
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues, visitará à Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) para colocar a pedra fundamental na construção do novo Centro de Educação Básica, o CEB II.Segundo informou a reitora Amali Musse ao portal Acorda Cidade, o novo CEB contará com 12 salas de aula, todas com ambientes adequados, e vai substituir as atuais instalações do Ensino Fundamental, que atualmente funcionam no Centro Social Urbano (CSU), trazendo-as para dentro do campus da Uefs.Segundo ela, a nova escola atenderá cerca de 800 a 900 crianças, oferecendo ensino do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental.
Além disso, o auditório central da universidade também passará por uma reforma geral.
“Depois de muitos anos, o auditório vai receber o tratamento que ele merece, com melhorias na acústica, novas poltronas, e todas as adequações necessárias para que o espaço esteja à altura de uma universidade como a de Feira de Santana”, informou a reitora ao Acorda Cidade.
Ela afirmou que as licitações para as obras já foram finalizadas, e o prazo para recursos já expirou. “As empresas responsáveis pelas construções compareceram à universidade esta semana e estão preparadas para iniciar as obras na próxima semana”, ressaltou.
As licitações para as obras foram publicadas no Diário Oficial do Estado no dia 15 de março.
Acorda Cidade

Devido a uma ameaça de bomba, o aeroporto de Basileia-Mulhouse, localizado na França, próximo à fronteira com a Suíça, foi evacuado na manhã desta sexta-feira, 26. Todos os voos foram suspensos, enquanto um esquadrão antibombas inspecionava o saguão. Até o momento, o tráfego aéreo ainda não operava normalmente.
No último ano, o aeroporto teve suas operações interrompidas várias vezes por ameaças semelhantes. O espaço recebe cerca de 7 milhões de passageiros por ano. Administrado por franceses e suíços, ele é o sexto maior aeroporto da França e atende principalmente as cidades de Basileia (Suíça), Mulhouse (França) e Friburgo (Alemanha).
Além desse episódio, uma série de atentados à rede ferroviária francesa SNCF ocorreu na madrugada desta sexta-feira. Cabos elétricos foram cortados e queimados em diversos pontos ao redor de Paris. Isso causou sérias perturbações no tráfego ferroviário e afetou 250 mil passageiros.
Segundo o governo francês, os ataques são atos criminosos para tentar prejudicar os Jogos Olímpicos de Paris. Até às 10 horas de Paris (5 horas de Brasília), não havia informações sobre os responsáveis pela tentativa de sabotagem.
Confira vídeo gravado nesta amanhã, no aeroporto Basileia-Mulhouse, na França:
Informações Revista Oeste

Uma série de atentados a instalações da SNCF, a rede ferroviária da França, na madrugada desta sexta-feira, 26, foi classificada pelo governo francês como um “ataque maciço” coordenado para prejudicar os Jogos Olímpicos.
Em diversos pontos ao redor de Paris, cabos elétricos da rede foram cortados e queimados, o que provocou grandes perturbações no tráfego ferroviário da França e atingiu 250 mil passageiros.
Até as 10h em Paris (5h de Brasília), não havia informações sobre os responsáveis pela sabotagem. O presidente da SNCF, Jean-Pierre Farandou, acusou “um bando de iluminados, de irresponsáveis” pelos atos. A previsão é que o conserto das instalações danificadas leve todo o final de semana.
O tráfego ferroviário é responsável por mais da metade do transporte de passageiros na França, com quase 2 bilhões de viagens anuais. Os quase 400 trens de grande velocidade, que podem chegar a 320 quilômetros por hora, interligam as sedes olímpicas de Paris, Bordeaux, Lyon, Marselha e Lille.
As autoridades aconselharam os passageiros a adiarem viagens de trem e reforçaram a segurança nas estações.
O trânsito em Paris estava lento na manhã desta sexta-feira devido ao esquema de segurança para a cerimônia de abertura. O metrô da cidade, por outro lado, operava normalmente, apesar de alguns problemas técnicos e várias estações fechadas.
Os incidentes não prejudicaram a viagem da seleção feminina de futebol de Bordeaux para Paris. A equipe embarcou no TGV por volta das 10h local (5h de Brasília).
Informações Revista Oeste

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A medida provisória (MP) que beneficiou a Âmbar, empresa do Grupo J&F dos irmãos Wesley e Joesley Batista, resultará em aumento na conta de luz para famílias de baixa renda, consumidores do Norte e do Nordeste e indústrias. Esse impacto foi identificado por um estudo da TR Soluções, empresa especializada em tarifas de energia, e de entidades do setor e publicado em uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo nesta sexta-feira, 26.
A TR Soluções é uma empresa especializada em tarifas de energia que presta serviços a diversas empresas. Sem vínculo com nenhum grupo econômico, a companhia possui uma plataforma de projeções que reproduz cálculos tarifários a partir de regras estabelecidas pelo órgão regulador.
Atualmente, as famílias de baixa renda do país abrangidas pela tarifa social não pagam pelos encargos da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), cobrança na conta de luz que banca subsídios para o setor elétrico. No entanto, participam da divisão do Encargo de Energia de Reserva (EER), que cobre todos os custos de contratação da energia de reserva quando existe aumento expressivo de demanda.
A MP publicada em 13 de junho transferiu dívidas da Amazonas Energia relacionadas à contratação de energia de termoelétricas da CDE para o EER, o que impacta diretamente as contas de luz. “O que aconteceu [com a MP] é que, quando você tira elementos e custos da CDE e os transfere para o EER, você muda a forma de rateio desse custo — e isso impacta as famílias que hoje têm o desconto por meio da tarifa social”, explicou o diretor de Regulação da TR Soluções, Helder Souza, em entrevista ao Estadão.
Em junho, a empresa dos irmãos Batista adquiriu usinas termoelétricas da Eletrobras que fornecem energia para a Amazonas Energia. A distribuidora estava inadimplente desde novembro passado. A MP cobre essa dívida com recursos das contas de luz, o que afeta os consumidores. A TR Soluções calculou que famílias de baixa renda terão um custo adicional de R$ 3,64 a R$ 5,71 por megawatt-hora (MWh), dependendo do custo da energia negociada.
A tarifa social de energia elétrica oferece descontos de 10% a 65% para famílias de baixa renda, baseado no consumo mensal. Ao Estadão, o Ministério de Minas e Energia (MME) informou que os custos com a usina de Mauá 3, uma das térmicas compradas pela Âmbar, não serão transferidos para essa conta de encargos, um ponto que vinha causando dúvidas no setor. Ainda assim, há efeito sobre as famílias de baixa renda.
Procurada pelo Estadão, a Âmbar, dos irmãos Batista, disse que os desequilíbrios financeiros da Amazonas Energia eram amplamente conhecidos pelo setor, e que o governo já havia informado que havia estudos em busca de uma solução. “Todos os agentes do mercado elétrico tinham conhecimento, inclusive pela imprensa, de que uma solução para a sustentabilidade econômica da Amazonas Energia era urgente e iminente”, afirmou a empresa. “O risco de crédito da distribuidora perante as usinas geradoras, portanto, era temporário.”

Ainda segundo a Âmbar, a compra das usinas termoelétricas foi uma negociação “privada”, que ocorreu depois de “acirrado processo competitivo”. “Todas as alternativas possíveis para solucionar a situação da Amazonas Energia foram desenhadas por um grupo de trabalho formado pelo MME e pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cujo relatório foi publicado em fevereiro de 2024″, afirma a companhia. “Qualquer dessas soluções, inclusive a adotada pela MP, resolveria os riscos de crédito perante as usinas envolvidas na aquisição pela Âmbar”, conclui o texto.
Informações TBN

O Ministério da Saúde confirmou na última quinta-feira, 25, duas mortes por febre do Oropouche no interior da Bahia que estavam sob investigação. As vítimas, ambas mulheres com menos de 30 anos e sem comorbidades, apresentaram sinais e sintomas semelhantes aos de dengue grave.
Até o momento, não havia registro na literatura científica mundial de óbitos causados por essa doença. Essas são, portanto, as primeiras mortes causadas pela doença confirmadas no mundo.
A investigação dos casos foi feita pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab). Continua em investigação uma morte em Santa Catarina e foi descartada a relação causal por febre do Oropouche de um óbito ocorrido no Maranhão.
Segundo a pasta, a detecção de casos de febre do Oropouche foi ampliada para todo o país em 2023, depois de o ministério disponibilizar testes diagnósticos para toda a rede nacional de Laboratórios Centrais de Saúde Pública (Lacen).
Com isso, os casos, até então concentrados na região Norte, passaram a ser identificados também em outras regiões do país. Em 2024, foram registrados 7.236 casos da doença, em 20 Estados brasileiros. A maior parte dos casos foi constatada no Amazonas e em Rondônia.
A pasta também informou, em nota, que está investigando agora seis possíveis ocorrências de transmissão vertical da doença, isto é, transmissão de mãe para filho, durante a gestação.
São três casos em Pernambuco, um na Bahia e dois no Acre. Dois casos evoluíram para óbito fetal, houve um aborto espontâneo e três casos apresentaram anomalias congênitas, como a microcefalia.
No início deste mês, o Instituto Evandro Chagas (IEC) identificou, pela primeira vez, anticorpos do vírus Oropouche em quatro recém-nascidos e o genoma do vírus em um caso de morte fetal. Em resposta, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica em 11 de julho em que recomenda a Estados e municípios que intensifiquem a vigilância em saúde devido à confirmação da transmissão vertical do vírus.
As análises estão sendo feitas pelas secretarias estaduais de saúde e especialistas, com o acompanhamento do Ministério da Saúde, para concluir se há relação entre a febre do Oropouche e os casos de malformação ou abortamento.
As recomendações incluem reforçar a vigilância durante a gestação e o acompanhamento de bebês cujas mães tiveram suspeita de arboviroses, como dengue, zika, chikungunya e febre do Oropouche.
Entre as medidas de prevenção para as gestantes, a pasta recomenda evitar áreas com muitos mosquitos, especialmente em regiões onde há o maruim ou mosquito-pólvora, transmissor da doença, e usar roupas que cubram a maior parte do corpo.
Redação Oeste, com informações da Agência Estado

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A nova geração de medicamentos para o tratamento do sobrepeso e da obesidade se popularizou em todo o mundo por provocar o emagrecimento em um intervalo de tempo curto. Fabricado pela farmacêutica Novo Nordisk, o Wegovy é a mais nova opção disponível no Brasil. O “primo” do Ozempic começou a chegar às farmácias brasileiras na última sexta-feira, 19 de julho de 2024. A distribuição pelo país será feita de forma gradual, começando pelas grandes cidades, segundo informou a fabricante.
Os medicamentos desta categoria têm atraído atenção por sua eficácia em promover perda de peso significativa. Ambos, Wegovy e Ozempic, possuem o mesmo princípio ativo, semaglutida, um análogo ao hormônio GLP-1. Este hormônio é produzido naturalmente no intestino e desempenha um papel crucial na regulação da glicemia (nível de açúcar no sangue) e da saciedade. Vamos entender mais sobre esses medicamentos e suas diferenças
Tanto o Ozempic quanto o Wegovy são fabricados pelo laboratório dinamarquês Novo Nordisk. Ambos usam a semaglutida como princípio ativo. A semaglutida é um análogo ao hormônio GLP-1, que é produzido naturalmente no intestino e está envolvido na regulação da glicemia e da saciedade. Ao usar a medicação, o paciente sente menos fome ao longo do dia e acaba comendo menos do que o habitual.
“Os análogos de GLP-1 têm receptores no hipotálamo, que regulam o apetite e o sistema de recompensa, região mais relacionada ao prazer”, explicou o endocrinologista Marcio Mancini, diretor do Departamento de Tratamento Farmacológico da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso) e vice-presidente do Departamento de Obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).
Embora compartilhem o mesmo princípio ativo, Ozempic e Wegovy têm indicações de uso diferentes. No Brasil, o Ozempic é indicado em bula para o tratamento da diabetes tipo 2. O efeito de emagrecimento, observado em estudos clínicos e na experiência dos usuários, o colocou como uma opção off label (fora da bula) para o emagrecimento.
O Wegovy, por sua vez, vai para a prateleira das farmácias com a aprovação da Anvisa para o tratamento da obesidade de pessoas com idade a partir dos 12 anos. É considerado obesa a pessoa que tem índice de massa corporal (IMC) igual ou superior a 30. Adultos com sobrepeso (IMC igual ou superior a 27), que tenham comorbidades relacionadas ao peso, como diabetes e hipertensão, também podem fazer uso do medicamento.
No tratamentos, uma das grandes vantagens do Wegovy é a variedade de dosagens disponíveis. Enquanto o Ozempic deve ser usado com doses semanais de 0,5 mg ou 1 mg, o Wegovy tem cinco apresentações diferentes: 0,25 mg; 0,5 mg; 1 mg; 1,7 mg e 2,4 mg.
Os ensaios do Wegovy com a dosagem máxima de semaglutida, de 2,4 mg, mostram que os pacientes obesos perdem em média 14,9% do peso em 17 meses de tratamento. Quando comparado com Ozempic em pacientes com diabetes tipo 2, que perdem peso de forma menos significativa, os resultados ainda são superiores para o Wegovy. Pacientes que aplicaram 2,4 mg de semaglutida por semana perderam, em média, 9,64% do peso total; enquanto aqueles que receberam 1 mg perderam 6,99%.
Os preços dos medicamentos podem variar de acordo com o estado e a dosagem usada. As canetas de Ozempic de 0,25 mg, 0,50 mg e 1 mg podem ser encontradas por valores que variam entre R$ 994,03 a R$ 1.308,32, segundo a tabela da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) de abril.
Já o Wegovy poderá ser encontrado nas farmácias por valores que vão de R$ 1.228,09 a R$ 2.596,67, segundo a CMED. A variação do preço depende da dosagem solicitada, da farmácia e do estado.
O Conselho Federal de Farmácia (CFF) orienta que os usuários tenham cuidado com a progressão da dose. “É importante buscar um profissional capacitado para saber sobre a indicação e realizar o acompanhamento do tratamento. O uso do medicamento deve estar alinhado a mudanças de estilo de vida, com prioridade para uma alimentação saudável e a prática de atividades físicas, sempre com o acompanhamento de profissionais”, informa a entidade em seu portal.
Para informações mais detalhadas e atualizadas sobre o Wegovy e outros medicamentos para tratamento da obesidade, siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de todas as novidades.
Informações TBN

O pré-candidato a prefeito José Ronaldo (UB) e o vice Pablo Roberto (PSDB) participaram da convenção do União Brasil no Centro de Convenções de Salvador, nesta quinta-feira (25), para lançamento oficial da candidatura à reeleição do prefeito Bruno Reis (UB).
Já a convenção municipal para oficializar a candidatura de José Ronaldo a prefeito e Pablo a vice-prefeito será realizada no dia 30, próxima terça-feira, no espaço de eventos Ária Hall, na avenida Presidente Dutra, em Feira de Santana.
Site: Sem Censura
Com Frei Jorge Rocha
Tema: A diferença entre dispensa e despensa
Confira:

O deputado estadual Pablo Roberto (PSDB), pré-candidato a vice na chapa liderada por José Ronaldo (União Brasil) para a Prefeitura de Feira de Santana, negou categoricamente as informações que têm circulado de que ele deixaria o posto de vice-prefeito após as eleições e concorreria a um cargo na Câmara dos Deputados ou na Assembleia Legislativa da Bahia em 2026.
“Essa informação é mentirosa e foi disseminada por adversários políticos em Feira de Santana que estão incomodados com o fortalecimento da nossa chapa. Nosso compromisso é com uma Feira de Santana que ofereça mais oportunidades ao povo feirense”, afirmou Pablo.
A fala de Pablo ocorreu durante a convenção partidária que está sendo realizada conjuntamente com o prefeito Bruno Reis (União Brasil) nesta quinta-feira (25).
Segundo Pablo, a chapa entre ele e José Ronaldo “tem ganhado destaque, prometendo projetos que visam o desenvolvimento socioeconômico da cidade e o bem-estar dos seus moradores”. “Nossa decisão é servir Feira de Santana”, garantiu o tucano.

Termo assinado pelo procurador-geral de Justiça, Pedro Maia, e pelo presidente do TRE-BA, Abelardo Paulo da Matta Neto assegura o direito ao voto de presas e presos provisórios, bem como de adolescentes internados em unidades socioeducativas em toda a Bahia.
Para garantir o acesso eleitoral daqueles em situação de custódia, o Ministério Público da Bahia acompanhará os mutirões para emissão de documentos de identificação, revisão e transferências eleitorais nos estabelecimentos penais e unidades de internação. Além disso, irá supervisionar a veiculação da propaganda eleitoral no rádio e na televisão e monitorar os trabalhos da Justiça Eleitoral relacionados ao alistamento.
O acordo estará em vigor até o término das eleições municipais de 2024, abrangendo possíveis segundo turnos.
A promotora de Justiça Ana Emanuela Rossi Meira, coordenadora do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Criança e do Adolescente (Caoca), reforçou que garantir o direito ao voto para adolescentes e jovens em cumprimento de medida socioeducativa em meio fechado é fundamental para o fortalecimento do regime democrático e para a concretização do princípio da proteção integral do público infantojuvenil.