Nas últimas 24h, Feira de Santana registrou mais 46 pacientes recuperados da Covid-19 e atingiu a marca de 21.626 curados da doença desde o início da epidemia, índice que representa 94,5% dos casos confirmados. Enquanto isso, 121 exames foram negativos e 102 positivos.
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 51 pacientes internados no município e 831 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais três mortes. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta segunda-feira (25).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA SEGUNDA-FEIRA 25 de janeiro de 2021
Casos confirmados no dia: 102 Pacientes recuperados no dia: 46 Resultados negativos no dia: 121 Total de pacientes hospitalizados no município: 51 Óbitos comunicados no dia: 3 Datas dos óbitos: 17/01, 23/01 e 25/01
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 831 Total de casos confirmados no município: 22.864 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de janeiro de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 780 Total de recuperados no município: 21.626 Total de exames negativos: 32.268 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de janeiro de 2021) Aguardando resultado do exame: 659 Total de óbitos: 407
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 21.047 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de janeiro de 2021) Resultado positivo: 3.734 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de janeiro de 2021) Em isolamento domiciliar: 14 Resultado negativo: 17.313 (Período de 06 de março de 2020 a 25 de janeiro de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
Assessoria de Comunicação da Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana
Moradores podem denunciar através do Serviço 156 / Foto: Izinaldo Barreto
Manter o terreno limpo e murado é lei. Contudo, há ainda quem desrespeite a legislação municipal. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Serviços Públicos (Sesp), alerta que caso não cumpram, os proprietários serão notificados e estão sujeitos ao pagamento de multa.
“Primeiro fazemos a fiscalização e emitimos a notificação. Se o dono do terreno não atender, é aplicado um auto de infração e ele terá dez dias para resolver o problema. Passado esse prazo emitimos a multa”, afirma a Graciela Barbosa, chefe de Fiscalização da Sesp. Os donos de terrenos são responsáveis também em construir o passeio, conforme a Lei Municipal 3.245/2011.
O valor da multa é de dois salários mínimos pela falta do muro e mais um quando não há a calçada. Ainda assim, em ruas e avenidas de Feira de Santana, é possível encontrar áreas que acabam servindo como depósito irregular de lixo e entulho.
Segundo a chefe de Fiscalização, em 2020, a Sesp emitiu 157 notificações de terreno baldio, sendo 96 casos resolvidos. Os demais tiveram o processo encaminhado para dívida ativa do município.
“Quando o proprietário é notificado, autuado e multado e não atende a nenhum desses termos, finalizamos o processo e encaminhamos para a dívida ativa do município e com isso, quando ele for fazer qualquer tipo de negociação com o terreno e a Prefeitura vai existir essa pendência “, disse.
A população também pode contribuir nesse trabalho, denunciando através do Serviço 156 ou no próprio órgão municipal, situado na rua Tupinambá, bairro São João. Também é possível denunciar pelo telefone da SESP, setor de fiscalização, 3602-8100. Quando isso ocorre, a fiscalização vai ao local e aplica a notificação.
O secretário interino de Serviços Públicos, João Falcão, informa que o recolhimento de lixo e entulho despejados de modo aleatório em vias públicas é outro problema que a Prefeitura tenta combater. “O local é limpo e com menos de uma semana, está cheio de lixo novamente. Isso gera despesa aos cofres públicos”, pontua. O
Jornal Correio- Em meio à crise que o Bahia vive no Campeonato Brasileiro, o presidente tricolor, Guilherme Bellintani, se manifestou sobre a situação da equipe. Após a derrota para o Sport, por 2×0, neste domingo (24), na Ilha do Retiro, o cartola classificou a atuação do Esquadrão como vergonhosa e sem alma.
“O que aconteceu hoje aqui em Recife foi uma vergonha, um sentimento nosso que é de pura decepção. Sabemos das dificuldades tivemos a partir dos erros que cometemos na montagem do elenco, mas estou muito longe de achar que o que vimos no segundo tempo foi a deficiência técnica do time. O que a gente viu foi um adversário que lutou muito mais tendo jogado quinta-feira de noite em São Paulo, viajado na sexta-feira, e mostrado realmente no segundo tempo como um time deve fazer se quer sair da zona de rebaixamento. Nosso adversário mostrou isso. Nós não fomos capazes de mostrar”, disse Bellintani.
“Mais uma vez, o nosso time se olha e vê um time absolutamente apático. Que é o que o torcedor também analisa. Eu não estou falando aqui de deficiência técnica e de erros na montagem do elenco, isso eu já falei demais. Estou falando, basicamente, como torcedor, e como torcedor olho e vejo, como torcedor interpreta um time que precisa sair da posição difícil que está, e faz um segundo tempo sem brio, sem vontade, sem alma. Parecendo que está jogando uma partida qualquer. E era uma das partidas mais importantes do ano”, continuou.
Com a derrota para o Sport, o Bahia estacionou nos 32 pontos e voltou para a zona de rebaixamento. No pronunciamento, Bellintani destacou que uma eventual queda para a Série B não provocaria danos apenas ao clube, mas também aos atletas.
“O que temos que fazer, naturalmente, é entender como mexer com cada um para os sete jogos que faltam. Entender o que está na alma de cada um, no espírito de cada um, porque o time sofre o que está sofrendo, o clube sofre o que está sofrendo, o impacto não é só no futuro do Bahia. Cada atleta desse tem impacto na carreira. Cada atleta que colabora e faz parte de um projeto malsucedido no Brasileiro leva isso para a vida inteira. Isso que tenho que mostrar para cada um deles, isso que a gente precisa, de forma muito escancarada, colocar para cada atleta que veste a camisa do Bahia hoje. O fracasso de cada um não é só o fracasso do Bahia, é o fracasso também da carreira de cada um”, pontuou Guilherme Bellintani.
Na 17ª colocação, o Bahia tem sete jogos para tentar se livrar do rebaixamento à Série B. A equipe volta a entrar em campo nessa quinta-feira (28), quando recebe o Corinthians, na Fonte Nova, em jogo atrasado da 30ª rodada do Brasileirão. Em caso de vitória, o Esquadrão pode deixar a zona.
“O que a gente vai procurar fazer, imediatamente, além de todo o resto que temos feito, que é tentar esforço financeiro para manter salário em dia, fazer premiação melhor possível, cumprir compromissos assumidos, é mexer com o brio, com o ânimo e alma de cada atleta para que ele leve isso para dentro de campo. Mas eu também tenho procurado, e vamos procurar intensificar cada vez mais, que é a estrutura que o clube tem, a organização que o clube tem, o que conquistamos nos últimos anos, o corpo técnico que temos dentro da casa, a presença de presidente e vice-presidente no dia a dia, a proximidade que tratamos o problema. Isso também é determinante para superar as dificuldades. Não podemos achar que a única coisa a ser feita é mexe no brio dos atletas. Além disso, temos que reforçar toda a estrutura do clube, o que conquistamos nos últimos anos, a capacidade que conquistamos de ser superiores aos nossos adversários deste momento, seja em organização, seja em capacidade técnica do elenco, eu acredito nisso, para que, junto com toda essa organização, a gente faça com que o grande Bahia que conquistamos nos últimos anos seja determinante em um momento desse”, concluiu Bellintani.
Esta é a última semana do recesso legislativo em Feira de Santana. Na próxima segunda-feira, dia 1º de fevereiro, após um mês sem a realização de sessões ordinárias, serão abertos os trabalhos de plenário, valendo pela 1ª Etapa (semestre) do 1º Período (exercício) da nova legislatura na Câmara Municipal, que vai até 2024.
A sessão solene contará com a presença do prefeito Colbert Martins Filho (MDB). Ele vai apresentar, logo depois da leitura do expediente, a mensagem do Poder Executivo aos vereadores, com destaque para os seus projetos de Governo nos próximos quatro anos. Por tradição, o secretariado também comparece à Casa da Cidadania, além de deputados e outras autoridades civis.
O presidente Fernando Torres (PSD) deverá definir e anunciar nos próximos dias as regras quanto à presença de convidados para o plenário e do público nas galerias, em vista dos protocolos preventivos vinculados à pandemia do coronavírus.
Logo depois do pronunciamento do prefeito acontece a eleição para os vereadores que vão integrar as comissões legislativas permanentes da Câmara. São cinco, cada uma com três integrantes (presidente, vice e membro) – número ímpar para evitar empate em votações.
CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DEMAIS COMISSÕES
Uma das comissões é a de Constituição, Justiça e Redação, que tem, entre as suas atribuições, apreciar os projetos antes de sua tramitação em plenário. A CCJR opina sobre a constitucionalidade da matéria.
Seu parecer tem que ir à votação para ser mantido ou derrubado. Quando é contrário e acatado pelo plenário, a proposta é simplesmente arquivada. Se a maioria rejeita o parecer, então a proposição segue o curso normal de discussão e votação.
Ainda está na alçada da CCJR exarar parecer a veto, exceto matéria orçamentária; recursos interpostos às decisões da Presidência; uso de símbolos municipais; criação, supressão ou modificação de distritos; transferência temporária das reuniões da Câmara Municipal para outro local; autorização para o prefeito ou vice- prefeito se ausentar do Município; regime jurídico e previdência dos servidores municipais; administração dos bens municipais; organização administrativa da Câmara e da Prefeitura Municipal; direitos e deveres dos vereadores, e cassação e suspensão de mandato.
São as seguintes, as outras comissões: Finanças, Orçamento e Fiscalização; Obras, Urbanismo, Infraestrutura e Meio Ambiente; Reparação, Direitos Humanos, Defesa do Consumidor e Proteção à Mulher; Educação e Cultura.
Informação foi confirmada por um dos diretores do instituto indiano Serum
Vacinas de Oxford e da Astrazeneca são negociadas pela Fiocruz Foto: Reprodução
10 milhões de doses da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 devem chegar ao Brasil no mês de fevereiro. Segundo Suresh Jadhav, um dos diretores-executivos do Instituto Serum, a Índia vai providenciar toda a quantidade de imunizantes que o Brasil precisar em “um curto período de tempo”. As informações são da CNN.
Jadhav explica que a prioridade é fornecer as doses para nações vizinhas, mas que, assim que o processo estiver concluído, levará uma semana para as doses chegarem aos brasileiros. Ele garante que um novo atraso deve ocorrerá, tal como houve com as primeiras 2 milhões de doses. Isso porque o governo indiano já deu início à sua própria campanha nacional de imunização.
– Não vejo mais obstáculos do lado do governo e obteremos todas as permissões necessárias para garantir o produto para o Brasil, uma vez que as negociações com o governo brasileiro estiverem finalizadas – disse.
O diretor considera que o processo de negociação está avançado e prevê planejamentos de distribuição e transporte. De acordo com ele, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável pelos estudos do imunizante no Brasil, está em contato direto e diário com o departamento de exportação.
Na sexta-feira passada (22), desembarcaram no aeroporto de Guarulhos (SP) 2 milhões de doses da vacina. Os carregamentos foram conduzidos ao Rio de Janeiro e entregues à Fiocruz.
Em texto publicado no “The Conversation”, especialista em evolução microbiana detalha o que se sabe sobre variante brasileira, sul-africana e britânica do novo coronavírus
O que são e como surgiram as variantes do Sars-CoV-2 (Foto: NIH/NIAID)
Revista Galileu- Quando o suprimento de oxigênio nos hospitais de Manaus, no Brasil, acabou recentemente, a força aérea foi chamada para evacuações de emergência enquanto os profissionais de saúde tentavam freneticamente salvar vidas com ventilação manual. Para aqueles que não puderam ser salvos, havia apenas morfina e um aperto de mão final.
Por mais calamitosa que seja a situação para os afetados, o aumento devastador de casos de Covid-19 em Manaus nas últimas semanas fez soar o alarme cada vez mais alto para governos e agências em todo o mundo que lutam para controlar a pandemia. Os casos continuam a aumentar no Reino Unido e na África do Sul e, como em Manaus, parecem ser principalmente devido ao surgimento de novas variantes do coronavírus.
Três variantes causando preocupação A denominação dessas “variantes de interesse”, como os cientistas as chamam, é um tanto confusa. Para simplificar, elas serão chamadas aqui de variantes brasileira, sul-africana e britânica. Todas surgiram recentemente e todas sofreram várias mutações que marcam uma mudança distinta na evolução do vírus. Variantes semelhantes estão quase certamente espalhadas por aí. É provável que mais evoluam.
Apesar de surgirem independentemente em três continentes diferentes, as três variantes compartilham semelhanças impressionantes. Cada um sofreu várias mutações em um curto período de tempo, com muitas no gene que fornece as instruções para a produção da proteína spike do Sars-CoV-2.
A proteína spike é onde as principais batalhas entre humanos e vírus estão sendo travadas, incluindo as vacinas. É a chave de como o patógeno interage com o corpo humano, tanto em relação à resposta imune quanto na ligação e entrada nas células das vias aéreas humanas.
Não apenas várias mutações afetaram essa proteína, mas mutações idênticas surgiram independentemente tanto nas variantes de interesse quanto em outras linhagens virais. Na verdade, o vírus “tropeçou” repetidamente nas mesmas soluções evolutivas para desafios específicos. Esse fenômeno é conhecido como convergência evolutiva – um exemplo é a evolução independente de asas em morcegos, pássaros e insetos.
É difícil entender como essas mutações podem afetar o comportamento do novo coronavírus em nível molecular. O trabalho para preencher a lacuna entre o “genótipo” de cada variante (as mutações) e seu “fenótipo” (a rapidez com que se espalha) está sendo acelerado no Reino Unido e em outros lugares, mas exigirá um grande esforço multidisciplinar.
Constelações de mutações A tarefa se torna mais difícil porque várias mutações se acumularam nessas variantes (as chamadas constelações). A variante do Reino Unido, por exemplo, tem 23 mutações separadas, representando um salto evolutivo notável, sem variantes intermediárias conhecidas, como se houvessem “elos perdidos” na cadeia evolutiva.
Embora nem todas as mutações sejam consideradas importantes, o efeito de qualquer mudança individual pode ser alterada pela presença de outras mutações (um efeito chamado epistasia). Isso complica muito os problemas que são descobrir precisamente o que essas alterações fazem e avaliar o risco de novas variantes emergentes apenas a partir dos dados de sequenciamento genético.
Apesar dessas complexidades, uma combinação de análise computacional e experimentos de laboratório rendeu evidências valiosas do efeito dessas mutações. Por exemplo, uma mudança encontrada nas três variantes é a N501Y. O nome se refere a uma alteração na proteína spike, onde o tipo de molécula de aminoácido localizada na posição 501 mudou de asparagina (N) para tirosina (Y).
A posição 501 está no local em que o vírus se liga ao receptor celular (parte da proteína spike se une a um receptor específico (ACE2) nas células do corpo humano) e essa mudança parece fortalecer a ligação entre o patógeno e as células humanas. No entanto, por razões que permanecem obscuras, o efeito da N501Y é muito amplificado quando combinado com outras mutações.
Outras mudanças na proteína spike oferecem ao Sars-CoV-2 alguma proteção contra a resposta imune. Os exemplos incluem a E484K (encontrado nas variantes brasileiras e sul-africanas, mas não na variante do Reino Unido) e uma mutação na variante do Reino Unido em que dois aminoácidos são deletados (del69-70), que é repetidamente encontrada em conjunto com mutações no domínio de ligação ao receptor.
Pressão de seleção Desafios evolutivos específicos e pressões de seleção que favorecem a sobrevivência de algumas variantes do vírus em detrimento de outras podem estar impulsionando o surgimento de variantes preocupantes. Isso ajudaria a explicar por que eles adquirem várias mutações tão rapidamente, ou por que essas variantes estão começando a surgir agora.
Uma explicação plausível para o aparecimento da variante do Reino Unido é que ela surgiu em uma única pessoa cronicamente infectada com um sistema imunológico enfraquecido que estava sendo tratada com plasma convalescente (anticorpos de um paciente recuperado). Isso teria dado uma grande vantagem a qualquer variante que pudesse resistir aos anticorpos terapêuticos. Mas continua sendo uma teoria.
Uma segunda possibilidade diz respeito ao surgimento da variante brasileira. A atual onda de infecção em Manaus é apenas o mais recente desastre da Covid-19 a atingir essa cidade. Ondas anteriores podem ter levado à infecção de 76% da população. O alto nível de imunidade resultante na população pode ter dado vantagem às mutações na proteína spike.
Embora essas variantes estejam causando preocupação, devemos permanecer confiantes de que as vacinasterão sucesso em acabar com a pandemia e permitir o retorno à normalidade. Atualmente, não há evidências de que as vacinas sejam menos eficazes contra as novas variantes. Embora seja impossível ter certeza se ou como o vírus dará mais saltos evolutivos quando confrontado com as vacinas, as modificações no imunizantes devem garantir que estejamos um passo à frente disso.
*Ed Feil é professor de evolução microbiana na Universidade de Bath, no Reino Unido.
Agência Brasil- O Ministério da Educação publicou hoje (25), no Diário Oficial da União, as regras para o processo seletivo do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) referente ao segundo semestre de 2021. O cronograma de seleção, entretanto, ainda será publicado em edital específico.
A portaria desta segunda-feira trata dos procedimentos e regras de oferta de vagas pelas instituições de educação superior, seleção das vagas a serem ofertadas, inscrição dos candidatos, classificação e pré-seleção dos candidatos, complementação da inscrição pelos candidatos pré-selecionados e redistribuição das vagas entre os grupos de preferência.
Para ter acesso ao fundo, é necessário ter renda familiar mensal bruta per capita de até três salários mínimos e ter participado de uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a partir de 2010, obtendo no mínimo 450 pontos na média das cinco provas do exame e não ter zerado a prova de redação. A seleção assegura apenas a expectativa de direito à vaga, já a contratação do financiamento está sujeita às demais regras e procedimentos de formalização do contrato.
O Fies é o programa do governo federal que tem o objetivo de facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas aderentes ao programa. Criado em 1999, ele é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).
O primeiro é operado pelo governo federal, sem incidência de juros, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino. Já o P-Fies tem regras específicas e funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros.
Apresentador analisa novas oportunidades fora da emissora de Roberto Marinho Foto: Reprodução
Prestes a completar 32 anos de casa, Fausto Silva, apresentador do programa Domingão, vai deixar a Rede Globo até o fim de 2021. As informações são do colunista do R7, Flavio Ricco.
O comunicador confirmou que seu contrato, que termina em dezembro deste ano, não será renovado. A Globo planeja uma programação completamente diferente para os domingos de 2022.
No entanto, o diretor da área de Entretenimento, Ricardo Waddington, ofereceu um novo cargo para Faustão nas noites de quinta-feira. A proposta teria um formato distinto do tradicional programa comandado pelo apresentador e contemplaria um novo público.
Faustão, porém, recusou a proposta. Ele visa a novas oportunidades no mercado e diz que prefere “cumprir” a sua própria “história”.
– Serão 32 anos de casa, com muitas conquistas, prêmios e o reconhecimento de um trabalho muito bem feito – ponderou o comunicador, que também não descarta a possibilidade de parar de trabalhar e se mudar do Brasil.
Ainda de acordo com o R7, o Domingão pode não ser extinto, mas ganhar uma roupagem diferente de acordo com estudos a serem realizados.
Feira de Santana recebeu na manhã desta segunda-feira, 25, 8 mil doses da vacina de Oxford. Com esse quantitativo, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) vai estender a imunização contra a Covid-19 para profissionais da Atenção Primária à Saúde – UBS (Unidade Básica de Saúde) e PSF (Programa Saúde da Família), a partir de hoje.
A vacina será destinada para médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, dentistas, além dos agentes de endemias e comunitários de saúde.
Até o momento, Feira já recebeu 16.200 doses de vacina contra a Covid-19 – 6 mil doses da CoronaVac; 2.200 através da rede estadual e 8 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca.
A Secretaria de Saúde reforça que a população não procure as unidades de saúde, porque neste momento será vacinado somente o público-alvo da primeira fase – além dos profissionais de saúde, os idosos residentes em asilos e abrigos.