Um anúncio publicado pela Petrobras, informou que o preço da gasolina vai diminuir em 4,9% a partir desta terça-feira (21). Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras será cerca de R$ 2,71 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.

Segundo a empresa, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,36, um recuo de 22,4%, já considerando a inflação no mesmo período. O combustível tem um grande peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial, o que pode ser um alívio na inflação do país.

O valor da gasolina não depende apenas da Petrobras, mesmo sendo a m aior produtora do país. Quando o produto é repassado para as distribuidoras, sofre interferências de outros custos como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.

Em 3 de junho, a Petrobras já havia diminuído o valor em 5,6%. Em 2025, a redução soma R$ 0,31 por litro, um recuo de 10,3%.

*Metro1
Foto: Canva Imagens


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) esclareça as informações sobre a viagem que a corporação diz que Filipe Martins, ex-assessor especial de Relações Internacionais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), teria feito aos Estados Unidos, em 30 de dezembro de 2022.

A decisão, publicada nesta quinta-feira (16), ocorre após a defesa de Martins contestar os dados apresentados pela PF, apontando que o ex-assessor não deixou o país na data em questão. Durante a fase de apuração, a PF havia informado ao Supremo que havia “fortes indícios” de que Martins teria acompanhado Bolsonaro na viagem aos Estados Unidos, realizada no fim do mandato presidencial.

A Polícia Federal chegou a ir até a residência de Martins, no interior de São Paulo, onde encontrou apenas seus pais. Os agentes disseram também ter consultado um site de segurança norte-americano, que indicava a entrada do ex-assessor em território dos EUA na mesma data. No entanto, seus advogados negam a viagem e sustentam que ele permaneceu no Brasil.

Em prol do argumento de Martins, há uma nota divulgada recentemente pelo U.S. Customs and Border Protection (CBP) — órgão responsável pelo controle de fronteiras dos Estados Unidos — que diz que Filipe Martins não ingressou no país em 30 de dezembro de 2022, o que contraria a informação apresentada pela PF. O comunicado reforçou que Moraes usou como base um registro errôneo para manter Martins preso.

Filipe Martins foi alvo de mandados de busca e apreensão e chegou a ficar preso por seis meses sob a alegação de que havia viajado aos Estados Unidos junto com o então presidente Jair Bolsonaro. Atualmente, o ex-assessor responde como réu do núcleo 2 do processo que apura o envolvimento de aliados do líder conservador na suposta tentativa de golpe de Estado.

Em suas alegações finais, a Procuradoria-Geral da República (PGR), chefiada por Paulo Gonet, pediu a condenação de Martins e de outros integrantes do mesmo grupo. O documento afirma que o ex-assessor “extrapolou, em muito, o escopo diplomático de sua função”.

*Pleno.News
Foto: Arthur Max/MRE


Sete casos de intoxicação por Nicotiana glauca, planta venenosa chamada popularmente de “falsa couve”, foram confirmados em Santa Vitória, no Triângulo Mineiro. O prefeito Sérgio Moreira confirmou a situação na quinta-feira (16).

O município, com cerca de 20 mil moradores, fica a aproximadamente 360 km de Patrocínio, onde quatro pessoas também foram intoxicadas pela mesma planta em 8 de outubro. Claviana Nunes da Silva, de 37 anos, faleceu. Um homem recebeu alta e outras duas pessoas ainda estão hospitalizadas.

A “falsa couve” pode ser confundida com a couve tradicional, mas apresenta folhas mais finas, toque aveludado e coloração verde-acinzentada.

*Metro1
Foto: Divulgação/Polícia Militar


Empresa emprega 277 mil pessoas em todo o mundo

Foto: reprodução

O novo CEO da Nestlé, Philipp Navratil, anunciou que cerca de 16 mil funcionários serão demitidos nos próximos dois anos. O número de demissões equivale a aproximadamente 6% do total de trabalhadores da companhia, que atualmente emprega 277 mil pessoas em todo o mundo.

“O mundo está mudando e a Nestlé precisa se adaptar com mais agilidade, o que exigirá decisões difíceis, porém necessárias, para reduzir o quadro de funcionários”, afirmou em comunicado Navratil, que assumiu o comando da empresa em setembro.

Os principais afetados ocupam cargos administrativos, cerca de 12 mil, enquanto a minoria, cerca de 4 mil, trabalha em fábricas da empresa, segundo informações da revista Veja.

A decisão foi bem recebida na Bolsa de Valores de Zurique (Suíça), já que as ações do grupo subiram cerca de 8% no mercado. Com as demissões, a expectativa é que o grupo economize mais de R$ 20 bilhões até o final de 2027.

A Nestlé atua há mais de 100 anos no Brasil. A empresa tem 31 unidades industriais, localizadas nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Espírito Santo, segundo informações da própria página na web. Uma das fábricas da Nestlé fica em Feira de Santana, no centro-norte baiano.

Emprega mais de 20 mil colaboradores diretos e gera outros 200 mil empregos indiretos, que colaboram na fabricação, comercialização e distribuição de mais de 1.000 itens em todo o país. A empresa não informou, no entanto, se o Brasil sofrerá demissões.

Navratil assumiu o cargo de CEO da Nestlé no lugar de Laurent Freixe, que foi demitido após uma investigação interna da empresa apontar um relacionamento amoroso entre o então presidente e uma funcionária. O anúncio foi feito no dia 1º de setembro.

Fonte: correios


Pedido foi feito pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou nesta quinta-feira (16) a reabertura do inquérito da Polícia Federal que investigou o ex-presidente Jair Bolsonaro pela suposta interferência na corporação.

Moraes atendeu ao pedido feito ontem pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. 

Em março de 2022, durante o governo do ex-presidente, a PF concluiu que não houve ingerência política e pediu o arquivamento do caso.

A questão começou a ser investigada após Sérgio Moro pedir demissão do cargo de ministro da Justiça e insinuar interferência na PF por meio da troca do então diretor-geral Maurício Valeixo, indicado por ele.

Gonet citou que Bolsonaro enviou uma mensagem no dia 22 de abril de 2020 a Moro e confirmou que Valeixo seria demitido. No dia seguinte, o ex-presidente compartilhou uma notícia sobre investigações da PF contra deputados que o apoiavam.  

Dessa forma, no entendimento do procurador, é necessário apurar se houve “efetivamente” interferências na PF.

Conforme o pedido da PGR, a PF deverá checar a ligação da suposta interferência com as investigações sobre a Abin Paralela, propagação de desinformação e uso da estrutura do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) na trama golpista.


Parlamentar não apresentou defesa prévia sobre a denúncia da PGR

 José Cruz/Agência Brasil

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou nesta quinta-feira (16) a Defensoria Pública da União (DPU) assumir a defesa do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) no processo sobre tarifaço dos Estados Unidos contra o Brasil.

A medida foi tomada após Eduardo não apresentar defesa prévia sobre a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR). Por estar fora do país, Eduardo foi notificado por edital.

O deputado está nos Estados Unidos e é acusado de fomentar as sanções comerciais do governo do presidente Donald Trump contra as exportações brasileiras, a aplicação da Lei Magnitsky e a suspensão de vistos dos ministros da Corte e integrantes do governo federal.

Segundo Moraes, o prazo de 15 dias para apresentação da defesa terminou no dia 15 de outubro, mas não houve manifestação do parlamentar. 

“Intime o defensor público-geral federal para apresentação de defesa prévia em nome de Eduardo Nantes Bolsonaro, nos termos do art. 4º da Lei 8.038/90, no prazo de 15 dias”, determinou o ministro.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

Eduardo deixou o Brasil em fevereiro deste ano e solicitou licença de 120 dias, que terminou no dia 20 de julho. Ao não comparecer às sessões da Câmara, o deputado poderá ser cassado por faltas.

Fonte: agência Brasil


O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), entrou em campo para mediar as negociações entre o Centrão e o governo Lula na “reorganização” da base aliada promovida pelo Palácio do Planalto.

Motta, segundo apurou a coluna, começou a chamar os líderes do bloco para conversar. A ideia é renegociar os cargos de cada partido do Centrão, com base na nova perspectiva de apoio de cada um deles ao governo.

A atuação do presidente da Câmara foi acertada diretamente com a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann. Os dois conversaram na segunda-feira (13/10).

A ideia é que Motta tenha poder para negociar cargos no governo diretamente com deputados em troca de apoio nas votações, assim como outros ex-presidentes da Câmara fizeram no passado.

Naquele mesmo dia, Gleisi havia dado entrevista à coluna anunciando a reorganização da base aliada, após a derrota do governo na medida provisória (MP) editada como alternativa à alta do IOF.

Segundo a ministra, Lula “está ciente das mudanças que estamos fazendo”. “Vamos fazer de forma responsável, cobrando posição de quem estiver na base do governo, que será reorganizada”, disse.

A interlocutores Motta justificou que seu poder de negociação com os deputados está restrito, uma vez que não participou dos acordos de distribuição de espaços no governo feitos na gestão de Arthur Lira (PP-AL).

*Metrópoles

Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES


Foto: reprodução

Ao menos 28,5 milhões de pessoas conviveram com o crime organizado no bairro onde vive, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (16), encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

Os dados mostram que facções criminosas e milícias estão presentes, atualmente, na vizinhança de 19% da população brasileira. Para chegar a esses resultados, a foram ouvidas 2.007 pessoas com mais de 16 anos em 130 municípios de todas as regiões do Brasil, de 2 a 6 de junho e a margem de erro são de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O foco do questionário foi analisar a percepção dos entrevistados a respeito do crime organizado, roubos, agressões e golpes financeiros praticados em plataformas digitais.

Aumento dos percentuais entre 2024 e 2025

  • O local onde você mora sofreu com a presença explícita de facções criminosas ou milícias? Em 2025 19% disseram sim. Em 2024 eram 14%
  • Há na sua cidade áreas utilizadas como cemitérios clandestinos? Em 2025 12% disseram sim. Em 2024 eram 8%
  • Convive em seu trajeto para casa, trabalho ou escola com áreas conhecidas como “cracolândia”? Em 2025 19% disseram sim. Em 2024 eram 17%
  • O seu bairro tem oferta de serviços de vigilância privada por policiais de folga? Em 2025 21% disseram sim. Em 2024 eram 18%

De acordo com o Datafolha, a presença de facções criminosas e milícias foi relatada com maior frequência em cidades com uma população superior a 500 mil habitantes, capitais e na região Nordeste. Houve também uma análise segundo a renda dos entrevistados.

Segundo a Folha de S. Paulo, enquanto 19% daqueles que ganham até dois salários mínimos (R$ 3.036) responderam afirmativamente, 18% dos entrevistados com renda de cinco a dez salários (R$ 7.590 a R$ 15.180) dizem o mesmo.

Aqueles que se autodeclaram pretos também são mais afetados pela presença ostensiva do crime organizado, em comparação com a população branca —23% do primeiro grupo, e 13% do segundo.

Fonte: g1


Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil

O presidente Lula (PT) disse a aliados que pretende indicar Jorge Messias, atual titular da AGU (Advocacia-Geral da União) para ocupar a vaga deixada por Luís Roberto Barroso no STF (Supremo Tribunal Federal). A informação foi divulgada pela Folha de S. Paulo, com informações de interlocutores do presidente. 

A apresentação do pedido de aposentadoria do ministro Barroso foi assinada e publicado no Diário Oficial ainda nesta quarta-feira (15) e a forte pressão por outro nome que não o de Messias podem precipitar a decisão. Lula diz a interlocutores que Messias está maduro para a função.

Messias conquistou o reconhecimento de Lula ao longo do governo. No papel de coordenador jurídico da transição, atuou na redação de decretos de reestruturação da Esplanada, incluindo a definição do orçamento para 2023.


As penalidades variam conforme a gravidade da infração

Foto: assessoria

A Câmara Municipal aprovou, nesta quarta-feira (15), o Projeto de Lei (PL) 183/24, de autoria do vereador Alexandre Aleluia (PL), que altera a Lei 9.488/2019, responsável por regulamentar o Serviço de Transporte Individual Privado de Passageiros (STIP) na capital. As multas podem variar de R$ 150 mil a R$ 250 mil.

De acordo com o texto, a exclusão de um motorista sem garantir o direito ao contraditório e à ampla defesa “sujeitará o operador da plataforma digital à multa pecuniária equivalente a cinco vezes o valor da multa grave”, conforme o artigo 29 da lei municipal.

O projeto também prevê penalidade para casos em que houver sentença judicial determinando a reintegração de um motorista que tenha sido desligado indevidamente. Nesses casos, a multa será equivalente a três vezes o valor da multa grave.

Aleluia ressaltou ainda que a aplicação das multas “não exclui os direitos civis do prestador de serviços por danos materiais e morais, incluindo lucros cessantes”.

Regulamentação do transporte por aplicativos em Salvador

Lei 9.488/2019, sancionada pelo então prefeito ACM Neto (União Brasil), regulamentou o funcionamento dos aplicativos de transporte na cidade. A norma define que o serviço deve ser intermediado por plataformas digitais, conforme as diretrizes da Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei Federal nº 12.587/2012).

Segundo a legislação, o descumprimento das regras constitui infração administrativa e pode resultar em advertência, multa, suspensão ou cassação da autorização para operação. As penalidades variam conforme a gravidade da infração:

Multa para empresas operadoras

R$ 20 mil — infração leve;

R$ 30 mil — infração média;

R$ 50 mil — infração grave.

Multa para motoristas prestadores

R$ 200 — infração leve;

R$ 500 — infração média;

R$ 1.500 — infração grave.

Informações Bahia.ba