
Uma pesquisa de opinião, no mínimo suspeita, foi registrada nesta sexta-feira (21) no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), para prefeito de Feira de Santana. Por telefone, o levantamento, além de tentar manipular o eleitor consultado, tem como estatística responsável uma ex-funcionária do Gabinete do deputado federal Zé Neto (PT).
O Protagonista apurou que a responsável pela pesquisa é a Numen Data Pesquisa e Consultoria LTDA, com registro na cidade de São Félix do Coribe. O custo, segundo registrado no TRE, foi de R$ 6.500.
A pesquisa apresenta fatos que põem em xeque sua credibilidade. A estatística responsável pela pesquisa da Numen é Lorena Maurícia Neris Silva. Ela foi funcionária do Gabinete do deputado Zé Neto, nomeada em 2012, onde exerceu a função de secretária parlamentar. Vale lembrar que o deputado é pré-candidato a prefeito de Feira.
Além disso, o questionário, aplicado através de contato telefônico, induz a resposta dos entrevistados. O Protagonista teve acesso (OUÇA ABAIXO) ao áudio, gravado, em que uma voz feminina entra em contato com um eleitor da cidade. Ao perguntar em quem o entrevistado votaria para prefeito de Feira em outubro, a gravação apresenta quatro opções: Carlos Medeiros (NOVO), Zé Neto (PT), Zé Ronaldo (União Brasil) e Pablo Roberto (PSDB).
Ao citar o ex-prefeito Zé Ronaldo, a gravação diz que ele é apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e ACM Neto, enquanto Zé Neto seria apoiado, segundo a gravação, por Lula e Jerônimo.
Zé Ronaldo nunca afirmou que está ao lado de Bolsonaro e o ex-presidente também não se manifestou sobre seu candidato a prefeito de Feira – se é que vai apoiar alguém. Caracteriza-se, então, uma tentativa de nacionalizar a eleição em Feira.
Porém, historicamente, o pleito na Princesa do Sertão não é influenciado pelo cenário político nacional. Apesar de várias vindas de Lula a Feira de Santana, para tentar oxigenar as campanhas do PT, o partido foi derrotado seis vezes seguidas no município – cinco com Zé Neto.
Outra situação estranha em relação à pesquisa é que a Numen só registou uma única pesquisa para prefeito no TRE até hoje.
Com previsão de ser divulgada na quinta-feira (27 de junho), a pesquisa já nasce cercada de dúvidas e suspeitas.
Fonte: O Protagonista FSA

A Prefeitura Municipal de Feira de Santana ampliou para 592 vagas o concurso público para atuação em diversos setores da administração pública. O processo seletivo, marcado para ocorrer ainda este ano, visa atender às necessidades da gestão municipal, garantindo o pleno funcionamento dos serviços públicos.
Desta forma, foram acrescentadas 10 vagas para o cargo de agente da Guarda Municipal 2ª classe. A medida consta em edição do Diário Oficial Eletrônico desta sexta-feira (21).
Para realização de todas as etapas do processo seletivo, a Prefeitura de Feira de Santana contratou Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC). A contratação foi realizada conforme o art. 75 da Lei Federal 14.133/2021, que permite a dispensa de licitação.
Os interessados devem ficar atentos aos próximos passos do processo seletivo, que incluirá a divulgação do edital completo com todas as informações sobre inscrições, dados das provas e conteúdos programáticos.
(Secom)

O governo do estado deu, esta semana, mais uma demonstração de tratamento frio a Feira de Santana. Determinar a transferência de duas companhias da Polícia Militar do município, em ato oficial publicado no sábado (14), foi uma agressão ao cidadão feirense, que vive oprimido e amedrontado com a violência.
A retirada das Companhias 64 e 67 de Feira, as transferindo para atuação em Santa Bárbara e São Gonçalo, respectivamente, foi uma decisão absurda do setor de segurança pública do governo Jerônimo.
O ato oficial foi publicado no sábado, 14. Após a repercussão negativa da medida, coube ao comandante do CPRL (Camando de Policiamento Regional Leste), sediado em Feira, ir para a imprensa, como um boi de piranha, dizer que tudo não passou de um erro humano – não explicado. Pior, ainda, foi dizer que a transferência das duas companhias da PM seria anulada ainda “em alguns dias”.
Na quinta (21), o governo estadual anulou vários atos relacionados à segurança pública, incluindo mudanças de companhias da PM. Porém, Feira de Santana não estava na lista.
Parece que o governo do estado e sua cúpula de segurança pública ignoram os 113 assassinatos registrados neste ano, somente entre janeiro e abril em Feira de Santana. São cerca de 28 crimes por mês. A tendência, infelizmente, é de mais um ano com banho de sangue na Princesa do Sertão.
Mesmo que a transferência das companhias de Feira para outros municípios seja desfeita, o que seria como uma catalepsia, estrago moral já está concretizado. Foi mais um tapa na cara do feirense.
O que é catalepsia: é uma condição transitória na qual o paciente apresenta uma incapacidade na movimentação dos membros, na cabeça ou até na fala. Em alguns casos, podem ser confundidos com a morte.

A expansão do Aeroporto João Durval Carneiro, em Feira de Santana, na Bahia, que era uma das prioridades do governador Jerônimo Rodrigues (PT) durante sua campanha, parece estar cada vez mais distante de se tornar realidade, conforme destacou o vereador José Carneiro (União Brasil) em seu pronunciamento na Câmara dos Vereadores. Ele expressou indignação com a persistente condição do aeroporto, que continua a ser pouco mais que um “cubículo“.
O vereador lamentou a suspensão da venda de passagens pela Azul Linhas Aéreas para voos futuros partindo do aeroporto feirense, e exigiu esclarecimentos do Governo do Estado sobre a situação. “Nosso aeroporto está sendo negligenciado“, afirmou, ressaltando a necessidade urgente de investimentos estaduais para ampliar suas operações.
Além disso, José Carneiro apontou a suspensão da rota Feira de Santana – Salvador, apenas cinco meses após seu lançamento, como um duro golpe para a viabilidade do aeroporto. “Estamos falando da segunda maior cidade da Bahia, que deveria ter uma variedade de opções de voos, incluindo destinos como São Paulo e Rio de Janeiro“.
Em relação à alegação de que a proximidade entre Feira de Santana e Salvador impediria novos investimentos, o vereador discordou veementemente: “Isso é apenas uma desculpa. Em outros estados, cidades próximas das capitais possuem aeroportos de grande porte, como Campinas (SP) e Caruaru (PE)”.
Motivos para os afastamentos, no entanto, não foram revelados

O Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) decidiu por afastar os juízes André Marcelo Strogenski, 1ª Vara Criminal, Júri e Execuções Penais; Fernando Machado Paropat Souza, da 1ª Vara dos Feitos Relativos às Relações de Consumo, Cíveis, Comerciais, Consumidor e Registro Público; e Rogério Barbosa de Sousa e Silva, da Vara da Infância e Juventude e Execução de Medidas Sócio-Educativas após correição realizada pelo Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ).
A sindicância foi julgada de forma sigilosa pelo Pleno do TJ-BA na sessão de quarta-feira (19). Os motivos para os afastamentos, no entanto, não foram revelados.
Informações Bahia.ba

Ex-secretário municipal de Feira de Santana em diversas pastas, o vereador Justiniano França (União brasil) lança pré-candidatura visando dar continuidade ao trabalho na Câmara Municipal. Durante a oficialização da disputa eleitoral, o líder político de vários mandatos também anunciou apoio à pré-candidatura a prefeito de José Ronaldo, mesmo partido e do qual sempre fez parte do mesmo grupo político.
O lançamento da pré-candidatura foi no Hotel Íbis, contando com as presenças do pré-candidato a prefeito José Ronaldo, do ex-secretário municipal Sérgio Carneiro; o presidente do PL, Raimundo Júnior; o ex-vereador David Neto; Vânia, esposa do ex-deputado Lázaro; e dezenas de apoiadores que lotaram o ambiente.Cumprindo quarto mandato como vereador, dos quais um deles como presidente do Legislativo feirense, além de secretário de Educação por duas vezes, secretário de Serviços Públicos por 3 vezes e de Desenvolvimento Econômico por mais uma vez, Justiniano França afirma estar cumprindo um chamamento popular visando continuar desenvolvendo um trabalho voltado para o crescimento de Feira de Santana ao lado de José Ronaldo.
Informações Sem Censura
O uso de remédios como o Ozempic deve ser combinado com dieta balanceada e prática de exercícios físicos. Saiba como organizar a rotina

O uso de Ozempic, Wegovy, Mounjaro e similares pode levar a uma perda de peso média de 15 a 20%, por isso essas medicações são consideradas aliadas contra a obesidade.
Quando a indicação de uso desses remédios é feita, os pacientes precisam combinar o tratamento com uma alimentação balanceada e uma rotina de atividades físicas.
Caso não se alimentem adequadamente ou se exercitem sem continuidade, além de gordura, eles vão perder massa magra e podem acabar desenvolvendo um quadro chamado obesidade sarcopênica.
A obesidade sarcopênica é caracterizada pelo excesso de tecido adiposo (gordura) e pela falta de massa magra. O quadro é mais comum em pessoas idosas, mas pode ocorrer em qualquer faixa etária e também em pacientes que passaram por rebote após um emagrecimento significativo. A condição agrava doenças e dificulta a perda de peso a médio e longo prazo.
O médico João Eduardo Salles, membro do Departamento de Doenças Associadas da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), explica que toda perda de peso, seja com dieta, medicamento ou cirurgia bariátrica, leva à diminuição da massa muscular.
Estima-se que, para cada quilo perdido, a pessoa perca 250 gramas de músculo. Por isso, uma alimentação planejada e a prática de exercícios físicos com foco no ganho de massa magra são fundamentais para manter o equilíbrio físico, especialmente para pacientes com obesidade.
“É importante entender que a perda de peso leva à perda de massa magra. É por isso que orientamos os pacientes a seguir uma dieta rica em proteínas e a praticar exercícios físicos resistidos, que desenvolvem a massa magra”, esclarece Salles.
Além disso, muitas vezes, os pacientes em tratamento também tendem a ter resistência à insulina, o que pode tornar a perda de massa muscular mais acentuada.
O médico Fábio Moura, diretor da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), acrescenta que, quando os pacientes param de usar o remédio ou, por algum motivo, relaxam no tratamento, eles podem ver o peso voltar a subir, com o ganho apenas de gordura e não de músculos.
“É imprescindível manter um planejamento nutricional associado a um treinamento focado em exercícios resistidos”, afirma Moura.
O ideal é que o paciente que está em tratamento com as medicações pratique pelo menos 150 minutos de atividades físicas por semana.
Para prevenir a perda da massa muscular, a rotina deve ser dividida em: exercícios resistidos – como a musculação – ao menos três vezes por semana e exercícios aeróbicos duas vezes por semana.
Com o passar do tempo, ao ficar mais acostumado ao exercício resistido, o paciente deve aumentar sua intensidade (carga). “Não adianta fazer supino com 10 quilos para sempre. Com o tempo e a orientação de profissionais de educação física, a carga pode ser aumentada gradativamente para que haja o ganho de massa muscular”, esclarece Salles.
Devido ao excesso de peso, algumas pessoas acabam sem disposição para praticar exercícios físicos ou sofrem com articulações sobrecarregadas. Essas pessoas precisam seguir uma rotina de treinos gradual e progressiva para evitar lesões.
“É uma prática que precisa ser mantida pelo resto da vida e não por apenas um, dois ou três meses”, enfatiza Moura.
Informações Metrópoles

Com gols de Julián Álvarez e Lautaro Martínez, a Argentina venceu o Canadá por 2 a 0 na abertura oficial da Copa América 2024, no Mercedez-Benz Stadium, em Atlanta, Geórgia (Estados Unidos).
Essa é a 48ª edição da Copa América que reúne 16 seleções disputando o título nos Estados Unidos. A grande final será realizada no dia 14 de julho, no Hard Rock Stadium, em Miami Gardens, na Flórida.
O Brasil estreia na competição na próxima segunda-feira (24), contra a Costa Rica, a partir das 22h (horário de Brasília), em Los Angeles.
Informações Bahia.ba
O ex-desembargador Wálter Maierovitch criticou decisão do ministro do STF contra matéria do jornal Folha de S.Paulo

O ex-desembargador e colunista do portal UOL Wálter Maierovitch criticou a censura imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra o jornal Folha de S.Paulo. O jurista escreveu a respeito em artigo publicado nesta quinta-feira, 20.
“A censura imposta pelo reincidente Moraes no caso Lira é causa para impeachment“, afirmou Maierovitch. “Moraes, como [Dias] Toffoli, flertam com o impeachment faz algum tempo. Convém ler o artigo 39, número 5, da Lei 1.079, de 1950, aplicável aos magistrados: ‘Proceder de modo incompatível com a honra, dignidade e decoro de suas funções’.”
Na terça-feira 18, Moraes ordenou a retirada do ar de reportagens da Folha e dos sites Terra, Brasil de Fato e Mídia Ninja. O magistrado derrubou as matérias sobre declarações de Jullyene Lins, ex-mulher do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Ela acusa o parlamentar de tê-la agredido fisicamente.
A decisão afetou a publicação de dois vídeos, um deles de uma entrevista feita pela Folha, em 2021, e reportagens em texto. Todo o material retirado do ar trata do depoimento de Jullyene contra Lira. Moraes recuou da medida e permitiu que o conteúdo voltasse ao ar na quarta-feira 19.
Na decisão inicial, Alexandre de Moraes disse, por exemplo, que a lei brasileira não permite “a utilização da liberdade de expressão como escudo protetivo para a prática de discursos de ódio, antidemocráticos, ameaças, agressões, infrações penais e toda a sorte de atividades ilícitas”.
Em artigo, o colunista do UOL disse haver um “aparente compadrio” entre Alexandre de Moraes e Arthur Lira. Nesse sentido, Maierovitch completou: “Ora, ora. Isso é censura”. Ele criticou o magistrado por decidir contra “expressa garantia constitucional” e disse que não foi a primeira vez que Moraes agiu dessa forma.
“Trata-se de rasgar a Constituição por um ministro com função e compromisso institucional solene de ser o defensor e o garantidor do cumprimento da nossa lei maior”, disse Maierovitch. “E não se deve abrir brecha à conversa fiada de o juiz possuir, pela mesma Constituição, livre convencimento.”
O ex-desembargador destacou que não se apaga informação de réus, mesmo em casos de absolvição. De acordo com o colunista do UOL, embora Lira tenha sido absolvido do processo, não pode “a informação ser fragmentada, perder-se a origem e as conexões”.
“Moraes não só censurou”, disse Maierovitch. “No popular, deu um ‘cala boca’ na ex-esposa de Lira. Nada mais pode falar sobre o passado, nem criticar a sentença absolutória e afirmar coações e ameaças. E a ex-esposa, legitimamente, alegou não ser Moraes o juiz natural-constitucional competente.”
Informações Revista Oeste

Bancos, consultorias e corretoras preveem alta no preço dos alimentos entre 4,5% e 7,5% para 2024, informou nesta sexta-feira, 21, o jornal O Globo. A projeção anterior era de 3,5%.
O novo porcentual é maior que a inflação geral, que deve fechar o ano em torno de 3,96%, segundo o Boletim Focus divulgado na última segunda-feira, 17.
Em 2023, os preços dos alimentos caíram 0,52%. Neste ano, a alta tem relação com a intensidade do El Niño, as chuvas intensas no Rio Grande do Sul e a antecipação do La Niña, além da alta do dólar.
Produtos como arroz, legumes, verduras e frutas não devem ter redução significativa nos preços no segundo semestre. Até mesmo carnes e leite, que ficaram mais baratos nos últimos doze meses, podem voltar a subir.
Economistas consideram a perspectiva de preços de alimentos mais altos um risco adicional no radar do Banco Central. A autoridade monetária, que tenta controlar a inflação ajustando os juros, já interrompeu o ciclo de queda da Selic devido à alta do dólar e riscos fiscais — os gastos excessivos do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo O Globo, a Tendências Consultoria revisou de 3,5% para 4,5% a previsão de aumento da alimentação no domicílio em 2024, devido aos impactos do El Niño e das chuvas no Rio Grande do Sul.
Alimentos in natura que normalmente teriam queda de preços nesta época do ano ficaram mais caros. Consequentemente, a alimentação no domicílio em doze meses, que afeta mais as famílias de menor renda, está subindo e já influencia as expectativas de inflação para este e o próximo ano.
Luis Otávio Leal, economista-chefe da G5 Partners, projeta que a alimentação no domicílio ficará 7,5% mais cara em 2024, próximo da média histórica de alta de 7,3% ao ano.
Um relatório do Santander alerta que a rápida transição do El Niño para o La Niña pode impactar as safras de grãos na América do Sul, elevando os preços dos alimentos. Segundo o banco, os preços da soja e do milho subiram nas últimas três ocorrências do La Niña.
Antes mesmo dos efeitos do La Niña, o excesso de chuvas no Sul, consequência do El Niño, já havia elevado os preços dos alimentos in natura. Dados do IBGE mostram que o arroz subiu 26% em doze meses até maio, e a batata inglesa teve um aumento de 57,94%.
Informações Revista Oeste