
Vanessa da Mata se encantou por investigador baiano que estrela campanha de CarnavalImagem: Priscila Prade/Divulgação
A cantora Vanessa da Mata, de 49 anos, chamou a atenção nas redes sociais após comentar, de forma descontraída, uma campanha publicitária que viralizou na internet e tem como um dos protagonistas um policial identificado como Mateus. A reação espontânea da artista rapidamente repercutiu entre internautas e celebridades.
Nos comentários de uma publicação sobre o vídeo, Vanessa brincou ao demonstrar encantamento pelo rapaz e chegou a “pedir ajuda” de maneira bem-humorada. “Socorro! Preciso de um salvamento urgente, urgentíssimo, aqui”, escreveu a cantora, arrancando risadas e engajamento do público.
A postagem também recebeu comentários de outras personalidades. O ex-BBB Fred Nicácio, de 38 anos, se manifestou de forma entusiasmada ao reagir à cena. “Eita, prr!”, comentou ele, acompanhado de um emoji com olhar apaixonado.
O episódio ilustra como conteúdos publicitários podem ganhar novos significados nas redes sociais quando atravessados por interações espontâneas de figuras públicas, ampliando o alcance e o engajamento do material original.
Fonte: UOL

O Ministério Público da Bahia (MP-BA), através da Promotoria de Justiça de Oliveira dos Brejinhos expediu uma Recomendação, direcionada às autoridades e organizadores de eventos do município de Brotas de Macaúbas. O documento, publicado nesta sexta-feira (6), estabelece uma série de diretrizes, que, segundo o órgão, visa assegurar a proteção integral de crianças e adolescentes durante as festividades carnavalescas na região.
A Recomendação, assinada pela promotora de justiça Fernanda Augusta Silva Araújo, é dirigida à prefeitura de Brotas de Macaúbas, ao Conselho Tutelar local, à 28ª Companhia Independente de Polícia Militar, à Polícia Civil e a todos os organizadores de blocos, produtores e promotores de eventos públicos e privados. O teor do documento enfatiza a aplicação dos princípios da prioridade absoluta e da proteção integral previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
Entre as principais determinações, a Promotoria recomenda a adoção de um rigoroso controle de acesso a todos os locais de evento, que deverá impedir o ingresso ou a permanência de crianças e adolescentes desacompanhados dos pais ou de seu responsável legal.
Esse controle deve ser realizado mediante a verificação documental, analisando a identificação dos menores e dos responsáveis, incluindo, quando for o caso, termos de guarda ou tutela. A orientação é para que o acesso seja negado diante de qualquer ausência de documentação ou dúvida sobre sua autenticidade.
A fiscalização sobre o fornecimento, venda ou consumo de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes por menores de idade também deve ser intensificada, abrangendo situações em que essas substâncias sejam oferecidas por terceiros.
Além disso, a Recomendação estabelece um critério musical específico, proibindo a execução ou permissão de músicas que façam apologia ao crime, ao uso de drogas, à violência, à exploração sexual, à prostituição ou que contenham linguagem obscena ou sexualizada, especialmente na presença de crianças e adolescentes. DJs, bandas e profissionais contratados devem ser orientados a observar esses princípios.
O documento ainda determina que seja garantido livre acesso aos locais dos eventos para representantes do Conselho Tutelar, do Ministério Público, do Poder Judiciário e dos órgãos de segurança pública. Qualquer prática de violência contra crianças e adolescentes não deve ser tolerada, exigindo o acionamento imediato da rede de proteção ao primeiro indício de violação.
Em vídeos recebidos pela redação do Bahia Notícias e que estão circulando em redes sociais mostram adolescentes e jovens, alguns aparentando ter menos de 18 anos, participando de festas e consumindo bebidas alcoólicas em eventos no município nas últimas semanas.
Fonte: Bahia Notícias

O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos, foi eleito nesta quinta-feira (5) como coordenador adjunto da Comissão Intergestores Regional (CIR) da região de Feira de Santana, instância estratégica de pactuação e organização do Sistema Único de Saúde (SUS) no território.
A CIR da região de Feira é composta por 28 municípios e reúne gestores municipais e representantes do Estado para definir fluxos assistenciais, prioridades regionais e estratégias conjuntas para o fortalecimento da rede de saúde.
Neste ano, conforme a dinâmica de alternância da CIR, a coordenação é indicada pelo Estado, enquanto a coordenação adjunta é escolhida pelos municípios que integram a comissão. A eleição ocorreu de forma tranquila e por unanimidade entre os gestores presentes, refletindo o consenso e a confiança no trabalho desenvolvido.
O resultado reforça uma trajetória recente de protagonismo regional. Em 2025, o titular da Saúde, Rodrigo Matos, já havia sido eleito coordenador da CIR, quando a coordenação estava sob responsabilidade dos municípios e a coordenação adjunta cabia ao Estado.
A eleição consolida o papel de liderança solidária de Feira de Santana na organização da saúde regional, ampliando a responsabilidade do município na articulação entre os 28 entes que compõem a CIR e no fortalecimento das políticas públicas de saúde em toda a região.
Para a Saúde de Feira, esse reconhecimento expressa a confiança dos municípios no diálogo técnico, na capacidade de coordenação e no compromisso com uma gestão regional integrada, baseada em cooperação, planejamento e fortalecimento do SUS.
*Secom

O presidente da escola de samba Acadêmicos de Niterói, Wallace Palhares, foi exonerado do cargo de assistente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), nesta quinta-feira (5). A decisão foi assinada pelo deputado Guilherme Delaroli (PL), primeiro vice-presidente da Casa em exercício, e publicada no Diário Oficial Legislativo.
A exoneração ocorre às vésperas do carnaval de 2026, quando a Acadêmicos de Niterói desfilará na Marquês de Sapucaí com um enredo em homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil.
A escola abrirá a primeira noite de desfiles no Sambódromo, em 15 de fevereiro.
Palhares ocupava o cargo na Alerj desde 2025 e estava lotado na Comissão de Transportes, vinculada ao gabinete do deputado Dionísio Lins (PP), vice-líder do governo Cláudio Castro (PL). Em janeiro deste ano, recebeu R$ 7.961,34 – valor que quase triplicou em relação a abril de 2025 – segundo dados do Portal da Transparência da Alerj.
Procurada, a Acadêmicos de Niterói não respondeu. A assessoria de Delaroli informou que não comenta casos específicos e afirmou que as exonerações fazem parte do processo de transição administrativa da Alerj.
*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert/PR

A Justiça de São Paulo nomeou Suzane von Richthofen como inventariante do espólio de seu tio, o médico Miguel Abdalla Netto, encontrado morto em janeiro na casa onde vivia, no bairro do Campo Belo, Zona Sul da capital. A decisão faz com que Suzane passe a ser a responsável por administrar o patrimônio estimado em cerca de R$ 5 milhões até a conclusão do processo de partilha.
Na decisão, a juíza Vanessa Vaitekunas Zapater, da 1ª Vara da Família e Sucessões, afirmou que o passado criminal de Suzane não interfere na condução do inventário. Segundo a magistrada, diante da ausência de manifestação formal de outro interessado na função, Suzane seria a única pessoa apta a exercer o encargo legal de inventariante.
Miguel Abdalla Netto morreu aos 76 anos, solteiro, sem filhos e sem deixar testamento. Nesses casos, a legislação prevê que a herança seja destinada aos sobrinhos vivos, entre eles Suzane e o irmão, Andreas. O conjunto de bens inclui dois imóveis e um veículo, avaliados em aproximadamente R$ 5 milhões.
No caso de Suzane, ela terá o dever de administrar e preservar os bens do falecido durante o andamento do processo judicial, prestando contas ao juízo e sem autorização para vender, transferir ou usufruir do patrimônio. A nomeação não implica automaticamente o direito à herança, que ainda será analisado no decorrer do inventário.
A empresária Carmem Silvia Gonzalez Magnani, que sustenta que teve uma união estável com o médico, também disputava a função de inventariante e informou que pretende recorrer da decisão. A defesa afirma ter sido surpreendida antes do término do prazo para apresentação de documentos que, segundo ela, comprovariam a existência da união.
Paralelamente, a disputa familiar ganhou novos contornos após o registro de um boletim de ocorrência de Carmem no qual ela acusa Suzane de retirar itens da residência do médico sem autorização judicial, entre eles móveis e uma bolsa com documentos e dinheiro. A Polícia Civil apura se houve invasão e eventual furto.
*Pleno.News
Foto: MARCELO GONCALVES/SIGMAPRESS/ESTADÃO

Uma tendência estética incomum ganha espaço nos Estados Unidos: mulheres recorrem à gordura retirada de mortos para aumentar glúteos, seios e quadris.
O procedimento é apresentado por clínicas como uma alternativa menos invasiva às cirurgias tradicionais. O método utiliza o AlloClae, produto desenvolvido pela Tiger Aesthetics, feito a partir de gordura humana doada para a ciência, processada, esterilizada e transformada em um preenchimento injetável.
Uma mulher de 34 anos, moradora de Manhattan, revelou ter passado pelo procedimento. Ela contou ao New York Post que gastou cerca de US$ 45 mil (aproximadamente R$ 235 mil) para aplicar a substância nos quadris, nas nádegas e para corrigir uma lipoaspiração mal-sucedida. “Pode soar chocante no começo. Mas quando você olha de forma científica, tecidos de doadores cadáveres são usados na medicina há décadas.”
Ela também defendeu o método do ponto de vista ético. “É altamente regulamentado e de origem ética. É como se estivéssemos reciclando.”
O procedimento não está relacionado à opção de doação de órgãos. “Se você está preocupado que marcar a opção de doador [na carteira de motorista ou em outros documentos] possa significar acabar no traseiro de outra pessoa após a morte, não é tão simples assim”, descreveu o jornal New York Post.
A gordura utilizada pode vir de doações de corpo inteiro. Em Nova York, especificamente, elas são administradas pela Associated Medical Schools of New York. Esse tipo de doação exige um cadastro específico e separado, sem limitações genéricas.
Os doadores precisam ter mais de 18 anos, não apresentar doenças transmissíveis e atender a critérios médicos rigorosos de triagem. O procedimento descrito pelo New York Post foi realizado pelo cirurgião plástico Darren Smith, presidente da Sociedade Regional de Cirurgia Plástica de Nova York. Segundo ele, o material funciona como um “enxerto de gordura pronto para uso”.
“É um recurso enorme para pacientes que são magros, em boa forma e não têm gordura suficiente do próprio corpo”, afirmou Smith. Ele também destacou a utilidade do produto em correções de cirurgias anteriores. “A última coisa que esses pacientes querem é passar por mais uma lipoaspiração para corrigir irregularidades.”

O AlloClae também tem sido adotado por executivos e profissionais do mercado financeiro. O cirurgião plástico Sachin Shridharani disse ao site Business Insider que já realizou mais de 50 procedimentos com o produto. “As pessoas pagam pela conveniência. É sobre não ter tempo de recuperação, não precisar de procedimentos mais agressivos e não usar anestesia.”
Segundo ele, há pacientes que realizam o procedimento e retornam ao trabalho no mesmo dia. Em um dos casos relatados pelo site, uma executiva passou pela aplicação enquanto participava de uma reunião de trabalho. “Menos de duas horas depois, ela se levantou, conferiu o resultado e foi direto para o escritório.”
Os valores dos procedimentos com AlloClae variam entre US$ 10 mil (cerca de R$ 52 mil) e US$ 100 mil (aproximadamente R$ 520 mil), dependendo da quantidade de gordura aplicada e da área tratada. Mesmo com o custo elevado, a procura tem superado a oferta, segundo o relato de profissionais.
Médicos disseram ao Business Insider que há escassez do material e filas de espera em clínicas de Nova York e da Califórnia.
Especialistas dizem que o produto é “menos macabro do que parece”. Bob Basu, presidente da American Society of Plastic Surgeons (Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos), afirma que o material costuma ser mais bem aceito à medida que os pacientes entendem como o tecido é processado e regulamentado antes de chegar ao consultório.
Os resultados iniciais do uso do AlloClae são considerados promissores, mas ainda não existem estudos de acompanhamento de longo prazo, como análises após três ou cinco anos. Os procedimentos realizados até agora se concentram em ajustes discretos.
Informações UOL

A divulgação mais recente de arquivos ligados ao caso Jeffrey Epstein trouxe à tona um diálogo envolvendo o financista e o ex-estrategista-chefe da Casa Branca Steve Bannon, com menção direta ao atentado contra o ex-presidente Jair Bolsonaro(PL) durante a campanha presidencial de 2018.
Segundo os documentos, que integram o material tornado público no fim de janeiro, Bannon teria informado: “Bolsonaro acabou de ser esfaqueado no Brasil”. Na sequência, Epstein respondeu: “Antes ele do que eu”, e, minutos depois, completou: “Ou você”.
O conteúdo faz parte do conjunto de mensagens preservadas nos arquivos das investigações relacionadas ao financista. Os registros indicam que Epstein e Bannon mantinham comunicação frequente, com trocas sobre temas políticos nos Estados Unidos e acontecimentos internacionais.
As investigações conduzidas pela Polícia Federal apontaram que o autor da facada em Bolsonaro foi Adélio Bispo de Oliveira, que segundo a corporação teria agido sozinho e por motivação política. Dois inquéritos concluídos entre 2018 e 2020 sustentaram essa versão, sem identificação de mandantes ou participação de terceiros.
Informações Pleno News

Uma transação imobiliária realizada em março de 2024 colocou o então ministro da Justiça do governo Lula, Ricardo Lewandowski, no centro de discussões, depois da compra de uma residência de Alan de Souza Yang, conhecido como China, por R$ 9,4 milhões.
O imóvel, localizado em um condomínio fechado na zona sul de São Paulo, tornou-se alvo de bloqueio judicial apenas um mês depois do negócio. O ocorrido foi parte de investigações da Polícia Federal (PF) sobre sonegação bilionária no setor de combustíveis.
A casa, com 777 metros quadrados, já havia passado por outras negociações recentes. Em dezembro de 2023, o pai de China, também investigado pela PF, vendeu a propriedade à nora, Anajá de Oliveira Santos Yang, por R$ 4 milhões. A transferência foi formalizada em fevereiro de 2024, e, logo em seguida, a empresa Eryal Empreendimentos e Participações, pertencente à família Lewandowski, adquiriu o imóvel, mediante pagamento à vista.
No momento da compra, Alan de Souza Yang já era alvo antigo de apurações por adulteração e evasão fiscal em combustíveis. Em 2025, ele passou a ser alvo no âmbito da Operação Carbono Oculto, que apura lavagem de dinheiro e sonegação de R$ 52 bilhões, supostamente com participação de outros empresários ligados ao Primeiro Comando da Capital (PCC).
Documentos da Receita Federal mostram que, embora China declarasse rendimentos modestos, grandes somas circulavam nas contas da mulher, envolvida em mais de 30 empresas.
Lewandowski explicou ao jornal O Estado de S. Paulo que a decisão de adquirir a residência ocorreu logo depois de sua posse como ministro, priorizando a segurança de um condomínio fechado.
O ex-ministro da Justiça relatou que conheceu os vendedores apenas no momento da compra, intermediada por um corretor. Segundo o político, todas as certidões e os documentos apresentados atestavam a situação regular do imóvel. Ele afirmou não saber das investigações sobre China, pois os processos tramitavam sob sigilo de Justiça.

O valor pago, segundo Lewandowski, refletiu o preço de mercado. Ele também declarou estar buscando a regularização da situação e admitiu a possibilidade de devolver o imóvel e ser ressarcido, já que nunca pôde ser reconhecido formalmente como proprietário.
“O preço pago foi o valor de mercado”, disse o ex-ministro. Lewandowski destacou ainda que não mantinha contato prévio com os vendedores e que a aquisição foi feita de boa-fé, conforme declarou ao Estadão.
Registros mostram que, até dezembro de 2024, Lewandowski detinha R$ 2,1 milhões em capital na Eryal, empresa aberta em 2016 e que administra outros imóveis residenciais e comerciais. Posteriormente, ele transferiu sua participação aos filhos, mantendo o usufruto dos bens.
Informações Revista Oeste

Cinco magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF) mantêm vínculos ativos com um total de 11 companhias dos setores de educação, agronegócio, advocacia e gestão de imóveis. De acordo com uma investigação do portal UOL, baseada em dados da Receita Federal, os ministros Gilmar Mendes, André Mendonça, Nunes Marques, Cristiano Zanin e Flávio Dino integram quadros societários de diferentes empresas. Dois desses magistrados, Mendonça e Marques, constituíram as firmas depois de tomarem posse na Corte
A revelação dos dados ocorre no momento em que o ministro Dias Toffoli defende publicamente a ideia de que juízes brasileiros possam ter fazendas e participar como sócios de empresas para receber dividendos. Toffoli deu a declaração na quarta-feira 4, em meio ao escrutínio público sobre a Corte e notícias sobre relações empresariais de parentes de ministros com bancos que possuem causas no tribunal. Conforme a apuração do portal UOL, a Lei Orgânica da Magistratura (Loman) permite a participação como sócio, mas proíbe que juízes atuem como administradores.
O ministro Gilmar Mendes detém a estrutura empresarial mais robusta, com participação em quatro frentes. Por meio da Roxel Participações, holding com capital de R$ 9,8 milhões, ele integra o Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP) e empresas do agronegócio em Mato Grosso, como a MT Crops e a GMF Agropecuária. Esta última dedica-se ao cultivo de soja em Alto Paraguai (MT).
Já os ministros André Mendonça e Nunes Marques abriram empresas de treinamento profissional e palestras recentemente. Mendonça fundou a Integre Cursos em 2022, meses depois de assumir sua cadeira no STF. Nunes Marques criou a Educacional e Capacitação Ltda em junho de 2025. Ambos utilizam familiares na gestão das companhias. O ministro Cristiano Zanin, por sua vez, aparece como sócio do Instituto Lawfare e da Attma Participações, embora afirme que já solicitou a exclusão de seu nome da entidade educacional.
O STF informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que os ministros respeitam rigorosamente a legislação vigente. O ministro Flávio Dino também se manifestou, ressaltando que fundou seu Instituto de Estudos Jurídicos (IDEJ) há mais de 20 anos. O debate sobre essas participações ganha força no Congresso, especialmente por causa do faturamento de alguns desses institutos com palestras e contratos públicos.
A transparência sobre o patrimônio e as atividades paralelas dos ministros do STF visa a prevenir possíveis conflitos de interesse em julgamentos que envolvem grandes setores econômicos. Embora a legislação não aponte irregularidades na posse de quotas sociais, a sociedade civil e órgãos de controle acompanham a evolução dessas empresas e a relação dos magistrados com o mercado privado.
Informações Revista Oeste

Um Projeto de Lei que altera a legislação penal para tipificar o crime de violência obstétrica, estabelecendo penas que variam de detenção a reclusão por até 15 anos, dependendo da gravidade da lesão, está em discussão na Câmara dos Deputados.
O PL — de autoria do deputado José Guimarães (PT-CE) — visa punir profissionais que ofendam a integridade física ou psicológica de mulheres durante a gestação, parto ou puerpério. Segundo ele, “além de representarem a garantia dos direitos humanos fundamentais para a mulher e para o nascituro, as evidências demonstram os impactos positivos para a saúde materna e neonatal”, afirma o deputado.
Violência obstétrica atualmente
Sem a tipificação no Código Penal, os casos são enquadrados como crimes genéricos, como lesão corporal, maus-tratos ou homicídio culposo. A responsabilização ocorre em grande parte na esfera cível, por meio de processos indenizatórios, ou na esfera administrativa, via denúncias aos conselhos de classe (CRM/Coren). As condenações criminais com pena de prisão dependem da comprovação de dolo ou culpa grave em tipos penais já existentes.
Punições previstas
O texto cria tipos penais específicos para quem utilizar manobras, técnicas ou procedimentos que descumpram as normas de saúde estabelecidas:
A proposta prevê, além da violência física, a punição da violência psicológica. Com isso, causar dano emocional mediante ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação ou chantagem poderá resultar em detenção de 1 a 2 anos e multa.
Informações Metro1