
O Bahia entra na reta final do Brasileirão diante de um cenário que mistura alívio e pressão. A classificação para a Conmebol Libertadores já está assegurada, mas a luta agora é por algo maior: um lugar direto na fase de grupos, sem o desgaste de uma nova disputa preliminar como aconteceu neste ano.
O Esquadrão aparece hoje em 7º lugar, com 57 pontos, e precisa ultrapassar ao menos dois concorrentes nas duas rodadas restantes para entrar no G-5, posição que, no cenário atual, garante vaga direta. A matemática, porém, depende de diferentes combinações para se confirmar.
O caminho mais simples: vencer as duas e secar o Botafogo
A rota mais objetiva começa com dois triunfos: Sport, nesta quarta-feira (3), na Arena Fonte Nova, e Fluminense, no próximo domingo (7), no Maracanã.
Com seis pontos somados, o Tricolor de Aço obrigaria o Botafogo, atual 5º colocado com 59 pontos, a ganhar seus dois jogos (Cruzeiro fora e Fortaleza em casa).
Há ainda um cenário mais favorável: se Mirassol perder seus dois jogos (Vasco fora e Flamengo em casa) e o Bahia fizer sua parte, o Esquadrão pode terminar até em 4º lugar. Esta situação, porém, é a mais difícil.
Com 61 pontos: possível, mas bem mais complicado
Se o Bahia vencer o Sport e empatar no Maracanã, a conta fica mais apertada. Para alcançar o G-5 com 61 pontos, seria necessário: o Fluminense não vencer o Grêmio nesta terça-feira (2) e o Botafogo somar no máximo dois pontos nas rodadas finais.
É uma combinação mais improvável, mas matematicamente possível.
Derrota na última rodada? O G-5 deixa de ser realidade
Se o Bahia perder para o Fluminense no próximo domingo, o objetivo da vaga direta na Libertadores sem depender da Copa do Brasil deixa de existir.
Nesse caso, mesmo com triunfo sobre o Sport, o Tricolor ficaria sem chances de alcançar a 5ª colocação, já que o Flu possui um ponto a mais do que o Bahia e ocupa o 6º lugar.
Dependendo da Copa do Brasil: o cenário muda completamente
A briga pelo G-5 pode se transformar em briga pelo G-6, caso Cruzeiro ou Fluminense conquistem a Copa do Brasil. Se isso acontecer, o 6º colocado passa a entrar direto na fase de grupos do torneio continental.
Nesse cenário, o Bahia teria duas possibilidades:
1- Se o Cruzeiro vencer a Copa do Brasil:
– O Bahia garante vaga direta acabando em 6º
– Para isso, basta vencer o Sport e depender apenas de um tropeço do Fluminense contra o Grêmio
– Se o Flu ganhar do Grêmio, o Bahia precisará vencer no Maracanã
– Caso o Botafogo some um ponto ou menos nas duas rodadas, o Esquadrão também entra no G-6
2- Se o Fluminense for campeão da Copa do Brasil:
– O Flu precisa terminar o Brasileirão em 5º ou 4º
– O Bahia precisaria fechar em 6º
– A combinação exata dependerá de pontuações entre Fluminense, Bahia, Botafogo e Mirassol
RESUMO GERAL
Para garantir vaga direta sem depender de ninguém:
– Vencer os dois jogos;
– Torcer por tropeço do Botafogo.
Para ter mais opções:
– Torcer por título do Cruzeiro ou do Fluminense na Copa do Brasil.
Para manter viva a chance:
– Não perder para o Sport;
– Buscar ao menos quatro pontos na reta final.
O Bahia volta a campo na quarta-feira (3), às 20h, na Arena Fonte Nova, contra o Sport. No domingo (7), fecha o Brasileirão contra o Fluminense no Maracanã, em duelo que pode selar o destino tricolor em 2026.
Informações Bahia.ba

Um grupo de aliados de Jair Bolsonaro protocolou, na última sexta-feira, 28, um pedido de prisão domiciliar humanitária para o ex-presidente no Supremo Tribunal Federal (STF). O requerimento recebeu o apoio de mais de cem parlamentares, entre deputados e senadores.
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) anunciou a iniciativa por meio de sua conta no X. O parlamentar goiano afirmou que mais assinaturas estão sendo reunidas pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho mais velho do ex-presidente.
Na petição, os parlamentares afirmam que Bolsonaro enfrenta “enfermidades simultâneas”, como câncer de pele, complicações renais, distúrbios cardíacos e problemas gastrointestinais decorrentes das cirurgias realizadas depois do atentado de 2018. O documento também cita pneumonias recorrentes e outras condições crônicas.
O grupo afirma que o sistema prisional “não garante tratamento adequado”, e que a manutenção do ex-presidente na unidade da Polícia Federal representaria risco à integridade física. Os aliados defendem que o Estado deve assegurar tratamento compatível com a dignidade humana.
A prisão domiciliar humanitária é uma medida excepcional prevista na legislação penal. Ela serve para casos em que o detento apresenta um quadro de saúde que não pode contar com o necessário tratamento dentro do sistema prisional. A decisão leva em conta laudos médicos e avaliações de especialistas.
A defesa de Bolsonaro já havia feito dois pedidos de prisão domiciliar humanitária: um no dia 21 e outro em 23 de novembro.
Bolsonaro está preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, desde 22 de novembro. Ele passou a cumprir a pena de forma definitiva no dia 25, quando o ministro Alexandre de Moraes, do STF, declarou o trânsito em julgado do processo.

Informações Revista Oeste

com César Oliveira
tema: Operação da PF sobre Monjaro

A mais recente determinação do Banco Central (BC) e do Conselho Monetário Nacional (CMN) altera as regras para nomes de empresas financeiras, impactando diretamente instituições como o Nubank.
A decisão, divulgada na sexta-feira 28, proíbe o uso das palavras “banco” e “bank” por empresas que não possuam autorização formal para operar como bancos.
Dessa forma, o Nubank, que atua como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores, mas não tem licença bancária, está entre as empresas que devem reavaliar sua identidade.
A medida entrou em vigor já no dia de sua publicação, depois de um período de consulta pública iniciado em fevereiro.
Em nota, a companhia afirmou que estuda as novas regras impostas pelo BC.
“Reforçamos nosso compromisso histórico e inegociável de seguir rigorosamente toda a legislação e regulamentação vigente no país, respeitando os prazos e as determinações da autoridade monetária”, informa o documento.
O Nubank também destacou que a norma se limita à nomenclatura e não interfere nos serviços oferecidos.
“Nossas operações e a oferta de nossos produtos e serviços seguem normalmente, sem nenhum impacto para os clientes”, afirmou a empresa em outro trecho da nota.
O BC informou que a resolução tem o objetivo de evitar que fintechs utilizem termos que possam induzir o público ao erro sobre seu tipo de atividade.
Entre 15 e 20 empresas devem ser afetadas por essa nova exigência regulatória.
As novas diretrizes abrangem nome empresarial, nome fantasia, marca e domínio de internet, além de qualquer meio de comunicação utilizado para se apresentar ao público.
Segundo o BC, as instituições não poderão utilizar termos, em português ou em outra língua, que sugiram uma atividade ou modalidade para a qual não tenham autorização específica de funcionamento.
Informações Revista Oeste

A descoberta de fósseis encontrados em Burtele, no nordeste da Etiópia, sugere que outro ancestral humano coexistiu na mesma região e época da famosa Lucy, há mais de três milhões de anos.
As análises sobre um pé fossilizado, descoberto em 2009, com características distintas das de Lucy, têm levado especialistas a repensar a diversidade de hominídeos presentes nesse período.
O fóssil do pé não pertence ao Australopithecus afarensis, espécie de Lucy, pois apresenta um dedão opositor adaptado para agarrar galhos, uma habilidade ausente em Lucy.
Pesquisadores associaram esse pé, junto com mandíbulas datadas de 3,4 milhões de anos também descobertas em Burtele, ao Australopithecus deyiremeda, até então pouco conhecido.

Em artigo publicado na revista Nature, cientistas detalham que novos restos fósseis, como uma mandíbula com 12 dentes, confirmam que o pé pertence ao Australopithecus deyiremeda.
“Não temos nenhuma dúvida de que o pé de Burtele pertence à mesma espécie que estes dentes e esta mandíbula”, afirmou Yohannes Haile-Selassie, principal autor do estudo, à agência AFP.
As características desses fósseis indicam que o Australopithecus deyiremeda era mais primitivo que Lucy e provavelmente passava grande parte do tempo nas árvores, alimentando-se de folhas, frutas e nozes.
Os dedos adaptados para se agarrar sugerem hábitos diferentes dos Australopithecus afarensis, que viviam mais no solo.
Pesquisadores destacam que a coexistência dessas duas espécies mostra que a diversidade de hominídeos era maior do que se pensava.
“A coexistência está profundamente enraizada em nossa ascendência”, explicou Haile-Selassie.
O estudo aponta que diferenças nos modos de vida podem ter permitido que as espécies partilhassem o mesmo ambiente sem competição direta.
Para o arqueólogo John McNabb, da Universidade de Southampton, as novas descobertas são significativas para o entendimento da evolução humana.
“Sempre haverá céticos, mas acredito que essas novas descobertas, juntamente com a validação das anteriores, ajudarão muitos pesquisadores a aceitar melhor o Australopithecus deyiremeda”, disse McNabb, que não participou do estudo, segundo a Nature.
Ainda assim, cientistas ressaltam que consideram Lucy o ancestral mais próximo do ser humano moderno, devido à semelhança de seu pé com o atual.
Porém, Haile-Selassie destaca que “essa descoberta abre a possibilidade de que ainda possamos encontrar outras espécies que datam deste período, já que parece que os australopitecos estavam ensaiando serem bípedes”.
Lucy, descoberta em 1974, foi por muito tempo vista como o hominídeo mais antigo já encontrado.
Em 1994, esse posto passou para Ardi, um Ardipithecus ramidus de 4,5 milhões de anos também encontrado na Etiópia, ampliando ainda mais o debate sobre os verdadeiros ancestrais do Homo sapiens.
Informações Revista Oeste

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), voltou a pautar julgamentos de réus do 8 de janeiro. Isso ocorreu depois que o ministro Luiz Fux pediu para deixar a Primeira Turma e passar a integrar a Segunda Turma, a partir da aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso.
Relator de todos os casos relacionados ao 8 de janeiro, Moraes não pautava nenhum julgamento desde o começo do segundo semestre deste ano. É que Fux vinha discordando de Moraes.
Entre os cinco ministros da turma, ele era o único voto divergente e, assim como fez no julgamento da Ação Penal 2.668, em que o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete aliados eram réus — vinha indicando ilegalidades na competência do STF para julgar pessoas sem foro, falta de competência da Primeira Turma (os casos deveriam ser julgado no plenário), cerceamento de defesa e falta de provas para condenar os réus.
Agora, com a saída de Fux da Primeira Turma, Moraes voltou a agendar julgamentos. Fux pediu para deixar a Primeira Turma em 22 de outubro. Duas semanas depois, Moraes retomou o julgamento dos executores da tentativa de golpe, com o agendamento de 45 processos para apreciação em plenário virtual. Esses julgamentos começaram em 14 de novembro. Em todos, Moraes votou pela condenação dos acusados.

Fux, que no começo votava com Moraes, acabou mudando de entendimento a partir do fim do ano passado. Em março, depois de ampla pressão no caso da cabeleireira Débora Rodrigues dos Santos, Fux consolidou a mudança de entendimento. Moraes votou para condenar a cabeleireira que escreveu, com batom, “perdeu, mané” na estátua “A Justiça” a 17 anos de prisão.
Depois de analisar o caso, Fux defendeu pena de 1 ano e seis meses de prisão em regime aberto pelo crime de dano ao patrimônio tombado. Para ele, não havia qualquer prova dos outros crimes de que ela foi acusada — e condenada pelos pares. Ela foi condenada por golpe de Estado, tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito, organização criminosa e dano, além de dano ao patrimônio tombado.
A partir desse episódio, Fux passou a divergir de Moraes na Primeira Turma e a pedir vista para analisar os casos com mais profundidade. Diante dessa nova postura, Moraes deixou de encaminhar julgamentos do 8 de janeiro ao colegiado, retirando até processos já pautados.
Informações Revista Oeste

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou neste domingo (30) que conversou por telefone com o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, segundo a agência de notícias Reuters. A confirmação foi dada pelo presidente americano a repórteres a bordo do Air Force One durante a viagem de retorno a Washington. Trump passou o feriado do Dia de Ação de Graças na Flórida.
– Eu não quero comentar sobre isso. A resposta é sim – afirmou ele à imprensa, segundo informações da CNN.
– Não diria que [a ligação] foi bem ou mal… foi apenas uma chamada telefônica – completou, ainda de acordo com a rede de televisão. A ligação, revelada pelo jornal americano The New York Times, ocorreu no final de semana passado. Segundo o jornal, os dois discutiram a possibilidade de um encontro nos EUA, embora não haja reunião marcada.
O jornal informou que o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, um dos principais críticos do regime ditatorial de Maduro, também participou da chamada. Não foram divulgados detalhes sobre o conteúdo da conversa. Ainda segundo o NYT, a ligação aconteceu dias antes de entrar em vigor a decisão do Departamento de Estado de classificar o Cartel de los Soles como organização terrorista estrangeira. Os EUA acusam Maduro de liderar o grupo criminoso.
Trump já vinha sinalizando abertura para um diálogo com Maduro. O presidente venezuelano, por sua vez, afirmou estar pronto para um encontro “cara a cara”.
EUA SUGERE QUE MADURO PEÇA ASILO NA RÚSSIA
O senador republicano Markwayne Mullin, membro da Comissão das Forças Armadas da Casa, disse que os EUA sugeriram a Maduro que pedisse asilo na Rússia ou em outro país. Em entrevista à CNN, Mullin também afirmou que Trump não planeja promover um ataque à Venezuela.
– O que estamos tentando fazer é proteger nossas próprias costas – disse.
– Não vamos permitir que eles continuem usando a Venezuela como um país terrorista que envia toneladas de drogas aos Estados Unidos e matam nossos irmãos, irmãs e amigos.
O senador afirma que Trump tentou inibir o tráfico por meio do fechamento das águas internacionais, mas a Venezuela continua contrabandeando drogas usando voos comerciais ou aviões privados .
– O Presidente deixou claro que está fechando o espaço aéreo – disse.
Depois de afirmar que os EUA ofereceram a Maduro a oportunidade para que fosse embora da Venezuela, Mullin comenta que os próprios venezuelanos se manifestaram e disseram que querem um novo líder.
VENEZUELA VAI INVESTIGAR MORTES EM ATAQUES A EMBARCAÇÕES
A tensão entre EUA e Venezuela cresce desde agosto, quando Trump ordenou o envio de tropas militares para o Caribe sob a justificativa de combater o tráfico de drogas na região. Desde então, os EUA enviaram forças navais à região. Os militares já realizaram dezenas de ataques contra embarcações supostamente ligadas ao narcotráfico, o que resultou na morte de pelo menos 83 pessoas.
A Assembleia da Venezuela vai abrir uma investigação sobre as supostas “execuções extrajudiciais” de cidadãos do país nos bombardeios militares dos EUA contra as embarcações no Caribe.
O presidente da Assembleia e apoiador do presidente Nicolás Maduro, Jorge Rodríguez, anunciou neste domingo, após se reunir com familiares das vítimas, que uma comissão de deputados será formada para investigar “os graves eventos que levaram ao assassinato de venezuelanos nas águas do mar do Caribe”.
Rodríguez especificou que o Ministério Público venezuelano também participará do inquérito sobre “os crimes que foram cometidos contra venezuelanos e latino-americanos na região do Caribe”.
É a primeira vez desde o começo da ofensiva dos EUA, em meados de agosto, que o governo venezuelano informa publicamente um encontro com parentes dos falecidos. O ministro venezuelano do Interior, Diosdado Cabello, afirmou então que as autoridades já investigavam o primeiro ataque, mas desde então não forneceu detalhes sobre o assunto.
ESPAÇO AÉREO FECHADO
Ontem, 29, o presidente dos EUA disse que companhias aéreas e pilotos devem considerar o espaço aéreo da Venezuela totalmente fechado. O aviso foi feito em post na rede social Truth Social.
– A todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor considerem o fechamento completo do espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela. Obrigado pela atenção a este assunto! – escreveu Trump.
A Venezuela afirmou “repudiar com absoluta contundência” a publicação e sustenta que o anúncio americano viola princípios básicos do Direito Internacional e constitui “uma ameaça explícita de uso da força”.
O comunicado destaca que nenhum país tem autoridade para interferir no uso do espaço aéreo venezuelano.
– A Venezuela não aceitará ordens, ameaças nem ingerências provenientes de nenhum poder estrangeiro.
COLÔMBIA FAZ CORO À VENEZUELA CONTRA PRESENÇA AMERICANA NO CARIBE
Também alvo de hostilidades recentes de Trump, o presidente da Colômbia, Gustavo Petro, questionou o fechamento do espaço aéreo da Venezuela imposto pelo governo dos Estados Unidos, afirmando que a medida seria totalmente ilegal”. Em uma série de publicações na rede X, pediu que companhias aéreas que atendam à medida sejam multadas.
Petro disse que também existem vítimas colombianas dos bombardeios americanos contra embarcações no Caribe, unindo-se à condenação pela presença militar dos EUA na região.
*AE

A vitória do Flamengo sobre o Palmeiras, neste sábado (29), em Lima, colocou o Brasil de volta ao topo da Libertadores ao lado da Argentina. Cada país agora soma 25 títulos. O Brasil não chegava ao topo desde 1963, quando o Santos igualou ao Uruguai. Depois disso, argentinos e uruguaios se revezaram nas conquistas, com destaque para Independiente, Racing, Estudiantes e Peñarol.
Nos últimos anos, a vantagem da Argentina diminuiu. Desde 2019, só times brasileiros ganharam a competição, somando sete títulos seguidos. Com o novo troféu, o Flamengo chegou ao quarto título e alcançou River Plate e Estudiantes.
Mesmo com Independiente, Boca e Peñarol entre os maiores vencedores, o Brasil tem mais variedade: 12 clubes já foram campeões. O Flamengo passou a ser o time brasileiro com mais taças. Argentina tem oito clubes campeões. Peru, Bolívia e Venezuela seguem sem títulos.
Entre as cidades, Buenos Aires lidera com 13 conquistas, seguida por Avellaneda. Com o tetra rubro-negro, o Rio de Janeiro empatou com São Paulo, cada uma com sete títulos somados por seus clubes.
Informações Metro1

A Comissão Mista de Orçamento agendou para terça-feira (2) a análise do parecer do relator Domingos Neto (PSD-CE) sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2026. A ação representa o primeiro avanço do texto após meses de negociações e impasses referentes ao projeto. A etapa de análise antecede a votação final no Congresso, que deve ocorrer na quarta-feira (3). As informações são do portal InfoMoney.
A LDO estabelece metas e prioridades do governo, define parâmetros fiscais e orienta a elaboração da Lei Orçamentária Anual (LOA). O atraso tem gerado pressão sobre o processo orçamentário do próximo ano e tem ameaçado comprometer a liberação de emendas parlamentares, tema especialmente sensível em um ano eleitoral.
Diversos pontos do projeto tem sido motivo de debates em Brasília, com divergências sobre medidas fiscais, limites para as despesas obrigatórias do governo e a pressão de bancadas setoriais por maior espaço para emendas e programas regionais.
Apesar das discordâncias, parlamentares de diferentes partidos reconhecem que não é viável adiar a votação. A LDO precisa ser aprovada para que a LOA avance, já que esta é considerada indispensável para que emendas impositivas e comissionadas sejam executadas. Ambas, são consideradas instrumentos centrais em anos eleitorais.
A avaliação predominante é que o texto terá de ser votado mesmo sem consenso pleno. Um novo adiamento impediria o fechamento da Lei Orçamentária, atrasaria a programação financeira e poderia travar a liberação das emendas já no primeiro semestre de 2026.
Caso a LDO seja aprovada nesta semana, o governo poderá retomar a negociação final da LOA, além de poder ajustar as projeções de receita e concluir o planejamento fiscal ainda antes do recesso parlamentar.
Informações Bahia.ba

O governo federal diminuiu a previsão do salário mínimo para 2026. A estimativa anterior, de R$ 1.631, caiu para R$ 1.627. A nova projeção consta em documentos que o Ministério do Planejamento enviou ao Congresso na última semana.
O valor será usado como referência na tramitação do Orçamento do próximo ano. Segundo a pasta, a mudança se deve à desaceleração da inflação, que impacta diretamente a fórmula de correção do piso.
A previsão atual considera uma alta de 7,2% sobre o salário mínimo de 2025, fixado em R$ 1.518. O número definitivo, porém, só será conhecido depois da divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), nos próximos dias.
O INPC mede a inflação acumulada até novembro e, junto com o crescimento do Produto Interno Bruto, compõe a base de cálculo do reajuste anual. Mesmo assim, a regra do arcabouço fiscal impõe um limite. O aumento real do salário não pode ultrapassar 2,5% acima da inflação.
A nova projeção também afeta os gastos federais. O salário mínimo serve de base para benefícios como aposentadorias, pensões, abono salarial e seguro-desemprego. Apesar disso, o Ministério do Planejamento não sugeriu cortes nessas despesas.
“A projeção menor tem o efeito de reduzir os gastos com aposentadorias, pensões e outros benefícios”, informou a pasta. “No entanto, a atualização da projeção depende de outros fatores, como a variação da base de beneficiários, cabendo ao Congresso avaliar a conveniência e oportunidade de alterar as estimativas dos gastos previdenciários e sociais durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual.”
Informações Revista Oeste