
O governo Jerônimo Rodrigues (PT) contratou por R$ 19,8 milhões uma locadora de carros para vender milho. A empresa, identificada como ASR Locação de Veículos, ainda é investigada pela Polícia Federal e Controladoria Geral da União (CGU) por envolvimento em um esquema de fraudes em nível nacional. As informações são da colunista Andreza Matais, do portal UOL.
Segundo a reportagem, a mesma locadora arrematou lotes de um leilão internacional de arroz do governo federal. A venda foi suspensa após serem divulgados indícios de fraude. O leilão de arroz foi feito por insistência do ministro da Casa Civil e ex-governador da Bahia, Rui Costa (PT), conforme informações do portal.
ASR Locação de Veículos foi criada em 2019 e, atualmente, já tem 22 atividades econômicas ativas, em serviços distintos, como buffet e recepção em evento, até instalação de ar-condicionado.
A participação no leilão nacional foi em dezembro de 2023, mas só em 16 de maio, ela incluiu as atividades de importação e exportação de cereais no catálogo. A locadora arrematou o terceiro maior lote do leilão, avaliado em R$ 112 milhões.
Já na época do leilão de milho, para a Bahia, a empresa estava no nome de Amanda dos Santos Araújo, dona da empresa até abril deste ano.
As duas licitações foram feitas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), responsável pela regulação dos preços dos alimentos. O diretor de Politica Agrícola e Informações da Companhia é Silvio Porto, próximo de Rui Costa. Na última quarta-feira (19), o deputado Pedro Lupion (PP-RR) questionou a relação de Porto com a suspeita de fraude e o ex-governador da Bahia.
“Como pode o senhor Silvio Porto, diretor técnico da Conab, assinar uma nota técnica dizendo a necessidade da compra de arroz por causa de desabastecimento, se a própria Conab emitia documentos reconhecendo que não havia desabastecimento?”, disse Lupion.
A reportagem do CORREIO procurou o governo da Bahia para ter esclarecimentos sobre a compra do milho e aguarda retorno.
*Correio da Bahia

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), foi vaiado após interromper o show do cantor Flávio José no São João de Amargosa, no Recôncavo baiano. O episódio aconteceu na noite deste domingo (23), quinto dia dos festejos juninos da cidade.
O gestor estadual, o prefeito do município, Júlio Pinheiro (PT), e o secretário de Cultura, Bruno Monteiro, acompanhavam a apresentação do sanfoneiro do palco. Após Flávio José fazer uma breve saudação aos políticos, o público vaiou Jerônimo, que ainda fez corações e acenou para os foliões.
No Instagram, o vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, comentou o fato. “Com este péssimo desempenho à frente do governo, será que Jerônimo acreditava que seria aplaudido em Amargosa ou em qualquer outra cidade da Bahia?”, questionou.
Procurada pela reportagem para se posicionar sobre o episódio, a Secretaria de Comunicação do governo não respondeu. O espaço segue aberto para um posicionamento.
Fonte: Correio da Bahia

Chegou a hora de preparar o look com muito estilo para curtir o arrasta-pé danado de bom no Feira Cidade Forró. Nesta segunda-feira (24), feriado municipal de São João, a última noite da programação promete agitar o público.
O São João de São José, um dos mais tradicionais e que é realizado no distrito de Maria Quitéria, tem artistas se apresentando simultâneamente nos dois palcos. Naldinho e Léo Rios é a atração mais esperada. Enquanto em Tiquaruçu, Asas Livres promete atrair um bom público. Em Jaguara, entre as atrações, Mazinho Venturiny e Alex Camargo vão agitar a galera.
Confira a programação completa:
MARIA QUITÉRIA (SÃO JOSÉ)
Dia 24/06
Palco I
18h – Jonny Chamego
20h – Carlos Pitta
22h – Naldinho e Léo Rios
00h – Mestrinho
2h – Márcia Porto
Palco II
15h – Quadrilha
18h – Rony Fiuza
19h30 – Zé Araújo
21h – Fábio Aquino
22h30 – Thalita Costa
00h – Jarbas Original
01h30 – Paulo Raio
TIQUARUÇU
Dia 24/06
17h – Altino
18h – Balanço Gostoso
20h – Raimundinho do Acordeon
22h – Asas Livres
00h – Klessinha
02h – Gigantes Prime
JAGUARA
Dia 24/06
17h – Aline Ataíde
18h – Mazinho Venturiny
20h – Bahia Bend
22h – Cueca Branca
00h – Alex Camargo
02h – Forró Cometa Vip

Neste sábado (22) e domingo (24), a Guarda Municipal de Feira de Santana registrou apenas uma condução por desacato a autoridade durante os festejos juninos do Feira Cidade Forró. O fato ocorreu na primeira noite, no distrito de Maria Quitéria (São José).
A festa realizada ainda nos distritos de Tiquaruçu e Jaguara é considera tranquila, segundo o subcomandante da corporação, Marcos Dantas.
“No geral, a tranquilidade reinou e nenhuma outra ocorrência foi registrada. Importante destacar o caráter familiar da festa, envolvendo crianças e idosos. Concluiu-se os primeiros dias em paz e alegria, o que esperamos para a última noite”, analisou o subcomandante.
O esquema de segurança montado pela Guarda Municipal envolve um contingente significativo de agentes, viaturas e drones.
Em Maria Quitéria, 15 guardas municipais estão patrulhando a área, apoiados por duas viaturas, enquanto outros dois guardas municipais estarão em uma base na Biblioteca Municipal de São José.
Em Jaguara e Tiquaruçu, a segurança está sendo reforçada com uma viatura em cada distrito, contendo quatro guardas em cada uma delas. Ao todo, serão 31 guardas municipais atuando durante os três dias da festa com drones realizando sobrevoos para auxiliar na vigilância.
Com esse planejamento estratégico e o emprego de tecnologias, a Guarda Municipal de Feira de Santana reforça seu compromisso com a segurança pública e contribui para que os moradores e visitantes possam curtir as festividades juninas com alegria e diversão.

Uma barraca clandestina de fogos de artifício explodiu na cidade de Luís Eduardo Magalhães, no oeste da Bahia, na noite de domingo (23). Um vídeo feito por pessoas que estavam próximas ao local mostra o momento em que os fogos guardados no local explodiram. Ninguém ficou ferido.
De acordo com a assessoria de comunicação da prefeitura de Luís Eduardo Magalhães, o incêndio começou depois que uma pessoa soltou fogos próximo ao local. O explosivo, que deveria ser jogado para cima, caiu em cima da barraca.
Todo o material guardado na barraca foi consumido pelo fogo, que foi controlado pelo Corpo de Bombeiros. Além disso, o incêndio causou danos a um imóvel e a fiação elétrica da região.
Ainda de acordo com a Ascom, o proprietário da barraca foi identificado e o local não tinha licenças necessárias para vender fogos de artifício. Além dela, uma outra barraca clandestina, próxima ao local, foi retirada pelo Corpo de Bombeiros, responsável pela fiscalização.
*Com informações g1
Defesa Civil trabalha no resgate da população. Em maio deste ano, mais de 90% do município foi inundado, tirando 40 mil pessoas de suas casas.
Ruas de Eldorado do Sul voltam a alagar em 24/06/2024 — Foto: Mary Silva/RBS TV
Moradores de Eldorado do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre, voltaram a sair de casa entre a noite de domingo (23) e a manhã desta segunda-feira (24), após ruas dos bairros Sans Souci, Itaí e Sol Nascente inundarem. Até a última atualização desta reportagem, chegava a 60 o número de pessoas que precisaram sair de casa e que foram resgatadas, de acordo com a Defesa Civil.
O nível do lago Guaíba subiu 23 centímetros em 11 horas. O Rio Jacuí está em 4,63 metros, conforme a Defesa Civil do município. A cota de alerta é de 5 metros, e a de inundação, de 6 metros.
A oscilação se dá em razão da chuva que atingiu a região no final de semana e também do vento forte que sopra nas direções Sul e Sudeste, represando a água.
Conforme a Defesa Civil municipal, a população que reside nesses três bairros, que são áreas de risco, devem buscar abrigo em um prédio público na cidade de Guaíba, que leva o nome de Solon Tavares, onde funciona a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS). Também é possível buscar acolhimento no Centro da cidade de Eldorado do Sul, mas a recomendação mais segura é para ir até Guaíba.
Equipes da Defesa Civil têm circulado pela cidade em carros para ajudar no resgate de pessoas que precisem de ajuda.
“A água vem e retorna. Não dá trégua para gente. Esse lugar aqui, Dom Feliciano e Antenor Pereira, é o que mais sofre. É por onde a água entra, mas a limpeza começou pelo Centro, fomos esquecidos. O que é que vai acontecer? [A água] vai acabar espalhando essa sujeira e levando para as rua limpas”, diz Marcelo Buenos, que trabalha como promotor de vendas.
Em maio deste ano, mais de 90% do município foi inundado pelas águas que vieram do Rio Jacuí e desceram para o Lago Guaíba. Mais de 40 mil habitantes tiveram que deixar suas casas. O estado foi atingido por fortes cheias após um período intenso de chuvas, entre o fim de abril e início de maio.
Em caso de emergência, o poder público orienta a população a entrar em contato pelos telefones 190, 193 ou 199.
A Defesa Civil do Rio Grande do Sul registrou 177 óbitos em razão da catástrofe ambiental que assola o estado desde o final de abril. Há 37 pessoas desaparecidas. Mais de 800 pessoas ficaram feridas durante as enchentes e há mais de 10 mil fora de casa.
População se esforça para fazer a limpeza em Eldorado do Sul
Ruas alagadas em Eldorado do Sul em 24/06/2024 — Foto: Mary Silva/RBS TV
Informações G1

Durante a pandemia da Covid-19, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi alvo de críticas devido à sua postura em relação à vacinação contra a doença. Nesta sexta-feira, Bolsonaro usou as redes sociais para alfinetar seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sobre o mesmo tema. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, Lula recebeu o imunizante da dengue no início de fevereiro, em uma clínica privada, cinco dias antes do início da campanha do SUS.
“Se vacinou escondido… O povo que se dane”, escreveu Bolsonaro no Twitter, acompanhando o post com a reprodução da reportagem da Folha. As reações ao ex-presidente foram variadas, com críticas tanto à atitude de Lula quanto ironias dirigidas a Bolsonaro.
“Surpreende zero pessoas”, reclamou uma seguidora. “Esse descondenado nunca se preocupou com o povo”, atacou outra. “Lula como sempre egoísta”, afirmou um terceiro.
Alguns usuários defenderam Lula, mencionando que ele não desencorajou a vacinação durante a pandemia, ao contrário de Bolsonaro, que teria fraudado seu próprio cartão de vacinação, segundo indiciamento pela Polícia Federal. O ex-presidente foi acusado de manipular os cartões dias antes de viajar para os Estados Unidos, evitando passar a faixa presidencial para Lula.
Além de Bolsonaro, outros políticos de oposição aproveitaram a reportagem da Folha para criticar Lula, incluindo o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), filho do ex-presidente.
A Folha revelou que Lula se vacinou contra a dengue em 5 de fevereiro, em uma clínica privada, sem divulgação e quatro dias antes do início da campanha de imunização pelo SUS. Não há ilegalidade no recebimento da dose em instituições particulares, mas o governo se recusou a fornecer detalhes sobre o modelo, custo da vacina aplicada e nome do laboratório, segundo o jornal.
Informações TBN

A professora Ana Carolina Toschi, 47, nunca tinha ouvido falar em experiência de quase morte (EQM) quando viveu uma situação extracorpórea em 2006, no parto da filha caçula. Em vez de medo e insegurança, Ana Carolina relata momentos de um sentimento indescritível —e a sensação de certeza de que, mesmo sem saber como, não era sua hora. A VivaBem, ela conta como aquele dia foi um “divisor de águas” em sua vida.
“Em 8 de março de 2006, foi o parto da minha filha caçula. Tomei a anestesia raquidiana para a cesárea, tocou o telefone do médico, e ele saiu da sala.
Comecei a me sentir mal e, como já tinha passado por outros partos, sabia que o anestesista deveria estar ali. Comecei a conversar com a enfermeira, que estava no meu lado esquerdo, e falei que estava passando muito mal.
Tentava explicar e ela fez que não entendeu o que eu estava falando. Tentava continuar falando, ela começou a chorar e disse: ‘Mãe, abre o olho, mãezinha’. Nisso, pensei: ‘Nossa, que estranho, estou de olho aberto e falando com ela’. Me senti um pouco mais para trás, como se meu rosto tivesse se deslocado para dentro. Conseguia ver a ‘parte de dentro’ dos olhos.
Ouvi apitar o monitor, olhei para trás e vi uma linha. Quando vi essa linha, já imaginei o que estava acontecendo. Saí do corpo e fiquei em paralelo, de pé, ao lado do monitor, vendo o que estava acontecendo. Foi muito rápido.”
Em seguida, já me vi em outro lugar deitada em uma cama. A grade da cama era branca, diferente do hospital, e vi tudo muito branco. Uma luz forte branca. Essa foi a parte mais emocionante de estar lá, não tinha vontade de sair dali, porque é uma sensação maravilhosa que no corpo a gente não consegue ter.
É uma coisa indescritível mesmo. A gente se desliga do corpo, porque a gente não tem mais o sentimento. Mas isso eu só fui entender depois. No fundo, várias pessoas estavam vestidas de branco —não sei dizer quantas, acho que umas 30. Como era muita luz branca, só via as cabecinhas. Elas pareciam que estavam reunidas, não estavam de frente para mim.
Pensei: ‘Não é para eu estar aqui’. Sabia, ninguém veio falar comigo. A gente ouve histórias de que quando morre alguém vem buscar, você encontra Jesus Cristo… Cada religião diz uma coisa. E lá, na hora, estava me sentindo em paz. Mas o pensamento que veio na minha cabeça era de que não era a minha hora.
Ainda lá, ouvi o som da bebê chorando. De repente, senti uma puxada pelas costas, como se caísse em um túnel, e encaixei de novo no meu corpo. Ouvi o anestesista voltando, entrando na sala, e alguém explicou para ele o que aconteceu.
Uma outra enfermeira, que estava do lado direito, perguntou: ‘O que eu faço?’. Ele respondeu: ‘aplica 5 mg de efedrina (medicamento usado em momentos de queda abrupta da pressão)’.
Senti algo quente vindo do pé para a cabeça, como se minha circulação estivesse voltando. Ouvi o pediatra perguntando para o obstetra se podia levar a bebê para perto de mim e ele respondeu que ainda não. O obstetra terminou de costurar, tirou os lençóis, jogou em cima de mim e saiu da sala. Fiquei sozinha, olhando para o relógio.
Passou uns 40 minutos, uma das enfermeiras me viu e perguntou o que ainda estava fazendo ali. Só confirmei tudo isso o que aconteceu, que não tinha sido alguma coisa da minha cabeça. Quando voltei para o quarto, tinha uma moça lá, dividindo o quarto comigo. O parto dela foi logo em seguida do meu, a gente ainda não tinha se visto.
Ela me contou que ouviu os médicos conversando e falando que no parto anterior uma mãe tinha morrido e voltado.”
Depois que ela falou, eu disse: ‘Você está falando o que acabou de acontecer comigo, é a minha história’. Isso confirmou tudo, não estava viajando. Alguns anos depois, que comecei a contar essa história, uma pessoa me falou que isso que eu passei se chama experiência de quase morte. E me deu um livro sobre o assunto.
E aí fui ler e vi que tinha bastante a ver. Depois, conversei com uma pessoa que estudava sobre o assunto e ela falou que [a minha experiência] tem ‘todos os passos’ de uma EQM. Essa experiência foi meio que um divisor de águas para mim. Uma vez, contando para uma amiga, ela me questionou o que mudou na minha vida depois da EQM.
Sou uma pessoa mais sensível em percepções, na empatia com as pessoas. Já ouvi algumas pessoas falarem que, quando estão perto de mim, sentem uma paz. Hoje sou professora, mas penso em, quando me aposentar, daqui a uns anos, vou me especializar em alguma coisa terapêutica ou nessa área que possa trazer um pouco de espiritualidade para as pessoas.”
Embora a interpretação desses relatos e a própria existência de EQMs sejam subjetivas, nos últimos anos, pesquisadores têm se debruçado em entender o que se passa na mente humana em situação de risco iminente de morte.
Em 2023, um estudo conduzido pela neurocientista Jimo Borjigin, na Universidade de Michigan, indicou que, em um grupo de pessoas que sobreviveram a uma parada cardíaca, pelo menos de 20% a 25% relataram ter visto uma luz. Isso pode indicar que certas áreas do cérebro, responsáveis pela percepção sensorial, estavam ativadas.
Em outra observação, quatro pacientes em coma tiveram o ventilador mecânico desligado em decorrência de diferentes doenças. Borjigin notou que dois deles tiveram uma alta na atividade cerebral. A falta de oxigênio no sangue (hipoxia) seria a responsável por esse “pico”.
No Brasil, Beatriz Ferrara Carunchio, pesquisadora de pós-doutorado pelo Departamento de Psicologia Social e do Trabalho do Instituito de Psicologia da USP, tem se dedicado a estudar o tema.
Segundo um artigo publicado por ela na revista Rever, da PUC-SP, as EQMs podem ser definidas como “experiências subjetivas muito intensas que ocorrem a pacientes em morte clínica ou muito próximos deste estado”.
Geralmente, após esse tipo de experiência, o paciente passa por intensas mudanças, não apenas no âmbito da espiritualidade e religiosidade, mas em diferentes setores de sua vida, tais como nos relacionamentos afetivos e interpessoais, na carreira, em aspectos psicossociais (incluindo crenças, visão de mundo, planos, metas e a própria identidade).”
Carunchio explica que as “experiências são, geralmente, muito curtas, embora o paciente possa ter sua percepção de tempo alterada”. Um minuto de morte clínica, quando a reanimação ainda é possível, ou cinco minutos desacordado podem parecer várias horas para alguém nesta situação.
Beatriz Carunchio também reuniu características que são frequentemente relatadas por pessoas que dizem que passaram por uma EQM. Entre outras vivências, algumas das mais comuns, são:
Dificuldade de transformar a lembrança em relato;
Consciência de estar morto (conseguir observar o corpo “de cima” ou ouvir um profissional de saúde atestar o óbito);
Sentimentos de paz e serenidade;
Sensação de “flutuar” e ver o próprio corpo;
Experiência de atravessar um túnel, com ou sem uma luz no final;
Visitas a supostos outros planos, usualmente descritos como lugares bonitos;
Retorno ao corpo por livre escolha ou não.Continua após a publicidade
*Ana Carolina afirma que não foi registrada parada cardiorrespiratória ou qualquer intercorrência em prontuário após a cirurgia em que teria sofrido a EQM e fala em negligência da unidade de saúde. Conforme relatado, ainda existem poucos estudos sobre o que acontece no momento imediato antes da morte e não é possível negar ou comprovar esse tipo de experiência. Dificilmente um relato de EQM poderá ser comprovado.
Informações UOL
Projeção de expansão da economia está 2,09% este ano, diz BC

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – teve elevação, passando de 3,96% para 3,98% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (24), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.
Para 2025, a projeção da inflação também subiu de 3,8% para 3,85%. Para 2026 e 2027, as previsões são de 3,6% e 3,5% para os dois anos.
A estimativa para 2024 está dentro do intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%. Para 2025 e 2026, as metas de inflação estão fixadas em 3%, com a mesma tolerância.
Em maio, pressionada pelos preços de alimentos e bebidas, a inflação do país foi 0,46%, após ter registrado 0,38% em abril. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas, em 12 meses, o IPCA acumula 3,93%.
Juros básicos
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 10,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A alta recente do dólar e o aumento das incertezas econômicas fizeram o BC interromper o corte de juros iniciado há quase um ano. Em reunião na semana passada, por unanimidade, o colegiado manteve a Selic nesse patamar após sete reduções seguidas.
De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, em um ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto de 2022 a agosto de 2023, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano, por sete vezes seguidas. Com o controle dos preços, o BC passou a realizar os cortes na Selic.
Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.
Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2024 no patamar que está hoje, em 10,5% ao ano. Para o fim de 2025, a estimativa é de que a taxa básica caia para 9,5% ao ano. Para 2026 e 2027, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 9% ao ano.
Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.
Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.
PIB e câmbio
A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano variou de 2,08% para 2,09%. Para 2025, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2%. Para 2026 e 2027, o mercado financeiro estima expansão do PIB também em 2%, para os dois anos.
Superando as projeções, em 2023 a economia brasileira cresceu 2,9%, com um valor total de R$ 10,9 trilhões, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2022, a taxa de crescimento foi 3%.
A previsão de cotação do dólar está em R$ 5,15 para o fim deste ano. No fim de 2025, a previsão é que a moeda americana fique no mesmo patamar.
Informações Bahia.ba
o técnico Dorival Júnior antecipou algumas mudanças no time titular em relação ao último confronto contra os Estados Unidos

Nesta segunda-feira (24), a seleção brasileira masculina de futebol entra em campo para sua estreia na fase de grupos da Copa América, em Los Angeles (EUA). O Brasil enfrentará a Costa Rica às 22h (horário de Brasília), no SoFi Stadium, em Inglewood. A seleção integra o grupo D da competição, que também conta com Paraguai e Colômbia, entre as 16 seleções participantes.
Durante uma coletiva realizada no domingo (23), o técnico Dorival Júnior antecipou algumas mudanças no time titular em relação ao último confronto contra os Estados Unidos, no dia 12. Dorival optou por escalar Guilherme Arana na lateral esquerda, substituindo Wendell, e Éder Militão na zaga, no lugar de Lucas Beraldo.
A preparação da seleção brasileira para a Copa América teve início no final de maio, na Califórnia (EUA). Além dos treinamentos intensivos, o Brasil disputou dois amistosos preparatórios. No primeiro, venceu o México por 3 a 2, no Texas, em 8 de junho, e quatro dias depois empatou em 1 a 1 com os Estados Unidos, em partida também realizada no Texas.
A provável escalação do Brasil para enfrentar a Costa Rica inclui Alisson, Danilo, Éder Militão, Marquinhos e Guilherme Arana; Bruno Guimarães, João Gomes e Lucas Paquetá; Raphinha, Rodrygo e Vinicius Júnior.
Informações Bahia.ba