
Durante evento de campanha em São Paulo, neste sábado (22), o presidente Jair Bolsonaro afirmou que “não se pode admitir censura”. Ele se referiu à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proibiu a Jovem Pan de falar sobre a situação jurídica do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Ao conceder direito de resposta ao petista na programação da emissora, o TSE determinou que os comentaristas da empresa se refiram a Lula como “descondenado” e “ex-presidiário”. A determinação foi vista como censura por entidades de imprensa e gerou controvérsia entre os especialistas.
“Hoje, a população acordou para a importância da liberdade. Um homem e uma mulher sem liberdade não vivem. Não podemos admitir censura em nosso país. Ontem, quando cheguei para a sabatina, já que o ladrão fugiu, o descondenado escafedeu-se, o chefe de organização criminosa resolveu não aparecer, nós nos apresentamos”, disse Bolsonaro.
O chefe do Executivo realiza comício em Guarulhos e no fim da tarde pretende participar de uma live com a presença de políticos, atletas e demais apoiadores. “Hoje, a água da censura bateu na bunda de toda a imprensa brasileira. Imprensa tem que ter liberdade, até para errar. Imprensa calada é o pior que pode acontecer na democracia”, completou o presidente.
Bolsonaro afirmou que se for reeleito vai atuar para garantir a liberdade de imprensa. “Haverá maior independência entre os Poderes. Nós não queremos atrito, mas não podemos permitir que nossa liberdade continue sendo açoitada”, destacou.
*Foto: Evaristo Sá
*R7

Nesta sexta-feira (21) o projeto Saúde na Comunidade realizou 235 atendimentos no Shopping Popular. A iniciativa é da Prefeitura de Feira, por meio da Secretaria Municipal de Saúde.
Adultos e crianças que passaram pelo local aproveitaram o momento para atualizar a caderneta de vacinação. Entre os imunizastes disponibilizados estão os contra paralisia infantil (Poliomielite), Covid, febre amarela, meningite C e difteria e tétano (DT).
A população também teve acesso a testes rápidos para detecção de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), exame para diagnóstico da Covid e atendimento clínico geral.
*Secom

O presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera a corrida pela presidência da República no estado de Minas Gerais, segundo pesquisa eleitoral Futura Inteligência, encomendada pelo banco Modal e divulgada nesta sexta-feira, 21.
Em Minas Gerais, onde o ex-presidente Lula venceu no primeiro turno, o petista aparece em segundo lugar nas intenções de voto com 46,5% dos votos válidos. Neste recorde feito entre os eleitores mineiros, Bolsonaro tem 53,5%.
Para a pesquisa, foram ouvidas 1.200 pessoas entre os dias 17 e 19 de outubro. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-04613-2022.
Veja o relatório:
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Créditos: Exame

A guerra entre Rússia e Ucrânia se intensificou nas últimas semanas, com novos ataques aéreos, explosões e acusações de crimes de guerra dos dois lados. O aumento da tensão reflete diretamente em temores por parte do mercado, que age com cautela em razão de dependências energéticas da Europa com os russos, de investidas mais intensas contra países do Ocidente e por conta das ameaças nucleares.
Um dos pontos que os países têm focado recentemente é a destruição da infraestrutura do inimigo. A ponte que liga a Crimeia à Rússia foi destruída no início do mês, o que levou a retaliações por parte de Moscou. A Rússia também destruiu 30% das usinas de energia e água da Ucrânia, segundo o presidente Volodymyr Zelensky. Mas foi o repentino rompimento dos gasodutos Nord Stream 1 e Nord Stream 2, as maiores rotas para o gás russo para a Europa, que preocuparam o Ocidente.
Uma investigação preliminar de danos indicou que as danificações ocorreram por conta de “explosões poderosas”, mas o Kremlin nega ter sido o autor dos vazamentos e disse que as investigações foram montadas com a intenção de culpar falsamente a Rússia. Seja como for, fato é que os europeus vão enfrentar um inverno em meio às retaliações russas de corte de energia.
“A Rússia teve as relações econômicas cortadas com os países da Europa, e devido ao que já foi feito acho difícil essa relação voltar nas próximas décadas. Mas a Europa vai conseguir enfrentar relativamente bem esse inverno, conseguiu se precaver a tempo e acumular energia o suficiente”, disse Roberto Attuch, CEO e fundador da OHM Research.
Segundo ele, o fornecimento de gás aos europeus é mais preocupante a partir do próximo inverno, em 2023. A participação da Rússia nas importações de gás natural do bloco caiu de 36% em outubro passado para apenas 9% um ano depois, mostram dados da empresa de pesquisa Wood Mackenzie.
Para Leonardo Trevisan, professor de geoeconomia internacional da ESPM, os impactos do alongamento da guerra fazem parte da estratégia de Vladimir Putin, que arrasta o conflito até um ponto no qual a Europa passa a encarar a realidade de não poder contar com as importações russas.
“Os impactos no mercado internacional vão acontecer com a distância da mesa de negociações. Isso porque conforme o inverno europeu se aproxima, o preço da energia não vai ter nenhuma atenuação. Os países conseguiram gás suficiente para manter as casas iluminadas e aquecidas, mas não é possível abastecer a indústria na conjuntura atual”, destacou.
Em meio às relações cada vez mais estremecidas, o professor acrescentou que até o próximo inverno os países europeus devem buscar soluções para conseguirem abastecer sua indústria.
“Manter as residências plenamente em ordem não significa recuperar o gás necessário para a indústria. E com as restrições por conta guerra o gás pode chegar a preços estratosféricos, o que automaticamente impede que essas fortes indústrias europeias, como a alemã, britânica e francesa, consigam ser minimamente competitivas”, argumentou.
Petróleo
O petróleo deve acabar impactado pelos conflitos entre a Rússia e os países do Ocidente, segundo os especialistas. Isso porque os russos estão entre os três maiores produtores de petróleo do mundo, somente atrás de Estados Unidos e Arábia Saudita. Com isso, o país do leste europeu tem um grande poder de barganha à medida que a commodity sobe.
No início de outubro, a Organização dos Países Exportadores (Opep+), liderada pela Arábia Saudita e Rússia, anunciou que vai cortar a produção do petróleo em 2 milhões de barris por dia (bpd) a partir de novembro, reduzindo a oferta no mercado.
“Eu acho que isso vai pressionar mais a commodity neste fim de ano, não vejo o petróleo ficando abaixo de US$ 80,00 o barril com a oferta menor, a não ser que o mundo tenha notícias piores sobre a economia global, como um impacto de recessão maior que o esperado”, afirmou Roberto Attuch.
Após a decisão da Opep+, os Estados Unidos prometeram responder à atitude, vista como desafiadora. O presidente norte-americano Joe Biden fez uma intensa campanha para dissuadir seus aliados árabes do corte antes da decisão, que aparentemente não levou em consideração os interesses estadunidenses.
“Estamos voltando a um período de hostilidade prolongada entre a Opep e os EUA”, disse David Goldwyn, que trabalhou em assuntos internacionais de energia nos departamentos de Energia e Estado durante os governos Clinton e Obama.
“Um corte de produção deste tamanho – quando a inflação está devastando o crescimento global e a Europa está lutando para acessar oferta alternativa diante da agressão da Rússia contra a Ucrânia – é uma declaração de guerra econômica e diplomática”, pontuou Goldwyn.
O resultado da decisão de cortar a produção de petróleo pode recair sobre o Brasil, conforme observou Leonardo Trevisan. “Com a produção menor, a commodity deve voltar a ser negociada a preços extremamente altos como vimos no começo do ano. Seguindo o mercado internacional, nossa gasolina será diretamente impactada, voltando a subir na bomba fortemente”, pontuou o especialista.
Reconstrução
Este ano será catastrófico para a Ucrânia em termos de crescimento. As projeções do FMI e do Banco Mundial são de que o país encolha cerca de 35% em 2022. O Banco Mundial destaca ainda que as necessidades de recuperação e reconstrução nos setores social, produtivo e de infraestrutura, são estimadas em cerca de US$ 349 bilhões, o que é mais de 1,5 vezes o tamanho da economia da Ucrânia em 2021, antes da guerra estourar.
Para conseguir angariar esse valor bilionário, o presidente Volodymir Zelensky se reuniu em setembro com Laurence D. Fink, chefe da BlackRock, a maior gestora do mundo que supervisiona um total de US$ 8,5 trilhões investidos pelo mundo.
O encontro foi feito para o fornecimento de “aconselhamento pro bono” da gestora ao governo ucraniano sobre como eles poderiam restaurar a economia por meio de um fundo.
“A atratividade de investimento do nosso país é de particular importância. É importante para mim que uma estrutura como esta seja bem sucedida para todas as partes envolvidas. Somos capazes e queremos restaurar um clima normal de investimento”, disse Zelensky, na ocasião.
De acordo com o Wall Street Journal, o Ministério das Finanças da Ucrânia tem entrado em contato com grandes empresas de Wall Street para financiar sua reconstrução. O intuito é conseguir investidores que aceitem realizar empréstimos com “férias de dívida” – basicamente um período mais longo para o pagamento das obrigações, com o objetivo de conseguir recursos no curto prazo sem precisar se preocupar de imediato com a quitação da dívida.
Mercados globais despencam
Os mercados despencaram logo após a Rússia invadir a Ucrânia e iniciar o conflito, em 24 de fevereiro deste ano. De lá para cá, as principais bolsas de valores do mundo registram variações negativas, algumas delas com recuos em mais de 10% no período.
De acordo com levantamento da Austin Rating feito para o CNN Brasil Business, os três principais índices do mercado americano são exemplos da aversão a risco dos investidores desde que a guerra começou. O Nasdaq registra queda de 20,73% de 24 de fevereiro até 19 de outubro, enquanto o S&P 500 caiu 13,84% e o Dow Jones, 8,42%.
Os mercados asiáticos também apresentam queda significante no período. Hong Kong (-27,90%), Taiwan (-26,25%), Coreia do Sul (-15,53%) e Singapura (-7,89%) viram seus mercados acionários despencarem desde que as tropas russas invadiram o território ucraniano. Já os dois principais índices da China, SZSE e CSI 300, tiveram queda de 16,79% e 16,62%, respectivamente.
O levantamento contou com 80 países ranqueados, mas no gráfico acima só foram indicadas as variações das principais bolsas internacionais, para ilustrar o movimento dos investidores nos índices que mais movimentam capital.
“As consequências do acirramento da guerra são as piores possíveis, pois só acelera a perspectiva de crise na Europa e nos Estados Unidos. Tem um risco de preço dos combustíveis se o petróleo disparar, enquanto o gás também deve subir muito para a Europa com a Rússia fora das negociações”, destacou Alex Agostini, economista-chefe da Austin Rating.
“A situação preocupa bastante com esse acirramento, e os mercados acabam sendo impactados por isso. Temos perspectiva de crescimento menor, portanto menos lucro por parte das empresas e então o preço das ações acaba diminuindo”, explicou.
Mesmo com o cenário adverso, o Ibovespa encontrou espaço para recuperação, apoiado nas perspectivas positivas para as commodities. O principal índice da bolsa de valores brasileira teve alta de 4,20% no período, o único com variação positiva ao comparar com os índices americanos, asiáticos e da União Europeia.
Créditos: CNN.

As intenções de voto nas eleições para governador —que terão segundo turno em 12 estados— apontam para um “empate” entre os candidatos ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Dos favoritos nas principais pesquisas, cinco apoiam a reeleição do atual chefe de governo, cinco estão alinhados ao petista, e outros dois declararam neutralidade.
Os dados são de um levantamento feito pelo UOL Notícias nas pesquisas mais recentes dos institutos Ipec, Datafolha e Real Time Big Data.
As sondagens mostram que o candidato que apoia Bolsonaro é favorito para vencer em Amazonas, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Santa Catarina e São Paulo.
Já Lula tem a adesão dos líderes nas sondagens em Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba e Sergipe.
Em outros dois estados, Pernambuco e Rio Grande do Sul, os favoritos na intenção de voto não apoiam nem o candidato do PT nem o do PL na corrida presidencial.
Os Institutos Ipec e Real Time Big Data publicaram, nos últimos dias, pesquisas nos 12 estados onde haverá segundo turno. Já o Datafolha fez o levantamento apenas em São Paulo.
Os números usados no levantamento são os de votos válidos, que excluem brancos, nulos e indecisos. As pesquisas têm margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. A única é exceção é em São Paulo, onde as sondagens de Ipec e Datafolha têm margem de erro de dois pontos.
Confira como estão as pesquisas em cada estado:
Onde os favoritos apoiam Bolsonaro? Os estados onde o líder nas pesquisas é bolsonarista estão divididos entre todas as regiões do país, exceto o Nordeste. Em São Paulo, o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos) leva vantagem sobre Fernando Haddad (PT).
Em Rondônia, os institutos têm apontado empate técnico entre o atual governador Marcos Rocha (União) e o senador Marcos Rogério (PL), ambos apoiadores do presidente. O mesmo ocorre no Mato Grosso do Sul, onde Capitão Contar (PRTB) e Eduardo Riedel (PSDB) estão ambos alinhados com o chefe do Executivo.





Onde os favoritos apoiam Lula? Líder de votos no Nordeste, Lula tem o apoio de quatro candidatos que estão à frente nas pesquisas em seus estados na região: Paulo Dantas (MDB) em Alagoas, Jerônimo (PT) na Bahia, João Azevêdo (PSB) na Paraíba e Rogério Carvalho (PT) no Sergipe.





Onde os favoritos declararam neutralidade? Em apenas dois estados, Pernambuco e Rio Grande do Sul, o líder nas pesquisas declarou neutralidade na disputa entre Lula e Bolsonaro. Ambos são do PSDB: Raquel Lyra (PE) e Eduardo Leite (RS).
Estas unidades da federação são as únicas em que as pesquisas apontam uma virada do candidato que ficou em 2º lugar no primeiro turno.


Informações UOL

O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), comentou sobre o orçamento secreto na sabatina realizada nesta sexta-feira, 21 pelo SBT em parceria com Estadão, Rádio Eldorado, CNN, Veja, Terra e Rádio Nova Brasil. Durante a entrevista, o presidente explicou que, por não ter entregado ministérios e estatais como os governos anteriores, o parlamento buscou uma maneira de participar do orçamento. Bolsonaro, contudo, frisou que a iniciativa não foi do executivo, e sim do legilativo e afirmou que “o orçamento não é secreto, secreto é o nome dos parlamentares”.
“Agora, deixo bem claro, a adesão final de leis não é minha. Porque eu vetando qualquer coisa, a última palavra é do parlamento no tocante a manter ou derrubar o veto. O orçamento secreto, com todo o respeito, não é secreto, e foi criado lá na gestão do senhor Rodrigo Maia”, respondeu o presidente ao ser questionado sobre o assunto.
Veja o vídeo a seguir:
Informações TBN

O concurso público da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) acontece neste domingo (23), nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Barreiras, Ilhéus, Paulo Afonso e Vitória da Conquista.
A avaliação terá duração de quatro horas, será dividida em duas partes – objetiva e discursiva – e sua aplicação ocorre em períodos diferentes, dependendo do cargo almejado.
É imprescindível que os inscritos consultem o local e o horário de realização das provas. Estes dados estão disponíveis no Cartão de Informação do Candidato, no site do Instituto AOCP, organizador do concurso.
Aqueles que têm interesse nas vagas de agente administrativo e operador de processos de água e de esgoto, técnico em eletrotécnica e técnico em segurança do trabalho, farão a prova pelo período da manhã. O portão de acesso será aberto às 7h e fechado às 8h.
Já os candidatos que buscam por outros cargos devem realizar a prova pelo período da tarde. O portão de acesso será aberto às 13h30 e fechado às 14h30.
Ao todo, 930 vagas estão sendo ofertadas pela empresa, e a previsão é que elas sejam distribuídas em 167 municípios baianos.
Informações Bahia.ba

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta sexta-feira, 21, durante sabatina nos estúdios do SBT, que não trabalhará pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “Não pretendo”, ressaltou o chefe do Executivo, ao ser interpelado pelo jornalista Carlos Nascimento. “Isso compete exclusivamente ao Senado Federal.”
Bolsonaro disse ainda que não pretende aumentar o número de ministros na Suprema Corte. “Há uma crescente de críticas ao Supremo”, observou. “Parei, no tocante a isso.”
Em agosto do ano passado, o chefe do Executivo criticou a decisão do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSG-MG), que decidiu não dar prosseguimento ao pedido de impeachment de Moraes. “O presidente do Senado entendeu e acolheu uma decisão da sua advocacia, da advocacia do Senado”, disse Bolsonaro, em entrevista à Rádio Jornal, de Pernambuco. “Agora, quando chegou uma ordem do ministro Luís Roberto Barroso para abrir a CPI da Covid, ele mandou abrir. E ponto final. Ele agiu de maneira diferente daquela do passado.”
Bolsonaro participa da sabatina organizada pelo grupo de mídia formado por CNN, SBT, Estadão/Rádio Eldorado, Terra, Veja e Novabrasil FM. A entrevista teve início às 21h30 desta sexta-feira.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adversário do atual chefe do Executivo, não compareceu ao evento. Ao justificar sua ausência, o petista alegou “incompatibilidade de agendas”. Por isso, Bolsonaro será sabatinado por 60 minutos.
Informações

O Concurso 2.532 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (22) à noite em São Paulo, deve pagar o prêmio de R$ 100 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio será às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.
O último concurso (2.531), quinta-feira (20), não teve ganhador e o prêmio ficou acumulado para hoje. Foram sorteadas as dezenas 01 – 05 – 18 – 49 – 55 e 56.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.
Informações Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PL) fará, neste sábado (22), a partir das 17h, uma superlive com a presença de vários apoiadores de peso.
Está confirmada a presença do jogador Neymar, do Paris Saint Germain e da Seleção Brasileira, do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), do senador eleito Sergio Moro (Podemos-PR), Tarcísio de Freitas e pastor Silas Malafaia.
A previsão de duração da live é de 22 horas.
Bolsonaro anunciou que participará da 1ª hora, que continuará com a participação de aliados e personalidades que apoiam a reeleição do chefe do Executivo.
“Teremos uma ‘super-live’. Pode ter certeza, bateremos o recorde mundial de participação. Presentes, obviamente, o presidente da República, o nosso Neymar, Sergio Moro, governador Zema, Tarcísio candidato em São Paulo, líderes religiosos, Silas Malafaia, entre tantas e tantas outras pessoas. Eu participarei da primeira hora da live, ela durará 22 horas. Participe, pelo menos no começo, é muito importante, vamos ouvir o Neymar, personalidades do Brasil todo”, disse Bolsonaro em suas considerações finais na entrevista ao SBT e ao pool com outros 5 veículos de imprensa: CNN Brasil, Estadão/Eldorado, Veja, Rádio Nova Brasil e Terra. Com a ausência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao debate previsto, a emissora e os demais veículos optaram por fazer uma entrevista com o atual presidente.
Informações Jornal da Cidade