Após trocar um contrato de mais de 50 anos com a Rede Globo para assumir a Secretaria Especial de Cultura do governo, a atriz Regina Duarte, de 73 anos, estaria cogitando voltar para a emissora. A informação é do colunista Ricardo Feltrin, do Uol.
De acordo com Feltrin, Regina estaria sondando amigos atores e até autores de novelas da Globo para, quem sabe, retornar à casa onde construiu sua carreira.
Até o momento, há pelo menos uma autora a quem Regina diria “sim” caso fosse convidada para estrear algum folhetim.
Agora, resta ao público aguardar as cenas do próximo capítulo.
Regina Duarte assumiu oficialmente a Secretaria Especial de Cultura do governo em março deste ano. A gestão da atriz foi marcada por muita expectativa, que acabaram frustradas por disputas internas, falta de autonomia da própria Regina, e, por fim, a pandemia, que lançou o setor cultural em uma crise sem precedentes. Crise esta que Regina não conseguiu contornar e que resultou em uma gestão inviável.
Após perseguições nas redes e até uma suposta “fritura” do presidente Jair Bolsonaro, Regina deixou o governo com a justificativa de que estaria com saudades da família, que mora em São Paulo, e com a promessa de que seria realocada na Cinemateca Brasileira, cargo este que seria criado especialmente para atriz, mas que até hoje não saiu da teoria.
O ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, está confiante no controle da pandemia do coronavírus no Brasil, em setembro. De acordo com técnicos da pasta, houve uma redução no ritmo da doença em algumas regiões, o que adiou, ao menos em alguns dias, a marca de 100 mil mortes pela Covid-19 no país. Até quarta-feira (5), o número de vítimas estava em 95 mil.
Há dois meses e meio no cargo, Pazuello tem conquistado força para continuar por mais tempo.
O desembargador Eduardo Siqueira, flagrado em vídeo humilhando um guarda civil municipal após ser abordado por não usar máscara na orla de Santos (SP), foi flagrado novamente desrespeitando o decreto. As imagens que mostram o magistrado sem máscara em uma praia da cidade foram obtidas hoje (6) pelo portal G1.
Ao ser questionado sobre o assunto, Siqueira não negou que estava no local e ainda debochou dos guardas, alegando que ‘não dá bola’ e que eles ‘poluem a praia’.
O registro foi feito na manhã de ontem (5), por uma moradora que não quis se identificar. Ela relata que o desembargador estava caminhando pela faixa de areia, com a máscara no pescoço, enquanto falava ao celular, do Canal 4 até o Canal 5. A cena durou cerca de 20 minutos.
“Passou a Rua General Rondon, avistou uma viatura da GCM, deu meia volta e colocou a máscara”, descreve.
A moradora ainda relatou que outras pessoas que passavam observaram o desembargador, que teve o vídeo amplamente divulgado, gerando uma repercussão negativa por conta da conduta com os guardas municipais. O comportamento rendeu até a abertura de uma investigação.
Em áudio enviado ao G1, Siqueira afirmou que a moradora deveria fazer uma acusação por escrito, autenticada, para que seja verificado se é ele. Ele ainda debochou dos guardas municipais.
“Uma coisa que eu ignoro são essas viaturas da guarda, esses meninos para cima e para baixo. Não dou a menor bola para eles, é um desprazer ver eles estragando, destruindo, poluindo a praia”, disse.
Em nota, a Prefeitura de Santos informou que, desde o último dia 18 de julho, a Guarda Civil Municipal não realizou abordagem ou aplicação de multa pelo não uso de máscara facial ao cidadão.
Apesar do momento complicado vivido durante a pandemia de Covid-19 no Brasil, uma pesquisa realizada pelo PoderData, do portal Poder360, apontou que a aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro cresceu 5% desde o último mês.
Segundo o levantamento atual, a taxa de aprovação que era de 40%, na pesquisa realizada entre 6 e 8 de julho, chegou aos 45% na análise feita entre os dias 3 e 5 de agosto. A taxa de desaprovação, por sua vez, caiu de 47% para 45% no mesmo período.
Em uma operação contra desvios na Saúde, a força-tarefa da Lava Jato cumpre seis mandados de prisão e 11 de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (6). Entre os detidos, estão o secretário de Transportes de São Paulo e ex-ministro das Cidades no gover Temer, Alexandre Baldy, que foi preso na capital paulista, e o pesquisador da Fiocruz, Guilherme Franco Netto, preso em Petrópolis, no Rio de Janeiro.
Segundo o G1, outros mandados expedidos pelo juiz federal Marcelo Bretas também são cumpridos em São José do Rio Preto (SP), em Goiânia e no Distrito Federal. Batizada de “Dardanários”, a operação visa “desarticular conluio entre empresários e agentes públicos, que tinham por finalidade contratações dirigidas”.
De acordo com a CNN Brasil, a ação é um desdobramento das investigações já realizadas no âmbito das operações Fatura Exposta, Calicute e SOS. Os suspeitos vão responder pelos crimes de corrupção, peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
A força tarefa da Lava Jato prendeu, nesta quinta-feira (6), Alexandre Baldy, secretário estadual de Transportes Metropolitanos de SP, por suspeita de fraudes na Saúde. Outras duas pessoas foram presas, entre eles um pesquisador da Fiocruz, Guilherme Franco Netto.
Baldy foi preso na Operação Dardanários, contra desvios na Saúde no Rio de Janeiro e em São Paulo, envolvendo órgãos federais.
Segundo as investigações, o secretário de João Doria — deputado federal licenciado (Pode-GO) e ministro das Cidades no governo Temer –, responde por atos suspeitos antes de assumir a pasta, responsável pelo metrô paulistano e pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.
Baldy foi preso em casa, nos Jardins, e foi levado para a sede da PF na capital paulista. Guilherme Franco Netto foi preso em Petrópolis, na Região Serrana do RJ. A PF afirma que identificou “conluio entre empresários e agentes públicos, que tinham por finalidade contratações dirigidas”.
O juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do RJ, expediu seis mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em Petrópolis (RJ), São Paulo, São José do Rio Preto (SP), Goiânia e Brasília.
O juiz federal Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do RJ, expediu seis mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em Petrópolis (RJ), São Paulo, São José do Rio Preto (SP), Goiânia e Brasília.
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, enviou um ofício ao Supremo Tribunal Federal culpando a Corte pelo aumento na criminalidade em comunidades. Recentemente, os ministros confirmaram a proibição de operações policiais em favelas durante a pandemia.
Já a polícia do estado foi além, e acusou o STF de criar uma “zona de proteção ao crime organizado”.
Desde que as operações policiais foram suspensas, eventos como bailes funk e festas de rua voltaram a acontecer com força total nas favelas. Aos fins de semana, é possível ver grandes aglomerações e até criminosos portando fuzis e circulando livremente entre moradores.
No dia 5 de junho, o ministro Edson Fachin emitiu uma medida cautelar determinando que “não se realizem operações policiais em comunidades do Rio de Janeiro durante a epidemia da Covid-19”. Já na última segunda-feira (3), após o recesso do Judiciário, o plenário do STF formou maioria a favor da liminar, com nove votos seguindo Fachin e dois contra.
O Brasil ultrapassou nesta quarta-feira (5) a marca de 2 milhões de recuperados da Covid-19, estima o Ministério da Saúde. Ao todo, 2.020.637 pessoas já teriam sido curadas da doença. O número representa 70,7% do total de casos confirmados. Outros 741.180 pacientes continuam em acompanhamento (25,9%).
O país soma 2.859.073 diagnósticos, com 57.152 desses confirmados nas últimas 24 horas. Nesta quarta, também foi registrado o terceiro maior número de mortes diárias desde o início da pandemia: 1.437. Desde março, já morreram 97.256 pessoas em decorrência da Covid-19.
O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (5) um projeto de lei que permite a renegociação de dívidas de micro e pequenas empresas inscritas no Simples Nacional com o governo. O presidente anunciou a sanção numa live acompanhado por parlamentares que trabalharam na tramitação da proposta no Congresso Nacional.
A proposta agora sancionada pelo presidente permite que as empresas optantes do Simples Nacional renegociem suas dívidas através da chamada transação tributária, que permite a celebração de acordo para a extinção do passivo.
Essa possibilidade já existia para empresas que deviam impostos federais, mas não se estendia ao regime especial de tributação do Simples. Assessor especial do Ministério da Economia, o ex-ministro Guilherme Afif afirma que hoje há cerca de 1,3 milhão de micro e pequenas empresas com débitos referentes ao Simples inscritos na dívida ativa da União, num montante que chega a R$ 116 bilhões.
O Palácio do Planalto ainda não forneceu informações oficiais sobre a proposição, mas o senador afirmou que o presidente sancionou integralmente o texto. O texto foi aprovado por unanimidade pelo Senado em meados de julho. A redação também amplia prazos para que micro e pequenas empresas façam a opção pelo Simples.
Agência Brasil – A justiça eleitoral determinou, em São Paulo, o bloqueio dos bens do ex-governador Geraldo Alckmin e mais dois acusados em um processo sobre doações ilegais de campanha. O juiz eleitoral Marco Antonio Martin Vargas determinou o sequestro de valores em contas bancárias e imóveis no valor de R$ 11,3 milhões.
O montante corresponde ao que o Grupo Odebrecht repassou, segundo as investigações, ilegalmente às campanhas eleitorais de Alckmin em 2010 e 2014. De acordo com o inquérito da Polícia Federal, as informações foram repassadas por executivos do grupo empresarial em acordos de delação premiada e depois confirmadas com apreensão dos registros dos sistemas de comunicação interna da empresa.
Extratos bancários que constam no processo indicam que, entre abril e outubro de 2014, o grupo repassou ilegalmente R$ 9,3 milhões para as campanhas de Alckmin em onze pagamentos, através de um esquema que envolveu doleiros e empresas offshore. Em 2010, o ex-governador recebeu, ainda segundo a investigação, R$ 2 milhões, também fora da contabilidade oficial de campanha, o que configura o chamado caixa 2.
Na Justiça, Alckmin responde por corrupção passiva, falsidade ideológica eleitoral e lavagem de dinheiro.