
O presidente do Legislativo Feirense, vereador Fernando Torres (PSD), declarou na sessão ordinária desta terça-feira (29), que vai se afastar da Câmara a partir de 2023. O motivo não foi revelado pelo parlamentar, que apenas anunciou o nome do seu suplente, o pastor da Igreja Quadrangular, Ismael Bastos.
“Ano que vem eu não estarei aqui na Câmara defendendo o povo de Feira. Mas vai estar o vereador Ismael, que merece vir para esta Casa. Não terei condições de participar das discussões, porque estarei fora, e mais adiante falarei o que irei fazer”, disse.

Elon Musk, novo controlador do Twitter, acusou a Apple nesta segunda-feira, 28 de ameaçar a retirada do aplicativo da rede social da App Store — loja de aplicativos da empresa.
“A Apple também ameaçou retirar o Twitter de sua loja de aplicativos, mas não nos disse o motivo”, publicou Elon Musk na plataforma.
Hoje, o bilionário fez uma série de mensagens dirigidas à fabricante do iPhone. Em uma delas, ele disse que a empresa praticamente parou de anunciar no Twitter. “Eles odeiam a liberdade de expressão na América?”, questionou sobre.
Tim Cook, atual CEO da Apple, foi marcado na publicação. “O que está acontecendo aqui, Tim Cook?”, escreveu.
No fim de outubro, Elon Musk fechou concretizou a compra do Twitter. Ao anunciar a conclusão do negócio, ele afirmou que estava motivado a promover a liberdade de expressão.
“A razão pela qual eu adquiri o Twitter é porque eu acho ser importante para o futuro da civilização ter uma praça digital comum, em que uma ampla gama de crenças pode ser debatida de forma saudável, sem recorrer à violência”, informou. Ele garante que o negócio não foi motivado para ganhar mais dinheiro.
“Não fiz porque seria fácil, não fiz para ganhar mais dinheiro”, escreveu. “Fiz para tentar ajudar a humanidade, reconhecendo que o fracasso em perseguir esse objetivo, apesar de nossos melhores esforços, é uma possibilidade muito real.”
Informações Revista Oeste

O Partido Liberal, sigla do presidente da Jair Bolsonaro, divulgou nota na manhã desta terça-feira, 29, na qual afirma que vai adotar todas as medidas para preservar o direito à livre atividade partidária e outras liberdades previstas na Constituição Federal.
O PL se refere à decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, que bloqueou quase R$ 14 milhões encontrados nas contas do partido, como forma de recolher pelo menos parte da multa de R$ 23 milhões por litigância de má-fé na ação em que o partido apresentou uma auditoria que constatou irregularidades em 280 mil urnas.
Eis a íntegra da nota: “O Partido Liberal vai adotar todas as medidas adequadas para preservar a liberdade, o direito à livre atividade parlamentar e partidária, o direito à liberdade de expressão e, mais ainda, o direito constitucional e democrático de contestar decisões judiciais sem sofrer qualquer retaliação.” O PL não informa qualquer detalhe das medidas que serão adotadas.
A ação que questionou as urnas foi ajuizada pela coligação que elegeu Bolsonaro e os três partidos — PL, PP e Republicanos — foram multados. Porém, o ministro entendeu que a iniciativa do PL não teve a adesão dos outros dois e os isentou da multa. Portanto, as duas legendas voltaram a ter acesso ao Fundo Partidário.
A ação do PL, protocolada em 22 de novembro, depois de entrevista coletiva do presidente do PL, Valdemar da Costa Neto, e de especialistas que fizeram a auditoria, pedia que o TSE invalidasse votos registrados no segundo turno nas urnas de modelo 2009, 2010, 2011, 2013 e 2015, que somam quase 280 mil das 472 mil urnas utilizadas nas eleições.
Para Moraes, no entanto, houve “total má-fé da requerente em seu esdrúxulo e ilícito pedido”, que é um ato “atentatório ao Estado Democrático de Direito”. Apesar da auditoria, o ministro disse que houve “total ausência de quaisquer indícios de irregularidades e a existência de uma narrativa totalmente fraudulenta dos fatos”. Por isso, aplicou a multa.
Informações Revista Oeste

Será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), na edição desta terça-feira (29), decreto estadual que determina as circunstâncias nas quais estará restabelecida a obrigatoriedade do uso de máscaras. A medida, autorizada pelo governador Rui Costa, entra em vigor nesta terça em todo o território baiano e tem objetivo de conter a disseminação do coronavírus após o aumento dos casos de Covid-19.
O uso de máscaras voltará a ser obrigatório em transportes públicos, tais como trens, metrô, ônibus, lanchas e ferry boat, e seus respectivos locais de acesso, como estações de embarque; em salões de beleza e centros de estética; em bares, restaurantes, lanchonetes e demais estabelecimentos similares; em templos para atos religiosos litúrgicos; em escolas e universidades; em ambientes fechados, tais como teatros, cinemas, museus, parques de exposições e espaços congêneres.
Eventos de diversas modalidades seguem com realização autorizada. No entanto, volta a ser exigido o uso de máscara e comprovação de vacina naqueles em que haja controle de acesso e venda de ingressos. A comprovação de vacinação, em todos os casos em que é solicitada, será feita mediante apresentação do documento fornecido no momento da imunização ou do Certificado Covid, obtido por meio do aplicativo “CONECT SUS”.
A necessidade da demonstração de vacinação será obrigatória também para o acesso a quaisquer prédios públicos, nos quais se situem órgãos, entidades e unidades administrativas. Os atendimentos presenciais no Departamento Estadual de Trânsito (DETRAN) e no Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) ficam condicionados à comprovação da vacinação e à obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção.
De acordo com a secretária da Saúde do Estado, Adélia Pinheiro, as medidas contidas no decreto visam reduzir o avanço da Covid-19 no estado. “Essas ações, que poderão ser juntadas a outras a depender da evolução da pandemia, são importantes para que a população esteja melhor protegida e para que possamos deixar todos assistidos”, afirma.
Informações Bahia.ba

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou em uma reunião fechada com integrantes do MDB, nesta segunda-feira (28), que sua diplomação acontecerá no dia 12 de dezembro, uma semana antes da data inicialmente prevista, que era 19 de dezembro. A informação foi revelada pelo líder do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões (AL), após o encontro.
– Ele falou que dia 12 será a diplomação dele. (…) Portanto, terá mais tranquilidade depois desse dia para anunciar os nomes do governo – disse o parlamentar.
A realização da diplomação da chapa presidencial no dia 19 de dezembro tinha sido informada a Lula e Alckmin pelo próprio presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Alexandre de Moraes, durante uma reunião realizada no último dia 9 de novembro. O dia que estava agendado era o prazo limite para diplomação dos eleitos.
Informações Pleno News

O padre Overland de Morais, pároco da Paróquia Cristo Rei, que fica em Várzea Grande, no estado de Mato Grosso, se posicionou nesta segunda-feira (28) sobre a repercussão do caso envolvendo as críticas sofridas pelo cantor Gilberto Gil, alvo de protesto em um estádio no Catar, onde o artista está acompanhando a Copa do Mundo.
Pelas redes sociais, o padre compartilhou uma imagem com um comparativo entre o caso de Gil e os ataques sofridos pela atriz Cassia Kis, declaradamente conservadora e que já manifestou apoio ao presidente Jair Bolsonaro (PL). Na legenda da publicação, o sacerdote questionou a diferença no tratamento dado aos dois.
– Quanta falta de coerência! “Pau que bate em Chico não bate em Francisco!”. Esse é o Novo Normal! – escreveu o padre em sua página no Instagram.

SOBRE O CASO DE GIL
O cantor Gilberto Gil, que está no Catar acompanhando a Copa do Mundo, foi hostilizado por brasileiros, bem como ocorreu com os ministros do STF em Nova Iorque neste mês. Enquanto passava por um corredor para acesso à arquibancada do Estádio Lusail, onde aconteceu a partida entre Brasil e Sérvia, o artista e sua esposa, a empresária Flora Gil, ouviram xingamentos.
O cantor de 80 anos também foi provocado com menções à Lei Rouanet, que destina bilhões a projetos culturais.
– Vamo (sic), Bolsonaro. Vamo (sic), Lei Rouanet – gritou um torcedor para o artista, que apoia abertamente Luiz Inácio Lula das Silva (PT), já tendo sido ministro da Cultura em seu governo.
– Vem, vem. Você ajudou o Brasil pra c****** Vamos lá. Vai lá. Valeu, Lei Rouanet. Obrigado, filho da p*** – finalizaram os brasileiros.
O vídeo que registra o momento viralizou nas redes sociais. O deputado federal André Janones, também apoiador de Lula, ao compartilhar o vídeo classificou como “crime e terrorismo” da extrema direita.
– A nova onda da extrema direita é cometer crimes. É terrorismo, ameaça, injúria. O crime foi filmado, aparentemente o bandido se orgulha do que fez com Gilberto Gil (80 anos de idade), a quem presto toda a minha solidariedade. Vamos tornar o vagabundo famoso. Lixo humano, escória! – escreveu.
Conforme a nota emitida pela dona das propriedades invadidas, parte da área era destinada a produtores de leite da região que, agora, estão prejudicados sem pastagens para os animais.

A propriedade invadida e vandalizada, se encontra em pleno desenvolvimento na região e, além disso, beneficia a comunidade local, através da cessão em comodato para uma associação local de produtores de leite, que utiliza parte do citado imóvel para pastagem e manejo bovino, refletindo a atuação consciente da FERBASA em prol do desenvolvimento socioeconômico das comunidades do entorno das regiões onde mantém suas atividades.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) segue realizando invasões pelo Brasil. O grupo realizou invasões na Bahia, no último fim de semana e levaram terror e violência para a região. As propriedades foram invadidas se valendo de uma mentira de que ela estava improdutiva!
No último fim de semana, conforme noticiado pelo próprio Movimento Sem Terra, 250 famílias de pessoas oriundas das periferias da Bahia, e organizadas pelo MST invadiram a Fazenda Gentil, em Maracás, e a Fazenda Redenção, localizada entre Planaltino e Irajuba, cujo acampamento recebeu o nome de Estrela Vive. No comunicado, os invasores afirmaram se tratar de “áreas improdutivas”. PUBLICIDADE
A nota confirma que “de fato, uma de suas propriedades rurais, a Fazenda Reunidas Redenção, localizada no munícipio de Planaltino, na Bahia, teve parte de sua área invadida por grupo identificado como integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), correspondente a aproximadamente cinco de um total de 580 hectares”.
Ainda no comunicado, a Ferbasa salienta que o imóvel integral o rol de projetos de silvicultura da Companhia e que estão “em pleno desenvolvimento na região”. Conforme a Ferbasa, além das atividades realizadas, a empresa também beneficia a comunidade local, “através da cessão em comodato para uma associação local de produtores de leite, que utiliza parte do citado imóvel para pastagem e manejo bovino”.
A produção de leite na Bahia atingiu o volume médio de 159,9 milhões de litros e registrou um aumento de 14,8% em 2021, segundo informações divulgadas pela Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Pesca e Aquicultura (Seagri). Movimentos de invasões que afetam os produtores de leite, trazem prejuízo não só as famílias, mas também a economia local que depende da atividade.
A companhia reiterou em comunicado que “preza pela austeridade na gestão de seus recursos visando à perenidade dos seus negócios, não havendo, portanto, qualquer instabilidade ou insegurança no que tange à sua saúde financeira”.
A companhia reiterou em comunicado que “preza pela austeridade na gestão de seus recursos visando à perenidade dos seus negócios, não havendo, portanto, qualquer instabilidade ou insegurança no que tange à sua saúde financeira”.
Levantamento do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) mostra que desde o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002) invasões de terra vêm apresentando redução significativa. Nos oito anos de FHC, foram 2.442 invasões, média de 305 por ano. Nos dois mandatos de Lula (2003-2010), a média foi de 246 ocupações ao ano, ou 1.968 no período.
Na administração Dilma Rousseff (2011-2016) foram 162, em média, por ano e sob Michel Temer (2016-2018), a média anual foi de 27. No governo do presidente Jair Bolsonaro , o Incra informa que foram nove invasões por ano .
Informações Oia Notícias
(GShow)
Cássia Kis não tem agradado alguns colegas de bastidores da Globo, de acordo com o Uol. A atriz tem feito declarações homofóbicas e participado de manifestações antidemocráticas.
Alguns colegas de trabalho estariam isolando Cássia, e se organizando entre si para promover um bloqueio em massa no WhatsApp. O objetivo é evitar as mensagens indesejadas da atriz.
Nos bastidores da novela “Travessia”, não é diferente. Parte do elenco conversa apenas o básico, apesar da atriz nunca ter sido considerada um exemplo de simpatia.
Na Globo, a ordem é só resolver sua situação contratual após o fim da novela de Gloria Perez, segundo o colunista Fefito.
Informações Correio

Quando o presidente da Rússia, Vladimir Putin, fechou as torneiras de gás para a Europa, a Alemanha temeu um inverno atormentado por apagões mais do que qualquer outro país.
Mas as autoridades alemãs foram rápidas em garantir suprimentos alternativos, cientes de que a forte dependência do gás russo havia deixado o motor econômico da Europa consideravelmente exposto.
Hoje, poucos meses depois, as luzes brilham nos mercados de Natal e nota-se um tímido otimismo em meio ao ar temperado com Glühwein (vinho quente).
A estratégia que a Alemanha montou às pressas para sobreviver sem o gás russo parece estar funcionando, pelo menos por enquanto.
“A segurança energética para este inverno está garantida”, disse o chanceler social-democrata Olaf Scholz no Parlamento alemão na quarta-feira (23/11).
As jazidas de gás do país são preenchidas, em parte, por uma frenética — e cara — operação de compra nos mercados mundiais de hidrocarbonetos.
Da mesma forma, na costa varrida pelo vento do Mar do Norte da Alemanha, engenheiros acabam de construir, em tempo recorde, seu primeiro terminal de importação de gás natural liquefeito (GNL).
O GNL é o gás natural resfriado na forma líquida para reduzir seu volume e facilitar seu transporte. E volta a se tornar gás ao chegar a seu destino.
Na Alemanha, esse tipo de projeto costuma levar anos, devido à excessiva burocracia. No entanto, as autoridades eliminaram entraves para que a obra fosse concluída em menos de 200 dias.
A parte mais importante do terminal, uma “unidade flutuante de armazenamento e regaseificação” (FSRU), ainda não foi garantida. O FSRU, que é essencialmente um navio especializado no qual o GNL é convertido de volta ao estado gasoso, será alugado por US$ 207.259 (R$ 1,1 milhão) por dia.
Dentro de algumas semanas, petroleiros de países como Estados Unidos, Noruega ou Emirados Árabes Unidos poderão começar a entregar suas cargas no porto de Wilhelmshaven.
A operadora do terminal, a Uniper, que agora é controlada quase inteiramente pelo governo alemão, se recusou a divulgar seus fornecedores, mas reforçou que os contratos já estão em vigor.
Berlim planeja construir outros 5 terminais de GNL. A maioria deve ser concluída no ano que vem.

A poderosa indústria alemã prendeu a respiração enquanto o governo executava sua arriscada estratégia.
“Se não temos gás, temos que fechar o forno”, diz Ernst Buchow, dono de uma olaria a meia hora de Wilhelmshaven, à BBC.
Os tijolos que produz devem ser queimados em um forno gigante a temperaturas de até 1.200 graus Celsius. Num futuro próximo, o empresário espera poder mudar para o hidrogênio verde, mas neste momento ainda está totalmente dependente do gás.
“Não é apenas culpa dos políticos. A indústria queria os contratos de gás russos “, acrescenta.
Há apenas um ano, os acordos com Moscou forneciam à Alemanha 60% do gás consumido, grande parte por meio do gasoduto Nordstream.
Apesar da significativa oposição política e cidadã, o governo esperava colocar em operação o controverso Nordstream 2, que teria dobrado a quantidade de gás russo que chegava à Europa via Alemanha. No entanto, a invasão da Ucrânia enterrou esses desejos.
A agência federal de rede de energia diz que hoje a Alemanha administra sem combustível russo.

Mas, para evitar desabastecimento durante o inverno, seus especialistas dizem que os terminais de GNL devem entrar em operação no início do próximo ano e que o consumo de gás deve ser reduzido em 20%.
Chegar até aqui pode ser considerado uma grande conquista nacional, mas não veio de graça.
A Alemanha, um peso pesado da economia mundial, muitas vezes consegue o que quer. Mas seu novo apetite por GNL está intensificando a demanda global.
E isso pode colocar países mais pobres como Bangladesh e Paquistão em uma posição vulnerável.
“Existem muitos países, especialmente economias emergentes, que estão fora do mercado e não podem mais se abastecer com o GNL de que precisam, porque têm menos poder aquisitivo do que a Alemanha”, diz o professor Andreas Goldthau, da Escola Willy Brandt de Relações Públicas na Universidade de Erfurt, na Alemanha.
Goldthau alerta que isso coloca essas nações em maior risco de sofrer apagões ou ter que recorrer a energias “mais sujas”, como o carvão, justamente para evitar esse cenário.

E os planos da Alemanha para completar sua transição para um modelo verde? Afinal, o GNL é um combustível fóssil.
Todos os envolvidos no projeto Wilhelmshaven insistem que o GNL é um combustível de “transição”.
A Uniper prometeu construir uma infraestrutura para lidar com hidrogênio verde junto com o terminal de GNL.
Isso alimentou os planos ambiciosos do conselho municipal de Wilhelmshaven. O prefeito, Carsten Feist, garantiu que o terminal de GNL não trará muitos empregos para a cidade. Mas isso vai acontecer com seus planos de criar um centro de energia verde.

“Grande parte da transformação energética de que precisamos para que nosso planeta tenha um clima habitável em 50 a 100 anos, muito do que é necessário na Alemanha, ocorrerá em e através de Wilhelmshaven”, diz ele.
Mas o custo mais impressionante da estratégia de Berlim para cortar sua dependência do gás russo é monetário.
Os seis terminais de GNL obrigaram o governo alemão a gastar cerca de US$ 6,3 bilhões. Isso é mais que o dobro do que os ministros haviam inicialmente orçado e pode aumentar ainda mais no próximo ano.
A Alemanha aprendeu tarde demais o valor de um abastecimento seguro de energia e agora está pagando caro por isso.
– Este texto foi publicado em https://www.bbc.com/portuguese/internacional-63769249
Informações BBC News

O governo anunciou a compra de 98 blindados com canhões a um custo de 900 milhões de euros (R$ 5,07 bilhões). O contrato deve ser assinado em 5 de dezembro, a menos de um mês para o fim do governo de Jair Bolsonaro (PL).
Chamados de Centauro 2, os novos veículos são produzidos pelo consórcio italiano CIO (Oto Melara) —formado por Iveco e Leonardo.
O Centauro 2 pesa 30 toneladas, mas consegue atingir uma velocidade de 105 km/h em pistas pavimentadas, conforme a ficha técnica apresentada pela empresa.
Isso se deve ao motor com mais de 720 cavalos que, segundo a fabricante, oferece “desempenhos inigualáveis em termos de velocidade e aceleração”.
O veículo tem autonomia de percorrer até 800 quilômetros em uma velocidade de 70 km/h.
O blindado tem tração nas rodas 8×8, que precisa ser acionado por um sistema manual, conforme o site especializado Defesa Net.
A quarta roda, ainda segundo a publicação, pode também funcionar com um ângulo bem menor que as duas dianteiras, quando o veículo necessita fazer manobras em locais estreitos, e com velocidade inferior a 20 km/h.
Segundo o consórcio fabricante, uma série de sistemas —como o controle digital da pressão dos pneus e a nova suspensão— permitem que o blindado se desvencilhe de qualquer tipo de terreno.
Com canhão de 120 mm, o Centauro 2 tem blindagem balística superior a outros modelos, ainda conforme a CIO.
As melhorias no casco e na torre, entre outros itens, permitem que o veículo seja capaz de lidar com ameaças como minas, IEDs (Improvised Explosive Device, na tradução Dispositivo Explosivo Improvisado) e as munições cinéticas de última geração.
O veículo tem capacidade para transportar três pessoas – o comandante, o artilheiro e o carregador.
A fabricante observa que a segurança da tripulação foi aumentada, com uma melhor distribuição de munição de reserva e estoques dentro do casco, além dos sistemas de combate a incêndio e antiexplosão de última geração.
A torreta, onde fica a tripulação, foi equipada com novos assentos antiminas.
As reservas de munição no casco são automatizadas, assim como o novo sistema de carregamento na torre.
Informações UOL