O ex-presidente José Sarney, de 96 anos, foi internado nesta quinta-feira (24) no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para avaliação clínica e continuidade do tratamento de uma pneumonia bacteriana. O quadro havia começado a ser tratado em São Luís, no Maranhão.

Segundo o boletim médico divulgado pelo hospital, Sarney está estável e permanece sob cuidados médicos. Até o momento, não havia previsão de alta.

Antes da viagem, o ex-presidente publicou nas redes sociais que iria a São Paulo para fazer exames e acompanhar sua recuperação. Ele afirmou que, aos 96 anos, é importante verificar como está sua saúde e disse esperar retornar em breve ao Maranhão.

“Estou bem e agradeço o carinho e as mensagens de preocupação. Logo estarei de volta à minha rotina.”, diz presidente
Sarney havia recebido alta de um hospital de São Luís em 16 de setembro, após três dias de internação para tratar a pneumonia.

*SBT News
Foto: Divulgação/Marcelo Camargo/Agência Brasil


Mensagens extraídas pela Polícia Federal do celular de Daniel Vorcaro, divulgadas nesta quinta-feira (24), mostram que o ex-banqueiro e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), mantinham uma relação de proximidade. Os diálogos incluem declarações de amizade e referências a encontros e festas.

As conversas ocorreram em diferentes períodos, incluindo fevereiro e março de 2025, quando Alcolumbre foi eleito novamente para comandar o Senado. No dia da eleição, Vorcaro parabenizou o senador e o chamou de amigo. Alcolumbre respondeu com uma declaração de amizade e agradecimento.

As mensagens foram obtidas e divulgadas pela Folha de S.Paulo, segundo informações também publicadas pela revista Veja. O conteúdo faz parte do material extraído pela Polícia Federal durante as investigações relacionadas ao Banco Master.

– Fala meu amor! Muito obrigado por tudo, em especial pelo seu carinho e amizade fraterna! Gratidão! – respondeu Alcolumbre após receber os cumprimentos de Vorcaro pela eleição.

No fim de março de 2025, o presidente do Senado voltou a declarar proximidade com o ex-banqueiro.

– Sou seu irmão!!! Pra vida toda!! – escreveu Alcolumbre.

Vorcaro respondeu:

– E eu seu [irmão]. A qualquer tempo pra qualquer coisa. Nunca vou esquecer.

Em nota, Alcolumbre afirmou que as acusações são falsas e que as mensagens têm caráter pessoal, sem indicar a prática de ilegalidades. O senador também classificou a publicação da Veja como um ataque injusto e informou que pretende tomar medidas judiciais.

– [O presidente do Senado] Não se intimidará diante de ataques, pressões ou tentativas de atingir sua honra e sua trajetória pública. Irá até as últimas consequências, dentro da lei, para que a verdade seja integralmente esclarecida e para que sejam identificados e responsabilizados aqueles que estiverem por trás desse ataque baixo – afirmou a nota.

O nome de Alcolumbre também aparece em conversas de outubro de 2023 sobre festas em um grupo chamado “Macallan”, do qual participavam Vorcaro, o ex-ministro das Comunicações Fábio Faria e outros interlocutores.

– Foda que o Davi aprendeu a falar pelo Google tradutor e pode assustar a menina – escreveu Faria em uma das conversas.

Vorcaro respondeu:

– Kkkkkk. Bonde do tigrão.

Em outro trecho, Faria afirmou:

– Davi falou q está com dança nova.

Vorcaro também encaminhou a Luiz Rennó, que atuou como assessor jurídico do Master, uma mensagem sobre o senador:

– Davi Alcolumbre de mochila bile (sic) com canudo com vodka.

Segundo a Folha, Vorcaro custeava viagens de modelos internacionais ao Brasil, incluindo transporte em jatos e hospedagens em hotéis, como parte de uma estratégia de aproximação com integrantes da elite política brasileira.

Confira:

*Pleno.News
Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados


O senador pelo PL alcança 45% das intenções de voto no levantamento do Real Time Big Data, superando numericamente o atual presidente

Foto: arquivo Globo

O senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou crescimento e atingiu 45% das intenções de voto em uma simulação de segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que soma 44%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (24) pelo instituto Real Time Big Data.

Com a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os candidatos aparecem tecnicamente empatados, mas o resultado consolida o fortalecimento do parlamentar como nome competitivo da oposição para as eleições presidenciais de 2026.

Outros índices da pesquisa:

Brancos e nulos: 8%

Não souberam ou não responderam: 3%

A pesquisa ouviu 2.000 eleitores entre os dias 19 e 23 de setembro de 2026, por meio de entrevistas por telefone e recrutamento digital. O nível de confiança é de 95% e o levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04202/2026.


O candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, tem 42% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 36%, entre os eleitores de São Paulo, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (23). Na rodada anterior, de 8 de setembro, Flávio tinha 41% e Lula, 33%. Brancos, nulos ou os que dizem que não vão votar somam 15%, enquanto 7% estão indecisos.

No primeiro turno, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente, com 34% das intenções de voto, enquanto Lula registra 31%. Como a margem de erro é de dois pontos porcentuais, os dois estão tecnicamente empatados.

Augusto Cury (Avante) tem 7%, Ronaldo Caiado (PSD), 4%, Renan Santos (Missão), 3%, e Romeu Zema (Novo), 1%.

Wilson Grassi (Democrata), Samara Martins (UP), Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Lonardo Avalanche (PRTB), Hertz Dias (PSTU) e Clariana Barão (DC) não pontuaram. Os indecisos somam 11% e brancos, nulos ou os que não vão votar, 9%.

Na comparação com o levantamento de 8 de setembro, Flávio passou de 31% para 34% e Lula, de 30% para 31%. Cury oscilou de 8% para 7%, Caiado permaneceu com 4%, Renan passou de 2% para 3% e Zema se manteve em 1%.

A Quaest ouviu 1.800 eleitores de São Paulo com 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro. O levantamento foi encomendado pela Globo. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-08886/2026.

*AE
Fotos: Sebastiao Moreira/EFE e Edilson Dantas/Agência O Globo


O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira (23) que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), apresente, em dez dias, informações sobre os registros de entrada e saída de oito pessoas nas dependências da Casa desde fevereiro de 2019.

Entre os nomes estão a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A solicitação também inclui Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); José Ferreira da Silva, o Frei Chico, irmão do presidente; e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Após a manifestação de Alcolumbre, o Ministério Público terá dez dias para emitir parecer sobre o caso.

A decisão foi tomada em um mandado de segurança apresentado pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo). Ele questiona a recusa do Senado em fornecer os dados solicitados com base na Lei de Acesso à Informação. A Casa justificou a negativa alegando proteção de dados pessoais.

O processo foi inicialmente distribuído a Alexandre de Moraes, que se declarou impedido na segunda-feira (21), por envolver sua esposa. Após a redistribuição, Fux foi sorteado relator na terça-feira (22).

*Metro1
Foto: Andressa Anholete/SCO/STF


Na noite desta terça-feira (22), Geralda Helena, viúva do cantor Rick, da dupla com Renner, passou mal ao desembarcar no Brasil após a morte do sertanejo, aos 59 anos. Ela retornava de Orlando, nos Estados Unidos, e recebeu atendimento ainda no aeroporto.

Geralda foi estabilizada no local e não precisou ser levada ao hospital. Após receber os cuidados, ela deixou o aeroporto acompanhada pelo motorista da família e seguiu de carro para Sorocaba, no interior de São Paulo. As informações são do portal LeoDias.

Geralda foi casada com Rick por 40 anos e os dois tiveram dois filhos, Mônica, de 40 anos, e Victor Henrique, de 38.

Rick morreu nesta terça-feira (22), após o helicóptero em que estava desaparecer na região de Urubici, em Santa Catarina. A aeronave foi localizada pelo Corpo de Bombeiros, que confirmou a morte das cinco pessoas que estavam a bordo.

Além do cantor, morreram o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira.

*Pleno.News
Foto: Reprodução Instagram


O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado nesta terça-feira (22) novo relator de um mandado de segurança que busca obrigar o Senado a divulgar registros de entrada e saída de pessoas, incluindo a advogada Viviane Barci de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

A redistribuição ocorreu após Alexandre de Moraes, marido de Viviane, declarar-se impedido de atuar no processo na segunda-feira (21). Inicialmente escolhido por sorteio, o ministro afirmou, em despacho, que não poderia continuar na relatoria porque o Código de Processo Civil impede um juiz de exercer suas funções em determinadas situações envolvendo o cônjuge.

Com o impedimento, o caso foi encaminhado à Presidência do STF para uma nova distribuição, que designou Fux como relator.

O pedido de informações também abrange os registros de acesso de José Ferreira da Silva, conhecido como Frei Chico, irmão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT); de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente; e de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.

Pedido de informações ao Senado

O mandado de segurança foi apresentado pelo vereador de Curitiba e candidato a deputado federal Guilherme Kilter (Novo) contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). O processo chegou ao Supremo depois que a Justiça Federal do Paraná se declarou incompetente para analisar o caso.

Alcolumbre havia negado os pedidos do parlamentar, sob o argumento de proteção a dados pessoais. Kilter contestou a decisão e sustentou que a negativa seria ilegal e não teria respaldo na Lei de Acesso à Informação e na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), além de violar o direito de acesso à informação pelo cidadão.

*Metro1
Foto: Alejandro Zambrana/STF


O helicóptero que transportava o cantor Rick, da dupla Rick & Renner, foi localizado nesta terça-feira (22), na Serra de Santa Catarina. Cinco pessoas foram encontradas mortas no local da queda. Segundo o Corpo de Bombeiros, não há sobreviventes.

A aeronave estava desaparecida desde a tarde de segunda-feira (21). O helicóptero havia decolado de Porto Belo, no Litoral Norte de Santa Catarina, durante a manhã, com destino a São Joaquim, na Serra. A aeronave, no entanto, não chegou ao destino.

Além do cantor Rick, estavam a bordo o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares e o piloto. A identidade da quinta vítima ainda não foi divulgada pelas autoridades.

As equipes de busca localizaram os destroços em uma área de difícil acesso na Serra. As condições meteorológicas são uma das circunstâncias que deverão ser analisadas na investigação. Durante o período em que a aeronave desapareceu, havia previsão de fortes tempestades na região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

A dinâmica do acidente e as possíveis causas da queda ainda serão investigadas pelos órgãos responsáveis. A perícia deverá analisar os destroços e outras informações relacionadas ao voo para esclarecer o que provocou o acidente.

Imagem: reprodução


Foto: Alejandro Zambrana/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federa (STF) André Mendonça solicitou o arquivamento do procedimento instaurado contra ele na Corte e acusou o ministro Alexandre de Moraes de distorcer o teor de relatórios de inteligência da Polícia Federal para apontar indícios de irregularidades em sua atuação em casos relacionados ao Banco Master e ao INSS.

Segundo informações do g1, a manifestação foi enviada em resposta ao presidente do STF, ministro Edson Fachin na noite desta segunda-feira (21). O ofício é uma resposta após Moraes acionar a Presidência do tribunal com base em documentos produzidos nas operações Sem Desconto e Compliance Zero para sugerir possíveis infrações de responsabilidade, abuso de autoridade e improbidade por parte de Mendonça.

Na peça enviada a Fachin, Mendonça argumenta que os relatórios em questão possuem natureza estritamente informativa, sem valor probatório, reunindo apenas interpretações e opiniões unilaterais de policiais encarregados das diligências.

 O ministro também questiona o procedimento que permitiu a Moraes acessar o material, oriundo de determinação para que a diretoria da Polícia Federal remetesse ao Inquérito das Fake News peças que fizessem menção a membros do tribunal.

Fonte: Bahia Notícias


O Conselho da Justiça Federal (CJF) liberou R$ 2,7 bilhões para o pagamento de valores atrasados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a cerca de 173 mil aposentados, pensionistas e outros segurados que venceram processos judiciais contra o órgão. Os pagamentos serão realizados por meio de Requisições de Pequeno Valor (RPVs), destinadas a dívidas de até 60 salários mínimos.

Os recursos estão relacionados a mais de 126 mil processos, principalmente envolvendo pedidos de concessão ou revisão de benefícios previdenciários e assistenciais. Entre as ações estão casos de aposentadorias, pensões, auxílios e do Benefício de Prestação Continuada (BPC).

Considerando também os valores destinados a processos de outras naturezas, como ações movidas por servidores públicos, a Justiça Federal liberou aproximadamente R$ 3,2 bilhões.

Quem recebe os valores

Os pagamentos contemplam segurados que obtiveram decisões favoráveis contra o INSS e tiveram as ordens de pagamento expedidas pela Justiça durante agosto. Após a liberação dos recursos pelo CJF, cabe aos Tribunais Regionais Federais (TRFs) estabelecer o cronograma para o depósito.

Os valores normalmente são disponibilizados em contas abertas em nome dos beneficiários, principalmente na Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil. A data em que o dinheiro estará disponível varia de acordo com o tribunal responsável por cada processo.

Os atrasados são referentes a valores que deveriam ter sido pagos anteriormente e que foram reconhecidos pela Justiça. Eles podem surgir tanto da concessão de um benefício que havia sido negado quanto da revisão de pagamentos realizados em valor inferior ao devido.

Para saber se tem direito aos recursos, o segurado deve consultar o site do TRF responsável pelo processo e verificar as informações referentes à ordem de pagamento.

Distribuição dos recursos

O maior volume foi destinado ao TRF-1, que atende o Distrito Federal e outros 13 estados. O tribunal recebeu R$ 1,04 bilhão em RPVs, dos quais R$ 877,1 milhões correspondem a processos previdenciários e assistenciais. São 40,7 mil processos, envolvendo mais de 49 mil beneficiários.

No TRF-4, responsável pelos estados da Região Sul, foram liberados R$ 649,3 milhões. Desse total, R$ 556 milhões são referentes a benefícios do INSS, distribuídos em 29,1 mil processos que abrangem cerca de 41,7 mil beneficiários.

O TRF-5, que atende estados do Nordeste, recebeu R$ 529,9 milhões. Desse montante, R$ 453,7 milhões estão relacionados a ações previdenciárias, envolvendo 22,2 mil processos e aproximadamente 37,2 mil beneficiários.

Já o TRF-3, que abrange São Paulo e Mato Grosso do Sul, recebeu R$ 423,8 milhões. As ações previdenciárias e assistenciais representam R$ 328,1 milhões desse total, distribuídos em 11,2 mil processos para mais de 15,2 mil beneficiários.

O TRF-6, responsável por Minas Gerais, teve R$ 305,1 milhões liberados, sendo R$ 274,1 milhões destinados a processos relacionados a benefícios do INSS. Ao todo, são 14,3 mil processos e 17,8 mil beneficiários.

Por fim, o TRF-2, que atende Rio de Janeiro e Espírito Santo, recebeu R$ 271,2 milhões em RPVs. Desse valor, R$ 191,3 milhões correspondem a ações previdenciárias, envolvendo 8,6 mil processos e cerca de 12,7 mil beneficiários.

*Metro1
Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil