A Corregedoria do Ministério Público do Pará recebeu, no dia 8 de abril, uma notícia de fato – uma espécie de procedimento administrativo – denunciando a descoberta de respiradores pulmonares em uma possível parede falsa, no Hospital Regional Abelardo Santos, em Icoaraci, distrito de Belém (PA). O pedido de apuração foi encaminhado à Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e da Moralidade.
A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) confirma que, no dia 22 de março, foram identificados 19 ventiladores pulmonares em uma sala nas instalações do hospital, mas nega a existência de uma parede falsa.
O promotor responsável pela investigação, Rodier Barata Ataíde, disse à reportagem que realizou uma análise preliminar da denúncia e, na última quarta-feira (14), determinou diligências para levantar mais informações sobre o caso.“Nós avaliamos que, sim, têm relevância o que está sendo noticiado e precisa de uma apuração.
Especialmente, em dois sentidos: um é direcionado para que esses equipamentos estejam colocados em uso por conta da vida das pessoas que precisam de respiradores e o outro já é quanto às eventuais responsabilidades de gestores por essa ocorrência.”, disse.
Em nota, a Secretaria diz que os respiradores foram imediatamente colocados em uso após a realização de uma análise técnica. De acordo com a pasta, o atendimento de pacientes não foi prejudicado, por conta do hospital estadual já estar com o seu quantitativo de UTI na capacidade máxima, tendo sido os aparelhos distribuídos na rede estadual.
Segundo o despacho do Ministério Público, entre as determinações, a Sespa terá 10 dias úteis para esclarecer se houve uma abertura de procedimento administrativo para apurar responsabilidades, comunicação a órgãos de Segurança Pública e quais outras providências adotadas.
A Bahia registrou, nas últimas 24 horas, 2.574 novos casos de Covid-19, segundo informações da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), neste domingo (18).
O boletim ainda contabilizou 75 óbitos, que apesar de terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro das mortes foram realizadas neste domingo. Dos 862.334 casos confirmados desde o início da pandemia, 828.606 são considerados recuperados e 16.425 encontram-se ativos. Do total de casos, 17.303 tiveram óbito confirmado, o que representa uma letalidade de 2,01%. Dentre os óbitos, 55,46% ocorreram no sexo masculino e 44,54% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,64% corresponderam a parda, seguidos por branca com 21,90%, preta com 15,33%, amarela com 0,47%, indígena com 0,13% e não há informação em 7,52% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 65,60%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,66%). O boletim também contabiliza 1.169.727 casos descartados e 191.531 em investigação. Na Bahia, 46.580 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h deste domingo.
O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello teria se defendido das acusações instauradas contra ele no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. De acordo com a Coluna do Estadão, o militar teria comentado sobre possíveis desdobramentos da CPI da Covid no Senado.
Segundo a publicação, o ex-ministro teria afirmado que “tudo que pude fazer, eu fiz”. Além disso, ele teria dito a interlocutores que “se tiver que sair alguém preso, não será eu”.
Os ex-ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Fernando Azevedo (Defesa) devem ser os primeiros a serem convocados pelo Senado. Os parlamentares também buscam materiais do Ministério Público Federal (STF) e do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a atuação do governo no combate à pandemia de coronavírus.
O presidente Jair Bolsonaro anunciou em suas redes sociais, neste domingo (18), a disponibilização verbas para a abertura de quase 8 mil leitos em unidades de terapia intensiva espalhadas pelo Brasil. Segundo o presidente, ele editou uma medida provisória que criou crédito extraordinário que será destinado à Saúde.
– Mais uma MP das muitas, desde 2020, no combate ao covid: ampliação de mais cerca de 8 mil leitos. Total de UTIs será de 21,3 mil desde o início do ano pelo governo federal. O crédito também será aplicado na aquisição de medicamentos e fármacos para intubação – escreveu Bolsonaro.
Via faz parte de um complexo de mobilidade urbana na zona norte
A Prefeitura de Feira de Santana recebe oficialmente, nesta segunda-feira, 19, a avenida Josias Ribeiro, com duas pistas pavimentadas a asfalto, ciclovia e iluminação a LED. A via faz parte de um complexo de mobilidade urbana que está sendo implantado na zona norte da cidade, atualmente um dos maiores vetores de crescimento urbano.
Além do prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, estarão presentes no recebimento da obra, o ex-prefeito de Salvador ACM Neto e o ex-prefeito de Feira, José Ronaldo de Carvalho.
A nova avenida vai facilitar principalmente o acesso a bairros como Papagaio, Novo Horizonte e Feira VI, como também para a Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), aliviando bastante os motoristas que precisam enfrentar o intenso tráfego na BR-116 Norte, a conhecida Feira-Serrinha.
Além da avenida Josias Ribeiro, esse complexo de mobilidade conta com o prolongamento das avenidas Fraga Maia e Ayrton Sena, que já foi concluído; a duplicação da avenida Francisco Dias (a estrada do Papagaio) e requalificação da avenida Universitária.
“São obras praticamente feitas simultaneamente, com uma fundamental importância para a mobilidade e como infraestrutura numa extensa área onde se verifica hoje o maior crescimento urbano de Feira de Santana”, destaca o secretário de Planejamento, Carlos Brito.
Neste domingo (18) comemora-se o Dia Nacional do Livro Infantil. A data foi escolhida porque, nesse dia, em 1882, nasceu o escritor Monteiro Lobato, considerado o pai da literatura infantil brasileira. A data celebra esse gênero literário e homenageia o escritor, autor de clássicos como Sítio do Pica-Pau Amarelo, O Saci, Fábulas de Narizinho, Caçadas de Hans Staden e Viagem ao Céu.
De acordo com a última pesquisa Retratos da Leitura do Brasil, o número de crianças leitoras cresceu de 2015 a 2019, período em que 48% disseram que leem por gosto. A prática da leitura contribui para o desenvolvimento de capacidades como pensar, interpretar, falar, aprender e conviver.
Em tempos de uso de tantas telas, como tablets, celulares e televisão, e agora com o ensino remoto, os livros infantis ainda têm espaço na rotina das crianças? A doutora em educação pela Universidade de São Paulo Diva Albuquerque Maciel diz que sim.
“As telas são grandes concorrentes do livro, mas temos que usar todos esses recursos em favor do livro, e não como concorrente. O livro tem um formato muito importante para a formação da língua escrita, temos que usar estratégias para aliar, já que a língua escrita precisa ser estimulada. Uma das estratégias é saber quais são as motivações das crianças, por exemplo, quais heróis e personagens elas buscam na internet, que possam estimular a leitura escrita de textos mais densos como gibis”. Diva é professora aposentada do departamento de psicologia escolar do desenvolvimento da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB).
A pedagoga Daniela Denise Batalha Santini, que atualmente é professora do 1º ano do ensino fundamental do Colégio Parque Sevilha, na zona leste de São Paulo, afirma que, mesmo com a habilidade que o aluno de hoje tem de manusear telas, o livro ajuda muito a melhorar o interesse pela aprendizagem e a capacidade de concentração.
“O livro físico tem seu valor e não pode ser deixado totalmente para trás. O livro físico precisa se fazer presente em sala de aula como instrumento palpável. O sentir o livro, o explorar, o virar de páginas fazem toda a diferença no dia a dia do aprendizado dos pequenos. Fora as experiências sensoriais, tem a visualização, o concreto. Aguçar a curiosidade, proporcionar momento de troca”, observa Daniela Denise.
Também pedagoga, Fernanda Gadelha de Freitas Miranda é professora na Escola Municipal de Educação Infantil 22 de Março e no Centro de Educação Infantil Bryan Biguinati Jardim. Para Fernanda, o hábito da leitura precisa ser estabelecido desde a infância para que se formem cidadãos autônomos, questionadores e protagonistas de sua conduta e pensamentos. “Assim, acredito que a leitura, os livros infantis, sejam facilitadores desse processo. Costumo, todos os dias, oferecer aos meus alunos oportunidades de ampliar a visão de mundo e seu repertório, com os livros que lemos.”
Fernanda destaca que muitas crianças, devido às condições sociais, não têm acesso às tecnologias. “O livro impresso ainda é uma ferramenta facilitadora nesse processo, pois permite que mais adultos e crianças sejam contemplados nesse universo. Para a criança, o concreto do livro impresso é mais atraente e aceitável, ao contrário do adulto, que tende buscar à praticidade do e-book, por exemplo.”
Incentivo e diversidade temática
Diva Maciel considera fundamental o papel dos professores para estimular a leitura pelas crianças. “É preciso que os professores façam pesquisa dos livros que podem ser adotados em sala de aula, mesmo na sala remota. Ver o que elas estão buscando espontaneamente nas séries da TV, da internet. E, a partir daí, oferecer bons textos, ler com elas numa roda de leitura, ou estimulá-las a escrever e ler para turma na roda, por exemplo.”
É o que tem feito a professora Daniela, que trabalha os livros de forma descontraída, em de rodas de conversa. “Com momentos dirigidos e outros momentos livres, fazendo sempre um trabalho educativo, alinhando com o conteúdo desenvolvido, com temas atuais e muitas vezes trazendo discussões acerca de fatos do cotidiano. O momento da roda de conversa é mágico e encantador. É gratificante ver os pequenos interagindo com este universo da leitura, com seus colegas e professores.”
A professora Diva chama a atenção também para o estímulo à diversidade étnica e cultural na literatura infantil. “Lemos muito para os nossos filhos as histórias clássicas dos contos de fadas, mas, hoje em dia, temos que lembrar que são histórias que estão no formato de reis e rainhas brancos. Hoje sabemos que é importante trazer os contos em que os personagens são negros e têm outras etnias, e já existe muita coisa publicada. Nós somos um país miscigenado. No entanto, a cultura branca continua sendo dominante. É importante trazer outros tipos de livros infantis para ler para as nossas crianças”.
Diva indica a Afroteca Audiovisual Infantil, com livros com diversidade étnica e destaca que o Brasil é rico nessa diversidade cultural. “Nós temos uma oferta de grandes textos que envolvem a nossa cultura popular, nosso cancioneiro, nossos personagens. Monteiro Lobato foi um autor que utilizou bastante essas possibilidades.”
Nova tributação pode desestimular leitura
Apesar de pais e professores incentivarem a leitura, a proposta de nova tributação sobre os livros pode desestimular a compra deles. O governo federal propôs, em julho do ano passado, um projeto de lei para fusão do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) em um único tributo, a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). Entre as alterações estão o fim da isenção do PIS e da Cofins para o mercado de livros e a cobrança da CBS com alíquota de 12%. O Congresso Nacional estuda a proposta no âmbito da reforma tributária.
O presidente da Associação Brasileira de Editores e Produtores de Conteúdo e Tecnologia Educacional (Abrelivros), Ângelo Xavier, afirma que o livro impresso é uma ferramenta muito importante na formação da criança e defende a manutenção da imunidade tributária dos livros no país. Xavier considera “um equívoco” a proposta de reforma encaminhada pelo Ministério da Economia que tributa os livros.
“Seja para os livros infantis, seja para a literatura adulta, para livros escolares, qualquer que seja a categoria de livros, isso vai dificultar ainda mais o acesso. As famílias menos favorecidas vão sofrer ainda mais. Vai haver uma concentração muito grande e poucos lançamentos de novos autores pelas editoras. Tudo que temos de positivo no mercado de livro tende a cair por terra com essa tributação. E muitas empresas, editoras, livrarias e distribuidoras tendem a ter dificuldades e até podem quebrar com a nova política, que esperamos que não se concretize”, afirma.
Como escolher um bom livro infantil
A coordenadora de Engajamento Social e Leitura do Itaú Social, Dianne Melo, dá dicas de como escolher um bom livro infantil. A primeira é a qualidade textual: o registro linguístico deve ser literário, ou seja, a linguagem é conotativa, utiliza figuras, e há preocupação com a escolha das palavras. “A construção textual deve estimular uma boa leitura em voz alta por parte do mediador.”
O projeto gráfico deve ter também qualidade visual, ou seja, ter capacidade de motivar e enriquecer a interação do leitor com o livro; a fonte deve oferecer boa legibilidade e as ilustrações não devem reforçar estereótipos sociais, históricos, raciais e de gênero.
É preciso ainda ter qualidade temática: o conteúdo não deve ser “didatizante” e sim dialogar com o imaginário infantil. “É importante contemplar a diversidade de contextos culturais, sociais, históricos e econômicos, além de possibilitar a reflexão das crianças sobre si próprias, os outros e o mundo que as cerca”, completa a especialista.
Ludmilla manda indireta no Twitter (Imagem: Reprodução / Globoplay)
Ludmilla continua causando polêmica em meio à pandemia, não apenas por conta dos seus posicionamentos, mas também por causa das atitudes, e não está gostando nada das críticas.
Nesta semana, ela promoveu uma festa de aniversário para a avó, Vilma Salles, de 63 anos, com muita aglomeração, e acabou sendo detonada por não respeitar as medidas de isolamento social.
Foi aí que, em seu perfil no Twitter, ela disparou: “Há apenas uma maneira de evitar críticas: não faça nada, não diga nada e não seja nada“. O comentário gerou ainda mais revolta.
Nos comentários, uma pessoa disparou: “Mas fazer uma festa para a avó no meio de uma pandemia? Eu esperava mais responsabilidade social das celebridades seguidas e copiadas pelos fãs“.
“Ela quer ter o direito de ser escr#ta e fazer todas as m3rdas possíveis sem ser criticada“, detonou outra. Algumas pessoas, porém, concordaram com ela. “Só por respirar já somos criticados“, afirmou uma.
Vale lembrar que a festa da avó de Ludmilla contou com aglomeração, show ao vivo e até um banquete servido por garçons. Inclusive, a própria cantora compartilhou alguns momentos da celebração nas redes sociais.
Através dos Stories do Instagram, foi possível notar que a mesa contava com espaço para mais de 10 pessoas.
Há algumas semanas, ela foi criticada por questionar a decisão do governo do Rio de Janeiro em proibir o funcionamento de serviços não essenciais.
Na ocasião, Ludmilla questionou se pessoas de serviços considerados “não essenciais” continuarão frequentando serviços “essenciais” e fez duras críticas à decisão.
O texto compartilhado em suas redes sociais foi originalmente escrito pelo especialista em sobrancelhas, Rafa Paixão, e dizia:
“Vidas importam e os trabalhos também. Será que o dono da academia (não essencial) continuará indo ao supermercado (essencial)? Será que o dono da loja de vestuários (não essencial) continuará indo ao posto de combustível (essencial)? Será que a dona do bar (não essencial) continuará indo à loja de material de construção (essencial)? Será que a filha do músico (não essencial) continuará naquele colégio (essencial)? Será que a dona Maria, garçonete (não essencial), pagará o IPTU (essencial)? Será que o vendedor ambulante (não essencial) pagará o aluguel (essencial)? Será que o artesão (não essencial) pagará a conta de água, luz (essencial)? Será que o que está sendo considerado não essencial, realmente não é mesmo essencial? Tudo é essencial. Vidas importam e os trabalhos também“.
Bastou isso para que ela recebesse uma enxurrada de críticas e apagasse a postagem minutos depois, mas já era tarde demais e os prints circularam na web. Horas depois, Ludmilla retornou ao seu perfil e tentou se explicar:
“Cês querem me cancelar porque eu falei que serviços são essenciais? Tudo é essencial! Lockdown é, trabalhar é, comer, pagar conta. Alguém vai garantir que as pessoas tenham vacina e o que comer depois do lockdown? Então tranca tudo! Sou super a favor! Mas só mandar trancar e cada um que se vire é mole. Tem que cobrar dos governantes, não é de mim não“.
Há apenas uma maneira de evitar críticas: não faça nada, não diga nada e não seja nada.
Advogados disseram não existir “algum motivo oculto para ‘calar Monique’ ou não se buscar a verdade por completo”
Monique Medeiros, mãe de Henry Borel Foto: Reprodução
A defesa de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, voltou a pedir que a professora seja ouvida novamente pela polícia. Ela e o namorado, o vereador Dr. Jairinho, do Rio de Janeiro, estão presos desde o dia 8 abril. Os dois são acusados pela morte do menino de 4 anos.
A criança faleceu no dia 8 de março com múltiplas agressões no corpo.
No primeiro depoimento, Monique negou que o filho havia sido agredido e atribuiu a morte a uma queda da cama.
Em nota, no entanto, a defesa de Monique insistiu “na necessidade da sua nova audição e faz um público apelo, para a referida Autoridade Policial, neste sentido. Se várias pessoas foram ouvidas novamente, não tem sentido deixar de ouvir Monique. Logo ela que tanto tem a esclarecer. Não crê a defesa que exista algum motivo oculto para ‘calar Monique’ ou não se buscar a verdade por completo”.
O texto é assinados pelos advogados advogados Thiago Minagé, Hugo Novais e Thaise Mattar Assad.
A quina será dividida entre 77 apostadores, que vão receber, cada um, R$ 49.919,36.
A quadra teve 5.169 ganhadores, e o prêmio para cada um é de R$ 1.062,31.
Dupla de Páscoa
Também na noite de ontem foram sorteados os números do Concurso 2.212 da Dupla Sena, a chamada Dupla de Páscoa.
Os números do primeiro sorteio foram: 14-31-33-42-47-50. Quatro apostas acertaram as seis dezenas e cada uma receberá R$ 7.869.887,22. Houve 722 apostas com cinco acertos, cabendo a cada uma o valor de R$ 4.002,89.
As dezenas do segundo sorteio foram: 06-07-11-14-27-35. Três jogadores marcaram os números sorteados e vão receber R$ 1.059.699,04. Os 655 apostadores com cinco acertos vão ganhar R$ 3.971,11.
O comandante da 77ª Companhia Independente de Polícia Militar, em Vitória da Conquista, major PM Nivaldo Góes Oliva Júnior, 48 anos, morreu na noite deste sábado (17) após um grave acidente na Rodovia Santos Dumont – BR-116, próximo ao município de Cândido Sales, próximo a Vitória da Conquista.
De acordo com o Blog do Anderson, Nivaldo conduzia uma motocicleta, que colidiu com um veículo. O registro do acidente foi feito pela Polícia Rodoviária Federal. Os detalhes do acidente não foram especificados.
Em nota, a Polícia Rodoviária Federal manifestou pesar pelo ocorrido. “Com relevantes serviços prestados à instituição da Polícia Militar da Bahia, exerceu com profissionalismo, bravira e zelo pela ordem e segurança pública do Estado”.