O atendimento presencial nos bancos terminará no horário normal de fechamento das agências, às 16h
Após os dias de folia de Carnaval, as agências bancárias voltam a funcionar nesta Quarta-Feira de Cinzas (5/3). Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), o atendimento presencial será retomado a partir das 12h (horário de Brasília).
O horário de fechamento das agências continua o mesmo do horário normal: às 16h.
No entanto, nas agências onde o encerramento ocorre antes das 15h, o início do expediente bancário será antecipado, para garantir o mínimo de três horas de atendimento presencial.
A Febraban destacou que os meios eletrônicos são uma “alternativa prática e extremamente segura aos clientes”.
“Esses canais oferecem praticamente a totalidade das transações financeiras do sistema bancário. Internet banking, mobile banking e caixas eletrônicos podem ser utilizados para pagamento de contas, checagem de saldo e extrato e transferências, por exemplo”, explica o diretor-adjunto de Serviços da Febraban, Walter Tadeu de Faria.
Levantamento também aponta que porcentagem tende a crescer nos próximos cinco anos
Foto:Wilson Dias/Agência Brasil
Um a cada três brasileiros é obeso. É o que apontam os dados do Atlas Mundial de Obesidade 2025 (World Obesity Atlas 2024), da Federação Mundial da Obesidade (World Obesity Federation – WOF), divulgados na segunda-feira (3).
A pesquisa também aponta que a porcentagem tende a crescer nos próximos cinco anos. Isso porque, cerca da metade (entre 40% e 50%) da população brasileira adulta não pratica atividade física na frequência e intensidade recomendadas.
Ainda de acordo com o levantamento, 68% da população tem excesso de peso e, destas, 31% têm obesidade e 37% possuem sobrepeso. O Atlas Mundial da Obesidade traz ainda uma projeção de que o número de homens com obesidade até 2030 pode aumentar em 33,4%. Entre as mulheres, essa porcentagem pode crescer 46,2%.
Artista alegou estar cansada após toda a maratona para promover o filme ‘Ainda Estou Aqui’
Foto: Instagram/@oficialfernandatorres
A atriz Fernanda Torres dispensou o convite para comparecer ao Desfile das Campeãs do Carnaval do Rio de Janeiro, marcado para acontecer no próximo sábado (8), na capital carioca. A artista alegou estar cansada após toda a maratona para promover o filme “Ainda Estou Aqui”.
“As homenagens são bem vindas, mas sem a minha presença, porque estou muito cansada, trabalhando sem parar há seis meses e precisando parar”, comentou a atriz em comunicado ao Metrópoles.
Estrela do longa que venceu o Oscar na categoria Melhor Filme Internacional, Fernanda pediu pela compreensão de todos neste momento.
Cantor lutava contra um câncer de intestino, descoberto em 2023
Klaus Alexandre Hee Lopes Fernandes, conhecido como Klaus Hee, foi um modelo, ator, cantor e professor brasileiro | Foto: Arquivo Pessoal/Wikimedia Commons
Klaus Alexandre Hee Lopes Fernandes, conhecido como Klaus Hee, por sua participação na banda Dominó, morreu, nesta terça-feira, 4, aos 50 anos, depois de uma batalha contra um câncer de intestino.
Diagnosticado em 2023, a condição do cantor se agravou com uma metástase no tórax, a partir de novembro do ano passado. Nas redes sociais, o produtor musical Ricky Colavitto confirmou o falecimento e expressou seu pesar pela perda do amigo.
“Acabei de receber uma triste notícia”, escreveu o produtor musical. “Depois de uma batalha contra um câncer, o ex-Dominó Klaus Hee descansou. Fizemos vários eventos juntos e tive a oportunidade de gravar com ele. Meus sentimentos a todos os familiares e amigos. Descanse em paz!”
O tratamento e os desafios
Depois de ser diagnosticado, Klaus passou por uma cirurgia, em abril de 2023, para a remoção de um tumor maligno no intestino. Em junho de 2024, foi necessária uma nova operação para corrigir um espaço no intestino. Em uma entrevista ao programa A Tarde É Sua, da RedeTV!, ele compartilhou os desafios enfrentados durante seu tratamento.
“Eu estava bem, mas de uns dois meses para cá, tive esse probleminha aí”, afirmou, à época. “[Isso] Poderia ter o risco de me levar a óbito por infecção generalizada. Vim de urgência, estava com muita febre. Foi muito duro para chegar aqui. Mas graças a Deus cheguei.”
Depois do procedimento, que incluiu um bypass intestinal, o cantor afirmou estar recuperando sua independência, conseguindo tomar banho sozinho e caminhar sem ajuda.
Carreira do ex-Dominó Klaus Hee
A carreira de Klaus Hee teve início nos anos 1990, quando ele começou como assistente de palco do programa Passa ou Repassa, exibido pelo SBT. Sua notoriedade cresceu com a participação no Dominó, uma das boy bands mais famosas do Brasil.
Posteriormente, ele tentou seguir carreira solo, mas acabou afastado da mídia. Além da música, Klaus se dedicou aos estudos, formou-se em educação física e buscou novas direções pessoais e profissionais.
O Brasil se colocou em rota de colisão com Washington ao se aliar ao Irã, a terroristas internacionais e ao autoritarismo do STF
O presidente dos EUA, Donald Trump, durante um anúncio sobre um investimento da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company, na Sala Roosevelt da Casa Branca, em Washington, DC – 3/4/2025 | Foto: Leah Millis/Reuters
Em seu segundo mandato, o presidente norte-americano fez duas declarações sobre o Brasil até o presente momento. Na primeira, no começo de dezembro de 2024, mencionou a tentativa dos Brics de usar uma moeda que não seja o dólar. Na segunda, assim que retornou ao Salão Oval, indagado sobre o Brasil, declarou em tom de deboche que teria “excelentes” relações com o país, já que o Brasil depende da América em tudo, e a América não depende do Brasil em nada.
O tom mostra ainda mais do que as palavras como é a relação do governo Lula 3 com os EUA, principal parceiro comercial do Brasil: nula. Mauro Vieira, o chanceler oficial, e Celso Amorim, que exerce de fato a função de relações exteriores, não possuem contato algum com a Casa Branca. Que está, em contrapartida, em contato constante com… Eduardo Bolsonaro. Filho do ex-presidente, o deputado também é um nome presidenciável e alguém que está denunciando os desmandos autoritários do Brasil para toda a imprensa e, principalmente, autoridades norte-americanas.
Se a América não é mais o principal aliado comercial do Brasil desde 2009, tendo perdido o posto para a China, isto não significa que os norte-americanos são irrelevantes para o Brasil, como tenta fazer crer Lula. Os EUA ainda são líderes do mundo livre, e, para azedar de vez nossa diplomacia, a ditadura chinesa está em estagnação.
Mas há ainda uma sigla no meio do caminho que pode deixar o Brasil na pior situação possível. Aquela citada na primeira declaração de Trump: o Brics.
Brics, o motivo da discórdia
O bloco, que nasceu como acrônimo dos melhores países para se investir em 2001, segundo a visão de Jim O’Neill, do Goldman Sachs, é hoje tratado pelo próprio criador do termo como algo sem sentido — quem investiria na Rússia, em guerra, hoje, fora do sistema Swift, esperando bom retorno financeiro? O Brics, afinal, eram apenas países com boas perspectivas para investir há 20 anos — não havia nenhuma afinidade cultural, geográfica nem histórica que os unisse.
De repente, o bloco tornou-se um peso geopolítico — algo do qual o Brasil pouco pode se orgulhar, se tenta se vender ao mundo como uma democracia, cujos “poderes extraordinários” surgiriam apenas para “combater antidemocráticos”. Virou um discurso ridículo a ser sustentado diante dos EUA e do Ocidente, quando seus aliados internacionais são Rússia, China e, agora, quitutes como Egito, Etiópia, Indonésia e… Irã. Não se trata de bom alvitre enquanto Alexandre de Moraes cogita reter o passaporte de Eduardo Bolsonaro por denunciar o totalitarismo brasileiro nos EUA.
Diga-me com quem andas e direi quem és
Nesta festa estranha com gente esquisita, da qual Celso Amorim é um dos principais arquitetos, o Brasil teria pouco a fazer, além de passar vergonha. Seria até interessante fazer parte de alguma reunião com mandachuvas como a Rússia e a China — mesmo ditatoriais, o Brasil estaria a portas fechadas com os grandes jogadores do tabuleiro, podendo constantemente ser o fiel da balança num mundo que caminha para a guerra.
Hoje, com os Novos Brics, dividindo a posição com África do Sul, Emirados Árabes, Indonésia e Etiópia, o Brasil é apenas mais um peso morto em uma sala cheia de ditadores dispostos a destruir o Ocidente (isso porque a Argentina, tão logo Milei assumiu, resolveu não passar a vergonha e recusou fazer parte do Brics).
A situação do Brasil, pavoneando “independência”, proclamando “soberania” e papagaiando “democracia” sem convencer ninguém, tem gerado constrangimentos inimagináveis em nossa história.
O primeiro foi em 2023, quando o governo Lula 3, sabe-se lá Deus por que cargas d’água, resolveu permitir que dois navios militares iranianos ancorassem em Copacabana, com apoio de Celso Amorim.
O senador Ted Cruz, um dos mais influentes dos EUA e ex-presidenciável, asseverou que os navios ameaçavam norte-americanos. Até mesmo o governo Biden assegurou que Teerã enriquecia urânio para armas nucleares (projeto que contou com bizarro lobby de Celso Amorim) e que o Brasil enviava “mensagem errada” ao permitir tais navios em suaspraias. Os navios, suspeitos de carregar armamento, estão agora na mira do governo Trump, que pode considerar que o Brasil é uma das nações financiadoras do terrorismo.
De novo: não se trata de uma mensagem muito agradável aos olhos norte-americanos, quando o governo brasileiro e, principalmente, o STF vão precisar justificar suas medidas antidemocráticas diante do centro do mundo livre — e enquanto cogitam até prender Eduardo Bolsonaro.
O dinheiro que manda no mundo
Outro ponto de atrito, como declarado por Donald Trump, é a tentativa de trocar as transações internacionais do bloco por uma moeda única (como foi aventado), tentando enfraquecer o dólar — política que é obsessão do governo Lula 3.
Na última semana, Lula escudou-se no discurso do protecionismo para fazer um anúncio tímido e burocrático: afirmou que “aumentar as opções de pagamento significa reduzir vulnerabilidades e custos. A Presidência brasileira está comprometida com o desenvolvimento de plataformas de pagamento complementares, voluntárias, acessíveis, transparentes e seguras”. Nada mais dos arroubos histriônicos, que usavam o Brics como salvaguarda para conversinhas de professor de geografia de ensino médio.
O anúncio de Donald Trump em novembro sobre a moeda do Brics, feito na Truth Social (uma das que enfrentam Alexandre de Moraes em tribunais norte-americanos), envolveu possível aumento de tarifas em 100%. Não parece apenas um blefe: apenas nesta terça-feira, 4, Trump aumentou as tarifas para a China em 50%, além de 25% para México e Canadá. Um aumento de 100% para o Brasil parece ser troco de pinga dentro do pacote do tarifaço. E para um país que pode ser encarado como patrocinador do terrorismo — e que “depende da América em tudo”.
Não contente com isso, duas facções criminosas brasileiras podem ser classificadas pelo governo norte-americano como terroristas. Mais uma vez, o STF é quem está na berlinda: a decisão sem lastro na Constituição de Edson Fachin de proibir operações policiais em favelas desde a pandemia pode ser entendida pelo governo norte-americano como conivência do STF — que, de fato, é quem governa — com o terrorismo.
A conjuntura não se concretiza em bom momento econômico para o Brasil. O dólar comercial ainda está acima de R$ 6 (o turismo chega a R$ 6,23), os preços internamente estão enterrando uma possível reeleição de Lula — que poderia terminar sua biografia perdendo uma eleição e com péssima aprovação popular. O risco de revolta popular também não está descartado — e, desta feita, com norte-americanos entendendo que todo o poder vem do STF, dominado por Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso.
Para segurar o dólar, o governo petista vendeu US$ 33 bilhões em oito dias para conter 20 centavos de dólar, terminando com 7,1% a menos de reserva do Tesouro — a “poupança” que o Estado tem para negociar moeda. O governo petista quer mesmo se fiar em algo que não seja o dólar — mas tem se mostrado totalmente dependente da moeda norte-americana.
O Brasil tem enviado péssimos recados para Washington, num momento em que precisa justificar por que esculhambou a democracia — e, desta vez, não será o STF quem julgará o próprio STF. Além de dólar, Irã, terrorismo e STF, a última várzea tem a ver simplesmente com a China, principal rival norte-americana — e, de novo, tendo Eduardo Bolsonaro como pivô.
O plano da China para escapar de sua crise energética é conseguir urânio brasileiro, que poderia ser enriquecido com ajuda do Irã. O urânio é importante para a agricultura, a medicina e a própria energia nuclear, incluindo a fabricação de bombas nucleares. Os acordos entre a China e o Brasil estão sendo costurados para ser firmados por ocasião do G20, a ser realizado em 22 de novembro em Johannesburgo, na África do Sul.
Para tais acordos serem celebrados, firmando o Brasil como um parceiro nuclear com a China, nos primórdios de uma nova guerra mundial, é preciso aval do Congresso. Eduardo Bolsonaro, que será futuro presidente da Comissão de Relações Exteriores, terá papel fundamental. Washington observará as movimentações da PGR e do STF com lupa — como nunca observou tanto o Brasil.
Uma operação da Polícia Militar nesta terça-feira (4) resultou na morte de 12 suspeitos de integrar uma facção criminosa no bairro de Fazenda Coutos lll, em Salvador. A troca de tiros aconteceu após agentes reforçarem o policiamento na região do Teotônio e se depararem com um grupo armado durante uma festa.
Segundo informações apuradas pelo Blog do Valente, parceiro do Acorda Cidade e confirmadas por fontes da PM, os suspeitos reagiram à abordagem, iniciando um intenso confronto.
Ainda segundo a polícia, durante a ação, todos os 12 indivíduos foram baleados. Eles chegaram a ser socorridos e encaminhados ao Hospital do Subúrbio, mas não resistiram aos ferimentos.
Na ação foram apreendidas duas submetralhadoras, oito pistolas e dois revólveres, além de munições e carregadores.
A operação faz parte das estratégias de combate ao crime organizado na capital baiana. A Polícia Militar informou que seguirá intensificando as rondas na região para garantir a segurança da população.
O caso será investigado pelas autoridades competentes.
A 2ª Conferência Municipal de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora vai ocorrer nos dias 11 e 12 de março no auditório do Centro das Indústrias de Feira de Santana (CIFS), na avenida Noide Cerqueira, das 8h às 13h. Neste ano o tema central é “Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como Direito Humano”.
Nestes dois dias serão debatidos três eixos, sendo eles: “As Políticas Estadual e Nacional da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora”; “As Novas Relações de Trabalho e a Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora” e “Participação Popular na Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora na Efetivação do Controle Social”.
Durante a conferência serão eleitos 16 delegados que vão representar Feira de Santana na Conferência de Saúde Macrorregional da Região de Saúde Centro/Leste, que também será realizada no município em abril. Entre os eleitos serão oito delegados do segmento usuários, quatro do segmento trabalhador e quatro do segmento gestão.
“A expectativa é que os participantes possam analisar a situação de saúde dentro do tema proposto no âmbito do município, além de debater e formular diretrizes para serem apresentadas nas conferências macrorregional e nacional”, afirma secretária executiva do Conselho Municipal de Saúde, Ana Cristina Franqueira.
A coordenação da 2ª conferência está a cargo da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e do Conselho Municipal de Saúde.
Mais de 8,8 milhões de pessoas passaram pelos Portais de Abordagem nos circuitos da folia para curtir 10 dias de festa, na capital baiana. A solução de contagem de público foi empregada pelo segundo ano na festa.
A tecnologia é utilizada desde o Fuzuê para aferir o número de foliões na festa. Além da contagem de público, os pórticos também são equipados com câmeras inteligentes de Reconhecimento Facial para impedir acesso de foragidos da Justiça.
Somente nesta segunda-feira, os policiais militares lotados nos Portais de Abordagem retiveram 787 objetos perfurocortantes. No acumulado, 4.054 itens foram retirados das mãos de foliões.
Entre os itens estão tesouras, facas, garfos, espelhos, chave de fenda, garrafas de vidro, estiletes, alicates e até algemas.
O prefeito de Salvador, Bruno Reis, disse nesta segunda-feira (3) que a expectativa é de um público de aproximadamente 12 milhões de foliões durante todo o Carnaval. Segundo o prefeito, caso a estimativa se confirme, o número de pessoas na folia da capital baiana será maior do que no ano passado, quando foram registrados quase 11 milhões de foliões.
“Chegamos a quase 8 milhões de foliões no acumulado dos quatro primeiros dias. Os números desse ano vão superar os do ano passado, quando foram 10,8 milhões de pessoas nos seis dias de festa”, apontou o gestor, durante coletiva de imprensa no Campo Grande.
De acordo com o prefeito, o recorde de participação de público no circuito Batatinha (Centro Histórico) foi alcançado no domingo (2), com o registro do acesso de 164 mil pessoas através dos portais na região. “Teve lá um Furdunço, que atraiu muita gente. Mais uma ação da Prefeitura para valorizar o Carnaval tradicional e cultural da nossa cidade. Esperamos que hoje seja também um grande dia”, disse o chefe do Executivo soteropolitano.
Também no domingo, foram contabilizadas 565 mil pessoas no circuito Osmar (Centro) e 965 mil no Dodô (Barra-Ondina). Em todos os circuitos somados, foram 100 mil foliões a mais em relação ao quarto dia de festa de 2024, segundo o gestor. “Só o Carnaval do Centro Histórico, o nosso menor circuito, é maior do que outros Carnavais. Como eu costumo dizer, as outras cidades estão disputando o segundo lugar de qual é o maior e melhor Carnaval”, afirmou.
Bruno Reis também ressaltou a grande participação popular durante o Carnaval. “Eu acho que esse é o Carnaval em que as pessoas mais pobres estão podendo curtir mais, com a maior contratação de artistas pelo poder público nos trios sem corda. Onde todos estão podendo trabalhar e ganhar o seu dinheiro. E qualquer decisão que a Prefeitura toma é sempre com o objetivo de poder melhorar e incrementar o Carnaval, que é uma festa de todos”, disse.
O gestor municipal celebrou o movimento de queda na quantidade de atendimentos de saúde e de ocorrências policiais. “Há uma redução dos números tanto de procura por nossas unidades de saúde, como de ocorrências policiais registradas pela Secretaria de Segurança Pública e pela Guarda Municipal. Isso mostra, portanto, um Carnaval mais tranquilo, onde a alegria e a diversão estão imperando”, apontou.
“Quando a gente compara, em especial com o ano passado e com 2023, quando a gente retomou no pós-pandemia, é um Carnaval com muito menos problemas operacionais. Já falei e reafirmo: é o Carnaval com a melhor organização de toda a história. Hoje vai ser um grande dia na Avenida, com muitos artistas de peso, e amanhã também, principalmente com a presença de Ivete e Léo Santana”, concluiu o prefeito.