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O animal foi recolhido para uma clínica veterinária

Uma cadela em situação de maus-tratos foi resgatada pela Polícia Civil da Bahia, na quinta-feira (16), em uma residência no bairro São Bernardo, em Medeiros Neto.

O animal foi resgatado pelas equipes da Delegacia Territorial daquele município após denúncia anônima. Ela foi encontrada em local inadequado e com visíveis marcas de ferimento e desnutrição.

A Secretaria de Meio Ambiente (Semma) foi acionada e conduziu a cadela para uma clínica veterinária, onde será submetida a exames e aos cuidados necessários, sendo, posteriormente, acolhida em abrigo do município.

A unidade instaurou o inquérito policial para elucidar as circunstâncias do crime e adotar as medidas legais cabíveis.

Matheus Nogueira / Estagiário, sob supervisão de Nicolas Melo / Ascom-PCBA


Coibir a venda de sacolas plásticas que estampam logomarcas dos próprios mercados ou de patrocinadores

A Superintendência Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON), por meio do seu departamento de fiscalização, notificou nove estabelecimentos atacadistas de alimentos na cidade. A ação, realizada nesta semana, visa coibir a venda de sacolas plásticas que estampam logomarcas dos próprios mercados ou de patrocinadores, prática considerada abusiva pelo órgão. 

De acordo com o superintendente do órgão, Maurício Carvalho, a irregularidade ocorre quando o estabelecimento lucra com a venda da embalagem e, ao mesmo tempo, utiliza o consumidor como veículo de propaganda. “O consumidor não pode ser cobrado  para fazer publicidade da empresa. Se a sacola é vendida, ela deve ser neutra. A exibição de marcas só é permitida em sacolas distribuídas gratuitamente”, explicou Carvalho. 

Prazos e penalidades

Os atacados notificados têm um prazo de cinco dias úteis para regularizar a situação e interromper a cobrança das sacolas personalizadas. Caso não se adequem no período estipulado, os estabelecimentos estarão sujeitos à abertura de processo administrativo; aplicação de multas por descumprimento de ordem; Sanções previstas no CDC.

O PROCON orienta que o cidadão feirense fiscalize e denuncie caso encontre essa prática. As queixas podem ser feitas através do aplicativo PROCON Feira de Santana, e presencialmente na sede do órgão, situada na Rua Castro Alves, nº 635, Centro, com atendimento das 8h às 17h.

Com informações da assessoria de Comunicação Social (SECOM).


A Prefeitura de Feira de Santana realizará, no próximo dia 8 de maio, às 13h, um leilão eletrônico para a alienação de bens móveis considerados inservíveis e desafetados do patrimônio público municipal. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Municipal de Administração, visa dar destinação adequada a materiais que não possuem mais utilidade para a gestão pública.

O leilão, do tipo maior lance, está com lances abertos desde o dia 14 de abril de 2026 e será realizado de forma on-line por meio das plataformas www.jonasleiloeiro.com.br e www.mgl.com.br, permitindo a participação de interessados de forma prática e segura.

Entre os itens disponíveis estão veículos (carros e motocicletas), mobiliário, eletrônicos, materiais de escritório e diversos outros bens, todos organizados em lotes e vendidos no estado em que se encontram.

Antes da realização do leilão, os interessados já podem realizar a visitação presencial dos itens, que estão disponíveis para inspeção na garagem da Prefeitura e também no Estádio Joia da Princesa. A recomendação é que os participantes verifiquem previamente as condições dos bens, já que não haverá garantia após a arrematação.

De acordo com a secretária municipal de Administração, Sandra Peggy, a ação reforça o compromisso da gestão com a eficiência e a responsabilidade na administração pública.

“Estamos promovendo mais um leilão com total transparência e organização, permitindo que esses bens, que já não atendem mais às necessidades da Prefeitura, possam ser reaproveitados pela população. Além disso, é uma forma de otimizar recursos e manter o controle adequado do patrimônio público”, destacou a secretária.

Os interessados também podem obter esclarecimentos sobre o edital junto à Divisão de Regulação de Tombamento da Prefeitura de Feira de Santana, localizada na Avenida Sampaio, nº 344, Centro, de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 12h e das 13h às 17h, ou por meio do telefone (75) 3617-0669 e do e-mail drt.seadm@pmfs.ba.gov.br . Para questões específicas sobre a realização do leilão, o contato deve ser feito diretamente com o leiloeiro credenciado, por meio do e-mail oficial informado no edital.

O processo segue as diretrizes da legislação vigente, incluindo a Lei Federal nº 14.133/2021 e normas municipais, garantindo segurança jurídica a todos os participantes.

Mais informações sobre o edital, regras de participação e detalhes dos lotes podem ser consultadas no Diário Oficial do Município e nas plataformas indicadas para realização do leilão.

*Secom


A jornalista Alice Maria Ribeiro dos Santos Dadalt, de 35 anos, teve a morte encefálica confirmada nesta quinta-feira (16), após se envolver em um grave acidente na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Repórter da Band Minas, ela estava internada em estado grave no Hospital João XXIII, com traumatismo craniano e múltiplas fraturas. A família informou que irá doar os órgãos.
Natural de Belo Horizonte, Alice era casada com um agente da Polícia Rodoviária Federal e mãe de um bebê com menos de um ano. Formada em jornalismo pela PUC Minas em 2015, iniciou a trajetória profissional ainda como estagiária em emissoras como TV Globo Minas, TV Alterosa (afiliada do SBT) e RecordTV Minas.
Após a graduação, trabalhou em produtoras independentes e atuou como repórter em diferentes regiões do país. Passou pela TV Leste, afiliada da RecordTV em Governador Valadares, e pela Rede Bahia, afiliada da TV Globo.
Em 2021, ingressou na Band, onde trabalhou inicialmente em Brasília. Desde agosto de 2024, estava na redação de Belo Horizonte.
Em nota, a emissora destacou o envolvimento de Alice com o jornalismo e o ambiente de trabalho. Segundo colegas, ela se dedicava a pautas especiais e tinha atenção a temas ligados ao autismo, assunto que acompanhava de perto por conta do irmão.

Fora do trabalho, vivia o momento de cuidar do filho pequeno e planejava a comemoração de um ano da criança.

Alice estava no carro da emissora no momento do acidente, ocorrido na tarde de quarta-feira (15), quando o veículo colidiu com um caminhão na rodovia. A equipe retornava a Belo Horizonte após a produção de uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para reduzir acidentes.
O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, que dirigia o veículo, morreu ainda no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) e liberado à família na madrugada desta quinta. O velório ocorreu no Cemitério do Bonfim, com sepultamento no mesmo dia.
Rodrigo era natural de Porto Alegre (RS) e deixa esposa e uma filha de 6 anos. Ele havia trabalhado na Band Minas entre 2022 e 2024 e retornado à emissora em dezembro de 2025.
Ao longo da carreira, participou de coberturas como o carnaval de Belo Horizonte e eventos relacionados às chuvas na Zona da Mata. Também atuava como palhaço, levando atividades circenses a crianças hospitalizadas.
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga as causas e circunstâncias do acidente. A perícia esteve no local e coletou vestígios que devem embasar o inquérito.

*g1
Foto: Reprodução/Redes Sociais


Nesta quinta-feira (16), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), falou sobre a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência e disse acreditar que ele pode vencer no primeiro turno. Para ele, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está sofrendo um “derretimento gradual” nas pesquisas de intenção de voto.

O assunto foi abordado durante coletiva de imprensa.

– Eu confio na candidatura do Flávio, a candidatura está sendo extremamente bem sucedida. […] Eu tenho certeza que o Flávio será o próximo presidente da República do Brasil. E olhe lá se essa eleição não terminar no primeiro turno – apontou.

Tarcísio também criticou a ação aberta pelo Supremo Tribunal Federal (STF) contra Flávio por uma publicação feita contra Lula. A decisão de Moraes atendeu a um pedido feito pela Polícia Federal (PF) que contou com aval da Procuradoria-Geral da República (PGR).

– A crítica política não pode ser objeto de sanção, não pode ser objeto de coação, porque senão você tira a liberdade de expressão, e a gente não pode permitir que um lado possa fazer determinadas coisas e os outros não – disse.

*Pleno.News
Foto: EFE/Sebastião Moreira


A Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE-BA) lança, no próximo dia 24 de abril, às 16h, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), em Salvador, o livro Casos e Causos da PGE-BA: entre prazos, cafezinhos e risadas. O evento integra a programação comemorativa pelos 60 anos da instituição.

Escrito por Mara Santana, assessora de comunicação da PGE-BA, o livro reúne histórias reais vividas nos corredores, gabinetes, audiências, viagens e bastidores da Procuradoria, revelando uma dimensão pouco conhecida da advocacia pública: sua face afetiva, relacional e, muitas vezes, bem-humorada.

Em meio à rotina marcada por processos complexos, decisões técnicas e responsabilidades institucionais, a obra destaca personagens, encontros e situações que mostram a Procuradoria em sua dinâmica cotidiana, evidenciando relações, experiências e momentos que também fazem parte da construção institucional.

Para a autora, o livro nasce do desejo de registrar aquilo que, embora essencial, raramente aparece nos documentos formais. “São histórias que não cabem nos autos, mas que ajudam a explicar quem somos enquanto instituição. Entre prazos e pareceres, existem vínculos, aprendizados, encontros e até risadas que também constroem a trajetória da PGE. Esse livro é uma forma de guardar essa memória e compartilhar com quem está dentro e fora da Casa”, destaca Mara Santana.

A iniciativa reforça a importância da memória institucional como patrimônio coletivo e aproxima a sociedade do trabalho desenvolvido pela PGE-BA ao longo de seis décadas de atuação em defesa do interesse público e do Estado da Bahia.

O lançamento será realizado em um dos espaços culturais mais simbólicos da capital baiana, reunindo autoridades, servidores, convidados e representantes da sociedade civil.

Serviço

Evento: Lançamento do livro Casos e Causos da PGE-BA: entre prazos, cafezinhos e risadas

Data: 24 de abril de 2026

Horário: 16h

Local: Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM)

Endereço: Av. Lafayete Coutinho, s/n, Comércio, Salvador – Bahia


Carretas de saúde, odontologia e educação ajudam municípios a oferecer atendimento a regiões com menor acesso; modelo dialoga com iniciativas federais como o programa Agora Tem Especialistas

Levar serviços públicos a regiões afastadas ou com pouca infraestrutura continua sendo um dos grandes desafios da gestão pública no Brasil. Nesse cenário, as unidades móveis têm se consolidado como uma alternativa para ampliar o alcance de atendimentos em áreas como saúde, educação e assistência social.

Adaptadas em veículos ou carretas equipadas, essas estruturas funcionam como postos itinerantes capazes de realizar consultas, exames, atendimentos odontológicos e até atividades educacionais. O modelo tem sido adotado por prefeituras e governos estaduais como forma de descentralizar serviços e reduzir barreiras de acesso para a população.

Na área da saúde, por exemplo, clínicas móveis podem ser utilizadas em campanhas de prevenção, vacinação, triagens e consultas básicas. Em alguns municípios, essas unidades também ajudam a atender bairros periféricos ou comunidades rurais, onde a distância até equipamentos públicos fixos é um obstáculo.

Para Diego Teixeira, CEO da Athos Brasil , empresa que desenvolve esse tipo de estrutura, a mobilidade permite ampliar a presença do poder público em territórios com maior demanda por serviços.
“As unidades móveis ajudam a levar atendimento para lugares onde muitas vezes a população teria dificuldade de chegar até um hospital ou centro especializado. Elas funcionam como um complemento importante da rede pública”, afirma.

A expansão desse modelo também dialoga com iniciativas do governo federal voltadas à ampliação do acesso a especialistas. Programas como o Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, buscam reduzir filas e ampliar a oferta de consultas e exames especializados no Sistema Único de Saúde (SUS) — e podem se beneficiar de estruturas itinerantes para alcançar diferentes regiões do país.

As carretas do programa já chegaram à marca de 100 localidades atendidas em todo o Brasil. Atualmente, 47 unidades móveis estão em operação em 26 estados e no Distrito Federal, somando mais de 25 mil pessoas atendidas e cerca de 68 mil procedimentos realizados. Em 15 municípios, as filas por determinados atendimentos já foram zeradas.

A iniciativa é executada pela AgSUS e oferece serviços como exames de imagem, cuidado integral à saúde da mulher e atendimentos oftalmológicos, ampliando o acesso da população a especialidades que muitas vezes concentram longas filas de espera.

As unidades móveis equipadas para exames e consultas especializadas também podem apoiar ações pontuais ou mutirões de atendimento organizados por estados e municípios, contribuindo para diminuir a demanda reprimida em determinadas áreas da saúde.

Além do setor de saúde, o modelo também tem sido aplicado em outras áreas, como projetos de unidades móveis voltadas para capacitação profissional, inclusão digital e atendimento social, ampliando o alcance de políticas públicas em territórios mais vulneráveis.

Segundo Diego, o impacto dessas iniciativas depende principalmente da integração com as redes de atendimento existentes.
“A unidade móvel não substitui a estrutura fixa, mas pode fortalecer o sistema quando é utilizada de forma planejada, integrada às políticas públicas e às necessidades de cada município”, explica.
Especialistas em gestão pública apontam que, embora as unidades móveis tragam flexibilidade e rapidez de implementação, o sucesso do modelo depende de planejamento logístico, manutenção dos equipamentos e continuidade das ações. Mesmo assim, a tendência é que o uso dessas estruturas continue crescendo, especialmente em cidades que buscam soluções mais ágeis para ampliar o acesso da população a serviços essenciais.

Com iniciativas como o Agora Tem Especialistas, a proposta é justamente aproximar o SUS de quem mais precisa — levando mais acesso, mais cuidado e mais atendimento especializado para diferentes regiões do país.

Com informações da assessoria de Comunicação.


Em painel do Entre Ciclos, executiva da Athena Saúde aborda eficiência operacional, integração de áreas e desafios na tomada de decisão em ambientes complexos

A liderança feminina na gestão de grandes operações de saúde será tema da participação de Helena Serafim, diretora nacional de Compras e Procurement da Athena Saúde, no Entre Ciclos, projeto da Esteriliza, empresa do Grupo Bringel.

A iniciativa promove conversas rápidas com especialistas e gestores do setor durante a Feira Hospitalar 2026. Na ocasião, a executiva levará ao debate uma visão centrada na prática operacional e na geração de resultados em ambientes de alta complexidade.

Com mais de 35 anos de experiência no setor, Helena defende que a liderança, especialmente em estruturas robustas e descentralizadas, exige equilíbrio entre análise técnica e leitura de contexto, além de forte integração entre áreas estratégicas. “Em operações complexas, liderança é traduzir análise e contexto em decisão eficiente. Isso passa por integração entre áreas e resiliência no dia a dia”, afirma.

Na avaliação da executiva, áreas como infraestrutura, Supply Chain e Facilities assumiram papel central na estratégia das organizações de saúde, deixando de ser apenas funções de suporte para atuar diretamente na gestão de risco e na sustentabilidade do negócio. “Quando essas áreas operam de forma integrada, com governança e indicadores claros, o impacto é direto na continuidade da operação, na eficiência e na experiência do paciente”, diz.

Durante a apresentação, Helena também compartilha cases práticos de reestruturação contratual, centralização de compras indiretas e gestão de fornecedores críticos – iniciativas que, segundo ela, têm potencial de gerar ganhos relevantes de eficiência sem comprometer o nível de serviço. “O desafio não é apenas reduzir custos, mas fazer isso com consistência, mantendo qualidade e entrega. É uma agenda de eficiência com responsabilidade operacional”, destaca.

Entre os principais entraves enfrentados hoje pelas grandes operações de saúde, a executiva aponta o equilíbrio entre custo e qualidade, a complexidade regulatória, a padronização de processos em estruturas descentralizadas e a necessidade de avançar na integração de dados. “A tomada de decisão está cada vez mais dependente de dados integrados e de uma gestão ativa de riscos na cadeia de suprimentos”, avalia.

Para além da operação, Helena também propõe uma reflexão sobre o posicionamento feminino em cargos de liderança, destacando a importância do domínio técnico aliado à consistência na entrega. “Autoridade vem de resultado. É a combinação entre conhecimento, execução e inteligência na condução que sustenta uma liderança estratégica”, conclui.

Serviço: Palestra Helena Serafim – Entre Ciclos Esteriliza – Feira Hospitalar 2026
Data: 22 de maio
Horário: das 17h às 17h20
Local: São Paulo Expo – Esteriliza, localizado na rua C-151

Com informações da assessoria de Comunicação.


PL pretende retomar nome de cidade e estado nas placas de veículos

Um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional propõe a volta da identificação de estado e município nas placas de veículos, além da inclusão da bandeira da unidade da federação.

A PL 3214/23 foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para votação final.

De autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), o texto prevê que a mudança pode facilitar a identificação da origem dos veículos por autoridades de trânsito e policiais em casos de infrações, furtos e roubos.

O relator da matéria, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), defendeu a proposta ao destacar que a medida também reforça aspectos culturais e o senso de pertencimento regional.

Para virar lei, o projeto ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado, além de sanção da Presidência da República.

Modelo atual

Desde 2020, o Brasil adota o padrão da placa Mercosul, que não exibe mais o nome da cidade e do estado. O modelo utiliza sete caracteres alfanuméricos, ampliando significativamente as combinações possíveis em relação ao sistema anterior.

A mudança foi implementada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que apontou a necessidade de expansão do número de combinações disponíveis. O novo formato permite cerca de 450 milhões de possibilidades, além de contar com QR Code para consulta de dados e reforço na segurança.

Informações Metro1


Projeto enviado ao Congresso eleva piso, permite crescimento de gastos e mantém exclusões na meta fiscal

CNI FGC: dinheiro extra para proteger o sistema financeiro | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo
A proposta será analisada pela Comissão Mista de Orçamento e pelo plenário do Congresso | Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil/Arquivo 

governo federal prevê salário mínimo de R$ 1.717 em 2027. O valor supera em R$ 96 o piso atual, fixado em R$ 1.621.

A estimativa consta no Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviado ao Congresso na quarta-feira, 15. O valor final ainda depende da inflação medida pelo INPC em novembro.

Proposta amplia gastos e mantém ajustes na meta fiscal

O texto define regras para a elaboração do orçamento federal. A proposta será analisada pela Comissão Mista de Orçamento e pelo plenário do Congresso.

O reajuste segue a política de valorização do salário mínimo. O piso acompanha inflação e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Como referência para benefícios previdenciários e sociais, o aumento pressiona as despesas públicas.

A proposta prevê superávit primário de 0,5% do PIB em 2027, equivalente a R$ 73,2 bilhões. O cálculo considera receitas maiores que despesas e desconsidera os juros da dívida.

O arcabouço fiscal admite margem de tolerância de 0,25 ponto percentual. O resultado pode cair até esse limite sem descumprir a meta.

A meta supera a deste ano, fixada em 0,25% do PIB, com possibilidade de resultado zero. O governo projeta avanço até 2028, com expectativa de superávit de 1% do PIB. Ao mesmo tempo, o arcabouço permite crescimento real das despesas até 2,5% ao ano. Para 2027, o teto alcança R$ 2,54 trilhões.

O texto inclui 39,4% das despesas com precatórios na meta fiscal. O percentual supera o mínimo constitucional. Mesmo assim, R$ 57,8 bilhões permanecem fora do cálculo da meta.

A proposta também impõe restrições a benefícios tributários e estabelece limites para despesas com pessoal. Uma das travas impede aumento real desses gastos acima de 0,6% da inflação.

O projeto prevê crescimento do PIB de 2,56% e inflação de 3,04%. A taxa Selic aparece em 10,55% ao ano nas estimativas.

Informações Revista Oeste