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Lei foi sancionada pelo governador em exercício, Ricardo Couto

© Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Rio de Janeiro passa a contar, a partir de agora, com a Política Estadual de Prevenção e Enfrentamento ao Abuso contra Mulheres no Transporte Coletivo de Passageiros. É o que prevê lei sancionada pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, e publicada nesta sexta-feira (17) no Diário Oficial. A iniciativa amplia o conjunto de medidas de proteção às mulheres fluminenses adotadas pelo Executivo.

A nova política aplica-se, exclusivamente, aos condutores de transporte coletivo de passageiros, transporte por aplicativo e táxi. Inclui ações como protocolos de atuação para condutores e demais profissionais do transporte coletivo de passageiros diante de situações de violência contra mulheres no interior dos veículos, priorizando a assistência à vítima e o acionamento imediato das autoridades policiais.

A deputada Lilian Behring (PCdoB), autora do projeto, destacou que a iniciativa nasce da necessidade de enfrentar uma realidade ainda presente no cotidiano de muitas mulheres.

“Essa lei nasce da escuta de mulheres que sentem medo ao usar o transporte público. Não é aceitável que um espaço de deslocamento se transforme em um ambiente de violência e insegurança”.

Entre as medidas previstas está a possibilidade de capacitação dos profissionais do setor para que saibam identificar situações de risco e agir de forma adequada, contribuindo para a proteção das passageiras.

“Nosso objetivo é orientar e preparar esses profissionais para que saibam como agir. Muitas vezes, uma atitude rápida pode interromper uma situação de violência e garantir proteção à vítima”, explicou Lilian.

A lei também determina que o Departamento de Transportes Rodoviários do Rio de Janeiro (Detro) disponibilize um canal de orientação e encaminhamento de denúncias às autoridades.

Para a parlamentar, a medida fortalece a rede de proteção e amplia o acesso das mulheres a mecanismos de denúncia.

“Criar um canal dentro do próprio sistema de transporte é facilitar o caminho para que essas mulheres sejam ouvidas e acolhidas. É transformar estrutura em proteção real”, acrescentou.

Com informações da Agência Brasil.


Mão Santa conheceu equipe de Ponta Porã há 19 anos

A dois minutos de entrar em quadra, a equipe do Porãbask ficou emocionada e em silêncio na noite desta sexta-feira (17). Na final do basquete masculino dos Jogos Escolares Brasileiros (Jebs), na categoria sub-18, em Brasília, os rapazes da cidade de Ponta Porã (MS), representando Mato Grosso do Sul, souberam da morte do ex-jogador Oscar Schmidt. Para eles, o Mão Santa significa mais que um ídolo esportivo.

Oscar, para os jovens e para o treinador Hugo Costa, de 59 anos, é bem mais do que uma imagem na TV ou no computador. Foi o atleta que viabilizou, há 19 anos, o projeto social, que deixou de ter uma estrutura improvisada, ganhou um ginásio e voou longe. As emoções da final contra o time que representava São Paulo e a notícia triste da morte do ídolo misturaram-se em quadra. 

Porém, muitos outros sentimentos ainda estariam guardados com a vitória, por 74 a 63, e a subida inédita no lugar mais alto do pódio. O treinador Hugo Costa estava com os olhos molhados de emoção. Foi ele que criou, em 2004, o projeto social com o nome de “Meninos do Terrão”. Isso porque a quadra era improvisada no Jardim Ivone, na periferia da cidade.  

Do terrão ao ginásio

Em 2007, Oscar fez palestras na cidade, conheceu e se aproximou do projeto. Hugo Costa, que era fã do Mão Santa, de repente passou a chamá-lo de amigo. Passou a receber dele incentivo permanente para que o terrão virasse uma quadra com estrutura e fosse coberta. Oscar pedia recursos para o projeto em todas as palestras que fazia. “A gente comprou o terreno e ele ajudou a construir o ginásio. Inclusive, o ginásio leva o nome dele”.

O treinador lamentou a coincidência de ser campeão no dia da morte do seu maior incentivador. “Nós disputamos mais de 20 jogos escolares. Sempre chegamos perto. Foi a primeira vez que fomos campeões. Que seja uma homenagem a ele”.

A vitória fará com que a equipe de Ponta Porã vá mais longe. O time vai representar o Brasil no Mundial Escolar de Basquete, na cidade de Zlatibor, na Sérvia. Os jogos vão ocorrer de 13 as 22 de junho. 

Periferia

Oscar, segundo o treinador, deixou a ele o aprendizado de ser obstinado para chegar ao objetivo.

“Muita gente pensa que basquete não seria para pobre. Nem para periferia. O Oscar ensinou para a gente que é possível fazer basquete em qualquer lugar”.

E mais do que formar jogadores, o objetivo do projeto tem sido alcançado: formar pessoas. “São homens formados em educação física, em medicina… várias profissões. Eu tenho contato com todos até hoje”. 

Ele explica que a presença do clube na comunidade mudou a face do lugar. Transformou em referência esportiva. “Acho que o papel do profissional de educação física é este: educar a criança por meio do esporte para que seja responsável e disciplinada. O esporte pode ensinar isso”, afirma.

No pódio

Ao subir no pódio, lembrou dos treinos, do tempo longe da família e do seu papel de educador. “Eu disse aos meninos que eles nunca mais vão esquecer esse momento. Vão passar aos filhos deles”.

Antes de pensar em filhos, o que o estudante Rafael Cardozo, de 17 anos, pensou ao subir no pódio foi na mãe, que cria sozinha ele e o irmão mais novo. Tão logo houve o apito final, conseguiu avisá-la. “Tenho que agradecê-la por tudo”. Abraçou também o professor.

Ele está no terceiro ano do ensino médio e pensa em fazer faculdade de gestão hospitalar. O basquete também está nos planos como diversão. “Quero chegar lá no topo. E é preciso trabalhar pra chegar lá”, diz.

A morte de Oscar mexeu com o jovem. “Sabemos como ele era importante para o Brasil e para o nosso projeto”. Também estava tocado com a ocasião o cestinha da partida, o pivô Samuel Menezes, de 17 anos, (com 30 pontos no jogo). Ele está no terceiro ano do ensino médio e quer chegar ao curso superior de educação física. “Quero ficar no esporte”.

Cestinha

No pódio, lembrou dos treinos diários e no esforço dele e dos colegas. Abraçou amigo por amigo já com a medalha no peito. Ligou para a mãe, que é dona de casa, e para o pai, que é ourives. O rapaz recordou da notícia da morte do ídolo e que costuma assistir aos jogos antigos de Oscar pela internet.

Com informações da Agência Brasil.


Proposta de Maurício Camisotti foi aceita preliminarmente por André Mendonça

O empresário afirma ter lucrado pouco mais de R$ 200 milhões com o esquema | Foto: Reprodução/Redes sociais
O empresário afirma ter lucrado pouco mais de R$ 200 milhões com o esquema | Foto: Reprodução/Redes sociais

O primeiro delator do escândalo de fraudes em descontos associativos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Maurício Camisotti, quer devolver cerca de R$ 400 milhões em acordo de colaboração premiada firmado com a Polícia Federal (PF).

A proposta foi apresentada ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso na Corte. Mendonça aceitou de forma preliminar os termos.

O empresário afirma ter lucrado pouco mais de R$ 200 milhões com o esquema. Pelo acordo, o valor a ser pago corresponde ao dobro do desviado. Com a aplicação de correção e penalidades, as autoridades ajustaram o total para cerca de R$ 400 milhões. Os recursos poderão ir para os cofres públicos e para ressarcir aposentados prejudicados pelos descontos.

Apesar de o ministro relator ter aceitado preliminarmente os termos, a proposta ainda precisa ter homologação efetivada. Para isso, o ministro enviou os termos da delação à Procuradoria-Geral da República.

A consulta dá à PGR a possibilidade de verificar eventuais lacunas e cobrar complementações nas informações apresentadas. As revelações são submetidas previamente, antes da homologação formal do acordo.

A proposta foi mediada pelos advogados Celso Villardi e Átila Machado junto à PF e encaminhada ao Supremo em meados de março. Agora, cabe ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, analisar os termos. Os envolvidos esperam manifestação por volta de 22 de abril.

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Empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como o Careca do INSS | Foto: Lula Marques/Agência Brasil

Prisão de Camisotti em meio a escândalos do INSS

A PF prendeu Maurício Camisotti em setembro de 2025, na mesma época em que deteve Antônio Camilo Antunes, o “Careca do INSS”. Ambos seguem presos.

Apesar de a delação premiada de Camisotti já estar com os investigadores há meses, ele continua na cadeia.

Camisotti aparece como operador financeiro das entidades responsáveis pelos descontos associativos aplicados a aposentados e pensionistas. De acordo com a CPMI do INSS, ele fazia a ponte entre associações e empresas que viabilizavam as cobranças.

A PF revelou que o empresário integrava o chamado “núcleo financeiro” do esquema. Ele aparece com um dos dos principais beneficiários dos desvios.

A delação de Camisotti foi a 1ª firmada a partir dos desdobramentos da Operação Sem Desconto, que apura irregularidades em descontos associativos realizados diretamente em benefícios previdenciários.

As investigações indicam a existência de um modelo de cobranças em larga escala, sem consentimento dos beneficiários e fragilidades nos mecanismos de controle e transparência.

Informações Revista Oeste


Lenda do basquete brasileiro, o ex-jogador Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. Conhecido como “Mão Santa”, ele eternizou a camisa 14 da seleção brasileira.

A informação foi confirmada pela assessoria de Oscar.

Oscar chegou a ser levado ao Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), após ter um mal-estar, mas não resistiu.

Segundo postagens mais recentes de familiares, ele já estava com a saúde debilitada após uma cirurgia. No começo de abril, o filho de Oscar, Felipe Schmidt, recebeu homenagem no lugar do pai no Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Oscar lutou durante 15 anos contra um tumor cerebral.

A assessoria informou que o velório será fechado para a família.

Nas redes sociais, o filho de Oscar postou uma homenagem ao pai. “Como filho, eu só tenho a dizer: pai, vou sentir a sua falta. Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer”, escreveu Felipe Schmidt.

Carreira

Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como Mão Santa, foi um dos maiores nomes da história do basquete.

Recordista brasileiro em participações olímpicas, disputou cinco edições consecutivas dos Jogos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1.000 pontos na história da competição.

Com a Seleção, conquistou três campeonatos Sul-Americanos e um Pan, além do bronze no Mundial de 1978.

Ícone do esporte internacional, integrou o Hall da Fama da Fiba e, de forma inédita, também o Hall da Fama da NBA, mesmo sem nunca ter atuado na liga.

Reconhecido por sua genialidade e impacto global, foi eleito um dos 100 maiores jogadores de basquete de todos os tempos.

Nota da assessoria

É com profundo pesar que comunicamos o falecimento de Oscar Schmidt, um dos maiores nomes da história do basquete mundial e uma figura de imenso significado humano e esportivo.

Ao longo de mais de 15 anos, Oscar enfrentou com coragem, dignidade e resiliência a sua batalha contra um tumor cerebral, mantendo-se como exemplo de determinação, generosidade e amor à vida.

Reconhecido por sua trajetória brilhante dentro das quadras e por sua personalidade marcante fora delas, Oscar deixa um legado que transcende o esporte e inspira gerações de atletas e admiradores no Brasil e no mundo.

*CNN Brasil
Foto: Reprodução Instagram


A jornalista Alice Maria Ribeiro dos Santos Dadalt, de 35 anos, teve a morte encefálica confirmada nesta quinta-feira (16), após se envolver em um grave acidente na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.
Repórter da Band Minas, ela estava internada em estado grave no Hospital João XXIII, com traumatismo craniano e múltiplas fraturas. A família informou que irá doar os órgãos.
Natural de Belo Horizonte, Alice era casada com um agente da Polícia Rodoviária Federal e mãe de um bebê com menos de um ano. Formada em jornalismo pela PUC Minas em 2015, iniciou a trajetória profissional ainda como estagiária em emissoras como TV Globo Minas, TV Alterosa (afiliada do SBT) e RecordTV Minas.
Após a graduação, trabalhou em produtoras independentes e atuou como repórter em diferentes regiões do país. Passou pela TV Leste, afiliada da RecordTV em Governador Valadares, e pela Rede Bahia, afiliada da TV Globo.
Em 2021, ingressou na Band, onde trabalhou inicialmente em Brasília. Desde agosto de 2024, estava na redação de Belo Horizonte.
Em nota, a emissora destacou o envolvimento de Alice com o jornalismo e o ambiente de trabalho. Segundo colegas, ela se dedicava a pautas especiais e tinha atenção a temas ligados ao autismo, assunto que acompanhava de perto por conta do irmão.

Fora do trabalho, vivia o momento de cuidar do filho pequeno e planejava a comemoração de um ano da criança.

Alice estava no carro da emissora no momento do acidente, ocorrido na tarde de quarta-feira (15), quando o veículo colidiu com um caminhão na rodovia. A equipe retornava a Belo Horizonte após a produção de uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para reduzir acidentes.
O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, de 49 anos, que dirigia o veículo, morreu ainda no local. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) e liberado à família na madrugada desta quinta. O velório ocorreu no Cemitério do Bonfim, com sepultamento no mesmo dia.
Rodrigo era natural de Porto Alegre (RS) e deixa esposa e uma filha de 6 anos. Ele havia trabalhado na Band Minas entre 2022 e 2024 e retornado à emissora em dezembro de 2025.
Ao longo da carreira, participou de coberturas como o carnaval de Belo Horizonte e eventos relacionados às chuvas na Zona da Mata. Também atuava como palhaço, levando atividades circenses a crianças hospitalizadas.
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga as causas e circunstâncias do acidente. A perícia esteve no local e coletou vestígios que devem embasar o inquérito.

*g1
Foto: Reprodução/Redes Sociais


Em painel do Entre Ciclos, executiva da Athena Saúde aborda eficiência operacional, integração de áreas e desafios na tomada de decisão em ambientes complexos

A liderança feminina na gestão de grandes operações de saúde será tema da participação de Helena Serafim, diretora nacional de Compras e Procurement da Athena Saúde, no Entre Ciclos, projeto da Esteriliza, empresa do Grupo Bringel.

A iniciativa promove conversas rápidas com especialistas e gestores do setor durante a Feira Hospitalar 2026. Na ocasião, a executiva levará ao debate uma visão centrada na prática operacional e na geração de resultados em ambientes de alta complexidade.

Com mais de 35 anos de experiência no setor, Helena defende que a liderança, especialmente em estruturas robustas e descentralizadas, exige equilíbrio entre análise técnica e leitura de contexto, além de forte integração entre áreas estratégicas. “Em operações complexas, liderança é traduzir análise e contexto em decisão eficiente. Isso passa por integração entre áreas e resiliência no dia a dia”, afirma.

Na avaliação da executiva, áreas como infraestrutura, Supply Chain e Facilities assumiram papel central na estratégia das organizações de saúde, deixando de ser apenas funções de suporte para atuar diretamente na gestão de risco e na sustentabilidade do negócio. “Quando essas áreas operam de forma integrada, com governança e indicadores claros, o impacto é direto na continuidade da operação, na eficiência e na experiência do paciente”, diz.

Durante a apresentação, Helena também compartilha cases práticos de reestruturação contratual, centralização de compras indiretas e gestão de fornecedores críticos – iniciativas que, segundo ela, têm potencial de gerar ganhos relevantes de eficiência sem comprometer o nível de serviço. “O desafio não é apenas reduzir custos, mas fazer isso com consistência, mantendo qualidade e entrega. É uma agenda de eficiência com responsabilidade operacional”, destaca.

Entre os principais entraves enfrentados hoje pelas grandes operações de saúde, a executiva aponta o equilíbrio entre custo e qualidade, a complexidade regulatória, a padronização de processos em estruturas descentralizadas e a necessidade de avançar na integração de dados. “A tomada de decisão está cada vez mais dependente de dados integrados e de uma gestão ativa de riscos na cadeia de suprimentos”, avalia.

Para além da operação, Helena também propõe uma reflexão sobre o posicionamento feminino em cargos de liderança, destacando a importância do domínio técnico aliado à consistência na entrega. “Autoridade vem de resultado. É a combinação entre conhecimento, execução e inteligência na condução que sustenta uma liderança estratégica”, conclui.

Serviço: Palestra Helena Serafim – Entre Ciclos Esteriliza – Feira Hospitalar 2026
Data: 22 de maio
Horário: das 17h às 17h20
Local: São Paulo Expo – Esteriliza, localizado na rua C-151

Com informações da assessoria de Comunicação.


PL pretende retomar nome de cidade e estado nas placas de veículos

Um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional propõe a volta da identificação de estado e município nas placas de veículos, além da inclusão da bandeira da unidade da federação.

A PL 3214/23 foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para votação final.

De autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), o texto prevê que a mudança pode facilitar a identificação da origem dos veículos por autoridades de trânsito e policiais em casos de infrações, furtos e roubos.

O relator da matéria, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), defendeu a proposta ao destacar que a medida também reforça aspectos culturais e o senso de pertencimento regional.

Para virar lei, o projeto ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado, além de sanção da Presidência da República.

Modelo atual

Desde 2020, o Brasil adota o padrão da placa Mercosul, que não exibe mais o nome da cidade e do estado. O modelo utiliza sete caracteres alfanuméricos, ampliando significativamente as combinações possíveis em relação ao sistema anterior.

A mudança foi implementada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que apontou a necessidade de expansão do número de combinações disponíveis. O novo formato permite cerca de 450 milhões de possibilidades, além de contar com QR Code para consulta de dados e reforço na segurança.

Informações Metro1


A repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, que estava no carro de reportagem da Band Minas envolvido em um acidente na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está em coma. A informação é de uma tia da jornalista.

Segundo a familiar, Alice está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII, na Região Centro-Sul da capital mineira. Ela passou por exames que constataram traumatismo craniano, além de fraturas no corpo.

Alice estava no carro da Band que bateu de frente com um caminhão, no início da tarde desta quarta-feira (15). O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, que estava dirigindo, morreu no local do acidente. Ele tinha 49 anos.

A equipe retornava a Belo Horizonte após fazer uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para a diminuição do índice de acidentes.

Em nota, a Band Minas afirmou que “lamenta profundamente o ocorrido” e que “está já prestando toda assistência aos familiares das vítimas”. Disse ainda que aguarda as investigações sobre as causas do acidente.

Com passagem por Feira de Santana, Alice atuou como repórter da TV Subaé em 2020, antes de seguir carreira na Band Brasília e, posteriormente, na Band Minas, seu estado de origem.

A Polícia Civil requisitou a presença da perícia no local da ocorrência para coletar vestígios que vão subsidiar a investigação. A instituição disse que vai apurar a causa e as circunstâncias do ocorrido.

*g1
Foto: Reprodução/Redes Sociais


A prisão do influenciador Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, gerou forte repercussão nas redes sociais nesta quarta-feira (15), com a viralização de publicações que retomaram o bordão “grande dia”, popularizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O uso da expressão nas redes sociais se espalhou rapidamente entre os termos mais comentados na rede X, impulsionado especialmente por usuários que comemoravam a prisão de Oliveira. Nas publicações, os internautas lembraram do apoio do influenciador ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A página Choquei, que acumula mais de 36 milhões de seguidores nas redes sociais X e Instagram, ganhou destaque nos últimos anos por sua forte presença digital, mas também pelo alinhamento ao governo Lula (PT) em razão da proximidade de Raphael Sousa com a primeira-dama Janja. Durante as eleições de 2022, por sinal, a página escancarou seu viés em favor do petista com uma enxurrada de posts sobre o pleito.

Raphael foi preso nesta quarta-feira (15), em Goiânia, durante uma operação da Polícia Federal (PF) contra um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão. A ação também levou à prisão dos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo.

O influencer também foi alvo de mandado de busca e apreensão. Segundo a PF, os investigados utilizavam uma estrutura para ocultar e dissimular recursos, com operações financeiras de alto valor, uso de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.

A operação mobilizou mais de 200 policiais federais, que cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em diversos estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos, quantias em dinheiro, documentos e equipamentos eletrônicos. Os investigados poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal


Caso aponta uso de imóveis para repasse de valores

PF investiga suposta propina de R$ 140 milhões envolvendo ex-presidente do BRB

A Polícia Federal (PF) investiga se o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, recebeu cerca de R$ 140 milhões para favorecer a compra do Banco Master. O suposto pagamento teria sido feito com a transferência de imóveis de alto padrão em Brasília e São Paulo, estratégia que pode ter sido usada para esconder a origem do dinheiro. As informações são da CNN..

Costa foi preso nesta quinta-feira (16) por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), durante a quarta fase da operação Compliance Zero. A ação também levou à prisão do advogado Daniel Monteiro, apontado como responsável por organizar a entrega dos bens por meio de empresas de fachada, usadas para dar aparência legal às transações.

Investigação apura corrupção e lavagem de dinheiro

Foram cumpridos dois mandados de prisão e sete de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. A apuração envolve suspeitas de pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos, além de crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, delitos financeiros e organização criminosa. O ex-dirigente já havia sido investigado antes e afastado do cargo.

Defesa nega irregularidades e governo cita atuação da Justiça

A defesa de Paulo Henrique Costa afirma que ele não cometeu crimes e contesta a prisão. O governo do Distrito Federal informou que o caso está sob análise do Judiciário e reforçou compromisso com transparência. O BRB foi procurado, mas ainda não se manifestou.

Informações Metrópoles

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