
A anunciada saída de Tite depois da eliminação na Copa do Mundo do Qatar abriu caminho para um novo trabalho dentro da seleção brasileira. Segundo apurou o UOL Esporte, o plano da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) é que o novo ciclo tenha à frente um treinador de peso dentro do futebol internacional com foco na Copa de 2026.
Ainda antes de a bola rolar na Copa de 2022, dois nomes de impacto foram consultados informalmente por pessoas com total conhecimento e autorização da CBF: o catalão Pep Guardiola, do Manchester City, e, especialmente, o italiano Carlo Ancelotti, do Real Madrid.
Sonho antigo da seleção, Guardiola não demonstrou muito interesse em aceitar o desafio de trabalhar no Brasil. Em novembro, inclusive, renovou contrato com o Manchester City até junho de 2025 e enterrou de vez o plano da CBF.
Já Ancelotti foi consultado pela primeira vez em outubro. Ele se mostrou aberto a avançar com as conversas e, a depender do projeto apresentado, abrir negociações concretas. No entanto, o italiano avisou que só aceita conversar quando o cargo estiver vago e que pretende finalizar a temporada no Real Madrid. Aceitaria, então, assumir o cargo em junho de 2023.
Para concordar com as condições de Ancelotti, que tem acordo vigente com o Real até junho de 2024, a CBF teria que provavelmente negociar a saída dele da Espanha e, acima de tudo, também encontrar um interino para comandar a seleção nos próximos jogos, durante a data Fifa que vai do fim de março ao começo de abril — os adversários ainda não estão definidos, mas a tendência é de que sejam amistosos.
Aos 63 anos, Carlo Ancelotti é um dos treinadores mais vencedores na ativa. Foi campeão em todos os países por onde passou: Itália (Milan), Inglaterra (Chelsea), França (PSG), Alemanha (Bayern de Munique) e Espanha (Real Madrid). Tem quatro títulos da Liga dos Campeões no currículo. Atualmente, trabalha no Real ao lado de Vini Jr, Rodrygo e Éder Militão.
O treinador é um dos melhores amigos no futebol de Tite, agora ex-comandante da seleção. Recentemente, Vini Jr disse que os dois são responsáveis por sua evolução e têm estilos parecidos: “Acredito que a semelhança é do lado humano, de ter a consciência do que é o melhor para o jogador, para a gente dentro do elenco. Eles entregam tudo muito fácil para nós dentro de campo termos não só uma opção, mas sim muitas opções e saber o caminho por onde ir.”

Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, já declarou recentemente que não descarta a contratação de um treinador estrangeiro para substituir Tite, que esteve no cargo de 2016 a 2022. O português Abel Ferreira, em alta no Palmeiras há dois anos, é um candidato que está na mesa, mas que, neste momento, não é consensual.
Opções brasileiras correm por fora na preferência da confederação. De contrato renovado no Fluminense, Fernando Diniz, por exemplo, conta com o lobby de vários jogadores, entre eles Daniel Alves, Thiago Silva, Bruno Guimarães, Antony e principalmente Neymar. Treinadores portugueses também são vistos com bons olhos, já que também não teriam obstáculos em relação à língua.
Antes de avançar de vez com a escolha do treinador, a CBF trabalha para contratar um novo diretor de seleções, visto que Juninho Paulista deve sair. A ideia prioritária é trazer um nome com perfil moderno e profissional e com experiência em clubes.
Informações UOL Esportes

A nova presidente do Peru, Dina Boluarte, apresentará um projeto de lei ao Congresso para antecipar as eleições gerais para 2024, dois anos antes da data prevista. A informação foi dada na manhã desta segunda-feira, 12, depois dos protestos no fim de semana, nos quais duas pessoas morreram.
Dina assumiu o governo na quarta-feira 7, depois que o ex-presidente Pedro Castillo tentou dar um golpe, mas acabou cassado pelo Parlamento e preso.
“Interpretando a vontade da cidadania decidi tomar a iniciativa para alcançar um acordo com o Congresso da República para antecipar as eleições gerais para o mês de abril de 2024”, disse a presidente, que era vice de Castillo, em uma mensagem à nação exibida na televisão nos primeiros minutos desta segunda-feira.
No domingo, dois adolescentes foram mortos e quatro pessoas ficaram feridas em uma manifestação em Andahuaylas, no sul do Peru, durante protestos. As manifestações, em todo o país, começaram ao longo da semana passada, exigindo que o país realizasse eleições gerais. Em Lima, a polícia dispersou com gás lacrimogêneo na tarde de domingo uma manifestação nas proximidades do Congresso em apoio a Castillo.
Os manifestantes, muitos partidários de Castillo, há dias exigem que o Peru realize eleições em vez de permitir que Dia permaneça no poder até 2026, quando o mandato de Castillo terminaria. Alguns também pedem que o Congresso seja fechado.
Enquanto isso, sindicatos rurais e organizações representativas dos povos indígenas convocaram uma greve por tempo indeterminado a partir de terça-feira em apoio a Castillo, que vem de uma família de camponeses.
Eles exigem a suspensão do Congresso, a realização de eleições antecipadas e uma nova Constituição, assim como a libertação imediata de Castillo, segundo um comunicado da Frente Agrária e Rural do Peru, que reúne cerca de uma dúzia de organizações. Para eles, Castillo não praticou um golpe.
Castillo foi detido por sua própria equipe de segurança quando seguia para a Embaixada do México para pedir asilo político. O Ministério Público o acusa de rebelião e conspiração. Ele já era investigado por corrupção.
Informações Revista Oeste
Por J.R. Guzzo
O primeiro ato concreto do petista, assim que o TSE o declarou vencedor, foi exigir mais dinheiro do pagador de imposto

(J.R. Guzzo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 11 de dezembro de 2022)
O anúncio dos nomes dos ministros que vão formar o governo Lula deveria lembrar, em circunstâncias normais, a formação de uma equipe de trabalho. Não está sendo assim. Parece, muito mais, uma partilha de bens arrecadados — os trilhões de reais, na soma total, dos recursos que estarão à disposição de Lula, do PT e do vasto bonde formado em volta deles a partir de 1º de janeiro de 2023, e por pelo menos quatro anos.
É dinheiro que não acaba mais. Foi-se o tempo em que o Brasil era um paiseco indigente, desses que vivem pedindo esmola ao FMI ou aos “banqueiros internacionais”, e onde o governo não consegue comprar um rolo de esparadrapo. Hoje, só de impostos federais, são R$ 2 trilhões — é o que foi arrecadado em 2022.
Some-se a isso os caixas hoje bilionários das empresas estatais, que nunca tiveram tanto lucro como nos últimos quatro anos, mais reservas internacionais em divisas que estão acima de US$ 320 bi, mais isso e mais aquilo — e dá para se ter uma ideia do que vale, hoje, ter a chave do Erário deste país. É muito compreensível, ao mesmo tempo, o monumental esforço que foi feito para se chegar a ela.
Um mês e meio depois das eleições, o governo Lula não apresentou a mais remota ideia do que poderia ser um plano de governo; também não disse nada durante a campanha eleitoral. No máximo, aqui e ali, foram expostos desejos vagos de adotar “políticas sociais”, de investir na “educação”, na “saúde” e na “cultura” ou de fazer do Brasil “um país feliz”.
Fala-se em índio, e em Ministério do Índio. Não há o menor risco de nada disso resultar em algum benefício real para a população. Lula e o seu entorno, do seu lado, não têm nenhum interesse sério nessas coisas — o olho de todo mundo está fixado neste imenso pernil que daqui a pouco vai para mesa.
“Políticas sociais”, etc., são apenas a senha para se entrar no sistema onde aquela montanha toda de dinheiro está à espera das canetas que vão determinar quem leva quanto, onde e como. A fome é tanta que nem os trilhões que estão aí foram suficientes. O primeiro ato concreto de Lula, assim que o TSE declarou que ele ganhara as eleições, foi exigir mais dinheiro — nem chegou a entrar no Palácio do Planalto, mas já arrancou do pagador de impostos (é ele que paga, sempre; nunca é “o Congresso”) R$ 170 bilhões para gastar a mais do que a lei permite. Imagine-se, então, depois que o seu governo começar.
Tudo isso, mais a determinação de destruir todos os mecanismos que foram postos em funcionamento para estabilizar a economia, passa hoje por virtude. É “capacidade de articulação política”, dizem.
Informações Revista Oeste

Em litígio com a Nike, o atacante Vinicius Jr, do Real Madrid (ESP) e seleção brasileira, não terá tarefa fácil para romper com a empresa norte-americana. O UOL Esporte apurou que não há multa no contrato entre os dois, mas exatamente por isso se torna ainda mais difícil romper o vínculo válido até 2028.
Como efetivamente não há multa rescisória no acordo assinado pelas partes, a única forma de romper o contrato é por acordo entre o jogador e a fornecedora de materiais esportivos ou por via judicial – e Vini já acionou advogados nesse intuito.
O atacante já manifestou à empresa sua vontade de sair e aguarda a posição da Nike. A empresa norte-americana prefere o silêncio: não respondeu ao atleta após tomar ciência do fato, nem se posicionou quando procurada pelo UOL Esporte.
A Nike, na verdade, não aceitou bem a provável saída de Vini Jr. Após romper contrato com Neymar por iniciativa própria, a fornecedora de materiais esportivos não tinha nos planos perder sua principal estrela brasileira no momento. O jogador do Real Madrid tem todos os requisitos que a empresa busca atualmente: um atacante, jovem, atuando em um grande clube e já presente na prateleira mais alta da Europa.
Apesar da resistência da Nike, o entorno do atacante garante que não há volta. Segundo ouviu o UOL Esporte, a insatisfação de Vini Jr não é de ordem financeira, mas sim sobre tratamento recebido pela marca. O atacante avalia como injusta a forma como tem sido tratado pela empresa.
Vini Jr possui as chuteiras da última coleção da Nike, mas não as utiliza como forma de protesto. O jogador disputou as finais da Liga dos Campeões da Europa e a Copa do Mundo com a versão antiga do modelo chamado Mercurial. Questionado sobre o tema em coletiva ainda no Qatar, ele desconversou.
“Não posso falar. Temos um contrato, somos parceiros, não podemos falar sobre a nossa relação. Como não falo da relação com meu pai, não posso falar da nossa relação com vocês”, disse.
O litígio entre Vini Jr e Nike agita os bastidores do mercado esportivo. Adidas e Puma estão de olho no atacante do Real Madrid (ESP) e já acenaram com propostas de valores até dez vezes maioresdo que o jogador recebe hoje. Não há nada oficial de forma a evitar que seja configurado assédio a um atleta com contrato vigente com outra marca.
Pessoas próximas a Vini asseguram que a insatisfação com a Nike não é de ordem financeira, mas uma proposta com quantias elevadas pode ser diferencial. O jogador de 22 anos acredita que recebe um tratamento injusto da marca.
Vinicius Jr é patrocinado pela Nike desde os 13 anos. O descontentamento existe há meses e o atacante não participou dos últimos eventos da patrocinadora, nem mesmo do filme de lançamento do novo uniforme da seleção – no qual, em teoria, deveria ser a estrela dada a convergência de interesses: a Nike patrocina Brasil e também o atacante do Real Madrid.
Vini teve ascensão midiática meteórica nesta Copa do Mundo e estampa diversos comerciais, aparecendo para o público brasileiro até mais do que Neymar nos intervalos dos jogos da seleção. Em sua rede social, o jogador possui um “destaque” para cada marca que fechou parceria, mas não para a Nike. A ação de organizar as parcerias em destaques foi feita depois do litígio com a gigante de materiais esportivos, então a Nike nunca esteve ali.
Informações UOL Esportes

A Conmebol promoveu neste domingo (11), no Catar, uma homenagem à carreira de Pelé. O evento ocorreu no espaço montado pela entidade máxima do futebol sul-americano em Doha, no Catar, e contou também com uma sugestão de Alejandro Domínguez, presidente da confederação, para homenagear o rei do futebol com uma mudança no escudo da CBF. Curiosamente, o evento não teve a presença de nenhum ídolo brasileiro, apenas argentinos.
Javier Zanetti e Nery Pumpido, ex-lateral e ex-goleiro da seleção argentina, estiveram no evento. Segundo a Conmebol, diversos ídolos brasileiros que estão no Catar como embaixadores da Copa do Mundo, como Cafu, Kaká, Ronaldo e Rivaldo, foram convidados mas não apareceram.
A proposta de Domínguez para o escudo da CBF é que sejam trocadas três das cinco estrelas da camisa da seleção por três corações, em homenagem a Pelé, que nasceu há 82 anos na cidade de Três Corações, em Minas Gerais.
Pelé está internado desde 29 de novembro no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, onde se recupera satisfatoriamente de uma infecção pulmonar, segundo os médicos.
“Como Conmebol, propomos à CBF que Pelé viva sempre na camisa de todos nós que amamos o futebol, que troquem três de suas estrelas por três corações. Para que todos saibam que, embora não tenha sido o único protagonista de três campeonatos mundiais, porque o futebol é um esporte de equipe, ele deu origem ao ‘jogo bonito’. Queremos dar a ele esse reconhecimento em nome de onde Pelé vem, de onde nasceu o futebol e o ‘jogo bonito’ dos países que compõem a Conmebol. É um craque que já mora no coração de todos nós. Força e longa vida ao rei”, afirmou Alejandro Domínguez.
“Pelé foi uma fonte de inspiração porque o número10 nasceu com ele. A verdadeira camisa do craque, do ídolo, da estrela, do superdotado. A partir dele, torna-se uma fonte de inspiração, mas o Pelé é incomparável”, acrescentou.
Fernando Sarney, brasileiro representante da Conmebol na Fifa, também deixou algumas palavras de carinho ao ex-jogador. “Muito emocionante essa homenagem neste momento em que se joga uma Copa do Mundo, torneio que o tornou o rei do futebol. Pelé é uma inspiração, um exemplo e o símbolo do meu país”, comentou.
Por fim, o ex-jogador de futebol argentino Javier Zanetti também dedicou algumas palavras emocionadas a Pelé.
“É um orgulho e uma honra estar na homenagem a Pelé. Ele foi uma inspiração para todos nós que amamos o futebol. Tive a oportunidade de o conhecer pessoalmente e o que transmite é motivo de orgulho. Ele nunca divide, sempre une. E são esses valores que o futebol tem que transmitir. Como argentino, sempre o admirei por seu comportamento dentro e fora do campo. Desejo muita força a Pelé e sua família, porque precisamos que ele continue conosco”, declarou.
Créditos: R7 Esportes.

Em meio a um forte esquema de segurança, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) será diplomado nesta segunda-feira (12) pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como o próximo presidente da República. A diplomação, marcada para as 14h, é um ato formal que atesta que o petista está apto para assumir o cargo em 1º de janeiro, quando tomará posse. Mas a solenidade também abre o prazo legal para que sejam apresentadas ações de cassação de Luladevido a supostas irregularidades que tenha cometido. Na mesma cerimônia, Geraldo Alckmin (PSD) será diplomado como vice-presidente.
O cerimonial do TSE foi comunicado da confirmação da presença de mais de 120 convidados e 45 representações diplomáticas estrangeiras. Um forte esquema de segurança foi montado pela Polícia Judicial, Polícia Federal e Governo do Distrito Federal para evitar qualquer embaraço. Existe um temor de que possa haver tumulto provocado por manifestantes contrários à eleição de Lula que venham a se deslocar para a sede do Tribunal, em Brasília.
A segurança será ainda mais forte do que foi na posse do atual presidente do TSE, Alexandre de Moraes, em agosto. Na ocasião, a cúpula dos Três Poderes e a elite da política e da Justiça em Brasília compareceram em peso. Bolsonaro ficou de frente para Lula, que esteve acompanhado dos ex-presidentes Michel Temer, José Sarney e Dilma Rousseff. Todos os ministros do Supremo Tribunal Federal estiveram presentes.
Agora, o TSE pediu ao governo do Distrito Federal reforço, principalmente na área externa, em razão da suspeita de que manifestantes indignados com a vitória de Lula possam querer invadir o TSE para tentar demonstrar revolta contra o resultado da eleição ou causar algum tipo de transtorno. Para frustrar qualquer tentativa do tipo, a Polícia Militar delimitará um perímetro maior em volta da sede do TSE, dentro do qual só poderão entrar pessoas previamente cadastradas e autorizadas – basicamente, autoridades, convidados, jornalistas e servidores.
Na área interna, agentes da PF farão a segurança pessoal de Lula e de seus familiares. A Polícia Judicial do TSE fará a vigilância interna do evento juntamente com a PF.
Com informações da Gazeta do Povo

O ator Thiago Rodrigues foi espancado ao sair de um bar, no Baixo Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. O episódio ocorreu neste sábado (10). As informações são do blog do Ancelmo Gois, do Jornal o Globo.
Thiago, de 42 anos, foi cercado por cinco bandidos. Ele tentou fugir, mas não conseguiu.
O celular do ator foi levado. O artista contou que só entendeu que estava sendo vítima de um assalto quando já estava no chão apanhando.
Após ser espancado, Rodrigues acordou somente na manhã deste domingo (11) sendo cuidado por uma senhora, em uma feira de antiguidades na Praça Santos Dumont. Ele foi levado para o Hospital Miguel Couto, na Gávea, onde recebeu atendimento.
Veja, abaixo, a foto do ator ferido. Alerta: a imagem de Thiago durante o atendimento é forte.

Informações Pleno News

O Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal ingressou uma ação contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) alegando maus-tratos ao gato que “invadiu” a coletiva do atacante da Seleção Brasileira Vinicius Jr. na quarta-feira (7).
A peça cobra que a CBF faça uma retratação pública e pague uma multa de R$ 1 milhão. A intenção, de acordo com o Fórum, é que o valor seja direcionado para um fundo que seria utilizado para “benefício da coletividade”.
No episódio, após o gato aparecer na mesa dos microfones, o assessor da CBF Vinicius Rodrigues agarrou o animal pela pele do dorso e o retirou do local. A forma como Vinicius tratou o animal repercutiu negativamente nas redes sociais.
Segundo a Diretora Jurídica do Fórum Animal, Ana Paula Vasconcelos, a ação tem caráter educativo. “Acreditamos no caráter educativo da ação e que o direito e a dignidade dos animais seja objeto de reflexão para toda a sociedade”, diz Vasconcelos.
“As imagens que percorrem o mundo estão dando péssimos exemplos para incentivar práticas cruéis para com os animais e inclusive reforçam o estigma de que animais podem ser tratados como coisa e não como seres sencientes e conscientes que são”, argumenta a nota da ONG.
A CNN entrou em contato com a CBF e aguarda resposta.
Créditos: CNN Brasil.

Elon Musk (foto) confirmou neste domingo (11/12) que o limite de caracteres no Twitter passará dos atuais 280 para 4 mil.
Em resposta a um seguidor que o questionou sobre os rumores, o CEO da empresa afirmou apenas “sim”, sem dar detalhes. Não há previsão de comunicado oficial sobre a mudança.
Nesta segunda, o Twitter também lançará uma nova versão do serviço de assinatura “Twitter Blue”. Com os novos recursos, os usuários poderão editar publicações, enviar vídeos em 1080p, além do selo de verificação azul.
Créditos: O Antagonista.

Em comunicado no site do Ministério da Economiaa pasta informa que o cenário econômico do Brasil não é de crise. Bem pelo contrário. Os esclarecimentos sugerem que o país está em melhores condições para essa transição de governo do que há quatro anos.
A nota diz ainda que Estados e municípios vão fechar 2022 com superávit primário pelo segundo ano consecutivo. E que as transferências por repartição de receita chegaram ao maior patamar da série histórica iniciada em 1997 (4,8% do PIB, o que equivale a aproximadamente R$ 480 bilhões).
O Ministério reforça também que a pandemia de Covid-19 impediu reajustes aos servidores públicos, mas que o governo previu para 2023 R$ 10,5 bilhões para esse fim no Projeto de Lei Orçamentária enviado ao Congresso.
Veja íntegra:
Diante da recente série de declarações infundadas sobre o atual cenário econômico, o Ministério da Economia faz os seguintes esclarecimentos:
As declarações de que o Estado Brasileiro está “quebrado” não são compatíveis com a realidade. A Dívida Bruta do Governo Geral deverá terminar o ano representando 74% do Produto Interno Bruto (PIB) e superávit primário de R$ 23,4 bilhões, o primeiro desde 2013 (Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias – 5º Bimestre de 2022). Será o primeiro governo que encerra o mandato com endividamento em queda: em 2018, a relação dívida/PIB chegou a 75,3%. Demais países emergentes e desenvolvidos têm projeções de crescimento de dívida entre 10,6 pontos e 8,5 pontos percentuais, respectivamente, em comparação com as taxas observadas antes da pandemia. Governos anteriores ampliaram a relação dívida/PIB em quase 20 pontos do PIB sem enfrentar pandemias ou guerras como a vista no Leste europeu, sem que esses recursos se traduzissem em efetiva melhora na qualidade de vida da população.
Graças às medidas de suporte aos entes subnacionais durante a pandemia e às ações de política econômica que resultaram em rápida recuperação da atividade no pós-pandemia, Estados e municípios registrarão o segundo ano consecutivo de superávit primário em 2022. Ainda na relação com os entes federados, as transferências por repartição de receita chegaram a 4,8% do PIB em 2022 (aproximadamente R$ 480 bilhões), maior patamar da série histórica iniciada em 1997. Cabe destacar, também, o resultado das empresas estatais que caminha para fechar 2022 na casa dos R$ 250 bilhões, depois de resultado de R$ 188 bilhões em 2021, contra prejuízos de mais de R$ 30 bilhões em 2015. A atual administração também marca outro fato inédito ao entregar o nível de despesa primária em proporção do PIB em patamar inferior ao do início do governo (18,7% do PIB em 2022 contra 19,5% em 2019).
Os compromissos totais devidos pelo Brasil a organismos e instituições financeiras internacionais deverão somar US$ 1,23 bilhão em 2023. É quase 20% menos que o total de US$ 1,52 bilhão devidos no ano de 2016. A melhora registrada nos últimos anos ocorreu graças a um conjunto de esforços que tem como regra mais usual priorizar os pagamentos há mais de dois anos em atraso e que ponham o Brasil sob ameaça de perda de direitos de participação nos respectivos fóruns de governança. O acompanhamento direto é realizado pelos ministérios setoriais, agências e entidades vinculadas, que subsidiam o Ministério da Economia com informações para as decisões pontuais a respeito dos pagamentos e equacionamento desses passivos junto aos organismos internacionais. Importante considerar que, para 2022, o Governo havia reservado no PLOA o valor de R$ 2 bilhões para pagamento de compromissos com organismos e instituições financeiras internacionais, mas o valor foi reduzido pelo Congresso Nacional a R$ 907 milhões, o que impossibilitou maior redução dos passivos.
O pagamento da última parcela do reajuste dos salários dos servidores públicos, decidido em 2016 (Governo Temer), ocorreu em 2019, portanto, há três anos. Desde 2020, o Brasil e o mundo foram economicamente impactados pela pandemia da Covid-19. Diante da gravidade do cenário, o governo federal e o Congresso Nacionalentenderam que a prioridade seria alocar recursos para o combate à doença em nível federal, estadual e municipal, a manutenção dos empregos e a concessão de auxílio financeiro aos mais vulneráveis, o que não permitiu a aprovação de novos reajustes aos servidores públicos até 31/12/2021 (conforme determinado pela Lei Complementar nº 173/2020, artigo 8º). Para 2023, o Projeto de Lei Orçamentária enviado ao Congresso previu R$ 10,5 bilhões para reajustes dos servidores públicos do Poder Executivo. Esses R$ 10,5 bilhões corresponderiam, de forma linear, a cerca de 5% de correção salarial.
Em continuidade à Estratégia de Governo Digital (EGD), foram previstos R$ 142 milhões no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) 2023 na ação “Gestão do Governo Digital”. É um valor 105% superior ao de 2021 e 53% maior que o previsto para 2022. Até novembro, o governo federal alcançou a marca de 140 milhões de brasileiros cadastrados no GOV.BR, plataforma de relacionamento do Estado com o cidadão. O número equivale a 87% da população brasileira acima de 18 anos com acesso, de forma prática, ágil e segura, a mais de quatro mil serviços públicos digitais. Os serviços disponíveis no GOV.BR correspondem a 86% de tudo o que pode ser digitalizado pela Administração Pública federal.
O Brasil foi reconhecido pelo Banco Mundial como o segundo país do mundo com a mais alta maturidade em governo digital. A avaliação é resultado do GovTech Maturity Index 2022, divulgado em novembro, que considera o atual estágio da transformação digital no serviço público em 198 economias globais. O Brasil ocupa o segundo lugar nesse ranking, sendo líder em governo digital no Ocidente.
Créditos: Gazeta do Povo.