
A obra da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do distrito de Humildes foi retomada no início deste mês de janeiro pela Prefeitura de Feira de Santana. A unidade contará com mais de 1.200 m² de área construída e a previsão é que o novo equipamento seja concluído em setembro deste ano.
Conforme a secretária municipal de Saúde, Cristiane Campos, o investimento será de R$ 2,2 milhões. A unidade classificada como porte I, terá capacidade para mais de 130 atendimentos diários. A execução dos serviços está sob a responsabilidade da empresa T & F Construções.
“Começamos o ano dando um avanço na Saúde, com um olhar sensível para a população que vive na zona rural. Esta é uma demonstração que estamos empenhados para garantir o acesso de todos aos serviços disponibilizados pela nossa rede. É uma luta da gestão municipal, que se engajou para que pudéssemos dar andamento a essa obra tão esperada, que vai contribuir para a redução do número de pacientes nas filas dos prontos-socorros e hospitais da nossa cidade”, ressaltou.
Conforme a secretária, nesta etapa da obra, será feita a execução do aterro, o levantamento de alvenaria de outros ambientes, a ferragem e a concretagem dos pilares. Ela também destaca que, ao entrar em funcionamento, a unidade irá promover um suporte especializado de exames laboratoriais e de imagem, como Raio-X e eletrocardiograma.
A unidade contará com 12 leitos, sendo duas salas vermelhas que tem por objetivo garantir o atendimento de pacientes que evoluem com algum tipo de complicação. Além disso, a unidade funcionará 24h e poderá oferecer à população uma média de 2.250 atendimentos médicos mensais de pronto atendimento.
*Secom/ PMFS

Um brasileiro que fez fortuna na área de games comprou uma mansão pela quantia de US$ 25,4 milhões, ou R$ 123,9 milhões. Logo, o imóvel tem como localização o coração do Vale do Sicílio, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos.
Trata-se, portanto, de Victor Lazarte, co-fundador e ex-CEO da Wildlife Studios, a empresa de jogos de celular mais valiosa da América Latina.
A propriedade adquirida por Lazarte está localizada na Euclid Avenue, em San Mateo, uma região a cerca de 30 minutos da sede de grandes empresas de tecnologia como Google, Facebook e Apple. Ainda, o imóvel contempla dois terrenos que, juntos, totalizam 8 mil metros quadrados.
Ademais, a mansão adquirida através da fortuna com games possui 760 metros quadrados de área construída, incluindo uma casa de hóspedes e uma ampla área destinada a piscina. Ao todo, a propriedade dispõe de 6 quartos e 8 banheiros.
A compra pela mansão ocorre alguns meses após Lazarte ter se tornado o primeiro brasileiro a figurar no rol de sócios da Benchmark. Ela é uma das mais prestigiosas gestoras de investimento em startups da Califórnia, reconhecida por realizar investimentos em empresas de grande porte como Uber, eBay e Instagram.
Victor Lazarte iniciou a Wildlife Studios em São Paulo, juntamente com seu irmão Arthur, no ano de 2010. A empresa é responsável pelo desenvolvimento de jogos de sucesso como Tennis Clash, Zooba, Sniper 3D e Colorfy. No ano passado, a Wildlife Studios foi avaliada em US$ 3 bilhões, passando a ser a empresa de tecnologia mais valiosa do Brasil e com o maior alcance global.
Atualmente, com a fortuna adquirida pelos games, Lazarte reside nos Estados Unidos, onde atua como investidor e conselheiro da Brex. Essa é uma fintech de cartão de crédito corporativo fundada em 2017 pelos também brasileiros Henrique Dubugras e Pedro Franceschi.
SCD
Janja segue repetindo o discurso que prevaleceu na campanha de 2022 de que os pastores conservadores nunca serão aliados confiáveis

Passados quase 15 meses da eleição de 2022 e de uma governo em que o Centrão tem dominado a pauta, sob a liderança do presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), a primeira-dama Janja da Silva segue como o principal obstáculo para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), se reaproximar de lideranças evangélicas de direita. O presidente segue na busca de mais apoio no Congresso para consumar sua governabilidade ou, ao menos chegar perto disso.
Defendem a reaproximação com os evangélicos, por exemplo, conforme o Metropóles, os ministros Paulo Pimenta, Jorge Messias e Alexandre Padilha, e petistas influentes como Edinho Silva e José Dirceu.
Janja segue repetindo o discurso que prevaleceu na campanha de 2022, de que Lula e o governo saem perdendo se relacionando com pastores conservadores e que eles nunca serão aliados confiáveis.
Informações Bahia.ba

Após quatro décadas de existência, a transferência por meio de Documento de Ordem de Crédito (DOC) acaba nesta segunda-feira (15), às 22h. Nesse horário, os bancos deixarão de oferecer o serviço de emissão e de agendamento, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, para transferência entre instituições financeiras distintas.
No ano passado, as instituições bancárias haviam anunciado o fim da modalidade de transferência. A data máxima de agendamento do DOC vai até 29 de fevereiro, quando os bancos terminam de processar os pagamentos, encerrando o sistema definitivamente.
Além do DOC, deixará de ser oferecida também, as 22h de hoje, a Transferência Especial de Crédito (TEC), modalidade por meio da qual empresas podem pagar benefícios a funcionários e que também está em desuso.
Nos últimos anos, o DOC e a TEC perderam espaço para o Pix, sistema de transferência instantânea do Banco Central sem custo para pessoas físicas. Criado em 1985, o DOC permite o repasse de recursos até as 22h, com a transação sendo quitada no dia útil seguinte à ordem. Caso seja feito após esse horário, a transferência só é concluída dois dias úteis depois.
Estatísticas
Segundo levantamento da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), com base em dados do Banco Central, as transações por DOC somaram 18,3 milhões de operações no primeiro semestre de 2023, apenas 0,05% do total de 37 bilhões de operações feitas no período.
Em número de transações, o DOC ficou bem atrás dos cheques (125 milhões), da TED (448 milhões), dos boletos (2,09 bilhões), do cartão de débito (8,4 bilhões), do cartão de crédito (8,4 bilhões) e do Pix, a modalidade preferida dos brasileiros, com 17,6 bilhões de operações.
Utilizada principalmente para transferência de grandes valores, a Transferência Eletrônica Disponível (TED) continuará em vigor. Criada em 2002, a TED permite o envio dos recursos entre instituições diferentes até as 17h dos dias úteis, com a transação levando até meia-hora para ser quitada.
Informações Bahia.ba

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, virou chacota nas redes sociais ao afirmar que no Brasil existe uma nova categoria de racismo, o racismo ambiental.
Em publicação sobre o efeito das chuvas nos municípios do Rio de Janeiro, a ministra de Lula disse que as tragédias ambientais são frutos do “racismo ambiental e climático”.
Anielle não explicou o conceito lançado por ela, que traz uma nova tipificação para o racismo. A ministra despertou comentários que debocharam da expressão utilizada.

A ministra é reincidente em cometer gafes para tentar criar narrativas sobre discriminação racial. No ano passado, ela afirmou que buraco negro, termo científico usado para definir a região do espaço em que o campo gravitacional não possui partículas ou radiação eletromagnética, é uma expressão racista.
“Por exemplo, denegrir é uma palavra que o movimento negro e as pessoas que têm letramento racial não usam, de forma nenhuma. Ou, por exemplo, saímos desse buraco negro, a gente escuta muito isso”, afirmou durante o programa Bom dia Ministro do governo Federal.
Diário do Poder

Na última sexta-feira (12), um homem de 57 anos foi preso em flagrante suspeito de abusar sexualmente de duas crianças, de 7 e 9 anos. Os supostos abusos teriam sido praticados na piscina de um condomínio, em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (BA). As informações são do G1.
As polícias Civil e Militar disseram que o caso foi registrado como estupro de vulnerável na 23ª Delegacia Territorial (DT) de Lauro de Freitas (BA).
A identidade do suspeito não foi revelada. A Polícia Civil não forneceu detalhes do caso e apontou somente que o homem “teria tocado duas crianças na piscina de um condomínio”.
A mãe de uma das crianças disse que o suspeito não mora no condomínio. Segundo ela, ele é pai de um morador e estava no local como visitante.
A mulher contou ainda que a situação foi registrada por câmeras de segurança e as imagens foram entregues para a polícia.
*Pleno.News

Em busca do Bicampeonato Baiano, jogando na Arena Cajueiro em Feira de Santana , o Bahia de Feira goleou o Jacobina na tarde deste domingo (14), com um placar de 6×1.
Os gols do Tremendão começaram ainda no início da partida, aos dois minutos de jogo, e o primeiro foi marcado pelo jogador Cleyton. Aos 19, Vitinho marcou o segundo e logo após, marcou Reinaldo o terceiro gol, aos 21 minutos.
O único gol do Jacobina também foi marcado no primeiro tempo, por Pesão, aos 41 minutos.
Já no segundo tempo, o Bahia de Feira completou a goleada, com Cleyton, novamente, aos 12 minutos e Vitinho, que aos 26 minutos, marcou o sexto gol.
A próxima partida do Campeonato Baiano também acontece neste domingo (14), entre Itabuna e Atlético de Alagoinhas.
*Acorda Cidade
Foto: Ed. Santos

Bruna Amaral, mulher de Rodriguinho, reconheceu que o cantor errou ao criticar o corpo de Yasmin Brunet no BBB 24. No entanto, ela detonou a reação de Luiza Brunet, que saiu em defesa da filha após as falas do cantor.
No Quarto do Líder, Nizam, Rodriguinho e Vinícius comentaram sobre o corpo de Yasmin Brunet. Nizam disse que a modelo “tem um rosto bonito, mas um corpo estranho”. Vinícius disse não gostar de loiras, já Rodriguinho afirmou que Yasmin “já foi melhor”.
No Stories do Instagram, Luiza Brunet detonou a postura dos brothers. “Quanta ternura, educação e beleza juntas, dos machos alfa. Olha o diálogo dos outros príncipes da beleza”, disse.
Bruna também foi às redes sociais falar sobre o assunto. Em seu perfil no Instagram, ela reconheceu o erro do cantor e afirmou que Rodriguinho “não é perfeito”.
Apesar de reconhecer o erro, Bruna criticou a reação da mãe de Yasmin, que a citou em comentário. “Como será a mulher dele”, escreveu Luiza Brunet.
A mulher de Rodriguinho disparou contra Luiza. “É sério mesmo que pra atingir o meu marido você precisa me ofender? Que feio uma mulher diminuindo a outra; uma pena vindo de uma mulher que se diz ativista e palestrante!”, publicou Bruna.
“Rodrigo não é perfeito e nenhum ser humano é, todos nós erramos. E conhecendo ele como conheço, quando ele sair vai aprender com tudo o que errou. Não ataque uma pessoa pelo erro de outra. Melhore!”
Bruna Amaral, em publicação nas redes sociais
Detento beneficiado com saída temporária assassinou policial militar em Minas Gerais

Um levantamento da Folha de S.Paulo mostra que 56,9 mil presos em todo o país obtiveram o benefício da saidinha de Natal — a possibilidade de passar as festas de fim de ano com a família. Ao todo, 2.741 não voltaram para a cadeia, o que corresponde a quase 5% do total.
A Folha fez o levantamento a partir de informações das secretarias responsáveis pelo sistema penitenciário em 18 unidades da federação. Oito Estados (Acre, Alagoas, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Rio Grande do Nortes e Tocantins) disseram que não concederam o benefício. A Bahia não respondeu e o Pará informou que a saidinha ainda está em vigor em algumas comarcas do Estado.
Em reportagem publicada na Edição 199, Oestemostrou que em São Paulo, onde 34.547 tiveram o benefício, 1.566 presos não voltaram. A taxa é de 5%.
No Rio de Janeiro, dos 1.785 presos que obtiveram a saidinha, 253 não voltaram à cadeia. Isso corresponde a 14% do total, a mais alta taxa dos Estados. Dos que fugiram, três são chefes do Comando Vermelho, maior facção criminosa do Rio de Janeiro: Saulo Cristiano Oliveira Dias, 42, conhecido como SL, do Complexo do Chapadão, e Paulo Sérgio Gomes da Silva, 47, o Bin Laden, do Morro Santa Marta, e Willian da Silva.

Na reportagem, Oeste também mostra a reação de parlamentares à morte do sargento Roger Dias da Cunha, de 29 anos, em Belo Horizonte. Em 5 de janeiro, ele foi baleado por um preso beneficiado com a saidinha. O assassino de Roger tinha 18 registros por crimes como roubo, tráfico, falsidade ideológica, receptação, ameaças e agressão.
A intenção é aprovar no Congresso uma alteração do Código de Processo Penal que restrinja ou impeça a saidinha, hoje concedida a presos do semiaberto com bom comportamento que não tenham sido condenados por crimes hediondos.
Informações Revista Oeste

Apesar de ter declarado situação de emergênciano território yanomami no primeiro mês de mandato, o governo Lula (PT) não conseguiu frear a mortalidade do povo indígena em 2023.
O Ministério da Saúde registrou 308 mortes na Terra Indígena Yanomami nos primeiros 11 meses de 2023. O dado mais recente vai até o dia 30 de novembro e não conta os casos de dezembro. Em 2022, segundo a pasta, foram 343 mortes no total.
Das 308 vítimas, mais da metade (162) são crianças de 0 a 4 anos. Destas, 104 eram bebês de até um ano —mais de um terço dos casos.
A mortalidade infantil no território yanomami é comparável à dos países com os piores índices do mundo. Em 2020, ano mais recente com o dado disponível, a taxa de bebês mortos com menos de um ano foi de 114,3 para cada mil nascidos vivos, quase dez vezes mais que a do Brasil (11,5).
O número de mortes no território cresceu no segundo semestre do ano passado. Até 23 de junho, segundo o governo, foram registradas 136 mortes, e nos cinco meses seguintes foram mais 172 ocorrências. Casos de malária, gripe e doenças diarreicas também cresceram na segunda metade de 2023.
Entidades de defesa dos indígenas veem falta de articulação no governo brasileiro. Para o ISA (Instituto Socioambiental), que publicou em agosto um relatório sobre a persistência dos problemas na região, a expulsão dos garimpeiros, no começo de 2023, não foi seguida de um trabalho coordenado para estabilizar a situação.
O território yanomami passa por um processo de destruição que vem de muitas décadas. Obviamente, isso não vai mudar em um ano. Mas poderia mudar mais rapidamente se houvesse uma mobilização organizada. Eu diria que o governo subestimou o problema.
Estêvão Senra, pesquisador do ISA
O prolongamento da crise levou o Ministério Público Federal e o Judiciário a pressionarem o governo. No fim de dezembro, a pedido do MPF, a Justiça Federal em Roraima mandou o Executivo apresentar um novo plano de combate ao garimpo na terra yanomami.
A primeira reunião ministerial de 2024 tratou do problema. Na última terça (9), o presidente Lula convocou as principais pastas ligadas ao tema e anunciou que o governo investirá R$ 1,2 bilhão para aumentar a presença do Estado na região.
O governo afirma que criará uma “casa de governo” em Roraima para unificar as ações. O anúncio foi feito pelas ministras Sonia Guajajara (Povos Indígenas), Marina Silva (Meio Ambiente) e Silvio Almeida (Direitos Humanos), que foram à terra yanomami na quarta (10) com a presidente da Funai, Joenia Wapichana.
Indígenas veem avanços em 2023, mas dizem que as comunidades ainda estão debilitadas. Segundo uma líder yanomami ouvida pelo UOL, a destruição promovida pelo garimpo ainda mantém muitos trechos da floresta e dos rios impraticáveis para caça, pesca e agricultura.
O povo yanomami está com dificuldade de retomar a vida como era antes, de plantar os alimentos tradicionais, caçar e pescar. O que o povo quer é recuperar a sua autonomia, usar seus próprios recursos e cuidar da terra, como faziam os antepassados.
Carla Lins Yanomami, presidente da AMYK (Associação das Mulheres Yanomami Kumirayoma)
Uma unidade de atendimento inaugurada na terra yanomami no fim de abril acabou fechada no mesmo ano. O Centro de Referência em Surucucu, aberto com capacidade para atender até 100 pacientes, foi desmontado no fim de outubro.
O centro foi criado para fazer exames, consultas e atendimentos de urgência, além de tratamento de malária e desnutrição. Uma das carências do território yanomami, que era suprida pela unidade, é o atendimento pré-natal, que ainda não chega a todas as indígenas gestantes.
Procurado pelo UOL, o Ministério da Saúde afirma que uma unidade permanente será construída no local. Segundo a pasta, as estruturas do centro inaugurado em abril “eram provenientes de parceria com a organização Expedicionários da Saúde (EDS) em caráter provisório”.

O Ministério da Saúde afirma que vai ampliar a Casa de Saúde Indígena (Casai), em Boa Vista. O local recebe os yanomamis que não podem ser atendidos nas aldeias, mas está superlotado e é alvo frequente de queixas dos indígenas. O governo afirma que o processo de licitação para a obra já foi aberto.
Em dezembro, uma menina yanomami de 11 anos sofreu um estupro coletivo na unidade. O caso levou a Hutukara Associação Yanomami a pedir reforço na segurança e a criação de uma ala exclusiva para mulheres e crianças.
Para a Hutukara, os indígenas só deveriam ser levados para Boa Vista em último caso. O ideal, segundo a associação, é que eles sejam tratados nas aldeias. “É obrigação levar os profissionais de saúde para atendimentos in loco. A cidade não é segura para os yanomamis”, afirma a entidade em nota.
O governo também promete construir um hospital indígena em Boa Vista. O anúncio foi feito pelo chefe da Sesai (Secretaria de Saúde Indígena), Weibe Tapeba, em entrevista coletiva na terra yanomami na última quarta.

Os registros de malária, gripe e diarreia entre os yanomamis aumentaram na segunda metade de 2023. Todas essas doenças tiveram mais casos notificados em 2023 do que no ano anterior, mas isso se explica em parte pelas testagens em massa que passaram a ser feitas na atual gestão.
O aumento da malária é uma das maiores preocupações no território. Além dos focos de proliferação do mosquito transmissor, que são fortalecidos com a permanência do garimpo, uma das dificuldades é garantir que os pacientes façam o tratamento até o fim.
Indígenas e governo têm acumulado evidências de que o garimpo vem se restabelecendo no território yanomami. Em balanço divulgado no último dia 5, o Ibama afirmou que agentes foram recebidos a bala pelo menos 10 vezes em ações de fiscalização no ano passado.
Parte da mineração ilegal no território está sob comando de facções. Em abril, um líder do PCC foi morto ao lado de outros três garimpeiros em um confronto armado com agentes da Polícia Rodoviária Federal e do Ibama, dentro da terra indígena.
Indígenas relatam que a entrada de barcos e aviões tem aumentado nos últimos meses. Em novembro, uma aeronave clandestina sobrevoou uma aldeia de indígenas isolados que vivem no território. No mesmo mês, um avião com garimpeiros caiu em um rio e foi localizado pelos indígenas.
Informações UOL