
A ministra Maria Isabel Gallotti, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou que sejam removidas 23 postagens de redes sociais do perfil do candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e de apoiadores em que afirmam que o governo Bolsonaro teria a intenção de reduzir o valor do salário mínimo, de aposentadorias, de pensões e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).
A ministra analisou pedido da campanha à reeleição do presidente Jair Bolsonaro, que afirmou à Corte Eleitoral que as afirmações surgiram a partir de “trechos gravemente distorcidos e descontextualizados de uma fala do ministro da Economia Paulo Guedes”.
Na decisão, Gallotti apontou que o Ministério da Economia informou que o salário mínimo e aposentadorias vão subir, no mínimo, de acordo com a inflação. Por isso, concluiu que houve divulgação de informação falsa.
“No caso em exame, verifico a divulgação de informação falsa a respeito de tema revestido de extrema relevância social, com aparente finalidade de vincular tais medidas drásticas ao Presidente da República, incutindo assim na mente do eleitor a falsa ideia de que os salários e aposentadorias não serão mais reajustados”, escreveu a ministra.
Além das postagens do perfil de Lula, serão retirados também conteúdos publicados nos perfis da presidente do PT, Gleisi Hoffman; do senador Humberto Costa; da deputada Jandira Feghali e Érika Kokay; da CUT Brasil e do PT e de perfis identificados como @thiagoresiste e @tesoureiros.
g1

Com os três estados com mais votos do país, o Sudeste foi o principal destino das viagens da campanha do segundo turno tanto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto do presidente Jair Bolsonaro (PL). O Nordeste aparece em seguida como região mais visitada pelos candidatos à Presidência da República.
A estratégia de focar no Sudeste foi definida logo após o resultado do primeiro turno —4 em cada 10 votos de todo país saem da região. Bolsonaro venceu com diferença entre 7 e 12 pontos percentuais em São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Lula ganhou apenas em Minas Gerais, com cinco pontos percentuais à frente
Segundo levantamento feito pelo UOL, Lula e Bolsonaro concentram os esforços em municípios da Grande São Paulo —que registra quase metade dos votos do estado. Em seguida, aparecem Minas Gerais e Rio de Janeiro, que abrigaram grandes comícios.
Nenhum dos dois candidatos, no entanto, fez eventos no Centro-Oeste após o primeiro turno —o atual presidente venceu em todos os estados dessa região.
Frustração. A campanha do PT esperava melhor desempenho de Lula entre o eleitorado paulista no primeiro turno —Bolsonaro ficou com 47,71% dos votos e o petista 40,89%. O ex-presidente chegou a dizer, logo após a apuração dos votos, que o estado seria o palco de um “confronto de ideais” e “programático” na campanha do segundo turno.
A polarização nacional se refletiu na disputa pelo governo estadual com o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), do lado de Lula, e Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro de Bolsonaro. O apoiador do presidente ficou em primeiro lugar no dia 2 de outubro, o que foi visto como um “grande trunfo” para a campanha presidencial governista.
A equipe de Lula avalia que a região pode ajudar a manter a vantagem que o petista tem sobre Bolsonaro.
Após o primeiro turno, o ex-presidente foi questionado por não ter marcado presença nas cidades do interior de São Paulo —onde perdeu na votação. Agora, na última semana de campanha, deve participar de atos em:
Apoio incondicional. Enquanto Lula tenta marcar presença em território paulista, Bolsonaro conseguiu firmar aliança com o governador de São Paulo Rodrigo Garcia (PSDB), derrotado na tentativa de se reeleger. O anúncio do tucano aconteceu dois dias após o primeiro turno.
Com a aliança selada, o presidente ganhou um palanque importante para o segundo turno —dois em cada 10 votos de todo o Brasil saem do estado.
Na última quinta-feira (20), Bolsonaro participou de um jantar no Palácio dos Bandeirantes e posou para fotos ao lado do governador com camisetas em verde e amarelo com o número 22 —o mesmo do presidente nas urnas.
A agenda foi marcada por diferentes simbolismos —um deles é que Bolsonaro foi recebido no mesmo espaço em que o então governador João Doria(sem partido) fez duras críticas à condução do presidente ao enfrentamento da pandemia de covid-19. No mesmo dia, Rodrigo subiu em um palanque com o candidato à reeleição para reafirmar seu apoio.
Com apoio de lideranças evangélicas, Bolsonaro não deixa de participar de cultos —no sábado (22), marcou encontro com autoridades religiosas da periferia de São Paulo. O presidente conta também com o engajamento da primeira-dama Michelle Bolsonaro. Na semana passada, ela realizou três eventos, na capital, em um único dia, para pedir votos.
Na briga por MG. O estado mineiro é um dos grandes palcos da disputa entre Bolsonaro e Lula. Tradicionalmente, o candidato à Presidência que ganha em Minas Gerais também ganha no Brasil —a última vez que o feito não se repetiu foi nas eleições de 1950, quando Getúlio Vargas foi eleito.
Lula venceu no estado no primeiro turno com 48,29% dos votos —contra 43,60% de seu adversário. Por outro lado, o atual chefe do Executivo conseguiu para o segundo turno o apoio do governador reeleito Romeu Zema (Novo), que evitou declarar seu posicionamento antes.
Reportagem do UOL mostrou que Zema tem dado conselhos para Bolsonaro sobre o eleitor mineiro. Evitar a defesa de pautas de costume é um dos exemplos. O governador reeleito também indicou quais regiões devem ser prioritárias na conquista de mais votos.
As agendas dos candidatos são focadas no interior de Minas, mas também na capital Belo Horizonte. No fim de semana, Lula passou por três municípios. O petista venceu em 630 cidades mineiras, já Bolsonaro conseguiu ficar em primeiro em 233.
Nordeste, na sequência. Enquanto Bolsonaro conseguiu a maioria dos votos do Sudeste, Lula venceu em todos os estados do Nordeste. A região é a segunda mais visitada pelos presidenciáveis na campanha do segundo turno.
O petista conquistou mais palanques políticos e o candidato à reeleição tem usado o espaço oferecido por lideranças evangélicas para conseguir votos de mulheres, indecisos e jovens. Michelle Bolsonaro fez um tour pela região e visitou nove cidades diferentes ao lado da senadora eleita Damares Alves (Republicanos-DF).
Pinga-pinga. Com agenda intensa, Lula chega a ficar rouco após discursos e já foi questionado por seu estado de saúde —o ex-presidente teve câncer na garganta e garante que está bem. Ele tem feito entrevistas coletivas nas cidades em que visita, além de trajetos em cima de caminhonete por ruas cheias e falas em cima de trios elétricos.
Bolsonaro chegou a passar por três estados no mesmo dia, em comícios mais rápidos e atos com evangélicos, principalmente —no sábado passado (15), esteve no Ceará, em Piauí e no Maranhão. Em 19 dias de segundo turno, ele esteve em 21 municípios fora de Brasília.
Informações UOL
Candidato a governador disse ainda que está “muito animado com o que tenho visto nos eventos em toda a Bahia”

O candidato ACM Neto (União Brasil) afirmou neste sábado (22) que, se fosse ele o governador, jamais teria a postura passiva de Rui Costa (PT) quando Camaçari perdeu a fábrica da Ford, no início de 2021. Neto realizou uma grande carreata na cidade, que durou quatro horas e meia, reuniu milhares de pessoas e reforçou a confiança dele na vitória, a uma semana do segundo turno.
“Se eu tiver a oportunidade de ser eleito, Camaçari vai ter um governador parceiro e amigo, que vai estar ao lado do povo desta cidade. Se eu fosse governador, jamais aceitaria o que Rui Costa aceitou, de ver, por exemplo, o fechamento da Ford sem reagir, sem fazer nada para manter a fábrica aberta e assim preservar os empregos da RMS e de todo o estado da Bahia”, disse Neto em entrevista na cidade.
Neto disse que tem sentido o desejo por mudança tomando conta dos eleitores. “A gente já começou a virada, estou muito animado com o que tenho visto nos eventos em toda a Bahia. Todo dia estamos fazendo três, quatro cidades de regiões diferentes da Bahia, que estão nos mostrando a nossa confiança na vitória. E é com essa confiança que nós vamos até o dia 30”, disse.
“Os baianos vivem muitos problemas, fruto de 16 anos deste mesmo grupo no comando da Bahia. É hora da mudança, eu não tenho dúvida que esse sentimento vai prevalecer. Nós vamos soltar o grito que está preso na nossa garganta há 16 anos. Peço ao povo de Camaçari que se junte a essa corrente com a convicção de que, com o nosso voto, a gente pode mudar o futuro da Bahia”, completou.
O prefeito Elinaldo Araújo (UB) recebeu Neto, ao lado do vice-prefeito Tude (UB) e de outras lideranças da cidade. A carreata reuniu milhares de pessoas no sábado à noite em Camaçari e, como outras que Neto participou em cidades da Bahia, ganhou ares de festa popular. O evento durou quatro horas e meia, percorrendo as principais vias da cidade.
Estavam presentes também os prefeitos Pitágoras (PP), de Candeias, Alberto Castro (PSDB), de Dias D’Ávila, Antônio Calmon (PP), de São Francisco do Conde, e Duda Leite (PSDB), de Pojuca. Além deles, deputados federais e estaduais que foram eleitos ou que ficaram como suplentes.
Neto destacou o bom trabalho de Elinaldo, apesar do boicote imposto pelo governo do estado desde que a oposição desbancou o PT, em 2016. “O prefeito vem fazendo um grande trabalho ao longo desses seis anos. Agora, esse trabalho pode ser ainda mais coroado, com realizações ainda mais importantes nos dois últimos anos, tendo conosco o apoio do governo do estado”, disse.
O candidato agradeceu pelo resultado que teve em Camaçari no primeiro turno, quando recebeu mais da metade dos votos. “Tenho certeza que nossa vantagem agora no segundo turno vai ser ainda maior. Eu tenho uma gratidão muito grande ao povo de Camaçari, que me ajudou a ser eleito três vezes deputado federal, e pela história que tive, representando essa cidade”, disse.

Nesta terça-feira (25), parte do mundo presenciará a Lua passando em frente ao Sol, em um eclipse solar parcial — o último de 2022.
Mas, infelizmente, ele não será visível do Brasil.
O fenômeno será visto em quase toda a Europa, em parte da Rússia, no Norte da África, no Oriente Médio, no Sudoeste asiático, na Índia e em um pedacinho da Groenlândia.
Ele começa no Oceano Atlântico, às 6h, e termina às 10h. O pico ocorre por volta das 8h.
Quem por acaso estiver viajando por algum dos lugares mais sortudos, poderá acompanhar o eclipse com seus próprios olhos.
Mas mesmo quem estiver por aqui poderá, de alguma forma, fazer isso.
Alguns observatórios pelo mundo irão transmitir o fenômeno ao vivo, na manhã de terça-feira.
Observatório Real Greenwich, do Reino Unido:
TimeandDate.com:
Cosmosapiens:
Dependendo de onde for observado, o eclipse é mais ou menos intenso.
No pico e do local mais bem posicionado (no caso, o polo norte, onde não há muitos observadores), o Sol será 82% bloqueado pela Lua — não será um alinhamento perfeito, por isso é um eclipse “parcial”.
Ou seja, vemos uma “fatia” do Sol, com um formato que parece uma Lua crescente, como se tivesse levado uma mordida.
Para observadores da Europa, da África e da Ásia, o Sol parecerá obscurecido em vários graus. Na Rússia, por exemplo, cerca de 80% do disco solar será coberto pela Lua; no oeste da China, 70%; na Noruega e Finlândia, 63% e 62%, respectivamente.
Eclipses solares acontecem quando a Lua passa na frente do Sol, do ponto de vista da Terra. Isso acontece entre duas e cinco vezes ao ano, sempre da fase da Lua nova — quando nosso satélite está entre a Terra e o Sol.
Um eclipse total, quando o Sol é 100% bloqueado, acontece aproximadamente a cada 18 meses.
Em 2023, há dois eclipses: um total, em 20 de abril (também não será visível do Brasil) e um anular, em 14 de outubro. Este, sim, poderemos testemunhar, com um lindo efeito de “anel de fogo” em volta do Sol.
Créditos: Portal UOL.

Roberto Jefferson (PTB) pode responder por vários crimes cometidos após o ataque que cometeu contra policiais federais neste domingo (23). É difícil prever quais acusações serão feitas pelo Ministério Público, mas alguns pontos podem ser aventados.
O professor de direito processual penal da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Matheus de Castro cita crimes como resistência, com pena de detenção entre dois meses e dois anos, e homicídio tentado, com possível qualificador de uso de explosivos, com pena de doze a trinta anos.
Fatores como possível reincidência, caso Jefferson tenha condenações anteriores, podem ampliar ou diminuir a pena de um a dois terços. “É muito teórico e difícil de prever, depende de vários fatores. Os motivos [de acusação] são muito graves, e o Ministério Público e o juiz leva em consideração várias circunstâncias para determinar a dosimetria [tempo de pena]”, explica.
O político de extrema direita Roberto Jefferson disparou mais de 20 tiros de fuzil e lançou duas granadas contra policiais federais, na manhã deste domingo (23). A Polícia Federal foi ao endereço do ex-deputado para cumprir uma ordem de prisão do STF (Supremo Tribunal Federal). O ministro Alexandre de Moraes afirma em sua decisão que Jefferson descumpriu medidas impostas anteriormente pelo tribunal.
Fontes que participam da apuração do caso afirmam que os disparos foram realizados logo no momento da chegada do carro no local.
A ordem do ministro e a operação ocorrem um dia após Jefferson xingar a ministra Cármen Lúcia, ministra do STF (Supremo Tribunal Federal), e a comparou a “prostitutas”, “arrombadas” e “vagabundas” em um vídeo publicado por sua filha Cristiane Brasil (PTB) nas redes sociais.
Após reagir e atacar os policiais, Jefferson divulgou vídeos para afirmar que não se entregaria à polícia e confirma ter atirado contra os policiais.
“Eu não vou me entregar. Eu não vou me entregar porque acho um absurdo. Chega, me cansei de ser vítima de arbítrio, de abuso. Infelizmente, eu vou enfrentá-los”, diz Jefferson em vídeo gravado dentro da casa do ex-deputado, em Comendador Levy Gasparian (140 km do Rio).
Sobre os tiros, um dos vídeos mostra o para-brisa do veículo da PF aparece estilhaçado. “Mostrar a vocês que o pau cantou. Eles atiraram em mim, eu atirei neles. Estou dentro de casa, mas eles estão me cercando. Vai piorar, vai piorar muito. Mas eu não me entrego”, afirma.
Créditos: Portal O Tempo.

O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse para a equipe de Jair Bolsonaro (PL) que o candidato ainda não ultrapassou Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas pesquisas eleitorais no estado por causa da desconfiança dos mineiros.A informação é da coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo. De acordo com Zema, os mineiros precisam de tempo para absorver a informação de que ele está apoiando Bolsonaro e que devem escolher reeleger o presidente apesar do voto em Lula no primeiro turno.
Para os bolsonaristas, o governador reeleito em Minas disse que a ultrapassagem de Bolsonaro no estado deve aparecer nas próximas pesquisas eleitorais.
Na última terça-feira (18/10), Jair Bolsonaro esteve em Juiz de Fora, na Zona da Mata, e valorizou a força política de Minas. O presidente também se mostrou confiante ao afirmar que o estado já “virou” a disputa à Presidência.
Zema anunciou o apoio a Bolsonaro dois dias depois do primeiro turno das eleições gerais, em 4 de outubro. O apoio de Zema a Bolsonaro é considerado pelo presidente como fundamental para tentar virar a disputa em Minas e no Brasil.
Bolsonaro ficou atrás de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em Minas Gerais no primeiro turno, com 43,6%. Lula recebeu 48,29%.
Informações Estado de Minas

O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) trocou tiros com a Polícia Federal (PF) neste domingo (23), durante o cumprimento de um mandado de prisão em sua casa, em Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, e acabou baleando um agente da corporação. Não há informações sobre o estado de saúde do policial.
O ex-parlamentar utilizou câmeras do circuito interno da casa para monitorar a movimentação da equipe, formada por três agentes, que estavam na porta do imóvel. De acordo com Jefferson, ele recebeu tiros e respondeu. O para-brisas do veículo da Polícia Federal foi estilhaçado pelos disparos.
Por que Jefferson foi preso? A ordem de prisão aponta o descumprimento de medidas cautelares por parte de Jefferson. Na decisão, Moraes pediu prisão, busca e apreensão e proibiu entrevistas..
A decisão ocorreu depois de Jefferson xingar a ministra Cármen Lúcia, do STF, e a comparar com “prostitutas”, “vagabundas” e “arrombadas” em uma publicação na internet. Ele estava proibido de usar as redes sociais, justamente por outra ordem de Moraes.
A gravação foi publicada no perfil da filha de Jefferson, a ex-deputada federal Cristina Brasil (PTB), que teve a conta suspensa hoje.
O ex-deputado gravou vídeos em que confirma ter reagido à prisão contra agentes da PF, em sua casa, e chegou a dizer que não iria se entregar.
“Chega de opressão, eles já me humilharam muito, a minha família. Mas eu não estou atirando em cima deles. Eu dei perto, eu não atirei neles. Eu não atirei em ninguém para pegar. Atirei no carro e perto deles. Eram quatro, eles correram, e eu falei: ‘sai porque eu vou pegar vocês’. Isso que vocês têm que saber. Eles vão vir forte e eu não vou me entregar. Chega. É muita humilhação”, disse ele em um dos vídeos.
Uma das medidas que ele deveria cumprir no período da prisão domiciliar é não publicar nas redes sociais.
Em nota, ‘injustiça’. Além dos vídeos, Roberto Jefferson divulgou uma nota. No texto, disse que a prisão domiciliar ocorreu por “decisão ilegal” e que “a injustiça todos os dias se renova sobre minha vida e da nossa família”.
O ex-deputado afirmou ainda que os “superministros” não querem que seus atos como servidores públicos sejam criticados “ainda que promovam injustiças, gerando todo tipo de transtornos na vida dos brasileiros e nenhum sentimento de indignação à eles seja dirigido. É literalmente inaceitável”, disse Jefferson.
O político criticou ainda a postura da OAB. “Nunca a Ordem dos Advogados saiu em minha defesa, para cumprimento da constituição ao qual jurou defendê-la”, disse. Porém, salienta que em menos 24 horas dos xingamentos contra a ministra, a OAB acabou se movimentando a favor da magistrada.
“O palavreado chulo de indignação, de um indivíduo injustamente anulado civilmente é mais grave que a decisão, firme e deliberada, de conspirar contra cláusula pétrea da Constituição da República? Indignação seletiva é disfarce para guerra ideológica, manipulação das massas, conforme bemassentou a digníssima e competente Magistrada, Dra. Ludmila Lins Grilo.”
O ex-deputado citou ainda os empresários que, em um grupo de Whatsapp, defenderam um golpe de Estado caso o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) seja eleito. Jefferson disse que a indignação dele se deve a ver outros brasileiros – como os empresários – passando por situações semelhantes a dele.
“Agora as vítimas são dignos jornalistas e veículos idôneos de nosso país. Tudo isso ocorre ‘às barbas’, do Senado Federal, OAB, Procuradoria-Geral da República”, disse Jefferson.
O político entende que as palavras dele “não produzem efeitos devastadores na vida de nenhum magistrado”, mas que “continuam realizando à mim, minha família e todos brasileiros supra citados, com suas malsinadas e ilegais decisões, comprometem toda a segurança jurídica Nacional”. O ex-deputado classificou a situação como “tirania”.
Informações Pleno News

Durante carreata no município de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador (RMS), o candidato ACM Neto (União Brasil), apareceu bastante animado e confiante no segundo turno, que acontece no dia 30 de outubro. Na oportunidade, o postulante ao Governo da Bahia ainda afirmou que tem sentido o desejo por mudança tomando conta dos eleitores.
“A gente já começou a virada, estou muito animado com o que tenho visto nos eventos em toda a Bahia. Todo dia estamos fazendo três, quatro cidades de regiões diferentes da Bahia, que estão nos mostrando a nossa confiança na vitória. E é com essa confiança que nós vamos até o dia 30”, disse.
Em entrevista na cidade, no sábado (22), Neto aproveitou para alfinetar o atual governador da Bahia, Rui Costa (PT). “Se eu tiver a oportunidade de ser eleito, Camaçari vai ter um governador parceiro e amigo, que vai estar ao lado do povo desta cidade. Se eu fosse governador, jamais aceitaria o que Rui Costa aceitou, de ver, por exemplo, o fechamento da Ford sem reagir, sem fazer nada para manter a fábrica aberta e assim preservar os empregos da RMS e de todo o estado da Bahia”, disse.
A carreata durou cerca de quatro horas e meia e reuniu milhares de pessoas, dentre elas estiveram presentes, o prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo (UB), os prefeitos Pitágoras (PP), de Candeias, Alberto Castro (PSDB), de Dias D’Ávila, Antônio Calmon (PP), de São Francisco do Conde, e Duda Leite (PSDB), de Pojuca. Além deles, deputados federais e estaduais que foram eleitos ou que ficaram como suplentes.
Neto também aproveitou a ocasião para agradecer o resultado que teve em Camaçari no primeiro turno, quando recebeu mais da metade dos votos. “Tenho certeza que nossa vantagem agora no segundo turno vai ser ainda maior. Eu tenho uma gratidão muito grande ao povo de Camaçari, que me ajudou a ser eleito três vezes deputado federal, e pela história que tive, representando essa cidade”, finalizou.
*Bahia.ba

A semana deve começar com tempo fechado na Bahia. De acordo com o Instituto Climatempo, a previsão é de chuvas intensas e rajadas de vento de até 60 km/h a partir desta segunda-feira (24). Em Salvador, assim como no sul e no leste do estado, os volumes de chuva podem passar de 150 mm, podendo ter a ocorrência de raios e trovoadas. Ainda segundo o Climatempo, o período de chuva mais intenso será entre segunda e quinta-feira (27).
A meteorologia aponta que, além do calor e da alta umidade que atuam nas condições climáticas, haverá também o chamado cavado meteorológico em altitude, que é a baixa pressão relativa e mais alongada, assim como a chegada de uma nova frente fria na costa baiana ainda no início da semana.
O Instituto Climatempo ainda alertou para a intensidade das precipitações nos próximos dias e a possibilidade de causar danos, como inundações e alagamentos, além de deslizamentos de terra. Nesta segunda-feira, a temperatura máxima prevista em Salvador é de 29ºC e a mínima é de 23ºC.
*Metro1
Foto: Gabriel Nascimento

O ex-deputado federal Roberto Jefferson (PTB) trocou tiros com a Polícia Federal (PF) neste domingo (23), durante o cumprimento de um mandado de prisão em sua casa, em Levy Gasparian, no Rio de Janeiro, e acabou baleando um agente da corporação. Não há informações sobre o estado de saúde do policial.
O ex-parlamentar utilizou câmeras do circuito interno da casa para monitorar a movimentação da equipe, formada por três agentes, que estavam na porta do imóvel. De acordo com Jefferson, ele recebeu tiros e respondeu. O para-brisas do veículo da Polícia Federal foi estilhaçado pelos disparos.
Informações Pleno News