
A Viabahia concluiu nesta quinta-feira (25) a concretagem do piso da passarela localizada no KM 535+250 da BR-324, no trecho do Bessa, em Conceição do Jacuípe. O trabalho envolveu a concretagem da travessia e das rampas de acomodação, além da finalização do calçamento de acesso às rampas.
Segundo a Viabahia, a concretagem representa um importante avanço no cronograma de construção da nova passarela da região. As próximas etapas da obra incluem a instalação elétrica e iluminação, a continuação da implantação do guarda-corpo, a instalação de telas de proteção laterais na travessia, a pintura dos pilares, a implantação de defensas metálicas e a execução de serviços complementares.

Quem nunca soltou um palavrão em um momento de fúria? Pois é! Palavras de insulto já são comuns no cotidiano, sendo muitas vezes usadas até como forma de expressão em algumas ocasiões. Por isso, a plataforma de idiomas Preply realizou uma pesquisa para saber quais são as cidades mais “boca-sujas” do Brasil.
Anuncios
Segundo o levantamento, que ouviu 1.600 brasileiros em 15 municípios diferentes, Fortaleza (CE) é a cidade onde mais se fala palavrões no país. Ela lidera o ranking ao lado de Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF), com uma média de 8 palavrões cada. São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG), onde os moradores têm média de 7 xingamentos por dia, aparecem na sequência. Já a cidade menos “boca-suja” do Brasil é São Luís (MA), com média de apenas 1 palavrão por dia.
De acordo com a pesquisa, Fortaleza, Rio de Janeiro e Brasília estão no topo da lista das cidades mais “boca-sujas” do Brasil. Veja o ranking completo abaixo:
Fortaleza, Rio de Janeiro e Brasília lideram o ranking das cidades mais “boca-sujas” do país. Por outro lado, São Luís aparece como a cidade menos desbocada, com uma média de apenas 1 palavrão por dia. Será que a sua cidade está nessa lista?
A quantidade de palavrões diários costuma variar dentro de grupos específicos. A pesquisa apontou que os homens xingam muito mais do que as mulheres. O mesmo acontece entre os mais jovens e os mais velhos:
Além disso, o levantamento mostrou que o Brasil está longe de ser o mais desbocado do mundo. Por exemplo, na Inglaterra e nos Estados Unidos, a taxa média de xingamentos por dia é cerca de 10 e 21, respectivamente, enquanto que no Brasil é de apenas 6,61.
Para entender em que locais e circunstâncias os brasileiros mais falam palavrão, os entrevistados foram questionados sobre que tipo de situação tende a despertar os xingamentos. A maioria dos participantes (50%) afirmaram xingar mais em casa, enquanto que 16,65% disseram soltar palavrões no trânsito. Além disso, 9,53% revelou usar palavras de baixo calão no trabalho.
Quando perguntados sobre o que os inibe de recorrer aos palavrões, quase 80% da população afirmou se abster de falar na frente de crianças (78,10%), do próprio chefe (76,88%) ou à mesa de jantar (76,57%).
Informações TBN

O ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama e sua esposa, Michelle, declararam nesta sexta-feira, 26, seu apoio à candidatura presidencial da vice-presidente Kamala Harris.
Barack Obama é o último líder influente do Partido Democrata a apoiar Harris depois que o presidente Joe Biden desistiu de buscar um segundo mandato.
“Dissemos que achamos que ela seria uma fantástica presidente dos Estados Unidos e que tem todo o nosso apoio”, afirmou Obama em uma publicação no Twitter/X. O vídeo que acompanha a mensagem nas redes sociais mostra os Obamas telefonando para Kamala para informá-la sobre o apoio.
“Ligamos para dizer que Michelle e eu não poderíamos estar mais orgulhosos de apoiá-la e fazer tudo o que pudermos para que ela passe por esta eleição e chegue ao Salão Oval”, diz o ex-presidente a Harris.
Michelle Obama acrescentou: “Não posso ter esse telefonema sem dizer à minha garota Kamala: ‘Estou orgulhosa de você. Isso vai ser histórico’.”

Em uma declaração separada, os Obamas prometeram “fazer tudo o que pudermos” para eleger Kamala e convocaram seus apoiadores a se unirem ao esforço.
Na quinta-feira 25, a campanha de Donald Trump aproveitou a ausência inicial de apoio de Obama para argumentar que a nomeação de Harris não era um consenso dentro do partido.
Steven Cheung, porta-voz da campanha, afirmou que Trump não debateria com Harris até que ela fosse oficialmente a indicada democrata, sugerindo sem evidências que Obama e outros líderes democratas estavam considerando apoiar outro candidato.
O endosso dos Obamas ocorre depois que Harris já havia garantido promessas suficientes de delegados para se tornar a provável indicada. Biden saiu da disputa no domingo 23 e imediatamente endossou Harris, que rapidamente uniu grande parte do Partido Democrata em torno de sua candidatura.
O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama se manifestou no domingo 21 sobre a desistência de Joe Biden de concorrer à reeleição.
Obama escreveu uma carta na qual elogiou Biden, descrevendo-o como “um dos presidente mais importantes da América”, assim como “um querido amigo e parceiro”.
“Mais do que isso, o presidente Biden nos afastou dos quatro anos de caos, falsidade e divisão que caracterizaram o governo de Donald Trump”, observou Obama.
O ex-presidente disse ainda que o “excelente histórico” de Biden proporcionou o direito de “concorrer à reeleição e terminar o trabalho que começou”.
“Também sei que o Joe nunca desistiu de uma luta”, disse. “Para ele olhar para o cenário político e decidir que deve passar a tocha para um novo candidato é certamente um dos mais difíceis em sua vida”, disse Obama. “Mas sei que ele não tomaria essa decisão a menos que acreditasse que era certo para a América.”
Por fim, Obama declarou que, “por enquanto, Michelle e eu só queremos expressar nosso amor e gratidão a Joe e Jill por nos guiar tão habilmente e corajosamente durante esses tempos perigosos — e por seu compromisso com os ideais de liberdade e igualdade em que este país foi fundado”.
Em nenhum momento da carta, Obama citou o fato de Joe Biden ter expressado seu apoio a Kamala Harris para concorrer à Presidência.
Informações Revista Oeste
De acordo com o comunicado emitido pela ditadura, os bloqueios têm o objetivo de ‘controlar o movimento’ e ‘evitar conflitos ou interferências externas’

A apenas dois dias das eleições no país, o regime ditatorial de Nicolás Maduro fechou, na madrugada desta sexta-feira, 26, a fronteira da Venezuela com o Brasil. O limite entre os dois países está localizado no município de Pacaraima, no Estado de Roraima, a 215 quilômetros da capital, Boa Vista.
De acordo com um comunicado da ditadura, os bloqueios fazem parte de medidas para garantir a “segurança do pleito”. As fronteiras da Venezuela ficarão fechadas até 23h59 do dia 29 de julho para “controlar o movimento e evitar conflitos ou interferências externas”.

Além disso, o porte de armas será suspenso em todo o país para prevenir incidentes violentos durante o processo eleitoral. A venda e o consumo de bebidas alcoólicas também serão proibidos a partir da mesma data até o fim das eleições.
Os bloqueios também ocorreram em 2012 e 2018. Em ambas as ocasiões, Maduro foi anunciado como o vencedor do pleito presidencial. Até o momento, o Itamaraty não se manifestou sobre o fechamento da fronteira.

Na noite da quarta-feira 24, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recuou da decisão de enviar dois observadores para acompanharem a eleição na Venezuela, depois de o ditador Nicolás Maduro desacreditar o sistema eleitoral brasileiro.
“A Justiça Eleitoral brasileira não admite que, interna ou externamente, por declarações ou atos desrespeitosos à lisura do processo eleitoral brasileiro, se desqualifiquem com mentiras a seriedade e a integridade das eleições e das urnas eletrônicas no Brasil”, disse a presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia.
O candidato da oposição à Presidência da Venezuela, Edmundo González, lamentou o posicionamento do TSE. “Teríamos gostado de contar com a presença do TSE”, disse González, durante entrevista coletiva. “Um sinal ruim.”
Ainda conforme o candidato, a ditadura de Maduro erra ao não permitir a entrada de delegações estrangeiras no país e ter desconvidado autoridades, como o ex-presidente da Argentina Alberto Fernández.
Informações Revista Oeste

Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
A denúncia contra o deputado federal Nikolas Ferreira, apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (26), envolve uma declaração polêmica do parlamentar. O ministro Luiz Fux é o relator do inquérito, iniciado em abril deste ano na Corte. O caso ganhou destaque devido aos comentários feitos por Ferreira durante um evento da Organização das Nações Unidas (ONU) em novembro de 2023, onde chamou o presidente de “ladrão”.
De acordo com o Código Penal, injúria contra o presidente da República requer que o Ministério da Justiça encaminhe a denúncia. Ricardo Cappelli, então ministro da pasta, solicitou ao STF a abertura da investigação contra Nikolas Ferreira. O site g1 tentou contato com o deputado, mas não obteve resposta até a última atualização da reportagem.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) informou ao Supremo que Nikolas Ferreira fez ofensas pessoais ao presidente durante sua apresentação em inglês no evento da ONU. Segundo o Ministério Público, o deputado afirmou:
“[…] e isso se encaixa perfeitamente com Greta e Leonardo Di Caprio, por exemplo, que apoiaram o nosso presidente socialista, chamado Lula, um ladrão que deveria estar na prisão.”
Conforme os documentos apresentados, um laudo da Polícia Federal confirmou a ocorrência do crime. O vice-procurador-geral da República, Hindeburgo ChateauBriand Filho, apontou que, mesmo após a repercussão dos fatos, as postagens permanecem disponíveis, perpetuando a ofensa.
Para crimes com pena de até dois anos, como é o caso da injúria, a lei prevê a possibilidade de uma transação penal. A transação penal é um acordo feito entre o Ministério Público (MP) e o acusado, que envolve a aplicação antecipada de uma pena de multa ou restrição de direitos. Se a negociação for concluída, o processo é arquivado, evitando um longo trâmite judicial. No caso específico, o MP entendeu que é aplicável o aumento de pena em 1/3, devido ao fato do crime ter sido cometido contra o presidente e uma pessoa com mais de 60 anos.
Se a audiência preliminar da transação penal não resultar em um acordo entre o MP e Nikolas Ferreira, o STF abrirá um prazo para que o parlamentar apresente sua defesa em até 15 dias. Posteriormente, o Supremo decidirá, em julgamento colegiado, se a denúncia será aceita. Se a denúncia for rejeitada, o caso será arquivado. Entretanto, se for admitida, Ferreira se tornará réu e responderá ao processo penal, que pode culminar em condenação ou absolvição.
Além da possibilidade de detenção de um a seis meses e multa, Nikolas Ferreira pode enfrentar o aumento de pena em 1/3 devido às circunstâncias especiais do crime. A PGR também requer a condenação do parlamentar ao pagamento de indenização por danos causados. A decisão final cabe ao STF, submetendo o caso aos procedimentos e julgamentos estabelecidos pelo tribunal.
É importante ressaltar que o caso envolve questões delicadas de direito e justiça, impactando diretamente a imagem e a carreira do deputado Nikolas Ferreira, assim como a própria instituição presidencial.
Assim, o desfecho deste caso no Supremo Tribunal Federal será acompanhado de perto por todos os lados envolvidos e pela opinião pública, trazendo debates relevantes sobre liberdade de expressão e os limites da injúria e difamação.
Informações TBN

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) fez acusações graves ao atual governo, afirmando que seus veículos blindados e parte de sua equipe de segurança foram retirados intencionalmente. Bolsonaro expressou sua preocupação durante um encontro com apoiadores em Caxias do Sul (RS), na última quinta-feira (25).
Em um vídeo publicado pelo advogado do ex-presidente, Fábio Wajngarten, na rede social X(antigo Twitter), Bolsonaro disse: “Eles não querem mais me prender, eles querem que eu seja executado”. A declaração gerou alvoroço nas redes sociais e na mídia.
De acordo com a lei brasileira, especificamente a Lei nº. 7.474/1986, ex-presidentes têm direito a certas prerrogativas após o fim de seu mandato. Entre elas, estão o uso de “quatro servidores, para segurança e apoio pessoal, bem como a dois veículos oficiais com motoristas”. No entanto, a lei não especifica que esses veículos devem ser blindados.
Bolsonaro fez questão de destacar que essa norma foi transgredida. “Pela presidência, eu tinha direito a dois carros blindados. Lula, pessoalmente, me tirou os dois carros blindados”, afirmou Bolsonaro, apesar de a legislação não mencionar a necessidade de blindagem.
Bolsonaro também mencionou que sua equipe de segurança foi diminuída e que seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), teve o porte de arma negado pela Polícia Federal. “Eu tenho direito a oito funcionários. Os quatro que trabalhavam na minha segurança, por medidas cautelares, me tiraram os 4 que trabalhavam na minha segurança. Até mesmo meu filho, o 02 [Carlos Bolsonaro], teve seu porte de arma negado pela Polícia Federal”, reclamou o ex-presidente.
Essas declarações levantam questionamentos sobre a intenção do governo em fornecer ou não a segurança devida aos ex-presidentes, especialmente em um contexto de cenário político conturbado.
Bolsonaro não mediu palavras ao insinuar que há riscos de vida envolvidos. “Eles não querem me prender, querem que eu seja executado”, declarou para os apoiadores. A frase gerou uma série de discussões sobre a seriedade da situação e a real ameaça à segurança do ex-presidente.
Para entender melhor o contexto, é essencial saber que essa não é a primeira vez que Bolsonaro se queixa da retirada de segurança blindada. Ele já havia mencionado anteriormente a perda dos veículos como uma grande preocupação.
Ao finalizar seu discurso, Bolsonaro fez um paralelo com a situação política nos Estados Unidos, especialmente com o ex-presidente Donald Trump. “O que acontece nos Estados Unidos, como um espelho, vem a acontecer no Brasil. Acredito na eleição de Donald Trump em novembro”, concluiu Bolsonaro.
Esta comparação ganha relevância quando se considera que Trump também é uma figura polarizadora e que recentemente foi vítima de uma tentativa de assassinato durante um discurso na Pensilvânia.
Em nota oficial, o Planalto reafirmou que “as regras para ex-presidentes são as previstas na Legislação (Lei nº. 7.474/1986) e são as mesmas para todos os ex-presidentes: nenhum deles têm veículo blindado à disposição”. A nota ainda esclarece que “os dois veículos previstos em lei foram disponibilizados e estão sendo utilizados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro” e que qualquer medida cautelar deve ser encaminhada ao órgão responsável.
Informações TBN

O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, revelou nesta sexta-feira (26 de julho) que o Brasil está considerando implementar um imposto sobre as empresas multinacionais operando no país. A medida já foi aprovada pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) em 2021 e está sendo discutida internamente por várias nações.
De acordo com o acordo da OCDE, o imposto global mínimo seria de 15%. Haddad enfatizou que, enquanto não há um consenso global, os países ainda podem tomar iniciativas individuais para proteger suas economias e garantir justiça tributária.
O Brasil está estudando essa matéria seriamente. Segundo Haddad, “a menos que haja uma rápida mudança de cenário, poderemos assinar essa convenção imediatamente”. No entanto, a falta de consenso entre os países membros tem retardado a implementação da medida.
Ele citou exemplos como a Espanha e Itália, que já começaram a adotar medidas domésticas. “Os países vão acabar tomando providências independentemente de haver consenso ou não”, completou Haddad.
Mesmo não sendo parte da OCDE, o Brasil apoiou o documento de 2021 sobre a taxação dos super-ricos. Em recentes reuniões do G20, Mathias Cormann, secretário-geral da OCDE, renovou o convite para o Brasil integrar o grupo.
A proposta de taxação foi uma vitória significativa para a diplomacia brasileira e é uma das prioridades da presidência brasileira do G20, que vai até o final deste ano. Haddad enfatizou: “É um avanço bastante significativo e superou nossas expectativas iniciais”.
Para se tornar membro da OCDE, o país precisa aderir a várias diretrizes estabelecidas pela organização. Atualmente, o Brasil aderiu a 44% dos instrumentos recomendados, segundo dados da CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Entre os 17 temas abordados, o Brasil ainda não aderiu a nenhum instrumento em áreas como energia nuclear, energia e transporte. Apesar disso, o país se destaca entre outras nações candidatas como Romênia, Bulgária e Argentina.
Questionado sobre a possível influência do retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos, Haddad afirmou que a implementação da taxação dos super-ricos não depende de governos específicos. “Não vai ser um governo ou outro que vai definir o destino dessa ideia”, declarou.
Para Haddad, o consenso do G20 sobre o tema é um sinal positivo. “Só o fato de constar numa declaração do G20 é uma coisa que eu garanto que poucos consideravam possível”, afirmou, destacando a importância da medida para a justiça tributária global.
Essa notícia é atualizada em 26/07/2024 às 18h56, apresentando uma visão detalhada dos planos do Brasil ao abordar a complexa questão da taxação das multinacionais, ressaltando a relevância dessa pauta no cenário internacional.
Informações TBN

As Olimpíadas deveriam ser menos restritas, e mais abertas, incorporando a cidade como palco do espetáculo. Essa era a ideia dos organizadores de Paris-2024 ao realizar a cerimônia de abertura nas margens do Rio Sena.
O que se viu, no entanto, foi um espetáculo espalhado demais o que tornou difícil identificar uma continuidade. Sem um público concentrado, faltou vibração, faltou um estádio. Isso se acentuou pelo fato de haver cenas dentro de prédios que só se via pela TV, assim como cenas só na tela.
Talvez a França seja um dos países com maior número de referências culturais entre os que já sediaram as Olimpíadas. Estava quase tudo lá: a dança inspirada no Moulin Rouge com Lady Gaga, a Monalisa (roubada), o cinema dos irmãos Lumière (seguidos dos Minions ladrões), heroínas históricas francesas (como a feminista Simone de Beauvoir) e o rock do musical “Os Miseráveis”, inspirado na obra clássica do escritor Victor Hugo.
E houve, sim, momentos apoteóticos como a música da Revolução Francesa (Ah! Ça Ira) com dançarinas vestidas de Maria Antonieta e a cantora pop Aya Nakamura, que dava um tom de modernidade. Outra cena emblemática foi a “Marseillaise” cantada com uma grande bandeira francesa pela cantora Axelle Saint-Cirel. E, para completar, o show de luzes na Torre Eifffel e pira olímpica levada por um balão.
Foram todas ideias originais, algumas bem executadas e outras nem tanto. Mas, se fosse no carnaval do Rio de Janeiro, o show provavelmente levaria bomba no quesito conjunto.
Essas cenas eram intercaladas por passagens de barco das delegações de todos os países. Nos barcos, era difícil enxergar os atletas porque às vezes estavam escondidos ou se protegiam da chuva. A água que caiu em Paris, diga-se, não ajudou o espetáculo.
Perdeu-se, com isso, o grande momento de o país entrar no estádio sob os aplausos do povo local e estrangeiro. Até os porta-bandeiras pareceram escondidos. E, se dá para dizer que desfiles contínuos de nações são bem longos, cortados não dava para entender mais que países passaram e quais não.
É verdade que, quando a chuva deu uma trégua, os atletas até se animaram como se pôde ver nas delegações finais.
O público estimado pela organização seria de 320 mil pessoas ao longo do Sena. Mas, na realidade, foram poucos momentos de vibração. Quem estava por lá se espalhou ou se escondeu da chuva.
E o público não tinha como entender todo o espetáculo como ocorre nos estádios. Pegava partes dele, e outras eram inacessíveis como as imagens só mostradas na televisão, caso do roubo da Monalisa ou da aparição dos Minions. Faltavam telões para explicar o quadro real de uma forma contínua.
Ao final, a cerimônia de abertura foi tão diferentona que todos os membros de Tonga estavam vestidos. O atleta de taekwondo Pita Taufatofua, conhecido como “besuntado de Tonga”, não se classificou.
Informações UOL

Nesta sexta-feira, a cidade celebra o Dia das Avós, em homenagem a Senhora Sant’Ana, avó de Jesus, e também a festa da padroeira de Feira de Santana. A data marca um momento de devoção e celebração na Arquidiocese e no município.
A programação festiva começou às 5h da manhã com uma alvorada, anunciando o dia especial. Às 7h, a primeira Celebração Eucarística foi presidida pelo arcebispo emérito de Feira de Santana, Dom Itamar Vian, e co-presidida pelo pároco Padre Paulo Tarso.

Dom Itamar Vian destacou a importância de Senhora Sant’Ana: “A festa da padroeira da cidade e também a avó de Jesus, Senhora Sant’Ana, é a padroeira do município e da Arquidiocese de Feira de Santana. É a mãe da mãe de Jesus, Maria, e avó de Jesus. Ela é invocada como padroeira das mães, dos mestres, dos professores e dos catequistas. Todos acreditamos que é possível alcançar grandes feitos seguindo o exemplo de bondade de Senhora Sant’Ana e de Jesus Cristo, que é o caminho, a verdade e a vida.”
Às 16h, a programação continuará com a procissão de Senhora Sant’Ana, envolvendo as paróquias da Arquidiocese e as imagens dos padroeiros e santos de devoção do povo feirense.
*Com informações do repórter Rafael Marques do portal De Olho Na Cidade

Retirada de armas de fogo ilegais das ruas, combate ao tráfico de drogas e desarticulação de redes criminosas. Esse foi o saldo final da 5ª Operação Força Total realizada nesta quinta-feira (25) em todo Brasil, simultaneamente, sendo a 28ª edição na Bahia. Em menos de 24 horas foram apreendidas 43 armas de fogo e 38 pessoas foram presas em flagrante no estado.
“Não descansamos contra o crime. Hoje o esforço foi em conjunto, em todo Brasil. As Policias Militares estão unidas para proteger o cidadão de bem. Mais uma vez parabenizo a nossa tropa, formada por policiais militares abnegados, que priorizou e garantiu, de forma qualificada, a segurança da população baiana”, ressaltou o comandante-geral da PMBA, coronel Coutinho.
As ações ostensivas e preventivas de fiscalização e patrulhamento na Bahia culminaram ainda na apreensão de 05 adolescentes, na recuperação de 17 veículos e no cumprimento de 18 mandados de prisão. A eficácia contínua da operação reforça o compromisso da Polícia Militar que assegura a tranquilidade da população e garante que criminosos sejam identificados e levados à justiça.
Balanço – Em todas as 28 edições da Operação Força Total foram apreendidas 619 armas de fogo, 987 criminosos foram presos em flagrante, 462 veículos foram recuperados e 167 adolescentes foram apreendidos.