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O caso em que o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Marco Buzzi é acusado de assédio sexual contra uma jovem de 18 anos chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Nunes Marques é o relator.

A moça é filha de um casal de amigos do ministro Marco Buzzi, conforme apurou o Metrópoles. No dia 9 de janeiro, eles se encontravam na praia, e, em determinado momento, a jovem foi tomar um banho de mar. Buzzi também estava dentro da água. Segundo relatos da jovem, que entrou em estado de desespero, o ministro, que estaria visivelmente excitado, tentou agarrá-la três vezes.

Os denunciantes prestaram depoimento na Corregedoria Nacional de Justiça, nesta quarta-feira (4/2). O inquérito criminal deve ficar no STF, porque o ministro tem foro privilegiado, enquanto o processo administrativo tramita no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O CNJ informou, em nota, que “o caso está tramitando no âmbito da Corregedoria Nacional de Justiça, em sigilo, como determina a legislação brasileira”.

Em nota, o ministro Marco Buzzi disse que “foi surpreendido com o teor das insinuações divulgadas por um site, as quais não correspondem aos fatos”. “Repudia, nesse sentido, toda e qualquer ilação de que tenha cometido ato impróprio”, afirmou.

*Metrópoles
Foto: Sérgio Amaral/ STJ


A Secretaria Municipal de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico de Feira de Santana (SETTDEC) participou, nesta quarta-feira (4), de um painel que promoveu o diálogo entre conexões estratégicas e o setor produtivo, durante evento realizado pelo NH Hotel em parceria com o Bahia Bahia.

A Settdec foi representada pela secretária Márcia Ferreira, uma das painelistas convidadas do encontro, que reuniu lideranças, formadores de opinião e representantes de diversos segmentos para debater o desenvolvimento de Feira de Santana, com foco no cenário atual e nas perspectivas futuras da cidade.

Durante o Painel Cidade, Márcia Ferreira destacou a importância do planejamento estratégico integrado para impulsionar o crescimento urbano, econômico e turístico da Princesa do Sertão. Em sua participação, a secretária contribuiu com reflexões sobre desenvolvimento urbano, fortalecimento do turismo, realização de eventos, dinamização da economia local e a relevância da logística como vetor estratégico para consolidar Feira de Santana como polo regional.

A atuação da Secretaria de Desenvolvimento Econômico tem sido fundamental para o fortalecimento de Feira de Santana como polo regional de oportunidades. A pasta vem desenvolvendo ações estratégicas voltadas ao estímulo à economia local, à valorização do turismo, ao apoio a eventos e à atração de investimentos, sempre com foco no planejamento, na inovação e na geração de emprego e renda. A presença ativa da secretaria em espaços de diálogo e construção coletiva reforça o compromisso da gestão municipal com um desenvolvimento integrado, sustentável e alinhado às potencialidades da Princesa do Sertão.

A participação da secretária Márcia Ferreira reforça o compromisso da gestão municipal com o diálogo, a construção coletiva e a busca por soluções que promovam crescimento econômico.

*Secom


Astro português vê interferência do fundo saudita como entrave esportivo

Foto: Reprodução / Instagram @cristiano

O futuro de Cristiano Ronaldo no futebol saudita está em aberto. O atacante português avalia deixar o Al-Nassr ao fim da temporada, em junho, após demonstrar incômodo com a condução esportiva do clube e a influência do Fundo Público de Investimento da Arábia Saudita, o PIF, nas decisões internas.

A informação foi divulgada pelo jornal Record, de Portugal. Segundo a publicação, o camisa 7 busca novos desafios na reta final da carreira e enxerga como possibilidades uma ida para a Major League Soccer, nos Estados Unidos, ou até mesmo um retorno ao futebol europeu.

O principal ponto de desgaste estaria na forma como o PIF, responsável por controlar as ações dos principais clubes do país desde 2023, conduz as contratações. Cristiano entende que a interferência externa tem dificultado a montagem de um elenco mais competitivo no Al-Nassr.

O cenário se tornou ainda mais desconfortável após rivais diretos se reforçarem com nomes de peso, enquanto o Al-Nassr teve movimentações mais discretas no mercado. Internamente, o português vê essa diferença como um obstáculo esportivo relevante na disputa pelo título nacional.

Outro fator que pesa é a sensação de pouco reconhecimento pelo impacto que sua chegada causou no crescimento da liga saudita em 2023, quando levou visibilidade global ao campeonato e abriu caminho para a chegada de outras estrelas ao país.

Mesmo atuando como embaixador da Copa do Mundo de 2034, que será disputada na Arábia Saudita, Cristiano tem demonstrado sinais de desgaste. Recentemente, a decisão de não atuar em uma partida da liga local foi interpretada como reflexo desse momento de insatisfação.

O contrato do jogador prevê uma cláusula de rescisão estimada em 50 milhões de euros (cerca de R$ 309 milhões), valor que não seria um impeditivo em caso de saída antecipada.

Informações Bahia.ba


A decisão cabe ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, que determinou, em 4 de agosto, que Bolsonaro ficasse recluso em sua casa, num condomínio em Brasília, por ter aparecido em vídeos exibidos por aliados em uma manifestação no dia anterior, quando o ex-presidente já estava proibido de usar as redes sociais.

Foto: © Getty Images

Jair Bolsonaro (PL) completa seis meses preso, nesta quarta-feira (4), tentando voltar para o começo: a prisão domiciliar, perdida após o ex-presidente violar sua tornozeleira eletrônica com um ferro de solda em novembro passado.

A decisão cabe ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, que determinou, em 4 de agosto, que Bolsonaro ficasse recluso em sua casa, num condomínio em Brasília, por ter aparecido em vídeos exibidos por aliados em uma manifestação no dia anterior, quando o ex-presidente já estava proibido de usar as redes sociais.

Para aliados do ex-presidente que acompanham o processo, não há como Moraes adiar a transferência de Bolsonaro para sua casa por muito mais tempo, dada a sua idade (70 anos) e suas condições de saúde, com tontura, soluços e cirurgias recentes. Uma ala de ministros do Supremo, antes refratária a esse argumento, passou a concordar com ele, como a Folha antecipou, o que ampliou o otimismo entre bolsonaristas.

Segundo eles, o ministro tem que seguir a jurisprudência do STF e garantir o direito à prisão domiciliar nesses casos. Isso ainda não aconteceu, segundo interlocutores de Bolsonaro, por causa da tensão entre o bolsonarismo e o Supremo, que acaba gerando retaliação contra o ex-presidente. Deputados da direita falam em injustiça, perseguição e cerceamento de defesa no processo.

A ofensiva pela prisão domiciliar tem várias frentes, além do pedido formal da defesa no processo pelo qual Bolsonaro foi condenado pelo STF, em setembro passado, a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Como mostrou a Folha, a principal aposta de bolsonaristas é um laudo médico solicitado por Moraes que deve ser apresentado nesta semana para apontar se Bolsonaro tem condições de continuar cumprindo sua pena na Papudinha, batalhão da Polícia Militar ao lado do Complexo Penitenciário da Papuda. Os médicos avaliaram o ex-presidente no último dia 20.

Outro caminho é que o Congresso derrube o veto do presidente Lula (PT) ao PL da Dosimetria, o que iria reduzir a pena de Bolsonaro e, consequentemente, facilitar a progressão de regime. Apesar da pressão de deputados bolsonaristas, ainda não há previsão de que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), marque a sessão para análise dos vetos.

A esperança da prisão domiciliar vem também após uma articulação bem-sucedida da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), junto a ministros do STF para sensibilizá-los sobre a situação de Bolsonaro.

A transferência de Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal para a Papudinha, no último dia 15, foi vista como uma vitória da dupla, o que provocou no entorno de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a leitura de que Michelle e Tarcísio tentavam se cacifar para disputar a Presidência no lugar do senador, que foi apontado pelo seu pai. A cela do ex-presidente na Papudinha tem 64,83 m², enquanto a da PF tinha 12 m².

Foi nesse período afastado da militância das ruas e dos políticos do seu campo que Bolsonaro, inelegível por decisão do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) desde 2023, consolidou a indicação de Flávio como seu sucessor político nas eleições presidenciais deste ano, contrariando a torcida do centrão e do mercado financeiro por Tarcísio.

Aliados do presidente afirmam que sua prisão, a deterioração de sua saúde e a dificuldade de obter a prisão domiciliar influenciaram na decisão de optar por alguém do clã Bolsonaro, na tentativa de manter a relevância política e o espólio eleitoral da família.

O cálculo é que é melhor ter o nome deles numa candidatura presidencial do que correr o risco de ver o grupo perder destaque político e aceitar a liderança de uma pessoa de fora.

De uma forma ou de outra, integrantes do PL consultados pela reportagem afirmam que traz prejuízo para a organização eleitoral do grupo o fato de que Bolsonaro tem visitas limitadas e, portanto, não fica totalmente inserido nas articulações políticas. Além disso, o bolsonarismo não poderá contar com sua capacidade de mobilização popular durante o período eleitoral.

Um ex-auxiliar de Bolsonaro afirma, por outro lado, que a vitimização do ex-presidente pode até ter efeito eleitoral positivo e, por isso, alguns adversários do campo da esquerda também defendem a prisão domiciliar e temem pela saúde dele.

O líder da oposição na Câmara, Cabo Gilberto Silva (PL-PB), vai na mesma linha. “A cada dia que o ex-presidente Bolsonaro continua naquela prisão de forma ilegal e desumana, ele se fortalece mais perante a opinião pública”, diz à Folha, acrescentando que ele “pode morrer a qualquer momento”.

Enquanto torcem pela prisão domiciliar, interlocutores de Bolsonaro são menos otimistas em relação a uma mudança de clima político que favoreça o ex-presidente, a exemplo do que aconteceu com Lula, que foi solto em 2019 após 580 dias de prisão e teve seu processo anulado.

Embora apontem que tudo pode acontecer no Brasil, a avaliação é de que outras saídas podem demorar ou não ter impacto -como uma maioria de senadores de direita em 2027 para viabilizar o impeachment de ministros do STF ou a derrocada de Moraes por meio de implicações do caso do Banco Master.

“Uma solução imediata eu não vejo, porque nós estamos vivendo na ditadura da toga, um complô muito grande”, diz o deputado Delegado Caveira (PL-PA). “Para mim o único golpe é o da injustiça contra Bolsonaro, que está fazendo imensa falta, inclusive nas articulações políticas.”

Em relação à saúde de Bolsonaro, que, mesmo preso, passou por cirurgias de hérnia e de contenção dos soluços, seus visitantes na Papudinha afirmam que ele tem apresentado tonturas por causa do remédio para conter as crises de soluço. Além disso, aparenta estar emocionalmente abalado sem poder manter o contato espontâneo com sua massa de apoiadores.

“Achei a saúde do ex-presidente Bolsonaro bem abalada, Ele está tomando um remédio muito forte para ajudar nos soluços, mas isso o deixa muito zonzo, com risco real de queda. Os soluços afetam seu apetite também. Tudo isso o fragilizou muito”, afirmou à Folha bispo Robson Rodovalho, líder da igreja Sara Nossa Terra, que visitou o ex-presidente.

A rotina de Bolsonaro na Papudinha inclui caminhadas, visitas de familiares e advogados, atendimento médico diário, fisioterapia, ajuda religiosa eventual e nenhum livro lido -a leitura poderia reduzir sua pena.

As atividades constam em um relatório enviado ao Moraes pela Polícia Militar do Distrito Federal. A PM monitorou a rotina do ex-presidente dos dias 15 a 27 de janeiro.

Fonte: Notícias ao Minuto


Na semana passada, após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Tarcísio afirmou que a avaliação do aliado é que outras candidaturas da direita vão reforçar a disputa contra presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Foto: © Agência Câmara

O deputado estadual de São Paulo Gil Diniz (PL) ironizou nesta terça-feira, 3, no plenário da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e afirmou que o PL deveria ter candidato próprio ao Palácio dos Bandeirantes.

Na semana passada, após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Tarcísio afirmou que a avaliação do aliado é que outras candidaturas da direita vão reforçar a disputa contra presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Essa mesma lógica vale para o governo de São Paulo? Porque se vale para o governo de São Paulo, vale a pena o Partido Liberal ter um candidato também, porque ajuda a chapa de (deputado) estadual, ajuda a chapa de (deputado) federal. O Partido Liberal é o maior partido do Estado de São Paulo e o maior partido do Brasil”, disse Gil Diniz no plenário. Tarcísio deve concorrer à reeleição.

Cotado para disputar uma vaga no Senado, ele é aliado do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e adotou Bolsonaro como sobrenome político, como consta no site da Alesp.

A declaração de Gil ocorre no mesmo momento em que o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, tem defendido o nome do presidente da Alesp, deputado André do Prado, como vice na chapa encabeçada por Tarcísio na disputa pelo Bandeirantes.

Já como Gil Diniz Bolsonaro, o parlamentar negou que a inclusão do sobrenome tenha caráter eleitoral. \”Não tenho problema nenhum em colocar no meu nome parlamentar o nome do presidente Bolsonaro. Não é uma maneira politiqueira de fazer uso indevido do nome do presidente, mas de marcar posição: aqui, sim, nós defendemos o presidente Bolsonaro e sua família. Com o nome ou sem o nome, isso não define se somos bolsonaristas\”, afirmou.

O embate entre Gil Diniz e Tarcísio não é algo novo. Como mostrou o Estadão, o governador tem sido criticado por atuar contra a indicação do deputado à liderança do Partido Liberal na Alesp.

Conhecido como “Carteiro Reaça”, Diniz é um dos principais nomes da bancada bolsonarista na Assembleia e foi apontado por Eduardo Bolsonaro como seu substituto na disputa pelo Senado em São Paulo. A movimentação do governador contra um aliado da família incomodou Eduardo, segundo pessoas próximas ao filho do ex-presidente.

A troca no comando da bancada do Partido Liberal na Alesp ocorreu após o então líder, Carlos Cezar, ser indicado para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-SP). Segundo deputados do PL ouvidos reservadamente pelo Estadão, Tarcísio manifestou de forma explícita sua preferência por Alex Madureira (PL) a alguns parlamentares e, em outros casos, recorreu a auxiliares para deixar claro à bancada que o deputado era o seu escolhido. O movimento abriu caminho para que o deputado reunisse apoio suficiente e assumisse a liderança no fim do ano passado.

O principal argumento de Tarcísio, segundo esses deputados, foi político: o governador avalia que precisa de um aliado próximo e moderado à frente da maior bancada da Alesp e que a escolha de um nome independente e bolsonarista poderia dificultar a articulação do governo no Legislativo paulista em pleno ano eleitoral.

Notícias ao Minuto


A Prefeitura de Feira de Santana publicou, no Diário Oficial Eletrônico do Município, o Decreto nº 14.354, de 03 de fevereiro de 2026, que estabelece ponto facultativo nas repartições públicas municipais durante o período do Carnaval.

De acordo com o decreto, assinado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, será considerado facultativo o expediente nos órgãos da administração pública municipal, que não funcionam em regime de plantão e não prestam serviços essenciais à população, nos dias 16 e 17 de fevereiro de 2026, correspondentes à segunda e terça-feira de Carnaval.

Ainda conforme o documento, na quarta-feira (18 de fevereiro), o expediente nas repartições públicas municipais será retomado a partir das 14h, mantendo-se o funcionamento normal dos serviços essenciais.

A medida considera o caráter nacional das festividades carnavalescas e tem como objetivo organizar o funcionamento da administração pública municipal durante o período, garantindo o atendimento à população nos serviços indispensáveis.

*Secom


Motoristas baianos têm até 10 de fevereiro para aproveitar 15% de desconto ao pagar o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) 2026 à vista. Para garantir o benefício, é necessário quitar o valor total do imposto. Todos os detalhes sobre valores e condições estão disponíveis no site da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA): www.sefaz.ba.gov.br.

Regularização completa do veículo

O licenciamento anual do veículo envolve mais do que apenas o IPVA. Para circular legalmente, é preciso quitar também a taxa de licenciamento e eventuais multas pendentes. O Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran-BA) alerta que o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo Eletrônico (CRLV-e) não é mais enviado pelos Correios. Após o pagamento, o contribuinte deve gerar o arquivo no site ba.gov.br, podendo salvá-lo no celular ou imprimi-lo.

Pagamento facilitado e digital

O Estado da Bahia oferece diversas formas de pagamento do IPVA 2026, com opções simples e rápidas:

Acesso pelo site ba.gov.br com usuário e senha
Escolher o serviço “Pagar Licenciamento Cota Única”
Inserir o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) do veículo
Gerar o Documento de Arrecadação Estadual (DAE) com código de barras e QR Code para pagamento
Também é possível usar aplicativos dos bancos ou caixas eletrônicos para quitar o tributo de forma prática.

Outras opções de pagamento

Quem não puder pagar até 10 de fevereiro ainda tem alternativas. É possível quitar o imposto com 8% de desconto, desde que o pagamento seja feito até a data de vencimento da primeira parcela. Também existe a opção de parcelar em até cinco vezes, seguindo o calendário anual conforme o final da placa. O parcelamento é permitido apenas se o débito for igual ou superior a R$ 120,00, e débitos antigos só podem ser pagos junto com o IPVA 2026.

*Metro1
Foto: Camila Souza/GOVBA


Senador e pré-candidato a presidente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cresceu na pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (4), e está tecnicamente empatado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto em um eventual segundo turno das eleições deste ano. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) também empatam com o petista na margem de erro.

Lula tem 45,8% contra 41,1% de Flávio. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais para mais ou para menos. Com isso, o petista pode ter de 43,3% a 48,3% das intenções de voto, enquanto Flávio pode ter de 38,6% a 43,6%. Na primeira rodada da pesquisa, realizada entre os dias 8 e 12 de janeiro, o placar era de 46,2% a 36%.

No levantamento de fevereiro, o atual presidente vence Tarcísio por 44,7% a 42,2% e Michelle por 45% a 40,7%.

O Meio/Ideia entrevistou 1.500 pessoas por telefone entre os dias 30 de janeiro e 2 de fevereiro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08425/2026.

No primeiro turno, Lula empata por 38,7% a 35,3% com Flávio, no cenário com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, candidato pelo PSD. Também no primeiro turno, o presidente empata no limite da margem com Tarcísio (40% a 35%), se o PSD não tiver candidato a presidente.

Nos demais cenários, o atual chefe do Executivo federal lidera com uma vantagem superior à margem de erro.

OUTROS CANDIDATOS

Fora os candidatos da família Bolsonaro e Tarcísio, quem tem melhor desempenho contra Lula no segundo turno é o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD). Ele perderia para o presidente por 45% a 38%.

Romeu Zema (Novo-MG) vem logo atrás (45% a 34,5%), seguido de Ronaldo Caiado (45% a 34%) e Eduardo Leite (45,4% a 21%).

A pesquisa também testou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), como candidato governista no lugar de Lula. O petista aparece tecnicamente empatado com candidatos de direita nos três cenários testados.

No segundo turno, Haddad tem 41,8% contra 40% de Flávio; 40,5% contra 44,5% de Tarcísio; e 42% contra 39% de Ratinho Jr.

*AE
Foto: Andressa Anholete/Agência Senado // Ricardo Stuckert/PR


Desde o seu lançamento em dezembro, o programa já soma 3 milhões de pedidos de habilitação

Foto: Ilustrativa/Shutterstock

O número de novos pedidos de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil disparou em janeiro de 2026, atingindo 1,7 milhão, um aumento de mais de quatro vezes em relação aos 369,2 mil pedidos registrados em janeiro de 2025.

Os dados, divulgados nesta terça-feira (3) pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), refletem o impacto das novas regras implementadas pelo programa “CNH do Brasil”. Desde o seu lançamento em dezembro, o programa já soma 3 milhões de pedidos de habilitação, resultando na emissão de 298,5 mil documentos.

O programa visa facilitar o acesso à CNH e reduzir a informalidade, diminuindo os custos de emissão ao flexibilizar as exigências de carga horária para as aulas teóricas e práticas em autoescolas.

A Senatran estima que cerca de 20 milhões de brasileiros dirigem sem o documento e espera que as novas regras acelerem a regularização desse grupo.

Informações Bahia.ba


Senadora afirma que documentos indicam possível exploração de crianças brasileiras

Caso Epstein: CDH vai acompanhar citações ao Brasil, diz Damares Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) afirmou nesta terça-feira (3), em pronunciamento no Plenário, que a Comissão de Direitos Humanos (CDH) acompanhará de perto a divulgação dos arquivos do caso Jeffrey Epstein, que registram exploração sexual de menores de idade e mencionam o Brasil.

O empresário norte-americano foi acusado de liderar uma rede de tráfico sexual de meninas. Os arquivos recentemente tornados públicos nos Estados Unidos incluem imagens e documentos antes mantidos em sigilo. Epstein morreu em 2019, após passar um mês preso.

Para Damares, é preciso dar atenção ao caso, porque há citações ao Brasil em muitos arquivos.

— Há essas citações da palavra “Brasil” porque crianças brasileiras estão envolvidas na exploração sexual capitaneada por Epstein. A palavra “Brasil” está sendo citada nesses arquivos porque mulheres foram traficadas para os esquemas liderados por Epstein — disse a senadora, que preside a CDH.

A parlamentar ressaltou que a proteção de crianças e adolescentes é uma prioridade do colegiado. Segundo ela, há mais de 50 mil crianças desaparecidas no país, de acordo com o relatório do Sistema Nacional de Localização e Identificação de Desaparecidos (Sinalid), do Ministério Público Federal. Casos recentes também mostram a gravidade da exploração sexual infantil, incluindo apreensões de até 1 milhão de imagens de abuso.

— Enquanto houver pedófilo, haverá oferta, e nossas crianças estarão em risco. A Comissão de Direitos Humanos fará, como prioridade absoluta, a proteção das crianças e dos adolescentes.

*Agência Senado