
O surfista baiano de ondas gigantes, Márcio Freire, faleceu aos 47 anos de idade, nesta quinta-feira (5), na cidade de Nazaré, em Portugal. A causa da morte foi um acidente que o atleta se envolveu enquanto praticava “town-in”, modalidade em que o surfista é puxado por uma corda.
Segundo a Autoridade Marítima Nacional de Portugal, os Bombeiros Voluntários de Nazaré foram acionados por conta da ocorrência por volta das 16h20 do horário local, ou seja, às 13h20 no horário de Brasília. Ao chegarem na localidade onde Márcio havia se afogado, conseguiram identificar e resgatar o surfista, com o auxílio de um jet-ski. No entanto, o baiano sofreu uma parada cardiorrespiratória e faleceu pouco tempo depois de sair do mar.
“O surfista, um homem de 47 anos e de nacionalidade brasileira, foi resgatado para o areal pela mota de água de apoio à atividade, tendo os nadadores-salvadores verificado que a vítima se encontrava em paragem cardiorrespiratória, iniciando de imediato as manobras de reanimação até à chegada dos elementos dos Bombeiros Voluntários da Nazaré e do INEM, que prosseguiram com as manobras”, diz o texto emitido pela Autoridade Marítima Nacional de Portugal.
Além disso, o documento afirma que após o óbito ser declarado, o Ministério Público foi acionado e o corpo da vítima foi encaminhado até o Instituto de Medicina Legal de Leiria.
Apesar de diversos acidentes terem ocorrido ao longo dos anos na região, conhecida por suas ondas gigantes, com até 26,2 metros de altura, esta é a primeira vez que uma vítima fatal foi registrada no desfiladeiro Canhão de Nazaré.
Fonte: Metro 1

Dois dias após o embaixador da Argentina, Daniel Scioli, dizer que debateu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o projeto de criação de uma moeda única para o comércio dentro do Mercosul, o titular da Pasta se irritou nesta quinta-feira, 5, com perguntas sobre o tema após a cerimônia de transmissão de cargo da ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB).
“Não existe uma moeda única, não existe essa proposta, vai se informar primeiro”, disse Haddad a jornalistas, ao deixar o Palácio do Planalto.
Como o próprio Scioli já havia explicado na última terça-feira, 3, o objetivo não é fazer com que os países membros do Mercosul deixem de usar suas próprias moedas – o real, o guarani e os pesos argentino e uruguaio —mas sim formatar uma moeda única para as transações comerciais entre eles, sem depender do dólar.
Seria uma espécie de evolução do atual Sistema de Pagamentos em Moeda Local (SML), operado pelo Banco Central.
No ano passado, Haddad e seu secretário-executivo, Gabriel Galípolo, escreveram um artigo propondo o uso de uma moeda única no comércio sul-americano para impulsionar a integração na região e fortalecer a soberania monetária dos países do continente.
O instrumento único para transações no bloco não é uma ideia nova e já foi defendida inclusive pelo ex-ministro da Economia Paulo Guedes.
Informações UOL

Aposentados e pensionistas do Instituto de Previdência de Feira de Santana (IPFS) que não realizarem a prova de vida até esta sexta-feira (6), nas agências da Caixa Econômica Federal, terão o benefício suspenso. A informação é do diretor-presidente do IPFS, Nau Santana.
Para regularizar a situação, o beneficiário deve comparecer ao local – dentro do prazo – conforme horário de atendimento do banco e apresentar documento de identidade com foto. A lista dos beneficiários com a situação irregular pode ser consultada em edição do Diário Oficial Eletrônico, publicada no dia 24 de dezembro.
A prova de vida dos pensionistas menores de 18 anos deve ser realizada pelo representante legal. Neste caso é exigida a presença do menor.
Os beneficiários portadores de moléstia grave, que tenham dificuldade de locomoção, residentes do município, podem efetuar o procedimento por meio de pesquisa externa, previamente agendada na sede do Instituto de Previdência Municipal.
Para isso, deve ser informado no requerimento o endereço do titular do benefício e comprovar a dificuldade de locomoção por atestado médico ou declaração emitida pelo hospital.
O Instituto de Previdência disponibilizou os números (75) 99818-1621 (WhatsApp) ou (75) 3623-5991 para o esclarecimento de dúvidas e mais informações.
Fonte: SECOM
Clube passa por reformulação no elenco após a chegada do Grupo City
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Desde a formação da Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e a chegada do Grupo City, o Bahia tem passado por uma reformulação no departamento de futebol. E, dentro desse projeto, o elenco profissional tem sofrido diversas mudanças, com chegadas e saídas. Nesta quarta-feira, o clube confirmou o nome de 16 atletas que não estarão mais na Cidade Tricolor para 2023.
Bahia passa por reformulação para a temporada — Foto: Felipe Oliveira/Divulgação/E.C. Bahia
Dentre os atletas que foram oficializados pelo Bahia, estão jogadores que tiveram o contrato encerrado ao final da temporada, emprestados e também quem teve formalizada a rescisão do contrato. O ataque e a defesa foram os setores com os maiores números de despedidas.
Goleiro: Dênis Jr (emprestado ao Vila Nova);
Laterais: Luiz Henrique e Marcinho;
Zagueiros: Luiz Otávio, Didi, Ignácio, Zé Vítor e Gabriel Noga;
Meio-campistas: Emerson Santos, Falcão e Gregory;
Atacantes: Rodallega, Ytalo, Davó, Igor Torres e Raí.
Informações GE

Amigo íntimo de Lula há 25 anos, o fazendeiro Valter Sâmara, afirmou que o relacionamento do presidente com Rosângela da Silva, mais conhecida como Janja, é muito antigo. Ele declarou que Marisa Letícia foi traída.
– O Lula tinha um caso com ela. Quando a gente viajava para diversos lugares, ela sempre ficava com o Lula – contou Sâmara.
Valter ainda revelou que no final do governo Lula um ex-assessor pessoal do petista lhe solicitou que emprestasse o nome como fiador de Janja, numa locação de apartamento em Curitiba. Ela não teria cumprido com o combinado, deixando um prejuízo.
– Aceitei porque o Lula pediu, mas não imaginava que ela não ia entregar a chave, que ia esculhambar o apartamento e deixar todos os compromissos para eu ir lá acertar – disse o fazendeiro.
Informações Pleno News

Por: Felipe Hermes / O Antagonista
Eduardo Palassin Guinle foi uma das figuras mais emblemáticas do embrionário capitalismo brasileiro. Meio gaúcho, meio francês e meio carioca, o empresário foi um industrialista, empreiteiro e banqueiro.
Sua maior obra, construída com o inseparável sócio, Cândido Gaffrèe, foi a construção do Porto de Santos, uma concessão pública que faria Marcelo Odebrecht morrer de inveja tamanha quantidade de aditivos, incluindo um prazo de vigência de 99 anos sob administração dos Guinle.
Graças ao boom do setor cafeeiro, Santos tornou-se o maior porto do hemisfério Sul, e os Guinle uma das maiores fortunas do país. Seus filhos tornaram-se parte de uma nobreza brasileira, com contribuições de grande porte que vão desde a popularização do futebol no país, um feito que contou com a participação imprescindível de Arnaldo Guinle, o primeiro mecenas da seleção brasileira, a descoberta do petróleo em terras tupiniquins.
O primeiro campo brasileiro foi descoberto em Lobato, na Bahia. Um empreendimento financiado por Guilherme Guinle.
A descoberta, fruto de uma campanha intensiva que contou com figuras como Monteiro Lobato, foi um marco para o país, em especial, pois animou Getúlio Vargas a criar anos mais tarde uma estatal monopolista no setor.
Vargas, amigo de Guinle, estatizou o campo e criou uma agência reguladora tão logo soube da notícia. Compensou o amigo entregando-o o comando de outra empresa, a CSN, a primeira siderúrgica brasileira, financiada pelos EUA em um acordo costurado pelo próprio Guinle.
A criação da Petrobras, porém, viria no segundo mandato de Vargas, em uma campanha nacionalista nos idos de 1953.
Convém lembrar que neste período o país já possuía 2 refinarias, uma em Rio Grande, construída pela Ipiranga, e a refinaria de Manguinhos, que estava em construção na época da edição do monopólio no setor, tendo sido mantida como uma das 2 únicas refinarias privadas brasileiras até 2021.
Ao longo de 4 décadas, o Petróleo foi um monopólio absoluto do estado. Até 1997, a Petrobras era responsável por 100% da produção e 99% do refino no país.
Essa realidade levou a empresa a ganhar um tamanho poucas vezes visto no mundo. Estima-se que 1/10 do PIB brasileiro passasse de alguma maneira pela Petrobras até 2010.
O fim do monopólio, porém, convidou outras empresas a dividirem o risco que campanhas exploratórias possuem. A concorrência por sua vez levou a Petrobras a se movimentar, buscar sócios, credores e recursos. O resultado é que nos 10 anos seguintes ao fim do monopólio, a produção de petróleo brasileira havia saído de 866 mil barris diários para 1,89 milhão.
O boom de commodities, claro, favoreceu a Petrobras e outras empresas a investirem. Mas então, em 9 de novembro de 2007, o governo brasileiro tomou uma nova medida, que mudaria o setor para sempre.
Cerca de 43 blocos do Leilão da Agência Nacional de Petróleo, que ocorreria no final do mês, foram retirados. Tratavam-se de blocos que ficavam próximos às descobertas do pré-sal.
No ano seguinte, o setor ganhou um novo marco, que mudava as regras do jogo.
Em meio ao preço mais alto na história do petróleo, que chegou a atingir US$140 dólares, o Brasil decidiu dizer não aos investidores internacionais, devolvendo o monopólio à Petrobras sobre as novas áreas.
A Petrobras então passou a ser a única responsável por investir em todos os blocos. A total ausência de foco e a megalomania levaram a empresa a realizar em setembro de 2010, a maior capitalização da história das bolsas mundiais.
Foram US$70 bilhões injetados na empresa, dos quais US$40 bilhões por meio de direitos de reserva cedidos pelo próprio governo.
Em suma, próximo às eleições que dariam a presidência a Dilma Rousseff, Lula trouxe os gringos para comprarem parte da Petrobras. A empresa se tornaria assim a 4ª maior do mundo em valor de mercado.
Em um único mês, os estrangeiros colocaram US$16 bilhões no país, o maior volume da história até hoje. Tudo devidamente comprado pelo Banco Central para compor as reservas internacionais.
Durante todo governo Dilma, a Petrobras embarcou em eventos surrealistas, subsidiando o preço da gasolina, em uma manobra que servia para fraudar a inflação, e que custou à empresa R$120 bilhões em prejuízo.
Na prática, o governo trouxe investidores para financiar suas ideias, dando de presente um prejuízo bilionário.
Este é um dos motivos de mesmo com lucro recorde, a estatal brasileira ser avaliada em múltiplos baixos. Em outubro de 2022, a empresa chegou a valer R$500 bilhões, ou US$100 bilhões. Uma fração dos US$400 bilhões que valia quando a capitalização foi feita. Neste momento, porém, a empresa vale US$60 bilhões, menos do que a quantia que os gringos “exploradores” pagaram por uma fração da empresa.
Essa visão de que o investidor estrangeiro está na verdade fazendo a empresa explorar a população para lucrar, claro, também contribui para um valor de mercado baixo. Na prática, a visão política crítica do investidor, o mesmo que foi tratado como parceiro quando o país precisava dos recursos, deixa na mesa uma fortuna.
Neste exato momento, a Petrobras que Jean Paul Prates assume é uma empresa que vale 1,87 seu lucro. A Shell por sua vez negocia a 4,89 vezes, enquanto a ExxonMobil negocia por 8,29 vezes.
Com o Tesouro nacional sendo dono de cerca de 38% da empresa, estamos falando de no mínimo R$150 bilhões em valor de mercado pertencentes ao governo jogados no lixo para cumprir a visão negativa sobre estrangeiros.
Isto, claro, para não falar dos 718 mil brasileiros pessoas físicas, e dos milhões de investidores via fundos de pensão que acreditam na empresa.
Apenas via investimentos pelo FGTS, os brasileiros pessoa física somaram 248 mil em uma operação realizada nos anos 2000.
Tal visão sobre o papel da empresa na economia brasileira deve mudar de maneira “radical” sob Prates. Se ao longo dos últimos anos a empresa vendeu negócios diversos e focou naquilo que é especialista, a exploração em águas profundas, agora a situação deve mudar radicalmente.
Mas há poucas razões para se acreditar que a Petrobras volte a subsidiar combustíveis. E não se trata aqui de acreditar na palavra do ministro, mas de algo lógico.
A Petrobras é hoje uma empresa com lucro de R$176,79 bilhões em lucro, além de R$285 bilhões em Ebitda (de forma simplificada, a geração de caixa).
Forçar a empresa a subsidiar combustíveis implicaria reduzir sua capacidade de investimentos, o que não parece ser desejável pela nova administração, que vê na empresa um meio de aumentar a presença do estado na economia.
Lembre-se que o orçamento da União possui R$89 bilhões em recursos livres (despesas discricionárias). É dessa quantia, cerca de 6% do orçamento total, que saem os recursos do orçamento secreto e tudo que o governo investe.
A Petrobras sozinha garante 2 vezes mais recursos apenas em lucro. E mais: a Petrobras gerou recursos da ordem de R$246 bilhões ao governo, somando impostos e dividendos.
Em 2022, estes recursos foram distribuídos aos acionistas, o que levou a uma melhoria considerável das contas públicas. Caso opte por barrar dividendos, o novo governo terá um problema fiscal relevante, e ao que tudo indica, essa será a opção.
A manutenção dos preços baixos de combustíveis deve ocorrer via endividamento, o que por sua vez deixa a Petrobras livre para investir estes bilhões, apesar de implicar um patamar maior da dívida pública. Nada que pareça preocupar o novo governo.
O resultado para o país pode ser uma economia de algumas dezenas de bilhões em recursos que antes iam para remunerar os gringos, mas na prática implica em maior déficit público, e consequentemente juros mais altos.
Trata-se daquilo que o economista francês descrevia como “O que se vê e o que não se vê”. Veremos grandes obras da Petrobras para que políticos possam inaugurar placas, mas iremos conviver com juros maiores e uma dívida pública em situação frágil. São escolhas políticas, claro.
Com Frei Jorge Rocha
Tema: ‘Cordialidade’
Ouça o Podcast completo:

Diante da baixa doação, o Banco de Leite Humano do Hospital Estadual da Criança (HEC) está em situação crítica. Caso novas coletas não sejam feitas, o volume atual somente permitirá atender à demanda da unidade hospitalar por mais 16 dias. Há apenas 64,5 litros no hospital para uma demanda de pelo menos quatro litros diários. A coordenadora do Banco de Leite, Wanessa Ribeiro, conta que, possivelmente por causa do período das festas de fim de ano e das férias, houve uma redução no número de doadoras.
A coordenadora explica que o perfil do HEC é de partos prematuros. “Por termos um perfil de parto prematuro, geralmente, as puérperas não têm produção de leite materno, ou os recém-nascidos estão acompanhados por outro familiar. Sendo assim, são alimentados com o leite materno oriundo de doações externas estocado no banco de leite”, pontua.
Doação
As mulheres que tenham interesse em atendimento e/ou contribuir com o Banco de Leite do HEC podem se dirigir à unidade, das 07h às 19h, todos os dias da semana (incluindo os sábados e domingos), ou entrar em contato pelo (75) 3602-0630 para receber orientações de como deve ser feita a doação, sobretudo diante da pandemia.
É preciso ressaltar que o leite materno não pode ser colocado em qualquer recipiente, e sim apenas em recipientes de vidro com tampa plástica. Neste período de Pandemia, o uso de máscaras para acesso das doadoras é obrigatório.
“Dependemos basicamente de doações provenientes de doadoras já cadastradas. Com o final de ano, diminuiu consideravelmente as doações gerando essa baixa no estoque. Em contrapartida, aumentou o quantitativo de recém-nascidos prematuros, que estão internados nas UTI’s e que necessitam de leite materno”, finaliza.
Fonte: Portal De Olho Na Cidade

Em ligação ao Bom Dia com Mário Kertész, programa da Rádio Metropole, nesta quinta-feira (5), a ouvinte Rosângela fez um apelo para o público para que ajude seu filho de um ano e seis meses na realização do exame uretrocistografia miccional, que custa em torno de mil reais.
“Meu filho nasceu com má formação congênita interna. Ele tem infecção urinária desde os cinco meses de vida. Já fez tratamento, usou vários antibióticos, tanto que a bactéria está com resistência. Agora ele precisa da uretrocistografia, exame que identifica o tamanho e a forma da bexiga pra investigar o que está causando essa infecção. Quem puder me ajudar de alguma forma eu agradeço demais, o risco dessa infecção é ela subir para os rins e causar um problema pior. Eu sei que o exame é feito no Hospital São Rafael, quem puder me ajudar com o exame pra ele… Consegui a consulta com o urologista em março, é bom que eu vá com o exame em mãos”, relatou a mãe.
Rosângela deixou seu telefone para contato: (54) 9.9124-8266. “Estou aberta a mandar comprovações, para quem quer ajudar, de que a minha história é verdadeira e que ele precisa desse tratamento, peço muito essa ajuda”, disse.
Fonte: Metro 1

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ordenou um cessar-fogo nos ataques na Ucrânia entre às 12h do dia 6 de janeiro e à meia-noite do dia 7 por conta do Natal ortodoxo. A decisão veio após um pedido da aliada Igreja Ortodoxa Russa. | A Rússia anunciou nesta quinta-feira (5) que irá cessar-fogo na Ucrânia durante o Natal ortodoxo, tipicamente comemorado nos dias 6 e 7 de janeiro.
Nesta quinta-feira (5), a Rússia anunciou ter ordenado um cessar-fogo nos ataques na Ucrânia durante o Natal entre às 12h do dia 6 de janeiro e à meia-noite do dia 7. O cristianismo ortodoxo é seguido por grande parte dos fiéis ucranianos e russos.
A Ucrânia ainda não se posicionou sobre a decisão de Putin. O país de Volodymyr Zelensky já havia demonstrado insegurança com o pedido de cessar-fogo por acreditar que essa possa ser apenas uma estratégia de guerra da Rússia.
Fonte: Metro1