
Prefeito eleito de Feira de Santana, José Ronaldo integra a comitiva de 15 prefeitos brasileiros, eleitos pelo partido União Brasil nas maiores cidades do país, que irá a Londres, na Inglaterra, para participar do TREK Londres Prefeituras 2024. O programa, organizado pela Fundação Índigo, foi desenvolvido para oferecer aos gestores uma experiência em temas de gestão pública, inovação urbana e desenvolvimento sustentável, explorando práticas de uma das capitais mais dinâmicas e avançadas em gestão de cidades no mundo.
A seleção dos prefeitos, realizada pelo União Brasil, visa capacitar os líderes eleitos, em técnicas e abordagens modernas de administração, proporcionando-lhes um panorama das políticas públicas e das tecnologias que Londres aplica em áreas como mobilidade, segurança e educação. A jornada contará com atividades práticas e visitas a locais de referência, como o Parlamento Britânico e centros de inovação, e incluirá diálogos com especialistas em temas essenciais para o avanço dos municípios brasileiros.
Liderada por ACM Neto, a Fundação Índigo tem como meta ajudar os prefeitos a desenvolverem uma visão administrativa de longo prazo, utilizando os conhecimentos adquiridos no evento para enfrentar desafios comuns às grandes cidades.
Programa de atividades intensivo
Durante a semana, os prefeitos participarão de atividades variadas, incluindo discussões sobre sistemas de governo com o cientista político Tim Power, análises sobre infraestrutura urbana com especialistas locais e uma reunião com o embaixador brasileiro Antonio Patriota para discutir a diplomacia entre Brasil e Reino Unido. Cada experiência está pensada para ampliar a compreensão dos participantes sobre como aplicar essas práticas em cidades brasileiras.
Essa imersão em Londres simboliza um importante passo no desenvolvimento de gestores públicos comprometidos em transformar a realidade dos seus municípios, trazendo de volta ao Brasil novas perspectivas e um repertório prático para enfrentar os desafios da governança urbana.
José Ronaldo assume a Prefeitura de Feira, pela quinta vez, em 1 de janeiro de 2025 e já avisou que vai cumprir todo o mandato.
*O Protagonista FSA

A Polícia Militar da Bahia (PMBA) realiza nesta quarta-feira (13) a 35ª edição da Operação Força Total, uma ação estratégica que reforça o compromisso da corporação com a segurança pública e a proteção da sociedade. Com o objetivo de intensificar o combate à criminalidade, a operação mobiliza todas as unidades da PMBA, garantindo uma presença ainda mais forte nas ruas.
A cada nova edição, a operação tem demonstrado a eficácia de suas ações, com resultados expressivos no enfrentamento ao crime, como a apreensão de armas, recuperação de veículos roubados e a prisão de criminosos. Além disso, a PMBA tem se destacado na localização de foragidos e na prevenção de crimes, com ações planejadas e coordenadas para desarticular organizações criminosas.
O sucesso da Operação Força Total é fruto do empenho coletivo de toda a tropa, que, com dedicação e profissionalismo, trabalha para garantir uma segurança de qualidade à população baiana. Nesta 35ª edição, os policiais estarão ainda mais engajados no esforço de proporcionar tranquilidade e confiança para todos, reforçando a presença da PMBA em cada comunidade.

O prefeito Colbert Martins Filho nomeou dois novos subsecretários para atuar nas secretarias municipais de Governo (Segov) e de Cultura, Esporte e Lazer (Secel). A medida foi publicada em edição do Diário Oficial Eletrônico nesta quarta-feira (13).
José da Costa Correia Filho, conhecido como Correia Zezito, assume o cargo de subsecretário de Governo. Enquanto Petrônio Oliveira Lima assume o cargo de subsecretário de Cultura, Esporte e Lazer. Ambos são ex-vereadores da Câmara Municipal.

Em novembro, a Bahia passa a contar com os serviços do Proteja – Centro Estadual de Atendimento Integrado à Crianças e Adolescentes Vítimas de Violência. Iniciativa da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos – SJDH, o equipamento será aberto oficialmente nesta quarta-feira (13), às 9h30. O Centro é uma política pública da SJDH, executado através de Termo de Colaboração firmado com a Associação Humana Povo para Povo Brasil (Humana Brasil), e vai funcionar na Rua Américo de Sousa Gomes, 02, Saúde, Salvador-BA.
O Proteja tem equipe multidisciplinar com profissionais das áreas de serviço social, psicologia, direito e pedagogia, acolhendo crianças e adolescentes de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. O primeiro contato para o atendimento pode ser feito pelo whatsapp (71) 9.9694-0507 e por e-mail protejabahia@gmail.com.
O Centro de Atendimento está estruturado para assegurar as condições técnico-operacionais adequadas ao atendimento e possibilitar que as vítimas sejam acolhidas e protegidas em um ambiente compatível com suas necessidades, características e particularidades. O compromisso é a interrupção da violência, com acolhimento, escuta qualificada, atendimento especializado em rede e interdisciplinar.
O Proteja atua também na articulação intersetorial e interinstitucional, com foco no desenvolvimento de ações especializadas de forma integrada, mediante a definição de fluxos e protocolos de atendimento na rede de proteção infantojuvenil. A rede engloba instituições públicas municipais, estaduais e federais, além do sistema de justiça. Contempla, ainda, a realização de ações de sensibilização e mobilização da rede de proteção para a prevenção e enfrentamento das variadas formas de violência contra o segmento.
O Proteja segue diretrizes da Lei Federal nº 13.431/2017 e do Decreto Federal nº 9.603/2018, que normatizam e organizam o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência, e criam mecanismos para prevenir e coibir a violência. O atendimento em rede a esse grupo vulnerável deve incluir a escuta especializada em situações de revelação espontânea, em ambiente humanizado e adequado.
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Presidente Javier Milei discursa na abertura do Congresso argentino, em 1º de março de 2024. — Foto: Reuters/Agustin Marcarian
A inflação da Argentina ficou em 2,7% em outubro, apontou o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) do país. Esse é o resultado mensal mais baixo desde novembro de 2021.
Em relação a setembro, quando a inflação ficou em 3,5%, a diferença é de 0,8 ponto percentual (p.p.) — o que mostra uma nova desaceleração na taxa.
Em 12 meses, o aumento dos preços chegou a 193%. O acumulado é menor do que o mês de setembro, quando era de 209%. Já na janela de janeiro a outubro, a taxa chegou a 107%.
O setor de maior alta em outubro foi o de Habitação, Água, Eletricidade, Gás e Outros Combustíveis (5,4%). Na sequência, ficaram Roupas e Calçados (4,4%), Restaurantes e Hotéis (4,3%) e Saúde (3,6%).
A Argentina passa por um grande ajuste econômico sob o comando do presidente ultraliberal Javier Milei. O país já vinha enfrentando uma forte recessão econômica, e Milei promoveu um amplo corte de gastos públicos.
Após tomar posse, em dezembro de 2023, Milei decidiu paralisar obras federais e interromper o repasse de dinheiro para os estados. Foram retirados subsídios às tarifas de água, gás, luz, transporte público e serviços essenciais.
Quando o incentivo foi retirado, houve um aumento expressivo nos preços ao consumidor. Mas, logo no primeiro trimestre deste ano, o presidente conseguiu o primeiro superávit [arrecadação maior do que gastos] desde 2008. O objetivo de Milei é alcançar o “déficit zero” para o fim de 2024.
A inflação do país também desacelerou, dos 25,5% registrados em dezembro aos 2,7% calculados em outubro. Parte da queda no índice tem sido atribuída à diminuição de potencial de consumo entre os argentinos, além de medidas para redução de impressão de dinheiro.
Para os argentinos, no entanto, a queda nas taxas ainda não reflete uma diminuição dos preços de serviços públicos, transporte e de alimentos. E o salário mínimo de 271,5 mil pesos (US$ 278,3) não conseguiu acompanhar a inflação anual de três dígitos.
A consequência é uma intensificação da pobreza no país: são 15,7 milhões de argentinos abaixo da linha da pobreza, situação que afeta 52,9% da população, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec).
Outro problema está na atividade econômica. Com o ajuste promovido pelo governo, o Produto Interno Bruto (PIB) da Argentina recuou 5,1% no 1º trimestre em comparação com o mesmo período de 2023. No 2º trimestre, a queda foi de 1,7%, encolhimento acima do esperado por analistas.
Conforme mostrou o g1, as medidas de Milei e os primeiros resultados das contas públicas elevaram os ânimos do mercado financeiro. Passados dez meses, no entanto, o fator longo prazo começa a preocupar quem apoiou as medidas de choque do presidente argentino.
O desconforto ficou claro em uma declaração recente do bilionário argentino Paolo Rocca, CEO da Tenaris, fornecedora mundial de tubos para perfuradoras de petróleo. Antes otimista quanto ao ritmo de mudança econômica do país, ele passou a ponderar as expectativas.
“Provavelmente estávamos todos otimistas demais ao pensar que isso [estabilização econômica] poderia ser feito em um prazo mais curto”, disse, durante uma teleconferência de resultados trimestrais.
Apesar do avanço nos resultados fiscais e do processo de compra de dólares no mercado cambial, a Argentina tem mostrado dificuldade em conseguir robustez em suas reservas internacionais — parte importante para a conquista de confiança e a atração de investimentos.
Nesse sentido, um ponto de incômodo do mercado financeiro com Milei é a ordem de prioridades do presidente argentino. A interpretação é que ele tem dado muita atenção ao controle da inflação e deixado em segundo plano ações com foco no longo prazo.
Federico Servideo, diretor-presidente da Câmara de Comércio Argentino Brasileira de São Paulo, afirma que a inflação tem servido como uma âncora econômica para Milei, “mas parece que, cada vez mais, esse se torna um suporte político”.
“O governo, em termos de opinião pública, continua bem avaliado. Isso indica que há uma relação direta, amplamente reconhecida entre os analistas de opinião pública, entre a inflação e o sucesso de Javier Milei. A derrota da inflação é o grande ativo deste governo”, afirma.
Entenda, no vídeo abaixo, a variação da popularidade de Milei:
Na Argentina, popularidade de Javier Milei cai 12%
Apesar da desaceleração inflacionária, os argentinos têm tido pouco alívio nas contas. O cenário é de salários ainda travados, enquanto os custos de produtos básicos dispararam e o governo cortou subsídios estatais.
“Estamos perdendo a noção do que é caro e do que é barato”, disse à Reuters o professor universitário Daniel Vazquez, enquanto fazia compras em Buenos Aires. “Os preços continuam subindo e a única coisa que não está subindo são os salários.”
Já o programador Ivan Cortesi, de 30 anos, disse que, embora os preços dos alimentos tenham permanecido semelhantes aos do mês passado, os custos dos serviços públicos dispararam.
“No mês passado, houve um aumento significativo em todos os serviços públicos”, disse.
A desvalorização do peso argentino e os cortes acentuados nos gastos — medidas promovidas no início da gestão de Milei — atingiram especialmente alguns grupos, como o de trabalhadores informais, funcionários públicos, aposentados, médicos e professores.
Analistas projetam que a inflação argentina será, novamente, de 3,5% em outubro. Para o fim de 2024, a expectativa é que o índice de preços oficial do país chegue a 124% no acumulado de 12 meses.
Informações G1

O mar revolto parece ter se acalmado para Seleção Brasileira. Após início irregular, o Brasil conquistou resultados importantes nos últimos jogos e pode fechar a temporada de 2024 na vice-liderança das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. Nesta quinta-feira (14), o time Canarinho encara a Venezuela , pela 11ª rodada.
No momento, o Brasil é quarto colocado com 16 pontos, mesma pontuação do Uruguai, que é o terceiro. A vice-liderança é da Colômbia com 19. Enquanto a Argentina está isolada na primeira posição com 22. Caso vença a Venezuela, o time Canarinho dormiria na vice-liderança ultrapassando os colombianos, por levar vantagem no número de gols marcados. Nesta sexta (15), os Cafeteros visitam os uruguaios. Para as ambições brasileiras o melhor cenário seria a vitória dos donos da casa em Montevidéu. Já que os dois selecionados medem forças na próxima terça (19), às 21h45, na Arena Fonte Nova. No mesmo dia, os colombianos recebem o Equador em Barranquilla.
O Brasil poderia até sonhar em terminar o ano na liderança da tabela de classificação. Mas o cenário é mais difícil, já que a Argentina vai enfrentar dois adversários acessíveis, que são Paraguai, como visitante, e Peru em casa. Para isso, os argentinos precisaria perder as duas partidas para os brasileiros assumirem a ponta.
A bola rola para Brasil e Venezuela a partir das 18h, no Estádio Monumental de Maturín. Enquanto o time Canarinho povoa a zona de classificação direta para o Mundial, os venezuelanos ocupam a oitava posição com 11 pontos e não teriam o passaporte carimbado para a disputa nos Estados Unidos, Canadá e México.
Informações Bahia.ba

O presidente da Comissão de Educação na Câmara, deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), criticou a colega de Casa Erika Hilton (Psol-SP) por sua ausência na sessão plenária deliberativa desta terça-feira, 12.
“Galera, é isso que eu chamo de dar exemplo”, iniciou Nikolas Ferreira, mostrando a lista de parlamentares participantes na sessão. “Agora são 21h31 da noite, e os que estão de amarelo são os que estão presentes. E dá só uma olhadinha quem não tá presente aqui trabalhando. Ó, olha se não é ele. ‘Elo’, Erika Hilton.”
O presidente da Comissão de Educação prossegue: “Ela já tá fazendo a escala dela, está dando exemplo, folgando em dia de trabalho”. Erika Hilton é a autora da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com escala de trabalho 6×1.
“Essa é a pessoa que tá colocando toda a página de fofoca, artistas, influenciadores para poder nos atacar, sendo que ela mesmo não está aqui trabalhando”, afirmou Nikolas Ferreira.
O parlamentar disse que a proposta de Erika Hilton é “fantasiosa” e “mentirosa”, que não visa a acabar com a escala 6×1, mas impor a jornada 4×3. “Sem ao menos estudar, errando conta matemática no projeto.”
“A gente vai discutir, sim, a flexibilização de forma séria e não simplesmente para poder fazer auê com a sensibilidade e o coração das pessoas trabalhadoras deste Brasil”, garantiu.
O presidente da Comissão de Educação, Nikolas Ferreira, anunciou que assinou a Proposta de Emenda à Constituição do deputado Mauricio Marcon (Podemos-RS), que é uma alternativa ao texto que propõe o fim da escala 6×1. O texto recebeu apoio de mais de 40 deputados até a manhã desta quarta-feira, 13.
“Acabo de assinar a proposta do Mauricio Marcon para dar ao trabalhador uma escolha sobre sua jornada”, disse. “Não sou contrário ao fim da jornada 6×1 e não farei populismo barato.”
Nikolas destacou a necessidade de “oferecer a liberdade ao trabalhador de optar por um regime flexível”. Na PEC da Alforria, o empregador e o trabalhador definem as horas trabalhadas, com salário compatível à jornada.
“Esse modelo, inspirado nos EUA, permite que o trabalhador ajuste seu trabalho às suas necessidades, sem perder direitos. Menos burocracia, mais liberdade. É disso que precisamos — e não projetos lacradores para brincar com o sentimento do trabalhador”, afirmou.
Em entrevista a Oeste, Mauricio Marcon disse ter construído a “PEC da Alforria” como uma alternativa à da escala 6×1. Afirmou ter construído o texto com colegas da oposição, com objetivo de trazer para o Brasil um modelo “que dá certo no mundo”.
“A PEC visa a copiar o que deu certo no mundo, trazendo mais liberdade ao trabalhador, que poderá escolher a jornada de trabalho que quiser desempenhar sem abrir mão dos direitos trabalhistas já garantidos na Constituição”, afirmou.
O parlamentar destacou que a criação de um modelo flexível de regime de trabalho aumenta “a produtividade e a rentabilidade do trabalhador brasileiro no médio prazo”. “Por isso a importância de nossa proposta: opor a ilusão com a realidade, o fracasso com o sucesso comprovado.”
“Nossa PEC é a antítese da PEC da esquerda: enquanto a deles está claramente descolada da realidade brasileira e se baseia puramente em discursos ideológicos avoados, a nossa se baseia nos modelos econômicos que trazem prosperidade aos povos que os implementam — os modelos baseados na flexibilidade e na liberdade de escolha dos trabalhadores”, destacou.
Para a proposta tramitar na Câmara dos Deputados, o texto precisa do apoio de um terço do total de parlamentares da Casa, ou seja, 171 pessoas.
Informações Revista Oeste

Chaves não voltará a fazer parte da programação diária do SBT — ao menos não na data que estava prevista. Em uma reunião realizada com as afiliadas de todo o país na manhã desta terça, 12, a emissora comandada por Daniela Beyruti e Mauro Lissoni avisou que o retorno da produção mexicana está suspenso por tempo indeterminado.
A faixa horária em que a série iria ao ar continuará sendo destinada ao jornalístico policial Tá na Hora, apresentado por Marcão do Povo, e as suas respectivas versões locais, que vão receber investimentos para ser mais competitivas.
O TV Pop, parceiro editorial da Revista Oeste, apurou que a suspensão da volta de Chaves não é a única mudança no planejamento da rede fundada por Silvio Santos (1930-2024). Quase toda a programação anunciada há menos de uma semana não existirá mais.
As afiliadas, satisfeitas com o horário local noturno atual, ganharam a primeira batalha com Mauro Lissoni e ainda vão ter mais tempo na faixa da manhã, que será ampliada em meia hora a partir do dia 18. O Primeiro Impacto, por sua vez, perderá meia hora de duração, para que o Chega Mais entre no ar mais cedo.

Com isso, o SBT Brasil continuará sendo transmitido em seu horário habitual, na faixa das 19h45. As Aventuras de Poliana, que sairia do ar sem um final, também continuará com a sua exibição normal, assim como não haverá nenhuma mudança no horário da faixa rotativa que encerra o horário nobre da emissora.
Basicamente, a única mudança concretizada foi justamente o aumento do espaço para a programação local das manhãs, devolvendo o tempo que havia sido retirado no primeiro semestre, com a estreia do Chega Mais, que derrubou a emissora em todo o país.
A reportagem apurou que as afiliadas do SBT não ficaram felizes com a maneira que a agora cancelada modificação estava sendo conduzida por Mauro Lissoni.
Todas as emissoras, sem nenhuma exceção, descobriram que teriam seus horários locais alterados pelo mesmo e-mail que foi enviado para os veículos de imprensa no início da noite de terça passada. A ausência de uma comunicação prévia incomodou os executivos regionais, que passaram a pressionar a rede pela manutenção da atual configuração da programação do horário nobre, sem o seriado Chaves.
Informações Revista Oeste

Desde que Luiz Inácio Lula da Silva assumiu a Presidência do Brasil, em 2023, o país enfrenta um aumento significativo no desperdício de vacinas. Dados mostram que 58,7 milhões de doses tiveram descarte em razão de vencimento, número que representa um aumento de 22% em relação ao governo anterior. Com Jair Bolsonaro, 48,2 milhões de doses foram inutilizadas em quatro anos.
Especialistas sugerem que esse aumento pode ter correlação com falhas na gestão, como a compra de vacinas perto da data-limite de validade. Além disso, é possível que haja, no país, efeitos de movimentos contrários à vacinação. De acordo com o Ministério da Saúde, parte dessas vacinas chegou na administração anterior.

O impacto financeiro dessa situação soma R$ 1,75 bilhão até o momento, o maior desperdício desde 2008, durante o segundo mandato de Lula.
Para evitar futuros desperdícios, a pasta implementou novas medidas na distribuição, como entregas parceladas e substituição de vacinas por versões mais recentes aprovadas pela Anvisa.
Em 2023, 39,8 milhões de doses foram descartadas, gerando um custo de R$ 1,17 bilhão. Entre janeiro e novembro de 2024, mais 18,8 milhões de vacinas se perderam, acarretando um custo adicional de R$ 560,6 milhões. As vacinas contra a covid-19 foram as mais desperdiçadas — três de cada quatro doses inutilizadas.

Atualmente, apenas 19,38% da população recebeu a segunda dose de reforço. A médica Margareth Dalcolmo destacou, ao jornal O Globo, que “lotes recebidos perto do vencimento e baixa procura da população” foram fatores críticos para as perdas de imunizantes.
Além das vacinas contra a covid-19, outros imunizantes, como DTP, febre amarela e meningocócica, também foram a descarte. Isso ocorreu apesar de um aumento na cobertura vacinal dessas doenças. A vacinação contra DTP aumentou de 64,4% em 2022 para 87,5% em 2024.
A cobertura vacinal para febre amarela subiu de 60,6% para 75,4%, enquanto a meningocócica cresceu de 75,3% para 95,3%. A epidemiologista Carla Domingues enfatizou a necessidade de “buscar ativamente crianças e outros públicos-alvo” para melhorar a adesão às campanhas de vacinação.
Apesar do aumento na cobertura vacinal, muitas doenças ainda não atingiram a meta de 95%. Especialistas ressaltam a importância de uma articulação eficiente entre governo federal, Estados e municípios para uma maior efetividade nos programas.
Informações Revista Oeste

Durante a sessão ordinária realizada na manhã desta terça-feira (12), na Câmara Municipal de Feira de Santana, foi aprovado o projeto de Decreto Legislativo, de autoria do vereador Flavio Arruda (Galeguinho SPA) – União Brasil), que concede a Comenda Maria Quitéria ao empresário Juscelino Brito de Oliveira, dono da rede de farmácias Brito. A honraria é uma das mais importantes da cidade e visa reconhecer personalidades que contribuem significativamente para o desenvolvimento da comunidade.
Com uma trajetória muito importante à frente das farmácias Brito, Juscelino é um dos principais empreendedores/empresários de Feira de Santana.
O vereador Galeguinho SPA destacou a importância de homenagear aqueles que contribuem de forma exemplar para o município e fez questão de destacar o legado e o compromisso do empresário com a cidade.
A data da homenagem ainda não foi agendada.
Ascom/ Galeguinho SPA
Fotos: Ascom/ Câmara/ Rotativo News