Documento apresentado por Alessandro Vieira aponta indícios de crimes de responsabilidade e será votado nesta terça-feira
CPI do Crime Organizado (CPICRIME) Crédito: Andressa Anholete/Agência Senado
O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE), pede o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, além do procurador-geral da República, Paulo Gonet. O documento será votado na manhã desta terça-feira (14) pelos integrantes da comissão.
Segundo o relator, há indícios de crimes de responsabilidade relacionados à atuação das autoridades em processos ligados ao Banco Master. O texto afirma que os ministros citados deveriam ter se declarado impedidos de julgar o caso por supostas relações de proximidade com investigados, especialmente com o banqueiro Daniel Vorcaro.
No relatório, o senador afirma que a CPI enfrentou “flagrante limitação de recursos”, além de “enormes barreiras políticas e institucionais” durante as investigações. Para ele, por esse motivo, a apuração se concentrou em fatos e autoridades que poderiam ser enquadrados por crime de responsabilidade.
Entre os argumentos apresentados contra o ministro Dias Toffoli estão a participação societária em empresa da família que manteve negócios com fundo ligado ao Banco Master e uma viagem ao Peru, para acompanhar a final da Libertadores, realizada no mesmo jatinho privado utilizado por um advogado da defesa de Vorcaro. O documento também menciona um convite feito pelo ministro ao banqueiro para sua festa de aniversário, informação citada em relatório da Polícia Federal.
“A conexão, portanto, não é remota nem indireta: trata-se de relação negocial entre empresa do magistrado relator e fundo de investimento controlado por pessoa investigada e presa no mesmo inquérito que o magistrado relatava”, afirma o relatório. Em outro trecho, o senador acrescenta que “a existência desses laços de amizade íntima e a demonstração de um interesse pessoal na causa configuram causas objetivas de suspeição”.
O relatório também aponta que Alexandre de Moraes e Dias Toffoli teriam atuado em processos nos quais deveriam se declarar suspeitos, enquanto Gilmar Mendes é citado por julgamento em situação semelhante. Já o procurador-geral Paulo Gonet é mencionado por suposta omissão no exercício de suas funções.
Caso seja aprovado pela maioria da CPI, o relatório será encaminhado ao Ministério Público Federal, responsável por avaliar a apresentação de eventual denúncia ao STF. Procurado, o Supremo não respondeu até o momento, e a Procuradoria-Geral da República informou que não vai se manifestar.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu demitir o então presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, após ele se tornar alvo de uma operação da Polícia Federal.
A decisão foi tomada no mesmo dia em que a Justiça determinou o afastamento do dirigente, em meio às investigações da Operação Sem Desconto. A ação apura um esquema de descontos indevidos aplicados diretamente em benefícios de aposentados e pensionistas.
De acordo com as apurações, o esquema teria movimentado cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, por meio da cobrança de mensalidades associativas sem autorização dos beneficiários.
Diante da gravidade do caso, o governo federal optou pela exoneração imediata, oficializada em edição extra do Diário Oficial da União. A medida foi interpretada como uma tentativa de conter os impactos políticos e administrativos da crise envolvendo o órgão previdenciário.
Além da demissão, também foi anunciada a suspensão de acordos que permitiam esse tipo de desconto direto nos benefícios, enquanto as investigações seguem em andamento.
A operação ainda cumpriu mandados de busca e afastou outros servidores, ampliando o alcance das investigações e indicando a dimensão do esquema.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu demitir o então presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, após ele se tornar alvo de uma operação da Polícia Federal.
A decisão foi tomada no mesmo dia em que a Justiça determinou o afastamento do dirigente, em meio às investigações da Operação Sem Desconto. A ação apura um esquema de descontos indevidos aplicados diretamente em benefícios de aposentados e pensionistas.
De acordo com as apurações, o esquema teria movimentado cerca de R$ 6,3 bilhões entre 2019 e 2024, por meio da cobrança de mensalidades associativas sem autorização dos beneficiários.
Diante da gravidade do caso, o governo federal optou pela exoneração imediata, oficializada em edição extra do Diário Oficial da União. A medida foi interpretada como uma tentativa de conter os impactos políticos e administrativos da crise envolvendo o órgão previdenciário.
Além da demissão, também foi anunciada a suspensão de acordos que permitiam esse tipo de desconto direto nos benefícios, enquanto as investigações seguem em andamento.
A operação ainda cumpriu mandados de busca e afastou outros servidores, ampliando o alcance das investigações e indicando a dimensão do esquema.
As meninas e mulheres vítimas de violência sexual não sofrem apenas os danos físicos e psicológicos imediatos. Esses eventos podem aumentar em 74% a chance de que elas desenvolvam problemas cardíacos, de acordo com um estudo baseado em dados oficiais brasileiros.
A pesquisa foi publicada na revista Cadernos de Saúde Pública e traz também uma análise por doenças de forma individualizada. Mulheres que sofreram violência sexual apresentaram maiores níveis de infarto do miocárdio e arritmias, em comparação com mulheres que não sofreram. Já nos casos de angina e insuficiência cardíaca não houve discrepâncias significativas.
O pesquisador do programa de pós-graduação em Saúde Pública da Universidade Federal do Ceará, Eduardo Paixão, explica que as conclusões foram obtidas aplicando ferramentas estatísticas aos dados da Pesquisa Nacional de Saúde, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2019.
A Pesquisa Nacional de Saúde é o principal levantamento oficial sobre a saúde da população brasileira, feito a partir de mais de 70 mil entrevistas que são representativas da população brasileira. Entre os diversos assuntos, investigou tanto a ocorrência de violência sexual, quanto de doenças cardíacas, o que possibilitou o cruzamento dessas duas variáveis.
Como diversas questões podem influenciar a ocorrência de doenças cardiovasculares, a equipe de pesquisa também usou ferramentas estatísticas para bloquear a interferência da idade, cor da pele, orientação sexual, escolaridade e região de habitação. Assim, foi possível ter certeza de que o aumento observado foi provocado pela violência sofrida.
Impactos
Eduardo Paixão diz que, na maioria das vezes, as pessoas pensam apenas na saúde mental, quando querem investigar os efeitos da violência sexual, mas o trauma pode repercutir em outras áreas.
“A gente sempre pensa em explicações biológicas para as doenças, mas a saúde humana perpassa por muitas interações sociais que impactam o nosso bem-estar. Estudo em outros países já vinham mostrando uma associação muito forte, especialmente quando essa violência ocorre na infância e adolescência, às vezes com repercussões ao longo da vida”, explica Paixão.
A hipótese do grupo de pesquisa é que a violência aumente o risco cardiovascular por uma combinação de fatores biológicos e comportamentais, a começar pelos quadros de ansiedade e depressão, comuns em vítimas, e que têm relação com males cardíacos. Esse estresse também causa efeitos fisiológicos.
“Ele aumenta a inflamação do nosso organismo, com a ativação de toxinas que podem acelerar esse processo de doença cardiovascular. Experiências traumáticas também podem alterar a pressão arterial e a frequência cardíaca”, explica o pesquisador.
Paixão também relata que quem vivencia experiências de violência, sejam de forma isolada ou repetitiva, pode ter maior chance de desenvolver atos danosos para a saúde, como tabagismo, alcoolismo, uso de entorpecentes, alimentação inadequada, sedentarismo, que também aumenta os. riscos cardiovasculares.
O pesquisador ressalta que a violência sexual, em si, se revela um problema de saúde pública no Brasil. À PNS, por exemplo, 8,61% das mulheres relataram ter sofrido ao menos alguma violência do tipo ao longo da vida, contra 2,1% dos homens.
Mas esse tipo de violência ainda é bastante subnotificada, especialmente entre homens, porque nem todas as pessoas reconhecem o que sofreram ou se sentem confortáveis para admitir, ele ressalva. Essa é a principal razão para a pesquisa não ter identificado aumento na ocorrência de doenças cardiovasculares também em homens vítimas, na opinião do pesquisador.
Para ele, o grande benefício da pesquisa é apontar um fator que merece a atenção tanto de quem trabalha com vítimas de violência, quanto dos profissionais que atendem pessoas com doenças cardiovasculares.
“E essas são as doenças com a maior carga global. São muitas internações e gastos com procedimentos. Talvez, se a gente conseguir intervir em fatores de vida modificáveis, a gente consiga diminuir essa incidência”, conclui o pesquisador.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, inicia na segunda-feira (13) uma agenda internacional que inclui compromissos nos Estados Unidos, Espanha e Alemanha. A viagem, que segue até o dia 20, marca a primeira série de encontros do ministro no exterior desde que assumiu o cargo, no lugar de Fernando Haddad, que deixou o governo.
A missão tem como objetivo reforçar a posição do Brasil em debates globais, com foco em temas como reforma tributária internacional, transição energética e fortalecimento de instituições multilaterais.
O roteiro começa em Washington, com as reuniões de primavera (no Hemisfério Norte) do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial. A partir de sábado (19), o ministro acompanha a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Europa, incluindo Espanha e Alemanha, com compromissos voltados à defesa da democracia, política industrial e cooperação internacional.
Os encontros previstos na agenda do ministro reúnem autoridades econômicas de diversos países. Entre eles estão a diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva; o ministro da Economia da França, Roland Lescure; o ministro das Finanças da China, Lan Fo’an, a presidente do Banco Mundial, Ajay Banga; e o ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil
A viagem ocorre em meio a um cenário internacional marcado por tensões geopolíticas e debates sobre crescimento sustentável, com o Brasil buscando ampliar protagonismo em temas como clima e justiça tributária.
Como dublador, participou de produções como A Feiticeira e Viagem ao Fundo do Mar. Além disso, trabalhou como diretor de dublagem.
Foto: Reprodução/Band
O ator, dublador e humorista Silvio Matos morreu neste sábado (11), aos 82 anos, no Rio de Janeiro. A informação foi divulgada pelo perfil Duplapédia nas redes sociais. A causa da morte não foi confirmada.
Ícone da teledramaturgia brasileira, Silvio construiu uma carreira marcada por atuações em novelas e programas da TV aberta, além de uma sólida trajetória na dublagem.
De acordo com o site Metrópoles, ele iniciou a carreira no teatro nas décadas de 1960 e, nos anos 1970, atuou ao lado da esposa, Aliomar de Matos, em produções da TV Bandeirantes.
Na televisão, participou de programas infantis como Carrossel, Mundo da Lua e Castelo Rá-Tim-Bum. Também atuou como par romântico de Glória Menezes na série Louco Por Elas.
Como dublador, participou de produções como A Feiticeira e Viagem ao Fundo do Mar. Além disso, trabalhou como diretor de dublagem e publicitário.
Nos últimos anos, voltou a ganhar destaque nas redes sociais ao participar de esquetes de humor do canal Parafernalha, conquistando uma nova geração de fãs.
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Veritá entre os dias 13 e 19 de março mostra Flávio Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida eleitoral. A pesquisa ouviu 40.500 eleitores e colocou para escolha os pré-candidatos declarados ao cargo de presidente da República.
O representante da direita foi escolhido por 35,9% dos eleitores, enquanto o atual presidente foi escolhido por 33,2% dos participantes. Brancos e nulos totalizaram 20% dos votos. Os outros seis pré-candidatos mencionados somaram 11% das intenções de voto.
De acordo com o instituto, a pesquisa foi realizada por iniciativa própria, tem margem de erro de 1,0 ponto percentual e nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-02476/2026.
*Pleno.News Fotos: Edilson Rodrigues/Agência Senado e Andre Borges/EFE
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), embarcou, em 1° de janeiro de 2025, em um avião operado pela Prime You, empresa da qual Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, era sócio. A viagem ocorreu após Gilmar participar, em Diamantino (MT), da posse de seu irmão, Chico Mendes (União Brasil), como prefeito da cidade. O voo teve como destino a cidade de Brasília (DF).
Ao ser procurado, o ministro afirmou que não sabia da ligação entre a aeronave e a empresa associada a Vorcaro. Segundo Gilmar, ele apenas aceitou uma carona oferecida pelo empresário Marcos Molina, presidente do conselho de administração da MBRF, grupo formado a partir da fusão entre BRF e Marfrig.
Por meio de assessoria, a companhia confirmou que a viagem aconteceu. A empresa informou ainda que Molina possui uma cota da aeronave utilizada no trajeto, mas negou que exista qualquer relação comercial ou pessoal entre o empresário e Daniel Vorcaro.
Registros do Aeroporto de Brasília apontam que a aeronave, identificada pelo prefixo PT-PVH, deixou Diamantino às 16h38 com destino à capital federal. O avião é um Phenom 300, da Embraer. Embora a aeronave pertença à empresa PT-PVH Administração de Bem Próprio, ela é operada pela Prime You. A companhia é presidida por Marcus Vinícius da Mata.
Com esse deslocamento, sobe para quatro o número de ministros do STF que utilizaram aeronaves ligadas a Daniel Vorcaro. Além de Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Nunes Marques também fizeram viagens em aviões operados por empresas relacionadas ao empresário.
Segundo levantamento baseado em registros de entrada no terminal executivo do Aeroporto de Brasília e no histórico de voos das aeronaves, ministros do Supremo e familiares realizaram ao menos 11 trajetos em aviões vinculados a Vorcaro.
Alexandre de Moraes e a esposa foram os que mais utilizaram essas aeronaves. Eles fizeram oito viagens entre Brasília e aeroportos de São Paulo, como Congonhas e Catarina. Uma delas ocorreu em 7 de agosto de 2025, após uma sessão do STF. No dia seguinte, Moraes encontrou Daniel Vorcaro em São Paulo, conforme mensagens atribuídas ao banqueiro.
Toffoli, por sua vez, aparece em três deslocamentos ligados a empresários. Um dos voos foi feito em aeronave da Prime Aviation, empresa que tinha participação de Vorcaro. Nunes Marques, por sua vez, viajou em novembro para Maceió acompanhado da esposa e de amigos em uma aeronave da Prime You. O trajeto foi custeado pela advogada Camilla Ewerton Ramos, que atua para o Banco Master.
Nunes Marques reconheceu que participou do voo e disse que a viagem foi paga pela advogada. Alexandre de Moraes afirmou que costuma contratar serviços de diferentes empresas de táxi aéreo, e Dias Toffoli não se manifestou.
Uma falha no controle de tráfego aéreo em São Paulo provocou a suspensão temporária de pousos e decolagens nos aeroportos de Congonhas e Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos) na manhã desta quinta-feira (9). O incidente afetou a principal área de circulação aérea do país e mobilizou autoridades e concessionárias.
A Aena, responsável pelo aeroporto de Congonhas, informou ao O GLOBO que uma pane técnica no centro de controle do espaço aéreo provocou a interrupção das operações. A concessionária destacou que medidas estão sendo tomadas para reduzir os impactos e que a Força Aérea Brasileira (FAB), responsável pelo tráfego aéreo, poderia detalhar os motivos do problema.
Segundo a GRU Airport, administradora do terminal de Guarulhos, a paralisação ocorreu devido a uma falha geral no sistema de controle aéreo da região de São Paulo (TMA-SP) e não teve relação com problemas internos do aeroporto. Informações preliminares indicam que um incêndio atingiu o Centro Regional de Controle do Espaço Aéreo Sudeste, responsável por monitorar os voos na região, e o Corpo de Bombeiros foi acionado.
Após a falha, os aeroportos iniciaram a liberação gradual dos voos. Congonhas retomou completamente as operações, Guarulhos autorizou decolagens, mas mantém os pousos suspensos, Viracopos retomou todas as atividades e o Campo de Marte liberou apenas pousos, sem previsão de decolagens. A normalização total depende da retomada plena do sistema de controle aéreo.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 40,4% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), 37%, segundo pesquisa Meio/Ideia publicada nesta quarta-feira (8). O resultado significa que os dois estão empatados tecnicamente. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.
Os dados são relativos ao cenário estimulado de primeiro turno, mas o empate técnico se repete no segundo turno: Flávio, com 45,8%, ultrapassa numericamente Lula, que tem 45,5%.
O levantamento aponta também para uma disputa estabilizada neste momento. Na rodada anterior, em março, Lula tinha 40,3% e Flávio, 35%, no primeiro turno – ambos oscilaram dentro da margem.
No segundo pelotão, três nomes estão empatados tecnicamente. Ronaldo Caiado (PSD) tem 6,5% e Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo), registraram 3% das intenções de voto cada.
Indecisos são 8,5% e brancos e nulos, 1%. Aldo Rebelo (DC) tem 0,6%.
A pesquisa Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas entre os dias 3 e 7 de abril. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-00605/2026-BRASIL.
*AE Fotos: Sebastiao Moreira/EFE e Edilson Dantas/Agência O Globo
Neste domingo (5), a primeira-dama Janja da Silva publicou um vídeo no qual ela aparece preparando um almoço de Páscoa, na companhia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O cardápio foi carne de paca – um roedor de grande porte.
Janja conta que a carne presisou ficar dois dias no tempero com alho, tempero verde e ervas, “porque carne de caça pede ervas”.
Após acompanhar o preparo, Lula aparece depois de já ter comido elogiando a esposa.
– Eu acabei de comer a paca. Eu duvido que algum lugar do país alguém já comeu uma paca tão gostosa como essa paca que eu comi hoje. Divina. Parabéns, Janjinha – disse.
Janja encerra a gravação pedido para participar do programa matinal de Ana Maria Braga, na TV Globo.
A carne de paca é considerada um produto nobre e de alto valor, com o quilo custando, em média, entre R$ 150 e R$ 290. Nos comnetários da publicação, Janja disse que foi “um presente de um produtor legalizado”.