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Governo propôs isentar IR de quem ganha até R$ 5 mil como ‘contraponto’ ao corte. Presidente da Câmara quer ‘análise cuidadosa’ e diz que ‘responsabilidade fiscal é inegociável’.

Dólar bate R$ 6 e pressiona governo por cortes mais duros

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou nesta sexta-feira (29) em uma rede social que os deputados darão “todo esforço, celeridade e boa vontade” para aprovar as medidas de cortes de gastos anunciadas pelo governo federal. 

“Reafirmo o compromisso inabalável da Câmara dos Deputados com o arcabouço fiscal. Toda medida de corte de gastos que se faça necessária para o ajuste das contas públicas contará com todo esforço, celeridade e boa vontade da Casa, que está disposta a contribuir e aprimorar”, publicou.

Na sequência de posts, Lira afirma que a inflação e a alta do dólar são “mazelas que atingem de forma mais severa os mais pobres”. 

E, em seguida, sem citar o projeto nominalmente, indica uma ressalva contra o outro tema anunciado pelo governo nesta semana: a reforma da tabela do Imposto de Renda, que vai elevar a faixa de isenção para até R$ 5 mil. 

“Qualquer outra iniciativa governamental que implique em renúncia de receitas será enfrentada apenas no ano que vem, e após análise cuidadosa e sobretudo realista de suas fontes de financiamento e efetivo impacto nas contas públicas. Uma coisa de cada vez. Responsabilidade fiscal é inegociável”, escreveu Lira.

Pacheco acompanha ressalva

Minutos após as postagens de Lira, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), voltou a falar sobre o tema – desta vez, em nota à imprensa. Nesta quinta (28), depois de uma reunião entre líderes da Casa e Haddad, Pacheco já havia dito que as mudanças no IR ficariam para 2025 (veja mais aqui). 

Pacheco defendeu que é “importante que o Congresso apoie as medidas de controle, governança, conformidade e corte de gastos, ainda que não sejam muito simpáticas”. 

Mas fez coro à fala de Arthur Lira e disse que a questão do Imposto de Renda, “embora seja um desejo de todos, não é pauta para agora”

“Em se tratando de política fiscal, é preciso afastar o medo da impopularidade que constantemente ronda a política. […] Inclusive outras [medidas] podem ser pensadas, pois esse pacote deve ser visto como o início de uma jornada de responsabilidade fiscal”, afirmou Rodrigo Pacheco. 

“A questão de isenção de IR, embora seja um desejo de todos, não é pauta para agora e só poderá acontecer se (e somente se) tivermos condições fiscais para isso. Se não tivermos, não vai acontecer. Mas essa é uma discussão para frente, que vai depender muito da capacidade do Brasil de crescer e gerar riqueza, sem aumento de impostos”, completou.

Governo entrega pacote fiscal e isenção de IR para quem ganha até R$ 5 mil ao Congresso; Bruno Carazza comenta 

O pacote de ajuste fiscal foi anunciado na manhã de quinta-feira (28) pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Na véspera, o material foi apresentado a Lira e Pacheco. 

A maior parte das medidas deve deve chegar ao Congresso nas próximas semanas, por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e um projeto de lei complementar (PLP). 

Depois, o governo pretende encaminhar o projeto de lei que trata do aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda. 

No apanhado de iniciativas da equipe de Haddad para reforçar o arcabouço fiscal, estão: 

  • limitar o ganho real do salário mínimo; 
  • revisão do abono salarial; 
  • limitar supersalários; 
  • pente-fino no Benefício de Prestação Continuada (BPC); 
  • alterações nas aposentadorias de militares; 
  • e limite do crescimento de emendas parlamentares.
Pacote de corte de gastos precisa ser aprovado no Congresso

Pacote de corte de gastos precisa ser aprovado no Congresso 

Os textos que serão enviados pelo Planalto terão sua apreciação iniciada pela Câmara dos Deputados, Casa presidida por Lira. 

Questionado por mais de uma vez pela imprensa sobre quando as medidas seriam enviadas ao Parlamento, Haddad se limitou a dizer que isso caberia ao ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha. 

O Planalto tem a expectativa de que os textos sejam aprovados ainda neste ano, antes da largada do recesso parlamentar que será iniciado em 23 de dezembro. 

A intenção é que as medidas já sejam utilizadas como balizas para as leis orçamentárias de 2025, que ainda não foram sequer analisadas pelo Congresso. 

Na reunião de apresentação das medidas aos chefes do Congresso, ocorrida na quarta (27) no Palácio do Planalto, Haddad e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) receberam sinalizações de que as Casas se comprometeriam a concluir a análise das iniciativas antes do término de 2024. 

Reforma do IR foi mal-recebida

Dólar bate R$ 6 e pressiona governo por cortes mais duros 

A decisão de acoplar a proposta de uma maior isenção no Imposto de Renda ao anúncio do corte de gastos foi criticada pela oposição ao governo Lula e até por parlamentares aliados ao presidente. Economistas também fizeram ressalvas. 

Um líder governista no Senado avaliou, por exemplo, que o “tumultuado” anúncio em rede nacional, que misturou medidas em sinalizações opostas, ajudou a ampliar ruídos e abalar a credibilidade do Planalto junto ao mercado financeiro. 

Avaliações semelhantes foram feitas pelo bloco de oposição a Lula no Congresso, que classificou o anúncio como “populista” e ineficiente do posto de vista fiscal. 

Nesta quinta, já com uma queda nos índices do Ibovespa e a alta histórica do dólar, Haddad fez questão de ressaltar que a reforma do IR só seria enviada e discutida pelo Congresso em 2025. 

O chefe da equipe econômica de Lula atribuiu o que ele chamou de “ruído” com o mercado ao anúncio da proposta de mudança no Imposto de Renda. 

“Havia também uma confusão muito grande em relação à reforma da renda, que eu acredito que seja o que esteja dando o maior ruído. Não são as medidas apresentadas aqui. Nós sabemos que o debate da renda iria exigir um aprofundamento. Não é uma matéria que vai ser votada esse ano, nem deveria ser votada este ano pelo fato de ser uma matéria que tem que contar com o debate da opinião pública. É uma matéria que nunca foi enfrentada a rigor”, disse Haddad.

O mesmo fez o presidente do Senado, que, após deixar reunião com Haddad e líderes partidários da Casa, reforçou que as mudanças na tributação da renda serão “objeto de uma ampla discussão ao longo de 2025”. “Isso não é para hoje”, declarou o senador.

Informações G1


A moeda norte-americana fechou em alta de 0,19%, cotada em R$ 6,0005 pela primeira vez na história. Já o principal índice de ações da bolsa de valores brasileira encerrou com um avanço de 0,85%, aos 125.668 pontos.

Dólar — Foto: freepik

Dólar — Foto: freepik 

O dólar fechou a R$ 6 nesta sexta-feira (29) e, pelo 3º dia seguido, renovou o recorde de maior valor nominal. A moeda acumulou alta de 3,21% na semana e de 3,79% no mês. No ano, a valorização é de 23,66%. 

Nesta semana, a cotação do dólar foi influenciada pela discussão sobre o pacote de corte de gastos apresentado pelo governo. 

O mercado reagiu mal porque o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou, junto com o corte, uma proposta para dar isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Com isso, a moeda chegou a bater R$ 6,1156 na máxima desta sexta-feira. Entenda o pacote de cortes ao final desta reportagem.

Nesta sexta, declarações dos presidentes da Câmara, Artur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, ajudaram a atenuar o nervosismo entre os investidores. Ambos deixaram claro que a prioridade no Congresso será votar as propostas para cortar gastos. As discussões sobre mudanças no IR ficarão para depois. 

Além do cenário fiscal, investidores também reagiram aos dados de emprego divulgados na manhã desta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desemprego caiu a 6,2% no trimestre terminado em outubro, no menor patamar da série histórica do indicador, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. 

Ibovespa, principal índice acionário da bolsa de valores brasileira, a B3, encerrou em alta. 

Veja abaixo o resumo dos mercados.

Dólar vai a R$ 6 com pacote fiscal e aumento da isenção do IR 

Ao final da sessão, o dólar subiu 0,19%, cotado a R$ 6,0005. Com isso, a moeda atingiu o maior patamar nominal da história, desde o lançamento do Plano Real, pelo 3º dia seguido. 

Na máxima do dia, chegou a R$ 6,1156, enquanto na mínima foi a R$ 5,9564.

Com o resultado, acumulou:

  • alta de 3,21% na semana;
  • ganho de 3,79% no mês;
  • alta de 23,66% no ano.

Na véspera, a moeda subiu 1,30%, cotada a R$ 5,9891. 

Já o Ibovespa encerrou com um avanço de 0,85%, aos 125.668 pontos. 

Com o resultado, acumulou:

  • queda de 2,68% na semana;
  • perdas de 3,12% no mês; 
  • recuo de 6,35% no ano.

Na véspera, o índice encerrou em queda de 2,40%, aos 124.610 pontos. 

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair 

O que está mexendo com os mercados?

Após a repercussão negativa vista na véspera, com uma percepção de risco alta no mercado diante das incertezas com o pacote de cortes de gastos do governo federal e em meio ao anúncio de aumento da isenção do IR, novas falas de Haddad e dos líderes da Câmara e do Senado ficaram na mira dos investidores nesta sexta-feira (29). 

Em uma rede social, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que os deputados darão “todo esforço, celeridade e boa vontade” para aprovar as medidas de cortes de gastos anunciadas pelo governo, reafirmando o “compromisso inabalável” da Casa com o arcabouço fiscal. 

Já o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) saiu em defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro da Fazenda, afirmando que a reação do mercado ao pacote fiscal foi exagerada e precipitada. 

“O ministro Haddad fez um esforço danado, propôs reduções de despesas importantes, que não foram enfrentadas pelos últimos governos. E o mercado não reconhece isso”, disse Pacheco. 

A Lula e Haddad, o presidente do Senado afirmou que o Congresso vai dar a sua contribuição e aprovar as medidas ainda neste ano. 

“Com a reafirmação de que a isenção do IR para quem recebe até R$ 5 mil será tratada apenas no futuro, condicionada à capacidade fiscal, e o apoio ao corte de gastos com abertura para ajustes, o mercado interpretou essas mensagens como um movimento em direção à responsabilidade fiscal”, disse o responsável pela área de câmbio para o Norte e Nordeste da B&T Câmbio, Diego Costa. 

Os investidores também ficaram de olho em novas falas de Haddad e outras autoridades do governo. 

Em evento promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Haddad afirmou que as medidas não são “bala de prata” e que pode analisar as despesas de novo, se necessário. 

“Se tiver algum problema de cálculo, nós vamos voltar para a planilha, vamos voltar para o Congresso. vamos voltar para o presidente da República, com a demanda que nós achamos que é a correta”, disse. 

Entenda o pacote de cortes de gastos

As medidas preveem um corte de R$ 70 bilhões em gastos públicos em 2025 e 2026, chegando a uma contenção de gastos de R$ 327 bilhões até 2030. 

Para isso, o pacote traz uma série de mudanças, como por exemplo no salário-mínimo, em programas sociais, na aposentadoria de militares e em emendas parlamentares. O pacote era amplamente esperado pelo mercado, e o total de R$ 70 bilhões em cortes era visto com bons olhos. 

No entanto, o anúncio, junto ao pacote de cortes, de uma proposta para isentar pessoas com rendimentos de até R$ 5 mil da cobrança do Imposto de Renda pegou mal e gerou dúvidas sobre a eficácia das medidas de contenção de gastos. 

“Talvez o impacto em si seja um pouco aquém do que se esperava e certamente do que é necessário, mas está na direção correta. Mas ele acabou tendo, em paralelo, o anúncio da revisão da tabela de IR, que traz um risco fiscal relevante e acabou trazendo uma percepção de risco maior no mercado”, disse o presidente do Bradesco Asset, Bruno Funchal, ao g1.

Segundo Haddad, a expectativa é que a isenção custe R$ 35 bilhões ao governo, mas o ministro destacou que a intenção é que esse saldo seja compensado pela taxação dos mais ricos. A proposta inclui uma alíquota de até 10% para pessoas com rendimentos acima de R$ 50 mil. 

Para Funchal, do Bradesco Asset, no entanto, as medidas ainda trazem um risco relevante em relação à tramitação. 

“A gente sabe que a tramitação é sempre complexa. A gente sabe como entra o projeto, mas a gente não sabe como sai. E não é incomum o projeto sair sem a compensação. Isso traria um risco fiscal bastante significativo”, completou.

Informações G1


Foto: ACM

Os moradores de Feira de Santana que desejam agendar atendimento em um dos 16 Centros de Referência da Assistência Social (CRAS), localizados na sede e na zona rural do município, podem utilizar o serviço por meio do aplicativo Feira Conectada.

O aplicativo, disponível para dispositivos Android e iOS, pode ser baixado gratuitamente. Após o download, o usuário deve realizar um cadastro, informando dados pessoais e endereço. O acesso é intuitivo e organizado, proporcionando maior praticidade ao cidadão.

O secretário municipal de Desenvolvimento Social, Denilton Brito, destaca que a iniciativa atende às demandas da população, permitindo que o usuário escolha o dia e o horário do atendimento no CRAS de referência, entre 8h e 11h.

“O sistema está sendo um sucesso e, a partir de agora, vai facilitar ainda mais o acesso dos usuários que precisam de atendimento no CRAS, especialmente para atualização ou inscrição no CadÚnico”, afirmou o secretário.

Secom


Foto: ASCOM PC-BA

A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia Territorial de Itamaraju e com o apoio da Polícia Civil do Espírito Santo, deflagrou nesta quinta-feira (28) a Operação “Caçada”, que prendeu quatro pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa dedicada a fraudes em Juizados Especiais Cíveis nos estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Sergipe.

As investigações, iniciadas em abril deste ano, revelaram que o grupo utilizava documentos falsificados para ingressar com ações indenizatórias fraudulentas contra bancos, operadoras de telefonia e companhias de energia, alegando negativação indevida de nomes. Com o apoio do Núcleo de Inteligência da 8ª Coorpin, os suspeitos foram localizados em Vila Velha e Serra, no Espírito Santo.

Nesta manhã, mandados de prisão e busca e apreensão foram cumpridos. Um casal foi detido em uma residência na Rua Antônio Guedes, Morada da Barra, em Vila Velha. Durante as buscas, foram encontrados diversos documentos de identidade falsificados. O terceiro envolvido foi preso em um imóvel na Rua Jaguarassu, na mesma região, onde também foram apreendidos registros falsos e carimbos adulterados. O quarto suspeito foi localizado em uma residência na Rua Acácia, Balneário de Carapebus, em Serra, e confessou participação em diversas fraudes.

Os detidos informaram que outra pessoa, ainda não identificada, obtinha dados de negativados e produzia a documentação fraudulenta. Esses documentos eram utilizados para ingressar com ações judiciais por meio de advogados que desconheciam as irregularidades. Os valores obtidos eram divididos entre os integrantes do grupo.

As investigações continuam para identificar mais envolvidos e rastrear a origem dos dados utilizados. Os presos estão à disposição da Justiça.

Ascom-PC BA


Feira de Santana foi reconhecida como uma das cidades exemplares na gestão de resíduos sólidos na Bahia, segundo dados da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (MUNIC) de 2023, divulgada na quinta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento abordou aspectos relacionados à limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos e drenagem de águas pluviais em todo o país.

Ao lado de Cruz das Almas, Feira de Santana integra o seleto grupo de 0,5% dos municípios baianos que atendem aos critérios de excelência no manejo do lixo coletado. Essa distinção reflete o compromisso da gestão municipal, que, por meio da Secretaria de Serviços Públicos (SESP), tem implementado ações estratégicas, como a coleta seletiva, programas de educação ambiental, logística reversa, promovendo um modelo de sustentabilidade e eficiência.

O secretário interino da pasta, Denilton Brito, destacou a relevância do reconhecimento e reforçou o trabalho contínuo da secretaria. 

“Esse resultado reflete o comprometimento de toda a equipe da SESP e o esforço da Prefeitura em garantir uma cidade mais limpa e sustentável. A pesquisa do IBGE reafirma a importância de políticas públicas consistentes, como a coleta seletiva, a educação ambiental e o combate ao descarte irregular de resíduos”, afirmou.

O secretário reforça  que, além de se destacar na gestão de resíduos sólidos, a SESP tem intensificado ações como a limpeza em áreas de recorrente descarte irregular de lixo, revitalização de ruas e avenidas, além da recuperação de equipamentos públicos vandalizados.

“Essas iniciativas reforçam o compromisso da Prefeitura de Feira de Santana com o bem-estar da população e a preservação ambiental, servindo como referência para outros municípios da Bahia e do Brasil”, concluiu.

Secom


A Casa de Moá, um dos mais respeitados e tradicionais restaurantes de Feira de Santana, se destacou mais uma vez no cenário gastronômico baiano, sendo uma das finalistas da 2ª edição do Concurso da Moqueca, promovido pela Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), com o apoio do Governo do Estado. A grande final do concurso será realizada no dia 7 de dezembro, em Salvador, reunindo os melhores representantes das 13 zonas turísticas da Bahia.

Este ano, a Casa de Moá tem a honra de representar a Zona Turística Caminhos do Sertão, e promete encantar os jurados e o público com sua autêntica e saborosa moqueca. O restaurante se destaca por sua habilidade em mesclar os ingredientes tradicionais da culinária baiana, trazendo uma experiência gastronômica única e inovadora.

A Moqueca do Moá: Uma receita singular da Bahia

A moqueca preparada pelo restaurante Casa de Moá traz uma mistura única de ingredientes típicos da Bahia, combinando sabores e texturas de forma perfeita. A base do prato é a tradicional moqueca de camarão, mas o segredo da Casa de Moá está na adição de outros ingredientes que enriquecem ainda mais o sabor.

Entre as surpresas da moqueca, o polvo cozido no ponto certo e o beijupirá — peixe branco macio e tenro, considerado o “salmão brasileiro” — se destacam, oferecendo um contraste de sabores que encantam o paladar. A castanha de caju, ingrediente típico da Bahia, garante uma textura diferenciada, enquanto o dendê de pilão traz o toque final, suavizando o prato e proporcionando a característica que faz a magia da moqueca acontecer.

O Festival da Moqueca: Celebrando a tradição baiana

O Concurso da Moqueca – 2ª Edição 2024 é um evento que celebra a culinária baiana e destaca um dos pratos mais tradicionais do estado: a moqueca. Com a participação dos melhores restaurantes de cada uma das 13 zonas turísticas da Bahia, o concurso oferece uma experiência única para quem deseja conhecer mais sobre a gastronomia local e a história por trás do prato.

A moqueca, que carrega séculos de história e influências culturais — resultado da mistura entre as tradições indígenas, africanas e portuguesas — será representada de forma magistral pelos chefs das zonas turísticas da Bahia. Cada receita é uma homenagem à cultura baiana, onde cada ingrediente, cada tempero e cada etapa do preparo contribui para contar uma história de sabores que se entrelaçam com as raízes do povo baiano.

A grande final em Salvador

No próximo dia 7 de dezembro, os finalistas se encontrarão em Salvador para a grande final do Concurso da Moqueca, onde a Casa de Moá, representando Feira de Santana e a Zona Turística Caminhos do Sertão, estará disputando o título de melhor moqueca do estado. A competição será uma oportunidade para os chefs mostrarem suas habilidades e a riqueza da gastronomia baiana, encantando os jurados e o público com receitas que fazem jus à tradição da culinária da Bahia.

“Estamos muito felizes por estar entre os finalistas pela segunda vez consecutiva e por representar Feira de Santana, nossa cidade querida, na Zona Turística Caminhos do Sertão. Este concurso é uma vitrine para a nossa cultura e gastronomia, e é uma honra poder mostrar ao público a autenticidade e o sabor da moqueca do Moá”, afirmou o chef do restaurante.

A Casa de Moá convida a todos para prestigiar a sua moqueca, que promete ser uma experiência inesquecível e uma verdadeira celebração dos sabores baianos. Se você é um amante da boa comida e deseja experimentar a verdadeira essência da culinária baiana, não perca a oportunidade de saborear a moqueca do Moá e torcer por essa finalista na competição.


Foto: Reprodução

O corpo da jovem Amanda Max Teles da Silva, desaparecida após cair em um bueiro durante a chuva de quarta-feira (26), foi encontrado. As buscas duraram mais de 40 horas e contaram com drones, helicóptero e câmeras especiais para passar por galerias subterrâneas de água. A informação foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros. 

Amanda tinha 12 anos e caiu em um bueiro coberto por água da chuva, quando voltava da escola pra casa, no município de Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. 

Até então, a equipe de resgate tinha encontrado apenas a mochila com os pertences da jovem. Ela é a terceira vítima das chuvas da Bahia. Gerson Alexandrino Santos Júnior, de 23 anos, e Paulo Andrade, cujo corpo também foi encontrado nesta sexta-feira (29), são as vítima do deslizamento de Saramandaia, em Salvador.

*Metro1


Foto: Valdenir Lima – Arquivo

A Prefeitura de Feira de Santana, por meio do Centro Municipal de Controle de Zoonoses (CCZ), dará início, no próximo dia 2 de dezembro, à vacinação antirrábica de cães e gatos. A ação terá como foco principal a imunização de filhotes, animais que não receberam a vacina em 2024 e aqueles que necessitam da segunda dose (reforço).

A vacinação ocorrerá nos postos de saúde dos bairros da cidade, conforme o cronograma detalhado, e seguirá até o dia 18 de dezembro. Os horários de vacinação serão das 09h às 14h, e os tutores de animais devem ficar atentos às datas e locais indicados para a aplicação da vacina. É recomendado que os donos transportem os pets de maneira segura – os gatos em caixas apropriadas, enquanto os cães devem estar em coleiras ou correntes.

A coordenadora do CCZ, Mirza Cordeiro, reforça a importância da vacinação. “Convocamos todos os tutores de cães e gatos para que levem seus animais aos postos de vacinação durante o período de intensificação. A vacina é a principal forma de proteger os animais e a população contra a raiva. Contamos com o apoio de todos para manter nossa cidade segura”.

Confira o cronograma completo:

  • 02/12/2024
    Sobradinho – Posto de Saúde I
    Sobradinho – Posto de Saúde II
    Baraúna – Posto de Saúde
     
  • 03/12/2024
    Queimadinha – Posto de Saúde I, II e III
    Queimadinha – Posto de Saúde IV e V
    Queimadinha – Posto de Saúde Fonte da Lili
     
  • 04/12/2024
    Gabriela – Posto de Saúde I
    Gabriela – Posto de Saúde II
    Gabriela – Posto de Saúde III e IV
     
  • 05/12/2024
    Asa Branca – Posto de Saúde I e II
    Asa Branca – Posto de Saúde III e IV
    Nova Esperança – Posto de Saúde
    Homero Figueiredo – Posto de Saúde
     
  • 06/12/2024
    Conceição – Posto de Saúde I
    Conceição – Posto de Saúde II
    Conceição – Posto de Saúde III
    Conceição – Posto de Saúde IV
     
  • 09/12/2024
    P. Brasil – Posto de Saúde
    Alto Papagaio – Posto de Saúde
     
  • 10/12/2024
    P. Servilha – Posto de Saúde
    C. do Gado Novo – Posto de Saúde
    Pampalona – Posto de Saúde
    Sítio Novo – Posto de Saúde
     
  • 11/12/2024
    Aviário – Aviário I e II
    Aviário – Aviário III e IV
    Aviário – Conj. Paulo Souto
     
  • 12/12/2024
    Parque Lagoa Subaé – Posto de Saúde
    Subaé – Posto de Saúde
    Santa Mônica II – Posto de Saúde
     
  • 13/12/2024
    Serraria Brasil – Posto de Saúde
    Jardim Acácia – Dispensário Santana – Posto de Saúde
    Eucalipto – Posto de Saúde
     
  • 16/12/2024
    Rocinha – Posto de Saúde I
    Rocinha – Posto de Saúde II
    Caseb – Posto de Saúde I
     
  • 17/12/2024
    Caseb – Posto de Saúde II
    Parque Ipê – Posto de Saúde I, II, III
    Parque Ipê – Posto de Saúde IV (Praça do Povo)
    Cidade Nova – UBS CSU
    Novo Horizonte – Posto de Saúde na praça principal
     
  • 18/12/2024
    Parque Ipê – Posto no Bar Encontro (P. Sabiá)
    Parque Ipê – Posto Bar da Baixada (P. Renascer)

*Secom


Na noite de quinta-feira (28), uma guarnição da 65ªCIPM em ronda na Santa Mônica abordou e prendeu dois homens que trafegavam a bordo de uma motocicleta e portavam um simulacro de arma de fogo.

Em prosseguimento à diligência, os policiais militares conseguiram recuperar 04 aparelhos celulares e 01 cartão de crédito roubado pela dupla, com os quais ainda foi encontrada uma porção de maconha.

Os criminosos e o material supracitado foram apresentados à Central de Flagrantes do Sobradinho, onde foram adotadas as formalidades legais.

De Olho Na Cidade


Dólar — Foto: freepik

Dólar — Foto: freepik 

O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (29), último pregão de novembro, com o cenário fiscal brasileiro ainda no radar. Logo nos primeiros momentos do pregão, a moeda já era negociada acima dos R$ 6 — nível que atingiu, pela primeira vez na história, ontem. 

O que segue pesando contra os ativos brasileiros são os anúncios feitos pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na última quarta-feira (27) e detalhados ontem. O governo vai enviar ao Congresso um pacote de medidas que prevê cortar R$ 70 bilhões em gastos públicos em 2025 e 2026 e R$ 327 bilhões até 2030. 

As medidas preveem mudanças no salário-mínimo, em programas sociais, aposentadoria de militares, emendas parlamentares e outros pontos. O pacote era amplamente esperado pelo mercado e total de R$ 70 bilhões em cortes era visto com bons olhos. 

No entanto, o anúncio, junto ao pacote de cortes, de uma proposta para isentar pessoas com rendimentos de até R$ 5 mil da cobrança do imposto de renda pegou mal e gerou dúvidas sobre a eficácia dos cortes. 

Segundo Haddad, a expectativa é que a isenção custe R$ 35 bilhões ao governo, mas o ministro destacou que a intenção é que esse saldo seja compensado pela taxação dos mais ricos. A proposta inclui uma alíquota de até 10% para pessoas com rendimentos acima de R$ 50 mil. 

Além do cenário fiscal, investidores também reagem aos dados de emprego divulgados nesta manhã pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desemprego caiu a 6,2% no trimestre terminado em outubro, no menor patamar da história, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua. 

Veja abaixo o resumo dos mercados.

Dólar vai a R$ 6 com pacote fiscal e aumento da isenção do IR 

Às 09h15, o dólar subia 0,87%, cotado a R$ 6,0410. Na máxima do dia, porém, já chegou aos R$ 6,0550.

Na véspera, a moeda subiu 1,30%, cotada a R$ 5,9891. Na máxima do dia, chegou a R$ 6,0029.

Com o resultado, acumulou:

  • alta de 3,02% na semana;
  • ganho de 3,59% no mês;
  • alta de 23,42% no ano.

O Ibovespa começa a operar às 10h. 

Na véspera, o índice encerrou em queda de 2,40%, aos 124.610 pontos. 

Essa foi a maior variação negativa diária desde 2 de janeiro de 2023, quando o índice recuou 3,06%, destaca o consultor Einar Rivero, CEO da Elos Ayta. Das 86 ações que compõem a carteira, apenas 8 registraram rentabilidade positiva. 

Com o resultado, acumulou:

  • queda de 3,50% na semana;
  • perdas de 3,93% no mês; 
  • recuo de 7,14% no ano.
Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair 

O que está mexendo com os mercados?

Na manhã desta quinta-feira (28), os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, do Planejamento, Simone Tebet, e da Casa Civil, Rui Costa, realizaram uma coletiva com jornalistas para explicar mais detalhes do pacote anunciado na véspera. 

As medidas, anunciadas por Haddad em um pronunciamento em rede nacional, preveem um corte de gastos de R$ 70 bilhões em 2025 e 2026. Entre as ações, estão uma limitação para o crescimento do salário mínimo, restrição para o abono salarial e uma alíquota de até 10% de imposto para pessoas que ganham mais de R$ 600 mil por ano. 

Além do pacote de corte, o governo também propôs isentar o Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, promessa de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT). Atualmente, o limite de isenção é de R$ 2.824. 

O anúncio, no entanto, teve sabor agridoce para o mercado financeiro. Isso porque apesar de ter cumprido com a economia esperada, a isenção do IR ainda pode ter um alto custo para o governo. 

Segundo o presidente do Bradesco Asset, Bruno Funchal, apesar de o pacote de corte de gastos ter ido na direção correta, com uma série de medidas positivas, houve uma reação negativa dos preços no mercado. 

“Talvez o impacto em si seja um pouco aquém do que se esperava e certamente do que é necessário, mas está na direção correta. Mas ele acabou tendo, em paralelo, o anúncio da revisão da tabela de IR, que traz um risco fiscal relevante e acabou trazendo uma percepção de risco maior no mercado”, explica o executivo. O que está mexendo com os mercados?

Quando os gastos públicos estão elevados, o mercado passa a desconfiar da capacidade do país de arcar com suas dívidas no médio e longo prazo. 

Havia uma grande expectativa do mercado financeiro de que a equipe econômica do governo federal apresentasse algum pacote de cortes nos gastos públicos logo após o segundo turno das eleições municipais no Brasil. Foram vários adiamentos desde então. 

Com uma grande espera do mercado pelo anúncio de um novo pacote de cortes de gastos pelo governo, a notícia, que tinha tudo para ser bem recebida pelos investidores, se mostrassem um comprometimento do governo em cumprir com o arcabouço fiscal (conjunto de regras de equilíbrio orçamentário). Mas o efeito foi o contrário. 

“Originalmente a expectativa é que viesse um pacote que trouxesse contenção de despesas, principalmente das despesas obrigatórias, que são o nosso maior problema. Mas o grande ponto aqui é o projeto de lei que traz a revisão da tabela de IR que tem um risco relevante, principalmente em relação à tramitação”, diz Funchal, do Bradesco Asset. 

“A gente sabe que a tramitação é sempre complexa. A gente sabe como entra o projeto, mas a gente não sabe como sai. E não é incomum o projeto sair sem a compensação. Isso traria um risco fiscal bastante significativo”, completou. 

Na última sexta-feira (22), o governo já havia anunciado também um bloqueio de R$ 6 bilhões no Orçamento deste ano. Com isso, o governo totaliza R$ 19,3 bilhões já bloqueados nos últimos meses para tentar compensar o avanço das despesas obrigatórias, como gastos com a previdência. 

Mesmo assim, o mercado ainda aguarda as demais medidas para entender como o governo pretende lidar com as contas públicas nos próximos anos. 

A ideia é que, com os cortes, o governo consiga equilibrar a situação das contas públicas e honrar o arcabouço fiscal. Contas mais controladas são bem vistas por investidores porque aumentam a confiança de que o país será capaz de arcar com suas dívidas.

Informações G1