrid foi morta na residência de Guilherme, mas a família dele não notou nenhuma movimentação incomum ou barulho. Um dos irmãos de Guilherme descobriu o corpo da moça após chegar em casa e convenceu-o a entregar-se à polícia.

A mãe do rapaz, Maria Rita Alves, conta que o acontecimento chocou a todos.

– Sem palavras! Todo mundo aqui gostava dele. O filho que eu criei não foi esse, não foi – afirmou à RecordTV.

O crime foi registrado como homicídio qualificado no 87º DP, na Vila Pereira Barreto.

Informações Pleno News


Mion deixou a RecordTV em janeiro deste ano

Apresentador Marcos Mion deve ser o novo contratado da TV Globo Foto: Divulgação

Na contramão da onda de demissões que tem posto em prática, a TV Globo deve anunciar em breve a contratação de Marcos Mion. Segundo a colunista Cristina Padiglione, do portal F5, o apresentador está prestes a ser oficialmente um global.

Mion deixou a RecordTV em janeiro deste ano.

Ainda de acordo com Cristina, a TV Globo estaria aguardando apenas o fim do BBB21, um dos programas de maior sucesso em sua grade, para anunciar o novo contratado. Tudo indica que ele deve ser escalado para comandar uma espécie de remake do No Limite, reality show de sobrevivência na natureza que foi fenômeno de audiência.

SAÍDA CONTURBADA DA RECORD
A saída de Mion da emissora do bispo Edir Macedo aconteceu debaixo de muitos rumores. Um deles afirma que o principal motivo para o rompimento foi a convivência complicada entre o apresentador e Rodrigo Careli, diretor de A Fazenda. Tal relacionamento conturbado teria provocado um desentendimento de Mion com diretores da emissora, o que culminou em sua dispensa.

Informações Pleno News


Medida permitirá que profissionais da categoria tenham acesso a benefícios dados a quem possui o CNPJ

Presidente falou sobre possibilidade de criar versão do MEI para caminhoneiros Foto: Reprodução/Agência Brasil

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou que tratou na manhã desta quinta-feira (25) sobre uma proposta que será encaminhada ao Legislativo de criação da figura do Microempreendedor Individual (MEI) para caminhoneiros.

– Hoje em dia nós temos o MEI normal, que é o faturamento de até R$ 78 mil [na verdade, o valor atual é de R$ 81 mil] por ano, e teremos o MEI Caminhoneiro, que é tudo [o] que eles desejavam: até R$ 300 mil. Eles vão ter CNPJ, vão poder comprar pneus e peças com CNPJ que hoje eles não têm, e vão pagar 11% do salário mínimo – disse o senador Jorginho Mello (PL-SC), vice-líder do governo no Congresso.

Segundo o parlamentar, o presidente deu seu aval, e o governo deve trabalhar para aprovar a proposta na próxima semana. Em encontro com apoiadores na saída do Palácio da Alvorada, Bolsonaro afirmou também que, durante o café da manhã com parlamentares, tratou da questão das rodovias em Santa Catarina.

Informações Pleno News/Estadão


Professores do estado terão que compensar carga horária de aulas não dadas em 2020
Foto: Elói Corrêa/Gov Ba

Os professores da rede estadual de Educação terão que compensar a carga horária de aulas não dadas em 2020 por causa do decreto que suspendeu as atividades escolares. O secretário da pasta (SEC), Jerônimo Rodrigues, detalhou o plano para início do ano letivo 2020/2021 agendado para 15 de março.

“Quando há uma greve que a Justiça julga irregular o profissional tem que pagar. No decreto ficou assim também. É só uma comparação, não foi greve, mas temos o compromisso de pagamento da carga horária”, justificou Jerônimo. 

O titular da SEC explicou que durante o período de vigência do decreto, estabelecido em 18 de março de 2020, o professor da rede estadual não era obrigado a exercer atividades.  “Mas agora vamos apresentar propostas para que a gente possa continuar aprendizagem. Ele vai fazer pagamento da carga de 2020 de modo remoto”, explicou.

A Secretaria da Educação vai apresentar nos próximos dias um plano de recomposição de carga horária de professor. A APLB Sindicato, que representa a categoria, será incluída no processo, adiantou o secretário. 

A retomada das aulas na Bahia terá três fases com aulas de segunda a sábado e carga horária de 6h e 40 min por dia. A primeira delas, que será ativada no dia 15 de março, é 100% remota. A partir da segunda, ainda sem prazo para começar, será híbrida com três dias de aulas presenciais e três de remotas. Já a terceira e última fase, que deve ocorrer após a vacinação em massa da população, será totalmente presencial, durante seis dias na semana. 

Os professores não vão receber nenhum tipo de compensação salarial pelo trabalho no sábado, ressaltou Jerônimo. 

“Nós estamos fazendo uma compensação da carga horária dos professores. Ficamos nessa situação de pandemia. Então não haverá pagamento extra sobre esses dias”, frisou.

Informações Bahia Notícias


Foto: Washington Nery

Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19, nas últimas 24h. Até agora são exatamente 24.321 pacientes recuperados, índice que representa 96,2% dos casos confirmados. Enquanto isso, 173 exames foram negativos e 75 positivos.


O boletim epidemiológico contabiliza ainda 90 pacientes internados no município e 496 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta quinta-feira (25).

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTA QUINTA-FEIRA
25 de fevereiro de 2021

Casos confirmados no dia: 75
Pacientes recuperados no dia: 122
Resultados negativos no dia: 173
Total de pacientes hospitalizados no município: 90
Óbito comunicado no dia: 0

A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 496
Total de casos confirmados no município: 25.277 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de fevereiro de 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 406
Total de recuperados no município: 24.321
Total de exames negativos: 36.749 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de fevereiro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 751
Total de óbitos: 460

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 21.649 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de fevereiro de 2021)
Resultado positivo: 3.876 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de fevereiro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 16
Resultado negativo: 17.773 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de fevereiro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).


Vereador de Salvador, Irmão Lázaro está internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital de Feira de Santana. O parlamentar foi contaminado pelo coronavírus, e teve que ser entubado no final da manhã desta quinta-feira (25), por conta das complicações causadas pela covid-19.

Ainda não foi divulgado o boletim médico informando o estado de saúde do vereador. Segundo informações da família de Lázaro, está sendo tentatada a transferência do ex-deputado para um hospital da capital baiana.

Em nota, a assessoria de Irmão Lázaro pede orações para o vereador. “Diante do exposto, sua família e amigos reforçam o pedido de orações. Cremos que, com a permissão de Deus, sua saúde será restaurada e agradecemos todo o apoio, orações e carinho recebidos até aqui”, diz o posicionamento.

Irmão Lázaro tem 54 anos e iniciou sua carreira como cantor da banda Olodum. Posteriormente, ele se converteu e consolidou sua carreira artística na música gospel. Ex-deputado federal e ex-candidato ao Senado, o político está em seu primeiro mandato na Câmara Municipal de Salvador (CMS).

Informações Jornal Correio