
Neste quente domingo de discussão, dia 1º de setembro de 2024, o debate realizado pela “TV Gazeta” para os candidatos à Prefeitura de São Paulo ganhou intensidade com uma briga entre José Luiz Datena (PSDB) e Pablo Marçal (PRTB). A troca de acusações e insultos chamou a atenção tanto do público quanto dos organizadores do evento.
O confronto teve início quando Datena mencionou que recebeu uma ligação de Marçal, supostamente sugerindo uma aliança contra Ricardo Nunes (MDB) e Guilherme Boulos (Psol). A narrativa de Datena foi recheada de insultos, incluindo termos como “vagabundo” e “estelionatário de internet”. A partir desse momento, a discussão se desenrolou de forma acalorada e descontrolada.
Veja o vídeo:
O clima esquentou em questão de minutos. Após ser chamado de diversos nomes por Datena, Pablo Marçal reagiu e os dois começaram a trocar farpas de maneira intensa. A mediadora do debate, Denise Campos de Toledo, teve de intervir para tentar acalmar os ânimos exaltados. Ela pediu a todos os candidatos que mantivessem o respeito, destacando a formalidade do evento.
Mesmo após a intervenção, Datena deixou seu lugar e se dirigiu até Marçal, que o provocou ainda mais com palavras como “desequilibrado”. Datena não se fez de rogado e retrucou chamando Marçal de “psicopata” e “antiético”. A situação se tornou insustentável e foi necessário um intervalo comercial para amenizar o clima.
A troca de insultos entre Datena e Marçal pode ter consequências significativas para a corrida eleitoral. Em debates, a postura e comportamento dos candidatos são analisados minuciosamente pelos eleitores. Incidentes como esse podem influenciar negativamente a imagem dos envolvidos.
Com o nível de tensão já alto nesta primeira rodada, fica a expectativa sobre como serão os próximos debates. Será que veremos mais enfrentamentos acalorados ou os candidatos conseguirão manter o foco em suas propostas de governo?
O embate entre Datena e Marçal pode ter deixado marcas profundas nas suas reputações perante o eleitorado. A percepção pública de descontrole emocional e falta de ética pode ser um fator decisivo nas urnas.
Em eventos ao vivo como debates, a autenticidade conta muito. Mostrando-se afetados e desequilibrados, os candidatos podem dar a impressão de que não têm a temperança necessária para liderar uma cidade complexa como São Paulo. A atitude confrontacional pode ser vista por muitos eleitores como um traço negativo.
Informações TBN

A Starlink, empresa controlada pelo bilionário Elon Musk, anunciou recentemente que não cumprirá a determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, para suspender o X/Twitter no Brasil. A notícia foi divulgada há poucos minutos pelo presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Carlos Baigorri.
“Durante o dia, entrei em contato com os advogados da Starlink junto à Anatel, e fomos informados que a empresa não bloqueará o acesso ao X enquanto os recursos bloqueados pela Justiça, vinculados à Starlink, não forem liberados”, afirmou Baigorri.
Tanto o X quanto a Starlink são empresas de Elon Musk. A Starlink, uma provedora de internet com mais de 200 mil usuários no Brasil, deveria impedir o acesso à rede social conforme a determinação do ministro do STF. No entanto, a empresa ainda não se pronunciou oficialmente sobre a decisão de não acatar a ordem.

O pano de fundo desta controvérsia gira em torno das decisões judiciais envolvendo a suspensão do X/Twitter. A ordem de bloqueio do X foi emitida na última sexta-feira (30), após o vencimento do prazo dado a Musk para atender as exigências feitas por Alexandre de Moraes, que se encerrava às 20h07 da quinta-feira (29).
A Starlink teria que bloquear o acesso à rede social, ação essa que impactaria diretamente seus mais de 200 mil usuários brasileiros. É uma decisão que envolve não apenas questões jurídicas, mas também interesses comerciais significativos, dado o papel crescente da Starlink na provisão de internet no país.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) está diretamente envolvida neste imbróglio. Carlos Baigorri, presidente da Anatel, foi o porta-voz que comunicou a decisão da Starlink de não cumprir a ordem judicial.
Ele destacou que o ministro Alexandre de Moraes já foi notificado sobre o posicionamento da Starlink. A Anatel está no centro dessa discussão, pois deve garantir que as operadoras de telecomunicações no país cumpram as determinações legais.
O próximo passo está nas mãos do Supremo Tribunal Federal. O ministro Alexandre de Moraes deve decidir quais serão as providências processuais adequadas diante da negativa da Starlink. Poderemos ver novos capítulos desta história se desenrolarem nos próximos dias, com possíveis sanções ou novas ordens judiciais.
Enquanto isso, os usuários do X no Brasil continuam tendo acesso livre à plataforma, desafiando a decisão do STF. Resta saber quais serão os impactos futuros desta resistência por parte da Starlink e como isso afetará o relacionamento da empresa com autoridades reguladoras e judiciais no Brasil.
Além disso, a empresa apontou que os recursos bloqueados pela Justiça precisam ser liberados antes que qualquer ação de bloqueio seja realizada. Isso sugere que, além da questão legal, há também uma dimensão financeira em jogo.
Informações TBN

O quarto dia de competições das Paralimpíadas de Paris 2024 chegou ao fim, e trouxe grandes conquistas para o Brasil. Os atletas brasileiros obtiveram suas primeiras medalhas e mostraram desempenhos notáveis em diversas modalidades. Vamos conferir os principais destaques!
Entre os grandes momentos do dia, tivemos medalhas no tiro esportivo, na natação, no atletismo, e muito mais. O desempenho dos atletas brasileiros mantém o país em posição de destaque no quadro de medalhas.
Alexandre Galgani brilhou ao conquistar a medalha de prata no tiro esportivo, especificamente na prova R5 Carabina de Ar – 10 m deitado na classe SH2. Este feito marca a primeira vez que o Brasil sobe ao pódio nesta modalidade na história dos Jogos Paralímpicos. Galgani necessitou de suporte para a arma devido às suas limitações físicas, tornando sua conquista ainda mais impressionante.
A natação foi uma das modalidades em que o Brasil brilhou intensamente. Lídia Cruz conquistou a medalha de bronze nos 150m medley classe SM4, quebrando o recorde das Américas com o tempo de 2min57s16. Não satisfeita em ganhar apenas uma medalha, Lídia adicionou esta conquista ao seu vasto currículo em Paris 2024.
Mesmo fora do pódio, Phelipe Rodrigues e Laila Abate mostraram desempenho digno nos 100m livre S10 e 100m peito SB5, respectivamente.
No atletismo, André Rocha tornou-se um destaque ao conquistar a medalha de bronze no lançamento de disco classe F52, com uma marca de 19,48m. André, que já é bicampeão mundial, celebrou sua primeira medalha em Paralimpíadas.
Verônica Hipólito, mesmo não subindo ao pódio, causou impacto ao finalizar em 7º lugar nos 200m classe T36, com um tempo de 31s03, e fez um desabafo emocionante após a prova. Já Alan Fonteles e Vinícius Rodrigues se classificaram para finais importantes, enquanto Matheus Lima e Ariosvaldo Silva mostraram um bom desempenho em suas competições.
Atualmente, o Brasil ocupa a 4ª posição no quadro de medalhas, com um total de 26 medalhas, sendo 8 ouros, 4 pratas e 14 bronzes. A China lidera, seguida pela Grã-Bretanha e Estados Unidos.
Com performances tão inspiradoras, os atletas brasileiros continuam a nos encher de orgulho nas Paralimpíadas de Paris 2024. Fique atento para mais atualizações e torça pelos nossos heróis!
Informações TBN
Polícia prendeu em São Paulo homem ligado ao PCC suspeito de planejar atentado contra Derrite; bandido tinha até arma de guerra

A polícia prendeu em São Paulo um homem suspeito de integrar um plano para matar o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, um dos nomes mais conhecidos do governo Tarcísio. A coluna apurou que Marcelo Adelino de Moura, conhecido como China, seria o executor do crime. Ligado ao PCC, ele estava fortemente armado.
Com o bandido, a polícia apreendeu uma metralhadora Mag 762 usada pela Armada Argentina, um fuzil HK 47 – 762, coletes balísticos, capacetes balísticos, máscaras, luvas táticas e munições que abastecem de .50 a pistolas de 9 milímetros. China também escondia 18 tabletes de pasta base de cocaína e R$ 101 mil em dinheiro vivo. A maior parte da grana estava na casa dele, uma quantia menor, no carro.
Inicialmente, a operação que prendeu China não estava relacionada à investigação sobre o planejamento de atentado. Foi somente após a prisão, em maio, feita por agentes do Comando de Operações Especiais do Batalhão de Choque, que o setor de Inteligência da Polícia Civil identificou que o criminoso já vinha sendo monitorado, há algum tempo, por fazer parte da engrenagem de ataque a Derrite. Nessa maquinaria, caberia a China a derradeira função de puxar o gatilho. A ofensiva contra o secretário ocorre em um momento em que as forças policiais impõem um prejuízo bilionário ao PCC.
China, de 48 anos, possui uma extensa ficha criminal. Ele tem passagens na polícia por violar o Código Penal nos artigos:121 [homicídio], 329 [opor-se à execução de ato legal mediante violência ou ameaça], 299 [falsidade ideológica], 288 [formação de quadrilha], 155 [furto], 157 [roubo], 352 [evadir-se ou tentar evadir-se o preso ou o indivíduo submetido a medida de segurança detentiva, usando de violência] e 297 [falsificar documento público].
Com Marcelo Adelino de Moura, a polícia apreendeu: duas munições para .50, 4 munições deflagradas para 7’62×51, 480 munições para 7’62×51, 824 munições em “fita”, 400 munições para 9, 31 munições para .40. E duas armas: uma Mag 7’62×51 “Armada Argentina 209″ e um Fuzil Hk 47 – 7’62×51.
Entre os acessórios, duas capas de colete balísticos, 4 placas de colete balísticos, 2 pares de luvas táticas, duas máscaras ” modelo Airsoft”, 1 designador, 1 carregador de lanterna, 2 capacetes balísticos, 1 par de joelheiras, 10 carregadores 7’62, 7 carregadores de pistola, modelo .40, 1 carregador modelo “cofre”. Também foram apreendidos 3 celulares iPhone e 2 celulares Xiaomi.
Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, chefiada por Derrite, 2023 marcou um recorde na apreensão de cocaína, o mais rentável produto comercializado pelo PCC. No ano passado, a polícia capturou 39,6 toneladas da droga, a maior quantidade desde o início da série histórica, em 2001. Dezessete grandes pontos de armazenamento de entorpecentes foram estourados, sobretudo nas proximidades do Porto de Santos, usado para exportar o pó para Europa, Ásia, África e Oriente Médio.
A queda na arrecadação do PCC agrava o racha existente na facção. Isso porque alguns dos atuais chefes passaram a ter suas lideranças contestadas por figuras que querem ganhar espaço na estrutura da organização criminosa.
Embora a contabilidade do PCC tenha sido impactada, isso não quer dizer que a facção esteja com problemas de caixa. As autoridades ainda não conseguem mensurar qual seria o montante em poder da organização criminosa. “Não sabemos se quebramos a perna deles ou se fizemos apenas cosquinha. Mas sabemos que estão incomodados”, resume um integrante do setor de inteligência da polícia paulista. As operações têm sido feitas pela Polícia Militar, Civil e Federal, com apoio do Ministério Público.
A exportação de cocaína é a atividade mais rentável para o PCC. A droga é proveniente da Colômbia [a mais cara] ou da Bolívia e passa por rodovias e hidrovias até chegar a portos e aeroportos, com a finalidade de ser enviada a outros continentes. Quando a facção consegue fazer a droga chegar a países da Europa ou do Oriente Médio, vê o valor da droga multiplicar em até quinze vezes.
O mapeamento indica que a droga entra no Brasil, na maioria das vezes, via Acre ou Rondônia. O destino prioritário é São Paulo por conta da infraestrutura das rodovias do estado e por possuir meios para escoar a droga ao exterior, sobretudo por meio do Porto de Santos.
Entre os planos de Tarcísio e Derrite para combater o PCC, está assinatura de um decreto que visa fazer com que o dinheiro apreendido do narcotráfico possa ser usado para combater as próprias organizações criminosas.
Informações Metrópoles
Ministro do Supremo está à beira de conseguir o que sempre quis em seu projeto geral de calar a voz das redes sociais: proibir o X de operar no Brasil, como acontece na China, na Rússia, no Irã, na Coreia do Norte, em Cuba e nas piores ditaduras do mundo

(J. R. Guzzo, publicado no jornal O Estado de S. Paulo em 31 de agosto de 2024)
A guerra de extermínio que o ministro Alexandre de Moraes declarou a Elon Musk e ao X não é, na verdade, uma guerra nem a Elon Musk e nem ao X. Também não é uma proclamação pedindo o cumprimento de decisões judiciais, ou das leis brasileiras. Não é uma ação em defesa da soberania nacional, nem de “enfrentamento” ao poder econômico estrangeiro e nem de apoio ao STF. A guerra do ministro é contra a liberdade de expressão no Brasil. É aí que está, e sempre esteve, o seu inimigo real.
Moraes está à beira de conseguir o que sempre quis em seu projeto geral de calar a voz das redes sociais: proibir o X de operar no Brasil, como acontece na China, na Rússia, no Irã, na Coreia do Norte, em Cuba e nas piores ditaduras do mundo. Expulsar o X e cassar a palavra de seus 20 milhões de usuários joga o Brasil nesse clube de malfeitores — mas o ministro, o STF e os esquadrões que dão apoio automático a tudo o que eles fazem estão achando que isso é um triunfo sobre a “extrema direita”.
‘A diferença entre Musk e qualquer cidadão brasileiro que quer cumprir as leis é uma só: ele, com os seus US$ 250 bilhões e morando nos Estados Unidos, tem os meios físicos para não obedecer a ordens ilegais. O brasileiro, se fizer isso, é enfiado num camburão da Polícia Federal”, afirma J. R. Guzzo
A direita, evidentemente, gosta de Musk, do X e da possibilidade de falar o que quer nas redes sociais, mas isso não muda em nada a agressão permanente de Moraes, do STF e dos seus liderados contra a liberdade de expressão. Também não tira a razão do empresário neste episódio. O fato essencial é que Musk não desrespeitou nada, nem desafiou ninguém e nem cometeu nenhum crime em seu entrevero com o ministro —apenas se recusa a cumprir as ordens ilegais que recebe dele.
Essas ordens querem que o X faça censura sobre os seus usuários, e que faça em segredo, sem dizer que a ordem vem de Moraes. Aplicar censura é proibido pela Constituição; quem fizer isso estará, aí sim, violando a lei. Musk tem a jurisprudência do próprio STF a seu favor. “Ninguém é obrigado a cumprir ordem ilegal, ou a ela se submeter, ainda que emanada de autoridade judicial”, definiu o STF em 1996, num voto do então ministro Maurício Corrêa. Essa decisão nunca foi reformada.
A diferença entre Musk e qualquer cidadão brasileiro que quer cumprir as leis é uma só: ele, com os seus US$ 250 bilhões e morando nos Estados Unidos, tem os meios físicos para não obedecer a ordens ilegais. O brasileiro, se fizer isso, é enfiado num camburão da Polícia Federal. Não é Musk, seja ele quem for, que está em questão aqui. É Moraes, que intima o empresário pela internet (pelo X, por sinal) e não por carta rogatória. É ele que bloqueia as contas de uma empresa para cobrar valores de outra. Que tal, então, cobrar a Ambev pelo rombo das Americanas, já que estão no mesmo grupo econômico “de fato”, como diz o ministro? O problema não está no acusado. Está no acusador.
Informações Revista Oeste

O vice-presidente Geraldo Alckmin deu apoio à decisão de Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de suspender no Brasil o Twitter/X, de Elon Musk. Em entrevista concedida à Folha de S.Paulo, Alckmin enfatizou que “não é porque é bilionário que [o empresário] não precisa cumprir a lei”.
“O ‘x’ da questão é que o Elon Musk precisa cumprir a lei”, destacou o vice-presidente.
Alckmin defendeu Moraes, que atuou como seu secretário de Justiça no governo de São Paulo, das críticas sobre sua atuação no inquérito das fake news. Segundo o vice-presidente, a democracia tem uma “dívida de gratidão” com o magistrado.

Ainda sobre a decisão de Moraes de banir a rede social, Alckmin afirmou que não vê impacto negativo na imagem do Brasil no exterior. Também ressaltou que todos, incluindo os bilionários, devem seguir as leis. Ele citou o exemplo da França, que prendeu o fundador do Telegram. Além disso, defendeu a ideia de que a democracia brasileira se fortalece ao mostrar que ninguém está acima da lei.
Ao ser perguntado sobre a nota da embaixada norte-americana, que monitora o caso e defende a liberdade de expressão, Alckmin disse que a questão é simplesmente cumprir a regra e que “ninguém está acima da lei”.
Informações Revista Oeste

Anualmente, o câncer afeta milhões de pessoas ao redor do globo. Alguns tipos de câncer são especialmente desafiadores de serem detectados nos estágios iniciais, o que frequentemente resulta em diagnósticos tardios e tratamentos mais complicados. A detecção precoce é crucial para aumentar as chances de cura e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Dentre os diversos tipos de câncer, alguns são particularmente silenciosos e difíceis de identificar no início. Conhecer os sintomas iniciais é fundamental para buscar ajuda médica o quanto antes e garantir um tratamento adequado.
O câncer de esôfago é um desses tipos de câncer difíceis de serem detectados precocemente. Ele é especialmente prevalente em indivíduos com histórico de refluxo gastroesofágico crônico. Este tipo de câncer pode evoluir sem apresentar sintomas evidentes, o que torna a detecção precoce um verdadeiro desafio.
Alguns sinais de alerta que podem surgir incluem:
Câncer de pâncreas, responsável por cerca de 2% de todos os diagnósticos de câncer no Brasil, é considerado um dos tipos mais agressivos e silenciosos. Seus sintomas iniciais são sutis e podem ser facilmente confundidos com outras condições menos graves, o que complica ainda mais o diagnóstico precoce.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), alguns dos sinais de alerta incluem:
O câncer de ovário é outro exemplo de um câncer que pode evoluir de forma silenciosa. Devido à posição anatômica desfavorável do órgão, este tipo de câncer apresenta sintomas iniciais discretos e é difícil de ser identificado em exames de imagem. No entanto, alguns sinais de alerta podem ajudar na identificação precoce.
Entre esses sinais de alerta, destacam-se:
Manter-se informado e atento aos sinais do corpo é essencial para a detecção precoce de cânceres silenciosos. Consultas regulares ao médico e exames de rotina são fundamentais para aumentar as chances de tratamento eficaz. A identificação precoce não só melhora a qualidade de vida dos pacientes, como também aumenta significativamente as chances de cura.
É sempre importante prestar atenção aos sinais que o corpo dá e não hesitar em procurar ajuda médica ao menor sinal de anormalidade. A saúde é um bem precioso e a prevenção é sempre o melhor caminho.
Informações TBN

AGENDA DE JOSÉ RONALDO
02 DE SETEMBRO (SEGUNDA-FEIRA)
Pela manhã:
08h – Reunião com apoiadores
08h30 – Reunião com apoiadores
09h – Reunião com apoiadores
9h30 – Reunião com lideranças
Pela tarde:
15h – Reunião com lideranças
16h00 –Visita Empresa / JORGE – Parque Continental
17h – Visita uma indústria no Centro Industrial Subaé
Pela noite:
18h – Reunião com lideranças comunitárias
18h44 – Caminhada na Expansão do Feira IX
21h – Congresso de Mulheres / Gerson Andrade
Assessoria do candidato José Ronaldo

Agenda do candidato a prefeito de Feira, Zé Neto – Coligação: Pra fazer o futuro acontecer
Segunda (02/09)
Manhã
🗓️ Reunião com assessoria de campanha
Tarde
🗓️ Entrevista no Jornal Band Cidade
📍Rádio Band FM Feira
Noite
🗓️ Inauguração do comitê da candidata a vereadora Júlia
🗓️ Reunião com lideranças
📍Asa Branca

Créditos: depositphotos.com / lucasdemelloa@gmail.com
A mais recente pesquisa eleitoral realizada pela Quaest revela que Jair Bolsonaro (PL) tem uma influência maior que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 9 das 21 capitais brasileiras analisadas, enquanto Lula tem apenas 3 capitais. Esse levantamento foi realizado após o início oficial da campanha em agosto, e mostra um cenário competitivo entre os dois líderes políticos nas eleições municipais de 2024.
De acordo com a pesquisa, Bolsonaro está à frente em capitais como Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Manaus, Maceió, Porto Velho, Rio Branco e Rio de Janeiro. Por outro lado, Lula tem uma influência mais significativa em Recife, Fortaleza e Salvador. Em outras 9 cidades, o cenário é de empate técnico, incluindo importantes centros como São Paulo e Belo Horizonte.
Para entender melhor a influência de cada líder, a Quaest indagou os eleitores se eles votariam em um candidato desconhecido indicado por Lula ou Bolsonaro. Aproximadamente metade dos eleitores das 21 capitais afirmou que votaria em um candidato apoiado por um desses líderes.
Os resultados variam bastante, indo de 15% em Boa Vista para Lula e até 42% na mesma cidade para Bolsonaro. Esse expressivo percentual indica a capacidade dos dois ex-presidentes de mobilizar o eleitorado mesmo em níveis municipais.
A influência de Bolsonaro e Lula demonstra variações regionais significativas:
Essa força de influência se assemelha ao cenário observado nas eleições de 2022, onde Bolsonaro e Lula polarizaram a disputa em diversas capitais. Segundo Felipe Nunes, diretor da Quaest, a nacionalização das campanhas municipais pode ser uma estratégia efetiva para alavancar candidatos necessitados de um impulso para o segundo turno.
No entanto, ele adverte que a influência dos líderes nacionais não é suficiente para garantir a vitória, pois outros fatores, como a avaliação da gestão e os atributos pessoais dos candidatos, também desempenham um papel crucial na decisão do eleitorado.
As eleições de 2024 prometem ser um verdadeiro teste para a influência de Lula e Bolsonaro. Em capitais como São Paulo e Rio de Janeiro, mudanças na percepção dos eleitores já estão sendo sinalizadas. Por exemplo, a influência de Bolsonaro em São Paulo oscilou de 20% para 21%, enquanto a de Lula caiu de 29% para 26%. No Rio de Janeiro, a influência do ex-presidente aumentou ligeiramente, de 26% para 27%, enquanto a de Lula caiu de 23% para 19%.
Essas variações indicam que elementos como as condições econômicas e a presença ativa dos líderes em eventos de campanha podem alterar significativamente o panorama eleitoral ao longo dos próximos meses. Portanto, a corrida ainda está em aberto, e qualquer um dos dois líderes pode utilizar suas estratégias para ampliar sua influência.
Em conclusão, a pesquisa Quaest oferece um panorama inicial da influência de Bolsonaro e Lula nas eleições de 2024. Suas influências variam conforme as especificidades regionais e a percepção dos eleitores, demonstrando que o apoio de líderes nacionais será um fator crucial nas disputas municipais.
Informações TBN