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Humorista é um dos favoritos para assumir a atração de domingo

fabio porchat em seu programa que história é essa porchat?
Atualmente, apresentador comanda o programa Que História É Essa, Porchat? Foto: Reprodução

Fábio Porchat é um dos nomes preferidos da direção da Globo para assumir a vaga do apresentador Faustão, no fim de 2021. O humorista já é contratado do grupo da emissora desde 2019, mas deve ganhar seu lugar ao sol na TV Aberta. As informações são da colunista Carla Bittencourt, do portal Metrópoles.

A boa repercussão do seu programa Que História é Essa, Porchat? chamou a atenção da cúpula da rede, e o interesse é recíproco. Contudo, a primeira opção ainda é Luciano Huck, que ainda não confirmou se vai ou não investir em uma carreira política em 2022.

Ainda de acordo com a coluna, logo atrás de Porchat, vem Marcio Garcia na fila entre os cotados para a programação de domingo.

Os rumores de que Marcos Mion assumiria a vaga, contudo, não devem se concretizar. Mesmo assim o apresentador está prestes a ser oficialmente um global e deve comandar nova temporada do reality show No Limite, em que participantes passam por provas de resistência em cenários selvagens.

Informações Pleno News


Moeda Nacional, Real, Dinheiro, notas de real,Cédulas do real
Foto: Marcello Casal Jr

Agência Brasil- A Receita Federal informou hoje (25) que arrecadação de impostos e contribuições federais em janeiro somou R$ 180,221 bilhões, um recuo real de 1,5% na comparação com o mesmo mês de 2020, já descontada a inflação. Em janeiro do ano passado, a arrecadação foi de R$ 174,991 bilhões.

De acordo com a Receita, o resultado foi influenciado por pagamentos atípicos e compensações tributárias, feitas por empresas que pagaram tributos a mais no passado, que somaram R$ 23,097 bilhões em janeiro.

Sem esses pagamentos, o Fisco disse que haveria um aumento real de 3,72% da arrecadação no mês de janeiro de 2021.

Esse desempenho seria explicado pelo comportamento da economia e pelo crescimento da arrecadação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre Lucro Liquido (CSLL), especialmente, das empresas que fecharam seus balanços no mês de dezembro de 2020.

Juntos, os dois tributos somaram uma arrecadação de R$ 57.591 milhões, com crescimento real de 5,78%.

O Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) apresentou uma arrecadação de R$ 3,5 bilhões, representando crescimento real de 63,75%.

Segundo a Receita Federal, o Imposto sobre a Importação e o IPI Vinculado arrecadaram, em conjunto, R$ 7,34 bilhões, representando crescimento real de 20,26%.

“Esse resultado é explicado pela conjugação dos seguintes fatores: elevação de 29,08% na taxa média de câmbio, de 11,71% na alíquota média efetiva do Imposto Importação e de 27,99% na alíquota média efetiva do IPI-Vinculado, combinada com a redução de 16,76% no valor em dólar (volume) das importações”, disse a receita.


Ilustração
Enquanto os suicídios masculinos caíram ligeiramente, as taxas entre as mulheres subiram quase 15%

O Japão registra suicídios com mais rapidez e precisão do que qualquer outro país do mundo. Ao contrário da maioria dos países, os números são coletados no final de cada mês.

Durante a pandemia de covid-19, eles contam uma história perturbadora.

Em 2020, as taxas de suicídio no Japão aumentaram pela primeira vez em 11 anos. O mais surpreendente é que, enquanto os suicídios masculinos caíram ligeiramente, as taxas entre as mulheres subiram quase 15%.

Só em outubro, a taxa de suicídio feminino do país aumentou mais de 70%, em comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Por que a pandemia parece estar afetando as mulheres com tanta força no país? Algumas das respostas a essa pergunta refletem realidades comuns também no Brasil.

Atenção: alguns leitores talvez achem incômodos os relatos a seguir. Para apoio emocional preventivo ao suicídio, ligue 188 ou acesse o site do Centro de Valorização da Vida

‘Desisti de tentar morrer’

Ficar cara a cara com uma jovem que tentou o suicídio repetidamente é uma experiência perturbadora. Isso despertou em mim um novo respeito por aqueles que trabalham na prevenção do suicídio.

Estou sentado em um abrigo no distrito da luz vermelha de Yokohama, administrado por uma instituição de caridade dedicada à prevenção do suicídio chamada Project Bond.

Do outro lado da mesa está uma mulher de 19 anos com o cabelo preso. Está sentada. Muito quieta.

Em silêncio, sem demonstrar emoção, ela começa a me contar sua história.

Ela diz que tudo começou quando tinha 15 anos. Seu irmão mais velho começou a abusar dela violentamente. Ela fugiu de casa, mas isso não acabou com a dor e a solidão.

Colocar fim à sua vida parecia a única saída.

“Desde essa época, no ano passado, tenho entrado e saído do hospital muitas vezes”, ela me conta.

“Tentei muitas vezes me matar, mas não consegui, então agora acho que desisti de tentar morrer.”

O que a impediu foi a intervenção do Project Bond. Eles encontraram para ela um lugar seguro para morar e começaram um aconselhamento intensivo.

Jun Tachibana é o fundador do Project Bond. Ela é uma mulher forte, de 40 anos, com um otimismo invejável.

Tachibana, do Bond Project, diz que covid-19 parece estar levando aqueles já vulneráveis ao limite

“Quando as meninas têm problemas reais e sofrem, elas realmente não sabem o que fazer”, diz ela.

“Estamos aqui, prontos para ouvi-los, para lhes dizer: estamos com vocês”.

Tachibana diz que a pandemia parece estar levando aqueles já vulneráveis ao limite.

Ele descreve algumas das ligações dolorosas que sua equipe recebeu nos últimos meses.

“Ouvimos muitas frases como ‘Quero morrer’ ou ‘Não tenho para onde ir'”, conta. “Eles dizem: ‘É tão doloroso, me sinto tão só que quero desaparecer’.”

Para aqueles que sofrem abuso físico ou sexual, a pandemia piorou muito a situação.

“Uma menina com quem conversei outro dia me confessou que seu pai a assedia sexualmente”, disse Tachibana. “Mas por causa da pandemia, o pai dela não trabalha muito e fica mais em casa, então ela não pode fugir dele.”

Um padrão “muito incomum”

Em períodos anteriores de crise no Japão, como a crise bancária de 2008 ou o crash do mercado de ações e a bolha imobiliária no início da década de 1990, o impacto foi sentido principalmente por homens de meia-idade.

Naquelas ocasiões, grandes picos foram observados nas taxas de suicídio masculino.

Mas a pandemia de covid-19 é diferente: está afetando os jovens e, em particular, as mulheres. As razões são complexas.

O Japão costumava ter a maior taxa de suicídio do mundo desenvolvido. Na última década, teve grande sucesso em reduzi-las – elas caíram cerca de um terço.

A professora Michiko Ueda é uma das maiores especialistas japonesas em suicídio. Ele me conta como foi chocante testemunhar o retrocesso nos últimos meses.

“Esse padrão de suicídio feminino é muito, muito incomum”, assinala.

“Nunca vi um aumento tão grande na minha carreira de pesquisadora desse tema. O que acontece com a pandemia do coronavírus é que os setores mais afetados são aqueles com alto porcentual de mulheres, como turismo e varejo”.

O Japão viu o número de mulheres solteiras que vivem sozinhas – muitas das quais optam por viver assim em vez de se casar – aumentar consideravelmente, desafiando os papéis tradicionais de gênero que ainda persistem no país.

A professora Ueda afirma que as mulheres jovens também têm muito mais probabilidade de ocupar empregos precários.

Foto: Getty Images
Em outubro do ano passado, 879 mulheres se suicidaram. Isso representa um aumento de mais de 70% em relação ao mesmo mês de 2019

“Muitas mulheres não são mais casadas”, diz Ueda.

“Eles têm que sustentar suas próprias vidas e não têm empregos fixos. Então, quando algo acontece, é claro, elas são duramente atingidas. O número de demissões entre quem não tem um trabalho fixo foi enorme nos últimos oito meses.”

Um mês se destacou, no entanto. Em outubro do ano passado, 879 mulheres se suicidaram. Isso representa um aumento de mais de 70% em relação ao mesmo mês de 2019.

As manchetes dos jornais soaram o alarme.

A imprensa japonesa comparou o número total de suicídios de homens e mulheres em outubro (2.199) com o número total de mortes no Japão por coronavírus até agora (2.087).

Algo particularmente estranho estava acontecendo.

Em 27 de setembro do ano passado, uma atriz muito famosa e popular chamada Yuko Takeuchi foi encontrada morta em sua casa. Mais tarde, soube-se que ela havia tirado a própria vida.

Foto: Getty Images
Atriz japonesa Yuko Takeuchi foi encontrada morta em sua casa e os especialistas perceberam um efeito de imitação

“A partir do dia em que se torna público que uma pessoa famosa tirou a própria vida, o número de suicídios aumenta e permanece assim por cerca de 10 dias”, explica Yasuyuki Shimizu, ex-jornalista que agora dirige uma instituição de caridade dedicada a combater o problema do suicídio no Japão.

“Pelos dados, pudemos ver que o suicídio da atriz em 27 de setembro causou 207 suicídios femininos nos 10 dias seguintes.”

Levando-se em conta os dados sobre suicídios de mulheres da mesma idade que Yuko Takeuchi, as estatísticas são ainda mais reveladoras.

“Mulheres de 40 anos foram as mais influenciadas de todas as faixas etárias”, diz Shimizu. “Para esse grupo, (a taxa de suicídio) mais que dobrou.”

Outros especialistas concordam que há uma conexão muito forte entre os suicídios de celebridades e um aumento imediato nos suicídios nos dias seguintes.

Comportamento de imitação

Esse fenômeno não é exclusivo do Japão, e essa é uma das razões pelas quais é tão difícil informar a população sobre casos de suicídio.

Quanto mais se fala no suicídio de uma celebridade na mídia e nas redes sociais, maior o impacto sobre outras pessoas vulneráveis.

Mai Suganuma estuda o tema. Ela própria experimentou de pertos os impactos de um suicídio. Quando era adolescente, seu pai se suicidou.

Agora, Suganuma ajuda famílias de outras pessoas que cometeram suicídio.

E assim como o coronavírus está deixando as famílias sem poder chorar seus entes queridos, também está tornando a vida mais difícil para parentes de pessoas que tiraram a própria vida.

“Quando converso com os familiares, é muito forte o sentimento de não ter podido salvar o ente querido, o que muitas vezes os leva a se culparem”, explica Suganuma.

Foto: Getty Images Ruas do Japão foram esvaziadas pela terceira onda da pandemia

“Também me culpei por não ter sido capaz de salvar meu pai. Agora as autoridades dizem que todos devem ficar em casa. Tenho medo de que a culpa fique mais forte. Para começar, os japoneses não falam sobre morte. Não temos uma cultura de falar sobre suicídios.”

O Japão está agora na terceira onda de infecções por covid-19, e o governo decretou um segundo estado de emergência.

Para Ueda, há outra questão persistente. Se esse fenômeno acontece no Japão, que não teve lockdowns rígidos e registrou relativamente poucas mortes pelo vírus, é de se imaginar a situação emocional das pessoas em países onde a pandemia tem sido muito mais devastadora.


Foto: Divulgação

Parace cena de filme, mas foi o flagrante foi real, em Paulo Afonso, na Bahia. Um carro foi flagrado com uma mudança no teto, que superou todas as dimensões pertimitidas pelo Código de Trânsito Brasileiro.

Policiais rodoviários federais flagraram a situação perigosa na tarde desta quarta-feira (24). Durante os procedimentos de abordagem, a equipe também flagrou que o veículo estava com lotação excedente, pois transportava seis pessoas em um carro com capacidade para cinco.

Dentro do veículo, os passageiros se amontoavam entre as caixas e roupas da mudança. Além disso, o condutor estava com a CNH vencida. Foram aplicadas as multas que juntas somaram R$ 618,86 e geraram 16 pontos na CNH do motorista. 

Ele foi autuado por dirigir o veículo com validade da Carteira Nacional de Habilitação vencida há mais de 30 dias; conduzir o veículo com lotação excedente; e transportar em veículo destnado ao transporte de passageiros carga excedente.

Após a regularização, a família pôde prosseguir viagem. Todos foram alertados que a situação imprudente estava pondo em risco à vida dos próprios ocupantes do carro e dos demais usuários da rodovia.

Informações Jornal Correio


Foto: Tiago Caldas

Medida de fechamento total das atividades não essenciais é para assegurar isolamento social. Circulação de pessoas fica permitida compra de alimentos, transporte de doentes ou realização de serviços de segurança.

Salvador e região metropolitana vão restringir totalmente as atividades não essenciais a partir das 20h de sexta-feira (26), até as 5h de segunda-feira (1º), para conter o avanço da Covid-19. A medida foi divulgada nesta quinta (25) pelo prefeito Bruno Reis e pelo governador Rui Costa. 

Com isso, a circulação de pessoas fica permitida para compra de alimentos, transporte de doentes ou realização de serviços de segurança. 

Esta é a primeira vez que a medida é tomada na capital baiana, desde o início da pandemia. No total, são 13 municípios da região metropolitana da capital: 

  • Camaçari;
  • Candeias;
  • Dias d’Ávila;
  • Itaparica (na ilha de Itaparica);
  • Lauro de Freitas;
  • Madre de Deus;
  • Mata de São João;
  • Pojuca;
  • São Francisco do Conde;
  • São Sebastião do Passé;
  • Simões Filho;
  • Vera Cruz (na ilha de Itaparica).

Nesta quinta, Salvador tem 84% de taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para adultos. 

No geral, o percentual de ocupação geral dos leitos (UTI, clínicos, adultos e pediátricos) é de 83%. Na região metropolitana, a situação é semelhante. Ainda na quarta-feira (24), antes do decreto em Salvador e região, a prefeitura de Guanambi, no sudoeste baiano, já havia anunciado a medida

Por lá, começará a partir da segunda-feira (1º) e durará 10 dias. Na região metropolitana, a prefeitura de Madre de Deus também anunciou a restrição de atividades horas antes da capital. Lá, a prefeitura registrou aumento 385,1% nos casos ativos de Covid-19

Na terça-feira (23), o governador Rui Costa já havia sinalizado que, caso o toque de recolher não ajudasse a frear os números da pandemia, seria necessário o lockdown

Informações G1 Bahia


Foto: Jorge Magalhães

São 5 mil doses da vacina de Oxford e 2 mil doses da CoronaVac

Mais 7 mil doses da vacina contra Covid-19 foram recebidas pela Rede de Frio da Secretaria Municipal de Saúde, nesta quarta-feira, 24. 

São 5 mil doses da vacina de Oxford/AstraZeneca, que serão utilizadas na aplicação da primeira dose dos idosos acima de 80 anos. E 2 mil doses da CoronaVac, destinada para imunização da segunda dose dos profissionais de saúde e idosos institucionalizados.

Ao todo foram recebidas 25.669 doses da Coronavac e 13 mil doses da Oxford/AstraZeneca, totalizando 38.669. Até o momento foram aplicadas 29. 785 doses.


Foto: Whashington Nery

Unidade vai passar a ter 23 leitos de UTI e 35 leitos clínicos 

Devido ao aumento de pacientes hospitalizados por Covid-19, o Hospital de Campanha de Feira de Santana terá mais cinco leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), aumentando em 27,7% a sua capacidade. Com a medida, o número de leitos de UTI aumentou de 18 para 23. A unidade também conta com 35 leitos clínicos.

A Bahia enfrenta um dos piores momentos da pandemia com mais de 900 pessoas internadas em estado grave em UTIs de todo o estado. O secretário de Saúde Edval Gomes alerta a população para o aumento de casos. “Feira de Santana apresenta uma realidade semelhante. A nossa capacidade de terapia intensiva, tanto pública quanto privada, está perto do máximo”, afirma.

O gestor salienta que se for necessário, irá disponibilizar leitos de internação nas salas vermelhas das Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e policlínicas do município. “Temos UPAs e policlínicas com leitos, ventiladores e monitores que poderão e serão utilizados em casos de necessidade”, assegura Edval Gomes.

Até essa quarta-feira (24), Feira de Santana registrou um total de 25.202 casos confirmados de Covid-19, destes, 24.199 pacientes estão curados e 460 morreram por causa da doença. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 79 pacientes internados no município e 543 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença.


Texto define cumprimento de metas e de qualidade dos serviços

Presidente Bolsonaro entrega a Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados, proposta de privatização dos Correios.

O presidente Jair Bolsonaro entregou nesta quarta-feira (24) ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), o projeto de lei que possibilita a privatização dos Correios.

Chamado de Marco Regulatório para o setor postal, o texto também define a obrigatoriedade do cumprimento de metas de universalização e qualidade dos serviços e estabelece que a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) será a Agência Reguladora dos serviços postais.

Segundo o Palácio do Planalto, além do PL entregue ao Congresso, serão realizados debates e estudos para a definição do melhor modelo de desestatização, que pode ser, por exemplo, a venda direta, a venda do controle majoritário ou de apenas parte da empresa. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) contratou a Accenture, empresa de consultoria que estuda o melhor modelo de negócio para a privatização da empresa estatal.

O edital será remetido ao Tribunal de Contas da União (TCU) e, assim que liberado pela Corte, será liberado para a realização do leilão. O PL estabelece a nova organização e a manutenção do Sistema Nacional de Serviços Postais, para que sejam explorados em regime privado, “respeitando, porém, a Constituição Federal em seu Artigo 21, que estabelece à União manter o serviço postal, o que será delegado ao Operador Postal Designado no decorrer do processo de privatização dos Correios”.

O texto do PL determina que a União mantenha o Serviço Postal Universal em todo território nacional, de modo contínuo e com modicidade de preços. A proposta prevê ainda a criação da Agência Nacional de Comunicações, em substituição à atual Agência Nacional de Telecomunicações, que passará a regular também os serviços do Sistema Nacional de Serviços Postais, alterando a Lei nº 9.472 de julho de 1997.

Ao justificar a medida, o Ministério das Comunicações argumenta que a transformação digital do setor postal no Brasil e no mundo demandam elevados investimentos por parte dos Correios.

“Todavia, os esforços empreendidos não têm sido suficientes para que a empresa se atualize na velocidade requerida. Por ser uma empresa pública, ela não conta com o dinamismo que o setor demanda atualmente, tampouco a União tem capacidade fiscal para suportar os investimentos por meio de aportes”, disse o ministro das Comunicações, Fábio Faria.

O presidente, pelas redes sociais, também comentou sobre a entrega do projeto de lei. Bolsonaro disse que o Brasil “segue firme no caminho da liberdade econômica”.

Decisão coletiva

Ao receber a proposta elaborada pelo Poder Executivo, o deputado Arthur Lira afirmou que haverá uma discussão do projeto e a decisão será coletiva dos congressistas.

“O relacionamento das duas Casas [Câmara e Senado], continua com muito diálogo e vamos cumprir o que prometemos ao povo brasileiro”, disse.

Informações Agência Brasil


Reação aos imunizantes da Moderna e da Pfizer/BioNTech foi observada em mulheres nos Estados Unidos e pode indicar que o corpo está produzindo anticorpos contra o Sars-CoV-2

Exames identificaram inchaço dos gânglios linfáticos na região da axila em mulheres que tomaram a vacina contra Covid-19 (Foto: American Roentgen Ray Society/American Journal of Roentgenology)
Exames identificaram inchaço dos gânglios linfáticos na região da axila em mulheres que tomaram a vacina contra Covid-19 (Foto: American Roentgen Ray Society/American Journal of Roentgenology)

Em artigo publicado no American Journal of Roentgenology, a pesquisadora Shabnam Mortazavi, da Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos Estados Unidos, avaliou o inchaço de gânglios linfáticos axilares em mulheres que foram vacinadas contra a Covid-19.

A reação foi identificada nos casos dos imunizantes da Moderna e da Pfizer/BioNTech e já tinha sido observada pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês). Por se assemelhar a características de tumores malignos, o efeito colateral tem chamado a atenção de profissionais da saúde desde o início da vacinação no país norte-americano.

Mortazav analisou registros de dezembro de 2020 a fevereiro de 2021 de um total de 23 mulheres, entre 21 e 49 anos. Todas apresentaram inflamação dos gânglios linfáticos na axila do mesmo lado do braço em que foi aplicada a vacina. Dentre as pacientes, 13% foram classificadas como sintomáticas em decorrência da presença de caroços. Em 43%, o inchaço foi detectado acidentalmente em exames de rastreamento, como mamografia, ultrassom e ressonância magnética. E em outros 43% dos casos, a reação foi identificada a partir de diagnósticos por imagem realizados por motivos distintos.

No caso das mamografias, um nódulo foi considerado anormal quando o tamanho, a forma ou a densidade dele divergiam das proporções dos demais nódulos axilares. Para ultrassonografias, identificou-se a irregularidade com base na avaliação da espessura cortical e na proeminência do nódulo comparada à axila oposta. Em ressonâncias magnéticas, foram considerados anormais os nódulos assimétricos em tamanho ou número em relação à outra axila.

Os resultados mostraram que 57% das mulheres estavam com um nódulo anormal. Esses dados foram obtidos durante um intervalo médio de 9,5 dias entre o recebimento da primeira dose de vacina e a realização dos exames. “O estudo destaca a inflamação dos gânglios linfáticos axilares do mesmo lado do braço vacinado com Pfizer/BioNTech ou Moderna como uma reação em potencial com a qual radiologistas devem estar familiarizados”, declara, em nota, Mortazavi.

A pesquisa ainda ressalta que as informações são importantes para que as reações não sejam confundidas com tumores malignos. De acordo com Mortazavi, para melhorar a avaliação dos casos de inchaço dos gânglios linfáticos e das suas possíveis causas, é fundamental levar em consideração a data em que o paciente foi vacinado contra o Sars-CoV-2 e o braço em que o imunizante foi aplicado.

No último dia 15 de fevereiro, o site da empresa de saúde University Hospitals, nos EUA, entrevistou a especialista em radiologia da mama Holly Marshall, médica no Cleveland Medical Center, que não esteve envolvida no estudo. Ela explicou à publicação que a reação não necessariamente é preocupante. “O inchaço pode ser um sinal de que o seu corpo está produzindo anticorpos em resposta à vacina, como é esperado”, disse. “É um acontecimento normal enquanto o corpo está construindo uma resposta imunológica para combater o vírus.”

Informações Revista Galileu


Medida facilita a aquisição de imunizantes pela iniciativa privada

Senado aprova projeto sobre compra de vacinas por empresas Foto: EFE/EPA/Dominic Lipinski

Nesta quarta-feira (24), o Senado aprovou um projeto de lei que torna mais fácil a aquisição de vacinas contra a Covid-19 pela iniciativa privada. O texto estabelece uma série de regras para a compra dos imunizantes de modo que parte seja destinada ao Ministério da Saúde.

De acordo com a proposta, todas as vacinas compradas pela iniciativa privada deverão ser destinadas ao SUS enquanto a imunização de grupos prioritários, no PNI (Plano Nacional de Imunização), não for concluída.

Após a vacinação destes grupos, o texto estabelece que 50% das vacinas compradas deverão ser doadas ao SUS. Os outros 50% ficarão com a iniciativa privada, que deverão aplicar de forma gratuita. A comercialização será proibida.

Além disso, o projeto ainda libera estados e municípios a assumirem a responsabilidade por efeitos adversos de vacinas.

Poderão ser adquiridas vacinas com autorização de uso emergencial e também as que tiverem o registro definitivo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O texto agora segue para análise na Câmara dos Deputados.

Informações Pleno News