
A Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE-BA) lança, no próximo dia 24 de abril, às 16h, no Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM), em Salvador, o livro Casos e Causos da PGE-BA: entre prazos, cafezinhos e risadas. O evento integra a programação comemorativa pelos 60 anos da instituição.
Escrito por Mara Santana, assessora de comunicação da PGE-BA, o livro reúne histórias reais vividas nos corredores, gabinetes, audiências, viagens e bastidores da Procuradoria, revelando uma dimensão pouco conhecida da advocacia pública: sua face afetiva, relacional e, muitas vezes, bem-humorada.
Em meio à rotina marcada por processos complexos, decisões técnicas e responsabilidades institucionais, a obra destaca personagens, encontros e situações que mostram a Procuradoria em sua dinâmica cotidiana, evidenciando relações, experiências e momentos que também fazem parte da construção institucional.
Para a autora, o livro nasce do desejo de registrar aquilo que, embora essencial, raramente aparece nos documentos formais. “São histórias que não cabem nos autos, mas que ajudam a explicar quem somos enquanto instituição. Entre prazos e pareceres, existem vínculos, aprendizados, encontros e até risadas que também constroem a trajetória da PGE. Esse livro é uma forma de guardar essa memória e compartilhar com quem está dentro e fora da Casa”, destaca Mara Santana.
A iniciativa reforça a importância da memória institucional como patrimônio coletivo e aproxima a sociedade do trabalho desenvolvido pela PGE-BA ao longo de seis décadas de atuação em defesa do interesse público e do Estado da Bahia.
O lançamento será realizado em um dos espaços culturais mais simbólicos da capital baiana, reunindo autoridades, servidores, convidados e representantes da sociedade civil.
Serviço
Evento: Lançamento do livro Casos e Causos da PGE-BA: entre prazos, cafezinhos e risadas
Data: 24 de abril de 2026
Horário: 16h
Local: Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM)
Endereço: Av. Lafayete Coutinho, s/n, Comércio, Salvador – Bahia

Carretas de saúde, odontologia e educação ajudam municípios a oferecer atendimento a regiões com menor acesso; modelo dialoga com iniciativas federais como o programa Agora Tem Especialistas
Levar serviços públicos a regiões afastadas ou com pouca infraestrutura continua sendo um dos grandes desafios da gestão pública no Brasil. Nesse cenário, as unidades móveis têm se consolidado como uma alternativa para ampliar o alcance de atendimentos em áreas como saúde, educação e assistência social.
Adaptadas em veículos ou carretas equipadas, essas estruturas funcionam como postos itinerantes capazes de realizar consultas, exames, atendimentos odontológicos e até atividades educacionais. O modelo tem sido adotado por prefeituras e governos estaduais como forma de descentralizar serviços e reduzir barreiras de acesso para a população.
Na área da saúde, por exemplo, clínicas móveis podem ser utilizadas em campanhas de prevenção, vacinação, triagens e consultas básicas. Em alguns municípios, essas unidades também ajudam a atender bairros periféricos ou comunidades rurais, onde a distância até equipamentos públicos fixos é um obstáculo.
Para Diego Teixeira, CEO da Athos Brasil , empresa que desenvolve esse tipo de estrutura, a mobilidade permite ampliar a presença do poder público em territórios com maior demanda por serviços.
“As unidades móveis ajudam a levar atendimento para lugares onde muitas vezes a população teria dificuldade de chegar até um hospital ou centro especializado. Elas funcionam como um complemento importante da rede pública”, afirma.
A expansão desse modelo também dialoga com iniciativas do governo federal voltadas à ampliação do acesso a especialistas. Programas como o Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, buscam reduzir filas e ampliar a oferta de consultas e exames especializados no Sistema Único de Saúde (SUS) — e podem se beneficiar de estruturas itinerantes para alcançar diferentes regiões do país.
As carretas do programa já chegaram à marca de 100 localidades atendidas em todo o Brasil. Atualmente, 47 unidades móveis estão em operação em 26 estados e no Distrito Federal, somando mais de 25 mil pessoas atendidas e cerca de 68 mil procedimentos realizados. Em 15 municípios, as filas por determinados atendimentos já foram zeradas.
A iniciativa é executada pela AgSUS e oferece serviços como exames de imagem, cuidado integral à saúde da mulher e atendimentos oftalmológicos, ampliando o acesso da população a especialidades que muitas vezes concentram longas filas de espera.
As unidades móveis equipadas para exames e consultas especializadas também podem apoiar ações pontuais ou mutirões de atendimento organizados por estados e municípios, contribuindo para diminuir a demanda reprimida em determinadas áreas da saúde.
Além do setor de saúde, o modelo também tem sido aplicado em outras áreas, como projetos de unidades móveis voltadas para capacitação profissional, inclusão digital e atendimento social, ampliando o alcance de políticas públicas em territórios mais vulneráveis.
Segundo Diego, o impacto dessas iniciativas depende principalmente da integração com as redes de atendimento existentes.
“A unidade móvel não substitui a estrutura fixa, mas pode fortalecer o sistema quando é utilizada de forma planejada, integrada às políticas públicas e às necessidades de cada município”, explica.
Especialistas em gestão pública apontam que, embora as unidades móveis tragam flexibilidade e rapidez de implementação, o sucesso do modelo depende de planejamento logístico, manutenção dos equipamentos e continuidade das ações. Mesmo assim, a tendência é que o uso dessas estruturas continue crescendo, especialmente em cidades que buscam soluções mais ágeis para ampliar o acesso da população a serviços essenciais.
Com iniciativas como o Agora Tem Especialistas, a proposta é justamente aproximar o SUS de quem mais precisa — levando mais acesso, mais cuidado e mais atendimento especializado para diferentes regiões do país.
Com informações da assessoria de Comunicação.

Em painel do Entre Ciclos, executiva da Athena Saúde aborda eficiência operacional, integração de áreas e desafios na tomada de decisão em ambientes complexos
A liderança feminina na gestão de grandes operações de saúde será tema da participação de Helena Serafim, diretora nacional de Compras e Procurement da Athena Saúde, no Entre Ciclos, projeto da Esteriliza, empresa do Grupo Bringel.
A iniciativa promove conversas rápidas com especialistas e gestores do setor durante a Feira Hospitalar 2026. Na ocasião, a executiva levará ao debate uma visão centrada na prática operacional e na geração de resultados em ambientes de alta complexidade.
Com mais de 35 anos de experiência no setor, Helena defende que a liderança, especialmente em estruturas robustas e descentralizadas, exige equilíbrio entre análise técnica e leitura de contexto, além de forte integração entre áreas estratégicas. “Em operações complexas, liderança é traduzir análise e contexto em decisão eficiente. Isso passa por integração entre áreas e resiliência no dia a dia”, afirma.
Na avaliação da executiva, áreas como infraestrutura, Supply Chain e Facilities assumiram papel central na estratégia das organizações de saúde, deixando de ser apenas funções de suporte para atuar diretamente na gestão de risco e na sustentabilidade do negócio. “Quando essas áreas operam de forma integrada, com governança e indicadores claros, o impacto é direto na continuidade da operação, na eficiência e na experiência do paciente”, diz.
Durante a apresentação, Helena também compartilha cases práticos de reestruturação contratual, centralização de compras indiretas e gestão de fornecedores críticos – iniciativas que, segundo ela, têm potencial de gerar ganhos relevantes de eficiência sem comprometer o nível de serviço. “O desafio não é apenas reduzir custos, mas fazer isso com consistência, mantendo qualidade e entrega. É uma agenda de eficiência com responsabilidade operacional”, destaca.
Entre os principais entraves enfrentados hoje pelas grandes operações de saúde, a executiva aponta o equilíbrio entre custo e qualidade, a complexidade regulatória, a padronização de processos em estruturas descentralizadas e a necessidade de avançar na integração de dados. “A tomada de decisão está cada vez mais dependente de dados integrados e de uma gestão ativa de riscos na cadeia de suprimentos”, avalia.
Para além da operação, Helena também propõe uma reflexão sobre o posicionamento feminino em cargos de liderança, destacando a importância do domínio técnico aliado à consistência na entrega. “Autoridade vem de resultado. É a combinação entre conhecimento, execução e inteligência na condução que sustenta uma liderança estratégica”, conclui.
Serviço: Palestra Helena Serafim – Entre Ciclos Esteriliza – Feira Hospitalar 2026
Data: 22 de maio
Horário: das 17h às 17h20
Local: São Paulo Expo – Esteriliza, localizado na rua C-151
Com informações da assessoria de Comunicação.

Um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional propõe a volta da identificação de estado e município nas placas de veículos, além da inclusão da bandeira da unidade da federação.
A PL 3214/23 foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para votação final.
De autoria do senador Esperidião Amin (PP-SC), o texto prevê que a mudança pode facilitar a identificação da origem dos veículos por autoridades de trânsito e policiais em casos de infrações, furtos e roubos.
O relator da matéria, deputado Hugo Leal (PSD-RJ), defendeu a proposta ao destacar que a medida também reforça aspectos culturais e o senso de pertencimento regional.
Para virar lei, o projeto ainda precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado, além de sanção da Presidência da República.
Modelo atual
Desde 2020, o Brasil adota o padrão da placa Mercosul, que não exibe mais o nome da cidade e do estado. O modelo utiliza sete caracteres alfanuméricos, ampliando significativamente as combinações possíveis em relação ao sistema anterior.
A mudança foi implementada pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), que apontou a necessidade de expansão do número de combinações disponíveis. O novo formato permite cerca de 450 milhões de possibilidades, além de contar com QR Code para consulta de dados e reforço na segurança.
Informações Metro1

O governo federal prevê salário mínimo de R$ 1.717 em 2027. O valor supera em R$ 96 o piso atual, fixado em R$ 1.621.
A estimativa consta no Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviado ao Congresso na quarta-feira, 15. O valor final ainda depende da inflação medida pelo INPC em novembro.
O texto define regras para a elaboração do orçamento federal. A proposta será analisada pela Comissão Mista de Orçamento e pelo plenário do Congresso.
O reajuste segue a política de valorização do salário mínimo. O piso acompanha inflação e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Como referência para benefícios previdenciários e sociais, o aumento pressiona as despesas públicas.
A proposta prevê superávit primário de 0,5% do PIB em 2027, equivalente a R$ 73,2 bilhões. O cálculo considera receitas maiores que despesas e desconsidera os juros da dívida.
O arcabouço fiscal admite margem de tolerância de 0,25 ponto percentual. O resultado pode cair até esse limite sem descumprir a meta.
A meta supera a deste ano, fixada em 0,25% do PIB, com possibilidade de resultado zero. O governo projeta avanço até 2028, com expectativa de superávit de 1% do PIB. Ao mesmo tempo, o arcabouço permite crescimento real das despesas até 2,5% ao ano. Para 2027, o teto alcança R$ 2,54 trilhões.
O texto inclui 39,4% das despesas com precatórios na meta fiscal. O percentual supera o mínimo constitucional. Mesmo assim, R$ 57,8 bilhões permanecem fora do cálculo da meta.
A proposta também impõe restrições a benefícios tributários e estabelece limites para despesas com pessoal. Uma das travas impede aumento real desses gastos acima de 0,6% da inflação.
O projeto prevê crescimento do PIB de 2,56% e inflação de 3,04%. A taxa Selic aparece em 10,55% ao ano nas estimativas.
Informações Revista Oeste

Conselheiro do presidente dos Estados Unidos,Donald Trump, Jason Miller, questionou, em publicação nas redes sociais, o inquérito aberto pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Alexandre de Moraes contra o senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
No X, Miller afirmou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Moraes estão seguindo os passos do ex-presidente norte-americano Joe Biden. Segundo ele, os brasileiros tentam usar o Judiciário como arma contra adversários.
How is this ok???
Lula and his @STF_oficial buddy @Alexandre de Moraes are trying to run the “Joe Biden” judicial weaponization playbook against @FlavioBolsonaro! 🤯 https://t.co/8OkcL68VQn— Jason Miller (@JasonMiller) April 16, 2026
“Como isso é aceitável?”, afirmou o conselheiro de Trump, ao divulgar a informação do inquérito aberto contra Flávio. “Lula e seu parceiro do STF, Alexandre de Moraes, estão tentando executar o manual de ‘Joe Biden’ de judicialização.”
OMoraes determinou, nesta quarta-feira, 15, a abertura de uma investigação contra Flávio por suposta calúnia contra Lula. O indiciamento ocorre meses antes das eleições gerais deste ano e no momento em que pesquisas mostram o senador liberal à frente do petista.
De acordo com o documento, a investigação responde a um pedido da Polícia Federal e da Procuradoria Geral da União. Flávio teria feito publicação onde associa o presidente ao ex-ditador Nicolas Maduro, da Venezuela, e a crimes como tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
Jason Miller foi uma peça-chave durante a campanha do presidente dos EUA, Donald Trump, em 2016. Em 2020, ele foi chamado para atuar na nova a campanha presidencial do norte-americano.
Em 2026, ele tem mostrado amplo apoio à candidatura de Flávio às eleições que ocorrem em outubro no Brasil. O conselheiro norte-americano tem defendido o ex-presidente Jair Bolsonaro e se manifestado contra as decisões do STF.
No instagram, Miller tem feito posts em que Moraes aparece atrás das grades. Anteriormente, o conselheiro afirmou que “os Estados Unidos não negociam com terroristas” ao responder falas de Moraes sobre soberania nacional em julgamento de Bolsonaro e outros sete réus.
Informações Revista Oeste

com Frei Jorge Rocha
tema: expressões curiosas de Portugal

A repórter Alice Ribeiro, de 35 anos, que estava no carro de reportagem da Band Minas envolvido em um acidente na BR-381, em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, está em coma. A informação é de uma tia da jornalista.
Segundo a familiar, Alice está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital João XXIII, na Região Centro-Sul da capital mineira. Ela passou por exames que constataram traumatismo craniano, além de fraturas no corpo.
Alice estava no carro da Band que bateu de frente com um caminhão, no início da tarde desta quarta-feira (15). O repórter cinematográfico Rodrigo Lapa, que estava dirigindo, morreu no local do acidente. Ele tinha 49 anos.
A equipe retornava a Belo Horizonte após fazer uma reportagem sobre a importância da duplicação da BR-381 para a diminuição do índice de acidentes.
Em nota, a Band Minas afirmou que “lamenta profundamente o ocorrido” e que “está já prestando toda assistência aos familiares das vítimas”. Disse ainda que aguarda as investigações sobre as causas do acidente.
Com passagem por Feira de Santana, Alice atuou como repórter da TV Subaé em 2020, antes de seguir carreira na Band Brasília e, posteriormente, na Band Minas, seu estado de origem.
A Polícia Civil requisitou a presença da perícia no local da ocorrência para coletar vestígios que vão subsidiar a investigação. A instituição disse que vai apurar a causa e as circunstâncias do ocorrido.
*g1
Foto: Reprodução/Redes Sociais

Considerando o feriado nacional do próximo dia 21 de abril, em homenagem a Tiradentes, o Governo Municipal de Feira de Santana decretou ponto facultativo nas repartições públicas municipais não sujeitas a regime de plantão e que não prestem serviços essenciais à população, no dia 20 de abril, próxima segunda-feira.
O Decreto nº 14.457, determinando o ponto facultativo, foi baixado pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho e publicado no Diário Oficial Eletrônico da Prefeitura de Feira de Santana (www.feiradesantana.ba.gov.br), edição desta quinta-feira (16).
A exceção, conforme o decreto municipal, será o expediente na Secretaria Municipal da Fazenda, das 08h às 12h e das 14h às 17h, a fim de atender às necessidades da população e da gestão municipal.
*Secom

A prisão do influenciador Raphael Sousa Oliveira, dono da página Choquei, gerou forte repercussão nas redes sociais nesta quarta-feira (15), com a viralização de publicações que retomaram o bordão “grande dia”, popularizado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O uso da expressão nas redes sociais se espalhou rapidamente entre os termos mais comentados na rede X, impulsionado especialmente por usuários que comemoravam a prisão de Oliveira. Nas publicações, os internautas lembraram do apoio do influenciador ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A página Choquei, que acumula mais de 36 milhões de seguidores nas redes sociais X e Instagram, ganhou destaque nos últimos anos por sua forte presença digital, mas também pelo alinhamento ao governo Lula (PT) em razão da proximidade de Raphael Sousa com a primeira-dama Janja. Durante as eleições de 2022, por sinal, a página escancarou seu viés em favor do petista com uma enxurrada de posts sobre o pleito.
Raphael foi preso nesta quarta-feira (15), em Goiânia, durante uma operação da Polícia Federal (PF) contra um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão. A ação também levou à prisão dos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo.
O influencer também foi alvo de mandado de busca e apreensão. Segundo a PF, os investigados utilizavam uma estrutura para ocultar e dissimular recursos, com operações financeiras de alto valor, uso de dinheiro em espécie e transações com criptoativos.
A operação mobilizou mais de 200 policiais federais, que cumprem 45 mandados de busca e apreensão e 39 de prisão temporária em diversos estados, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Maranhão, Santa Catarina, Paraná e Goiás, além do Distrito Federal.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos veículos, quantias em dinheiro, documentos e equipamentos eletrônicos. Os investigados poderão responder por associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
*Pleno.News
Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal