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Do total, 70 mil são do setor público, incluindo um e-mail antigo do presidente Jair Bolsonaro Dados foram disponibilizados gratuitamente...
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TSE suspende vídeo de estatístico argentino sobre suposta fraude nas urnas

Foto: Reprodução

Tribunal Superior Eleitoral suspendeu o vídeo do canal La Derecha Diário no YouTube sobre supostas fraudes nas eleições brasileiras

Durante live na sexta-feira, o argentino Fernando Cerimedo disse ter recebido um relatório com suposta auditoria que aponta que cinco modelos de urnas eletrônicas usadas na eleição deste ano registraram mais votos para Lula do que para Jair Bolsonaro.

Em nota, o TSE desmentiu o conteúdo do canal e citou ao menos cinco auditorias realizadas nas urnas eletrônicas desde 2012, destacando os nomes das empresas responsáveis pelos procedimentos.

“Não é verdade que os modelos anteriores das urnas eletrônicas não passaram por procedimentos de auditoria e fiscalização. Os equipamentos antigos já estão em uso desde 2010 (para as urnas modelo 2009 e 2010) e todos foram utilizadas nas Eleições 2018. Nesse período, esses modelos de urna já foram submetidos a diversas análises e auditorias, tais como a Auditoria Especial do PSDB em 2015 e cinco edições do Teste Público de Segurança (2012, 2016, 2017, 2019 e 2021).”

Com informações: O Antagonista.


Manifestantes protestam contra eleição de Lula em várias cidades do Brasil; VEJA VÍDEOS

Foto: SAULO ANGELO/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO – 06.11.2022.

Manifestantes foram às ruas pelo quinto dia consecutivo protestar contra a eleição de Lula (PT) em diversas cidades brasileiras.

Além da posição contrária ao resultado das urnas, os manifestantes pedem intervenção militar às Forças Armadas.

Rio de Janeiro (RJ)

https://twitter.com/henriolliveira_/status/1589334302038560770?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1589334302038560770%7Ctwgr%5E7de65bbe2519d781332de74ba8df26a5454d174c%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2022%2F11%2Fmanifestantes-protestam-contra-eleicao-de-lula-em-varias-cidades-do-brasil-veja-videos%2F

Curitiba (PR)

https://twitter.com/DesignFrasca/status/1589313759390027776?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1589313759390027776%7Ctwgr%5E7de65bbe2519d781332de74ba8df26a5454d174c%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2022%2F11%2Fmanifestantes-protestam-contra-eleicao-de-lula-em-varias-cidades-do-brasil-veja-videos%2F

Porto Alegre (RS)

Recife (PE)

Goiânia (GO)

https://twitter.com/henriolliveira_/status/1589312675317977090?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1589312675317977090%7Ctwgr%5E7de65bbe2519d781332de74ba8df26a5454d174c%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2022%2F11%2Fmanifestantes-protestam-contra-eleicao-de-lula-em-varias-cidades-do-brasil-veja-videos%2F

Poços de Caldas (MG)

Vila Velha (ES)

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Apucarana (PR)

Nagoya (Japão)


Informações TBN


‘Qualquer cidadão tem o dever de exigir esclarecimentos das autoridades competentes’, afirma Marcos Cintra

A votação no Brasil ocorre por meio da urna eletrônica

Por meio das redes sociais Marcos Cintra (União Brasil), economista e ex-auditor da Receita Federal, disse que as dúvidas levantadas pelo presidente Jair Bolsonaro sobre as urnas “merecem resposta”. Em 2022, Cintra foi vice na chapa encabeçada por Soraya Thronicke (União Brasil) à Presidência da República.

As declarações do economista ocorrem em meio a questionamentos sobre os resultados das eleições deste ano. Algumas planilhas que circulam pelas redes sociais sugerem que centenas de urnas espalhadas pelo país aparecem sem votos para Bolsonaro. Tal comportamento está sendo visto como um anomalia por alguns eleitores.

“Verifiquei os dados do Tribunal Superior Eleitoral e não vejo explicação para Jair Bolsonaro ter zero votos em centenas de urnas”, escreveu no Twitter. “Há outras centenas, senão milhares de urnas com votações igualmente improváveis.” E completou: “Se há suspeita em uma única urna, elas recaem sobre todo o sistema”.

Para o economista, a preservação das instituições democráticas “exige respostas convincentes” a esses questionamentos. “Caso contrário estarei sendo forçado a reconhecer a validade dos pleitos por voto em papel”, declarou. “Tivéssemos registros em papel, sem prejuízo das vantagens da digitalização dos votos, estes casos aparentemente inexplicáveis poderiam ser rapidamente descartados, evitando as dúvidas sobre a integridade do sistema que estão se avolumando.”

Cintra conclui a sequência de postagens afirmando que os cidadãos têm o dever de exigir esclarecimentos das autoridades competentes para preservar a democracia e a legitimidade das instituições. “Quero ardentemente acreditar que haja explicação convincente”, destacou.

Informações Revista Oeste


Empresa registrou um aumento de dois milhões de assinaturas no terceiro trimestre 

Trata-se de um aumento de novos clientes na Ásia-Pacífico

A Netflix liberou nesta quinta-feira, 3, um novo plano de assinaturas, com anúncios, que custa R$ 18,90 por mês. Os anúncios podem ser inseridos antes e durante a exibição de filmes e séries. Em média, cada publicidade deve durar entre 15 e 30 segundos por hora de exibição.

Contudo, para essa modalidade, o catálogo de conteúdos será menor. De acordo com Greg Peters, diretor da Netflix, estima-se uma redução entre 5% e 10% dos filmes e séries da plataforma de streaming. Aqueles que optarem por esse pacote também não podem fazer o download das produções — recurso disponível nas assinaturas convencionais.

Apenas em 12 países o recurso está disponível. O plano chegou primeiro para o México e Canadá, na terça-feira 1°. A partir de hoje, os usuários da Alemanha, Austrália, Brasil, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido também podem te acesso. Na Espanha, o serviço chega na próxima quinta-feira 10.

A empresa registrou um aumento de pouco mais de dois milhões de assinaturas no terceiro trimestre. A empresa classificou como uma boa notícia, já que a Netflix teve uma queda de assinantes entre abril e junho. Trata-se de um aumento de novos clientes na Ásia-Pacífico.

Além da Netflix, a Walt Disney também anunciou, em agosto deste ano, pacotes com publicidade para os serviços de streaming Disney+, Hulu e ESPN+. Os planos devem estar disponíveis a partir de 8 de dezembro, mas de início será somente nos EUA.

Informações Revista Oeste


O economista Paulo Rabello de Castro (ex-BNDES e Ex-IBGE), 73 anos, avalia que a retirada de despesas da regra fiscal pelo governo petista pode triplicar o deficit público previsto para 2023. O governo projeta rombo de R$ 64 bilhões para o ano que vem.

“Esse deficit pode duplicar. Dependendo da ousadia de atender a todos os compromissos de uma vez só –sem sacrificar outras contas–, pode levar a uma triplicação”, afirmou o economista ao PoderEntrevista.

A ideia aventada pela equipe de transição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é colocar despesas vistas como “emergenciais” fora do teto de gastos.

Para Paulo Rabello, a manobra é esperta. Mas disse que as coisas devem ser chamadas pelo nome: “Casuísmo”.

O economista tem críticas à fórmula como o teto de gastos foi elaborado. Pela norma, as despesas primárias do governo (excluindo juros, entre outras) devem ser reajustadas pela inflação. Com isso, avalia que a norma não evita a expansão dos principais gastos do governo.

Sugere um novo indexador: o crescimento nominal da economia (PIB nominal) para dar uma melhor dinâmica à regra.

Paulo Rabello é mestre e doutor em Economia pela Universidade de Chicago. Foi presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES. É fundador e sócio da RC Consultores.

Créditos: Poder 360.


O presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), está com a corda no pescoço para aprovar um orçamento extra que viabilize as principais promessas econômicas da campanha dele, como a manutenção do Auxílio Brasil a R$ 600 e o reajuste do salário mínimo com ganho real. Ciente de que vai precisar do apoio do Congresso Nacional, Lula cogita recorrer até ao orçamento secreto para garantir os votos necessários que o permitam gastar mais no ano que vem.

O orçamento secreto é como ficou popularmente conhecido as chamadas emendas de relator, que são controladas pelo parlamentar escolhido pelo Congresso para elaborar o parecer da LOA (Lei Orçamentária Anual). Todos os deputados e senadores podem sugerir ao relator qual deve ser a destinação desses recursos. Contudo, não há uma regra específica para a aplicação dessas emendas. Dessa forma, não há uma distribuição igualitária das verbas e, na maioria das vezes, não é possível saber o nome do parlamentar que registrou o pedido, tampouco o destino desses recursos.

Ao longo da campanha eleitoral, criticar o orçamento secreto foi uma das armas de Lula contra o presidente Jair Bolsonaro (PL). O petista reclamou, principalmente, do caráter sigiloso desses recursos e prometeu que daria um fim às emendas de relator. O petista dizia que controlar o Orçamento deve ser uma tarefa do Poder Executivo, e não do Legislativo.

Durante a campanha Lula atacou o orçamento secreto e o Congresso. “O Congresso Nacional nunca esteve tão deformado como está agora. Nunca esteve tão antipovo, tão submisso aos interesses antinacionais. É talvez o pior Congresso que já tivemos na história do Brasil”, afirmou Lula em um dos compromissos da campanha eleitoral.

Grande aliada de Lula no segundo turno, a ex-candidata presidencial e senadora Simone Tebet (MDB-MS), hoje cotada para fazer parte do corpo ministerial do presidente eleito, chegou a declarar que o orçamento secreto pode ser “o maior esquema de corrupção do planeta Terra”.

No entanto, logo na primeira semana depois de vencer as eleições, a equipe de Lula que vai negociar com o Congresso a liberação de mais dinheiro notou que o orçamento secreto é um tema sensível aos parlamentares. Os integrantes do novo governo devem formalizar o pedido de recursos extras apenas na próxima semana, mas já foram alertados de que se mexerem nas emendas de relator, a proposta pode não seguir adiante.

Portanto, por mais que tenha se colocado contra nos últimos meses, Lula não deve promover alterações tão expressivas no orçamento secreto. Um caminho para resolver pode estar nas mãos do Supremo Tribunal Federal (STF). O governo de transição, inclusive, já teria deixado essa tarefa para a corte, que pode julgar ainda neste ano uma ação pendente sobre o assunto e declarar as emendas inconstitucionais.

Pontos negativos
Para o economista Gil Castello Branco, fundador e secretário-geral da entidade Contas Abertas, as emendas são historicamente moedas de troca entre o Legislativo e o Executivo e o que Lula mais precisa nesse momento é, justamente, de um instrumento de barganha para construir um relacionamento político favorável. “Lula chegou a criticar, chamar de escárnio, mas existe um problema de relacionamento político e o linguajar que conhecem é esse, é como sabem negociar”, avalia.

De todo modo, Castello Branco frisa que dar continuidade ao orçamento secreto pode ser prejudicial. “A princípio, pouca diferença faria saber quem está indicando e quanto está indicando para construir uma quadra, se isso estiver dentro dos parâmetros legais e técnicos. Mas como não há critério, o parlamentar indica para onde ele quer, onde tem interesse, colégio eleitoral, isso, na verdade, cria uma desigualdade social e competitiva politicamente falando”, critica.

Professor e doutor em economia pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Geraldo Biasoto Junior pontua que o orçamento secreto compromete a eficiência da máquina pública. “A divisão dos recursos não tem uma mínima coerência. A indicação é apenas política, não há um crivo técnico. Sendo assim, além de o gasto do dinheiro público ser ruim, abre-se um campo muito grande para a malversação de recursos”, destaca.

Na avaliação dele, Governo Federal e Congresso precisam encontrar outra forma de deputados e senadores poderem participar da indicação de recursos do Orçamento. “As emendas de relator não têm sentido dentro do ordenamento jurídico e institucional brasileiro. É um absurdo que elas existam. Precisamos, sim, de um espaço dentro do Orçamento para o Congresso indicar coisas que devem ser feitas, mas não da forma obscura que acontece atualmente.”

Créditos: R7.


Em entrevista exclusiva à CNN, o técnico da Seleção Brasileira, Tite, garantiu que Neymar está em seu auge técnico e pontuou o que a equipe deve fazer para conquistar o hexacampeonato no Catar.

Tite tem sido muito cobrado nas ruas do Rio de Janeiro, cidade em que mora desde que assumiu a Seleção Brasileira: “Tite, a gente quer sete churrascos na Copa do Mundo”.

É uma óbvia e bem humorada referência aos sete jogos que uma equipe faz para ganhar um Mundial. Feliz e descontraído, Adenor Leonardo Bacchi parece estar curtindo bastante a chance que só Zagallo tinha recebido até hoje – treinar a Seleção durante um ciclo completo, de Copa a Copa.

No instável futebol brasileiro, é um mérito e tanto. Em entrevista exclusiva à CNN, Tite garante que Neymar vai ao Catar no auge como atleta e, ao lado do auxiliar César Sampaio, promete: “Não vamos fugir da responsabilidade da busca do título mundial. É o nosso sonho, sim”.

Mais de 150 milhões de torcedores estarão por aqui, contando churrasco a churrasco o caminho para o hexa.

Fase de grupos e preparação para jogar no Oriente Médio

Tite ressaltou que a Copa do Mundo do Catar será diferente. Para o técnico, orientar os atletas para estarem nas melhores condições clínicas, físicas e técnicas é essencial para a preparação da Seleção.

“Não estando na sua melhor condição, ele [o atleta] vai correr um sério risco de não convocação ou de uma performance baixa”, acrescentou.

O auxiliar-técnico César Sampaio destacou que a Copa deste ano “será a da qualidade técnica”. Sampaio ressaltou ainda que “dorme e acorda” pensando na estreia do Brasil contra a Sérvia, no próximo dia 24.

“Tratando-se de Copa do Mundo, o próximo adversário é sempre o mais difícil”, completou Sampaio.

“Seleção brasileira tem capacidade de unir”

Questionado sobre a possibilidade de a Seleção ser protagonista em um processo de pacificação do país em meio a polarização política, Tite garantiu que a “seleção brasileira tem a capacidade de unir”.

“A forma menos onerosa de se educar talvez seja pelo esporte. Temos a dimensão que para os garotos e adolescentes essa interação de unidade fica mais aflorada”, concluiu.

Créditos: CNN.

Artigo: Enxerga quem quer
6 de Novembro de 2022

DE VOLTA À CENA DO CRIME
Po J. R. Guzzo

O ex-presidente Lula está de volta à cena do crime, de acordo com a descrição feita tempos atrás pelo próprio vice da sua chapa — eis ele aí de novo, aos 77 anos de idade, eleito presidente do Brasil pela terceira vez. Foi por pouco. Mas jogo que acaba em 5 a 0, ou 1 a 0, vale o mesmo número de pontos, e o que conta é o resultado marcado no placar do TSE. Após a campanha eleitoral mais desonesta que já se viu na história política deste país, com a imposição de uma ditadura judiciária que violou todo o tipo de lei para lhe devolver a presidência, o líder supremo da esquerda nacional volta a mandar no Brasil. Com ele não vêm “os pobres”, nem um “projeto de justiça social”, e nenhuma das coisas cheias de virtude de que falam as classes intelectuais, os parasitas que lhe dão apoio e a sua própria propaganda. Voltam a mandar os donos do Brasil do atraso — esses que querem manter os seus privilégios de 500 anos, não admitem nenhum governo capaz de atender aos interesses da maioria dos brasileiros que trabalha e exigem um “Estado” com poderes de Deus, e eternamente a seu serviço. São eles os que realmente ganharam. Conseguiram convencer a maior parte do eleitorado, segundo os números da autoridade que controla as eleições, que é uma boa ideia colocar de novo na presidência da República um cidadão condenado pelos crimes de corrupção passiva e de lavagem de dinheiro. Começa agora o pagamento da conta — e quem vai pagar, como sempre acontece, são os brasileiros que têm menos.

Lula foi levado à presidência pelo colapso geral da Constituição e das leis brasileiras ao longo do processo eleitoral — resultado de uma inédita intromissão do alto Poder Judiciário, abertamente ilegal, em cada um dos passos da eleição. O fato objetivo é que a dupla STF-TSE, com o ministro Alexandre Moraes dando as ordens e Lula no papel de beneficiário único, fez tudo o que seria preciso para um observador neutro definir a disputa como uma eleição roubada — pode não ter sido, na contagem aritmética dos votos, mas com certeza fizeram o possível para dar a impressão de que foi. Basicamente, os ministros do Supremo Tribunal Federal e seu braço eleitoral, o TSE, montaram peça por peça um mecanismo desenhado para favorecer em tudo o candidato do PT. O primeiro passo foi a decisão de anular a lei, aprovada pelo Congresso Nacional, que permitia a prisão dos réus condenados em duas instâncias — como efeito imediato e direto dessa virada de mesa, Lula foi solto do xadrez de Curitiba onde cumpria há 20 meses a pena pelos crimes a que foi condenado na justiça. Em seguida veio o que deverá ficar na história como a sentença mais abjeta jamais dada nos 131 anos de existência do STF, do ponto de vista da moralidade comum e pelo princípio elementar que manda a justiça separar o certo do errado. Os ministros, simplesmente, anularam as quatro ações penais que havia contra Lula, incluindo as suas condenações — e, com isso, fizeram a mágica de desmanchar a ficha suja que impedia o ex-presidente de ser candidato. Não deram motivo nenhum para isso, não fizeram um novo julgamento em que ficasse provada a sua inocência, e nem o absolveram de coisa nenhuma — disseram apenas que o endereço do processo estava errado e, portanto, ficava tudo zerado. A partir daí, e até desfecho no dia 30 de outubro, o sistema STF-TSE passou a trabalhar sem qualquer disfarce para favorecer Lula e prejudicar o único adversário real de sua candidatura — o presidente Jair Bolsonaro.

A campanha eleitoral de 2022 foi uma fraude jurídica e política como jamais se viu neste país. O STF e os advogados de Lula, pagos com os bilhões do “Fundo Eleitoral” que foi extorquido do pagador de impostos, deram a si próprios o poder de violar as leis e a Constituição Federal para “defender a democracia” — e essa defesa, desde o primeiro minuto, foi fazer tudo para impedir que Bolsonaro ganhasse a eleição. A campanha se fez debaixo da pior censura imposta à imprensa desde o AI-5 do regime militar. A liberdade de expressão individual foi liquidada nas redes sociais. O TSE desviou para Lula, com desculpas de quinta categoria, tempo do horário eleitoral que pertencia legalmente a Bolsonaro. Houve trapaça direta, também — cerca 1.300 horas de mensagens devidas ao presidente em rádios do Nordeste simplesmente não foram levadas ao ar durante a campanha. O TSE não fez nada: a única providência que tomou foi ameaçar com processo criminal quem fez a queixa e demitir o funcionário que encaminhou a denúncia aos seus superiores. Inventaram, num momento especial de demência, multas de 150.000 por hora a quem não obedecesse aos decretos do sistema. O ex-ministro Marco Aurélio, até outro dia decano do STF, não teve permissão para dizer que Lula não foi absolvido de nada pela justiça brasileira; o homem é um jurista, mas não pode falar de uma questão puramente jurídica. Em outro momento extraordinário, Moraes proibiu que fossem mostrados vídeos em que ele próprio, Moraes, dizia que o PT fez um governo de ladrões — nos tempos em que não era o protetor de Lula, nem seu servidor. Proibiram uma foto em que Lula aparece com o boné usado por uma facção criminosa no Rio de Janeiro; na hora ele achou que era uma grande ideia, mas no fim os seus advogados decidiram que a coisa estava pegando mal e mandaram o TSE tirar. Uma ministra, para coroar este desfile de aberrações, anunciou em público que estava, muito a contragosto, violando a lei, mas só fazia isso de forma “excepcional” — porque tinham de impedir a reeleição de Bolsonaro e, com isso, salvar a “democracia”. Nunca se viu nada de parecido em nenhum país sério do mundo.

Mas é aí que está, justamente: o consórcio STF-TSE transformou o Brasil, do ponto de vista legal, numa ditadura de republiqueta bananeira em que eleição só é ganha por quem manda. Volta a vigorar, agora, o Brasil da senzala, com os donos do “Estado” no papel de senhores de engenho e com a população escalada de novo para trabalhar, pagar imposto e sustentar a casa-grande. Sabe-se, desde sempre, quem é essa gente. São as múltiplas modalidades de parasitas do Tesouro Nacional — dos que estão diretamente instalados dentro da máquina estatal até os que se servem dela para ganhar a vida sem risco, sem competição e sem trabalho. São as empreiteiras de obras públicas, que governaram o país nos quase 14 anos de Lula-Dilma e agora voltam ao Palácio do Planalto — a turma do “amigo do amigo do meu pai” e você sabe muito bem quem mais. São os eternos donos das estatais, que passaram esses últimos quatro anos longe delas — um desastre que jamais tinham experimentado antes. Foi um período em que as estatais deram lucro; o que poderia haver de pior para quem ganha bilhões com os seus prejuízos, como foi regra na era PT? São, obviamente, os ladrões do erário público — esses mesmos que confessaram livremente os seus crimes na Operação Lava Jato, devolveram fortunas em dinheiro roubado e fizeram do governo Lula, com base em provas materiais, o mais corrupto da história do Brasil. São os advogados criminalistas que defendem corruptos e o crime organizado. É a mídia, que voltará a receber verbas bilionárias em publicidade oficial pagas com dinheiro dos impostos; só a Globo, nos governos do PT, levou R$ 7 bilhões em valores corrigidos.

A vitória da associação Lula-STF é a vitória do Brasil da licença-prêmio, dos aumentos automáticos para o funcionalismo público e dos “penduricalhos” que fazem as castas mais elevadas do judiciário terem salários mensais de R$ 100.000 ou mais, sempre com uma explicação legal para isso. Ganham, com Lula, os 12 milhões de funcionários públicos de todos os níveis — é uma população inteira de eleitores, e a maioria vota no PT, por questões elementares de interesse pessoal. (No governo de Bolsonaro o número de servidores federais foi o menor desde 2011; alguma surpresa que Lula tenha aí um dos seus principais reservatórios de voto?) Ganham o “imposto sindical” e os proprietários de sindicatos, que enriquecem metendo esse dinheiro no próprio bolso. Ganha o “consórcio do Nordeste”, um bloco de governadores formalmente acusado de agir como organização criminosa durante a covid. Ganham os vendedores de navios-sonda para a Petrobras, que não extraíram uma gota de petróleo — mas embolsaram bilhões de reais até, convenientemente, suas empresas irem à falência. Ganham os artistas, ou quem se apresenta como tal, que em vez de público têm verbas do Estado, por força da infame “Lei Rouanet”. Ganha, em suma, o Brasil do antitrabalho — as classes que não admitem o mérito, o esforço e o talento individuais como a base da prosperidade pessoal, do crescimento econômico e da igualdade social. Em vez disso querem “políticas públicas” que sustentem o seu conforto e, como sempre, deixem a pobrada exatamente como está, com umas esmolas e a ficção de que “o governo” morre de preocupação com eles.

Não há, a partir de agora, grandes notícias a esperar na economia. Lula, pelo que ele próprio vem dizendo aos gritos e há meses, é contra tudo o que foi posto em prática por este governo e deu certo — a começar pelo surgimento de estruturas produtivas que abriram a possibilidade de uma economia menos dependente do Estado. Quer mais estatal, mais ministério e mais funcionário público. Acha que desrespeitar o teto legal de gastos do governo é fazer “política social”. Acha que combater a inflação é coisa “de rico”; para ele, pobre precisa de aumento salarial e dinheiro no bolso, mesmo que esse dinheiro não valha nada. Acha que a Argentina é um modelo de administração econômica; só não está dando certo por culpa do capitalismo. Acha que os invasores de terra do MST devem fazer parte do governo — e por aí vai a procissão. Seu passado, em matéria de economia, é um pesadelo em formação. Ele passa o tempo todo dizendo que o Brasil vivia feliz, ninguém era pobre e todo mundo viajava de avião; na vida real, os 14 anos de governo petista deixaram o país com a maior recessão de sua história, inflação à beira do descontrole, taxas inéditas de desemprego, estatais à beira da bancarrota e a falência múltipla dos serviços prestados à população. Também não se pode contar com qualquer melhora no combate ao crime. As taxas de criminalidade ao fim dos governos petistas foram as piores da história; desde que saíram, todos os índices só tiveram melhoras. Qual a surpresa? Lula é contra a polícia; disse, para efeitos práticos, que os policiais não são seres humanos. Tirou foto com o tal boné de bandido numa favela governada pelo crime no Rio de Janeiro. Diz que é um absurdo prender “meninos” que roubam um mero celular — e mais uma porção de coisas do mesmo tipo. Pode-se contar com o pior, também, em matéria de transferência de dinheiro público brasileiro para a “América Latina”. Lula diz, o tempo todo, que os seus grandes modelos de sociedade são Cuba, Venezuela e Nicarágua. Proibiu, via TSE, que se dissesse que ele vive um caso de amor político com essas ditaduras, porque achou que isso não ficava bem na reta final da eleição, mas só provou a sua hipocrisia; é a favor, sim, e quis esconder que era até ser eleito. A partir de janeiro de 2023, esses três, mais Argentina, Chile, Colômbia e Bolívia, terão acesso de novo aos cofres do BNDES, à diretoria da Petrobras e aos US$ 400 bilhões que o Brasil mantém nas suas reservas internacionais. Por que não? Lula, o PT e o seu entorno acham que é bom juntar-se a países que são notórios perdedores; imaginam que vão ficar mais fortes, quando estão apenas somando os problemas dos outros a todos aqueles que o Brasil já tem.

Muito se falou, entre um turno e outro, no crescimento da direita e do “bolsonarismo” dentro do Congresso. As almas mais otimistas têm imaginado até que a nova composição da Câmara, e principalmente do Senado, poderia servir de freio para os desastres anunciados por Lula, pelo PT e pelo que passa por sua “equipe econômica”, sem contar o MST e outros componentes tóxicos. No Senado, em especial, os candidatos de Bolsonaro ficaram com a maioria das vagas em disputa nesta eleição — e isso poderia, quem sabe, abrir uma perspectiva de oposição à ditadura do STF, cujos ministros dependem dos senadores para continuar sentados nas suas cadeiras e nas suas canetas. Impossível não é. Mas também não parece provável, levando-se em conta o que mostra a experiência — deputado e senador brasileiro só fazem oposição de verdade a governo morto, como aconteceu com Dilma Rousseff. O Congresso não manda nada hoje; com Lula na presidência, promete mandar menos ainda. Obedece de olhos fechados, hoje, tudo o que o STF manda; no seu momento mais infame, concordou com a prisão ilegal de um deputado federal, por ordem e vontade de Alexandre Moraes, um caso sem precedentes na história da República. Por que iria enfrentar o STF com Lula, se não enfrenta nem com Bolsonaro?

Se o presidente tivesse ganhado, a história poderia ser diferente — seus senadores assumiriam com o dobro da força política, e os ministros poderiam se ver diante de um perigo real. Com Lula no governo, porém, o STF está com a vida ganha; não deve ser mais o que é hoje, quando manda em tudo, mas a lagosta fica garantida. O fato é que o grande objetivo do STF foi alcançado — tiraram Bolsonaro do Palácio do Planalto, depois de quatro anos inteiros de sabotagem e de oposição declarada a seu governo. Agora os ministros vão trocar o passo; em vez de dar ordens ao presidente, estarão a seu serviço. Foi assim durante toda a caminhada que levou Lula de novo à presidência. Por que ficariam contra, agora que ele ganhou? O Congresso, hoje, pode decidir o que quiser — é o STF quem diz se a decisão vale ou não vale. Vai continuar dizendo — só que, daqui para a frente, os ministros vão querer o que Lula quiser, e só vai valer aquilo que ele decidir que vale.

Lula tem desde já uma explicação pronta para todo e qualquer fracasso do seu governo — será culpa da “herança maldita” de Bolsonaro, assim como já foi com a “herança maldita” que recebeu de seu atual admirador Fernando Henrique Cardoso, como disse na época. É exatamente o contrário, num caso e no outro. Agora, em especial, ele vai receber uma casa em excelente situação — infinitamente melhor que as ruínas que sua sucessora Dilma deixou ao ser deposta da Presidência pelo Congresso Nacional. Mas e daí? Ele estará de volta ao que seu vice definiu como o local do crime. Pode começar tudo de novo.


Foto: REUTERS/Adriano Machado.

O deputado federal Paulo Teixeira (PT) afirmou neste sábado (5), em entrevista à CNN, que o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), não colocaram condicionantes para a aprovação da PEC da Transição.

“Pelo contrário, ambos ofereceram essas soluções para que elas possam ajudar o novo governo, o que demonstra um espírito republicano em ambos que foi o diálogo feito”, disse Teixeira, que integra a equipe de transição do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e encontrou com Lira e Pacheco na quinta (3).

Aliado do presidente Jair Bolsonaro (PL), Lira pretende disputar a reeleição à presidência da Câmara. Segundo Teixeira, o PT não indicará um candidato do próprio partido.

“Não é recomendado que o partido do governo e a coalização do governo coloquem candidatos para disputar a mesa da Câmara e aí tem que se apostar em algo mais amplo”, disse Teixeira.

Ele citou a eleição à presidência da Casa em 2015, quando Eduardo Cunha venceu o à época representante do governo Arlindo Chinaglia. Depois, Cunha se tornou peça central para o impeachment de Dilma Rousseff (PT).

“Por essa razão, nós já dissemos que não teremos candidatos nossos à presidência da Câmara. Agora, quem será o nosso candidato à presidência da Câmara depende ainda dos diálogos que nós teremos daqui para frente”, avaliou o deputado.

Ele afirmou, ainda, que o novo governo pretende pôr fim do Orçamento Secreto dialogando com os outros poderes. Caso não seja solucionado dessa forma, o petista acredita que o Supremo Tribunal Federal (STF) deve torná-lo inconstitucional.

Créditos: CNN Brasil.


Foto: reprodução/internet.

O que provoca a obesidade e diabetes no corpo humano? Cientistas brasileiros da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) descobriram que a leptina, atua em um tipo de célula imunológica e contribui para o desenvolvimento de distúrbios metabólicos.

Produzida no tecido adiposo, ela é conhecida como hormônio da saciedade.  “Com esses experimentos, mostramos como ela atua especificamente nas células imunes do tecido adiposo, onde a leptina é produzida. Em obesos, normalmente há um excesso desse hormônio e um processo inflamatório por conta disso”, disse o professor Pedro Vieira, da Unicamp.

A descoberta pode ser o caminho para o desenvolvimento de terapias que possam ajudar pessoas com obesidade e diabetes.

A pesquisa

Para se certificar do papel das células imunes na interação com a leptina, os pesquisadores fizeram tanto experimentos in vitro, usando células, como em animais (in vivo)

Os testes foram direcionados para entender, neste primeiro momento, como a substância age em nosso organismo e até que ponto ela pode recuperar o corpo.

Na primeira fase, eles estudaram os macrófagos, um tipo de célula imune do corpo. Essas células foram isoladas de camundongos que não tinham o receptor do hormônio em nenhuma parte do corpo.

Já na segunda parte do estudo, os pesquisadores avaliaram camundongos que não apresentavam o receptor da leptina apenas nas células mieloides, envolvidas no processo inflamatório causado pela obesidade.

“Isso exclui os efeitos da leptina em células do sistema nervoso central, como neurônios, uma vez que esse hormônio também atua no cérebro sinalizando quando é hora de parar de comer”, afirmou o professor.

Tratamentos para o futuro

Para os pesquisadores, a saída para tratar a obesidade e a diabetes a partir do hormônio da saciedade é descobrir as condições normais, sem inflamações, da leptina.

Com esse controle, a substância conseguirá reparar os tecidos inflamados e, consequentemente, a comorbidade.

Apesar de ainda precisarem de alguns estudos, os pesquisadores entenderam que sem inflamações, a leptina é importante no reparo dos tecidos.

Créditos: Diário da Saúde.