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Primeira-dama afirmou que representantes políticos “estão de joelhos” para o Poder Judiciário

Michelle Bolsonaro Foto: Divulgação/Partido Liberal

Durante evento do PL Mulher em Sorriso, no Mato Grosso, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) afirmou que grande parte dos representantes legislativos está “de joelhos para o Judiciário”, e que quem legisla atualmente no Brasil são juízes, criando um clima de “medo” sobre as famílias brasileiras.

– Não é esse clima de medo e amedrontamento que o Judiciário tentou impor sobre as famílias brasileiras que vai nos calar. Nós vamos nos erguer, vamos orar e falar mais sobre política. As pessoas precisam entender que o gás de cozinha delas passa pelo Congresso Nacional. É a segurança pública, é aquela mãe que perdeu um filho no assalto, levou o celular e esfaqueou o seu filho. É sobre isso. Precisamos entender que todos esses temas que impactam as nossas vidas passam pelo Congresso e a arma mais poderosa que nós temos nas nossas mãos é o voto. E chega, chega de moeda de troca, chega de negociar o seu voto – frisou.

– Elegemos homens e mulheres fracos, que estão de joelhos para o Judiciário. Hoje, quem legisla, infelizmente, é o Judiciário. Todo mundo está vendo porque aprova no Congresso e o Judiciário derruba. Essa é a realidade da nossa nação – acrescentou.

Michelle ainda fez críticas à atual primeira-dama Janja da Silva, embora não tenha citado seu nome diretamente. A esposa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sugeriu que a mulher do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “torra o dinheiro do contribuinte em viagens”.

– Fui primeira-dama, vocacionada para trabalhar. Infelizmente, outras são vocacionadas somente para torrar o dinheiro do contribuinte em viagens, mas eu posso falar para vocês que, como primeira-dama, eu trabalhei todos os dias da minha vida para dar visibilidade para a comunidade surda, para trabalhar pelas pessoas que mais precisavam, para amadurecer o tema das doenças raras no Brasil, para cuidar das nossas mamães atípicas. As mães que cuidam, e quantas coisas nós fizemos – relembrou.

– Sendo presidente do programa Pátria Voluntária, quantas ajudas chegaram nos ribeirinhos, nos municípios, quantas ajudas chegaram nas ONGs. Eu posso falar para você que só no nosso trabalho, nós conseguimos investir R$ 5,7 bilhões em tratamento, em farmacotécnicas para atendimento de pessoas com doenças raras. Quem quer faz – completou.

Assista:

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Informações Pleno News


A programação da 1ª edição da Copa EDU começa nesta segunda-feira (3) e promete movimentar as escolas da rede pública municipal de Feira de Santana. Promovido pela Secretaria Municipal de Educação (SEDUC), o projeto busca incentivar a prática esportiva e fortalecer os laços de convivência entre os estudantes por meio do esporte.

A cerimônia de abertura será realizada às 14h, no Ginásio da Escola Castro Alves, com o desfile das delegações das escolas participantes, solenidade com representantes da SEDUC e apresentações culturais.

Os jogos terão início nesta terça-feira (4) e seguem até o dia 13 de novembro, em diferentes espaços esportivos da cidade — entre eles, as quadras das escolas municipais, o Ginásio Péricles Valadares (Centro Municipal de Educação Inclusiva), o Ginásio Municipal Joselito Amorim e o Complexo Esportivo Oyama Pinto.

Voltada a estudantes de 11 a 16 anos, divididos em duas categorias, a Copa EDU contará com disputas nas modalidades futsal, baleado e basquete, tanto no masculino quanto no feminino. A cerimônia de premiação está prevista para o dia 14 de novembro.

Mais do que um campeonato esportivo, a Copa EDU representa uma oportunidade de integração física, cognitiva e socioemocional, promovendo valores como autonomia, autoestima e trabalho em equipe. O projeto está alinhado às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Básica (2013), que reconhecem o esporte como parte essencial da formação ética e cidadã dos estudantes.

Segundo o vice-prefeito e secretário municipal de Educação, Pablo Roberto, a iniciativa reforça o papel da escola como espaço de formação integral.

“A Copa EDU vai muito além da competição. Ela simboliza o fortalecimento do espírito de equipe, da solidariedade e da convivência saudável entre os nossos alunos. É um momento de aprendizado, celebração e valorização do esporte como ferramenta de transformação social”, destaca.

Fases dos jogos

As partidas, em cada categoria, acontecerão em quatro etapas:

1ª Fase – Classificatória: jogos entre grupos ou chaves, classificando uma equipe de cada grupo para a fase seguinte;
2ª Fase – Eliminatória: disputas diretas classificando quatro equipes;
3ª Fase – Semifinal: definição das duas equipes finalistas;
4ª Fase – Final: confronto entre as vencedoras da semifinal.
Premiação

As equipes campeãs e vice-campeãs receberão medalhas e troféus, com homenagens especiais às escolas vencedoras. Após o encerramento das competições, a SEDUC realizará um encontro com professores da rede municipal para avaliar os resultados do projeto e planejar melhorias para as próximas edições.

*Secom


Feira de Santana se une ao movimento internacional dos 21 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, campanha que busca promover a reflexão e a mobilização social pela eliminação de todas as formas de violência de gênero.

A iniciativa da Secretaria Municipal de Polícticas para Mulheres e do Centro de Referência Maria Quitéria (CRMQ), contará com uma série de atividades educativas e de sensibilização ao longo do mês de novembro e início de dezembro.

Estão previstas rodas de conversa nos distritos, uma audiência pública sobre o tema e a mobilização do Dia do Laço Branco (5 de dezembro) — data que simboliza o compromisso dos homens no combate à violência contra as mulheres.

Segundo a secretária de políticas para as mulheres, Neinha Bastos, a campanha também vai abordar a importância das medidas protetivas de urgência e o fortalecimento da rede de atendimento no município.

“O enfrentamento à violência é uma responsabilidade coletiva. As ações dos 21 Dias de Ativismo reforçam a importância da prevenção, do acolhimento e da efetividade das políticas públicas”, destacou a secretária da pasta.

*Secom


Durante o programa Domingão com Huck, na TV Globo, neste domingo (2), o apresentador Luciano Huck dedicou parte do encerramento da atração para comentar a megaoperação realizada no Rio de Janeiro, que resultou em mais de 120 mortes nos complexos do Alemão e da Penha. Em um discurso de cerca de três minutos e meio, Huck criticou o modelo de segurança pública adotado no estado.

– E é uma tristeza ver o mesmo modelo de segurança pública se repetindo há décadas sem nenhum resultado. Quantas vezes eu já não parei um programa de televisão aqui na TV Globo para falar desse assunto? 120 mortos numa operação policial nos complexos do Alemão e da Penha. Por trás desse número tem 120 mães que enterraram seus filhos – declarou.

Huck afirmou que o combate ao narcotráfico deve ocorrer “com força total”, mas ressaltou que é necessário mais do que ações policiais.

– É preciso gerar oportunidade. Dar perspectiva para quem nasce nesses recortes da cidade do Rio de Janeiro. Oferecer boas referências, abrir caminhos, mostrar que existem outros futuros possíveis. Porque, quando o Estado se ausenta, outro poder ocupa esse lugar. E é justamente isso que precisa mudar – disse.

O apresentador também disse que a maior parte dos moradores das comunidades é refém da violência, e não cúmplice dela.

– Quem lucra de verdade com a criminalidade não está no Complexo do Alemão e nem na Penha. Aqueles fuzis, aqueles drones, aquelas armas de guerra não foram fabricados ali e não chegaram ali sozinhos – apontou.

Huck relatou ainda ter conversado com os filhos sobre o tema durante a semana e defendeu que a mudança é possível, citando exemplos internacionais.

– Em muitos lugares do mundo, com realidades muito parecidas, isto já aconteceu. Colômbia, aqui do lado. Medellín deixou de ser, de ter o título da cidade mais violenta do mundo nos anos 90. Década de 80, Nova Iorque tinha esse mesmo título. Hoje é uma das cidades mais seguras do mundo e mais visitadas do planeta – afirmou.

Ao final, o apresentador se dirigiu às famílias dos policiais mortos durante a operação e reafirmou seu apoio à “boa polícia”.

– Eu acredito na polícia pelos seus melhores exemplos e não pelas suas exceções. Os quatro policiais mortos em combate saíram de casa pra trabalhar e não voltaram. Essa também é uma parte devastadora dessa história. Eu espero que no futuro a gente não precise mais falar sobre isso desta forma. Nós, brasileiros, queremos paz e segurança – completou.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/TV Globo


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre Moraes determinou neste domingo (2) a “preservação e documentação rigorosa e integral” de todos os elementos materiais relacionados à execução da megaoperação policial da semana passada, no Rio de Janeiro, contra a facção criminosa Comando Vermelho.

Segundo Moraes, o Ministério Público ficará a cargo do controle e da averiguação das provas. O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), deverá ser intimado para garantir o respeito à decisão.

Moraes é o relator da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) das Favelas. A decisão deste domingo (2) atende a pedido da Defensoria Pública da União. A operação resultou em pelo menos 120 pessoas mortas.

AUDIÊNCIAS
Moraes estará no Rio amanhã, em uma série de audiências com autoridades do estado para colher informações sobre a operação. Entre elas, estão reuniões com o governador Cláudio Castro, às 11h, e com o prefeito da cidade, Eduardo Paes (PSD), às 18h.

As reuniões foram agendadas no âmbito da determinação de Moraes, da última quarta-feira (29), para que Cláudio Castro preste informações sobre o cumprimento das diretrizes adotadas pela Corte na operação policial.

Além disso, hoje, Moraes designou audiência conjunta, na próxima quarta (5), às 10h, na Sala da Primeira Turma do STF, com diversos órgãos e entidades, incluindo o Conselho Nacional de Direitos Humanos; a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro; o Instituto Anjos da Liberdade; e a Associação Direitos Humanos em Rede – Conectas.

Os órgãos e entidades listados na decisão deverão indicar seus representantes à chefia de Gabinete até as 15h de terça-feira (4).

Na chamada ADPF das Favelas, o Supremo determinou, em abril deste ano, uma série de regras para reduzir a letalidade policial no Rio de Janeiro. A corte determinou a necessidade imperiosa de preservação de quaisquer vestígios relacionados à materialidade de operações policiais com vítimas fatais, bem como de execução de perícia efetiva e independente.

Na ocasião, as medidas foram classificadas como “malditas” por Castro e, segundo o governador, são responsáveis pelo avanço do crime organizado.

*AE
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil


Ministro apura se houve irregularidades na megaoperação policial realizada no estado

Alexandre de Moraes, ministro do STF Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Encarregado da relatoria da ADPF das Favelas, o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes viaja ao Rio de Janeiro nesta segunda-feira (3) para uma audiência com o governador do estado, Cláudio Castro (PL). O objetivo é apurar se houve irregularidades na megaoperação policial que deixou 121 mortos nos Complexos da Penha e Alemão na última terça (28).

O encontro será realizado no Centro Integrado de Comando e Controle da Polícia Militar, no RJ, a partir das 11h. Além de Castro, também serão ouvidos o secretário de Segurança Pública do Estado, Victor Cesar Carvalho dos Santos; o comandante da Polícia Militar do Rio, Marcelo Nogueira; o delegado-geral da Polícia Civil, Felipe Curi; e o diretor da Superintendência-Geral de Polícia Técnico-Científica, Wladimir Reale.

Moraes requer que eles prestem esclarecimentos sobre como foi definida o grau de força considerada adequada, o uso de câmeras corporais nos agentes e em viaturas policiais, a confirmação sobre o número oficial de mortos, feridos, detidos, a quantidade de agentes envolvidos e a assistência dada às vítimas e famílias.

Também determinou a entrega de um relatório com detalhes sobre a operação e que o governo estadual comprove que obedeceu os termos da ADPF (Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental), que estabeleceu regras para diminuir a letalidade policial no Rio.

Na parte da tarde, Moraes ouvirá ainda o presidente do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), Ricardo Couto; o chefe do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), Antonio Moreira; e o defensor Público Geral do Estado do Rio de Janeiro, Paulo Vinícius Abrahão.

Moraes assumiu temporariamente a relatoria da ADPF após a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso. A ação será entregue ao magistrado que substituir Barroso.

Informações Pleno News


Apesar da declaração, o presidente americano negou a possibilidade de uma guerra entre EUA e Venezuela

Foto: White House Archived

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou no domingo (2) que duvida da possibilidade de seu país entrar em guerra com a Venezuela, mas reforçou que o regime de Nicolás Maduro no controle da nação sul-americana “tem os dias contados”. As falas ocorreram durante uma entrevista ao programa 60 Minutes, da rede americana CBS.

“Eu duvido. Eu não acho”, respondeu Trump, ao ser questionado sobre a possibilidade de guerra. “Mas eles têm nos tratado muito mal”, ponderou.

Trump voltou a confirmar que autorizou a Agência Central de Inteligência (CIA) americana a realizar ações secretas na Venezuela, o que reforça a leitura de que Washington mantém pressão híbrida sobre o governo Maduro, combinando operações militares, sanções econômicas e medidas de inteligência.

“Eu diria que sim. Acho que os dias dele estão contados”, respondeu Trump, quando questionado se Maduro ainda permaneceria no poder.

Ao ser indagado sobre a possibilidade de ataques em terra, o presidente evitou confirmar ou negar: “Eu não falo com repórteres sobre se vou atacar ou não a Venezuela.”

Apesar disso, ele acrescentou que o envio do porta-aviões USS Gerald Ford para Mar do Caribe, nas proximidades da Venezuela, não é necessariamente um prelúdio de intervenção, mas um movimento estratégico: “O porta-aviões tem que estar em algum lugar. É grande.”

“A Venezuela, em particular, tem sido ruim. Eles têm gangues, o Tren de Aragua — o mais violento do mundo.”

As declarações surgem em meio à escalada nas tensões entre os dois países, com os EUA tendo realizado 15 ataques a embarcações suspeitas de tráfico de drogas nas últimas semanas no Mar do Caribe, como parte de uma ofensiva naval de Washington contra o narcotráfico.

O governo americano acusa Maduro de liderar o Cartel de los Soles, recentemente classificado por Trump como uma organização terrorista internacional. O presidente venezuelano, por sua vez, nega qualquer ligação com o tráfico de drogas e classifica os ataques americanos como uma violação da soberania da Venezuela.

Informações Bahia.ba


Fundação ligada ao Ministério da Saúde firmou contrato com laboratório privado sem licitação

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EMS lança canetas para obesidade e diabetes feitas no Brasil | Foto: Divulgação/EMS

O acordo entre a Farmanguinhos, unidade da Fiocruz, e a farmacêutica EMS garantiu ao governo federal uma parceria para fabricar um novo tipo de caneta emagrecedora. Contudo, segundo o portal Metrópoles, o contrato de cinco anos favoreceu o laboratório que apresentou o maior preço entre as opções avaliadas.

A EMS superou a Biomm, sua única concorrente, mesmo tendo recebido nota inferior no quesito custo. A vantagem veio do fato de já ter solicitado o registro do medicamento à Agência Nacional de Vigilância Sanitária, embora o processo ainda não estivesse concluído. O contrato prevê que o prazo de vigência comece com o fornecimento do primeiro lote ao Ministério da Saúde, criando um vínculo direto com a pasta, sem licitação formalizada.

Ao Metrópoles, o Ministério da Saúde afirmou que não participou da negociação e negou compromisso de compra do novo tipo de caneta emagrecedora, apesar de a previsão constar no Diário Oficial da União. Em agosto, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde rejeitou incluir o medicamento na rede pública.

Canetas emagrecedoras de outros Estados foram rejeitadas antes do anúncio

Meses antes da escolha da EMS, o Ministério da Saúde havia descartado propostas de laboratórios ligados aos governos de São Paulo e de Goiás. As ofertas, apresentadas por meio das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs), foram feitas pela Fundação para o Remédio Popular e pela Indústria Química do Estado de Goiás.

O Ministério da Saúde rejeitou ambos os projetos, alegando que eles não cumpriam exigências técnicas. A pasta cita a falta de transferência de tecnologia e a inclusão irregular de empresas terceiras.

Modelo de parceria simplificado substituiu rito formal

O edital publicado pela Farmanguinhos em novembro de 2024 previa a celebração de uma PDP ou de um Programa de Desenvolvimento e Inovação Local, modalidades que passam por maior controle do Tribunal de Contas da União. No entanto, o contrato com a EMS foi formalizado como “parceria para pesquisa, desenvolvimento e inovação”, um formato mais flexível e menos rigoroso.

A Fiocruz informou que pretende submeter o acordo à avaliação do Ministério da Saúde na próxima chamada pública de PDPs. Ainda assim, defendeu a ideia de que a proposta da EMS, embora mais cara, seria mais vantajosa para a administração pública.

Informações Revista Oeste


O investimento em publicidade política nas redes sociais cresce e torna a União o maior financiador de conteúdo impulsionado no Facebook e Instagram

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O presidente Lula, durante um evento na Petrobras | Foto: Ricardo Stuckert/PT

O governo Lula tem ampliado o uso de influenciadores digitais para divulgar suas ações e fortalecer sua imagem, com o objetivo de alcançar diferentes segmentos da população. Essa prática, semelhante à adotada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Partido dos Trabalhadores (PT), intensificou-se no segundo semestre, quando produtores de conteúdo de estilos variados foram contratados para disseminar informações sobre políticas públicas e, em muitos casos, adotar posturas favoráveis à esquerda e críticas à direita.

O investimento em publicidade nas redes sociais cresce de forma expressiva, tornando o Governo Federal o principal financiador de conteúdo impulsionado sobre política na plataforma Meta, responsável pelo Facebook e Instagram. Em setembro, os gastos chegaram a R$ 8,4 milhões em anúncios, volume 360% maior que os R$ 4,7 milhões registrados nos dois meses anteriores.

Oposição questiona contratos e transparência

Esse aumento nas despesas gerou questionamentos da oposição, que cobrou da Secretaria de Comunicação explicações sobre o real propósito dos contratos, principalmente em meio à análise do projeto que propõe isenção do Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5 mil. Até o momento, a Secom não respondeu aos pedidos de esclarecimento sobre critérios, valores ou períodos dos acordos com influenciadores.

Entre os nomes escolhidos, há perfis que tratam de temas cotidianos, cultura regional e humor, sem menções explícitas à política, como o publicitário Paulo Victor “PV” Freitas e a atriz Isis Vieira, conhecidos por conteúdos sobre o Nordeste e o Norte, conforme noticiou o jornal Gazeta do Povo. Outros influenciadores preferem comentar questões políticas e econômicas do momento, adotando tom analítico, mas deixando suas posições ideológicas menos evidentes. Uma parcela significativa já apoiava o governo antes das parcerias ou mantinha postura crítica em relação à direita.

Os laços entre governo e influenciadores não se restringem às postagens patrocinadas. Alguns deles também colaboram com o Instituto Conhecimento Liberta (ICL Notícias), site de viés progressista. Em setembro, participaram do evento “Desperta 2025 – A Revolução Necessária”. Na semana passada, parte desse grupo esteve em um encontro promovido na Usina Binacional de Itaipu, ação organizada pelo governo federal.

Estratégia se alinha a outros órgãos e partidos

A aproximação com influenciadores segue tendência dos últimos meses, como observado no convite do STF, que em agosto reuniu 26 criadores de conteúdo em Brasília, e no seminário PTech, realizado em outubro pelo PT, com o objetivo de aprimorar a atuação do partido nas redes sociais.

Lauany Schultz, especialista em Direito do Estado, possui 170 mil seguidores no Instagram. Inicialmente, publicava conteúdos sobre leitura, feminismo e comportamento, com críticas ao governo anterior. Atualmente, é parceira do ICL e divulga programas como Luz para Todos e o PL 1087/2025, que trata da isenção do IR. Suas críticas recentes a líderes religiosos e influenciadores cristãos a tornaram mais conhecida. Em relação a Lula, depois de um comentário polêmico, afirmou: “um senhor de 80 anos que às vezes acaba extrapolando, mas precisa se atualizar”, completando que mantém respeito às mulheres.

Carolline Sardá, publicitária catarinense de 28 anos, destaca-se por abordar temas feministas e direitos das mulheres, além de pautas progressistas como a defesa do aborto e críticas à direita. Desde março, passou a comentar polêmicas do momento em vídeos e, em seguida, foi contratada para divulgar o Luz para Todos.

Influenciadores progressistas ampliam alcance das políticas do governo Lula

Laura Sabino, criadora de conteúdo e autodeclarada marxista, soma 618 mil seguidores e utiliza suas redes para defender ideias progressistas, indicar livros e abordar temas políticos, sempre com crítica à direita. Ela já colaborou com o MST de Minas Gerais e o Sindipetro do Espírito Santo e participou de eventos como o Cria G20 e o G20 Social, além de apoiar propostas como mudanças no Imposto de Renda.

Thiago Foltran mantém um canal dedicado a políticas públicas de esquerda, com vídeos em defesa do governo e críticas à direita, especialmente a Nikolas Ferreira (PL-MG). Ele já manifestava apoio ao governo antes de ser contratado para promover o Luz para Todos e a isenção do IR. Em uma publicação, criticou um caso de nepotismo que envolvia o repasse de R$ 400 mil do PT ao filho do presidente do partido.

Beatris Brantes, atriz que ganhou notoriedade com vídeos de humor, já realizou publicidades para marcas como iFood, Bis e Itaú, além de ter participado de campanhas com o STF e, posteriormente, com o governo federal. Em uma interação, respondeu sobre o ministro Alexandre de Moraes: “É sim, e digo mais. A careca dele é tão hidratada e aparentemente macia que o brilho que reluz dela não é de oleosidade, é de hidratação”,. Ao ser questionada sobre Michelle Bolsonaro, afirmou: “Eu prefiro nadar no Tietê de boca aberta”, disse Beatris Brantes.

Martina Giovanetti, estudante de Relações Internacionais da Unifesp e natural de Belo Horizonte, produz conteúdos sobre geopolítica, economia e educação. Ela utiliza linguagem acessível para tratar de temas como o sistema eleitoral dos EUA e crises internacionais e já publicou um e-book sobre o Brics e lançou um podcast. Desde 2023, seus vídeos destacam acontecimentos internacionais sob perspectiva favorável ao governo Lula (PT-RS), mantendo posicionamento crítico à gestão anterior.

Informações Revista Oeste


Batizado de 04_A06, anticorpo bloqueia acesso do vírus às células e pode ajudar no tratamento e prevenção da infecção

Cientistas alemães descobrem anticorpo que neutraliza 98% das variantes do HIV

Cientistas alemães identificaram um novo anticorpo capaz de neutralizar o HIV, vírus que já matou mais de 44 milhões de pessoas desde 1981, quando foi detectado pela primeira vez.

A equipe analisou amostras de sangue de 32 pessoas com HIV que desenvolveram, por conta própria e sem intervenção médica, uma resposta de anticorpos ampla e eficaz contra o vírus.

Entre mais de 800 anticorpos testados, um se destacou: o 04_A06. Ele bloqueia a área em que o HIV se liga às células, impedindo sua reprodução e evitando que o vírus enfraqueça o sistema imunológico.

Os pesquisadores afirmam que a descoberta pode ajudar pessoas já infectadas, uma vez que o anticorpo bloqueia o acesso do vírus às células. Eles também acreditam que ele possa prevenir novas infecções, funcionando como uma imunização passiva, quando os anticorpos são inseridos no corpo, e não produzidos por ele, como nas vacinas.

Em testes com camundongos, o 04_A06 neutralizou 98% das quase 340 variantes do HIV analisadas. A próxima etapa é avaliar o desempenho do anticorpo em testes com humanos.

Se os resultados forem positivos, os cientistas acreditam que o 04_A06 poderá marcar um novo capítulo na luta contra o HIV.

Informações Metro1