Ao todo, cerca de 200 imóveis estão sendo contemplados, distribuídos em 10 ruas da comunidade

Na manhã deste sábado (11), o prefeito José Ronaldo de Carvalho acompanhou a realização do mutirão de regularização fundiária no bairro Alto do Papagaio. A ação faz parte do programa municipal que visa garantir segurança jurídica e dignidade às famílias que aguardam há anos pela documentação definitiva de suas moradias.
Ao todo, cerca de 200 imóveis estão sendo contemplados, distribuídos em 10 ruas da comunidade. O trabalho está sendo coordenado pela Secretaria Municipal de Habitação, que tem atuado em parceria com outros órgãos municipais para agilizar o processo de entrega dos títulos.
De acordo com o secretário de Habitação, Valdivan Ribeiro, a previsão é que em torno de quatro a cinco meses os imóveis já estejam totalmente regularizados e prontos para serem entregues às famílias, em solenidade com a presença do prefeito José Ronaldo.
A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Feira de Santana em promover cidadania, desenvolvimento urbano e valorização dos bairros populares, assegurando que mais famílias tenham o título de propriedade de suas casas e possam viver com mais segurança e estabilidade.
Com informações da Secretária Municipal de Comunicação (SECOM)
Os dados constam na pesquisa Percepções sobre violência e vulnerabilidade de meninas no Brasil.

Foto: Marcelo Casal/Agência Brasil
Agência Brasil – De cada dez brasileiros nove (87%) destacam a violência sexual como o tipo de violação que mais vitima meninas. E é também considerada a mais comum no país por 43% da população.
Os dados constam da pesquisa Percepções sobre violência e vulnerabilidade de meninas no Brasil, consolidada pelo Instituto QualiBest, a pedido da Plan Brasil. Os resultados foram divulgados por ocasião do Dia Internacional da Menina, celebrado neste sábado (11).
Também foram bastante citadas no questionário aplicado, além da violência sexual, a física; a psicológica/emocional; e a online, que envolve os casos de cyberbullying, assédio e exposição de imagens na internet. Gravidez na adolescência, que pode, inclusive, ser resultante de um estupro, foi outro destaque (56%).
A pesquisa coletou, por meio de formulário online, avaliações de 824 pessoas de todas as classes sociais e regiões do Brasil, das quais 433 eram mulheres e 381 homens. A proporção de pessoas que percebem a adultização de meninas como uma forma de violência também foi expressiva no levantamento, de 90% (61% acham que caracteriza totalmente uma violência e 29% que consiste apenas em parte).
Ana Nery Lima, especialista em gênero e inclusão, da Plan Brasil, alerta para as poucas menções de falta de acesso à educação (36%), casamento infantil (43%), trabalho infantil (46%) e negligência (48%).
“Quando a gente fala de violência baseada em gênero, qual a primeira coisa que vem à cabeça? Agressão física. Mas a gente tem uma gama de outras violências, que, inclusive, leva à violência física e ao feminicídio como consequência”, argumenta, pontuando que o reconhecimento, por parte das vítimas, de qual tipo de violência sofreram é fundamental para poderem denunciar adequadamente. Assim como é importante entender como ocorre o ciclo de violência, caracterizado pelo aumento da tensão entre agressor e vítima, o cometimento e o período de lua-de-mel, que é quando o agressor promete mudar e pede desculpas, recomeçando tudo novamente, caso a vítima não rompa o vínculo.
Mais da metade (60%) das pessoas entrevistadas julgam que, na atualidade, as meninas estão “muito mais vulneráveis” do que há uma década. Tal sensação é mais intensa entre pais e mães (69%).
É quase unânime, entre os mais de 800 respondentes, a opinião de que a internet e as redes sociais aumentam a vulnerabilidade de meninas (92%), e mais da metade (51%) dos participantes respondeu que seus filhos e filhas menores de 18 anos de idade mantêm perfis nas redes sociais, sendo o Instagram (80%), o WhatsApp (75%), o TikTok (57%) e o YouTube (49%) predominantes. Por mais de duas décadas no ar, o Facebook, que chegou ao Brasil na segunda metade dos anos 2000, hoje registra 47% da presença de crianças e adolescentes. Kwai e X (antigo Twitter) aparecem por último na lista, com 27% e 13%, respectivamente.
De 359 entrevistados, 74% afirmaram publicar fotos de seus filhos ou filhas com menos de 18 anos de idade nas redes sociais. Pouco mais de um quarto (27%) as veicula com frequência, em perfis fechados, ou seja, vistos por amigos e familiares. Um terço (33%) diz colocar as fotos “raramente e de forma controlada”, enquanto 6% publicam em perfil aberto, tomando medidas que acreditam preservar suas filhas e filhos, como restringir comentários de seguidores.
Um total de 8% sobem as fotos sem nenhuma restrição especial. Além disso, 92% do total de participantes do levantamento são a favor da responsabilização de adultos que tirem proveito financeiro da exposição de meninas na internet ou que as coloquem em risco no ambiente online.
Um aspecto constatado pela pesquisa, a partir da amostragem, é o de que a maioria da população (83%) indica a internet como o ambiente mais perigoso para as meninas. Muito mais do que suas próprias casas (33%), porcentagem que varia pouco quando se observam as respostas das participantes mulheres (37%).
A constatação, segundo os pesquisadores, representa uma questão discutível, já que estatísticas sempre apontam que a maior parte das violências de gênero, seja contra meninas, seja contra mulheres adultas, acontece em suas residências e é praticada por conhecidos das vítimas, incluindo parentes e companheiros e ex-companheiros românticos.
A diretora da SaferNet Brasil, Juliana Cunha, esclarece a controvérsia que faz com que muitas pessoas não vejam as residências como o principal local onde violências de gênero, que vão da sexual ao feminicídio, são consumadas.
“Trata-se de algo arraigado cultural e, portanto, profundamente na sociedade brasileira e que explica por que os lares são considerados menos ameaçadores do que ruas e bairros (53%) e o transporte público (47%)”, explica.
“A gente ainda tem uma percepção de risco muito vinda do nosso imaginário de que o risco é esse adulto estranho. E a gente acaba não olhando para uma fonte de risco que é muito mais frequente, não só nos dados, mas nos relatos das vítimas também, que é alguém da mesma idade, ou seja, não necessariamente é um adulto, mas um par, às vezes, um adolescente, colega da escola, e, quanto à violência sexual, que vem de dentro de casa ou de pessoas de confiança”, diz Ana Nery Lima, especialista da Plan Brasil, cuja esperança está centrada em ações combinadas entre diversas esferas, para que instrumentos como o Estatuto da Criança e do Adolescente Digital (ECA) funcione.
Essa crença faz com que os próprios pais e mães tornem seus filhos e filhas suscetíveis, pois permitir o acesso a fotos de suas redes sociais não significa proteção efetiva, considerando que amigos e mesmo familiares podem ser abusadores e agressores, alerta Ana Nery.
Fonte: agência Brasil



Foto: Ascom PCBA
Uma importante ferramenta tecnológica, o Amber Alert tem a população como principal aliada da Polícia Civil para a localização de crianças desaparecidas. Neste mês de outubro, o Departamento de Inteligência Policial (DIP), por meio do Laboratório de Inteligência Cibernética (Ciber-Lab), reforça o convite para que todas as pessoas ajudem a trazer uma criança de volta para sua família. A população pode ligar para o 181 do Disque Denúncia da Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA) e repassar informações do paradeiro.
Os casos de desaparecimento ocorridos no prazo máximo de até 72 horas são registrados nas delegacias especializadas e territoriais. Em seguida, o Amber Alert dispara avisos contendo informações de crianças ou adolescentes desaparecidos e em situação de risco iminente de lesão corporal grave ou morte. A ferramenta completou um ano no dia 8 de outubro, e os quatro casos reportados tiveram sucesso, as crianças foram localizadas.
Os informes são repassados pelas redes sociais Facebook e Instagram, por meio do feed (publicações sugeridas), para as pessoas com perfis nessas plataformas digitais, num raio aproximado de 160 km de distância do local onde o desaparecido foi visto pela última vez. A inclusão do cadastro do desaparecimento é feita pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que recebe a solicitação do Ciber-Lab do DIP, após informações registradas em delegacias.
Com informações da PCBA

Foto: Alberto Maraux/Ascom SSP-BA
A Polícia Civil não registrou mortes violentas (homicídio, feminicídio, latrocínio e lesão dolosa seguida de morte) em 95 cidades da Bahia no ano de 2025. Os dados correspondem ao período entre os meses de janeiro e início de outubro.
As ações preventivas e de inteligência promovidas pelas Forças Estaduais, Federais e Municipais estão intensificadas em todo o estado. No acumulado do ano, a Bahia apresenta uma redução de 8,9%, na comparação com o mesmo período de 2024.
No período de janeiro a outubro não houve registro de morte violenta nas seguintes cidades:
Fonte: SSP/BA

Foto: Reprodução
Uma visitante inusitada apareceu no bairro Mundaí em Porto Seguro nesta sexta-feira (10). Uma cobra sucuri de cerca de dois metros foi resgatada por agentes da Cippa, unidade da Polícia Militar especializada em proteção ambiental.
De acordo com o portal Radar News, após avaliação e cuidados, o animal foi solto em área de preservação ambiental. Apesar da aparência, a sucuri é uma espécie não peçonhenta que mata as presas por constrição, enrolando o corpo em volta delas.
Ainda onforme o Radar News, a companhia informou também que houve aumento de registro de cobras na zona urbana devido a expansão imobiliária e consequente redução de áreas de mata.
A Cippa informou que mantém parceria com órgãos ambientais e diálogo com a comunidade para proteger a fauna e preservar o equilíbrio dos ecossistemas.
Nota de solidariedade foi divulgada na manhã deste sábado (11).

Foto: reprodução redes sociais
O prefeito de Anguera, Mauro Vieira, manifesta profunda preocupação e solidariedade às famílias das três jovens desaparecidas no município.
A Prefeitura está acompanhando de perto o caso e permanece à disposição das autoridades competentes, oferecendo todo o apoio necessário às investigações e às famílias envolvidas neste momento de angústia.
Reforçamos nossa confiança no trabalho sério da Polícia Civil e da Polícia Militar da Bahia, que têm atuado de forma intensa na busca por respostas e na elucidação dos fatos.
Anguera é uma cidade unida, e neste momento tão difícil, nossa principal força é a solidariedade. Seguimos com fé e esperança, desejando que as meninas estejam bem e que em breve retornem para casa, nos braços de suas famílias.
Mauro Vieira
Mário Gomes convocou seguidores para o ato e defende a anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023; o vídeo foi feito pela deputada Bia Kicis (PL-DF)

© Divulgação
O ator Mário Gomes voltou a chamar atenção ao aparecer em um vídeo da deputada Bia Kicis (PL-DF) durante a caminhada pela anistia, realizada na quarta-feira (7) em Brasília. Na gravação, ele convoca seguidores para o ato e defende a anistia para os envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram a sede dos Três Poderes.
Kicis afirma que Gomes viajou do Rio de Janeiro apenas para participar da manifestação e o apresenta como um “ativista político da direita”. Durante a gravação, o ator faz duras críticas às investigações sobre os ataques que depredaram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o STF.
“É muito angustiante a gente acompanhar todo esse processo brutal contra pessoas inocentes. A gente sabe, todo mundo sabe, que quem quebrou tudo lá foi a esquerda. Não é possível, é tão escancarado”, declarou.
Mário Gomes foi um dos galãs mais populares da TV brasileira entre as décadas de 1970 e 1980. Ator de novelas como “Dancin’ Days”, “Guerra dos Sexos” e “Vereda Tropical”, ele ficou conhecido pelo grande número de papéis de destaque na Globo.
Com informações de Notícias ao Minuto
A data reforça a importância da prevenção, combate ao estigma e acesso ao tratamento multidisciplinar
De acordo com o Atlas Mundial da Obesidade 2025, 31% dos adultos brasileiros vivem com obesidade e 68% apresentam excesso de peso. Um estudo apresentado no Congresso Internacional sobre Obesidade (ICO) 2024 apontou que até 2044, quase metade da população adulta (48%) viverá com obesidade e outros 27% com sobrepeso, o que significa que três quartos dos adultos brasileiros terão obesidade ou sobrepeso nas próximas décadas. Esses números reforçam a importância do Dia Nacional de Prevenção da Obesidade, celebrado em 11 de outubro, que busca promover conscientização, combater o preconceito e estimular políticas públicas voltadas à prevenção e ao tratamento adequado da doença.
Segundo a psicóloga Andrea Levy, cofundadora da ONG Obesidade Brasil, ainda há muito desconhecimento sobre o tema. Ela explica que a obesidade é uma doença complexa, multifatorial e que não pode ser reduzida à força de vontade. Para Andrea, o sofrimento psicológico, a pressão estética e a culpa imposta às pessoas com obesidade são parte de um contexto de exclusão que agrava ainda mais a condição clínica e emocional desses pacientes. “A saúde mental tem papel fundamental tanto na prevenção quanto no tratamento, já que muitos pacientes buscam ajuda apenas quando o sofrimento se torna insustentável, e é nesse momento que o acolhimento psicológico é determinante” diz ela.

Foto: divulgação
A nutróloga Dra. Andrea Pereira, também cofundadora da ONG, ressalta que a prevenção deve ir muito além de dietas restritivas. “Não se trata apenas de comer menos ou se exercitar mais, mas de mudar o ambiente alimentar e oferecer acesso a alimentos saudáveis e educação nutricional desde a infância. Além disso, fatores como sono inadequado, estresse, uso de medicamentos, aspectos genéticos e hormonais também influenciam diretamente no ganho de peso”, explica a médica. Para Andrea Pereira, a obesidade é e deve ser encarada como uma doença que requer acompanhamento médico, nutricional e psicológico contínuo.

O cirurgião bariátrico Dr. Carlos Schiavon, presidente do Instituto Obesidade Brasil, reforça que a obesidade deve ser tratada com a mesma seriedade que outras doenças crônicas. Ele lembra que a cirurgia bariátrica é um recurso seguro e eficaz para casos graves, mas precisa estar inserida em um contexto de acompanhamento multidisciplinar. “Não é uma solução estética, e sim uma ferramenta médica que pode salvar vidas”, explica. O médico destaca ainda que o Brasil precisa avançar no acesso ao tratamento, pois apesar dos números alarmantes, ainda há poucos centros públicos especializados e uma carência enorme de políticas que garantam tratamento digno e contínuo aos pacientes.

Ainda segundo o estudo apresentado no Congresso Internacional sobre Obesidade (ICO) 2024, diante do cenário de tendência atual, a obesidade e o sobrepeso poderão ser responsáveis por 1,2 milhão de mortes e 10,9 milhões de novos casos de doenças crônicas, como diabetes, doenças cardiovasculares e doença renal crônica. Além disso, o impacto econômico também é expressivo: pesquisas estimam que o custo global anual para tratar complicações relacionadas à obesidade pode superar US$ 4 trilhões em 2035.
Cirurgião Bariátrico Carlos Schiavon
Presidente e cofundador da ONG Obesidade Brasil;
Médico Especialista em Cirurgia Bariátrica e Metabólica;
Formado em 1987 pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo;
Doutor Cirurgião pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – São Paulo, SP;
Especialista em Cirurgia Bariátrica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica;
Coordenador de Ensino e Pesquisa do Núcleo de Obesidade e Cirurgia Bariátrica da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo;
Investigador principal do Trial GATEWAY – Gastric Bypass to Treat Obese Patients With Steady Hypertension.
SOBRE O INSTITUTO OBESIDADE BRASIL
O Instituto Obesidade Brasil é a primeira organização sem fins lucrativos do mundo direcionada a pessoas com obesidade e surge com o objetivo de conscientizar e trazer informações claras e objetivas, sempre com mentoria científica, com linguagem acessível sobre obesidade, prevenção, diagnóstico, tratamento, novas tecnologias e direcionamento aos centros públicos e gratuitos de atendimento, ajudando da melhor forma possível.
Ele foi fundado em fevereiro de 2020 para conscientizar pessoas de que a obesidade é uma doença multifatorial e crônica e conta com um Conselho Científico composto por especialistas colaboradores de todo o território brasileiro, de perfil multidisciplinar, que adota o conceito de saúde universal e trabalha para que todos tenham acesso à ajuda médica especializada.
Com informações da assessoria de Comunicação.
O equipamento, oferecido pela Prefeitura, foi inaugurado pelo prefeito José Ronaldo e o comandante do CPRL, coronel Muller

Fotos: Washington Nery
A comunidade do distrito da Matinha comemorou, na noite desta sexta-feira (10), a conquista da nova sede do 4° Pelotão da 67ª Companhia da Polícia Militar. O equipamento, oferecido pela Prefeitura de Feira de Santana, foi inaugurado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e o comandante do Comando de Policiamento Regional Leste, coronel Muller.

A iniciativa de oferecer instalações mais amplas e modernas para centralizar os trabalhos da PM no distrito e povoados de Matinha reforça o compromisso do Governo Municipal em colaborar com o combate à criminalidade. “É uma satisfação esta parceria com o Batalhão da PM. A gente sabe o quanto é importante esta iniciativa porque fazemos pesquisas e a segurança pública é sempre um desejo da população”, destacou.
O comandante da CPRL, coronel Muller, agradeceu ao prefeito José Ronaldo pelo apoio e observou que a presença da PM na comunidade transmite a sensação de segurança. “Somos muito gratos ao senhor por oferecer essas condições de dignidade aos policiais”, afirmou.

O major Reis, comandante da 67ª CPM, observou que agora só faltam melhorias na unidade da PM no distrito de Humildes. “O que os policiais podem fazer em retribuição é trabalho”, destacou.
Durante o evento, o secretário de Prevenção à Violência e coronel da reserva Uziel Andrade foi homenageado em reconhecimento pelos serviços prestados pelos veteranos.
Também estiveram presentes o chefe de Gabinete, Mário Borges; o secretário de Agricultura, Silvaney Araújo; os vereadores Valdemir Santos e Lulinha da Conceição; e o subcomandante da CPRL, tenente-coronel Ivan Antônio.
Com informações da Secretária Municipal de Comunicação ( SECOM).

Foto: Lineia Fernandes
O projeto “Cuidar Até o Fim”, desenvolvido pela Santa Casa de Misericórdia de Feira de Santana, conquistou o Benchmarking da FESFBA, federação que representa os hospitais e as instituições filantrópicas da Bahia. A entrega do prêmio aconteceu nesta quinta-feira (9), durante o III Congresso Cearense de Hospitais e Entidades Filantrópicas, em Fortaleza.
Apresentado pela provedora da instituição, a médica Fernanda Reis, o projeto foi considerado o mais relevante da categoria Humanização, despertando a emoção do público e do júri que aplaudiu a iniciativa e a destacou como uma das mais surpreendentes da edição 2025 do Benchmarking. O evento reuniu cases de sucesso de entidades filantrópicas da Bahia e do Ceará.
De iniciativa da própria provedora, uma estudiosa dos Cuidados Paliativos, o projeto Cuidar Até o Fim nasceu com o propósito de levar acolhimento, afeto e dignidade aos pacientes que estão em tratamento de doenças graves ou limitantes, transformando o modo como o cuidado é oferecido nos momentos mais delicados da vida. Desde então, o projeto tem promovido experiências que resgatam o sentido de presença, amor e espiritualidade, tanto para os pacientes assistidos pelo Hospital Dom Pedro de Alcântara, que é mantido pela Santa Casa, quanto para seus familiares e cuidadores.
Entre as ações recentes realizadas no âmbito do projeto destaque para o “Jantar do Amor”, um encontro especial realizado na própria Santa Casa, com música, evangelização e um ambiente de profunda emoção e empatia. Participaram pacientes, acompanhantes e profissionais de diversos setores do hospital;
A provedora cita também a visita à Expofeira deste ano, momento em que a equipe se mobilizou para promover o passeio de alguns pacientes em cuidados paliativos para que pudessem vivenciar momentos de alegria e diversão.


Fotos: Lineia Fernandes
O Benchmarking da FESFBA, que premiou seis categorias — Inovação e Tecnologia, Governança Corporativa, Pesquisa Assistencial, Humanização, Gestão de Custos e Socioambiental — reconheceu três vencedores da Bahia e três do Ceará. Na categoria Humanização, o case da Santa Casa de Feira de Santana destacou-se pela profundidade e pela forma como reafirma o valor da empatia no cuidado em saúde.
“Estamos felizes por contar com o empenho da nossa equipe neste projeto que reforça o sentido de humanização numa instituição de caráter filantrópico e por vivenciar com tanta ênfase os princípios dos cuidados paliativos. Sem humanização e empatia, o nosso trabalho não teria o menor sentido. Além disso, reforçamos o propósito da Santa Casa de Feira de Santana, que é cuidar de vidas e nutrir esperança”, ressaltou a doutora Fernanda Reis.
Com informações da assessoria de Comunicação.