A Embaixada dos Estados Unidos no Brasil divulgou nesta quinta-feira (7) uma nova mensagem em suas redes sociais com críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e com ameaça aos seus aliados. A mensagem fazia referência a um post anterior, do subsecretário de Diplomacia Pública dos Estados Unidos, Darren Beattie, que traz conteúdo semelhante.
“O ministro Moraes é o principal arquiteto da censura e perseguição contra Bolsonaro e seus apoiadores. Suas flagrantes violações de direitos humanos resultaram em sanções pela Lei Magnitsky, determinadas pelo presidente Trump. Os aliados de Moraes no Judiciário e em outras esferas estão avisados para não apoiar nem facilitar a conduta de Moraes. Estamos monitorando a situação de perto”, escreveu, em rede social.
Na semana passada, o governo do presidente Donald Trump, nos Estados Unidos, sancionou o ministro Alexandre de Moraes com a Lei Magnitsky, utilizada para punir estrangeiros.
*Metro1
Foto: Antonio Augusto/STF
O nome do senador Laércio Oliveira (PP-SE) estampou os noticiários nesta quinta-feira (7) após ele se tornar o 41° parlamentar do Senado a assinar o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), e, dessa maneira, fazer com que o pedido atingisse maioria na Casa. Nas redes, Oliveira comentou as razões que o levaram a tomar a decisão.
– Em nome do povo sergipano e dos brasileiros que desejam um país melhor, esta assinatura representa meu apoio à paz, à democracia e ao resgate do equilíbrio entre os Poderes da República – escreveu.
Natural do Recife (PE), Laércio foi eleito senador pelo Sergipe pela primeira vez em 2022, ao receber 310.300 votos. Antes, ele havia cumprido três mandatos consecutivos como deputado federal (entre 2011 e 2022). Em 2008, Oliveira chegou a assumir uma vaga na Câmara como suplente por três meses, mas nos três pleitos seguintes – 2010, 2014 e 2018 – ele foi eleito titular do cargo.
PRÓXIMOS PASSOS
Após ser protocolado no Senado, o próximo passo, caso o pedido seja pautado, é a leitura da denúncia pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). A partir disso, é instalada uma comissão especial que emite um parecer prévio que deve ser aprovado por 41 senadores. O ministro então apresenta defesa antes da votação do parecer final, que também precisa receber 41 votos.
Caso o parecer seja aprovado, o ministro fica então afastado enquanto o processo vai ao Plenário, onde precisará receber os votos de ao menos dois terços do Senado, ou seja, 54 parlamentares, para que o impeachment seja sacramentado.
*Pleno.News
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado
O Esporte Clube Bahia e a Puma, fornecedora do clube, lançaram oficialmente, nesta sexta-feira (8), o terceiro uniforme da temporada 2025. O novo modelo será estreado no sábado (9), na partida contra o Fluminense, válida pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Com um design que tem o sol como elemento central, a camisa apresenta tonalidade vinho com contornos amarelos que formam a composição gráfica de vários sóis. A proposta é reforçar a identidade regional e valorizar a cultura nordestina por meio de símbolos associados à força, transformação e à luz característica do sertão baiano.
Antes mesmo do lançamento oficial, imagens vazadas nas redes sociais levantaram especulações entre torcedores sobre uma possível homenagem ao cineasta baiano Glauber Rocha. A interpretação se deu principalmente pelos sóis estampados na camisa, que lembram o cartaz do clássico Deus e o Diabo na Terra do Sol.
A presença de um garoto com uma câmera no vídeo oficial de lançamento também evocou a célebre frase atribuída a Glauber – “uma câmera na mão, uma ideia na cabeça” –, fortalecendo a associação. No entanto, nem o cineasta nem suas obras são citados de forma explícita em nenhum momento da campanha.
A peça audiovisual que acompanha o lançamento integra a campanha “Bahia de Todas as Artes”, iniciada em março com os uniformes HOME & AWAY. O novo capítulo, batizado de “Tropical, Novo e Marginal”, mantém o foco na valorização da cultura nordestina, com trilha sonora original, direção cinematográfica e participação de artistas locais.
*Correio
Crédito: Divulgação/EC Bahia

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, teve o pedido de habeas corpus negado pela desembargadora Marcia Perrini Bodart, da 4° Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio, e continuará preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu.
O habeas corpus foi apresentado pela defesa de Oruam e negado na terça-feira (5) pela desembargadora. A solicitação pedia a substituição da prisão preventiva por medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica.
A juíza determinou ainda um prazo de dez dias para que o Ministério Público e a juíza responsável pelo decreto da prisão do cantor, Tula Corrêa de Mello, da 3ª Vara Criminal da Capital, se manifestem-se no processo.
Os advogados de Oruam alegaram no habeas corpus que há uma ilegalidade na custódia do cliente, classificando a prisão como “desnecessária”. A defesa apontou ainda supostas falhas na operação polícia na captura do cantor em sua casa, no Joá.
“A concessão de liminar é medida excepcional, intrinsecamente ligada a constrangimento ilegal manifesto, inocorrente no presente caso”, escreveu a desembargadora na decisão.
Marcia Perrini Bodart destacou ainda que Oram teria, de forma recorrente, ameaçado e desafiado os agentes da segurança pública, inclusive por meio de vídeos publicados.
“A postura audaciosa de Mauro, vulgo ‘Oruam’, incluindo desacato e ameaças aos agentes das forças policiais não se deu somente pelas redes sociais, mas também pessoalmente, consoante mídia publicada nas redes sociais, referente ao dia dos fatos, sendo extremamente grave e dela se denota que em futuras ocasiões atuará da mesma forma, sendo necessária a prisão para a garantia da ordem pública”, acrescentou.
Informações Bahia.ba

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou a manifestação do procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) retome as investigações do inquérito contra o agora ministro da Casa Civil, Rui Costa.
O documento em questão apura indícios de fraude na compra de respiradores durante a pandemia da Covid-19, do então governador da Bahia, que à época presidia o Consórcio Nordeste.
Uma das irregularidades listadas foi a antecipação de R$ 48 milhões à empresa HempCare, sem capacidade técnica para a distribuição dos equipamentos, que nunca foram entregues.
O pedido de reabertura do inquérito foi solicitado na última segunda-feira, 4, por Gonet, e acatado na quarta, 6, pela Suprema Corte, segundo informações do jornal O Estado de S.Paulo, conhecido como Estadão. Na manifestação, Gonet argumentou que a nova regra do STF para foro privilegiado recomendava a apuração do caso no STJ porque envolvem crimes relacionados ao mandato de governador.
“Ainda que o investigado Rui Costa atualmente ocupe o cargo de Ministro de Estado, o novo entendimento firmado pelo plenário do Supremo Tribunal Federal indica que a competência para processar e julgar os crimes que lhe são imputados, por terem sido supostamente praticados no exercício do mandato de governador e em razão dele, permanece no Superior Tribunal de Justiça”.
A investigação paralisou em maio desde que foi remetida ao STF no mês de maio.
O que diz Rui Costa?
Em nota enviada pela assessoria do ministro da Casa Civil, Rui Costa, ele negou que a PGR tenha encontrado novas evidências que lhe incriminam e, por isso, manteve a sua posição anterior de que é necessário mais investigação para determinar a sua responsabilidade.
“Em sua representação ao Supremo Tribunal Federal (STF), a PGR não apresenta nenhum novo elemento acusatório nem propõe qualquer responsabilização de Rui Costa. Dessa forma, a PGR mantém o entendimento manifesto, em parecer de 16 de março, de ‘a assinatura (…) por si só não é capaz de tonificar sua responsabilização criminal, merecendo, portanto, criterioso prosseguimento da apuração’”.
Relembre o caso
O inquérito que retoma tramitação na Suprema Corte diz respeito sobre a compra de 300 respiradores pelo Consórcio Nordeste, o qual Rui presidia, em 2020, logo no início da pandemia de Covid-19, no valor de R$ 48 milhões. Os equipamentos, contudo, nunca chegaram a ser entregues.
À época, o pagamento foi feito a empresa HempCare, especializadas em medicamentos à base de maconha, para o fornecimento do material. Uma das justificativas usadas para aquisição diz respeito a não uso da língua inglesa. Isso porque na tradução livre para o português, Hemp significa maconha e Care quer dizer cuidado.
A investigação chegou a ser analisada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) quando Rui Costa ainda era governador, mas foi declinada para a primeira instância da Justiça Federal da Bahia após o fim do seu mandato na gestão estadual. Mais recentemente, o caso foi enviado ao STF por causa das mudanças no entendimento do foro privilegiado.
Informações Bahia.ba

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou que pretende se reunir com a primeira-ministra, Giorgia Meloni, e com o vice-primeiro-ministro da Itália, Matteo Salvini, para intervir em favor da também deputada Carla Zambelli (PL-SP), que está presa naquele país após ser condenada a dez anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
Em contato com o colunista Paulo Cappelli, Eduardo disse que irá denunciar às autoridades italianas que está em curso uma “perseguição” contra a parlamentar. Ele afirma que é mais próximo de Salvini que de Meloni, e por isso, acredita que suas chances de sucesso são maiores com ele.
– Nunca me encontrei com a primeira-ministra Giorgia Meloni, mas, se tiver oportunidade, obviamente gostaria de ter uma conversa com ela. O Salvini é uma pessoa mais próxima — já trabalhamos juntos em outras pautas. Ambos são de partidos do espectro mais à direita. Então, sim, pretendo buscá-los. Não sei se terei sucesso. Acho que com o Matteo Salvini, se houver agenda, é mais provável – ponderou.
– Mas pretendo denunciar essa perseguição à deputada Carla Zambelli. Um processo muito rápido que, para mim, viola o princípio do juiz natural, ela ter sido julgada pelo Alexandre de Moraes. Certamente, se ela tivesse metido a mão nos cofres públicos e roubado os velhinhos do INSS, jamais estaria sofrendo essa prisão – completou.
Essa não é a primeira vez que o deputado sai em defesa de Zambelli. Na última semana, Eduardo expressou “solidariedade à deputada” e disse que ela é “vítima da perseguição política no Brasil”.
– É incrível que algum país democrático ainda siga as ordens de Alexandre de Moraes, juiz da suprema corte brasileira sancionado pelos EUA devido a violações de direitos humanos. Eu apelo para as autoridades italianas não mandarem a parlamentar brasileira de volta ao Brasil, cedendo ao pedido de um notório violador de direitos humanos – escreveu ele nas redes sociais.
Zambelli embarcou rumo à Europa em junho, após ser condenada a dez anos de prisão pelo STF. Por unanimidade, a Primeira Turma do STF também sentenciou a deputada ao pagamento de multa no valor de 2 mil salários mínimos, por invasão aos sistemas do CNJ e falsidade ideológica.
Segundo o tribunal, a parlamentar mandou o hacker Walter Delgatti Neto invadir sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) a fim de adulterar documentos, alvarás de soltura, quebras de sigilo bancários e emitir um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF. Ela nega as acusações e afirma ser vítima de uma perseguição judicial em razão de seus posicionamentos políticos.
Informações Pleno News

A decisão do presidente Donald Trump de impor uma tarifa de 100% sobre semicondutores importados coloca os Estados Unidos em uma nova posição na disputa comercial global. O anúncio foi feito na quarta-feira 6, durante conversa com jornalistas na Casa Branca.
Segundo Trump, a medida atinge todos os chips e semicondutores que entram nos EUA, exceto aqueles fabricados por empresas com compromisso de produção local.
“Então, 100% de tarifa sobre todos os chips e semicondutores que entram nos Estados Unidos”, disse. “Mas se você assumiu o compromisso de construir (nos EUA), ou se está em processo de construção (nos EUA), como muitos estão, não há tarifa.”

O impacto direto para o Brasil deve ser limitado, já que o país é mais importador do que exportador desses componentes.
Em 2024, as exportações brasileiras somaram US$ 8,5 milhões, queda em relação aos US$ 9,2 milhões registrados em 2023, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.
Grande parte dos semicondutores produzidos no Brasil segue para países da América do Sul. Na contramão, o Brasil precisou importar R$ 6,3 bilhões em chips neste ano para abastecer o mercado interno.
Os EUA permanecem como principal parceiro comercial brasileiro no setor de eletroeletrônicos, exportando R$ 4,2 bilhões e importando R$ 1,9 bilhão do Brasil, o que gera um superávit de R$ 2,3 bilhões para os americanos.
Mesmo com efeito restrito para o mercado brasileiro, especialistas apontam que a complexidade da cadeia de suprimentos de semicondutores pode elevar os custos globais dos chips, componentes essenciais em eletrônicos como computadores, celulares e automóveis.
Informações Revista Oeste

Parlamentares da oposição anunciaram nesta quinta-feira, 7, que 41 senadores já se declararam favoráveis ao impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Agora, cabe ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), decidir se autoriza a abertura do processo. Para destituir o magistrado, são necessários 51 votos.
O senador Carlos Portinho (PL-RJ), juntamente com os deputados Nikolas Ferreira (PL-MG) e Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP), divulgou as informações. Nas redes sociais, o político mineiro informou que o último apoio veio de Laércio Oliveira (PP-SE).
“Senador Laércio, acaba de se posicionar pelo Brasil e apoiar o impeachment de Moraes”, publicou Nikolas. “Portanto, soma-se 41 assinaturas e temos maioria para admissibilidade da denúncia.”
O deputado ainda explicou o trâmite que, segundo ele, pode levar à destituição de Moraes no STF. Nikolas detalhou as etapas necessárias para o Senado analisar um pedido de impeachment.
Nesse sentido, Alcolumbre teria que realizar a leitura da denúncia. Em seguida, o Senado instalaria uma comissão especial para avaliar o caso. O colegiado apresentaria um parecer preliminar, que precisaria de maioria simples — pelo menos 41 votos.
Depois do parecer, o ministro teria dez dias para apresentar sua defesa. Com o término desse prazo, a comissão emitiria uma decisão final, também sujeito à aprovação por maioria simples. Se aprovado, o magistrado seria afastado imediatamente do cargo.
Informações Revista Oeste
O senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do Progressistas e ex-ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro, afirmou nesta quarta-feira (6) que não vai assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo ele, a proposta é inviável dentro do atual cenário político no Senado.
– Não assinei e não vou assinar o pedido de impeachment do ministro Alexandre. Porque é uma pauta impossível. Nós não temos 54 senadores para aprovar – declarou ao site Metrópoles.
– E aqui fala uma pessoa que, durante meus 32 anos de mandato, se tornou uma pessoa muito pragmática. Não perco tempo com pautas que não vão ter sucesso – completou.
Para que um ministro do STF perca o cargo, são necessários pelo menos 54 votos no plenário do Senado ao final do processo. Apesar disso, a oposição tem alegado nas redes sociais estar perto de reunir 41 assinaturas para apresentar o pedido.
Ciro também rebateu o argumento sobre o número de assinaturas, lembrando que a decisão de pautar um processo de impeachment contra ministros do STF cabe exclusivamente ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
– Nós não temos no atual Senado 54 senadores [apoiando o impeachment]. E eu conheço o presidente Davi Alcolumbre. Você pode chegar com 80 assinaturas, que não abre. É um poder do presidente do Senado. Então essa pauta, eu não vou perder tempo com ela – concluiu.
O pedido de impeachment contra Moraes é uma das principais bandeiras da oposição no chamado “Pacote de Paz”, que também inclui anistia aos réus do 8 de janeiro e o fim do foro privilegiado.
*Pleno.News
Foto: Pedro França/Agência Senado
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), marcou uma sessão no plenário da Casa para esta quarta-feira (6/8), às 20h30 (horário de Brasília), mesmo com a ocupação de bolsonaristas no local. Na reunião com líderes partidários, Motta decidiu que presidirá pessoalmente a sessão e ameaçou suspender o mandato de deputados que resistirem a sair da Mesa Diretora.
Pelo acordo fechado no encontro, líderes e Motta vão caminhar juntos, da presidência ao plenário da Câmara, em um sinal de união contra o movimento feito por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A decisão de Motta já foi publicada pela Secretaria Geral da Mesa Câmara, que estabelece que deputados que não colaborarem para que a ordem no plenário seja restabelecida poderão sofrer suspensão do mandato por até seis meses.
“Quaisquer condutas que tenham por finalidade impedir ou obstaculizar as atividades legislativas sujeitarão os parlamentares ao disposto no art. 15, inciso XXX, do Regimento Interno da Câmara dos Deputados (suspensão cautelar do mandato por até seis meses)”, diz a norma publicada.
Mais cedo, a oposição anunciou que a reunião do grupo com Motta havia terminado sem acordo e que, por isso, manteria a ocupação do plenário.
“Tivemos uma reunião com o presidente Hugo Motta – sem resultado, mas de muito respeito. Mas, de posicionamento, estamos reafirmando que não sairemos do plenário até que haja uma definição sobre as pautas que vocês já sabem”, disse o líder da oposição na Casa, Zucco (PL-RS).
Depois da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), bolsonaristas passaram a ocupar as Mesas Diretoras dos plenários da Câmara e do Senado na terça-feira (5/8).
Os parlamentares exigem que “um pacote da paz” seja votado, para só assim pararem de obstruir os trabalhos do Legislativo. As medidas defendidas pelo grupo são: a votação do PL de anistia para envolvidos nos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro, o fim do foro privilegiado e o impeachment do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), classificou a ação do grupo como “arbitrária” e pediu diálogo. Em uma reunião com líderes, Alcolumbre disse que não aceitará “ser chantegeado” e marcou uma sessão virtual para quinta-feira (7/8).
*Metrópoles
Foto: Sam Pancher