O mandato de Campos Neto, atual presidente do Banco Central, pode se estender até o último dia deste ano. Lula nomeará sucessor

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta segunda-feira (1º/7), não ser “correto” o Banco Central (BC) poder manter o mesmo presidente durante as trocas do chefe do Executivo. Lula criticou estar até hoje com o chefe do BC escolhido por Jair Bolsonaro (PL).
“Como pode o presidente da República ganhar as eleições e, depois, não poder indicar o presidente do Banco Central? Ou, se indica, ele tem uma data. Estou há dois anos com o presidente do Banco Central do Bolsonaro. Então, não é correto isso”, reclamou em entrevista à Rádio Princesa, da Bahia.
O atual presidente do BC é Roberto Campos Neto, que pode ficar no cargo até o último dia de 2024. Na disputa da sucessão, Gabriel Galípolo, diretor de Política Monetária do BC, é tido como favorito. Lula já chamou Galípolo de “completíssimo” e com “todas as condições” para liderar a instituição.
O petista, em entrevista, teceu mais críticas à relevância de Campos Neto. “O que não dá é para o cidadão ter um mandato e ser mais importante do que o presidente da República. Isso que está equivocado”, queixou-se.
Lula comentou ser necessária “muita paciência” para “esperar chegar a hora de indicar outro candidato”. O chefe do Executivo afirmou desejar para o BC um presidente “que olhe um pouco o país como ele é, não do jeito que o sistema financeiro fala”.
Além das diferenças ideológicas com Campos Neto, o presidente da República tem criticado o BC pela manutenção da taxa básica de juros, a Selic, a 10,5% ao ano na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
Informações Metrópoles

A Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu, nesta segunda-feira (1º/7), que o ex-presidente Donald Trump tem direito a imunidade parcial nos processos judiciais em que é réu.
A decisão, considerada uma vitória para Trump, deve atrasar os julgamentos em curso e, assim, proporcionar-lhe um alívio temporário enquanto ele concorre novamente à presidência nas eleições de 5 de novembro.
Embora a decisão não conceda imunidade automática, ela reconhece que ex-presidentes têm o direito de solicitar essa proteção. A partir dessa orientação, os tribunais de segunda instância deverão reavaliar os três processos pendentes contra Trump para determinar se ele é, ou não, imune em cada caso específico.
Com seis votos a favor e três contra, os juízes da Suprema Corte afirmaram, pela primeira vez, que ex-presidentes podem ter imunidade absoluta em casos criminais, desde que os atos em questão tenham sido cometidos durante o exercício do cargo.
Essa decisão é relevante para o processo em que Trump é acusado de conspirar para permanecer no poder e de incentivar a invasão do Capitólio em 6 de janeiro de 2021, enquanto ainda ocupava a presidência, antes da posse de Joe Biden.
Agora, cabe aos tribunais inferiores aplicar essa nova diretriz e decidir sobre a imunidade em cada um dos casos contra Trump. Anteriormente, um tribunal de segunda instância havia rejeitado o pedido de imunidade do republicano – decisão que levou seus advogados a recorrerem à Suprema Corte.
Em sua rede social, Truth Social, Trump celebrou a decisão, chamando-a de “grande vitória para a nossa Constituição e a democracia”.
Nos processos, Trump argumenta que suas ações, como incitar a invasão do Capitólio e pressionar autoridades eleitorais na Geórgia para recontagem de votos, foram tomadas enquanto ele ainda era presidente, o que justificaria sua imunidade.
A Suprema Corte dos EUA, que possui uma maioria conservadora, incluindo três juízes indicados pelo próprio Trump, foi a responsável por essa decisão.
Informações Metrópoles

A partir deste mês, começam a valer as principais restrições previstas no calendário eleitoral para impedir o uso da máquina pública a favor de candidatos às eleições municipais de outubro. As vedações estão previstas na Lei das Eleições (Lei 9.504/1997).
No dia 6 de julho, três meses antes do pleito, começam as restrições para contratação e demissão de servidores públicos. A partir do dia 20, os partidos podem realizar suas convenções internas para a escolha dos candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereadores.
O primeiro turno das eleições será no dia 6 de outubro. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro nos municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atingiu mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.
Confira as principais restrições
6 de julho
Nomeação de servidores – a partir do próximo sábado (6), três meses antes do pleito, os agentes públicos não podem nomear, contratar e demitir por justa causa servidores públicos. A lei abre exceção para nomeação e exoneração de pessoas que exercem função comissionada e a contratação de natureza emergencial para garantir o funcionamento de serviços públicos essenciais.
Concursos – A nomeação de servidores só pode ocorrer se o resultado do concurso foi homologado até 6 de julho.
Verbas – Os agentes públicos também estão proibidos de fazer transferência voluntária de recursos do governo federal aos estados e municípios. O dinheiro só pode ser enviado para obras que já estão em andamento ou para atender situações de calamidade pública.
Publicidade estatal – A autorização para realização de publicidade institucional de programas de governo também está proibida. Pronunciamentos oficiais em cadeia de rádio e televisão e a divulgação de nomes de candidatos em sites oficiais também estão vedados e só podem ocorrer com autorização da Justiça Eleitoral.
Inauguração de obras – Também fica proibida a participação de candidatos em inaugurações de obras públicas.
20 de julho
Convenções – A partir do dia 20 de julho, os partidos políticos e as federações poderão escolher seus candidatos para os cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. O prazo para realização das convenções termina em 5 de agosto.
Gastos de campanha – Na mesma data, o TSE divulgará o limite de gastos de campanha para os cargos que estarão em disputa.
Direito de resposta – Também começa a valer a possiblidade de candidatos e partidos pedirem direito de resposta contra reportagens, comentários e postagens que considerarem ofensivas na imprensa e nas redes sociais.
Informações Bahia.ba

Virginia Fonseca, influenciadora de sucesso, agora brilha como apresentadora no SBT! À frente do programa “Sabadou”, ela demonstra habilidade diante das câmeras e conquista o público. Mas, afinal, qual é o seu salário?
Segundo o jornal Correio Braziliense, Virginia, mãe de Maria Alice e Maria Flor, recebe cerca de R$ 60 mil por mês, além de participações em merchandising.
Desde a estreia do seu programa no canal de Silvio Santos em 6 de abril, Virginia já recebeu diversos famosos em seu palco, incluindo Luísa Sonza, Murilo Huff, Luciana Gimenez, Maiara e Maraisa, Pabllo Vittar e Celso Portiolli, entre outros.
Vale lembrar que a esposa do cantor Zé Felipe já é milionária. Além de seu trabalho como influenciadora na internet, ela também possui sua própria marca de produtos de beleza.
E, falando em relacionamentos, na última quinta-feira, 28/06, Virginia celebrou quatro anos ao lado do cantor Zé Felipe. Além de uma festa intimista em casa, ela também fez uma declaração emocionante nas redes sociais.
Informações TBN

A ex-diretora da Americanas Anna Christina Ramos Saicali desembarcou em São Paulo pouco antes das 7h desta segunda-feira, 1º. Em seguida, ela se dirigiu ao posto da Polícia Federal, no Aeroporto de Guarulhos, para entregar seu passaporte às autoridades, informou a CNN.
Anna Christina estava em Portugal na quinta-feira 27, quando sua prisão foi decretada pela Justiça Federal do Rio de Janeiro. Depois de um acordo, ela decidiu regressar ao Brasil. A prisão preventiva foi revogada. Enquanto a Polícia Federal apura a fraude bilionária, ela não poderá deixar o Brasil.
A decisão de substituir a prisão preventiva por uma medida cautelar foi dada pelo juiz Márcio Muniz da Silva Carvalho, da 10ª Vara Federal Criminal, do Rio, depois de a defesa da ex-diretora dizer que ela retornaria ao Brasil.
“Anna Saicali deve apenas se apresentar às autoridades portuguesas no Aeroporto de Lisboa, sem ser detida, nem algemada, nem passar por qualquer tipo de constrangimento ou vexame”, escreveu o juiz em seu despacho.
Anna Christina teve a prisão decretada na Operação Disclosure ao lado do ex-presidente da Americanas Miguel Gutierrez. Eles são investigados por uma fraude de R$ 25,3 bilhões.
A investigação revela que ambos teriam vendido mais de R$ 230 milhões em ações da Americanas quando suspeitaram que as fraudes contábeis bilionárias da empresa se tornariam públicas.
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Assim como Anna, Gutierrez também teve a prisão decretada — e chegou a ser preso pela Interpol na sexta-feira 28 —, mas já está em liberdade. Ele estava em Madri e, depois de um acordo, foi solto no sábado 29 e entregou seu passaporte às autoridades.
Segundo nota divulgada pela defesa, o executivo “compareceu espontaneamente ante as autoridades policiais e jurisdicionais com o fim de prestar os esclarecimentos solicitados”. Os advogados dizem que o empresário está no “mesmo endereço comunicado desde 2023 às autoridades, onde sempre esteve à disposição dos diversos órgãos interessados nas investigações em curso”.
Os advogados do ex-CEO disseram que ele “jamais participou ou teve conhecimento de qualquer fraude e vem colaborando com as autoridades, prestando os esclarecimentos devidos nos foros próprios”. “Diante do acesso aos autos, Miguel agora poderá exercer sua defesa frente às alegações originadas por delações mentirosas em relação a ele”, disse a defesa, em nota.
Redação Oeste, com informações da Agência Estado

Em 1946, o então presidente da República, Eurico Gaspar Dutra, proibiu cassinos no país. Ao justificar a decisão, alegou que esse tipo de jogo entrava em conflito com a “tradição moral, jurídica e religiosa” do país. Para Dutra, os cassinos eram “nocivos à moral e aos bons costumes”. Há, contudo, a versão de que a ordem para a proibição tenha partido da então primeira-dama, Carmela Dutra. Católica fervorosa, era chamada de “Dona Santinha” e condenava a jogatina.
Em reportagem publicada na Edição 222 da Revista Oeste, Amanda Sampaio e Anderson Scardoelli mostram que a proibição de cassinos não coloca o Brasil em oposição apenas aos EUA. Mais de cem países permitem esse tipo de estabelecimento, inclusive vizinhos, como a Argentina e o Uruguai.

O veto aos jogos de azar se dá sobretudo em nações de maioria islâmica, como Arábia Saudita, Irã e Indonésia. Dessa forma, o Brasil fica de fora de um mercado bilionário e que acaba por ter cunho social. Segundo a Associação Mundial de Loterias, o setor injetou quase US$ 80 bilhões (R$ 410 bilhões) em ações sociais no decorrer de 2021.
Especialista em Direito de Jogos de Apostas, o advogado Fabiano Jantala mostra-se favorável à liberação dos cassinos e bingos no Brasil. Segundo ele, uma vez legalizado, o setor pode ser responsável por tirar milhares de pessoas das estatísticas de desemprego.
“O legislador brasileiro adotou, durante muito tempo, uma postura discriminatória em relação aos jogos, e somente admitia aquelas modalidades que beneficiavam o Estado”, diz Jantala. “Os jogos on-line estão gerando mobilização de executivos e profissionais do setor. Isso já é uma realidade e um fato consumado, já há uma demanda por mão de obra especializada. Agora, imagine se, além disso, a gente permitir os estabelecimentos físicos? Vai gerar milhares de empregos.”
Fora o potencial de movimentar a economia nacional, o advogado chama a atenção para o fato de que as chances de os apostadores vencerem tendem a ser maiores do que nas já mencionadas bets e, principalmente a Mega-Sena — que contam com o aval do Estado — para os apostadores.
“Você sabe qual é a probabilidade de ganhar uma mesa de cassino, que todo mundo chama de jogo de azar?”, indaga o especialista em apostas. “Uma mesa de cassino tradicional tem 36 números, ou seja, a chance é de uma em 36. Na Mega-Sena, você tem uma chance em 51 milhões. Aí eu te pergunto: qual é o jogo de azar? O Estado não deve tomar decisões pelas pessoas.”
Informações Revista Oeste

Pesquisadores chineses conduziram um estudo com o objetivo de avaliar o impacto dos refrigerantes na fertilidade, e descobriram um efeito colateral que pode prejudicar os homens.
Baseando-se em testes com camundongos machos, os pesquisadores observaram que o consumo de bebidas gaseificadas pode aumentar os níveis de testosterona, resultando em um aumento no tamanho dos testículos.
O estudo, publicado na revista “Acta Endocrinol”, analisou os efeitos de bebidas gaseificadas em mais de 100 camundongos durante 15 dias. Os animais foram divididos em grupos, alguns expostos a Coca-Cola e outros a Pepsi, em diferentes concentrações.
Os camundongos que consumiram Coca-Cola e altas concentrações de Pepsi apresentaram uma massa testicular significativamente maior em comparação ao grupo de controle, que recebeu apenas água pura. Além disso, esses animais também tiveram níveis mais elevados de hormônio masculino.
Apesar dessas descobertas, os efeitos a longo prazo dessas bebidas na massa testicular e na produção de testosterona ainda não estão completamente esclarecidos e requerem estudos adicionais.
Além do impacto nos testículos, especialistas alertam que o consumo excessivo de refrigerantes está associado a um maior risco de doenças crônicas, como obesidade, diabetes e câncer.
Estudos anteriores também indicam que o consumo de refrigerantes pode afetar negativamente a fertilidade feminina. Experimentos com camundongos demonstraram que essas bebidas resultam na redução do tamanho dos ovários.
Informações TBN

(J. R. Guzzo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 29 de junho de 2024)
Ninguém está fazendo tão mal para o governo do presidente Lula quanto o próprio presidente Lula. Não é a oposição. Não é a “extrema direita”. Não é a mídia, não são “os ricos” e, com certeza, não é o presidente do Banco Central. É ele mesmo: o inimigo número 1 de Lula é Lula, e cada vez que ele faz um desses comícios irados para o seu cordão de bajuladores, em circuito fechado e com agressividade crescente, mais prejuízos causa para o seu governo. Já é ruim que Lula, após um ano e meio na Presidência, não governe realmente nada. Fica pior ainda quando ele, em vez de trabalhar em alguma coisa útil, ou simplesmente ficar de boca fechada, desata a falar sobre o Brasil e o mundo. O dólar sobe, a bolsa cai, os investimentos congelam, a desconfiança aumenta. Até agora não acertou uma.
Em seu último surto, num desses conselhos supremos que nunca dão um conselho que preste, Lula pareceu um Joe Biden no seu debate com Donald Trump: desconexo, incoerente, sem noção e, acima de tudo, uma angústia para os seus próprios devotos. Têm de dizer que o chefe está brilhando, mas sabem cada vez mais que não está — ao contrário, o seu governo está morto, e não dá sinais de ressurreição. Como poderia dar? O fato central é que Lula não tem uma política econômica, e nunca teve: sua única política em relação à economia, desde que assumiu o cargo, é atacar o Banco Central. É óbvio que uma coisa dessas não tem nenhuma possibilidade de dar certo. A ideia fixa de Lula é que a economia brasileira se resume ao BC e à taxa de juros; não há, neste entendimento das coisas, nada que possa ser feito no Brasil enquanto o atual presidente do banco estiver no cargo. É falso, inútil e contra o interesse público.
É falso, porque o BC, exatamente ao contrário do que diz Lula, é a única coisa que funciona direito na administração federal — é quem está segurando a inflação e o valor do real. Além disso, há uma imensidão de trabalho a fazer na economia, e que não tem nada a ver com o BC; mas o governo não trabalha em nenhuma área, e quando decide fazer alguma coisa, faz a coisa errada. É inútil, porque Lula não ganhou um único ponto nas pesquisas de popularidade com as suas agressões ao presidente do BC, como imaginava que iria ganhar. É contra o interesse da população, enfim, porque a cada insulto que ele faz o dólar sobe, o investidor trava e as perspectivas de inflação aumentam — o que torna impossível qualquer baixa nos juros. O fato é que Lula, hoje, é o principal responsável pelos ataques ao Real, pelos juros altos e pela falta de confiança no governo. Ele chama de “cretinos” quem constata essa realidade. Aí só piora.
Informações Revista Oeste

O tradicional festejo de São Pedro de Bonfim de Feira chegou ao fim neste sábado (29), celebrando a cultura e proporcionando um fim de semana repleto de diversão e música. Este ano, o evento destacou-se pela valorização dos artistas regionais, apresentando uma programação exclusiva com talentos locais.
A festa, conhecida por reunir diversos artistas e bandas regionais, manteve viva a tradição do autêntico forró pé-de-serra. O público pôde desfrutar de muito romantismo e dança, mantendo acesa a chama das tradições juninas da região.
Cinco bandas subiram ao palco e animaram a comunidade com suas performances vibrantes. Entre as atrações, estavam A Vaqueirama, Tio Barnabé, Seuilsom, Rasga Tanga e Dona Encrenca, que trouxeram o melhor do forró e envolveram os presentes em uma atmosfera de alegria e confraternização.

No duelo entre tricolores no MorumBIS, o paulista levou a melhor. O Bahia foi derrotado pelo São Paulo por 3 x 1 e desperdiçou a chance de assumir a liderança do Campeonato Brasileiro. Neste domingo (30), Calleri, Ferreira e Luciano marcaram para os mandantes; Gilberto diminuiu para o time baiano.
O Bahia continua com 24 pontos e, apesar da derrota, não corre risco de sair do G-4. Porém, o Esquadrão pode perder a terceira posição caso o Palmeiras pontue contra o Corinthians na partida desta segunda-feira (1), que fecha a 13ª rodada do Brasileirão.
No próximo compromisso, o Bahia recebe o Juventude em confronto válido pela 14ª rodada da Série A. As equipes se enfrentam na Arena Fonte Nova, às 19h, na quinta-feira (4).
Metro1