Alexandre de Moraes se baseou nesse dado — errado — para autorizar operação contra o deputado Alexandre Ramagem e outros investigados

Ao contrário do que indicou a investigação da Polícia Federal (PF), o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Paulo Magno e Melo Rodrigues Alves não pilotou um drone espião nas proximidades da residência oficial do governo do Ceará, em 2021. Na época, Camilo Santana (PT), hoje ministro da Educação, era o governador do Estado.
+ Leia as últimas notícias de Política no site da Revista Oeste.
Nas investigações sobre a suposta “Abin paralela”, um esquema de espionagem de adversários políticos supostamente existente no governo de Jair Bolsonaro, a Polícia Federal chegou a dizer que Magno foi flagrado ao pilotar um drone perto do Palácio da Abolição.
A Folha de S.Paulo revelou que quem pilotava o drone era um oficial de inteligência que havia sido deslocado de Brasília e uma servidora da Abin lotada na superintendência local.
Segundo o jornal, que teve acesso a documentos da investigação, a dupla foi abordada pela guarda palaciana, por se tratar de uma área de segurança, onde a presença de drones não é permitida. Em seguida, os policiais verificaram a placa do carro, e eles se identificaram como agentes da Abin.
Os agentes de inteligência informaram, então, que o voo era apenas para que a servidora de Fortaleza fosse instruída a usar o equipamento e que não sabiam que estavam perto da sede do governo.
A defesa de Paulo Magno já foi ao inquérito. Numa petição ao Supremo Tribunal Federal (STF), os advogados informaram que o ex-diretor estava em Brasília — e não no Ceará — na data em que foi acusado de pilotar um drone para espiar Camilo Santana. Aliás, ele nem mesmo sabe pilotar esse tipo de equipamento, disseram os advogados na petição protocolada em 25 de janeiro, segundo a Folha.
“O peticionário não é piloto de drones da Abin, sequer sabe pilotar esse aparelho e também não tem habilitação. Aliás, Paulo Magno tampouco estava no Ceará no momento em que teria ocorrido tal episódio”, informaram os advogados, no documento. “Tal equivocada informação prestada pela PF induz o Poder Judiciário — e, depois das citadas notícias, a sociedade também — em erro, acarretando graves prejuízos à imagem e à reputação do peticionário.”
A defesa também contesta a afirmação da PF de que Magno seria “gestor do FirstMile”, o programa espião que teria sido usado pela gestão Bolsonaro para espionar adversários políticos.

A informação da Polícia Federal de que Magno pilotava o drone foi usada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, relator do inquérito sobre a Abin, na decisão que autorizou operações de busca e apreensão em janeiro. Segundo o ministro, o episódio comprovaria “a total ilicitude das condutas”.
Foi nessa operação que o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) sofreu operação de busca e apreensão, assim como os outros investigados.
Mais erros da Polícia Federal
Na semana passada, também com documentos obtidos na investigação, a Folha revelou que a suposta tentativa do governo Bolsonaro de vincular Moraes e Gilmar Mendes à facção criminosa PCC — alardeada pela PF — “está amparada na interpretação de dois parágrafos especulativos de um documento que teria sido produzido no gabinete de um deputado federal”.
Na mesma ocasião, a reportagem também mostrou que a PF pediu busca e apreensão no gabinete de um deputado federal, Gilberto Nascimento, mesmo sem ter indícios de sua participação no episódio. O argumento usado foi que a operação seria em benefício do próprio parlamentar, para comprovar cabalmente sua inocência. Moraes, nesse caso, negou a busca.
Informações Revista Oeste

Levantamento divulgado pelo Datafolha nesta 2ª feira (11/03) mostra que, na disputa pela Prefeitura de São Paulo, o pré-candidato do Psol, Guilherme Boulos, tem 30% das intenções de voto. É seguido pelo atual prefeito, Ricardo Nunes (MDB), com 29%. Eles estão tecnicamente empatados.
Eis o 1º cenário estimulado de 1º turno:
A pesquisa foi realizada pelo Datafolha de 7 a 8 de março de 2024. Foram entrevistadas 1.090 pessoas com 16 anos ou mais na cidade de São Paulo. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento está registrado no TSE sob o nº SP-08862/2024. Segundo a empresa que fez o levantamento, o custo do estudo foi de R$ 95.438,14. O valor foi pago pela Folha de S.Paulo com recursos próprios.
Com informações do Poder 360

Com 99% das urnas apuradas nas eleições de Portugal, o PS (Partido Socialista) admitiu a derrota nas eleições parlamentares realizadas neste domingo (10), que foi marcada pelo aumento expressivo da bancada da extrema direita.
O líder da AD (Aliança Democrática), de centro-direita, Luís Montenegro, reivindicou a vitória — o país estava havia oito anos sob o governo socialista do primeiro-ministro António Costa. Com 99,01% dos votos apurados, a AD, coligação composta pelo PSD (Partido Social Democrata) e dois partidos conservadores menores, e o PS (Partido Socialista) aparecem cada um com 28,67%. A informação é da Comissão Nacional de Eleições.
“Parece incontornável que a AD ganhou e o PS perdeu”, diz líder da centro-direita.Comemorando a vitória, Montenegro minimizou a pouca diferença para o Partido Socialista e declarou que o desafio para realizar um novo governo e novas políticas é grande, mas já prometeu um programa de saúde nos primeiros 60 dias de governo.
Já o Chega, de extrema direita, obteve o terceiro lugar com 18,03% (1.100.429 votos). O resultado mostra o crescimento da ultradireita em Portugal, quase quadruplicando a sua bancada. No pleito de 2022, o partido obteve 7,3% dos votos — 12 cadeiras, contra 46 cadeiras de agora. O Chega entrou no parlamento português há apenas quatro anos.
A sigla surgiu em 2012 e é comandada pelo deputado André Ventura e cresceu com uma pauta anti-imigração. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) é um dos principais apoiadores do partido e chegou a gravar um vídeoconvocando os brasileiros com dupla nacionalidade a votarem em Ventura.
Os portugueses elegem 230 deputados da Assembleia da República neste domingo (10).Diferentemente do que ocorre no sistema eleitoral do Brasil, em Portugal os eleitores votam nos partidos e não em um candidato. Estimativas apontavam que abstenção deveria ficar entre 32% e 46,5% dos 10,8 milhões de eleitores aptos a votar, segundo as projeções das redes de TV.
O Ministério da Administração Interna (MAI) informou que até as 16h (horário de Lisboa), 51,96% dos eleitores tinham votado. A taxa é superior à das últimas eleições legislativas, em janeiro de 2022, quando a estimativa de comparecimento médio às urnas na mesma hora foi de 45,66%.
Esta é a noite em que acabou o bipartidarismo em Portugal. Não sabemos quem será o próximo governo, mas o Chega fez história ao atingir mais de 1 milhão de votos. É uma vitória que tem de ser ouvida no Palácio de Belém, onde um Presidente da República procurou, à última hora, condicionar o voto dos portugueses. Mas este povo sabia o que queria e disse que é ele quem escolhe o governo.
André Ventura, deputado à frente do partido de extrema direita Chega
Temos de ver o que desse voto [no Chega] é voto estrutural e o que é voto de protesto.
Temos um partido forte e unido, pronto para os combates que temos pela frente. O PS será oposição. Como dizia o nosso militante número um, só é derrotado quem desiste de lutar. Voltaremos a construir uma maioria que permita governar Portugal.
Pedro Nuno Santos, líder do Partido Socialista
Eleição, que acontece a cada dois anos, foi antecipada. O pleito de 2024 foi marcado após a renúncia do primeiro-ministro socialista António Costa em novembro do ano passado. Ele é investigado pela Procuradoria-Geral da República por interferências na concessão de projetos de lítio e hidrogênio verde.
Porém, logo depois de a apuração vir à tona, a imprensa local noticiou que a investigação pode confundido o premiê socialista com António Costa Silva, ministro da Economia e do Mar — o MP não se manifestou.
Após pedido de renúncia, Costa negou “a prática de qualquer ato ilícito ou censurável”.Ele também agradeceu aos portugueses por terem “depositado a confiança” nele ao longo dos oito anos em que esteve no cargo. Ainda, afirmou que sai com a “cabeça erguida” e com “consciência tranquila”.
Costa estava no governo desde 2015. Ele foi reeleito em 2022 e permaneceria no cargo até 2026 caso não tivesse renunciado.
(UOL com informações da AFP, Ansa, Euronews, Publico e Reuters)

Três ou quatro pessoas? Qual é o limite de passageiros que motoristas de aplicativo podem transportar em uma corrida? A dúvida ganhou força recentemente após alguns passageiros da Uber relatarem estar passando por constrangimentos ao solicitarem um carro e estarem em um grupo de quatro pessoas.
A resposta parece simples: se o carro tem cinco lugares, o motorista pode levar até quatro passageiros. No entanto, não é isso que vem acontecendo na capital paulista.
A fisioterapeuta Taís Arcanjo reside em Recife (PE) e costuma frequentar a cidade de São Paulo para fazer cursos e especializações. Ela conta que em dezembro esteve no local com três amigas e, ao chamarem um carro por aplicativo, veio a surpresa: o motorista se negou a levar todas no automóvel.
“Ele disse que poderia levar apenas três pessoas e que deveríamos chamar mais um carro. Até questionei o porquê, mas ele disse ser uma regra da Uber criada durante a pandemia e que deveria ser seguida”, conta.
A fisioterapeuta diz que estranhou a justificativa, já que ela usa o mesmo serviço em outras cidades do país e essa situação nunca havia acontecido.
“Tivemos que chamar mais um carro e dividir, ir duas pessoas em cada carro para que nenhuma mulher fosse sozinha”, acrescentou.
Situação semelhante enfrentou a empresária Dayane de Souza Faria e a psicóloga Eduarda Alves. Elas moram no interior de São Paulo viajaram até à capital para ir a um show onde se encontraram com duas amigas.
Ao solicitarem uma corrida por aplicativo para se deslocar do hotel ao local do evento, foram informadas pelo motorista que ele não poderia transportar as quatro amigas.Continua após a publicidade
“Já estávamos entrando no carro quando ele falou que só poderiam ir três de nós. Como questionamos, ele cancelou a corrida”, recorda Dayane.
Na sequência, o grupo de amigas precisou pedir dois carros do aplicativo de transporte.
Na especificação que pode ser encontrada no aplicativo, a Uber deixa claro aos passageiros que até quatro pessoas podem ser transportadas por corrida. Isso significa que o banco da frente, ao lado do motorista, pode ser usado.
Em nota, a plataforma explicou que apenas durante o período mais crítico da pandemia os motoristas foram orientados a transportar menos pessoas dentro do veículo.
“O limite de passageiros que podem ocupar um carro comum de passeio é de até 4 pessoas, conforme determina a legislação de trânsito e é informado no aplicativo”, diz nota enviada pela empresa ao UOL Carros.
Durante o período mais crítico da pandemia de Covid-19, a Uber implementou uma política de segurança baseada em orientações da OMS (Organização Mundial da Saúde).Continua após a publicidade
Dentre elas, estava o distanciamento social por meio do uso exclusivo do banco traseiro pelos passageiros e o consequente limite de três pessoas em cada viagem. Conforme as diretrizes governamentais em relação à pandemia foram sendo atualizadas, a Uber também revisou sua política e comunicou aos parceiros e usuários o fim dessas restrições”, explicou em nota.
A Uber acrescenta que, caso o motorista e o passageiro não estejam confortáveis com a situação, eles podem cancelar a corrida.
“Tanto o parceiro quanto o usuário podem cancelar uma viagem e reportar a situação ao suporte caso não se sintam confortáveis com alguma situação. Também contamos com o sistema de avaliação mútua em que a experiência em cada viagem pode ser avaliada por ambas as partes, com o objetivo de tornar as viagens cada vez melhores para toda a comunidade”.
Informações UOL

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) voltou a defender a portaria que flexibiliza a aprovação de alunos da rede estadual e afirmou que, antes de ser criticada, a medida havia sido avalizada pela APLB Sindicato.
“Conversamos com a APLB. A APLB inicialmente deu ‘ok’. Depois veio com uma conversa atravessada. Qual era a da APLB? ‘Governador, ou secretária Adélia, percebemos aí um equívoco’. Vamos consertar”, declarou o governador em entrevista à rádio A Tarde FM na manhã desta segunda-feira
Nas últimas semanas, o petista foi alvo de críticas que desgastaram sua imagem até mesmo entre setores da esquerda.
Ele, por sua vez, nega ser a favor da aprovação automática em sala de aula. Mas diz que, no modelo defendido, o estudante seja aprovado ‘à medida que aprende’. “Esse é um conceito da escola brasileira. Se uma escola reprova muito, tem alguma coisa equivocada. Quando uma pessoa chega doente ao hospital, eu vou procurar a motivação e cuidar. É alimentação? Falta de exercício físico? É um remédio. É uma cirurgia? Se o hospital faz isso, a escola também tem que chamar e dizer: ‘Qual foi o problema?’”, disse Jerônimo à emissora de rádio,
Para o governador, as reprovações muitas vezes estão relacionadas à deficiência na formação inicial do aluno.
“Eu não tive creche. Se eu não tive uma creche na minha vida, é claro que eu já chego à escola com a deficiência na formação. Se eu não tive um fundamental adequado, eu também não chegarei bem no nível médio e não vou chegar na universidade bem. Até as universidades, em algumas delas, a gente sente ali que tem uma recomposição de conhecimento no primeiro semestre. Não adianta eu pegar o menino, a menina, ‘vamos tocar aqui, que você tem que aprender, é obrigação sua’. A formação nossa da cadeia, se ela não está ainda condizente, nós temos que fazer algumas recuperações, e é pra isso que a gente fez [ a portaria]”, continuou o governador.
“Espero que a gente possa, com essa portaria, dialogar melhor com a categoria de professores, os formadores, as entidades que defendem. Agora, vou repetir aqui aos pais e mães: nós não estamos querendo criar uma escola do ‘faz de conta’. Pelo contrário, queremos que a escola seja essa porta aberta”, disse
Em uma aula inaugural em Feira de Santana no mês passado, o petista discursou contra professores que reprovam estudantes, numa ação que chamou de “autoritária” e “preconceituosa”.
A fala foi criticada por opositores e pela APLB Sindicato, que também reagiu à portaria. Diante da repercussão negativa de suas declarações, Jerônimo afirmou que nunca defendeu aprovação sem critérios.
Informações Bahia.ba

O Vitória conquistou vantagem no jogo pela semifinal do Baianão ao bater o Barcelona de Ilhéus por 2 a 0 neste domingo (10). O confonto, no estádio Mário Pessoa, foi marcado por reclamações após o árbitro Emerson Ricardo de Almeida, com o auxílio do VAR, anular um gol Rubro Negro e não assinalar um penâlti reclamado pelo time da capital.
O juiz também anulou uma penalidade a favor do Barcelona com o auxílio da tecnologia.
Os tentos do Leão foram marcados por Alerrandro, aos 11 do segundo tempo, e Zé Hugo, aos 51 da mesma etapa.
Os dois times voltarão a se enfrentar no próximo domingo (17), às 16h, no Barradão.
O Vitória poderá até perder por um gol para chegar à decisão do Estadual. Já o Barcelona precisa vencer por dois gols para levar a partida aos pênaltis —e de três ou mais gols para se classificar de maneira direta no tempo normal.
O ganhador enfrentará quem levar a melhor no jogo entre Bahia e Jequié, que se enfrentam pela outra semifinal do Baiano.
Informações Bahia.ba

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) invadiu uma área da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) em Juazeiro, na Bahia. A invasão da estatal ocorreu neste domingo, 20.
Em seu site, o movimento informa que os invasores protestam pela falta de cumprimento de um acordo para o assentamento de mil famílias do Estado. Seria um acordo feito em 2008, com o qual a Codevasf e o Incra teriam se comprometido a destinar 13 mil hectares de suas terras para assentamentos do MST.
O movimento protesta por falta de água para o plantio no acampamento Terra Nossa, no qual vivem as 300 famílias que invadiram a área da Codevasf. Segundo eles, seria obrigação da companhia fornecer a água.
Em nota, a Codevasf afirmou que água “destina-se aos agricultores regularmente instalados”. “A maior parte dos produtores atendidos pelo projeto pratica a agricultura de caráter familiar. São 255 produtores familiares e 68 produtores empresariais, que atuam em 5,1 mil hectares. A outorga de água emitida pelo órgão regulador é específica para uso na área do Projeto Salitre”, disse a estatal, em nota à Folha de S.Paulo.
O MST também voltou a se queixar de demora no avanço das políticas de reforma agrária do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Na sexta-feira 8, eles invadiram uma área em Minas Gerais.
Na última quarta-feira, 6, o deputado federal Valmir Assunção (PT-BA), militante do MST, discursou no Congresso e ameaçou novas invasões. “Essa é uma preocupação”, disse o petista, no discurso. “Nos assentamentos falta água, falta estrada, não há desapropriação.”

O movimento também afirma que a Codevasf impede o acesso à água de um projeto de irrigação que fica a 800 metros do acampamento Terra Nossa.
Informações Revista Oeste

Marcella Maia, conhecida por viver a Morte em Quanto Mais Vida, Melhor! (2022), da TV Globo, revelou que voltou a se prostituir na Europa depois de sofrer violência patrimonial de um ex-companheiro. A atriz contou que colocou fim em um relacionamento abusivo que durou muitos anos e, consequentemente, perdeu o apartamento que tinha em Portugal.
Em situação de rua, a artista recorreu à prostituição em Paris, na França, para poder ter onde morar e até colocar comida na geladeira. “Passei por uma reviravolta dramática no último mês. Me libertei de uma relação abusiva que começou quando eu tinha apenas 19 anos. Três semanas atrás, eu estava sem nada”, contou a artista.
“Sem comida, apoio, ou um lugar para chamar de lar. Perdi minha cobertura no Porto, 3 milhões de euros de patrimônio, meu sorriso e a carreira por conta de boatos maldosos e escolhas ruins. Mas nunca perdi a fé em mim”, disse a ex-atriz da TV Globo.
Em entrevista ao jornal Correio Braziliense, Marcella Maia continuou. “Foi nesse momento de vulnerabilidade que a prostituição se tornou um refúgio. Eu encontrei uma maneira de reconstruir minha confiança e garantir minha estabilidade financeira. Hoje, moro numa cobertura, paguei minhas contas e minha geladeira não está mais vazia”, assegurou.

“Eu compartilho minha história não para vitimização, mas para mostrar a verdade por trás das ‘vidas perfeitas’ das redes sociais. Sou uma guerreira, não uma herdeira, e estou determinada a me reerguer”, afirmou Marcella Maia.
A ex-atriz da Globo também disse que não romantiza a sua situação, mas tenta mostrar que vidas não perfeitas. “A vida é uma constante aprendizagem e, apesar de tudo, acredito no amor. Agora, entendo o valor do dinheiro e a importância de ser autossuficiente. Eu sou poderosa, maravilhosa e tenho coragem de enfrentar qualquer desafio. Sou grata a mim mesma pela coragem e resiliência”, concluiu.
Informações Revista Oeste

Se você está buscando uma dieta mais saudável, é essencial estar ciente de que algumas frutas, quando consumidas em excesso, podem contribuir para o ganho de peso. Contudo, é importante destacar que o consumo consciente e equilibrado dessas frutas oferece benefícios significativos para a saúde.
As frutas são ricas em fibras, vitaminas, sais minerais e antioxidantes, proporcionando importantes nutrientes ao corpo. Entretanto, algumas delas apresentam níveis calóricos mais elevados, o que pode impactar os resultados de uma dieta. Algumas frutas a serem consideradas incluem:
Frutas em calda e frutas secas, como ameixa, uva passa e damasco seco, também têm um valor calórico mais alto devido ao processamento com adição de açúcar.
Como Incorporar Frutas Calóricas sem Comprometer a Dieta: O consumo moderado é a chave para desfrutar dos benefícios nutricionais das frutas sem comprometer seus objetivos de perda de peso. Especialistas recomendam incluir frutas preferencialmente no café da manhã ou no lanche da tarde. Evitar o consumo à noite é aconselhado, já que o metabolismo desacelera, dificultando a queima de calorias.
Diversificar as opções ao longo do dia, escolhendo frutas mais e menos calóricas com base nas preferências e necessidades nutricionais, é uma estratégia eficaz. Além disso, as frutas podem ser incorporadas em receitas criativas, como sucos, smoothies, saladas e sobremesas saudáveis.
Manter uma rotina regular de exercícios físicos também é fundamental, pois contribui para acelerar o metabolismo e auxiliar na queima de calorias acumuladas.
Em resumo, as frutas calóricas não precisam ser excluídas da dieta; o segredo está no equilíbrio e na moderação, aproveitando todos os benefícios nutricionais que elas têm a oferecer.
Com informações do Catraca Livre.
Tenente-coronel vem demonstrando contrariedade com trechos divulgados sobre seu acordo de colaboração com a Polícia Federal

O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, vem demonstrando contrariedade com o que chama de “interpretação” ao que ele próprio teria relatado no âmbito de seu acordo de colaboração firmado com a Polícia Federal.
Após ficar quatro meses preso em uma cela do Exército, o militar decidiu contar aos investigadores sobre o que viu e ouviu durante o período em que assessorou o então presidente. Depois disso, foi solto.
As declarações do tenente-coronel são peça-chave na investigação que apura se Bolsonaro, militares e assessores palacianos tramaram saídas golpistas com o objetivo de impedir a posse de Lula e de levar os militares à rua, visto que o militar não entregou nenhuma prova.
Apesar disso, mensagens e documentos encontrados no celular e no computador dele evidenciam as tratativas sobre reverter o resultado eleitoral de 2022 – as conversas envolviam inclusive a participação de militares e do uso das Forças Armadas.
A íntegra do depoimento de Cid é mantida sob sigilo. No entanto, alguns trechos vieram à tona.
Como mostra reportagem de VEJA desta edição, o militar contou aos investigadores, conforme consta em documentos oficiais da PF, que Bolsonaro “queria pressionar as Forças Armadas para saber o que estavam achando da conjuntura” e que soube que o então comandante da Marinha, Almir Garnier, “anuiu com o golpe de Estado, colocando suas tropas à disposição do presidente”, durante uma reunião no Palácio da Alvorada.
Apesar da gravidade do que está registrado, o tenente-coronel tem desabafado a pessoas próximas que trechos do seu depoimento foram encaixados em “narrativas” que os investigadores fazem para compor a versão de que houve uma tentativa de golpe no país.
“Não sou traidor, nunca disse que o presidente tramou um golpe. O que havia eram propostas sobre o que fazer caso se comprovasse a fraude eleitoral, o que não se comprovou e nada foi feito”, disse recentemente a um interlocutor.
Na versão de Cid, ele mal foi questionado sobre o papel dos militares, “porque sabiam que eu não ia contar o que eles queriam ouvir”. Além disso, ele teria minimizado as propostas de teor golpista e dito aos investigadores que jamais viu uma “minuta de golpe” sendo apresentada aos comandantes – e, aliás, ele sequer teria usado o termo “golpe” para detalhar os encontros que presenciou enquanto esteve ao lado do ex-presidente.
Por essa versão, que carece de comprovação, o tenente-coronel relatou ter presenciado apenas a apresentação de “considerandos” aos comandantes, nos quais constavam decisões contrárias perpetradas pelo STF e pela Justiça Eleitoral contra Bolsonaro e tratadas pelo então presidente como persecutórias.
Ainda segundo Cid, Bolsonaro estava em “luto profundo” após ter sido derrotado nas urnas e se dizia alvo do Judiciário, que teria atrapalhado sua campanha. É nesse contexto que surgiam as mais diversas ideias vindas de assessores e militares. As propostas passavam por Bolsonaro reconhecer o resultado e dar fim à celeuma, fazer uma contagem paralela por meio de sites ou até botar as tropas nas ruas. Ao fim e ao cabo, ressalta Cid, nada disso foi feito.
O posicionamento, diga-se, é no mínimo controverso e esbarra em mensagens obtidas pela Polícia Federal, como a que o próprio tenente-coronel enviou a Freire Gomes relatando que Bolsonaro era pressionado a tomar uma medida “mais pesada” e, “obviamente, utilizando as forças”.
Apesar de Cid tentar minimizar as tratativas no Alvorada e garantir que Bolsonaro jamais daria um golpe, alegando que não havia estrutura ou apoio para isso, a Polícia Federal vê elementos contundentes para indiciar o ex-presidente e seu entorno por uma intentona contra o Estado democrático de direito.
Na próxima segunda-feira, 11, o militar prestará um novo depoimento aos investigadores e terá a oportunidade de tentar esclarecer, definitivamente, o que de fato aconteceu nos derradeiros dias de Bolsonaro no poder.
Informações Veja