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Uma mulher de 40 anos, faleceu por volta das 14h deste domingo (21) na Fazenda Xavante, localizada às margens do Rio Jacuípe, no município de São Gonçalo dos Campos. Cristiane Santana de Freitas residia na Avenida Iguatemi, bairro Mangabeira em Feira de Santana, veio a óbito após o barco em que ela se encontrava virar.

De acordo com as informações da polícia, o barco transportava Cristiane, seu filho adolescente de 13 anos, o barqueiro e mais dois homens. Cristiane estava grávida de aproximadamente três meses.

O adolescente encontra-se desaparecido, enquanto o barqueiro e os outros dois homens conseguiram nadar e se salvar. O Corpo de Bombeiros esteve presente no local realizando buscas pelo adolescente, mas as atividades foram suspensas e serão retomadas nesta segunda-feira (21).

O delegado Gustavo Coutinho esteve à frente do levantamento cadavérico e autorizou a remoção para o Departamento de Polícia Técnica (DPT).

*Com informações do repórter Denivaldo Costa


Izinaldo Barreto

Há 4 anos faleceu aos 70 anos o sociólogo, professor universitário e ex-secretário de Estado, Ildes Ferreira. Amigos e familiares participaram de uma missa na Igreja Senhor do Bonfim, no Jardim Cruzeiro, na noite deste domingo, 21, ocasião em que foi lançado o livro “Pequena História de uma Grande Vida”, de autoria do professor João Bosco da Silva. 

O prefeito Colbert Filho destacou a sua relação com Ildes Ferreira e a contribuição do homenageado como uma pessoa que dedicou a vida às questões sociais. 

“Ildes Ferreira foi um grande amigo, tanto meu quanto de meu pai [Colbert Martins da Silva]. Uma pessoa que participou de movimentos sociais, foi professor e meu colega na UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana)”, destacou o prefeito.

O chefe do Executivo Municipal ressaltou que teve o prazer em indicar Ildes Ferreira para o cargo de secretário de Ciências e Tecnologia, no Governo do Estado, em 2006, assim como para a função de secretário de Desenvolvimento Social de Feira de Santana. 

Autor do livro, João Bosco falou que levou dois anos para escrevê-lo. Deu início à coleta de dados nos últimos dias de vida do homenageado, que mesmo debilitado – Ildes Ferreira enfrentou um câncer que o levou à morte – se comprometeu em passar informações. Os familiares e amigos também foram fundamentais na construção da obra.

Filha de Ildes Ferreira, a servidora pública Eva Oliveira falou que o livro é um resgate da vida profissional e pessoal do seu pai que não pode ser esquecida.

“Meu pai foi incansável na luta por justiça social. Esta foi a principal herança dele. A gente cresceu vendo ele participando de movimentos sociais, lutando pelos menos favorecidos, por melhores condições de vida em relação”.

Ildes Ferreira também teve uma atuação no semiárido baiano, principalmente na região do sinal, onde participou ativamente. “Devemos recordá-lo por tudo o que ele nos deixou, inspirou e colaborou nas questões sociais”, disse o irmão Ismael Ferreira.

Ainda participaram do lançamento do livro “Pequena História de uma Grande Vida”, os secretários municipais de Governo, Eliene Cerqueira; de Educação, Anaci Paim, de Comunicação, Renata Maia e o titular da Agricultura, Pedro Américo. 

Também compareceram o diretor de Limpeza Pública, João Marcelo Gomes, a primeira dama do município Adenilda Martins e o ex-prefeito José Ronaldo de Carvalho.

Secom


Por J.R. Guzzo para a Revista Oeste

Foto:  Foto: Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo


A cassação do mandato do deputado Deltan Dallagnol foi mais um passo em direção ao projeto de poder da frente autoritária liderada pelo PT

O que mais chama a atenção no governo Lula, até agora, não é propriamente a sua ruindade terminal.

Nenhuma surpresa, aí, quando se leva em conta que sempre esteve disponível para qualquer brasileiro de bom senso o conhecimento de que ele iria fazer o pior governo da história do Brasil — pior que o dele mesmo, quando esteve lá durante oito anos, e pior talvez até que o governo da sua criatura Dilma Rousseff

Ele não está na Presidência da República, obviamente, porque a maioria do eleitorado descobriu suas virtudes ocultas, nem porque ficou encantada com a excelência dos seus projetos de governo, mas porque foi colocado lá pelo TSE — nas eleições mais obscuras que o Brasil já teve desde os tempos do “bico de pena”, quando a única coisa que realmente tinha importância era quem contava os votos.

O que não se mediu direito, na contratação dessa calamidade, foi a pressa de Lula e de quase todos os que tem à sua volta em destruir o Brasil como ele é hoje.

Eles estão convencidos de que, tendo chegado lá do jeito que chegaram, têm toda a possibilidade de não sair nunca mais — e para não sair nunca mais terão de mudar o regime. Tem de acabar esse que está aí, com regras básicas de democracia, um sistema econômico capitalista e mais um monte de outros estorvos. Em seu lugar, querem impor alguma coisa que ainda não sabem direito o que é, mas é muito parecida com isso aí que estão fazendo todos os dias — e com Lula na posição de presidente vitalício.

A esquerda, os intelectuais e o Brasil “que pensa” acham um absurdo quando ouvem isso — exagero, dizem, “bolsonarismo”, coisa de direita. Mas não é mais sobre Bolsonaro, e já faz tempo que não é. É sobre a criação de uma ditadura no Brasil, e os exemplos concretos estão aí todos os dias e na frente de todo o mundo.
O último, e um dos mais violentos até agora, foi a cassação do mandato do deputado Deltan Dallagnol, promotor-chave na Operação Lava Jato, pela polícia eleitoral de Lula e do PT.

É a prova mais recente de que eleições não são mais um problema para o projeto de ditadura; enquanto existir TSE, a “Justiça Eleitoral” vai funcionar como um serviço de atendimento aos extremistas de esquerda que mandam no governo. A oposição elegeu alguém que incomoda para o Congresso? E daí? o TSE cassa o seu mandato. É o pé de cabra mais utilizado pelas tiranias — a anulação da vontade do povo, expressa nas eleições. Não há, para eles, a possibilidade de perder; não há a hipótese de aceitarem que o cidadão tem o direto da escolha livre com o voto. A cassação de Dallagnol é isso.
O deputado não teve um julgamento, e o seu caso não teve um juiz. A sessão do TSE que cassou o seu mandato durou um minuto — um deboche intencional e vulgar, para mostrar que a ditadura em construção no Brasil não apenas anula qualquer eleição que quiser, mas também faz questão de humilhar quem é levado para a frente de seus pelotões de fuzilamento.
O que é isso — julgamento de um minuto? É justiça de Idi Amin. O juiz também não foi juiz.

O autor da cassação é o mesmo que recebeu tapinhas no rosto de Lula, no festival de comemorações montado em Brasília para saudar os resultados do TSE para as eleições presidenciais de 2022.

É o mesmo, igualmente, que disse para o ministro Alexandre de Moraes, na diplomação de Lula como presidente: “Missão dada, missão cumprida”.

O resto da história é pior ainda. Num país em que o presidente da República tem a ficha mais suja de todos os que já passaram pelo cargo — ninguém, como ele, foi condenado pelos crimes de corrupção e de lavagem de dinheiro —, Dallagnol foi cassado com base na “Lei da Ficha Limpa”. Pode? Mais: o deputado não foi condenado por crime nenhum. Sua ficha é limpa — mais limpa que a de pelo menos um terço dos deputados e senadores que estão hoje no Congresso Nacional e respondem a processos na Justiça. É tudo uma trapaça primitiva. Quem pediu a cassação não foi o Ministério Público, ou algo assim — foi o PT, por ordem de Lula, que prometeu em público que iria “se vingar” do juiz Sergio Moro e de “toda essa gente”, o que evidentemente inclui Dallagnol.
A desculpa para a cassação foi uma alegação falsa — a de que o deputado teria renunciado ao cargo de promotor para não responder a “procedimento administrativo disciplinar” no MP, conduta vetada pela lei eleitoral.
Não houve isso. Dallagnol não estava respondendo a nenhum “procedimento” quando registrou a sua candidatura. Mas o TSE achou que era “inevitável” que ele viesse a responder no futuro, e que ele agiu de maneira “capciosa” quando renunciou a seu cargo.
Ou seja: ele foi condenado antes de cometer a infração e antes de ser julgado pela Justiça, algo que vai contra todas as decisões anteriores que o próprio TSE já havia tomado.
É tão demente que o TRE do Paraná, a quem o caso foi inicialmente encaminhado, decidiu por unanimidade que a candidatura era 100 por cento legal. Mas o sistema Lula-PT não manda nos TREs dos Estados; levou sua exigência, então, ao TSE, onde o ministro da “missão cumprida” resolveu tudo — em um minuto.
É um escândalo grosseiro. O deputado federal mais votado do Paraná foi cassado por uma assinatura num pedaço de papel, em obediência a uma demanda do governo — um insulto não só aos eleitores do Paraná, mas a todo eleitor brasileiro que tem o direito constitucional de votar nos candidatos da sua escolha. Não foi punido por algo que tenha feito, mas por irregularidades que provavelmente “iriam acontecer” mais adiante — mais uma criação do processo de desmanche da democracia que está em execução no Brasil, como o “flagrante perpétuo”, os julgamentos por “lotes” de réus ou as multas de R$ 1 milhão por hora a quem desagrada ao governo Lula e aos seus sócios no alto Judiciário.
É assim, justamente, que querem matar o Estado de direito e as instituições — com escândalos que, em vez de serem combatidos, são objeto de discussões sobre “engenharia política”, aceitos como parte da “legalidade” imposta pelos STFs e TSEs e tratados como “defesa da democracia” pela maioria da mídia e do Brasil “civilizado”.
A edificação da ditadura no Brasil está acontecendo, passo a passo, por decisões como a cassação do deputado Dallagnol; é um regime que querem construir com decretos-leis, portarias e despachos do STF, TSE e repartições públicas do mesmo tipo.
A democracia, na concepção em vigor no governo, será desmontada com a destruição dos princípios básicos da economia, da sabotagem ao sistema de produção e da anulação do poder do Congresso.
É o que se vê pela supressão de leis que já foram legitimamente aprovadas, como a Lei das Estatais, ou a reforma do ensino, ou a projetada volta do imposto sindical — ou, então, pela imposição de leis que o Congresso não quer aprovar, como é o caso da censura nas redes sociais. É o que se está vendo pelas prisões políticas e pelos inquéritos ilegais que o STF conduz contra inimigos do governo — até agora, em quatro anos de ação e milhares de brasileiros perseguidos, nenhum militante de esquerda, nem um, foi incomodado pelas investigações. É o que se vê pela violação sistemática da lei por parte do alto Judiciário, e pelo rebaixamento do Ministério Público à condição de serviço de atendimento às ordens do governo.
A cassação do deputado Dallagnol é mais um prego no caixão. Para os que têm dúvidas sobre o enterro da democracia que está acontecendo à luz do dia, é instrutivo ouvir o ministro da Justiça, numa reunião com dirigentes das plataformas de comunicação social há cerca de um mês, dizendo que “esse tempo da liberdade de expressão como um valor absoluto, que era uma fraude, acabou, acabou, foi sepultado”. Podia ser uma palestra do chefe da KGB. Falando na “Polícia Federal que eu comando”, ameaçou as redes, disse que vão “arcar com as consequências” pela prática de crimes não especificados e informou que os estatutos internos das redes “não lhe interessam”, e não valem mais nada.
O ministro afirmou que o objetivo da censura às redes sociais é acabar com o “massacre em série de crianças nas nossas escolas” — isso quando a lei que quer aprovar à força na Câmara fala em punir a “desinformação”, as “fake news”, as conclusões “enganosas”, “distorcidas ou fora de contexto”, ou seja, todo um balaio que atinge diretamente a livre expressão do pensamento. Pouco depois, o ministro Alexandre de Moraes proibiu o aplicativo Telegram de publicar sua opinião sobre o projeto de censura em debate na Câmara — e obrigou que publicasse um texto do STF, dizendo o contrário do que dizia a postagem proibida. Que diabo isso tem a ver com massacre de crianças?

O PT e a esquerda brasileira estão convencidos, e dizem isso em público, de que terem aceitado sair do governo, em 2016, depois de terem entrado pela primeira vez no Palácio do Planalto, foi o maior erro de toda a sua história; não deveriam ter topado nunca, e não estão dispostos a topar agora, quando têm o STF, as Forças Armadas e a direção do Congresso a seu serviço. É o seu único objetivo visível. Quem acha que não é bem assim, ou que não é assim, pode responder a um teste fácil.

Esqueça Lula, seu programa de turismo com a mulher através do mundo e a sua convicção de que, se na Venezuela o presidente pode ficar no cargo pelo resto da vida, por que não aqui? Há mais uma multidão que quer ficar lá para sempre. Alguém acha, por exemplo, que o ministro da Justiça e os defensores do comunismo que fazem parte da sua corte estão dispostos a aceitar, mansamente, uma derrota em eleições limpas e voltar à escassez da vida na oposição?

Para acreditar em jogo limpo é preciso acreditar que eles possam dizer algo assim: “Pôxa, que pena, perdemos a eleição… Chato, não? Vamos ter de começar tudo de novo”. Os proprietários do MST vão aceitar, de boa, a devolução das diretorias que ganharam no Incra, ou a ausência de seis ministros de Estado em suas “feiras”? E as viagens ao exterior? E o resto da manada que está ganhando mais de R$ 70 mil por mês em conselhos de estatais e desfrutando das demais maravilhas da máquina estatal?

Essa gente toda está disposta a ficar lá por toda a eternidade, como acontece nos regimes que lhe servem de modelo, e tem os meios materiais para isso — só precisa continuar a fazer o que está fazendo.

O Brasil tem um deserto pela frente. No momento não há oásis à vista.

https://twitter.com/ClauAker/status/1659973971025043458?s=20

Tenso: Lula parte para cima dos EUA e rebate o presidente Biden; ENTENDA

Foto: Divulgação/G7 

No encerramento do G7, em Hiroshima, no Japão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu o tom em relação a Joe Biden, dizendo que o discurso do presidente americano não fala em paz, mas em “ir para cima do [presidente da Rússia Vladimir] Putin” e que isso, segundo ele, não ajuda na resolução do conflito no Leste Europeu.

O presidente brasileiro disse ainda que países do chamado Sul Global, os emergentes, querem encontrar a paz que o Norte, se referindo aos países ricos, não está conseguindo alcançar.

Lula questionou se os jornalistas tinham acompanhado o discurso de Biden em dois momentos. No primeiro, afirmou que o presidente americano exige da Rússia abandonar a guerra.

“Ontem, vocês viram o discurso do presidente Biden? Sabe, que não fala em paz. Ele fala que a Rússia tem que abandonar, sabe? Eu não sei se ela vai abandonar. Eu acho que é preciso, então, ter gente que possa construir uma saída para que se encontre a paz”, afirmou Lula.

Na segunda vez em que repetiu a pergunta sobre a fala do presidente americano foi mais enfático e disse que a exigência de Biden, de rendição russa, não ajuda a encerrar o conflito.

“Ontem vocês viram o discurso do Biden? De que tem que ir para cima do Putin até ele se render e pagar tudo que estragou? Esse discurso não ajuda. Na minha opinião, o que ajuda é um discurso que diz, ‘vamos sentar primeiro, vamos esfriar a cabeça, vamos começar a conversar’, e às vezes leva tempo”, disse o presidente brasileiro.

Lula tinha amenizado o tom sobre os americanos depois da declaração feita em abril, nos Emirados Árabes Unidos, de que Europa e Estados Unidos contribuem para prolongar a guerra. A fala levou a Casa Branca a dizer que Lula “‘papagueia’ propaganda russa”.

Na cúpula do G7, portanto, Lula voltou a criticar a posição dos americanos sobre a guerra.

CNN


New York Times chama Lula de “aliado da Rússia”

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil.

Reportagem do jornal New York Times publicada neste domingo, 21, chama o presidente Lula de “aliado próximo da Rússia”. Na notícia, a repórter Motoko Rich observa que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, tentou se encontrar com o petista, em uma reunião bilateral. Lula, contudo, “fugiu”.

“Zelensky continuou esses esforços no Japão, onde se encontrou com o primeiro-ministro Narendra Modi, da Índia, um país que aprofundou os laços econômicos com a Rússia à medida que os aliados da Ucrânia se distanciavam”, constatou a jornalista. “O presidente Lula, do Brasil, um aliado próximo da Rússia, também está em Hiroshima.”

A reunião entre Lula e Zelensky não teria ocorrido por causa da “incompatibilidade” com a agenda do petista. Um dos objetivos da ida de Zelensky à cúpula do G7 era aproveitar o evento para se reunir com os líderes de países que se manifestaram neutros em relação ao conflito, como o Brasil e a Índia.

“Encontrei-me com quase todo mundo, quase todos os líderes, e todos eles têm suas próprias agendas, então acho que foi por isso que não pudemos nos encontrar com o presidente brasileiro”, disse Zelensky, em uma entrevista coletiva.

Perguntado se estava triste com o que ocorreu com Lula, Zelensky respondeu em tom irônico: “Eu acho que ele ficou decepcionado”.

Visita de Celso Amorim
A Ucrânia teve agendas anteriores com o governo brasileiro para tratar do conflito. Em 2 de março, Zelensky e Lula conversaram por telefone. Na ligação, o petista reiterou a disposição do Brasil para se alcançar um acordo de paz e o presidente ucraniano convidou Lula para uma visita a Kiev.

Depois, em 10 de maio, o chefe da Assessoria Especial da Presidência da República para Assuntos Internacionais, Celso Amorim, viajou à capital ucraniana e se reuniu com Zelensky. Amorim afirmou que “o diálogo foi positivo, de criação de confiança, visando a explicar nossos objetivos para a paz”.

O presidente ucraniano, no entanto, afirmou querer continuar o diálogo com o governo brasileiro.

Créditos: Revista Oeste.


Julián Álvarez comemora gol pelo Manchester City sobre o Chelsea, pelo Campeonato Inglês - OLI SCARFF/AFP
Julián Álvarez comemora gol pelo Manchester City sobre o Chelsea, pelo Campeonato Inglês Imagem: OLI SCARFF/AFP

O já campeão da Premier League, o Manchester City, não se acomodou com o título e venceu o Chelsea por 1 a 0 na tarde de hoje (21) em partida válida pela 37ª rodada do Inglês.

Guardiola optou por colocar em campo uma equipe reserva. Apenas Foden do time títular começou em campo.

O único gol do jogo foi marcado por Julián Álvarez. Essa é a 12ª vitória seguida do Manchester City..

Após o apito final, os torcedores invadiram o gramado do Etihad Stadium. 

O Chelsea pode encerrar a campanha na segunda parte da tabela. A equipe tem agora apenas dois jogos para reverter a situação.

Como foi o jogo

Manchester City absoluto. Com Phillips adiantado pela direita e Gomez pela esquerda, Guardiola optou por colocar Foden e Rico Lewis mais adiantados por dentro, dando ofensividade à uma equipe reserva e mantendo o controle do jogo desde a saída de bola rival.

Chelsea demora a reagir. Sem conseguir passar do meio-campo e enfrentando dificuldade na saída de bola, o Chelsea só conseguiu respirar depois da primeira metade do primeiro tempo em dois lances perigosos de Sterling e Gallagher em jogadas construídas pelo lado esquerdo e que deram mais confiança.

Defesa organizada. Na segunda etapa, o Chelsea cresceu, organizou a defesa e diminuiu os espaços que possibilitavam o toque de bola do City, mas ainda assim encontrou dificuldade em parar o ataque rival que deixou para colocar algumas de suas principais peças na segunda metade do segundo tempo.

Chelsea muda a tática, mas sem sucesso.Com poucas chances na frente da pequena área do City, os Blues passaram a apostar em chutes de fora da área, principalmente em jogadas iniciadas por Lewis Hall e finalizadas por Sterling e Havertz.

Gols e lances importantes

1 x 0. Fofana erra passe na saída, Palmer conduz e toca para Julián Álvarez chutar rasteiro com o pé direito e abrir o placar.

Quase o segundo. Palmer puxa contra-ataque na esquerda e toca para Foden finalizar, mas ele é travado na área. Na sobra, Mahrez chuta e a bola explode em Thiago Silva.

Primeira reação do Chelsea. Havertz lança Sterling com liberdade, e ele finaliza rasteiro. O goleiro do City se estica e impede.

City começa atacando. O primeiro perigo do City na segunda etapa saiu após cruzamento da direita para Kalvin Phillips cabecear na trave esquerda de Kepa.

Em cima da linha. Sterling dribla e vence Ortega, mas Stones aparece em cima da linha para tirar a bola. O árbitro aponta o impedimento logo depois.

Gol anulado do City. Mahrez domina com o braço e rola para Julián Álvarez empurrar para o fundo do gol. O gol foi anulado logo em seguida.

FICHA TÉCNICA

Manchester City 1 x 0 Chelsea

Data e horário: 21 de maio de 2023, às 12h (de Brasília)
Motivo: 37ª rodada do Campeonato Inglês
Local: Etihad Stadium, Manchester (EN)
Árbitro: Michael Oliver
Assistentes: Stuart Burt e Lee Betts
VAR: John Brooks
Cartões amarelos: Havertz, Enzo Fernández (CHE)
Cartões vermelhos: Não houve
Gols: Julián Álvarez (MAC), aos 11′ do 1T

Manchester City: Ortega Moreno, Walker, Akanji (Stones), Laporte (Rodri), Lewis, Phillips, Phil Foden, Palmer, Mahrez (Haaland), Gomez (De Bruyne), Alvarez. Técnico: Pep Guardiola.

Chelsea: Kepa, Azpilicueta, Wesley Fofana, Thiago Silva, Hall, Enzo Fernández, Loftus-Cheek, Chalobah, Sterling (Mudryk), Havertz e Gallagher (Madueke). Técnico: Frank Lampard


Alguns foram vestidos de preto para mostrar que são contra a decisão do TSE de cassar o mandato do agora ex-deputado federal

Deltan Dallagnol discursa em Curitiba Foto: Reprodução

Neste domingo (21), uma multidão de cidadãos brasileiros estiveram na porta da sede do Ministério Público Federal, em Curitiba (PR), para demonstrar apoio ao ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Podemos).

O ex-procurador teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e o ato serviu para demonstrar repúdio à decisão e marcar posição em defesa da recuperação do mandato.

O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) fez questão de participar do ato e pode discursar contra a decisão do TSE.

– Estão tentando roubar um mandato, mas não é o do Deltan, mas sim do povo paranaense e nós vamos defendê-lo até as últimas consequências – iniciou ele em sua fala.

Van Hattem declarou que o “Brasil não aceita ser governado por bandidos e corruptos” e deu uma resposta ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de que Curitiba “é o germe do combate à corrupção” e que a situação de Deltan faz ressurgir esse germe para “dar exemplo aos brasileiros”.

Em seu discurso, Deltan relembrou seu trabalho como procurador no MPF e como foi atuar na Operação Lava Jato, investigação que revelou o maior escândalo de corrupção da história do país.

Ele também pode falar sobres sua breve passagem pela Câmara dos Deputados, com muitos pontos positivos, projetos que avançaram e a participação

– Nós vivemos o impossível e agora mais uma vez temos um impossível. Nós não temos medo – declarou ele sobre a possibilidade de retomar ao Congresso.

Dallagnol se mostrou disposto a continuar seu trabalho pelo bem do Brasil e disse que, ao contrário de seus algozes, ele não deseja vingança, mas justiça. A multidão começou a repetir a palavra “justiça”.

– Nós vamos lutar por um país que bandido fica na cadeia (…) Nós vamos lutar por um país que não aceita a inversão de valor (…) A nossa bandeira jamais será vermelha – completou o ex-deputado, ganhando apoio da população.

Informações Pleno News


Foto: Wagner Meier/ Getty Images


O Flamengo jogou mal, mas venceu o Corinthians por 1 a 0 neste domingo, no Maracanã, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. O gol foi marcado por Léo Pereira, nos acréscimos.

O Flamengo sentiu a falta de Arrascaeta, que sentiu no aquecimento e não jogou. Victor Hugo, seu substituto, não brilhou. 

O Corinthians mantém o jejum sem vitórias, mas teve desempenho melhor e criou mais chances que os donos da casa para vencer. O Timão segue na zona do rebaixamento.

O Flamengo foi para o sexto lugar, com 12 pontos, enquanto o Corinthians é o 17º, com cinco, e o primeiro no Z-4.

O Rubro-Negro voltará a campo para enfrentar o Ñublense, fora de casa, na quarta-feira, pela Libertadores. No mesmo dia e pela mesma competição, o Timão enfrentará o Argentinos Juniors, na Argentina. Pelo Brasileirão, o Flamengo enfrentará o Fluminense na oitava rodada, enquanto o Corinthians medirá forças com o Cruzeiro. 

Flamengo com pouca inspiração

O Flamengo teve muita dificuldade contra o Corinthians no primeiro tempo. O Timão, que foi ao Maracanã após seis jogos sem vencer, criou chances e foi perigoso na etapa inicial.

O Rubro-Negro sentiu a falta de Arrascaeta, que teve um problema muscular no aquecimento e ficou fora. Com Pulgar, Victor Hugo e Gerson, o Rubro-Negro não teve criatividade e conectou pouco Gabigol e Pedro. Os cariocas só conseguiram pressionar nos minutos finais, com finalizações consecutivas de fora da área.

O cenário no segundo tempo não mudou. O Corinthians, inclusive, jogou ainda melhor e acuou o Flamengo, que não conseguia sair da defesa. Aos 19 minutos, Sampaoli tirou Pulgar para a entrada de Vidal e ouviu “gritos de burro”. Pedro também saiu para Everton Cebolinha atuar. Matheus Gonçalves também não conseguiu brilhar.

O Flamengo, vaiado pelo seu torcedor, mal conseguia pressionar nos minutos finais quando brilhou a estrela de Léo Pereira. Com dores musculares, o zagueiro foi ao ataque para não deixar o time com um a menos e fez o gol como legítimo centroavante no minuto 48. O gol do alívio.

Lances importantes

Por pouco. No minuto 28, Róger Guedes chutou cruzado. Yuri Alberto deu um carrinho e não alcançou a bola por muito pouco.

Impressionante. Aos 2 minutos do segundo tempo, Santos saiu jogando errado, e Paulinho rolou para Yuri Alberto parar no goleiro cara a cara. No rebote, Paulinho errou o rebote, e Róger Guedes também chutou para defesa de Santos.

Ufa. Aos 32, Léo Pereira bateu falta, e a bola raspou o travessão de Cássio.

Herói improvável. Aos 48 minutos do segundo tempo, Léo Pereira recebeu cruzamento de Everton Cebolinha e venceu Cássio de cabeça.

FICHA TÉCNICA
FLAMENGO 1 x 0 CORINTHIANS

Data: 21 de maio de 2023 (domingo)
Horário: 16h (de Brasília)
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Rafael Klein (RS)
Assistentes: Nailton Junior de Sousa Oliveira (Fifa-CE) e Mauricio Coelho Silva Penna (RS)
VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (Fifa-MG)
Cartões amarelos: Cássio e Bruno Méndez (Corinthians)

GOL
Flamengo
: Léo Pereira, aos 48 minutos do 2T

FLAMENGO: Santos, Wesley, Fabricio Bruno, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Pulgar (Vidal), Thiago Maia, Victor Hugo (Matheus Gonçalves) e Gerson; Gabigol e Pedro (Everton Cebolinha). Técnico: Jorge Sampaoli.

CORINTHIANS: Cássio, Bruno Mendez (Fagner), Gil, Murillo e Matheus Bidu; Fausto Vera, Maycon e Paulinho; Adson (Wesley), Róger Guedes e Yuri Alberto (Romero). Técnico: Vanderlei Luxemburgo.

Informações UOL


Acordo é essencial para evitar que Estados Unidos dê calote.

Joe Biden em 21 de abril de 2023 — Foto: Kevin Lamarque/Reuters

Joe Biden em 21 de abril de 2023 — Foto: Kevin Lamarque/Reuters 

De volta aos EUA após participar da cúpula do G7 em Hiroshima, no Japão, o presidente americano, Joe Biden, terá em princípio até o dia 1º de junho para negociar um acordo com a oposição republicana e aumentar o teto da dívida do país, evitando um calote.   

Biden se reunirá pessoalmente nesta segunda-feira (23) com Kevin McCarthy, presidente da Câmara dos Representantes, para tentar encontrar uma saída para o impasse que divide democratas e republicanos. 

“Meu posicionamento continua sendo o mesmo: Washington não pode continuar gastando o dinheiro que não temos”, escreveu McCarthy no Twitter após uma conversa com Biden pelo telefone. Segundo ele, o diálogo foi produtivo. 

Os republicanos exigem cortes drásticos de gastos, o que os democratas recusam. Ambas as partes se responsabilizam mutuamente pela situação atual. Biden classificou de “inaceitáveis” as propostas dos republicanos para elevar o limite de endividamento do país. 

“Chegou a hora de abandonar as posições extremas. Muito do que foi proposto é pura e simplesmente inaceitável”, declarou Biden aos jornalistas durante a cúpula do G7 no Japão. 

Um dos pontos mais polêmicos é a exigência da oposição em reduzir os gastos federais ao nível de 2022, o que representa um corte de US$ 130 bilhões (R$ 648 bilhões, na cotação atual).  

Os democratas são contrários a esses cortes e, em troca, propõem reduzir gastos aumentando os impostos aos mais ricos e às empresas que atualmente se beneficiam de restituições fiscais. Os republicanos, por outro lado, são contra o aumento de impostos. 

O presidente americano mencionou a possibilidade de recorrer à 14ª Emenda da Constituição para evitar um default e honrar seus compromissos, como o pagamento das aposentadorias, por exemplo. 

 A 14ª Emenda, que foi acrescentada à Constituição em 1868, estipula que “a validade da dívida pública dos Estados Unidos, autorizada por lei, não deve ser questionada”. Em outras palavras, as despesas já votadas devem poder ser pagas. 

Segundo alguns especialistas, esta disposição torna o teto da dívida inconstitucional. Se o Tesouro contrair empréstimos acima do limite de dívida estabelecido pelo Congresso, isso violaria a lei. 

Mas, o não cumprimento das despesas obrigatórias estabelecidas pelo Congresso pode ser uma violação ainda pior, dando ao Tesouro uma justificativa para tomar mais dinheiro emprestado e seguir pagando suas contas. 

O uso da 14ª Emenda pode levar a disputas na Justiça, mas não o fazer também acarreta riscos. Se o Tesouro ficar sem margem para cumprir com suas obrigações e acabar atrasando certos pagamentos, os credores terão um argumento legal perfeitamente válido, afirmam especialistas. 

Os beneficiários da Previdência Social que não receberem seus contracheques podem se juntar em uma ação coletiva. Mas, se o governo Biden continuar pedindo dinheiro emprestado, os republicanos podem processá-lo por descumprir com o teto da dívida. 

“Podemos conseguir um acordo”, reiterou Biden durante o voo de volta a Washington do Japão neste domingo, a bordo do Air Force One. Mas “não posso garantir que os republicanos não vão forçar um default”, acrescentou, ao justificar estar considerando invocar a 14ª Emenda. 

“Acho que temos a prerrogativa” de usar o recurso, mas “a questão é se isso pode ser feito e invocado a tempo”, comentou o presidente. 

A secretária do Tesouro, Janet Yellen, reiterou à emissora NBC neste domingo (21) que o 1º de junho é uma data crucial. “Minha avaliação é que a possibilidade de chegar a 15 de junho, sendo capazes de pagar todas as nossas contas, é muito baixa”, indicou. 

Elevar o teto da emissão de dívida costuma ser um procedimento rotineiro no país, que usa este sistema dependente do Congresso há décadas. Mas, desta vez, e como vem ocorrendo com mais frequência, o assunto se tornou uma disputa política. 

Os Estados Unidos superaram o limite máximo de emissão da dívida pública em janeiro, que é de 31,4 trilhões de dólares (R$ 156,5 trilhões, na cotação atual), e, desde então, vêm aplicando medidas extraordinárias que apenas permitem cumprir com as obrigações por um determinado tempo.

Informações G1


Foto: Reprodução

A banda Lambasaia sofreu um acidente, na madrugada deste domingo (21), a caminho de uma apresentação na cidade de Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador. Segundo o relato do vocalista Léo Dumóve, a van se chocou com uma motocicleta caída e pegou fogo na BR-234.

Parte do equipamento da equipe foi queimado, assim como malas de viagens. Um carro-pipa da Via Bahia, concessionária que opera a rodovia, apagou as chamas. Em vídeos gravados pelo vocalista da banda é possível ver que as chamas tomaram todo o veículo. Ele ainda registrou explosões.

O grupo já havia se apresentado na cidade de Campo Formoso, na região norte, e seguia para Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador, onde faria o segundo show da noite.

Ainda segundo Léo Dumóve, a escolha do veículo foi para dar celeridade ao trajeto. O cantor disse que entre os equipamentos perdidos, o prejuízo é de, pelo menos, R$ 25 mil.

“A gente fez um show em Campo Formoso. Estávamos indo para Lauro de Freitas e sofremos um acidente. Viemos de van porque seria mais rápido pra gente chegar lá e estava no horário. Mas, Deus sabe de todas as coisas. Infelizmente, a maioria do material de todo mundo foi queimado. As roupas e tudo mais. A única coisa que eu consegui pegar foi o celular. Foi muito rápido, o que aconteceu foi muito rápido. Queimou tudo”, disse.

O artista ainda criticou a falta de iluminação da rodovia federal. A reportagem entrou em contato com a VIABAHIA e aguarda posicionamento da entidade.

Fonte: G1