Feira de Santana volta a se destacar no cenário nacional. De acordo com levantamento do Instituto de Pesquisa Verita, o município está entre as 11 administrações mais bem avaliadas do Brasil entre cidades do interior. A pesquisa analisou exclusivamente prefeitos que governam fora das capitais, destacando aqueles que apresentam melhor desempenho na avaliação popular.
Sob a liderança do prefeito José Ronaldo, Feira de Santana conquistou a 11ª colocação no ranking nacional e tornou-se a única representante da Bahia na lista dos 23 gestores mais bem avaliados do país nesse recorte. O resultado reforça a percepção de eficiência administrativa e compromisso com a população feirense.
O levantamento do Instituto Verita inverteu a lógica tradicional das pesquisas, que costumam concentrar atenções nas capitais, e voltou os olhos para o interior do Brasil — onde vivem milhões de brasileiros e onde os desafios da gestão pública exigem criatividade, planejamento e responsabilidade fiscal.
Estar entre as melhores administrações do país não é resultado de acaso. A avaliação positiva reflete ações concretas da Prefeitura de Feira de Santana em áreas essenciais como infraestrutura, saúde, educação e mobilidade urbana. A gestão municipal tem priorizado investimentos estruturantes e políticas públicas voltadas para o crescimento ordenado da cidade.
Outro dado que chama atenção é que Feira de Santana aparece à frente da capital baiana no ranking nacional, evidenciando a força administrativa do segundo maior município do estado. O desempenho reforça o protagonismo da cidade no cenário baiano e nacional.
O ranking representa uma fotografia do momento, mas consolida um cenário de aprovação popular e credibilidade administrativa. Feira de Santana, mais uma vez, reafirma sua posição de destaque no Brasil — agora com selo nacional de excelência em gestão pública.
Fonte: o Protagonista

A recente entrega de um relatório da Polícia Federal (PF) ao ministro Edson Fachin no qual detalhou as relações entre o também ministro Dias Toffoli e o banqueiro Daniel Vorcaro marca uma nova fase na investigação que envolve o Banco Master. O material abre caminho para a análise de documentos que citam Alexandre de Moraes, outro integrante do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo informação do jornal O Globo, o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, já informou a Fachin sobre menções recorrentes a Moraes em conversas extraídas do celular de Vorcaro, controlador do Master. As mensagens, conforme a publicação, incluem diálogos sobre pagamentos e refletem uma proximidade entre Moraes e o banqueiro.

Em dezembro, tornou-se público que Viviane Barci de Moraes, mulher de Moraes, possuía contrato com o Banco Master. O documento estipulava pagamentos de R$ 130 milhões em três anos para representar interesses do banco em órgãos do Executivo, Legislativo e Judiciário.
Até agora, os órgãos não localizaram provas de que serviços compatíveis com esse valor efetivamente ocorreram. Nem Viviane nem Moraes esclareceram os detalhes do contrato.
O relatório referente ao magistrado ainda não está oficialmente com Fachin. Caso esse material fosse remetido diretamente a Toffoli, responsável anterior pelo caso Master e autor de decisões contrárias à orientação da PF, havia a expectativa de possível arquivamento do documento, ainda segundo o jornal O Globo.
A saída de Toffoli da relatoria alterou o cenário na Corte, transferindo o caso, por sorteio, ao ministro André Mendonça. Moraes, que vinha defendendo Toffoli publicamente e em reuniões reservadas no Supremo, vê seu próprio risco aumentar diante da redistribuição do processo e do avanço das investigações.
Informações Revista Oeste

A revista britânica The Economist afirmou, em artigo publicado nesta quinta-feira, 12, que a situação econômica do Brasil representa o alerta mais importante para as grandes potências globais. Segundo a publicação, a relação entre os juros altos e a dívida pública brasileira oferece uma lição mais relevante para o mundo do que a inflação da Argentina ou a estagnação da Itália. O texto destaca que o cenário nacional impõe um dilema angustiante entre uma austeridade profunda e uma espiral descontrolada de encargos financeiros. Além disso, cunha o termo “brazilification“, que pode ser traduzido como “brasileirização”.
A análise aponta que, apesar de indicadores aparentemente positivos — como o crescimento econômico razoável e um Banco Central independente —, o custo para financiar a dívida compromete o futuro do país. Com a taxa Selic em 15% ao ano, o governo brasileiro precisará tomar emprestado cerca de 8% do Produto Interno Bruto (PIB) anualmente apenas para quitar a conta de juros. A revista ressalta que fechar esse déficit apenas com medidas de austeridade é uma tarefa improvável no atual contexto.
A publicação identifica uma combinação de fatores para explicar por que os juros permanecem em patamares tão elevados no Brasil. A fragilidade de instituições financeiras, a volatilidade histórica da inflação e a trajetória preocupante do orçamento federal compõem o diagnóstico. O gasto com previdência, que consome 20% do PIB, recebe atenção especial.
https://youtube.com/watch?v=9jNUBZMznPA%3Ffeature%3Doembed%26enablejsapi%3D1%26origin%3Dhttps%253A%252F%252Frevistaoeste.com
A revista cita os Estados Unidos como um exemplo de país que deve temer o fenômeno da ‘brasileirização’. A The Economist observa que as instituições americanas, como o Federal Reserve (Fed), sofrem pressões constantes que podem comprometer a estabilidade fiscal. O artigo sugere que os dilemas orçamentários atuais parecerão simples caso os juros subam e as potências precisem escolher entre cortes severos ou o endividamento extremo.
O texto encerra com um alerta sobre o custo do populismo. Para a revista, prometer inflação baixa sem reduzir os gastos com a previdência torna-se uma missão quase impossível. O Brasil enfrenta agora o que a publicação chama de “escolha angustiante”, um destino que as economias desenvolvidas devem evitar logo que os primeiros sinais de desequilíbrio fiscal surgirem em seus próprios orçamentos.
Informações Revista Oeste

O caso da morte do cão comunitário Orelha ganhou um novo desdobramento em Santa Catarina. A Justiça autorizou a exumação do animal, atendendo a uma solicitação do Ministério Público estadual para aprofundar a investigação sobre as circunstâncias da agressão ocorrida na Praia Brava, em Florianópolis.
A Polícia Científica já iniciou a realização de novos exames periciais no corpo do animal. A medida busca esclarecer pontos que, segundo o MP, ainda precisam de análise técnica complementar.
Paralelamente, o Ministério Público abriu um procedimento para avaliar a atuação do delegado-geral da Polícia Civil, Ulisses Gabriel, na condução do caso. A 40ª Promotoria de Justiça informou que recebeu representações questionando a condução da investigação e vai analisar se há necessidade de medidas judiciais.
Em nota, a Polícia Civil e a Polícia Científica afirmaram que estão cumprindo as determinações judiciais e reforçaram que o objetivo é reunir provas suficientes para o encaminhamento do caso à Justiça, tanto em relação à morte de Orelha quanto às apurações sobre maus-tratos ao cão Caramelo.
Informações Bahia.ba

O concurso 2.972 da Mega-Sena terminou sem vencedores na faixa principal nesta quinta-feira (12) e o prêmio acumulou.
Com isso, a estimativa para o próximo sorteio, marcado para 14 de fevereiro, subiu para R$ 62 milhões.
As dezenas sorteadas foram: 09 – 10 – 15 – 46 – 49 – 51.
Nenhuma aposta acertou os seis números.
Na quina, 55 apostas cravaram cinco dezenas e cada uma receberá R$ 41.264,65. Já a quadra teve 3.582 ganhadores, com prêmio individual de R$ 1.044,39.
Informações Bahia.ba

O ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), confirmou que a migração do senador Angelo Coronel (PSD) para o seu grupo político está em estágio avançado. Durante a abertura oficial do Carnaval de Salvador, nesta quinta-feira (12), Neto afirmou que a estrutura da chapa majoritária está praticamente definida sob o ponto de vista político, dependendo agora de acomodações entre as legendas que compõem o arco de aliança.
“Eu diria que já está lavrado, faltando apenas detalhes, sobretudo de ajuste de partidos. Então, isso vai permitir que a gente entre com uma chapa forte, muito competitiva e gera uma expectativa que tem impacto direto na classe política”, afirmou o pré-candidato.
A movimentação ocorre após Coronel anunciar publicamente o rompimento com a base do governador Jerônimo Rodrigues (PT), alegando ter sido “limado” da chapa majoritária de 2026. Segundo ACM Neto, a chegada do senador fortalece a competitividade da oposição no estado.
“A gente chega muito mais otimista. Afinal de contas, a gente percebe um sentimento crescente de mudança no estado, uma fadiga do PT na Bahia e, sobretudo, o desgaste do governador Jerônimo Rodrigues [PT]. E é claro, uma ampliação do nosso campo político com essa quase certa vinda do senador Angelo Coronel pro nosso lado”, disse.
Ajustes partidários
A estratégia da oposição, segundo o ex-prefeito, é utilizar a consolidação desses nomes de peso para atrair lideranças do interior do estado que hoje integram a base governista. “E agora vem o movimento de adesão inicialmente de ex-prefeitos, vereadores e daqui a pouco de prefeitos e demais lideranças”, disse Neto ao projetar os próximos passos da pré-campanha.
Coronel, que busca a reeleição ao Senado, indicou recentemente que sua saída do PSD tornou-se “insustentável” e que o caminho natural seria a filiação ao União Brasil ou a siglas aliadas, como PSDB ou PRD. A confirmação oficial do destino partidário do senador é aguardada para as próximas semanas, coincidindo com o cronograma de ACM Neto de fechar a chapa até o mês de março.
Informações Bahia.ba

O Tribunal de Contas da União (TCU) analisou uma licitação de publicidade do Banco do Brasil e encontrou problemas relevantes no contrato, que alcançou R$ 750 milhões no ano passado.
Nesta quarta-feira 11, a Corte de Contas destacou que os critérios usados para definir o valor careciam de transparência e que a despesa não tinha justificativas detalhadas.
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Ao analisar o caso, os ministros do TCU advertiram que a ausência de clareza sobre a aplicação dos recursos em campanhas de publicidade compromete os princípios de transparência, motivação e planejamento.
Os ministros afirmam que “a ausência de detalhamento da quantificação dos recursos aplicados em campanha de publicidade e propaganda, em desacordo com os princípios da transparência, da motivação e do planejamento, representa grave falha de planejamento, que eleva o risco de dano ao Erário por sobrepreço ou superfaturamento na execução contratual”.
O tribunal estabeleceu um prazo de 60 dias para que o Banco do Brasil apresente medidas que garantam a execução transparente do contrato.
Além disso, determinou o acompanhamento contínuo dos contratos de publicidade não só do banco, mas também da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Caixa Econômica Federal e Correios.
A apuração teve início depois de questionamentos feitos pelos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Gustavo Gayer (PL-GO), que levantaram dúvidas sobre os critérios utilizados em contratos do governo Lula para publicidade, totalizando R$ 3,5 bilhões.
Entre os valores mencionados, além do Banco do Brasil, destacam-se R$ 562,5 milhões para a Secom, R$ 468,1 milhões para a Caixa Econômica Federal e R$ 380 milhões para os Correios.
O Banco do Brasil, por meio de sua assessoria, informou que ainda não recebeu notificação oficial sobre a decisão do TCU.
Em nota ao jornal Folha de S.Paulo, a instituição declarou que ‘os valores a serem executados estão em consonância com as limitações impostas pelo art. 93 da Lei n. 13.303/16″.
O banco afirmou que prestará informações complementares nos autos do processo assim que receber a notificação oficial.
Informações Revista Oeste

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), deixou nesta quinta-feira (12) a relatoria de investigações relativas ao Banco Master.
A decisão, após reunião dos ministros da Corte, ocorre na esteira dos avanços da investigação da Polícia Federal sobre o caso. Em nota, o STF informou que o ministro – “considerados os altos interesses institucionais” – pediu que o tema fosse redistribuído para outro ministro relatar o caso.
No texto, os ministros do tribunal afirmaram “não ser caso de cabimento para a arguição de suspeição”, que reconhecem “a plena validade dos atos praticados pelo Ministro Dias Toffoli” e que expressam “apoio pessoal ao Exmo. Min. Dias Toffoli, respeitando a dignidade de Sua Excelência, bem como a inexistência de suspeição ou de impedimento”.
Relatório dos investigadores enviado ao Supremo na última segunda-feira (9) trouxe menções sobre o magistrado, a partir de dados do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. O presidente do STF, ministro Edson Fachin, informou aos colegas sobre os achados da PF na reunião.
Em nota divulgada nesta quinta-feira, Toffoli esclareceu sua participação societária na empresa Maridt. Também negou relação pessoal ou financeira com o banqueiro Daniel Vorcaro.
O ministro admitiu que integra o quadro societário da empresa, mas que a administração é feita por parentes.
A nota afirmava ainda que essa condição é permitida pela Lei Orgânica da Magistratura (Loman), que veda apenas que magistrados exerçam atos de gestão.
As apurações sobre irregularidades na gestão do Banco Master chegaram em dezembro do ano passado ao Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, Toffoli decidiu que o caso tramitaria na Suprema Corte.
A apuração inicial tramitava na Justiça Federal em Brasília e envolvia a operação de compra do banco pelo BRB. No âmbito deste caso, Toffoli determinou depoimentos e acareação no penúltimo dia do ano. Em janeiro, autorizou a prorrogação das investigações.
Também em janeiro, o ministro autorizou uma operação da Polícia Federal que em outra frente de investigações – desta vez, sobre um suposto esquema de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e incluiu buscas em endereços ligados ao controlador da instituição, Daniel Vorcaro, e a familiares, como o pai, a irmã e o cunhado.
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Foto: Rosinei Coutinho/STF

Após ter relações com o empresário Daniel Vorcaro expostas, o ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), passou a ter sua vida revirada pela imprensa. Uma reportagem do Metrópoles mostra que ele, a filha Pietra Ortega Toffoli e a ex-mulher Roberta Rangel reúnem imóveis no Distrito Federal avaliados em cerca de R$ 26 milhões.
Segundo a publicação, a compra mais recente atribuída à família foi feita em fevereiro deste ano. Pietra, de 25 anos, teria adquirido um apartamento de 154 metros quadrados no Setor Noroeste por R$ 2,5 milhões, sem indicação de financiamento na escritura.
Ainda de acordo com a reportagem, o imóvel mais recente em nome do próprio ministro é um apartamento de 47 m², também no Noroeste. A propriedade teria sido comprada em abril de 2024 e foi avaliada por corretores em cerca de R$ 600 mil, embora o valor declarado na escritura tenha sido de R$ 183 mil.
O texto diz que, no ato da compra, os antigos proprietários teriam cedido o direito de “usufruto vitalício” a uma mulher de 50 anos, identificada no documento como empregada doméstica.
A matéria também afirma que, em maio de 2022, Toffoli comprou uma quitinete de 31 m² no Lago Norte. O valor declarado teria sido de R$ 79,5 mil, embora, na época, o imóvel fosse avaliado entre R$ 240 mil e R$ 250 mil.
Hoje, segundo corretores ouvidos pela reportagem, a mesma quitinete seria avaliada em torno de R$ 350 mil. O documento, conforme a publicação, transfere o “usufruto vitalício” a outra mulher, de 54 anos, também descrita como empregada doméstica.
A reportagem relata ainda que essa mulher informou como um de seus endereços anteriores uma casa de 451 m² no Lago Norte, com dois andares e piscina, que atualmente estaria em nome de Pietra.
O imóvel, segundo o texto, foi comprado por Toffoli em 2006 por R$ 700 mil. Em 2023, ele teria transferido a propriedade para a filha, declarando o valor de R$ 2,3 milhões.
Corretores especializados, porém, teriam informado que uma casa com metragem semelhante na mesma quadra não sai por menos de R$ 4,2 milhões.
No levantamento do Metrópoles, Roberta Rangel também aparece como proprietária de imóveis no DF. Um deles seria um apartamento de 83 m² no Setor Noroeste, comprado à vista em outubro de 2023.
Na época, o valor declarado na escritura teria sido de R$ 669 mil. Hoje, um imóvel semelhante no mesmo prédio seria anunciado por R$ 1,25 milhão, segundo a reportagem.
O texto afirma ainda que, em dezembro passado, após o fim do relacionamento com Toffoli, Roberta comprou uma cobertura de 259 m² na Asa Norte. Um imóvel no mesmo prédio, de alto padrão, estaria anunciado por R$ 4,1 milhões.
A reportagem também aponta que o escritório Rangel Advogados, que já teve Toffoli como sócio, possui imóveis em Brasília. Um deles seria um terreno de 1.875 m² no Lago Norte, comprado em dezembro de 2009 por R$ 1 milhão e avaliado hoje em pelo menos R$ 7 milhões.
A publicação descreve que o local é conhecido no mercado como “ponta de picolé”, por ficar no fim da rua e ter acesso direto ao Lago Paranoá. O terreno estaria vazio e tomado pelo mato. Segundo o texto, um vizinho afirmou que o terreno seria “da sogra do Toffoli”.
O escritório também comprou, em agosto de 2009, um conjunto de salas que somam 295 m² em um prédio ao lado dos tribunais superiores. Esse imóvel estaria avaliado em pelo menos R$ 4,4 milhões.
Procurado por meio da assessoria, Toffoli afirmou que “todas as receitas e patrimônios do ministro estão devidamente declarados e aprovados em suas declarações anuais à Receita Federal do Brasil”.
Vale lembrar que nesta quinta-feira (12), Toffoli também admitiu, em nota, ser sócio de dois irmãos em uma empresa chamada Maridt Participações S.A., que teria sido dona de 17% do Tayayá Resort até março deste ano.
*Pleno.News
Foto: Fellipe Sampaio /STF

com Frei Jorge Rocha
tema: churrasco e salada