Doria testa positivo para o novo coronavírus
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), confirmou nesta quarta-feira (12) que testou positivo para o novo coronavírus. Em mensagem publicada em sua conta no Twitter, Doria escreveu que segue o príncipio da total transparência “com que temos lidados com a pandemia”.

“Informo que fui diagnosticado com Covid-19. Estou bem, sem sintomas. Seguirei trabalhando de casa, cumprindo as recomendações médicas de isolamento. Tenho fé em Deus que vou superar a doença”, escreveu.

Em vídeo publicado na mesma rede social, Doria afirmou que este foi seu sexto teste para detecção da doença. “Vou para minha casa, vou seguir o protocolo médico, orientação do doutor David Uip, infectologista integrante do Comitê de Saúde do estado de São Paulo. De lá, manterei a minha relação com todos setores do governo de São Paulo, pelo Zoom, pelo celular, por videoconferência, e vou seguir o protocolo da saúde”, disse o governador.

“Durante os próximos dez dias, estarei cumprindo esse protocolo. Aproveito para pedir a você que está na sua casa: se proteja, siga também os protocolos da saúde. Tudo isso vai passar, a vacina vai chegar e o Brasil terá um novo momento livre do coronavírus. Até lá, temos que fazer esse enfrentamento, seguir o protocolo e obedecer a saúde.”

Em coletiva no Palácio dos Bandeirantes, o vice-governador de São Paulo e secretário de governo, Rodrigo Garcia (DEM), afirmou que Doria está assintomático, mas cumprirá isolamento em casa como determina o protocolo do estado.

“Todos nós pedimos para que ele possa continuar assintomático e, logo, logo, retornar ao trabalho. Nesses próximos dias estarei aqui na condição de vice-governador transmitindo as mensagens do nosso governador João Doria junto com nossa equipe de trabalho, dando continuidade a todos os projetos e todos os trabalhos do governo de SP”, disse.

Garcia disse ainda que Doria não pedirá licença do cargo porque, com as ferramentas de comunicação disponíveis hoje, continuará dando as orientações para sua equipe e para o próprio vice-governador a partir de sua residência.

O secretário da Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn, disse que todas as pessoas que tiveram contato com Doria foram orientadas a realizar quarentena, entre elas a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen. Ele disse ainda que os contatos do governador estão sendo rastreados para que também sejam testados.

Já o secretário de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi, informou que o secretário de Habitação, Flávio Amary, também está em isolamento aguardando o teste para a covid-19. Tanto Ellen quanto Amary tiveram contato próximo com Doria por mais de 15 minutos nos últimos 14 dias.

Em nota, o governo de São Paulo confirmou o diagnóstico de Doria e disse que o governador deve permanecer em observação nos próximos dez dias. “O Governador está assintomático e recebe acompanhamento do médico infectologista David Uip. Doria seguirá trabalhando à distância, cabendo ao Vice-Governador Rodrigo Garcia a participação em atos presenciais e entrevistas coletivas no Palácio dos Bandeirantes.”

Coronavírus: com mais 23 mortes, total de óbitos no DF chega a ...

Avó de Michelle Bolsonaro morre com Covid
A avó materna da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, morreu na madrugada desta quarta-feira (12), após ficar 42 dias internada na rede de saúde pública do Distrito Federal. A causa da morte teria sido pneumonia viral em decorrência do novo coronavírus.

Maria Aparecida Firmo Ferreira tinha 80 anos – portanto fazia parte do grupo de risco – e estava internada com Covid-19 desde o dia 1º de julho, após contrair Covid-19.

A avó de Michelle morreu no Hospital Regional da Ceilândia (HRC). A confirmação do falecimento pela assessoria de imprensa da Secretaria de Saúde do DF aconteceu nesta manhã.

Maria teve 78% do pulmão comprometido por causa da doença. Ela chegou a ser transferida para um leito de UTI (unidade de terapia intensiva) do Hospital Regional de Santa Maria, o qual deixou há seis dias.


Corte de verba
A Rede Globo tem amargado um grande prejuízo financeiro desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu o cargo, em 2019. Um levantamento da Folha de S. Paulo mostrou que a emissora perdeu cerca de 60% da verba publicitária, comparando entre os governos de Michel Temer, em 2018, e o início da gestão Bolsonaro, em 2019.

O corte financeiro contra a emissora dos Marinho, chamada por Bolsonaro de “inimiga”, foi promessa de campanha, que acabou sendo cumprida. Ainda no final de 2019, durante uma live, Bolsonaro lembrou o que havia prometido: “Acabou essa mamata, não tem dinheiro público para vocês, acabou a teta”.

Neste mesmo período, a RecordTV e o SBT viram o aumento do investimento em publicidade oficial da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência). A emissora do bispo Edir Macedo subiu de 31% para 43% do valor aplicado. Já o SBT pulou de 30% para 41%. A Rede Globo sentiu o baque ao perder mais da metade do que costumava ganhar, caindo de 39% para 16% do total de verbas federais destinadas à propaganda.

À Folha de S. Paulo, a Secom alegou que não levou em conta somente a audiência das emissoras para distribuir as verbas. O órgão disse que também considerou o perfil do público e o custo dos espaços publicitários.

Fim da mamata! Bolsonaro corta 60% da verba da Globo ...

Perda de audiência
O tom muitas vezes alarmista utilizado por William Bonner e Renata Vasconcellos ao falar sobre as mortes causadas pela pandemia do coronavírus tem refletido de forma negativa no ibope do principal telejornal da Rede Globo. Quatro meses após registrar uma audiência alta no mês de março, o Jornal Nacional deixou de ser assistido por mais de 700 mil pessoas somente na Grande São Paulo.

Entre 1º e 10 de agosto, a audiência acumulada foi de 30,8 pontos, sendo que o JN obteve a marca de 33,9 de média no primeiro mês da quarentena. Até mesmo a reprise da novela Totalmente Demais, na faixa das 19h, registrou audiência maior.

A queda nos índices aponta um certo desinteresse sobre o tema da pandemia por boa parte do público. No sábado (8), Bonner e Renata foram criticados pelo presidente Jair Bolsonaro, que acusou a emissora de agir de forma covarde e desrespeitosa ao responsabilizá-lo pelas 100 mil mortes por Covid registradas no Brasil.

Fonte: site Pleno News


O presidente Jair Bolsonaro defendeu hoje (12) a privatização de empresas públicas e disse que “os desafios burocráticos do estado brasileiro são enormes”. “O Estado está inchado e deve se desfazer de suas empresas deficitárias, bem como daquelas que podem ser melhor administradas pela iniciativa privada”, escreveu, em publicação nas redes sociais.

A mensagem foi publicada junto com uma foto de Bolsonaro com os ministros da Economia, Paulo Guedes, e da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. De acordo com o presidente, “num orçamento cada vez mais curto”, é normal os ministros buscarem recursos em outras fontes para obras essenciais. “Contudo, nosso norte continua sendo a responsabilidade fiscal e o teto de gastos”, afirmou.

Bolsonaro afirmou ainda que privatizar uma empresa “está longe de ser, simplesmente, pegar uma estatal e colocá-la numa prateleira para aquele que der mais ‘levá-la para casa’”. “Para agravar o STF [Supremo Tribunal Federal] decidiu, em 2019, que as privatizações das empresas ‘mães’ devem passar pelo crivo do Congresso”, escreveu.


Um levantamento inédito feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em parceria com o Ministério do Turismo mostra que, em 2019, a Bahia foi o terceiro principal destino de viagens domésticas no Brasil. De acordo com o módulo de turismo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgado nesta quarta-feira (12), foram realizadas 1,7 milhão viagens para o estado, o equivalente a 8,7% de todas as 20,6 milhões ocorridas em todo o país.

Acima da Bahia, aparecem apenas São Paulo, destino de 3,9 milhões de viagens (18,9%), e Minas Gerais, com 2,6 milhões (12,8%). Na mesma ordem, esses três estados são também as principais origens das viagens domésticas – 4,2 milhões saídas de São Paulo, 2,9 milhões, de Minas Gerais e 1,5 milhão, da Bahia.

Por outro lado, desses três principais estados, apenas a Bahia recebeu mais viagens do que originou, numa diferença de 190 mil. É o segundo maior saldo positivo, atrás apenas de Santa Catarina, que em 2019 teve mais 235 mil viagens chegando do que partindo. Todos os estados do Nordeste seguiram essa tendência.

Já os estados com menor movimentação turística estão no Norte do país: Acre, Amapá e Roraima, essa última com o menor número de viagens destinadas para o estado (34 ou 0,2%).


O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta terça-feira (11) projeto de lei que muda regras de navegação de cabotagem, cujo objetivo é modernizar e aumentar o total de carga movimentado pelo setor.

Segundo o ministro Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), que participou do ato de assinatura no Palácio do planalto, a meta é aumentar nos próximos três anos a marca de 1,2 milhão de contêineres transportados anualmente para 2 milhões, além de elevar a oferta de embarcações em 40%.

Pleno News


O presidente Jair Bolsonaro sancionou, com vetos, a Medida Provisória (MP) que dá ao governo federal o poder de adotar medidas de restrição para circulação de pessoas e bens, além de regular a manutenção de serviços por conta da pandemia do novo coronavírus.

A sanção foi publicada no Diário Oficial da União (DOU), cuja edição foi ao ar na madrugada desta quarta-feira (12).

Bolsonaro vetou o trecho que previa isenção de impostos sobre produtos e serviços necessários ao enfrentamento da Covid-19. Ao justificar o veto, o presidente informou que a proposta do Congresso acarretava em “renúncia de receita sem que estivesse acompanhada de estimativa do impacto orçamentário e financeiro”.

O Senado aprovou em 16 de julho a Medida Provisória, editada por Bolsonaro em março.

O texto diz que os governos podem restringir viagens, nacionais ou internacionais, a partir de rodovias, portos ou aeroportos, desde que com a autorização de órgãos de vigilância sanitária.

Em abril, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que prefeitos e governadores têm o poder de definir as regras locais de isolamento social.

O texto original da MP previa que as restrições de transporte seriam definidas apenas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), até para viagens entre municípios de um mesmo estado. Os deputados alteraram este parágrafo para que a Anvisa regule a locomoção internacional e interestadual, enquanto órgãos estaduais de vigilância cuidam do transporte intermunicipal.


Imagens do circuito interno de segurança de um hotel em Varginha, interior de Minas Gerais, mostram uma discussão entre cliente e recepcionista que terminou em agressões mútuas. As informações são do jornal Estado de Minas.

À polícia, o funcionário da hospedaria, de 24 anos, contou que tudo começou depois que ele exigiu a aferição da temperatura do cliente, na noite de sábado (8). As imagens foram divulgadas nesta terça-feira (11).

O vídeo mostra o momento das agressões, quando o cliente, que já se hospedou no local outras vezes e, segundo seu advogado, tentava fazer uma nova reserva (ver nota no final), aparece conversando com o funcionário.

O homem gesticula com o atendente e, em seguida, anda em direção à porta do hotel. Logo depois, ele volta, ameaça e arremessa um pedestal no funcionário. Ele ainda joga um frasco de álcool em gel na vítima.

O funcionário se defende e atinge o jovem com vários socos. Uma mulher aparece na cena e leva o rapaz embora.

Segundo a PM mineira, os militares foram acionados pelo recepcionista do hotel. “O homem contou que estava trabalhando quando o cliente chegou. Após o preenchimento do cadastro, ele teria se exaltado quando a vítima exigiu a aferição da temperatura em virtude da covid-19. O jovem disse que desviou das agressões e, depois, o homem fugiu de carro”, trecho do relato da vítima.

O jovem também contou para a polícia que, durante o registro do Boletim de Ocorrência, o cliente teria ligado diversas vezes para o hotel para ameaçar a vítima. O cliente também o acusa de fazer isso, conforme nota abaixo.

O cliente também procurou a polícia para contar outra versão. “O homem, de 30 anos, disse que sempre frequenta o local e não conhece o recepcionista. Ele teria sido tratado com grosseria pelo atendente, que ainda exigiu pagamento adiantado”, disse à polícia.

Ainda segundo a publicação, a administração do hotel preferiu não se pronunciar sobre o caso, que é investigado pela Polícia Civil de Varginha.


Travestis e transexuais poderão incluir o nome social na carteira de trabalho. Acordo entre Advocacia-Geral da União (AGU), Secretaria de Trabalho e Previdência Social do Ministério da Economia e a Defensoria Pública da União (DPU) viabilizou a medida, que deve entrar em vigor daqui a 180 dias.

De acordo com informações de O Globo, a resolução é resultado de uma ação da Defensoria Pública da União na Justiça Federal de Roraima para que o nome social fosse incluído no documento quando solicitado. Por se tratar de acordo, a possibilidade passa a valer em todo o país.

Desde 2016 é permitido que conste em documentos emitidos por órgãos federais o nome pelo qual a pessoa escolheu ser chamada. Isso porque um decreto presidencial daquele ano prevê que a identidade de gênero de pessoas travestis e transexuais seja reconhecida.


O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) se reunirá nesta terça-feira (11) por videoconferência e deve decidir se distribui parte do lucro de 2019 entre os trabalhadores.

O jornal “O Globo” informou que o governo deve autorizar a distribuição de R$ 7,5 bilhões, e serão beneficiados os cotistas com saldo na conta vinculada em 31 de dezembro de 2019.

Em dezembro, ao sancionar a lei que permitiu o saque imediato das contas do FGTS, o presidente Jair Bolsonaro decidiu vetar a distribuição de 100% do lucro do FGTS aos trabalhadores, prevista na medida provisória que deu origem à lei.

Na ocasião, o governo decidiu que ficaria sob responsabilidade do Conselho do FGTS a definição do percentual a ser distribuído a cada ano.

Ainda na ocasião, a assessoria da Presidência informou que o percentual do lucro passaria a depender da “saúde financeira do fundo”.

Informações G1


A Justiça Federal autorizou, na segunda-feira (10), o ex-presidente Michel Temer a viajar para o Líbano como integrante de uma missão de ajuda do governo brasileiro ao país, cuja capital, Beirute, foi atingida por uma forte explosão na semana passada, que deixou mais de 160 mortos e 6 mil feridos.

O convite foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro, que anunciou a missão de ajuda do governo brasileiro ao país asiático na manhã de domingo (9). A decisão que liberou a viagem de Temer para integrar a comitiva, entre os dias 12 e 15 de agosto, foi tomada pela 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, cujo titular é o juiz Marcelo Bretas.

Com a decisão, o presidente Bolsonaro oficializou a viagem de Temer e mais 12 pessoas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) publicada na noite desta segunda-feira (10). A justificativa para a autorização, de acordo com a decisão, é a “natureza humanitária da missão oficial” para qual Temer foi designado.

Como filho de libaneses, Temer foi o escolhido para chefiar a missão. Ainda de acordo com a publicação oficial, a delegação representará o Brasil em uma missão especial a Beirute entre quarta-feira (12) e sábado (15). A permanência das autoridades no local pode ser prorrogada, caso seja necessário.