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Partido também defende inverter ônus da prova sobre uso de inteligência artificial e restringir ‘cortes’ nas redes

partido dos trabalhadores bandeira - pt - santo andré - paraná pesquisas
Além do impulsionamento, o PT propôs que o tribunal proíba o uso de inteligência artificial (IA) na produção de materiais de campanha | Reprodução/Redes sociais

Partido dos Trabalhadores (PT) sugeriu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que proíba o impulsionamento pago de críticas a governos durante o período de pré-campanha. Apresentada nesta terça-feira, 3, a proposta discute as regras eleitorais para o pleito deste ano.

A legenda contestou a inclusão de um trecho nas minutas de resolução que previa a possibilidade de críticas à administração pública por pessoas físicas, mesmo com conteúdo impulsionado, desde que não houvesse relação direta com a disputa eleitoral.

No entanto, o partido afirmou que qualquer critica feita por pré-candidato nesse período seria automaticamente vinculada à eleição. Para o PT, isso justificaria a vedação da prática.

O ministro Nunes Marques conduz a audiência. O TSE abriu espaço para que partidos e entidades apresentem sugestões sobre os textos preliminares das resoluções. Eles devem reger a propaganda eleitoral, o uso de tecnologia e a fiscalização da campanha nas redes sociais.

PT amplia proposta e mira IA e cortes nas redes sociais

Além do impulsionamento, o PT propôs que o tribunal proíba o uso de inteligência artificial (IA) na produção de materiais de campanha. A legenda sugeriu ainda a inversão do ônus da prova em casos de suspeita de manipulação de imagens: caberia ao acusado demonstrar que a peça é autêntica.

Outro ponto criticado pelo partido é o uso de vídeos curtos com trechos de falas de candidatos ou pré-candidatos. O PT pediu que o TSE vete o que chamou de “indústria dos cortes”, prática comum nas redes sociais.

A legenda deve se manifestar novamente nesta quarta-feira, 4, durante a continuação da audiência. Também participarão Republicanos, Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Partido Social Democrático (PSD). O Partido Liberal (PL) falará nesta quinta-feira, 5.

Informações Revista Oeste


Gestão petista também é reprovada em temas como economia, segurança pública, saúde e educação

Lula, durante discurso em reunião ministerial - 17/12/2025 | Foto: Reprodução/Youtube/Lula
Lula, durante discurso em reunião ministerial – 17/12/2025 | Foto: Reprodução/Youtube/Lula

A maioria dos brasileiros desaprova o governo Lula. Pesquisa divulgada nesta quarta-feira, 4, pelo Meio/Ideia mostra que 51,4% dos entrevistados desaprovam o governo petista, enquanto 46,6% disseram que aprovam.

Outro dado revelador é a avaliação do governo. Para 26%, o governo é péssimo, e para 18,7%, ruim, perfazendo uma avaliação negativa de 44,7%. A avaliação positiva (ótimo e bom) é de 34,1%.

Avaliação do governo Lula em 04/02/2026 | Foto: Reprodução/Meio/Ideia
Avaliação do governo Lula em 04/02/2026 | Foto: Reprodução/Meio/Ideia

Lula é mal avaliado em economia, segurança, saúde e educação

A pesquisa Meio/Ideia também mostra que, setorialmente, o governo Lula é mal avaliado. Predominam em economia, segurança pública, saúde e educação o conceito de “péssimo”. Em Economia, 27% acham a gestão de Lula péssima e 14% ruim.

Em segurança, o porcentual de péssimo é o maior de todas as áreas: 32,9%. Somado ao índice de “ruim”, a avaliação negativa nesse setor é de 52,3%.

Em saúde, o conceito “péssimo” é citado por 28,9% dos entrevistados, e a avaliação negativa chega a 39,6%. Por fim, em educação, a avaliação negativa é de 38,4%, somando quem acha a gestão ruim ou péssima.

Avaliação do governo Lula por setor, em 04/02/2026 | Foto: Reprodução/Meio/Ideia
Avaliação do governo Lula por setor, em 04/02/2026 | Foto: Reprodução/Meio/Ideia

A pesquisa consultou 1,5 mil pessoas entre 30 de janeiro e 2 de fevereiro, por telefone. A margem de erro é de 2,5 pontos porcentuais. O levantamento, pago pelo Meio, tem intervalo de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08425/2026.

Informações Revista Oeste


Na sexta-feira 30, cerca de 15 mil manifestantes participaram de um ato chamado ‘ICE Out’, sob temperaturas negativas em Minneapolis

Os ataques violentos à ICE são ações coordenadas de uma militância treinada, financiada e sustentada por uma elite “progressista” | Foto: Leah Millis/Reuters
Apesar da imagem de mobilização espontânea, os protestos contam com a presença recorrente de ativistas ligados a redes políticas de esquerda | Foto: Reuters/Leah Millis 

Protestos recentes contra a polícia de imigração dos EUA (ICE) em Minnesota, apresentados como iniciativas populares, têm recebido financiamento expressivo de bilionários ligados à esquerda, incluindo recursos de origem chinesa. A informação é do jornal New York Post.

Na sexta-feira 30, cerca de 15 mil manifestantes participaram de um ato chamado “ICE Out”, sob temperaturas negativas em Minneapolis, ao entoar palavras de ordem pelo fim da atuação federal de imigração na cidade.

Apesar da imagem de mobilização espontânea, o protesto contou com a presença recorrente de ativistas ligados a redes políticas de esquerda, organizados por meio de fóruns radicais e aplicativos de mensagens criptografadas. 

Segundo Scott Walter, presidente do Capital Research e especialista em financiamento político, parte relevante desse apoio financeiro vem do empresário e ex-executivo de software Neville Singham, que atualmente vive em Xangai, maior cidade da China.

Financiamento e redes de ativismo anti-ICE

Walter explicou ao New York Post que entidades como People’s Forum e Party for Socialism and Liberation, ambas beneficiadas por Singham, foram responsáveis por promover o evento nas redes sociais e estiveram presentes nas manifestações, embora seus integrantes busquem se misturar à multidão. 

“O que há de novo é vermos grupos comunistas radicais ao lado de sindicatos e fundações tradicionais”, afirmou Walter. “Algo incomum até recentemente.”

O empresário Neville Singham, que não respondeu às tentativas de contato do New York Post, tem financiado redes de ativismo em diferentes cidades norte-americanas, articuladas a partir de Xangai. 

“Um manifestante comum pode até desconhecer a fundo a rede de Singham, mas costuma estar ligado a vários grupos ao mesmo tempo” explicou Walter. “Já que esses movimentos mudam de nome e estrutura com frequência.”

Parlamentares da Comissão de Supervisão da Câmara dos Representantes dos EUA e outros representantes do Partido Republicano investigam se as doações de Singham representam influência estrangeira ou descumprimento da lei de registro de agentes estrangeiros, devido a possíveis laços entre sua rede e a propaganda do Partido Comunista Chinês.

Ian Oxnevad, pesquisador sênior da National Association of Scholars, chamou a atenção para a ausência de protestos simultâneos com diferentes pautas relevantes. “Se fosse algo realmente orgânico, haveria manifestações por diversas causas ao mesmo tempo, mas não vemos isso”, disse.

Ele observou ainda que não há grandes protestos contra eventos recentes no Irã nem outros casos de genocídio, sugerindo que as causas escolhidas têm perfil sempre crítico ao Ocidente.

Organizações envolvidas e fontes de recursos

A manifestação em Minneapolis foi organizada pelo coletivo 50501, que atua de maneira discreta. Segundo seu site, entre os parceiros estão Voices of Florida, associação pró-aborto liderada por pessoas negras e LGBT, apoiada pela Fundação Ford, e o Political Revolution, antigo PAC de Bernie Sanders.

A Fundação Ford, criada há 90 anos, doou US$ 100 mil ao Voices of Florida, justificando a iniciativa pela missão de promover justiça social e reduzir desigualdades.

O Unidos Minnesota e sua ala Monarca anti-ICE se consolidaram como presenças regulares nos protestos das Twin Cities. 

Reportagens publicadas em janeiro revelaram que o grupo obtém recursos da organizaçaõ Tending the Soil Minnesota, que detinha cerca de US$ 1 milhão em ativos em 2023, oriundos principalmente da rede Arabella, da Amalgamated Charitable Foundation e da McKnight Foundation, conforme registros fiscais.

Walter observa que a multiplicidade de grupos e fontes de financiamento dificulta o rastreamento e cria um cenário deliberadamente opaco. 

“A imprensa tradicional prefere retratar tudo como indignação de norte-americanos comuns, mas o organizador geralmente lidera várias entidades diferentes”, afirmou.

Origem e atuação do coletivo 50501

O coletivo 50501, sigla para “Cinquenta Estados, cinquenta protestos, um dia”, foi fundado logo depois da segunda posse de Donald Trump, em janeiro de 2025, e é liderado por um usuário anônimo do Reddit, identificado como “u/Evolved_Fungi”.

O grupo se apresenta como uma rede descentralizada de resposta rápida, criada para contrapor ações do governo Trump e seus aliados.

Desde sua fundação, o 50501 assumiu a autoria de 11 grandes protestos em um ano, incluindo manifestações contra Elon Musk em concessionárias de veículos e atos denominados “No Kings”, que buscam associar Trump a um estilo de liderança monárquica e autoritária. O grupo também participou de mobilizações ao lado do Indivisible.

Em entrevista rara à revista Newsweek, em fevereiro de 2025, o suposto líder do coletivo 50501 relatou ter formação em marketing e engenharia, além de interesse em psicologia. 

Informações Revista Oeste


Medida beneficia servidores, e remunerações ameaçam teto constitucional

Sessão com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta, e do Secretário-Geral da Mesa, Lucas Ribeiro Almeida Júnior | Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Sessão com a presença do presidente da Câmara, Hugo Motta, e do Secretário-Geral da Mesa, Lucas Ribeiro Almeida Júnior | Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados

Câmara dos Deputados aprovou um novo mecanismo de remuneração que amplia os chamados “penduricalhos” no serviço público. A medida pode elevar salários a até R$ 77 mil mensais em cargos estratégicos da Casa. A decisão reacende críticas sobre o custo do Legislativo e o distanciamento entre a realidade do funcionalismo de elite e a do pagador de impostos.

Apresentado pela Mesa Diretora, o texto cria uma gratificação adicional vinculada ao desempenho e ao alinhamento institucional. Na prática, o benefício permite que a remuneração final ultrapasse com folga o teto constitucional, por meio de verbas classificadas como indenizatórias ou de caráter transitório.

Deputados: pressa para aprovar

A proposta avançou com rapidez. O projeto foi levado ao plenário poucas horas depois de ser divulgado. Assim, acabou aprovado em votação simbólica, sem registro nominal dos votos. O processo acelerado gerou questionamentos sobre transparência e debate público, principalmente diante do impacto financeiro da medida.

Especialistas em contas públicas alertam que esse tipo de benefício tende a produzir efeito cascata em outras áreas do serviço público. A criação de novas gratificações abre precedentes para que tribunais, ministérios e autarquias reivindiquem mecanismos semelhantes, ampliando despesas permanentes.

Embora defensores da proposta sustentem a necessidade de valorizar quadros técnicos e reter profissionais qualificados, críticos apontam que o modelo distorce a lógica salarial do setor público. Em vez de corrigir vencimentos de forma transparente, o sistema se apoia em adicionais que escapam do controle do teto.

A decisão ocorre em um momento de forte pressão sobre as contas públicas e de discursos recorrentes em defesa da responsabilidade fiscal. Para analistas, a aprovação do novo benefício contrasta com a cobrança por austeridade dirigida a outras áreas do Estado e à população em geral. O episódio também amplia o desgaste da imagem do Congresso, que acaba de voltar do recesso. O texto segue agora para análise do Senado.

Informações Revista Oeste


Programa é uma das principais apostas do governo Lula para as eleições

A apreciação da proposta pelo Congresso Nacional era urgente porque, caso não fosse apreciada até o dia 11 de fevereiro, a MP perderia validade | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
A apreciação da proposta pelo Congresso Nacional era urgente porque, caso não fosse apreciada até o dia 11 de fevereiro, a MP perderia validade | Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira, 3, a Medida Provisória (MP) 1.313/2025, que cria o programa Gás do Povo, uma das apostas do governo Lula para as eleições de 2026. Por ter sido aprovada com alterações, a medida segue agora para sanção presidencial.

A apreciação da proposta pelo Congresso Nacional era urgente porque, caso não fosse apreciada até o dia 11 de fevereiro, a MP perderia validade. A medida já havia sido aprovada no plenário da Câmara dos Deputados na noite desta segunda-feira, 2, pelo placar de 415 votos a favor a 29 votos contra, além de duas abstenções.

O programa Gás do Povo substitui o Auxílio Gás dos Brasileiros, criado durante o governo de Jair Bolsonaro, também voltado para ajudar famílias de baixa renda a comprar gás de cozinha. De acordo com dados do Poder Executivo, o Auxílio Gás contemplava mais de 5 milhões de famílias pelo país.

A medida praticamente triplica o público que tem direito ao benefício, com expectativa de distribuir gás de cozinha gratuitamente para 15 milhões de pessoas. A iniciativa também cria a modalidade de gratuidade do botijão de 13 quilos de GLP, adquirido diretamente em revenda varejista autorizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Como funciona o Gás do Povo

O programa recém-aprovado pelo Congreso mantém a modalidade do Auxílio Gás de pagamento do benefício em dinheiro. Nesta alternativa, a família beneficiada tem direito, bimestralmente, a um valor correspondente a uma parcela de, no mínimo, 50% sobre o preço médio do botijão de GLP ao consumidor final.

A lei considera como disponibilização do botijão de GLP apenas a recarga do conteúdo, compreendida como a entrega do botijão cheio mediante devolução do botijão vazio. 

Para se tornar beneficiária, a família precisa estar inscrita no CadÚnico e receber uma renda per capita menor ou igual a meio salário mínimo (equivalente a R$ 810,50 atualmente).

Toda revenda credenciada é obrigada a afixar, em local visível ao público, a informação de que participa do programa, com informações úteis aos beneficiários. As revendas que praticarem infrações ficam sujeitas a multa de até R$ 50 mil, suspensão temporária do credenciamento e, até, descredenciamento definitivo do programa.

Informações Revista Oeste


Municípios com a maior quantidade de casos foram Salvador (164), Porto Seguro (60), Camaçari (55), Ilhéus (52) e Feira de Santana (41)

A quantidade ocorrências provocadas pelo furto de cabos na Bahia cresceu 25% em 2025, aponta levantamento realizado pela Neoenergia Coelba. No ano passado, a distribuidora registrou 654 ocorrências, 128 a mais do que 2024 (526). O crime prejudicou diretamente cerca de 1 milhão de baianos, que tiveram o fornecimento de energia momentaneamente interrompido pela prática ilegal. Para mitigar a situação, a distribuidora vem investindo em tecnologias e ampliando parcerias institucionais com o objetivo de identificar os receptadores dos materiais furtados.

De acordo com o levantamento, os municípios com o maior número de ocorrências em 2025 foram Salvador (164), Porto Seguro (60), Camaçari (55), Ilhéus (52) e Feira de Santana (41). O furto de cabos provoca interrupções de energia em ruas, bairros ou até cidades. Além disso, a prática ilegal põe em risco o funcionamento de unidades que prestam serviços públicos e comércios. A Neoenergia Coelba oferece atendimento prioritário a essas unidades para que o fornecimento seja retomado o mais rápido possível.

A prática também é extremamente perigosa. Realizada por pessoas despreparadas, sem autorização e sem equipamentos de proteção, quem rouba os fios de energia tem grande chance de receber uma descarga elétrica fatal. Além disso, os fios podem ficar energizados, gerando riscos para toda a população.

Para inibir a prática criminosa, a Neoenergia Coelba atua em parceria com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia. O órgão é responsável pela Operação Metallis, que visa identificar os receptadores dos materiais furtados e combater o roubo de fios. Além disso, a distribuidora também adotou ações operacionais para dificultar o acesso ao sistema elétrico.

A Neoenergia Coelba realizado a substituição das caixas da rede subterrânea por materiais chumbados com solda e concreto, o que dificulta a conclusão da ação. A concessionária também vem ampliando a instalação de self-healings em toda a Bahia. Este equipamento permite a recomposição automática do sistema em caso de ocorrências, restabelecendo o fornecimento de energia em até 60 segundos.

Canal de Denúncia
Caso veja alguma pessoa acessando postes ou mexendo na rede elétrica sem a farda da Neoenergia Coelba, denuncie imediatamente a situação por meio do Disque Denúncia Bahia, pelo número 181. Em caso de interrupção de energia, contate a Neoenergia Coelba pelo teleatendimento 116.


Medida segue modelo adotado pela Austrália e prevê verificação rígida de idade e punições a plataformas

Espanha anuncia bloqueio de redes sociais para menores de 16 anos

O governo da Espanha anunciou, nesta terça-feira (3), que vai proibir o acesso de menores de 16 anos às redes sociais. A decisão aproxima o país da política adotada recentemente pela Austrália e reforça uma tendência internacional de endurecimento das regras para proteger crianças e adolescentes no ambiente digital.

O anúncio foi feito pelo primeiro-ministro Pedro Sánchez durante o World Government Summit, em Dubai. Segundo ele, as plataformas digitais serão obrigadas a adotar mecanismos eficazes de verificação de idade, substituindo os sistemas atuais, considerados frágeis. Para Sánchez, as redes sociais operam hoje como um “Velho Oeste digital”, onde crimes e abusos acabam sendo tolerados.

A proposta deve ser aprovada pelo Conselho de Ministros na próxima semana e altera um projeto de lei já em tramitação para proibir, de forma explícita, o cadastro de menores nessas plataformas. Além disso, o governo espanhol pretende avançar em uma legislação que responsabilize criminalmente executivos de empresas de tecnologia que não removam conteúdos ilegais ou de ódio, incluindo punições para práticas de manipulação algorítmica que ampliem esse tipo de material.

Sánchez afirmou ainda que a Espanha passou a integrar uma coalizão com outros cinco países europeus para coordenar regras e fiscalizações conjuntas, com o objetivo de tornar a aplicação das novas normas mais rigorosa e eficaz em âmbito internacional.

Informações Metro1


Defesa de Daniel Vorcaro  pede adiamento de depoimento à CPMI do INSS

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS recebeu, nesta terça-feira, uma petição do banqueiro Daniel Vorcaro solicitando o adiamento do depoimento marcado para esta quinta-feira. A defesa argumenta que a intimação ocorreu no último fim de semana, o que comprometeria a razoabilidade do prazo para preparação e poderia causar prejuízos ao direito de defesa.

Além do adiamento, os advogados pediram que a oitiva seja realizada em formato híbrido, com participação por videoconferência. Segundo a defesa, Vorcaro enfrenta dificuldades para se deslocar até Brasília em razão do cumprimento de medidas cautelares impostas na cidade de São Paulo.

Até o momento, a direção da CPMI ainda não se pronunciou sobre o pedido, que permanece sob sigilo no sistema da comissão.

A convocação do proprietário do Banco Master foi solicitada pelo relator do colegiado, o deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), para que ele preste esclarecimentos na condição de testemunha.

O parlamentar fundamentou o pedido em documento enviado à comissão pela Secretaria Nacional do Consumidor, que aponta o Banco Master, detentor de Acordo de Cooperação Técnica com o INSS para oferta de crédito consignado a beneficiários, entre as instituições financeiras com maior número de reclamações registradas nos últimos anos.

De acordo com a justificativa apresentada, cabe à CPMI analisar possíveis falhas institucionais e nos mecanismos de controle relacionados a suspeitas de fraudes em empréstimos consignados destinados a aposentados e pensionistas do INSS. A investigação busca identificar eventuais entidades e pessoas físicas envolvidas nas operações, a destinação dos recursos e a possível ocorrência de crimes, como lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, concussão e outras infrações penais relacionadas ao desvio de valores.  

Informações Metro1


Rapper violou as condições de uso da tornozeleira eletrônica, comprometendo a fiscalização das medidas cautelares fixadas

Foto: Reprodução/Pedro Apolinário/Dazed

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou a liminar do habeas corpus que determinou a liberdade do cantor Oruam. A decisão ocorre após o rapper violar as condições de uso da tornozeleira eletrônica, comprometendo a fiscalização das medidas cautelares fixadas. 

De acordo com a coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, a tornozeleira de Oruam sofreu 28 interrupções em apenas 43 dias. O aparelho chegou  a ficar inoperante por mais de nove horas. Em apenas uma semana, outros incidentes foram documentados.

De acordo com o Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou que, inicialmente, os problemas com o dispositivo ocorreram por volta das 20h às 6h, em especial nos finais de semana. 

A ordem de prisão preventiva de Oruam volta a valer sem qualquer impedimento. Caso seja expedido um novo mandato de prisão, Oruam pode retornar ao sistema prisional. 

Agora, há expectativa que novas medidas sejam adotadas nos próximos dias. Oruam foi preso em julho de 2025 após ser indicado por sete crimes, entre eles: tráfico de drogas, associação ao tráfico de drogas, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal.

Informações Bahia.ba


Apesar da fala do norte-americano, confirmação oficial por parte do governo mexicano ainda não ocorreu até o momento

O presidente dos EUA, Donald Trump: responsáveis deverão 'pagar um preço alto' | Foto: Reprodução/Twitter/X
O presidente dos EUA, Donald Trump | Foto: Reprodução/Twitter/X

Depois de ter emitido uma ordem executiva em que ameaçou aplicar tarifas extras a países que exportam petróleo bruto para Cuba, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou, nesta segunda-feira, 2, que o México pretende interromper o envio do produto à ilha caribenha. A confirmação oficial por parte do governo mexicano ainda não ocorreu até o momento.

Em declaração a jornalistas na Casa Branca, Trump classificou Cuba como “uma nação falida”. Ela ainda enfatizou que a medida busca combater o que considera uma “ameaça excepcional” à segurança nacional norte-americana. 

Cuba, afetada por embargo econômico dos EUA há mais de 60 anos, enfrenta atualmente a pior crise desde o fim da ex-parceira União Soviética, em 1991.

Efeitos do possível corte de Trump 

Bandeira de Cuba / Foto: Humam Musawwir/Pexels
Bandeira de Cuba | Foto: Humam Musawwir/Pexels

Nos últimos anos, o fornecimento de petróleo venezuelano foi essencial para a sobrevivência da economia cubana. Porém, desde a prisão do ditador deposto Nicolás Maduro, esse apoio foi cortado, o que agravou a situação. O eventual bloqueio do petróleo mexicano pode intensificar ainda mais as carências e os apagões que já impactam a população cubana.

A presidente do México, Claudia Sheinbaum, ressaltou o temor de prejudicar relações comerciais com os EUA, maior parceiro do país. Ela afirmou que não deseja expor o México a riscos de sanções. 

Apesar disso, alertou sobre “uma crise humanitária de grande alcance” em Cuba e informou que enviará auxílio humanitário ainda nesta semana, sem ignorar as possíveis consequências do decreto norte-americano.

Trump também relatou, nesta segunda-feira, 2, que o governo dos EUA está em tratativas com autoridades cubanas. “Acho que estamos bem perto [de um acordo]”, disse, sem fornecer detalhes adicionais. 

Contudo, Havana acusa Washington de tentar “estrangular” sua economia, enquanto o vice-ministro das Relações Exteriores cubano afirmou que a população do país está sendo forçada a enfrentar um momento difícil, o qual exige “um alto grau de criatividade, estoicismo e austeridade”. Segundo ele, Cuba já vinha “se preparando” para possíveis ações do governo Trump e que “não é algo que nos pegou de surpresa”.

Informações Revista Oeste