
Angústia, medos, dúvidas e a necessidade de respostas. Essas e outras emoções acabam por tomar conta de muitos pais e mães de pessoas com autismo, em especial de crianças, que, na maioria das vezes, passam por uma série de dificuldades durante o processo da busca por um diagnóstico. Isso porque não entendem os diferentes sinais que seus filhos ou filhas apresentam, a exemplo da falta ou atraso da fala e outros comportamentos típicos de quem tem TEA. Em Feira de Santana, o Instituto Priorit, uma das maiores referências no tratamento do autismo na América Latina, inicia suas atividades no dia 29 deste mês e tem como grande diferencial justamente o atendimento desde bebês até a vida adulta e um olhar especial para as famílias: desde uma sala exclusiva para pais e ou responsáveis, a treinamentos e cuidados destes e profissionais voltados para o seu acolhimento.
De acordo com a fonoaudióloga e psicomotricista, Aline Kabarite, diretora do instituto, o Priorit conta com um método próprio de tratamento à pessoa com TEA. Trata-se de um conjunto de intervenções individuais e em grupo que estão sob o mesmo plano terapêutico. Segundo a especialista, o início de todo o processo se dá a partir de uma avaliação completa, criteriosa e cuidadosa e que abrange as principais áreas do desenvolvimento: comportamento, linguagem, percepção, cognição e socialização entre outras.
“As terapias individuais e as atividades em grupo são selecionadas após avaliação através do raciocínio clínico baseado nos princípios do método, o qual se baseia no brincar como fonte geradora do prazer. Ele se divide em três grandes fases: encantamento e construção do vínculo, edificação de competências e habilidades, entendimento de si e do mundo”, frisa a diretora que chama atenção para cada uma dessas fases, as quais são compostas por dois períodos e recebem nomes diferentes dentro de cada especialidade.
Aline Kabarite diz que o plano de intervenção é elaborado com base nos objetivos gerais e específicos comuns e que são compartilhados por todos os terapeutas envolvidos e professores envolvidos e tudo sempre bem alinhado com os familiares que sempre são informados e treinados para colaborarem, quando em casa, com o que for necessário, para o desenvolvimento de seus filhos e filhas e, consequentemente, com o êxito do tratamento. “A troca de informações entre os profissionais envolvidos também contribui para a transdisciplinaridade na intervenção, o que também é de fundamental importância quando lidamos com um trabalho elaborado para o atendimento de bebês, crianças, adolescentes e adultos que apresentam algum atraso no desenvolvimento, transtornos de linguagem e comportamentais, dificuldades alimentares, transtorno de percepção, transtorno de espectro autista e transtorno de déficit de atenção”, salientou.
É necessário chamar a atenção para o fato de a equipe Priorit contar com um grupo de terapeutas de família e profissionais de diferentes áreas que foram preparados para o acolhimento, orientação e treinamento de todos os responsáveis e familiares envolvidos. “As pessoas responsáveis pelo indivíduo com TEA, independente da idade deste, ou os próprios adultos com algum desses transtornos que citei, devem se informar sobre as opções de tratamento, fazer perguntas e participar de todas as decisões que envolvem o mundo do autista, desde a educação a intervenções terapêuticas e é a isso que primamos, todo um tratamento em um só lugar e acolhendo justamente quem acolhe a esse indivíduo”, finalizou a diretora do instituto.
Adolescente foi queimado vivo e teve corpo abandonado em terreno baldio da capital baiana em 2001.
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Lucas Terra — Foto: Reprodução/TV Bahia
Os pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva foram condenados a 21 anos de prisão em regime fechado, pela morte do adolescente Lucas Terra, que foi queimado vivo e teve o corpo abandonado em um terreno baldio da capital baiana em 2001. A sentença, que cabe recurso, foi proferida pela juíza Andréia Sarmento às 21h30, desta quinta-feira (27).
Lucas Terra foi queimado vivo em 2001 e, 22 anos após o homicídio, os pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva foram julgados pelos crimes de homicídio triplamente qualificado e ocultação de cadáver. Os três agravantes para o homicídio são: o motivo torpe, o emprego do meio cruel e a impossibilidade de defesa da vítima.
O adolescente tinha 14 anos. Ele também teria sido estuprado pelos pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva, após flagrar uma relação sexual entre os dois, dentro de um templo da Igreja Universal do Reino de Deus, na capital baiana.
Durante a tarde e a noite desta quinta, os promotores de Justiça e os advogados de defesa dos pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva, participaram da fase de debate. Cada um deles buscou convencer os jurados do Conselho de Sentença, por 2h30.
Depois, os representantes do Ministério Público da Bahia (MP-BA) optaram por não pedir a réplica e os jurados se reuniram na sala especial para votação.
Pela manhã, os pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva foram ouvidos por cerca de 5 horas.
Durante todo o dia, a mãe do adolescente, Marion Terra, acompanhou o julgamento e se emocionou por diversas vezes. No momento da explanação da defesa, ela saiu do Salão Principal e ficou sentada com os outros dois filhos e familiares.
O g1 entrou em contato com a defesa dos pastores, mas não foi atendido até a última atualização desta reportagem.
No primeiro dia do júri, cinco testemunhas de acusação e uma de defesa foram ouvidas. Segundo um dos advogados de acusação, Jorge Fonseca, a testemunha de defesa apresentou contradição na fala. Por isso, os advogados de acusação pediram acareação, ou seja, que a testemunha prestasse depoimento novamente.
“Verificamos inconsistências nos depoimentos de algumas testemunhas com o dele, então a acareação serve para pôr em cheque e esclarecer o depoimento”, explicou o advogado Jorge Fonseca.
Entre as testemunhas de acusação ouvidas no primeiro dia, estava a mãe da vítima, Marion Terra, que se emocionou bastante durante o depoimento. Por ter sido testemunha na terça (25), Marion não pôde participar do segundo dia do júri. Ela esteve no Fórum Ruy Barbosa na quarta, mas foi embora antes da sessão começar.
Além de Marion, outras testemunhas deram seus depoimentos. Uma das testemunhas afirmou que viu Lucas na noite em que ele desapareceu, na Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), no bairro da Santa Cruz, e recebeu da vítima a informação de que ele estaria com Silvio Galiza.
Outra testemunha disse que recebeu orientação de um pastor da IURD para suspender as buscas por Lucas Terra, que eram feitas por familiares e amigos, de modo independente.
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Lucas Terra — Foto: Reprodução/TV Bahia
No segundo dia do júri, que durou cerca de 10 horas, as esposas dos dois pastores testemunharam a favor dos réus. A advogada de acusação, Tuane Sande, disse que foram encontradas contradições no depoimento da companheira do pastor Fernando Aparecido da Silva:
Nove das 10 testemunhas de acusação foram ouvidas – uma delas já havia prestado depoimento na terça.
A defesa dos réus focou em demonstrar como era a rotina dos pastores Joel Miranda e Fernando Aparecido na semana que Lucas desapareceu e foi encontrado morto.
As esposas dos dois religiosos contaram que estavam com os réus no dia em que Lucas teria desaparecido, na noite de 21 de março de 2001.
Além disso, um bispo e dois pastores da Igreja Universal foram ouvidos e contaram que Lucas era um jovem dedicado a religião e que os fiéis da igreja se comprometerem a procurar por ele após o desaparecimento.
Informações G1
Senacon abriu procedimento administrativo que poderá resultar na suspensão das atividades da empresa. Hurb poderá receber multa diária de R$ 50 mil se não atender solicitação do governo.
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Hurb — Foto: Divulgação/Web Summit
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) abriu um procedimento administrativo contra a Hurb, antigo Hotel Urbano, e deu 48 horas para a empresa comprovar condições financeiras para cumprir com as vendas de pacotes de viagens para clientes.
A medida foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (28). Se a empresa descumprir a medida poderá receber uma multa diária no valor de R$ 50 mil. O procedimento também pode resultar na suspensão das atividades da empresa.
Nas últimas semanas, alguns hotéis e pousadas suspenderam reservas de hospedagem feitas pelo Hurb após atrasos ou falta de pagamentos da plataforma. Diversos consumidores abriram reclamações contra a empresa.
A abertura de uma apuração sobre as atividades da Hurb acontece após o Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) enviar um relato para a Senacon sobre a venda de pacotes de viagens ao longo da pandemia.
Segundo o relato, a empresa passou a vender pacotes para datas futuras “sem se preocupar em reunir condições efetivas ou lastro financeiro para cumprimento das suas obrigações contratuais correspondentes”.
A Senacon afirma que, caso o relato do DPDC seja comprovado, “se confirmará que a empresa se beneficiou abusivamente das circunstâncias psicológicas e materiais adversas impostas aos consumidores” por causa da pandemia.
“A contratação de pacotes de viagem se associa fortemente à esperança da conquista de um futuro menos agreste, num dos momentos de maior dificuldade na experiência recente da humanidade”, citou a secretaria em despacho.
Como a empresa continua a vender pacotes com preços abaixo do mercado, além de oferecer descontos, a secretaria determinou urgência no envio de informações sobre a situação financeira da Hurb, para que ela comprove recursos futuros para cumprir os contratos de venda.
A empresa também terá 20 dias para apresentar a defesa em relação ao processo administrativo aberto.
Procurada pelo g1, a empresa informa que, por questões legais, não comenta processos e ações em andamento, mas diz que tudo será esclarecido perante o Ministério da Justiça. “O Hurb sempre prezou pela escuta ativa e cuidado com os consumidores e, por isso, está à disposição caso surjam eventuais dúvidas”, diz a companhia em nota.
Segundo a Senacon, diversos consumidores procuraram o portal do governo voltado para reclamações para questionar a venda de pacotes de viagem por parte da empresa.
Somente neste ano, o consumidor.gov.br registra 10.847 reclamações contra Hurb. O portal aponta um índice de resolução de 48%.
Já no “Reclame Aqui”, que é outra plataforma que faz a mediação entre empresa e consumidor, quase 30 mil reclamações foram feitas nos últimos 6 meses.
Entre as queixas relatadas pelos consumidores está a não entrega dos pacotes prometidos, com indisponibilidade das datas de viagem agendadas com antecedência.
Atualmente, segundo o despacho da secretaria, a Hurb continua vendendo pacotes com de viagens nacionais e internacionais para os anos de 2024 e 2025.
Os pacotes incluem passagem aérea, diárias que variam de 4 a 7 dias, além de datas flexíveis. Segundo a Senacon, alguns pacotes também oferecem o serviço de “all inclusive”.
Informações G1
Levantamento foi feito pela New World Wealth, empresa sul-africana, especializada em monitorar os hábitos das pessoas mais ricas.
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Foto: Divulgação
Já pensou em quais hotéis os milionários mais gostam de se hospedar? Um levantamento feito pela New World Wealth listou os lugares mais populares entre esse público.
A empresa é sul-africana e é especializada em pesquisas sobre hábitos das pessoas mais ricas.
Para essa seleção, monitorou os hotéis onde pessoas com patrimônio acima US$ 100 milhões mais se hospedam. Veja a seguir.
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The Breakers – Palm Beach, Flórida (EUA) — Foto: The Breakers
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The Breakers – Palm Beach, Flórida (EUA) — Foto: Instagram
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Frente do Bellagio Resort & Casino – Las Vegas, Nevada (EUA) — Foto: Divulgação
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Piscina do Hotel Bellagio Las Vegas — Foto: Divulgação
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The Plaza Hotel – Nova Iorque (EUA) — Foto: Divulgação
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Quarto “The Grand Penthouse” do The Plaza Hotel — Foto: Divulgação
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Lobby do The Beverley Hills Hotel — Foto: Divulgação
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Piscina do The Beverley Hills Hotel – — Foto: Divulgação
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Claridge’s, Londres – Inglaterra — Foto: Divulgação
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Claridge’s, Londres – Inglaterra — Foto: Divulgação
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Hotel du Cap-Eden-Roc – Antibes (França) — Foto: Divulgação
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Hotel du Cap-Eden-Roc – Antibes (França) — Foto: Divulgação
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Villa d’Este, Lago de Como, Itália — Foto: Divulgação
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Villa d’Este, Lago de Como, Itália — Foto: Divulgação

Foto: Jovem Pan
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, solicitou transferência para a 2ª Turma da corte. O colegiado está com uma cadeira vaga em razão da recente aposentadoria do ministro Ricardo Lewandowski.
O pedido consta de ofício enviado nesta quinta-feira (27/4) à presidente do STF, ministra Rosa Weber. A possibilidade de troca de colegiado está prevista no Regimento Interno do STF, mas exige que seja respeitada a ordem de antiguidade.
No caso do ministro Toffoli, a transferência será possível apenas se um integrante mais antigo na corte não demonstrar interesse em ocupar a vaga.
A composição das turmas do Supremo fica assim:
Com informações da assessoria de imprensa do STF.

Foto: Ricardo Stuckert
O novo governo do PT conseguiu ao menos uma façanha, desde que assumiu o Palácio do Planalto, em janeiro: cortou o número de cartões corporativos da Presidência da República, mas aumentou os gastos. Até abril, os gastos dos oito cartões sob responsabilidade direta de Lula torraram R$12,2 milhões na conta do pagador de impostos brasileiro. Já é quase metade dos gastos totais dos nove cartões da Presidência sob Jair Bolsonaro em 2022, último ano do governo (R$24 milhões).
No primeiro ano de governo Bolsonaro, 16 cartões corporativos gastaram mais de R$15 milhões. Foram 13 cartões em 2020; R$19,1 milhões.
Em 2021, o número de cartões diminuiu para 11 e os gastos caíram, na Presidência da República do governo anterior: R$19 milhões
Nesse ritmo de gastos, a Presidência sob Lula deve superar as despesas de 2022 em 50%, e fechar o ano em mais de R$36 milhões.
Com informações de diário do Poder

A prefeitura de Anguera, por meio da Secretaria de Educação, promove o incentivo a alfabetização de jovens e adultos no município e a permanência nos estudos. Os estudantes recebem o auxílio de uma cesta básica.
Veja o vídeo da ação.

Foto: Neto Talmeli/Prefeitura de Uberaba-MG
Informação foi divulgada pelo ministro do órgão, Ricardo Cappelli
Todos os servidores do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) serão obrigados a apresentar a carteira de vacinação atualizada contra a covid-19. A informação foi divulgada pelo ministro do GSI, Ricardo Cappelli, nesta quinta-feira, 27.
“Estamos editando a portaria que obriga os servidores do GSI a apresentarem esquema vacinal atualizado da covid-19”, escreveu Cappelli em seu perfil no Twitter. “Quem mantêm contato com o presidente da República deve cumprir o que orientam as autoridades sanitárias.”
Ao comemorar os cem dias de seu governo, o presidente Lula afirmou que iria cobrar o comprovante de vacinação a todos os funcionários e visitantes do Palácio do Planalto.
Revista Oeste
Cofundador do aplicativo afirmou que empresa está recorrendo da suspensão do serviço, que começou a valer na noite da última quarta (26).
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Aplicativo de mensagens Telegram — Foto: Divulgação/Telegram
O cofundador do Telegram Pavel Durov afirmou nesta quinta-feira (27) que a Justiça brasileira ordenou a entrega de dados “impossíveis” de serem coletados. Em seu canal no aplicativo, ele afirmou que a empresa vai recorrer da decisão.
A mensagem foi recebida por usuários no Brasil nesta tarde, mesmo com o serviço tendo sido suspenso no país porque a empresa não entregou os dados completos, segundo a Polícia Federal, que pediu as informações para usá-las em uma investigação.
“No Brasil, um tribunal solicitou dados que são tecnologicamente impossíveis de obter. Estamos recorrendo da decisão e aguardando a resolução final. Não importa o custo, defenderemos nossos usuários no Brasil e seu direito à comunicação privada”, afirmou Durov.
A Polícia Federal, por sua vez, diz que a demora do Telegram para fornecer os dados permitiu que os grupos neonazistas que estão sob investigação fossem excluídos.
Durov afirmou que, às vezes, quando leis locais vão contra a missão do Telegram, o aplicativo precisa deixar esses mercados.
“No passado, países como China, Irã e Rússia proibiram o Telegram devido à nossa posição de princípio sobre a questão dos direitos humanos. Tais eventos, embora infelizes, ainda são preferíveis à traição de nossos usuários e às crenças nas quais fomos fundados”.
19/04/2023 – Justiça aceita o pedido da Polícia Federal e ordena o Telegram a entregar dados de grupos neonazistas investigados, sob pena de ter o serviço suspenso no Brasil. A empresa tem 24 horas para cumprir a determinação a partir do momento que é notificada.
20/04/2023, 13h11 – Ordem é encaminhada ao Telegram e começa a valer o prazo de 24 horas.
20 de abril, 13h46 – Telegram confirma o recebimento da ordem e pede informações complementares. Essas informações sâo enviadas à empresa às 16h14 do mesmo dia e às 8h06 do dia seguinte.
21/04/2023, 12h33 – Telegram envia apenas os dados do administrador de um grupo neonazista, segundo relatório judicial. A empresa afirma que, no dia 20 de abril, quando recebeu a ordem judicial para entregados os dados, o canal já tinha sido deletado.
Mas que, como a PF de São Paulo havia pedido alguns dados do mesmo grupo no dia 10 de abril, a empresa ainda possuía aquelas informações e as repassou às PF.
A Polícia Federal rebateu, dizendo que o grupo investigado estava ativo às 17h42 do dia 20 de abril, ou seja, depois de o Telegram ter recebido a ordem judicial. Só depois dessa data o grupo foi deletado, segundo PF.
E que, conforme legislação vigente, a empresa fornecedora do serviço deveria manter os registros de acesso ao grupo investigado (IPs de criação e de acessos), os quais, se fornecidos, dariam condições para identificar todos os seus integrantes, inclusive o administrador.
Mesmo assim, o Telegram manteve a justificativa de que a exclusão do grupo impedia repasse de informações para a investigação.
25/04/2023, 19h22 – Justiça determina aumento de multa de R$ 100 mil a R$ 1 milhão para cada dia que Telegram não colaborar totalmente com a investigação.
27/04/2023 – Justiça ordena que operadoras de telefonia e lojas de aplicativos retirem o aplicativo do ar no Brasil. O Telegram para de operar naquela noite.
Informações G1
Obrigação faz parte de acordo firmado com Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal.
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Pedro Guimarães, ex-presidente da Caixa — Foto: Reprodução
A Caixa Econômica Federal terá de pagar R$ 10 milhões, a título de dano moral coletivo, por tolerar práticas de assédio sexual e moral dentro do banco. O valor será revertido a instituições sem fins lucrativos.
A obrigação faz parte de acordo firmado com o Ministério Público do Trabalho no Distrito Federal (MPT-DF) em processo aberto a pedido do procurador Paulo Neto após relatos de assédio sexual e moral praticado pelo então presidente da instituição, Pedro Guimarães. Após as denúncias, ele foi demitido.
O acordo foi homologado pela Justiça do Trabalho, informou o MPT-DF nesta quinta-feira (27). O acordo foi assinado em 27 de março.
O acordo firmado com a Caixa encerra o caso em relação ao banco. Já o processo sobre a responsabilização individual do ex-presidente continua em andamento, sob sigilo de Justiça.
A presidente da Caixa Econômica Federal, Rita Serrano, afirmou nesta quinta-feira (27) que vai cobrar do ex-presidente, Pedro Guimarães, o ressarcimento dos valores.

Caixa conclui investigações sobre acusações ao ex-presidente do banco Pedro Guimarães de assédio sexual
Além do pagamento de dano moral coletivo, o acordo prevê que a empresa terá que cumprir obrigações, entre elas:
Há previsão de multa de R$ 5 mil por descumprimento, multiplicada pelo número de irregularidades identificadas.
Informações G1