
Durante os atos extremos em Brasília neste domingo (8), onde manifestantes contrários ao processo eleitoral que
deu vitória a Lula (PT) conseguiram furar o bloqueio policial e tomaram as dependências dos Três Poderes, a porta do armário onde é guardada a toga utilizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi arrancada.
Uma foto publicada nas redes sociais mostra um manifestante a exibindo com orgulho. A reação tem fundamento na discordância deste grupo acerca da postura de Moraes tanto como ministro do STF como na condição de presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A imparcialidade do ministro é questionada por grande parte dos brasileiros.
Para adentrar o STF, manifestantes quebraram vidraças da fachada do edifício e chegaram ao plenário do tribunal.
Informações Pleno News

O presidente do PL (Partido Liberal), Valdemar Costa Neto, afirmou que as invasões em Brasília são uma “vergonha para todos nós”. O PL é o partido do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Esse movimento de Brasília hoje é uma vergonha para todos nós. Não representa nosso partido, não representa Bolsonaro. Não apoiamos esses movimentos. Nós apoiamos pátria, família e liberdade. Apoiamos movimentos de bem. Esse movimento de Brasília hoje foi uma vergonha para todos nós
Valdemar Costa Neto, líder do PL
Costa Neto afirmou que o partido apoia manifestações “pacíficas e ordeiras”.
Todos nossos movimentos que foram feitos após as eleições, em frente aos quartéis, foram exemplo de educação, confiança e brasilidade. Lá tinham famílias representando o Bolsonaro, representando a direita. Todos movimentos foram pacíficos e ordeiros.
Valdemar Costa Neto, líder do PLnone
O líder do PL disse que a polícia precisa fazer a sua parte. Na legenda do vídeo, escreveu que “que a lei seja cumprida fortalecendo a nossa democracia”.
Milhares de extremistas invadiram o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e a sede do STF(Supremo Tribunal Federal) na tarde deste domingo (8).
Após a tomada do Congresso, um grupo menor também se dirigiu ao Palácio do Planalto, sede do governo federal, e conseguiu entrar na área externa do prédio. Policiais formaram uma barreira para impedir acesso ao interior do edifício, de onde despacham o presidente da República e vários ministros.
Os terroristas conseguiram subir a rampa do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu a faixa presidencial há uma semana.
Lula não está em Brasília. Ele viajou para Araraquara, no interior de São Paulo, para avaliar o impacto das chuvas que atingiram a região nos últimos dias. Na cidade paulista, ele anunciou que decretou intervenção federal no Distrito Federal.
Informações UOL

Manifestantes entram neste momento no Palácio do Planalto.
Veja abaixo:

Manifestantes subiram a rampa do Congresso Nacional e ocuparam o teto do Parlamento neste domingo, 8. O grupo saiu do Quartel General do Exército de Brasília, a quase 8 quilômetros dali, em direção à sede do Legislativo.
Imagens mostram o momento em que um bloqueio da polícia é rompido e as pessoas seguem à Câmara dos Deputados e ao Senado. Vídeos das manifestações registram o momento em que o saguão da Câmara é adentrado pelos manifestantes. Não se sabe se houve algum tipo de depredação ao local.
A imagem lembra um ato de 2013, na esteira das manifestações contra o aumento das passagens de ônibus, quando milhares de pessoas também ocuparam o teto e a marquise do Parlamento. Com máscaras no rosto, muitos seguravam bandeiras brancas e cartazes com dizeres: “Não à violência”.
Do outro lado da Praça dos Três Poderes, manifestantes estão em frente ao Palácio do Planalto.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, posicionou-se, sobre o caso. “Repudio veementemente esses atos antidemocráticos, que devem sofrer o rigor da lei com urgência”, escreveu Pacheco, no Twitter.
No sábado 7, o acampamento no QG de Brasília praticamente esvaziou-se, depois da posse de Lula. O espaço, contudo, voltou a registrar a presença de mais pessoas, na iminência do protesto que veio a ocorrer na tarde de hoje.
Em reação, o ministro da Justiça, Flávio Dino, assinou uma portaria autorizando o uso da Força Nacional para reprimir “atos violentos”.
A medida foi anunciada por Dino no Twitter e estabelece que os agentes têm de agir em prol “da ordem pública e do patrimônio público e privado entre a Rodoviária de Brasília e a Praça dos Três Poderes, assim como na proteção de outros bens da União situados em Brasília, em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 8 e 9 de janeiro de 2023”. Em publicação no Twitter, Dino lembrou que tem o apoio das “forças federais disponíveis em Brasília”.
Informações Revista Oeste

Manifestantes contra o processo eleitoral que deu vitória a Lula (PT) furaram bloqueio e conseguiram acessar a Esplanada em Brasília, na tarde deste domingo (8). Há um grande número de pessoas subindo a rampa do Congresso Nacional e, momentaneamente, a situação saiu do controle das forças de segurança do Distrito Federal.Manifestantes já estão no interior do Senado Federal, da Câmara dos Deputados e querem entrar no Palácio do Planalto.
Neste sábado (7), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, informou ter assinado portaria que autoriza a atuação da Força Nacional em Brasília diante de “ameaças veiculadas contra a democracia”.
Segundo o ministro, que publicou a informação nas redes sociais, a unidade irá auxiliar nos “próximos dias” as forças federais de segurança que já atuam na capital federal.
Sobre uma suposta ‘guerra’ que impatriotas dizem querer fazer em Brasília, já transmiti as orientações cabíveis à PF e PRF. E conversei com o governador Ibaneis e o ministro Múcio – disse.
Apesar de todo aparato de segurança montado, não foi o suficiente para conseguiu conter os manifestantes.
Fonte: Pleno News

Roberto Dinamite faleceu na manhã deste domingo (8) aos 68 anos. A notícia foi confirmada por amigos e parentes do jogador.
Roberto, ex-jogador do Vasco, estava em tratamento contra um câncer de intestino.
O ex-jogador perdeu 20kg em 20 dias no começo da quimioterapia — outro efeito colateral das sessões é a fraqueza na voz. Chorou quando recebeu a notícia da doença, descoberta ao investigar uma obstrução intestinal.
No último dia 29, Dinamite postava uma homenagem a Pelé, que faleceu também devido ao câncer.
“Triste com sua partida, meu ídolo Pelé. O melhor dos melhores! Referência dentro do futebol para todos nós jogadores”, lamentou Roberto, que compartilhou uma foto dos dois para ilustrar seu post.
“Tenho muito orgulho de ter conhecido você e vestido a mesma camisa 10 que você imortalizou com tanta maestria. Obrigado por tudo! A saudade já é grande”, afirmou ele.
Com informações da Quem, da Globo e da NewsColina.

A primeira edição da pesquisa da Modalmais/AP Exata sobre a popularidade do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) revela que o presidente tem a reprovação levemente maior do que aprovação na primeira semana nas redes sociais. Com isso, não houve a tradicional lua de mel que costuma ocorrer nos primeiros meses dos governos eleitos democraticamente no Brasil, de acordo com o levantamento divulgado nesta sexta-feira (6/1).
O percentual de pessoas que avaliam a gestão como ruim e péssima é de 38,8%. Enquanto isso, o índice bom e ótimo alcança 37,4% das respostas. Outros 23,8% dos entrevistados consideram o governo regular. Em termos de comparação, com a última semana do governo Jair Bolsonaro (PL), a avaliação negativa era de 41,3%, enquanto a positiva de 38,9%, e a regular, de 19,8%.
“Portanto, o cenário mostra que a polarização segue muito ativa e afeta a imagem do novo governo, deixando claro que o ambiente de otimismo em torno da gestão que se inicia não conseguiu avançar para além das bolhas que apoiaram Lula no período eleitoral. Há uma forte vigilância em torno dos atos do novo presidente e o quadro só deverá se alterar mediante os resultados que serão apresentados ao longo do mandato”, conforme os dados da pesquisa da AP Exata encomendada para o banco digital Modalmais. Os cálculos são feitos com base em Inteligência Artificial, tendo como referências dados de pesquisas offline e sentimentos expressados pelos internautas nas redes sociais.
Créditos: Correio Braziliense.

Foto: KIRILL KUDRYAVTSEV / AFP.
Após ganhar o título da Copa do Mundo, o perfil de Messi no Instagram teve crescimento impressionante e o craque argentino se tornou o segundo a bater a marca de 400 milhões de seguidores na rede social. O responsável por atingir esse número anteriormente foi Cristiano Ronaldo, mostrando a força do mundo do futebol na internet.
Um dia antes de bola rolar pela final da Copa, Messi tinha 390 milhões seguidores no Instagram, ou seja, em um intervalo de dois dias, mais 10 milhões de usuários passaram a acompanhar o jogador na rede social.
O crescimento de Messi nas redes sociais vem acompanhado de mais um recorde. A foto publicada pelo argentino celebrando a conquista da Copa virou a mais curtida de uma personalidade, alcançando 49 milhões de likes 22 horas após a publicação.
Postando para seus 414 milhões de seguidores, ele promoveu os jogos de videogame Call of Duty e Konami eFootball.
Além disso, promoveu marcas como Gatorade, Budweiser, além da exchange de criptomoedas Bitget e a marca de visão artificial Orcam. Messi ganha cerca de US$ 30 milhões vindos de patrocinadores como Adidas, Gatorade e Pepsi.
Mas o jornalista inglês Daily Mail diz que Messi está arrecadando cerca de US$ 1,8 milhão por postagem de marca no Instagram.
Vale lembrar que ele ainda recebe cerca de 35 milhões de euros por ano em salário do Paris Saint Germain.
Créditos: YAHOO

O governo do presidente Jair Bolsonaro terminou há uma semana, mas a fixação da esquerda, especialmente as franjas mais radicais, como o Psol e o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), ainda vai durar muito tempo. A nova ofensiva jurídica foi apresentar um pedido de prisão preventiva de Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O partido alega que Bolsonaro atentou contra a democracia, disseminou fake news, contestou o resultado eleitoral e incentivou protestos e bloqueios de rodovias. Oeste conversou com o desembargador Ivan Sartori, ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, sobre o assunto.
Leia os principais trechos da entrevista.
— Parlamentares do Psol protocolaram um pedido de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro no STF. O senhor avalia que há chances de prosperar?
O pedido de prisão não tem o mínimo fundamento. Primeiramente porque Bolsonaro não cometeu nenhum crime, ele simplesmente agiu como um governante e praticou os atos administrativos e políticos que devia praticar como governante. Então a prisão é inconstitucional e também não existe nenhuma pressa, nenhum perigo, perigo na demora ou qualquer periculum libertatis. Não tem nenhum sentido.
— Ao analisar o governo Bolsonaro, algum ato do então chefe do Executivo poderia ser motivo para levá-lo à prisão?
Reitero que não há nenhum motivo para levar Bolsonaro à cadeia, ele não praticou nenhum crime, ele agiu na condição de presidente, de dirigente da Nação. As rédeas relativas à gestão da pandemia não ficaram nas mãos do Bolsonaro. O Supremo retirou isso do governo federal, foi fracionado entre governo federal, Estados e municípios.
— Mas a esquerda insiste em dizer que ele cometeu um “genocídio”, nas palavras do próprio presidente Lula.
Bolsonaro não cometeu nenhum crime. O que ele fez foi gerir essa questão da pandemia como presidente, como diretor-geral da Nação política e administrativamente. A questão era complicada, era uma questão nova que realmente não se sabia qual caminho tomar. Havia uma tendência mundial, mas isso não significa que era a tendência certa — mesmo porque a vacina era nova, experimental. Ele determinou aplicação das vacinas, a compra das vacinas antes mesmo do Congresso se manifestar.
— Há uma série de denúncias contra Bolsonaro na Justiça. Qual será o destino desses processos agora, depois de ter deixado o Planalto?
Esses processos não devem dar em nada, a denúncia nem mesmo deve ser recebida. Não existe nenhuma tipificação de crime ali. Não vejo nenhuma possibilidade desses processos ter finalização ou qualquer destino que possa prejudicar Bolsonaro. Mas, aqui no Brasil, estamos vivendo um momento difícil de recessão em que o Supremo decide ao arrepio da Constituição. Então pode haver uma decisão política que pode prejudicar Bolsonaro, mas tecnicamente, juridicamente não existe.
— Então é só perseguição política.
Reitero que ele deixou a direção da nação e esses processos não devem ter nenhuma consequência jurídica. Não devem sequer ter desfecho ou prosseguimento, salvo por decisão política, perseguição política.
Créditos: Revista Oeste.


O ministro da Justiça, Flávio Dino, autorizou neste sábado, 7, o uso da Força Nacional na Esplanada dos Ministérios contra manifestantes anti-Lula. Caravanas chegaram neste sábado a Brasília para um ato que se opõe ao petista.
A medida foi anunciada por Dino no Twitter e estabelece que os agentes têm de agir em prol “da ordem pública e do patrimônio público e privado entre a Rodoviária de Brasília e a Praça dos Três Poderes, assim como na proteção de outros bens da União situados em Brasília, em caráter episódico e planejado, nos dias 7, 8 e 9 de janeiro de 2023”.
Em publicação no Twitter, Dino lembrou que também vai contar com o uso das “forças federais disponíveis em Brasília”. Para o ministro da Justiça, a convocação da Força Nacional justifica-se em face de “ameaças veiculadas contra a democracia”. “Sobre uma ‘guerra’ que impatriotas dizem querer fazer em Brasília, já transmiti as orientações cabíveis à PF e à PRF”, disse Dino. “E conversei com o governador Ibaneis e o ministro Múcio.”
O Quartel General do Exército (QG) em Brasília recebeu novas caravanas hoje. O acampamento no local praticamente esvaziou-se, depois da posse do presidente Lula. Agora, contudo, voltou a registrar a presença de mais pessoas. A ideia é realizar um protesto contra o petista, na próxima segunda-feira. Nas redes sociais, os manifestantes publicaram o desembarque de passageiros no QG do Exército. A previsão é a de que ao menos 11 ônibus cheguem à capital.
Informações Revista Oeste