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Créditos: depositphotos.com / lspencer

Ao longo da história, diversas cidades antigas se destacaram por suas contribuições culturais, políticas e econômicas. Algumas dessas cidades ainda existem hoje, enquanto outras estão apenas nos registros arqueológicos. Cidades como Roma e Atenas não apenas sobreviveram ao tempo, mas também continuam a ser centros importantes de cultura e conhecimento.

O estudo das cidades mais antigas do mundo nos oferece uma compreensão aprofundada das civilizações que ali floresceram. A exploração desses locais nos ajuda a entender a inovação urbana antiga, como essas sociedades se estruturaram e qual legado deixaram para as gerações futuras.

Roma: A Influência da Cidade Eterna

Roma, frequentemente chamada de Cidade Eterna, foi a capital de uma das maiores civilizações que o mundo já conheceu: o Império Romano. Fundada, segundo a lenda, em 753 a.C., Roma exerceu uma influência enorme na cultura, língua, arquitetura e política de muitas nações europeias.

Com sua localização estratégica no rio Tibre, Roma expandiu seu domínio pela Península Itálica e além, abrangendo territórios que hoje correspondem à maioria dos países europeus. A cidade é conhecida por seus avanços em engenharia e infraestrutura, exemplificados pelos aquedutos e o icônico Coliseu. Ainda hoje, Roma é um centro vital de história, arte e religião, sendo a sede da Igreja Católica Romana.

Atenas: O Berço da Democracia

Créditos: depositphotos.com / DimaKozitsyn
Atenas – Créditos: depositphotos.com / DimaKozitsyn

Atenas, capital da Grécia moderna, é outro exemplo de uma cidade antiga que moldou o curso da história. Conhecida como o berço da democracia, Atenas introduziu um sistema de governo que permitia a participação dos cidadãos nas decisões políticas, um conceito revolucionário na época.

Entre os séculos V e IV a.C., Atenas floresceu como um centro de arte, filosofia e aprendizado, lar de célebres filósofos como Sócrates, Platão e Aristóteles. A cidade é famosa por suas maravilhas arquitetônicas, como a Acrópole e o Partenon, que continuam a atrair visitantes do mundo todo, fascinados por seu esplendor histórico e cultural.

Quais Foram as Cidades da Mesoamérica?

A região da Mesoamérica abrigou uma série de cidades-estado notáveis antes da chegada dos europeus, que demonstravam grande avanço em termos de organização social e desenvolvimento arquitetônico. Teotihuacán, por exemplo, situada no que hoje é o México, era uma das maiores cidades do mundo antigo, conhecida por suas monumentais pirâmides e avenidas.

Outras cidades mesoamericanas, como Tikal e Palenque, fazem parte da civilização maia, famosa por seus conhecimentos em astronomia e matemática, seus complexos hieróglifos e imponentes estruturas cerimoniais. Essas cidades eram o auge de um sistema interligado através do comércio e de alianças políticas, constituindo uma rede sofisticada de intercâmbio cultural e econômico.

Cidades Antigas: Legados e Desafios Contemporâneos

A fascinante história das cidades mais antigas do mundo nos oferece uma janela para a vida das primeiras grandes civilizações, revelando como as estruturas sociais evoluíram e moldaram o ambiente urbano que conhecemos atualmente. Porém, essas cidades enfrentam desafios contemporâneos significativos, como a preservação de seus sítios históricos e a adaptação a novas exigências urbanas.

Ao compreender o passado e celebrar o legado cultural dessas cidades antigas, a humanidade pode aprender lições valiosas sobre inovação, coexistência e desenvolvimento sustentado que continuam a influenciar o mundo em que vivemos hoje.

Informações TBN


Créditos: depositphotos.com / gints.ivuskans.

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Donald Trump, ex-presidente dos Estados Unidos, assegurou uma vitória significativa no estado do Arizona, acrescentando 11 delegados ao seu total no colégio eleitoral. Segundo a agência Associated Press, Trump conquistou 312 delegados ao todo, superando os 226 de Kamala Harris. Essa vitória no Arizona reforça o retorno de Trump à Casa Branca em janeiro de 2025.

O Arizona é conhecido por ser um estado-pêndulo, ou swing state, indicando uma tendência de alternância entre apoio republicano e democrata. Neste ciclo eleitoral, Trump acumulou vitórias não apenas no Arizona, mas também em outros estados-chave, como Carolina do Norte, Geórgia, Michigan, Nevada, Pensilvânia e Wisconsin, consolidando sua posição no colégio eleitoral.

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Como funciona o Sistema Eleitoral dos Estados Unidos?

O sistema eleitoral nos Estados Unidos diverge do brasileiro, tanto em estrutura como em execução. Nos EUA, cada estado organiza e gerencia suas próprias eleições, o que significa que a totalização dos votos e o anúncio dos resultados podem variar consideravelmente. Tal sistema contribui para a complexidade da eleição presidencial, onde o foco está na conquista do colégio eleitoral ao invés de uma votação geral direta.

Em 2024, a eleição reafirmou a importância estratégica dos estados-pêndulo, onde o resultado pode oscilar entre os principais partidos políticos, influenciando diretamente o desfecho eleitoral nacional. Trump perfomou bem nesses estados, superando suas próprias expectativas anteriores.

Veja a lista de estados-pêndulo:

  • Arizona – 11 delegados (Trump ganhou, aponta AP)
  • Carolina do Norte – 16 delegados (Trump ganhou, aponta AP)
  • Geórgia – 16 delegados (Trump ganhou, aponta AP)
  • Michigan – 15 delegados (Trump ganhou, aponta AP)
  • Nevada – 6 delegados (Trump ganhou, aponta AP)
  • Pensilvânia – 19 delegados (Trump ganhou, aponta AP)
  • Wisconsin – 10 delegados (Trump ganhou, aponta AP)

Por que os estados-pêndulo são importantes?

Os estados-pêndulo desempenham um papel crucial nas eleições presidenciais dos Estados Unidos devido à sua indecisão política. Ao contrário dos estados com preferências claramente republicanas ou democratas, esses estados podem decidir o resultado de uma eleição ao desviar seu apoio entre os candidatos a cada ciclo eleitoral.

  • Influenciam na alocação de recursos de campanha.
  • Determinantes em eleições apertadas, onde poucos delegados podem decidir o resultado.
  • Servem como termômetro das políticas e do impacto dos candidatos em um público diversificado.

Impacto da vitória de Trump no cenário político

A vitória de Trump nas eleições de 2024 assinala não apenas seu retorno à presidência, mas também uma reafirmação do seu apoio significativo no colégio eleitoral dos EUA. Comparativamente, ele obteve uma margem ainda maior do que em sua primeira vitória em 2016 sobre Hillary Clinton, quando conquistou 304 delegados. Essa atual vitória marca um aumento de oito delegados, demonstrando um crescimento em sua base de apoio.

O cenário subsequente à vitória de Trump indica desafios e oportunidades tanto para republicanos quanto democratas nos próximos anos. Isso inclui a mobilização de eleitores, a adaptação de plataformas políticas e a preparação para futuras eleições que possam seguir padrões ainda indefinidos.

Quem é Donald Trump?

Donald John Trump, nascido em 1946 em Nova York, é uma figura proeminente tanto no mundo dos negócios quanto na política. Com um histórico que abrange desde o mundo dos negócios até a televisão, Trump alcançou a presidência em 2016. Ele emergiu como uma figura polarizadora, com slogans de campanha como “Make America Great Again”, que capturou a imaginação de muitos eleitores.

Antes de sua vitória em 2024, Trump havia perdido a eleição de 2020 para Joe Biden. No entanto, sua recente vitória revela uma forte resiliência e habilidade em reconquistar deleitores cruciais, impulsionando seu caminho de volta à Casa Branca.


Estado recuou de proposta aprovada em 2014, que impedia a prisão de quem roubava até US$ 950

Califórnia votou sobre decisão na semana passada | Foto: Reprodução/Twitter/X
Califórnia votou sobre decisão na semana passada | Foto: Reprodução/Twitter/X

Em meio à vitória do republicano Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, os americanos residentes na Califórnia — Estado tradicionalmente “progressista” — também decidiram sobre outras 10 medidas políticas. 

Entre as propostas aprovadas, está o projeto que volta considerar como graves crimes não violentos, como furto em lojas. 

O movimento vai na direção oposta das mudanças na legislação do Estado nos últimos anos, que facilitaram a vida de criminosos de todo o tipo. 

Em artigo para a Edição 130 da Revista Oeste, Gabriel de Arruda Castro destacou que desde 2014, quem furta até US$ 950 (mais de R$ 5 mil) não ia preso no Estado — não importasse quantas vezes o crime se repita. 

Além disso, com a pandemia, o governo estadual e os promotores do Estado resolveram esvaziar ainda mais os presídios. O uso de drogas ficou praticamente liberado.

Mas, números mostram que essas mudanças não foram benéficas para os californianos. Em 2020, houve um salto de 31% no total de homicídios na Califórnia. Em 2021, as estatísticas foram ainda mais alarmantes. E, proporcionalmente, 2022 ficou ainda pior que o ano anterior. 

Frustrados com os crimes desenfreados, especialmente no varejo, os eleitores aprovaram uma a chamada “Proposta 36”, que volta a tornar crime para reincidentes o furto em lojas. 

A medida também aumenta as penalidades para casos que envolvem drogas — incluindo o opioide sintético fentanil — e dá aos juízes a autoridade para ordenar que pessoas com reincidência recebam tratamento.

O governador da Califórinia, Gavin Newsom, foi contra a decisão e alegou que a proposta reavivaria uma “guerra às drogas”.

Dependente químico usando fentanil, uma droga nova, no distrito de Skid Row, na Califórnia. Eles cobrem o rosto para aumentar o efeito e permanecem nessa posição, paralisados pelo efeito da droga | Foto: Gabriel de Arruda Castro/Revista Oeste
Dependente químico usando fentanil, uma droga nova, no distrito de Skid Row, na Califórnia. Eles cobrem o rosto para aumentar o efeito e permanecem nessa posição, paralisados pelo efeito da droga | Foto: Gabriel de Arruda Castro/Revista Oeste

“Isso ressalta o descontentamento generalizado com o aumento do crime e da desordem pública, bem como o quão distante o Sr. Newsom está das preocupações de seus cidadãos”, avaliou o The Wall Street Journal, em editorial deste sábado, 9. “Talvez ele esteja gastando muito tempo fazendo campanha na Flórida.”

Furtos em massa são comuns na Califórnia

É difícil numerar a quantidade de furtos em lojas na Califórnia devido à falta de dados. No entanto, é comum encontrar na internet vídeos de grandes grupos de pessoas roubando lojas em plena luz do dia.

O portal APNews, por exemplo, cita o furto em uma loja da Nike fechada com tábuas em Los Angeles. O caso aconteceu na semana passada, depois que o time de futebol americano Dodgers venceu a World Series.

Os proponentes disseram que a iniciativa é necessária para fechar brechas legais que dificultam a punição de ladrões de lojas e traficantes pelas autoridades policiais.

“Esta é uma mensagem retumbante de que os californianos estão prontos para ter comunidades mais seguras”, afirmou a copresidente da coalizão, Anne Marie Schubert, que apoia a medida.

Mesmo assim, ainda há quem discorde da medida. Figuras da oposição, que incluem líderes estaduais democratas e grupos de justiça social, disseram que a medida vai dar aval para prender “desproporcionalmente pessoas pobres e aquelas com problemas de uso de substâncias, em vez de mirar em líderes que contratam grandes grupos de pessoas para roubar produtos para revenda online”.

Informações Revista Oeste


Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia

“O Bahia está sem confiança”. Esse foi o diagnóstico do técnico Rogério Ceni após a derrota do Tricolor para o Juventude por 2 a 1, de virada, no Alfredo Jaconi, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro. O time baiano perdeu pela terceira vez consecutiva e está há cinco jogos sem vencer na competição nacional faltando cinco jogos para o encerramento. “Perder jogos são complicados, mas quando você perde a confiança, para readquirir às vezes demora um pouco de tempo e não há mais tempo, são só cinco rodadas. Hoje já era um jogo fundamental”, lamentou na entrevista coletiva.

Estacionado nos 46 pontos, o Tricolor acabou caindo para a oitava colocação na tabela de classificação ao ser ultrapassado pelo Cruzeiro, que venceu o Criciúma e chegou ao sétimo lugar com 47. “Do São Paulo para cima não temos mais como alcançar nesse momento. Temos que viver a realidade de jogar nosso Campeonato, que é o campeonato do Cruzeiro, que nos tomou a posição hoje. São cinco rodadas para alcançar o que a gente almeja”, disse o treinador.

O próximo adversário do Bahia será o Palmeiras, vice-líder da competição. A partida está marcada para acontecer após a Data Fifa no dia 20 de novembro, na outra quarta-feira, às 20h, na Arena Fonte Nova, pela 34ª rodada. “Psicologicamente temos que estar mais fortes para o próximo jogo, porque é um adversário duríssimo. Perdemos a oportunidade de trazer essa confiança de volta no dia de hoje. Vamos ter que recuperar no momento mais difícil”, finalizou.

*Metro1


Foto: Stephanie Suerdieck/Metropre

A Bahia recebeu alerta de chuvas fortes para este domingo (10) e segunda-feira (11), emitido pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).

O alerta de chuvas fortes afeta toda a faixa litorânea da Bahia, incluindo a Região Metropolitana de Salvador. Neste domingo (10), o tempo permanecerá instável, com pancadas isoladas de chuva. As temperaturas devem variar entre 23ºC e 32ºC. Na capital, espera-se chuvas moderadas e trovoadas para segunda-feira (11).

As áreas mais afetadas pelas chuvas intensas deverão ser o Sul, Centro-Sul e Sudoeste da Bahia, além do Norte de Minas Gerais. O Cemaden alerta para o risco de deslizamentos nessas regiões devido ao volume acumulado de chuvas. A previsão é que o sistema perca força ao longo do dia, com redução das chuvas.

*Metro1


Foto: Brigada Anjos Jacuipenses

Uma colisão entre um Fiat Siena e uma caminhonete deixou cinco pessoas feridas na tarde deste sábado (9) na BA-120, entre as cidades de Riachão do Jacuípe e Conceição do Coité.

De acordo com a Brigada Voluntária Anjos Jacuipenses, que prestou socorro às vítimas, ao chegar no local, três pessoas já haviam sido socorridas por populares com ferimentos leves. As outras duas vítimas foram socorridas pela equipe de resgaste.

A caminhonete, que pertence a uma empresa, estava carregada com farelo. Com o impacto da batida, os dois ocupantes, um homem e uma mulher, foram projetados para fora do veículo.

Ainda segundo a Brigada Voluntária Anjos Jacuipenses, o homem estava em estado grave e uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) precisou ser acionada e encaminhou a vítima ao Hospital Geral Clériston Andrade, em Feira de Santana.

A outra vítima, do sexo feminino, estava em situação estável e foi encaminhada para o Hospital Municipal de Riachão do Jacuípe pela equipe dos Anjos Jacuipenses.

Não há informações sobre a atual situação de saúde das vítimas e nem sobre as causas do acidente.

*Acorda Cidade


Donald Trump se elege para um segundo mandato — Foto: Imagem: Reuters

Donald Trump se elege para um segundo mandato — Foto: Imagem: Reuters 

Durante sua campanha para a reeleição dos Estados Unidos, Donald Trumpprometeu expurgar as Forças Armadas dos militares considerados “woke” (focados em justiça racial e social, mas usado de forma depreciativa pelos conservadores). 

Agora que ele é o presidente eleito, a questão nos corredores do Pentágono é se ele pode ir além disso

Espera-se que Trump tenha uma visão mais sombria dos líderes militares em seu segundo mandato. 

No primeiro mandato, Trump enfrentou a resistência do Pentágono sobre diversos temas, desde seu ceticismo em relação à Otan até sua prontidão para enviar tropas para reprimir protestos nas ruas dos EUA. 

Os ex-generais e secretários de Defesa de Trump estão entre seus críticos mais ferozes, alguns rotulando-o de fascista e declarando-o impróprio para o cargo. 

Irritado, Trump sugeriu que seu ex-chefe do Estado-Maior Conjunto, Mark Milley, poderia ser executado por traição. 

Autoridades dos EUA dizem que Trump priorizará a lealdade em seu segundo mandato e erradicará oficiais militares e funcionários públicos de carreira que ele considera desleais. 

Ele destruirá o Departamento de Defesa, francamente. Ele entrará e demitirá generais que defendem a Constituição”, disse Jack Reed, democrata que lidera o Comitê de Serviços Armados do Senado. 

Questões de guerra cultural podem ser um gatilho para demissões.

Trump foi questionado pela Fox News em junho se ele demitiria generais descritos como “woke“, um termo para aqueles focados na justiça racial e social, mas que é usado pelos conservadores para depreciar as políticas progressistas.

“Eu os demitiria. Você não pode ter (um) militar ‘woke’”, disse Trump.

Alguns funcionários atuais e antigos temem que a equipe de Trump possa ter como alvo o general da Força Aérea C.Q. Brown, atual chefe do Estado-Maior Conjunto. 

O Estado-Maior Conjunto reúne os líderes do Departamento de Defesa dos Estados Unidos que assessoram o secretário de Defesa, o Conselho de Segurança Interna, o Conselho de Segurança Nacional e o presidente em assuntos militares. 

Brown é um ex-piloto de caça e comandante militar amplamente respeitado e que se afasta da política.

O general de quatro estrelas, que é negro, emitiu uma mensagem de vídeo sobre discriminação nas fileiras nos dias após o assassinato de George Floyd em maio de 2020 por um policial em Minneapolis. 

Ele tem sido uma voz a favor da diversidade nas forças armadas dos EUA.

Solicitado a comentar, o porta-voz de Brown, capitão da Marinha Jereal Dorsey, disse: “O presidente, juntamente com todos os membros do serviço em nossas forças armadas, continua focado na segurança e defesa de nossa nação e continuará a fazê-lo, garantindo uma transição suave para a nova administração do presidente eleito Trump.” 

JD Vance, vice-presidente eleito dos EUA — Foto: Matt Freed/AP

JD Vance, vice-presidente eleito dos EUA — Foto: Matt Freed/AP 

O vice-presidente eleito de Trump, J.D. Vance, votou como senador no ano passado contra a confirmação de Brown para se tornar o principal oficial militar dos EUA e tem sido um crítico da resistência percebida às ordens de Trump dentro do Pentágono. 

“Se as pessoas em seu próprio governo não estão obedecendo, você tem que se livrar delas e substituí-las por pessoas que respondam ao que o presidente está tentando fazer”, disse Vance em uma entrevista com Tucker Carlson antes da eleição. 

Durante a campanha, Trump prometeu restaurar o nome de um general confederado para uma importante base militar dos EUA, revertendo uma mudança feita após o assassinato de Floyd. 

A mensagem “anti-woke” mais forte de Trump durante a campanha teve como alvo as tropas transgênero. 

Trump já havia banido membros transgênero do serviço militar e postado um anúncio de campanha na rede social X retratando-os como fracos, com a promessa de que “Não teremos um exército ‘woke’!” 

A equipe de transição de Trump não respondeu imediatamente a um pedido de comentário. 

Trump sugeriu que os militares dos EUA poderiam desempenhar um papel importante em muitas de suas prioridades políticas. 

Essas prioridades incluem planos de usar a Guarda Nacional e possivelmente de tropas da ativa para ajudar a realizar uma deportação em massa de imigrantes sem documentos. 

Também existe a possibilidade de usar as tropas para lidar com a agitação doméstica.

Tais propostas alarmam especialistas militares, que dizem que o envio de militares nas ruas americanas pode não apenas violar as leis, mas também colocar grande parte da população contra as ainda amplamente respeitadas forças armadas dos EUA. 

Em uma mensagem às forças após a vitória eleitoral de Trump, o secretário de Defesa Lloyd Austin reconheceu os resultados da eleição e enfatizou que os militares obedeceriam a “todas as ordens legais” de seus líderes civis.

Mas alguns especialistas alertam que Trump tem amplo espaço para interpretar a lei e as tropas dos EUA não podem desobedecer a ordens legais que consideram moralmente erradas. 

“Há uma percepção pública generalizada de que os militares podem optar por não obedecer a ordens imorais. E isso não é verdade”, disse Kori Schake, do conservador American Enterprise Institute.

Schake alertou que um segundo mandato de Trump pode ver demissões de alto nível à medida que ele avança com políticas controversas. 

“Acho que haverá um enorme caos em um segundo mandato de Trump, tanto por causa das políticas que ele tentará promulgar quanto pelas pessoas que ele colocará em prática para promulgá-las em termos de nomeações”, disse ela. 

Um oficial militar dos EUA minimizou essas preocupações, dizendo sob condição de anonimato que criar caos dentro da cadeia de comando militar dos EUA criaria reação política e seria desnecessário para Trump atingir seus objetivos. 

“O que esses caras vão descobrir é que os oficiais militares geralmente estão focados na guerra, e não na política”, disse o oficial militar. “Eu sinto que eles ficarão satisfeitos com isso – ou pelo menos deveriam estar.” 

Esvaziar as fileiras civis? 

Funcionários públicos de carreira no Pentágono podem ser submetidos a testes de lealdade, dizem empregados atuais e antigos. 

Os aliados de Trump adotaram publicamente o uso de ordens executivas e mudanças de regras para substituir milhares de funcionários públicos por aliados conservadores

Um alto funcionário da Defesa dos EUA, falando sob condição de anonimato, disse à agência Reuters que havia uma preocupação crescente dentro do Pentágono de que Trump expurgaria funcionários civis de carreira do departamento. 

“Estou profundamente preocupado com suas fileiras”, disse o funcionário, acrescentando que vários colegas expressaram preocupação com o futuro de seus empregos. 

Funcionários públicos de carreira estão entre os quase 950 mil empregados não uniformizados que trabalham nas Forças Armadas dos EUA e, em muitos casos, têm anos de experiência especializada. 

Trump prometeu durante a campanha dar a si mesmo o poder de destruir a força de trabalho federal em todo o governo. 

Durante seu primeiro governo, algumas das sugestões controversas de Trump a conselheiros, como potencialmente disparar mísseis no México para destruir laboratórios de drogas, nunca se tornaram política em parte por causa da resistência de funcionários do Pentágono. 

“Este será 2016 com esteroides e o medo é que ele esvazie as fileiras e a experiência de uma forma que causará danos irreparáveis ao Pentágono”, disse o funcionário.

Informações G1


Para emitir a CIN, basta apresentar a certidão de nascimento ou de estado civil (original)

Foto: Leonardo Manhães

A nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) estará disponível para emissão em todos os postos SAC da Bahia, a partir desta segunda-feira (11). Os interessados podem marcar o atendimento pelo aplicativo ou site do SAC, ou ainda pelo call center, pelos números (71) 4020-5353 (ligações de celular) e 0800 071 5353 (ligações de telefone fixo).

A CIN, agora pode ser obtida em pontos SAC de cidades como Bom Jesus da Lapa, Cocos, Luís Eduardo Magalhães, Mucugê, Remanso e Xique-Xique. Com um total de 90 unidades de SAC em operação no estado, incluindo três carretas do SAC Móvel, o governo pretende ampliar o acesso ao documento, que terá a primeira via gratuita para os cidadãos.

Diferente do antigo RG, a nova identidade é unificada pelo número do CPF, eliminando o uso de múltiplos números de identificação. Para emitir a CIN, basta apresentar a certidão de nascimento ou de estado civil (original), sendo necessário levar uma cópia caso o documento esteja plastificado.

A CIN também permite agregar informações adicionais, como números de outros documentos, CNH, carteira de trabalho, título de eleitor e certificado militar – para reduzir a necessidade de portar vários documentos. Além disso, o documento pode indicar o tipo sanguíneo, sinalizar condições de saúde ou deficiência, e incluir a opção de doação de órgãos. A inclusão do nome social é permitida mediante solicitação do cidadão, e, em caso de mudança de nome, é necessária a nova certidão de nascimento.


Antonio Gritzbach foi assassinado a tiros no Aeroporto de Guarulhos (SP) depois de delatar esquemas de lavagem de dinheiro da facção criminosa

A cabeça de Antonio Gritzbach estaria valendo R$ 3 milhões | Foto: Reprodução/Twitter-X
A cabeça de Antonio Gritzbach estaria valendo R$ 3 milhões | Foto: Reprodução/Twitter-X

O empresário Antonio Vinícius Lopes Gritzbach, de 38 anos, foi executado a tiros pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) no Aeroporto de Guarulhos, na sexta-feira 8. Antes do assassinato, ele entregou ao Ministério Público de São Paulo (MP-SP) um áudio revelando um plano para matá-lo por R$ 3 milhões.

Antonio Gritzbach registrou a conversa em seu próprio escritório e entregou ao Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP-SP, depois de firmar uma delação premiada. O acordo do empresário foi homologado no dia 24 de abril deste ano.

Durante a gravação, Antonio estava acompanhado de um policial civil, que era seu amigo. O agente recebeu uma ligação de um associado a acionistas de uma empresa de ônibus, suspeita de ligações com o PCC, alvo da operação Fim da Linha realizada pelo MP-SP também realizada em abril.

A ligação foi atendida pelo viva-voz do celular do policial, permitindo que o empresário pudesse ouvir a conversa sem que os interlocutores soubessem. A discussão iniciou-se abordando valores para a sua execução.

Veja o vídeo:

https://twitter.com/revistaoeste/status/1855212930603659585?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1855212930603659585%7Ctwgr%5E43b3c5d6fe01d3ccfa610c0d883bf98c0ecb48f2%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Frevistaoeste.com%2Fbrasil%2Fempresario-morto-gravou-plano-do-pcc-para-executa-lo-por-r-3-milhoes%2F

PCC ofereceu R$ 3 milhões para execução de empresário

Na gravação, o interlocutor pergunta se “três está bom”, referindo-se, segundo denúncia do próprio empresário Antonio Gritzbach ao Ministério Público, ao valor de R$ 3 milhões para sua execução. 

Posteriormente, o autor da ligação questionou se seria fácil “resolver” a situação de Vinícius, ou se ele estava “voando”, isto é, saindo de casa. O policial confirmou, mencionando que o empresário estava com seguranças.

Depois da conversa, o policial disse a Gritzbach: “Você escutou, você é meu irmão”. Na sequência, perguntou: “Por que esse cara está fazendo isso aí? Nós vamos pegar esse cara e dar umas pauladas nele.” Ele orientou o delator do PCC sobre como proceder em sua defesa.

A orientação do policial referia-se à defesa de Antonio Gritzbach no processo em que ele era acusado dos assassinatos de Anselmo Becheli Santa Fausta, conhecido como Cara Preta, e Antônio Corona Neto, apelidado de Sem Sangue.

Os dois foram mortos a tiros por volta das 12h10 no dia 27 de dezembro de 2021, na rua Armindo Guaraná, Tatuapé, em São Paulo. Noé Alves Schaum, acusado de ser o executor, foi morto no dia 16 de janeiro de 2022, no mesmo local.

Cara Preta era um membro influente do PCC, envolvido com tráfico internacional de drogas. Sem Sangue atuava como motorista e braço direito dele.

Conexões perigosas

Segundo o DHPP, Antonio Gritzbach teria ordenado a morte de Cara Preta depois de desviar R$ 40 milhões que recebeu para investir em criptomoedas. O golpe foi descoberto, e ele passou a receber ameaças de morte.

O policial envolvido na gravação foi preso em outra investigação. As ameaças contra Antonio Gritzbach aumentaram depois da sua delação premiada. Além do áudio, o empresário denunciou ao Gaeco a participação de policiais civis do DHPP, Deic e do 24º Distrito Policial em casos de corrupção e recebimento de propinas.

Informações Revistan Oeste


As imagens, que cobrem o período de 2018 a 2020, exibem ‘punições’ de terroristas a opositores do regime

Uma das imagens divulgadas por Israel mostra um palestino sendo acorrentado por um militante do Hamas | Foto: Divulgação/IDF
Uma das imagens divulgadas por Israel mostra um palestino sendo acorrentado por um militante do Hamas | Foto: Divulgação/IDF

As Forças de Defesa de Israel relataram a descoberta de gravações que expõem membros do grupo terrorista Hamas torturando civis palestinos na Faixa de Gaza. As imagens, que cobrem o período de 2018 a 2020, revelam práticas brutais de interrogatório empregadas pelo grupo contra civis suspeitos de se oporem ao seu regime. 

Esse material foi encontrado nos arquivos de segurança do próprio Hamas. O perfil oficial do Estado de Israel no Twitter/X compartilhou um dos registros.

Os vídeos, entregues ao jornal britânico Daily Mail antes de sua divulgação, documentam os abusos ocorridos em Outpost 17, uma antiga instalação do Hamas localizada em Jabalia, no norte de Gaza. 

Em uma das cenas, homens são mostrados pendurados de cabeça para baixo, com sacos cobrindo suas cabeças, enquanto são espancados nos pés por agentes do Hamas.

Detalhes das gravações

Outras partes das filmagens mostram os torturadores conversando entre si e preenchendo documentos, enquanto um detento permanece acorrentado, equilibrando-se com um saco na cabeça. 

Essas práticas foram descritas como brutalidades sistemáticas contra civis considerados opositores do regime do Hamas.

Táticas de tortura eram aplicadas durante interrogatórios | Foto: Divulgação/IDF
Táticas de tortura eram aplicadas durante interrogatórios | Foto: Divulgação/IDF
Um dos registros mostra um cidadão palestino pendurado de ponta-cabeça | Foto: Divulgação/IDF
Um dos registros mostra um cidadão palestino pendurado de ponta-cabeça | Foto: Divulgação/IDF

Hamza Howidy, que foi preso e torturado pelo Hamas antes de conseguir fugir de Gaza, deu entrevista ao Daily Mail. “Eles te torturariam até você se quebrar e dizer o que eles quisessem”, afirmou.

O Hamas enfrenta acusações frequentes de deter e torturar civis na Faixa de Gaza, muitas vezes sob a justificativa de que colaboravam com Israel. 

Em 2022, um relatório do UN Watch Lobby destacou que ativistas de direitos humanos, além de mulheres, pessoas LGBTQ e opositores políticos, eram regularmente submetidos a punições severas.

Denúncias e acusações contra o Hamas

As práticas de tortura têm sido um ponto de crítica internacional contra o Hamas, que governa a Faixa de Gaza desde 2007. 

Organizações de direitos humanos têm denunciado repetidamente as violações cometidas contra civis palestinos, incluindo detenções arbitrárias e maus-tratos em centros de detenção. 

As revelações trazidas pelas filmagens das Forças de Defesa de Israel acrescentam mais evidências às alegações de abuso sistemático de direitos humanos na região.

Informações Revista Oeste