
O empresário Elon Musk disse que vai analisar os casos de censuras prévias impostas contra brasileiros por decisão dos gerenciadores do Twitter. Ele é o novo controlador da plataforma. Assumido na noite do domingo, 6, o compromisso veio em resposta a questionamentos realizados por usuários do Brasil na rede social.
“Vou olhar isso”, disse o empresário, depois de ler as mensagens. Inicialmente, o bilionário fez uma postagem afirmando que o poder é do povo.
Ao ver a mensagem, a jornalista Fernanda Salles, da Gazeta do Povo, citou o nome de diversos brasileiros que tiveram perfis censurados em redes sociais. Na lista, estão empresários, jornalistas, políticos e até cantores.
Josiano Padovani, outro usuário da rede social, também se manifestou na postagem de Musk no Twitter. Ele comentou que a plataforma “vem impondo uma censura ideológica draconiana ao direito de liberdade de expressão do povo brasileiro” e desafiou o novo dono da rede social a levantar-se contra a censura.
Ao deparar com a sequência de respostas, ele questionou Padovani. “A que censura você se refere?”, escreveu.
A essa altura, Paulo Figueiredo, comentarista político brasileiro, entrou no debate. Ele disse que a plataforma impôs uma censura própria espontaneamente.
“É claro que o Twitter precisa obedecer às decisões do ‘Tribunal’ brasileiro”, escreveu Figueiredo. “Mas a empresa foi além, impondo espontaneamente sua própria censura, ainda mais rigorosa do que a de nossos Tribunais falhos. Seus moderadores estão sendo mais ditatoriais do que nossos próprios Tribunais!”
Informações Revista Oeste

O Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fez um pronunciamento em cadeia de rádio e TV na noite deste domingo (6) pedindo para que pais e responsáveis vacinem as crianças contra a poliomielite. Segundo dados do ministério, a campanha de vacinação que ocorreu em agosto e setembro deste ano vacinou menos de 70% do público-alvo, composto por crianças de zero a cinco anos. A meta é imunizar 95% das crianças nessa faixa etária em todo o país.
“Faço um apelo aos pais, avós e responsáveis. Vacinem suas crianças contra a poliomielite. Não podemos negar esse direito ao futuro do nosso Brasil. Não podemos aceitar que ninguém, especialmente as nossas crianças, adoeçam e morram de doenças para as quais existe vacina há tanto tempo.”
A poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é uma doença contagiosa aguda causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, e que pode infectar crianças e adultos por meio do contato direto com fezes e secreções eliminadas pela boca de pacientes. Nos casos graves, em que acontecem as paralisias musculares, os membros inferiores são os mais atingidos.
“Há 32 anos a região das Américas é considerada livre da poliomielite, mas infelizmente as coberturas vacinais estão caindo no mundo, assim como no nosso Brasil”, disse Queiroga no pronunciamento. Segundo ele, a baixa taxa de vacinação contra a doença foi agravada pela pandemia de covid-19.
“O Ministério da Saúde está empenhado para manter o Brasil livre da poliomielite”, destacou. O ministro afirmou que, durante a 30ª Conferência Sanitária Pan-Americana da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), que ocorreu em setembro, nos Estados Unidos, o Brasil reforçou a necessidade dos países americanos se mobilizarem para erradicar a enfermidade.
Queiroga lembrou ainda que na última semana o governo lançou um plano de combate à poliomielite com o objetivo de organizar o trabalho da União, dos estados e dos municípios. Entre as ações prioritárias está o fortalecimento da vigilância epidemiológica e da vacinação.
“As vacinas continuam disponíveis nos postos de vacinação. É possível sim atingir a meta. Para tanto, é necessário o engajamento dos gestores de saúde e da sociedade civil. Estados como a Paraíba e o Amapá, por exemplo, já vacinaram mais de 90% do público alvo”, afirmou o ministro.
Informações Agência Brasil

Não há duvidas de que Lionel Messi e Cristiano Ronaldo são os maiores nomes de futebol do século XXI. Juntos, os astros argentino e português colecionam 11 prêmios de melhor jogador do planeta pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), nove títulos de Liga dos Campeões da Europa (onde, aliás, são os principais artilheiros e únicos a terem ultrapassado a barreira dos 100 gols), entre outros recordes. A era deles, porém, está chegando ao fim e a Copa do Mundo deste ano será a última com a presença de ambos.
Será o quinto Mundial de cada um, o que os igualará a mais quatro nomes (os mexicanos Antonio Carbajal e Rafa Márquez, o alemão Lothar Matthäus e o italiano Gianlugi Buffon) como jogadores com mais participações no evento. Messi, de 35 anos, anunciou recentemente que a Copa do Catar será a derradeira da carreira. Ronaldo, dois anos mais velho, ainda não fala em adeus e deseja estar na edição de 2026 (Canadá, Estados Unidos e México), aos 41 anos.
A trajetória de ambos em Copas teve início em 2006. À época com 18 anos, Messi ainda não era o protagonista que viria a se tornar no Barcelona (Espanha), mas era apontado como candidato a revelação do torneio disputado na Alemanha. Ele esteve presente em três jogos do Mundial. A estreia foi na segunda rodada da fase de grupos, na goleada por 6 a 0 sobre Sérvia e Montenegro. Reserva, o atacante entrou no lugar do meia Máxi Rodriguez aos 29 minutos do segundo tempo. Participou do quarto gol, marcado pelo centroavante (e hoje técnico) Hernán Crespo, além de balançar as redes para fazer o quinto tento argentino na partida.
Com a seleção alviceleste garantida nas oitavas de final, Messi ganhou chance como titular no duelo seguinte, no empate sem gols com a Holanda. No mata-mata, iniciou no banco o jogo com o México, no dia em que completou 19 anos, entrando em campo aos 39 minutos da etapa final. Discreto, o atacante não recebeu oportunidade nas quartas de final, quando a Argentina foi eliminada pela Alemanha nos pênaltis, gerando críticas ao técnico José Pekerman.
Naquele mesmo Mundial, Ronaldo já era um dos principais nomes da seleção portuguesa de Luiz Felipe Scolari, embora o protagonista ainda fosse o veterano Luís Figo. Este último, aos 33 anos, preparava-se para transferir o bastão de líder rubro-verde justamente ao então jovem de 21 anos, titular desde o vice-campeonato europeu em 2004 e que balançou as redes pela primeira vez em uma Copa (edição da Alemanha) na vitória por 2 a 0 sobre o Irã, na segunda rodada, cobrando pênalti.
Nas oitavas de final, diante da Holanda, Ronaldo foi uma das vítimas do jogo mais violento da história das Copas (16 amarelos e quatro vermelhos), deixando o gramado contundido no primeiro tempo – Portugal venceu por 1 a 0. Nas quartas, foi dele o gol que decretou a classificação lusitana às semifinais, nos pênaltis, contra a Inglaterra. O atacante ainda esteve presente nas derrotas para França (semifinal) e Alemanha (disputa pelo terceiro lugar).
Quatro anos depois, Messi e Ronaldo já eram os principais astros do futebol mundial, ambos com um prêmio de melhor do mundo cada, sendo o argentino o detentor do posto quando a bola rolou na Copa da África do Sul. A dupla, porém, decepcionou. Apesar da ótima atuação na goleada por 4 a 1 sobre a Coreia do Sul, participando dos quatro gols da Argentina, o então craque do Barcelona passou em branco na competição e foi questionado por não render na seleção o tanto que apresentava no clube espanhol.
O português, por sua vez, foi eleito o melhor em campo nos três jogos da primeira fase, ainda que longe de brilhar nos empates sem gols com Costa do Marfim e Brasil e na goleada por 7 a 0 sobre a Coreia do Norte, em que balançou as redes pela única vez na edição. Na eliminação para a futura campeã Espanha, nas oitavas de final (derrota por 1 a 0), CR7 foi criticado por se recusar a dar entrevistas mesmo sendo capitão da seleção e por cuspir na direção de um cinegrafista na saída do gramado.

Na edição do Mundial no Brasil (2014), Messi, enfim, foi protagonista em uma Copa do Mundo. Ele marcou quatro vezes nos três primeiros jogos da Argentina e deu assistência para o atacante Ángel Di Maria fazer, na prorrogação, o gol da vitória sobre a Suíça, por 1 a 0, que levou a equipe alviceleste às quartas de final. Com a braçadeira de capitão, o camisa 10 liderou os hermanos à decisão, mesmo sem balançar as redes no mata-mata. Diante da Alemanha, porém, o craque não aproveitou as chances e a meta de ser campeão mundial no Maracanã sucumbiu ao gol do meia Mario Gotze. Ainda assim, foi eleito o melhor jogador do torneio.
A participação de Ronaldo foi curta. Então melhor do mundo, o português chegou ao Mundial no Brasil sofrendo com lesões. A goleada sofrida para os alemães (4 a 0) e o empate por 2 a 2 com os Estados Unidos praticamente sentenciaram o duelo com Gana, na última rodada da fase de grupos, a somente cumprir tabela. O camisa 7 até deixou a marca dele, garantindo o triunfo rubro-verde por 2 a 1, mas Portugal se despediu antes do mata-mata.
Veio, então, a Copa da Rússia (2018). Após as derrotas nas finais das Copas Américas de 2015 e 2016 (ambas para o Chile), Messi chegou a anunciar que se aposentaria da seleção, mas voltou atrás. Na estreia dos hermanos o camisa 10 perdeu um pênalti (empate por 1 a 1 com a Islândia) e pouco conseguiu fazer na derrota para a Croácia ( 3 a 0). O craque desencantou contra a Nigéria, marcando o primeiro gol da vitória por 2 a 1, que classificou os argentinos. Nas oitavas de final, apesar de duas assistências, ele viu a França, do atacante Kylian Mbappé, vencer por 4 a 3 e adiar, novamente, o sonho do título mundial.
Ronaldo chegou à Rússia novamente como melhor do mundo, além de campeão europeu por Portugal, dois anos antes. Na estreia, tornou-se o atleta mais velho (33 anos e 130 dias) a marcar um hat-trick (três gols na mesma partida) em uma Copa, no empate por 3 a 3 com a Espanha. Ele também se igualou a Pelé ao balançar as redes pelo quarto Mundial seguido. O atacante ainda fez o gol da vitória por 1 a 0 sobre Marrocos, no jogo seguinte. Pela terceira rodada, porém, o camisa 7 desperdiçou um pênalti no empate em 1 a 1 com o Irã, o que custou a liderança do grupo. Nas oitavas, os portugueses caíram para o Uruguai.
O inédito título mundial é a principal motivação de Messi e Ronaldo no Catar, mas não a única. Ambos podem estabelecer marcas históricas na edição deste ano. Caso entre em campo, o argentino se tornará o jogador com mais Copas no currículo (cinco) em seu país. Se participar dos três jogos da primeira fase, será o hermano com mais atuações na competição, chegando a 21 e superando o ídolo Diego Armando Maradona. Por fim, o camisa 10 está a quatro bolas na rede de igualar o feito do ex-atacante Gabriel Batistuta, autor de 10 gols, como maior artilheiro da Argentina em Mundiais.

Já Ronaldo, se balançar a rede no Catar, será o primeiro a marcar em cinco Copas consecutivas. Na lista dos jogadores mais velhos a balançarem as redes na história da competição, o astro ficaria atrás somente do ex-atacante Roger Milla, que tinha 42 anos e 39 dias quando fez o gol de honra de Camarões na derrota por 6 a 1 para a Rússia, nos Estados Unidos (1994) – o português terá 37 anos e oito meses no Mundial do Oriente Médio.
Pela primeira vez desde que se tornaram as duas principais grifes do futebol mundial, os craques chegam à Copa sem um deles ser o melhor do mundo. O momento de ambos também é distinto. Ainda que sem o protagonismo dos anos de Barcelona, Messi tem feito bons jogos pelo Paris Saint-Germain (França), após uma temporada 2021/22 abaixo das expectativas, na qual sequer foi listado, por exemplo, entre os 30 finalistas do prêmio Bola de Ouro, da revista France Football. Já com a torcida argentina, o clima do camisa 10 é de festa, depois de, enfim, liderar a conquista do título da última edição da Copa América, no Brasil, no ano passado.
Ronaldo, ao contrário, vive momento delicado no clube e na seleção. Ausente de quase toda a pré-temporada do Manchester United (Inglaterra), de onde tentou sair – ele tem sido pouco aproveitado pelo técnico Erik Ten Hag. Em algumas partidas do Campeonato Inglês, deixou o banco de reservas antes do apito final. Vestindo a camisa rubro-verde, o craque foi criticado pelas atuações nos últimos amistosos e teve até a titularidade questionada. O Mundial do Catar pode ser a oportunidade derradeira para o camisa 7 dar a volta por cima na temporada.
A estreia da Argentina, de Messi, na Copa do Catar, será em 22 de novembro, às 7h (horário de Brasília), diante da Arábia Saudita, pelo Grupo C, no Estádio Lusail. No dia 24, às 13h, será a vez de Portugal, de CR7, debutar no Mundial, contra Gana, no Estádio 974, pelo Grupo H.
Informações Agência Brasil

O ex-ator Guilherme de Pádua, um dos assassinos da atriz Daniella Perez em 1992, morreu de infarto, aos 53 anos, na noite do domingo 6. A informação foi divulgada pelo pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, em Minas Gerais, onde Pádua pregava desde 2017, depois de passar alguns anos na cadeia.
“Recebi o telefonema de uma irmã informando que um dos nossos pastores acabou de falecer”, anunciou Valadão, durante uma live no Instagram. “Para mim, foi um impacto muito grande, porque, hoje de manhã, eu dirigi o culto e ele estava com a esposa. Ele praticou aquele crime terrível com a Daniella Perez, foi preso, cumpriu pena e se converteu. Ele estava em casa e morreu.”
Segundo o pastor, Pádua comandava o ministério “Recomeço” na igreja, responsável por cuidar de ex-presidiários. “A sociedade não compreende muito as coisas, ele cometeu aquele crime contra Daniella Perez, mas se converteu na prisão”, observou Valadão. “Ficou tão conhecido. Fez aquela besteira há anos.”
Em 1992, a atriz Daniella Perez, de 22 anos, fazia um par romântico com Guilherme de Pádua, na novela De Corpo e Alma, da Globo. Daniella saiu do estúdio onde gravava a novela, em 28 de dezembro, e foi seguida por Pádua.
Horas depois, Daniella foi encontrada morta em um terreno baldio, na Barra da Tijuca, no Rio. A atriz tinha 16 perfurações no peito e no pescoço. Legistas afirmaram que a cena do crime tinha elementos de ritual satânico. Na manhã seguinte, a polícia identificou Pádua como o autor do assassinato, pois uma testemunha anotara a placa do carro dele. Também a então mulher de Pádua, Paula Thomaz, foi presa, em virtude de ter participado do crime.
Informações Revista Oeste

Foto: SOPA Images/LightRocket via Getty Images.
Dada a forte inflação que só parece aumentar em todo o mundo, as diferentes moedas começam a sofrer os golpes e refletem a incerteza de uma economia com dois anos de pandemia, uma guerra russa na Ucrânia que impactou o mercado preços do petróleo e a desaceleração do crescimento de países tão importantes quanto a China.
É por isso que vale a pena perguntar, quais são as 10 moedas mais fortes do mundo? E antes de chegar ao primeiro lugar, avisamos antecipadamente que não é o dólar, embora ele seja a moeda mais utilizada para operações internacionais.
Uma moeda forte é determinada pela quantidade de bens e serviços que você pode comprar com ela e pela quantidade de outras moedas que você pode receber em troca de uma unidade da moeda inicial, de acordo com uma análise da Forex.com, uma plataforma de negociação de moedas estrangeiras.
Como o dólar é a moeda mais utilizada no mercado, ele funciona como referência para calcular o valor de outras moedas. Assim, quanto mais dólares você precisar para comprar uma única unidade de outra moeda, mais forte ela será. Se você precisar de menos dólares, então essa moeda é considerada mais fraca.
O dólar e o euro atingiram a paridade pela primeira vez em 20 anos em 12 de julho, depois que o primeiro se fortaleceu em relação ao segundo, que registrou queda de 12% em relação ao ano passado.
Se você não está envolvido ao mercado de câmbio, provavelmente nunca antes ouviu falar do dinar do Kuwait. E não se preocupe: é porque ela não é tão amplamente disponível quanto o dólar e o euro. O Banco Central do Kuwait explica que, desde 2007, seu dinar estava atrelado a uma “cesta não divulgada de moedas internacionais dos principais parceiros comerciais e financeiros do Kuwait”.
A razão? Segundo o banco, a política cambial visa “manter e aumentar a relativa estabilidade” do dinar kuwaitiano em relação a outras moedas, “proteger também a economia doméstica contra os impactos da inflação importada”.
Isso decorre do fato de que entre 2003 e 2007 a moeda estava atrelada ao dólar. Mas o Kuwait mudou a política “depois de esgotar todas as tentativas de absorver os efeitos adversos da depreciação do dólar americano em relação às principais moedas durante um longo período”.
Agora, como um país tão pequeno como o Kuwait consegue ter a moeda mais forte? A resposta está no petróleo. O CIA Fact Book explica que a economia do país é muito rica devido à quantidade de reservas de petróleo bruto que possui: aproximadamente 102 bilhões de barris, ou 6% das reservas mundiais.
Segundo dados da CIA, o petróleo representa 92% das receitas de exportação do Kuwait e 90% das receitas do governo.
“Praticamente toda a riqueza do Kuwait é derivada direta ou indiretamente, por meio de investimentos estrangeiros, da extração e processamento de petróleo”, explica a Enciclopédia Britânica sobre a economia do país, que destaca que o elemento chave para o desenvolvimento do país tem sido a constante e rápida expansão da indústria petrolífera desde 1970.
Os lucros que o Kuwait obteve nos anos seguintes por conta do petróleo e dos investimentos lhe deram uma das maiores rendas per capita alto do mundo.
Em 1990, o país quase esgotou as receitas de investimentos estrangeiros devido à invasão que sofreu do Iraque sob o comando de Saddam Hussein. Mas se recuperou com a alta dos preços do petróleo nos anos 2000.
Mas com o petróleo sendo o grande centro da economia do Kuwait, outros setores como agricultura, manufatura e comércio são fracos, segundo a Enciclopédia Britânica.
Créditos: CNN Brasil.

Solta o grito, torcedor! O Bahia está de volta à elite do futebol brasileiro. Na noite deste domingo (6), o Tricolor conquistou o acesso ao vencer o CRB por 2 a 1, no Rei Pelé, pela 38ª e última rodada da Série B. Daniel e Lucas Mugni marcaram os gols do time baiano, enquanto Emerson Negueba descontou para os donos da casa.
Com o triunfo, o Esquadrão de Aço chegou aos 62 pontos e terminou a competição na terceira colocação da tabela de classificação. Enquanto o Galo de Alagoas permanece com 50 a caiu para a 11ª posição.
*Bahia Notícias

O senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do presidente Jair Bolsonaro (PL), voltou às redes sociais neste domingo (6) para se manifestar contra as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater as fake news disseminadas contra as urnas eletrônicas na live do argentino Fernando Cerimedo, amigo da família do presidente.
No Twitter, o senador disse que “a reação das autoridades competentes ante tudo o que está sendo exposto é apenas a censura, ao invés de esclarecimentos. Não vamos desistir do nosso Brasil”.
“Estamos num momento do Brasil em que o povo, parlamentares e jornalistas têm que medir as palavras para não serem censurados. E ainda tem gente achando isso tudo normal, ou pior, achando graça”, completou o parlamentar.
Na noite da última sexta-feira (4), o deputado federal eleito Nikolas Ferreira (PL) teve perfis nas redes sociais suspensos por decisão do Tribunal Superior Eleitoral, por propagar as informações da live questionando a apuração de votos no segundo turno da sucessão presidencial, quando Lula (PT) venceu Bolsonaro.
Bolsonaristas têm usado o conteúdo da live como justificativa para protestar contra o resultado das eleições e pedir intervenção militar. Outro filho do presidente, por exemplo, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), defendeu um golpe de estado e sugeriu que o pai se consultasse com Steve Bannon, ex-estrategista de Donald Trump.
Flávio Bolsonaro, no entanto, adotou a postura há poucos dias. Ele foi o único representante da família Bolsonaro que aceitou a derrota após o segundo turno.
Também no Twitter, um dia após a apuração dos votos, o senador agradeceu “a cada um que nos ajudou a resgatar o patriotismo, que orou, rezou, foi para as ruas, deu seu suor pelo país que está dando certo e deu a Bolsonaro a maior votação de sua vida”. “Vamos erguer a cabeça e não vamos desistir do nosso Brasil! Deus no comando!”, disse Flávio na ocasião.
Foto: Arquivo/Agência Brasil

Foto: Valentyn Ogirenko/Reuters.
A Rússia está sofrendo pesadas perdas em contínuos ataques “ferozes” na região de Donetsk, no leste da Ucrânia, e está preparando novos ataques à infraestrutura de energia ucraniana, disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, neste domingo (6).
“Ataques russos muito ferozes na região de Donetsk continuam. O inimigo está sofrendo sérias perdas lá”, disse Zelensky em seu discurso noturno em vídeo.
Zelensky disse acreditar que a Rússia está “concentrando forças e meios para uma possível repetição de ataques em massa à nossa infraestrutura, energia em primeira instância”.
Também neste domingo, o exército ucraniano acusou a Rússia da destruição em larga escala de embarcações civis ancoradas nas margens do rio Dnipro, na região ocupada de Kherson, no sul do país, que as forças de Kiev estão tentando capturar.
As forças ucranianas vêm pressionando as tropas russas na margem ocidental do rio Dnipro, que corta a Ucrânia, alimentando especulações de que as tropas de Moscou estão se preparando para recuar para o outro lado.
O Ministério da Defesa russo não comentou de imediato.
Créditos: CNN Brasil.

Foto: Reprodução.
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) participa neste domingo (6) de um ato de “resistência civil” em Miami, nos Estados Unidos.
O evento está sendo convocado por meio de aplicativos de mensagem por manifestantes insatisfeitos com a vitória do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo Zambelli, brasileiros no mundo todo estão se somando aos manifestantes que desde 30 de outubro vem bloqueando estradas, fazendo vigílias em frente a quartéis militares e pedindo intervenção federal contra o resultado das eleições.
Nos Estados Unidos, Zambelli relata atos semelhantes em Nova York, Washington e Boston, além de Miami. “É importante para que a imprensa mundial saiba que os brasileiros estão contra tudo o que está acontecendo no Brasil: a censura e essas outras coisas”, argumenta.
Após ter tido as contas nas redes sociais suspensas por ordem judicial, a deputada foi para os Estados Unidos e a saída do país foi interpretada por internautas como uma tentativa de fuga. Após a repercussão, ela publicou nota na qual afirma não ter avisado sobre a viagem porque seus perfis foram suspensos.
Ao Painel, a deputada afirmou que deve voltar para o Brasil no final da próxima semana.
Créditos: Folha de SP.
Atual presidente da República terá um cargo na direção do partido a partir de janeiro

O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, iniciou nesta semana as articulações para que o atual presidente da República, Jair Bolsonaro, seja transformado no principal puxador de votos da legenda nas eleições para as prefeituras, que ocorrem em 2024. Bolsonaro, que deixa a Presidência da República no próximo dia 31 de dezembro, terá um cargo com salário na direção do partido a partir de janeiro.
Para fortalecer o papel de Bolsonaro na legenda, o presidente do partido pretende anunciar, na próxima terça-feira, 7, a colocação do PL como oposição no Congresso ao presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. O PL teve a maior bancada eleita nas eleições de outubro, com 99 deputados federais. No Senado, o PL fez 14 dos 27 novos senadores eleitos.
A expectativa é que o número de parlamentares cresça ainda mais em abril, quando uma nova janela partidária tem início e novos parlamentares podem mudar de legenda, sem risco de perderem o mandato. A busca de novos nomes está intensificada, sobretudo porque a direção do partido também trabalha com baixas, segundo fontes ouvidas por Oeste.
Nesta semana, logo após o fim das eleições, já circulava no Congresso a possibilidade de que parte dos parlamentares do PL pudessem votar acompanhando as orientações do novo governo de Lula. Não seria novidade, uma vez que o próprio Valdemar da Costa Neto já foi apoiador do petista em governos anteriores. Dessa vez, contudo, o presidente da legenda rechaça a ideia.
A fim de evitar turbulências, Valdemar da Costa Neto mandou recados aos parlamentares da legenda ainda na sexta-feira, a fim de que todos os eleitos sob a sombra do presidente da República não abandonem o barco. Costa Neto quer aproveitar a bancada inflada e Bolsonaro como cartão de visitas para fortalecer o partido como oposição e, assim, causar dificuldades para negociações que o novo governo Lula precisa colocar na mesa. Segundo aliados ouvidos porOeste, Valdemar também visualiza a chance de aumentar o número de prefeitos eleitos em 2024.
Como funcionário do partido, Bolsonaro vai ser pago por meio do fundo partidário e terá liberdade para percorrer as principais cidades do país, auxiliando os candidatos da legenda que buscam as prefeituras na próxima eleição.
A Bolsonaro essa também será uma forma de manter sua visibilidade, já que a partir de janeiro será a primeira vez em 32 anos que Bolsonaro ficará sem a prerrogativa do foro privilegiado, uma vez que não terá mandato eletivo. O PL, contudo, descarta, ao menos no momento, a possibilidade de Bolsonaro concorrer à prefeitura do Rio de Janeiro em 2024.
Informações Revista Oeste