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Vítima ingeriu bebida separada para descarte no trabalho e morreu após passar mal; laudos vão esclarecer causa da morte

Homem morre após ingerir bebida alcoólica separada para descarte em Feira de Santana

Foto: Divulgação/Policia Civil

Um homem de 49 anos, identificado como Valdomiro Conceição Silva, morreu no sábado (1º) após ingerir uma bebida alcoólica que havia sido separada para descarte no local onde trabalhava, no bairro Mangabeira, em Feira de Santana.

De acordo com informações da Polícia Civil, Valdomiro passou mal logo após consumir o líquido. Ele chegou a ser socorrido e levado para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), mas não resistiu. O médico responsável pelo atendimento descartou, inicialmente, intoxicação por metanol.

A 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Feira de Santana) instaurou investigação para apurar as circunstâncias da morte. Guias para perícia e remoção do corpo foram emitidas, e os laudos do Departamento de Polícia Técnica (DPT) devem indicar a causa do óbito.

Informações Metro1


Professor universitário fez alerta

Venezuela completa um ano sem divulgar números oficiais de inflação (Imagem ilustrativa) Foto: EFE/ Mauricio Dueñas Castañeda

A Venezuela completou, neste sábado (1º), um ano sem números oficiais e atualizados sobre a inflação – que foi de 4% em outubro de 2024 -, o que faz com que “todos ajam às cegas” em relação ao seu planejamento financeiro e deixa os venezuelanos “desorientados” sobre o rumo da economia, disse à Agência EFE o professor universitário Jesús Palacios.

Sem números recentes sobre a inflação divulgados pelo Banco Central da Venezuela (BCV), é “difícil negociar aumentos salariais”, alertou Palacios. Portanto, as empresas não têm referências para planejar toda a sua estratégia financeira.

Na Venezuela, o salário mínimo e as pensões são de 130 bolívares, a moeda nacional, cerca de 0,60 dólares por mês, de acordo com a taxa de câmbio mais recente do BCV. Os funcionários públicos recebem bônus do governo de até 160 dólares, mas isso não afeta seus benefícios trabalhistas, por isso vários sindicatos reivindicam um salário digno.

INFLAÇÃO EM DÓLARES
Durante a hiperinflação de 2017 e 2021, a Venezuela adotou de fato o uso do dólar, e essa moeda se tornou a principal referência para a fixação de preços em todo o país. Outras moedas também são utilizadas — como o euro e, em menor escala, o peso colombiano — contra a inflação e a desconfiança no bolívar.

No entanto, os preços em dólares aumentam na Venezuela e as pessoas se referem a esse fato como “inflação em dólares”. Sobre isso, Palacios, que é economista de profissão, comentou que “os preços em dólares têm aumentado em comparação com anos anteriores” e isso “tem sido um fenômeno desde 2018, que foi muito acentuado até 2023, principalmente”.

Durante esses anos, “houve aumentos que levaram os preços a multiplicarem-se por cinco ou seis vezes o seu valor (em dólares) no final de 2018”, acrescentou o economista.

– Estamos falando de uma inflação em dólares acima de 20% nos últimos doze meses – precisou Palacios com base em estimativas independentes.

AJUSTE EXCESSIVO
Palacios explicou que os baixos salários, a “inflação em dólares” e a ausência de números inflacionários geram uma “falta de clareza e coordenação entre os agentes econômicos (indivíduos, famílias, empresas, etc.)”.

Ele acrescentou ainda que a soma das variáveis mencionadas favorece uma “perda de poder de compra dos consumidores”, bem como uma “redução das margens [de lucro] nos negócios ou uma queda nas vendas por ajustes excessivos” dos preços.

– Para as empresas, os comércios, para o produtor, é muito complexo calcular preços sem estimativas de inflação, assim como negociar com fornecedores. Isso tira uma medida de referência – destacou o professor.

O BCV não publica números sobre a inflação desde novembro de 2024, quando divulgou os dados referentes a outubro. Isso coincidiu com o aumento da diferença cambial entre o preço do dólar fixado pelo órgão emissor e o do mercado paralelo – muito acima do oficial -, uma situação que, segundo economistas, permanece até hoje devido à escassa disponibilidade de moeda estrangeira na Venezuela.

Enquanto isso, o governo garantiu em julho deste ano que a Venezuela está há mais de 17 trimestres consecutivos em crescimento econômico, embora não tenha divulgado números sobre a inflação.

*EFE


Foram entrevistadas 1,5 mil pessoas em diferentes regiões do Estado

paraná pesquisas - cariocas x operações policiais - bope
Agente do Batalhão de Operações Policiais Especiais da Polícia Militar do Rio de Janeiro, em ação em viela de uma favela carioca | Foto: Reprodução/X/@BOPE_PMERJ

Moradores do Rio de Janeiro manifestaram apoio majoritário à megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, segundo pesquisa Genial/Quaest feita nos dias 30 e 31 de outubro. O levantamento aponta que 64% dos entrevistados aprovaram a ação, que resultou em 121 mortos, sendo quatro policiais, e mobilizou centenas de agentes das polícias Civil e Militar.

O estudo mostrou ainda que 98% das pessoas ouvidas estavam informadas sobre a operação, considerada a mais letal da história fluminense. Foram entrevistadas 1,5 mil pessoas, com 16 anos ou mais, em diferentes regiões do Estado. A pesquisa tem margem de erro de 3 pontos e nível de confiança de 95%.

Aprovação e recortes de gênero e idade da pesquisa

Entre os entrevistados, 27% desaprovaram a ação policial, enquanto 6% não se posicionaram nem a favor nem contra, e 3% não souberam opinar. O levantamento também apontou que 73% defendem que operações semelhantes ocorram em outras comunidades do Estado, apoio que sobe para 85% entre homens e fica em 62% entre mulheres.

O índice de aprovação à operação foi maior entre os homens, com 79% declarando apoio, e 17% de desaprovação. Entre as mulheres, o apoio chegou a 51%, enquanto 36% desaprovaram. A pesquisa revelou ainda que a faixa etária de 31 a 50 anos foi a que mais aprovou a operação, com 68% de apoio.

Jovens entre 16 e 30 anos registraram 65% de aprovação à ação, enquanto 58% dos entrevistados com mais de 51 anos também apoiaram. A maior desaprovação foi observada no grupo acima de 51 anos, com 29% de insatisfeitos.

Renda, escolaridade e regionalização do apoio

Em relação à renda, a aprovação chegou a 69% entre quem recebe entre 2 e 5 salários mínimos. Para os que ganham até 2 salários mínimos, 58% apoiaram a operação, enquanto 63% dos que recebem mais de 5 salários mínimos também aprovaram. A desaprovação alcançou 36% entre os que têm renda superior a 5 salários mínimos.

Aprovação foi mais expressiva entre pessoas com até o ensino fundamental, com 67%. Para quem tem ensino médio completo ou incompleto, o apoio foi de 66% e a desaprovação de 23%. Já entre os que possuem ensino superior incompleto ou mais, a aprovação caiu para 59%, com 39% de rejeição à megaoperação.

Na análise por região, a Baixada Fluminense liderou o apoio com 73%. Na capital, 68% aprovaram a ação. Em Niterói, São Gonçalo e Maricá, o índice ficou em 56%. No Sul Fluminense, na região Serrana, no Norte, Noroeste e Região dos Lagos, a aprovação foi de 57%.

Influência da posição política e avaliação dos resultados

O apoio à operação variou conforme a posição política dos entrevistados. Entre os apoiadores de Bolsonaro, 93% declararam aprovação, enquanto 92% da direita que não são aliados do ex-presidente também apoiaram. Entre lulistas, 35% aprovaram e 59% reprovaram. Na esquerda não lulista, a aprovação foi de 27% e a desaprovação de 70%. Entre independentes, 61% apoiaram e 24% desaprovaram.

Sobre os resultados da operação, 58% dos entrevistados consideraram a ação bem-sucedida, 32% disseram que foi um fracasso, 6% afirmaram que depende do ponto de vista e 4% não souberam responder. Entre homens, 73% avaliaram a operação como bem-sucedida, enquanto entre mulheres esse índice foi de 43% e 44% consideraram o resultado negativo.

Moradores entre 31 e 50 anos foram novamente os mais otimistas, com 61% avaliando a operação como um sucesso. Na faixa de 16 a 30 anos, 54% consideraram positiva, enquanto entre os acima de 51 anos o índice foi de 55%.

Informações Revista Oeste


A jornalista Elisa Robson afirmou ter sido alvo de bloqueios, censura e interrogatórios supostamente determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, após divulgar reportagens sobre conexões entre redes de narcotráfico, ditaduras latino-americanas e grupos criminosos brasileiros. Ela mora nos Estados Unidos desde 2023.

Segundo Elisa, houve uma ordem judicial que impôs multa diária ao empresário Elon Musk, caso seu perfil permanecesse acessível a usuários brasileiros na plataforma X, da qual o bilionário é dono.

– Alexandre de Moraes ameaçou o Elon Musk com multa diária de 20 mil dólares, caso o perfil, o meu perfil no X continuasse disponível para os brasileiros. Então, ou era cerceada minha liberdade de expressão ali naquela plataforma ou uma multa milionária seria aplicada a Elon Musk. Isso é de uma violência sem tamanho para um trabalho de uma jornalista, né? Uma agressão muito séria – relatou em entrevista ao Pleno Time, na última quarta-feira (29).

Elisa classificou as medidas como uma violação grave à liberdade de expressão e afirmou que há um “quebra-cabeça em formação” envolvendo investigações internacionais e sanções do governo norte-americano.

A jornalista questiona qual seria “o interesse” de Moraes em relação ao seu cerceamento.

*Pleno.News
Fotos: Alejandro Zambrana/Secom/TSE e EFE/EPA/ALEXANDER BECHER


O SBT confirmou, nesta sexta-feira (31) a aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de 2026. O destaque da cobertura, em parceria com a N Sports, será a presença de Galvão Bueno na tela do canal paulista.

Além do icônico narrador, que é sócio da N Sports desde junho deste ano, o SBT também terá Tiago Leifert nas transmissões.

Além do icônico narrador, que é sócio da N Sports desde junho deste ano, o SBT também terá Tiago Leifert nas transmissões.

Esta será a quinta Copa do Mundo transmitida pelo SBT. A primeira foi na edição do México em 1986. As Copas de 1990, 1994 e 1998 também foram exibidas pelo canal.

*CNN
Foto: montagem reprodução


A campanha Outubro Rosa 2025 chega ao fim nesta sexta-feira (31), em Feira de Santana, com um balanço positivo das ações realizadas ao longo do mês. A Fundação Hospitalar, em parceria com a Prefeitura Municipal, promoveu uma ampla mobilização voltada à prevenção e ao cuidado com a saúde da mulher.

Durante o período, foram realizados e agendados 44.023 exames, entre consultas, atendimentos e procedimentos nas unidades vinculadas à Fundação, como as Clínicas de Medicina Preventiva e Cuidado (CMPC), o Centro Municipal de Diagnóstico por Imagem (CMDI Baraúnas II) e o Ambulatório da Mulher.

De acordo com a coordenadora do CMDI Baraúnas II, Bruna Lessa, os exames de imagem tiveram destaque especial nesta edição da campanha. “Somente no CMDI foram registrados 11.364 atendimentos, demonstrando o quanto a população tem buscado os serviços preventivos e o diagnóstico precoce”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar, Gilberte Lucas, destacou que o Outubro Rosa reforça o valor do autocuidado como um gesto de amor e de vida. “Nosso compromisso é oferecer atendimento humanizado e ampliar cada vez mais o acesso das mulheres aos serviços de saúde”, pontuou.

Mesmo com o encerramento oficial da campanha, os atendimentos seguem disponíveis nas unidades da Fundação. Entre os serviços oferecidos estão exames preventivos, como o Papanicolau e a mamografia, acompanhamento médico contínuo e ações educativas permanentes voltadas ao bem-estar feminino.

*Secom


O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), ganhou mais de meio milhão de seguidores em seu perfil em uma rede social em três dias, após a megaoperação policial que deixou 121 mortos nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte da capital fluminense.

Na última segunda-feira (27), Castro tinha 464 mil seguidores em seu perfil no Instagram. No dia da operação, na terça (28), o número subiu para 478 mil. No dia seguinte, o perfil do governador alcançou 746 mil seguidores. Nesta sexta (31), o total chegou a 1,3 milhão.

A operação, batizada de Contenção, foi a mais letal da história do Rio. As polícias Civil e Militar foram mobilizadas para cumprir 180 mandados de prisão e busca e apreensão contra integrantes do Comando Vermelho (CV). O saldo foi de 121 mortos, incluindo quatro policiais, além do bloqueio de vias e da suspensão de serviços em diversos pontos da cidade.

O governo do Rio afirmou que o objetivo da ação era conter o avanço da facção e prender lideranças criminosas. Castro classificou o resultado como um sucesso.

*AE
Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil


Nesta quinta-feira (30), o secretário da Polícia Civil, delegado Felipe Curi se manifestou contra a ida das ministras do governo Lula Macaé Evaristo (Direitos Humanos) e Anielle Franco (Igualdade Racial) ao Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Elas estiveram no local com deputados da esquerda, após a megaoperação contra o tráfico de drogas realizada pelo governo do estado.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Reimont (PT-RJ), esteve presente juntamente com as deputadas federais, Benedita da Silva (PT-RJ) e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). O encontro aconteceu na Central Única das Favelas (CUFA), com o objetivo de saber sobre as mortes realizadas no local.

– Pois é…Direitos Humanos para quem? Não acreditem em narrativas antipolícia – escreveu Curi.

Na quarta (29), o grupo de parlamentares fluminenses fez uma série de críticas ao governador Cláudio Castro (PL) por causa da operação e chegaram a pedir sua prisão preventiva.

No documento, eles afirmam que há “risco concreto à ordem pública e à investigação” e pedem que Castro seja afastado para evitar novas ações semelhantes. O texto cita ainda que o governo do Rio teria deixado de usar integralmente recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Em entrevista coletiva, os deputados acusaram o governo fluminense de promover uma “chacina continuada” contra moradores de comunidades dominadas pelo tráfico.

– É a maior chacina do Brasil, superando a do Carandiru – afirmou Reimont, citando uma projeção de mais de 200 mortos.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/TV Globo


Mais de 450 animais foram resgatados ou entregues voluntariamente durante a 52ª etapa da Fiscalização Preventiva Integrada (FPI) do Rio São Francisco, realizada entre os dias 12 e 25 de outubro. Ao todo, 228 animais foram devolvidos à natureza em Áreas de Soltura de Animais Silvestres (ASAS).

As equipes encontraram criadouros irregulares e situações de maus-tratos, incluindo o resgate de 33 galos e galinhas em uma rinha clandestina descoberta em Miguel Calmon, que resultou na condução do responsável à delegacia.

Além do resgate de animais, a FPI fiscalizou empreendimentos de mineração em Campo Formoso, Mirangaba, Jaguarari e Ourolândia. As inspeções identificaram supressão de vegetação nativa sem autorização, falta de planos de recuperação ambiental (PRAD), inconsistências em cadastros do CEFIR e passivos ambientais em áreas de extração paralisadas.

A ação também acompanhou o cumprimento de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) firmados com o Ministério Público da Bahia (MPBA) e visitou projetos de mitigação social, como o Parque das Macaqueiras, em Jacobina.

*Metro1
Foto: Reprodução/COPPA


Martin de Luca criticou até a decisão do TSE contra o governador do Rio de Janeiro

Martin De Luca Foto: YouTube CNN Brasil

O advogado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Martin de Luca, criticou, nesta quinta-feira (30), as instituições brasileiras, como o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Ele insinuou que os tribunais estariam agindo de forma a beneficiar o crime organizado.

Os comentários de De Luca foram feitos após a megaoperação comandada pelo governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), na última terça (28), que terminou com 121 mortos. Em seu perfil na rede social X, ele compartilhou algumas reportagens brasileiras e comentou:

– Dois ministros do Supremo Tribunal Federal do Brasil, Gilmar Mendes e Flávio Dino, criticaram publicamente a grande operação do Rio contra o Comando Vermelho, um dos sindicatos do crime mais violentos da América Latina, apenas um dia depois de ter acontecido.

O advogado afirmou que os magistrados demonstraram preocupação com supostos excessos da polícia, e não com os civis afetados pela violência das facções.

– A preocupação deles não era com os civis encurralados por gangues que usavam drones, granadas e fuzis. Nem pareciam preocupados com o fato de os criminosos estarem de posse de fuzis do Exército venezuelano.

De Luca também criticou a postura do Judiciário ao interferir em decisões de segurança pública.

– Quando os juízes se preocupam mais com as autoridades do que com os criminosos, algo fundamental se rompeu. A crítica feita por esses juízes a uma operação da polícia estadual altera o cálculo de risco para quem está na linha de frente. Isso significa menos batidas policiais, resposta mais lenta e fortalecimento das organizações criminosas.

Em outra publicação, Martin de Luca elogiou o governador Cláudio Castro e sugeriu perseguição política.

– Um dia depois de o governador do Rio Cláudio Castro liderar a maior operação do Brasil contra o Comando Vermelho, grupo que os EUA estão considerando designar como organização terrorista estrangeira, o TSE, composto por ministros do STF, repentinamente marca seu julgamento para possível destituição do cargo.

Ele ainda afirmou que o governo federal seria relutante em enfrentar o crime.

– O governador do Rio é um dos poucos dispostos a enfrentar o crime organizado, algo que o governo federal parece relutante em fazer. O Brasil não pode derrotar o crime organizado se suas instituições punirem a coragem e recompensarem a paralisia.

Informações Pleno News