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Líder conservador teria quase três pontos percentuais de vantagem sobre petista

Bolsonaro aparece na frente de Lula em cenário sem Marçal Arte: Pleno.News // Fotos: Alan Santos/PR e Ricardo Stuckert

Um levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) pelo instituto Paraná Pesquisas, a respeito das intenções de voto para a eleição presidencial de 2026, apontou que o ex-presidente Jair Bolsonaro(PL) está à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quando o cenário avaliado deixa o empresário Pablo Marçal (PRTB) fora da disputa.

Sem Marçal na corrida pelo Planalto, Bolsonaro tem 37,3% da preferência, contra 34,4% de Lula. A pesquisa também incluiu outros nomes, como o do ex-governador Ciro Gomes (PDT), que registrou 11,7%, e os dos governadores Ronaldo Caiado (União Brasil) e Helder Barbalho (MDB), com, respectivamente, 5,4% e 1,4%.

Já quando Marçal é inserido como um dos postulantes ao cargo de presidente, Bolsonaro e Lula ficam praticamente empatados, com o petista anotando 34% dos votos, e o líder conservador registrando 33,9%. Marçal, por sua vez, tem 6,1% e fica na quarta colocação, atrás ainda de Ciro Gomes, que tem 11,3% do eleitorado.

Para a realização do levantamento, foram ouvidas 2.018 pessoas entre os dias 7 e 10 de janeiro, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

CENÁRIOS SEM BOLSONARO
A pesquisa ainda considerou outros dois cenários, mas sem o ex-presidente Jair Bolsonaro, que seria substituído em um deles pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e no outro pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Com Michelle no lugar de Jair Bolsonaro, Lula tem 34,5% da preferência, contra 20,7% da ex-primeira-dama. Já quando Tarcísio é o substituto de Bolsonaro, Lula sobe um pouco mais e registra 35,2% do eleitorado, contra 25,3% do chefe do Executivo paulista.

Informações Pleno News


Foto: Divulgação / PRF

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 1.427 frascos de perfumes falsificados durante uma abordagem na BR-407 na cidade de Juazeiro, no norte da Bahia. 

De acordo com a PRF, o motorista não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). O condutor transportava mercadoria de Aparecida de Goiânia (GO) para Petrolina (PE). 

Os produtos falsificados estavam acondicionados em 18 caixas. O material foi apreendido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Juazeiro, onde serão adotadas as medidas legais.


O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, fez pronunciamento nesta segunda-feira (13) sobre os desafios enfrentados por algumas comunidades da cidade devido às chuvas. Em sua fala, o prefeito destacou as áreas mais atingidas, como Panorama, Campo Limpo, Baraúnas e Queimadinha, e reafirmou o compromisso de resolver os problemas de drenagem nessas localidades.

“Eu quero aproveitar esse momento para reafirmar para as comunidades que mais sofrem com os problemas de chuva, como Panorama, Campo Limpo, Baraúnas e Queimadinha, que o nosso compromisso de resolver os problemas de drenagem está 100% de pé”, afirmou José Ronaldo, lembrando que esse foi um dos compromissos firmados durante sua campanha política.

Nos últimos dias, Feira de Santana enfrentou uma quantidade significativa de chuvas, o que provocou transtornos nessas áreas mais vulneráveis. O prefeito, no entanto, garantiu que sua gestão já está tomando medidas para enfrentar a situação.

“Nesses últimos doze dias, sendo oito dias úteis, já nos reunimos no mínimo quatro vezes com a Superintendência de Manutenção (SOMA) e a equipe de planejamento. Ontem, inclusive, tivemos uma reunião de urgência em minha casa com Carlos e Justiniano para discutir essa questão”, contou José Ronaldo.

O prefeito revelou que o objetivo é licitar as obras de drenagem no primeiro semestre de 2025, com a expectativa de que uma ou duas dessas obras possam ser iniciadas ainda no decorrer do ano.

“É um compromisso que fizemos e vamos cumprir com todas as forças. A drenagem dessas comunidades é uma prioridade para o nosso governo”, garantiu.

José Ronaldo também alertou os moradores sobre uma nova previsão de chuvas fortes para a segunda quinzena de janeiro, com potencial de causar mais transtornos.

“João Vianey, da SOMA, me informou que há uma previsão de chuvas mais fortes após o dia 20 de janeiro. Estamos montando um sistema de alerta com a Defesa Civil e a própria prefeitura para informar os moradores dessas previsões. Enquanto as obras de drenagem não começam, queremos manter as comunidades avisadas para que possam tomar as providências necessárias”, afirmou o prefeito.

José Ronaldo enfatizou que, embora as obras de drenagem sejam complexas e exigem investimentos milionários, sua gestão está comprometida em resolver os problemas de infraestrutura da cidade. “Essas obras não se fazem da noite para o dia, são milhões de reais envolvidos, mas a prioridade do nosso governo é resolver essas questões”, concluiu.

De Olho na Cidade


O Conselho Municipal de Transportes aprovou um reajuste no valor da tarifa do transporte coletivo em Feira de Santana, durante reunião realizada na manhã desta segunda-feira (13). Com a decisão do colegiado, a passagem passa de R$ 4,75 para R$ 5,15 para quem utiliza o cartão social Via Feira e R$ 5,50 para quem paga o valor em espécie.

A nova tarifa, conforme o secretário de Mobilidade Urbana, Sérgio Carneiro, somente entrará em vigor após apreciação e publicação do decreto pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho. O aumento foi baseado na variação da inflação e aumento no preço do diesel, aumento no salário dos rodoviários e outros custos para manutenção do sistema em funcionamento.

O secretário Sérgio Carneiro ressalta que a tarifa técnica para sustentar o sistema em Feira de Santana seria de R$ 9,26. Entretanto, os valores são subsidiados pelo Governo Municipal para os usuários.

Com o reajuste das tarifas, estudantes passam a pagar R$ 2,50 pela meia passagem, com aumento de R$ 0,15, sendo que a Prefeitura neste caso banca 73% do valor da tarifa. Enquanto isso pessoas idosas ou com deficiência continuam com a tarifa gratuita, bancada 100% pelo Governo Municipal.

Os distritos vão pagar os mesmos valores praticados para a tarifa urbana, com exceção para os distritos de Tiquaruçu, Bonfim de Feira e Jaguara, que passam a pagar R$ 6,30. Ainda, a linha 127-SCTU (Tiquaruçu via Socorro), em Tiquaruçu, a previsão tarifária é a mesma da sede do município. 

Sérgio Carneiro ressalta que os usuários do transporte coletivo que utilizam o cartão social, que representam uma maior quantidade de passageiros, terão reajuste de R$ 0,40 na tarifa, ou seja, vão pagar R$ 5,15. “Estes usuários vão pagar 56% da tarifa e a Prefeitura cobre 44%. O subsídio é para o trabalhador, para o povo. Somente 16% dos usuários ainda pagam em dinheiro”, observou.

O reajuste no valor da tarifa do transporte coletivo de Feira de Santana visa cobrir os custos em função do aumento no preço do óleo diesel, aumento dos salários dos rodoviários e outros custos para manutenção do sistema em funcionamento.

A cidade opera com o equivalente a um milhão e cem mil passageiros por mês.

Secom


Inflação oficial do país fechou 2024 em 4,83%, puxada por alimentação, educação e saúde. Os alimentos têm sido, inclusive, o principal motivo do mau humor dos consumidores.

Inflação oficial do país fechou 2024 em 4,83%, puxada por alimentação, educação e saúde. — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Inflação oficial do país fechou 2024 em 4,83%, puxada por alimentação, educação e saúde. — Foto: Joédson Alves/Agência Brasil 

Basta uma ida ao supermercado para os consumidores brasileiros percam a paciência. A sensação é de que os preços estão descolados da realidade medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), a inflação oficial do país. 

O resultado final do indicador em 2024 mostra que os preços subiram 4,83% no ano, mas o número é uma média e tem muitas nuances. 

O desânimo no supermercado se explica porque o grupo que puxou o indicador foi Alimentação e bebidas (7,69%). Itens como carne, café e leite subiram muito a mais que essa média, o que ajuda a piorar a percepção dos consumidores. 

E especialistas ouvidos pelo g1 confirmam o movimento: a alta dos alimentos tem sido o principal motivo do mau humor de quem vai às compras.

Entenda por que os preços parecem piores do que o IPCA indica.

  • A ampla cobertura do IPCA — e a renda dos brasileiros
  • A confusão entre ‘deflação’ e ‘desaceleração’ da inflação
  • A expectativa do consumidor (maior do que a do mercado)

IPCA: preços sobem 0,52% em dezembro e têm alta de 4,83% em 2024, diz IBGE 

A ampla cobertura do IPCA — e a renda dos brasileiros

Considerado o índice oficial de inflação do Brasil, o IPCA monitora os preços de uma grande cesta de serviços e produtos comercializados no varejo. São 377 subitens medidos, mês a mês. 

Além disso, o indicador tem uma cobertura ampla: abrange 90% das famílias que vivem em áreas urbanas do país com renda entre 1 e 40 salários mínimos.

Essa discrepância ajuda a explicar os reflexos dos preços de determinados produtos no bolso de cada família. Para quem ganha até um salário mínimo, por exemplo, a forte alta dos alimentos gera um impacto muito maior no bolso do que para quem ganha até 40 salários.

O economista André Braz, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), lembra que o Brasil é um país essencialmente constituído por famílias de classe média-baixa. A maioria delas, então, tem uma cesta de consumo muito restrita. 

“Ganham pouco e concentram a maior parte da despesa em alimentos, os vilões da inflação de 2024”, diz. O economista acrescenta que, mesmo com um IPCA a 4,83%, a alta de alimentos foi de quase 3 pontos percentuais a mais.

“Então, uma família que tem a renda baixa e concentra o gasto em comida percebe uma inflação de quase 8%, e não de quase 5%”, pontua Braz. Ele explica que essa diferença pode ajudar a justificar a sensação de que os preços estão mais altos do que o observado pelo índice. 

“O IPCA é uma cesta muito diversificada. Tem de tudo ali. O índice prevê famílias consomem passagem aérea, carro zero, gasolina, o que não é a realidade de uma família de baixa renda. Isso às vezes confunde”, diz. 

O economista Felippe Serigati, pesquisador do FGV Agro, lembra que também há diferenças regionais, que implicam em percepções diferentes sobre os preços a depender da cidade ou do estado. 

“Por isso, é natural que alguém fale: ‘Poxa, a minha sensação é a de que os preços estão subindo mais do que os 4,83%’ [a média nacional]”, destaca o especialista.

Serigati reforça ainda que o peso dos alimentos na percepção de inflação é maior pelo fato de serem itens básicos e perecíveis. São diferentes dos televisores, por exemplo, que são monitorados pelo índice, mas de consumo muito mais pontual. 

A confusão entre ‘deflação’ e ‘desaceleração’ da inflação

Há ainda outra complicação no entendimento quando o assunto é inflação: os conceitos de deflação e desaceleração (que é apenas uma inflação menor).

A deflação ocorre quando os preços, de fato, caemno supermercado, puxando o IPCA para o campo negativo. Enquanto isso, a desaceleração (ou inflação mais baixa) não significa necessariamente o recuo dos preços: ela indica que eles subiram menos.

“Inflação menor não é preço em queda. É preço subindo menos. Só que incomoda do mesmo jeito”, diz Serigati, do FGV Agro. 

“As pessoas podem dizer: ‘O café está caro! E a projeção é de inflação menor do item no próximo ano’. Então, ele vai voltar a ficar acessível? Não. Ou seja, ele vai até ficar mais caro, mas o aumento vai ser menor”, exemplifica o especialista. 

Em outras palavras: inflação é a elevação do nível médio de preços da economia. Ou seja, uma inflação menor não significa que os preços caíram. 

Entre as altas de preços mais importantes para os brasileiros está a carne, destaca Serigati, que subiu 20,8% em 2024 — o maior avanço em 5 anos. “Esse efeito não é transitório. Nós vamos passar 2025 com o churrasco mais caro”, diz. 

A expectativa do consumidor (maior do que a do mercado)

Com base em sua Sondagem do Consumidor, o FGV Ibre publica mensalmente um indicador que mede a perspectiva dos brasileiros em relação à inflação do país. Eles respondem, basicamente, qual taxa acumulada imaginam para daqui a 12 meses. 

E a sondagem confirma o pessimismo: é muito comum que os entrevistados esperem por uma inflação mais alta do que a registrada de fato pelo índice oficial de preços, o IPCA. E não só: a expectativa mediana dos brasileiros é tradicionalmente superior à do mercado financeiro. 

Todas as semanas, o Banco Central (BC) publica o boletim Focus, um relatório que contém estimativas de indicadores econômicos a partir de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras. 

Veja abaixo a diferença entre as projeções dos consumidores, do mercado financeiro e o IPCA oficial. 

“Praticamente durante toda a série histórica, iniciada em 2005, os consumidores têm a percepção de inflação mais alta do que o que o próprio mercado prevê”, destaca a economista Anna Carolina Lemos Gouveia, responsável pela Sondagem do Consumidor.

Segundo a especialista, o pessimismo acontece porque o consumidor vive mais de perto a inflação. “Ele consegue ver o aumento dos preços de maneira diferente do mercado, que está sempre modelando suas previsões.” 

Anna Gouveia também destaca a “memória recente” como outro fator de peso sobre a percepção dos brasileiros. Há três anos, no auge da pandemia de Covid-19, o país registrou uma inflação de dois dígitos, que fechou a 10,06% em 2021. 

“E esse resultado ainda é recente. Então, acredito que esse sentimento do consumidor, mais pessimista, irá se manter por um bom tempo”, conclui. 

Veja abaixo o resultado do IPCA nos últimos 10 anos — e as respectivas metas de inflação.

Informações G1


Prazo se estende até o dia 21 de janeiro

Foto: Joseane Rodrigues

A matrícula para o ano letivo de 2025 na rede estadual de ensino da Bahia começa nesta segunda-feira (13) e se estende até o dia 21 de janeiro. Todo o processo será realizado de forma on-line, por meio da plataforma http://ba.gov.br, e terá datas específicas de acordo com a situação do estudante.

Nesta segunda-feira (13), a solicitação de matrícula é destinada exclusivamente para Pessoas com Deficiência (PcD). Para otimizar o processo, a Secretaria da Educação do Estado (SEC) orienta que os responsáveis criem uma conta no portal com o nome do estudante e, no dia reservado, acessem a plataforma para solicitar a vaga na escola, especificando série e turno desejados.

O cronograma segue com datas escalonadas:

– 14 de janeiro: Transferências de estudantes matriculados na rede estadual, que não renovaram a matrícula ou desejam mudar de escola.
– 15 e 16 de janeiro: Matrículas para alunos que concluíram o 5º ano do Ensino Fundamental em escola municipal e irão para o 6º ano em escola estadual, além de alunos que concluíram o 9º ano do Ensino Fundamental e buscam vaga para o 1º ano do Ensino Médio.
– 17 de janeiro: Matrícula para estudantes de todas as redes de ensino para o Ensino Fundamental.
– 20 e 21 de janeiro: Matrícula para o Ensino Médio, aberta a todos os estudantes das redes pública e privada.

Após a solicitação on-line, os responsáveis devem comparecer à unidade escolar dentro de cinco dias úteis para apresentar a documentação exigida: Histórico Escolar, RG ou Certidão de Registro Civil, CPF, comprovante de residência atualizado e, para alunos até 18 anos, a Carteira de Vacinação.

A SEC ressalta a importância de cumprir os prazos e entregar toda a documentação necessária para garantir a vaga e o acesso aos programas sociais oferecidos pela rede estadual.

Cronograma Completo:

– 13 de janeiro: Matrícula para Pessoas com Deficiência (PcD)
– 14 de janeiro: Transferência de estudantes da rede estadual
– 15 e 16 de janeiro: Matrículas para concluintes do 5º e 9º ano do Ensino Fundamental
– 17 de janeiro: Matrícula para estudantes de todas as redes no Ensino Fundamental
– 20 e 21 de janeiro: Matrícula para estudantes de todas as redes no Ensino Médio

Informações Bahia.ba


Bombeiros alertam para novo pico da tragédia com a chegada de ventos fortes nesta terça-feira, 14

Incêndios em Los Angeles persistem | Foto: Divulgação/PBS
Incêndios em Los Angeles persistem | Foto: Divulgação/PBS

Subiu para 24 o número de mortos pelos incêndios em Los Angeles, na Califórnia, neste domingo, 12. As autoridades locais alertam para o risco de avanço das chamas devido a novas rajadas de vento.

A cidade — a segunda maior dos Estados Unidos— enfrenta incêndios que persistem por seis dias. O fogo já destruiu comunidades e deixou milhares de pessoas desalojadas.

O Departamento de Medicina Legal de Los Angeles publicou uma lista com o número vítimas, mas não forneceu as identidades. Oito dos mortos foram encontrados na área do incêndio em Palisades, e 16 na área em Eaton, segundo o relatório.

Os incêndios na área de Palisades, que já consumiram 9,5 mil hectares, foram contidos em apenas 11%. Já em Eaton, o fogo cobriu cerca de 5,7 mil hectares com 27% de contenção. 

Ventos intensos, previstos para atingir até 110 km/h, estão criando uma “situação particularmente perigosa”. Com isso, as autoridades consideram decretar estado de atenção na terça-feira, 14, quando o desastre completará uma semana.

Bombeiros de Los Angeles receberam reforços

O Corpo de Bombeiros do Condado de Los Angeles, chefiado por Anthony Marrone, recebeu reforços, incluindo novos caminhões-tanque e combatentes de outras regiões. 

Perguntada sobre se os hidrantes poderiam ficar sem água novamente, como aconteceu no início dos incêndios na semana passada, a prefeita Karen Brass respondeu: “Acho que a cidade está preparada”.

Enquanto isso, milhares de evacuados aguardam autorização para voltar às suas casas, o que não deve acontecer antes de quinta-feira, 16.

“Isso não vai acontecer até que termine a bandeira vermelha em andamento”, disse Marrone. “Tenham certeza de que a primeira coisa na quinta será começar a falar sobre o retorno.”

Algumas pessoas ficaram horas em filas na esperança de buscarem remédios, roupas ou animais de estimação.

Informações Revista Oeste


A fala de Mônica Valente aconteceu durante um encontro do Foro de São Paulo, em Caracas

Mônica Valente é dirigente do PT e secretária-executiva do Foro de São Paulo | Foto: Reprodução/Redes sociais
Mônica Valente é dirigente do PT e secretária-executiva do Foro de São Paulo | Foto: Reprodução/Redes sociais

Mônica Valente, dirigente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), fez uma declaração na última quinta-feira, 9, sobre a posse do ditador Nicolás Maduro. Valente afirmou que a posse do chavista era um “momento histórico” para a Venezuela. 

Mônica é secretária-executiva do Foro de São Paulo, organização de partidos de esquerda da qual o PT também faz parte. Sua declaração ocorreu durante uma reunião do grupo em Caracas.

“Aos venezuelanos que nos acompanham, nosso mais profundo e caloroso abraço fraterno de irmãos e irmãs de toda a América Latina e Caribe, neste momento histórico em que o povo venezuelano toma em suas mãos sua soberania, sua libertação, com a posse do presidente Nicolás Maduro Moros”, declarou a comunista.

María Corina Machado é presa, enquanto dirigente do PT elogia Maduro

Enquanto Mônica Valente elogiava a posse de Maduro, a oposição venezuelana divulgava informações sobre a prisão de María Corina Machado. O Comando ConVzla, grupo responsável por liderar a campanha contra Maduro, afirmou que Machado foi presa ao sair de uma manifestação no bairro de Chacao, no Estado de Miranda.

Machado era vista como uma das principais figuras para disputar as eleições de julho. No entanto, teve sua candidatura impedida por uma decisão judicial ligada ao chavismo. Durante a campanha, ela declarou apoio a Edmundo González, que acabou buscando asilo político na Espanha, depois de ser alvo de uma ordem de prisão.

Com o aumento das ações repressivas contra a oposição, María Corina Machado entrou na clandestinidade. Seu paradeiro permaneceu desconhecido por cinco meses. Machado foi solta horas depois.

Eleição de Nicolás Maduro

O Conselho Eleitoral Nacional da Venezuela, formado por partidários do governo ditatorial, declarou Maduro o vencedor da eleição de 28 de julho. Mas, diferentemente de disputas anteriores, as autoridades eleitorais não forneceram contagens detalhadas de votos para respaldar o resultado anunciado.

A oposição, no entanto, coletou folhas de contagem de 85% das máquinas de votação eletrônica e as publicou on-line. Os dados mostram que González havia vencido com larga vantagem.

Especialistas da Organização das Nações Unidas e o Centro Carter, sediado nos EUA, ambos convidados pelo governo de Maduro para observar a eleição, disseram que as folhas de contagem publicadas pela oposição são legítimas.

Informações Revista Oeste


Integrante do Partido Republicano norte-americano vai reassumir o comando da Casa Branca no dia 20 de janeiro

Trump
Donald Trump deve adotar medidas para reforçar as fronteiras dos EUA | Foto: Cheney Orr/Reuters 

O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, está preparando mais de cem ordens executivas a partir do primeiro dia na Casa Branca, em uma campanha de choque nas políticas de segurança de fronteiras e deportações, entre outras prioridades do novo governo.

Trump informou os senadores republicanos sobre o que está por vir durante reunião privada no Capitólio. Muitas dessas ações devem ser lançadas no dia da posse, em 20 de janeiro. O principal assessor de Trump, Stephen Miller, apresentou aos senadores do partido as medidas de segurança de fronteiras e aplicação de leis de imigração que provavelmente serão implementadas com maior rapidez. O portal Axios foi o primeiro a noticiar a apresentação de Trump e sua equipe.

“Haverá um número substancial”, disse o senador John Hoeven, republicano da Dakota do Norte.

Aliados do presidente eleito estão preparando uma pilha de ordens executivas que Trump poderá assinar rapidamente, abrangendo uma ampla gama de tópicos — desde o fortalecimento da fronteira entre os EUA e o México até o desenvolvimento energético, regras da força de trabalho federal, políticas de gênero nas escolas e obrigatoriedade de vacinas, entre outras promessas de campanha para o primeiro dia.

Embora ações executivas sejam comuns no primeiro dia de uma nova administração, à medida que o novo presidente define suas prioridades, o que Trump e sua equipe estão planejando é sem precedentes nos tempos modernos. Ele se prepara para usar o poder de maneiras pouco testadas, contornando a máquina legislativa do Congresso.

Algumas ações podem ter grande impacto, enquanto outras podem enviar mensagens mais simbólicas sobre a direção do novo governo.

Senadores informados por Trump e sua equipe em uma longa sessão no Capitólio na semana passada esperam que a nova administração revogue muitas ordens executivas do governo Joe Biden enquanto implementa as próprias propostas.

Algumas das prioridades de Trump

Trump será o novo presidente dos Estados Unidos | Foto: Reprodução/Twitter/X
Trump voltará a ser o presidente dos Estados Unidos a partir de 20 de janeiro | Foto: Reprodução/Twitter/X

Entre as prioridades estão finalizar o muro na fronteira EUA–México, criar instalações de detenção para migrantes enquanto aguardam deportação e outras propostas, que somam cerca de US$ 100 bilhões. A administração Trump e o Congresso republicano estão trabalhando para incluir essas medidas na lei orçamentária.

Os senadores esperam que Trump volte a adotar muitas das mesmas medidas de controle da fronteira EUA–México implementadas durante seu primeiro mandato — incluindo exigir que migrantes solicitem asilo em outros países ou permaneçam no México enquanto seus pedidos são processados. Além disso, planeja ações maciças para deportar aqueles que estão atualmente nos EUA sem autorização legal.

O senador James Lankford, republicano de Oklahoma, que liderou negociações sobre segurança de fronteiras e imigração no Congresso, disse esperar que a equipe de Trump inicialmente se concentre em cerca de 1 milhão de migrantes que, segundo ele, entraram recentemente no país, foram condenados por crimes ou que os tribunais determinaram que não têm direito de permanecer nos EUA.

“Essa é a fruta mais fácil de colher”, disse Lankford. “Pessoas que cruzaram recentemente, pessoas que estavam legalmente e cometeram outros crimes, pessoas que o tribunal ordenou que fossem removidas — isso dá bem mais de 1 milhão de pessoas. Comece trabalhando nisso.”

Trump, durante a campanha presidencial, chegou a cogitar ter uma “pequena mesa” no Capitólio no Dia da Posse, onde ele assinaria rapidamente suas ordens executivas.

Embora não haja sinais públicos de que ele esteja considerando isso, os senadores republicanos planejam recebê-lo no prédio depois de ele prestar o juramento de posse. Normalmente, o novo presidente dos EUA assina os documentos necessários para nomeações formais de seu gabinete e indicações para cargos administrativos.

Muitas das escolhas de Trump para os principais cargos administrativos passarão por audiências de confirmação no Senado na próxima semana. Tradicionalmente, o Senado começa a votar nos indicados do presidente assim que ele tomar posse, com confirmação de alguns no próprio dia.

“Isso seria bom”, disse o líder da maioria no Senado, John Thune, que afirmou que os senadores ainda aguardam verificações de antecedentes e outros documentos para muitos dos indicados de Trump. “Vamos ver.”

Revista Oestecom informações da Agência Estado e da Associated Press


Foto: Reprodução

Feira de Santana registrou três homicídios no sábado (11), ocorridos nos bairros Parque Ipê, Ponto Central e São João.

No período da manhã, Daniel Souza Nunes foi baleado na Rua Coronel José Pinto, no bairro São João. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Geral Clériston Andrade (HGCA), mas não resistiu aos ferimentos.

No bairro Ponto Central, um homem ainda não identificado foi encontrado morto dentro de uma casa abandonada na Rua Doutor Simões Filho.

Já no Parque Ipê, Rafael da Conceição Assis, de 28 anos, foi vítima de vários disparos de arma de fogo na esquina das ruas Jandaia e Barão de Macaúba.

Os casos estão sendo investigados pela Polícia Civil.

De Olho Na Cidade