
Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta quinta-feira (13) aponta que 41% dos brasileiros avaliam o governo do presidente Lula (PT) como ruim ou péssimo. Outro 27% o consideram ótimo ou bom. É a primeira vez no terceiro mandato do petista que o instituto mostra que a avaliação negativa supera a positiva.
Outros 30% consideram o governo Lula 3 como regular e 1% não sabe ou não respondeu.
Veja os números:
Ruim ou péssimo: 41% (eram 34% em setembro);
Regular: 30% (eram 30%);
Ótimo ou bom: 27% (eram 34%);
Não sabe/não respondeu: 1% (eram 2%).
Foram ouvidas 2.000 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 7 e 11 de março e a margem de erro é de 2 pontos para mais ou para menos.
Houve crescimento de 7 pontos entre os insatisfeitos desde a última pesquisa, realizada em dezembro de 2024. Por outro lado, caiu os mesmos 7 pontos aqueles que avaliam bem a administração petista.
Informações Bahia.ba

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, deseja conversar com a Casa Branca antes de aceitar um cessar-fogo com a Ucrânia. Ao lado de Alexander Lukashenko, ditador da Bielorrússia, Putin afirmou que o acordo deve, entre outras coisas, garantir uma “paz de longo prazo” no Leste Europeu.
Na terça-feira 11, os Estados Unidos propuseram o acordo durante uma reunião com representantes do governo ucraniano em Jeddah, na Arábia Saudita.
O presidente Donald Trump sugeriu retomar o compartilhamento de Inteligência dos EUA com a Ucrânia. Ele também indica liberar aproximadamente US$ 1 bilhão em assistência de segurança para Kiev.
“A Ucrânia aceita esta proposta, nós a consideramos positiva, estamos prontos para dar esse passo”, disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, nas redes sociais. “Os EUA devem convencer a Rússia a fazer isso. Ou seja, nós concordamos, e se os ‘russos’ concordarem, naquele momento a trégua entrará em vigor.”
Nesse sentido, Putin e Lukashenko se reuniram no Kremlin, sede do governo russo, para discutir o cessar-fogo. Putin alega que a “ideia é boa”, mas ressalta que precisa de um telefonema com Trump antes de aceitá-la.
“A ideia é boa, nós a apoiamos totalmente, mas há questões que precisamos discutir e acho que precisamos negociar com nossos colegas e parceiros norte-americanos”, disse Putin. “Talvez um telefonema com o presidente Trump, mas a própria ideia de acabar com esse conflito por meios pacíficos nós apoiamos.”
O presidente da Rússia teme que uma pausa temporária nos combates permita o reagrupamento das forças ucranianas e interrompa os avanços dos russos no país. Além disso, ele vê a trégua como uma possível ameaça à consolidação dos territórios já conquistados por Moscou.
“As tropas russas estão avançando praticamente em todos os setores da linha de contato, e todas as condições estão lá para sitiarmos unidades razoavelmente grandes”, argumentou Putin. “Isso significaria que todos lá iriam embora?”
O presidente russo ainda questionou a garantia de cumprimento do acordo. Ele destacou que a proposta deve assegurar uma trégua de “longo prazo” e eliminar “as causas iniciais desta crise”.
“Quem dará ordens para cessar as hostilidades?”, indagou Putin. “Quem decidirá onde houve uma violação do possível acordo de cessar-fogo ao longo de toda a linha de 2000 quilômetros, e quem será culpado?”
Em resposta, Donald Trump alegou que Putin “fez uma declaração muito promissora, mas incompleta”. O norte-americano ressaltou que “adoraria conversar e se encontrar” com o presidente russo.
Informações Revista Oeste

O Supremo Tribunal Federal (STF) deve julgar no fim de março ou início de abril a denúncia contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus aliados. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, se manifestou nesta quinta-feira (13) a favor do recebimento da denúncia. O ministro Alexandre de Moraes pediu a inclusão do julgamento na pauta da 1ª Turma, presidida por Cristiano Zanin.
Caso a denúncia seja aceita, Bolsonaro e seus aliados se tornarão réus. A ação penal será conduzida pela 1ª Turma do STF, que ouvirá testemunhas e argumentos das defesas antes de uma decisão final.
A 1ª Turma do STF é formada pelos ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Flávio Dino e Luiz Fux.
Em sua manifestação sobre as defesas dos 34 denunciados por um suposto plano de golpe de Estado, Gonet defendeu que as investigações são legais e que o STF tem competência para analisar o caso. Ele também rejeitou os argumentos das defesas sobre possível parcialidade de Moraes.
O procurador-geral negou que tenha havido excesso de documentos na denúncia, prática conhecida como document dump. Segundo ele, os materiais apresentados são compatíveis com a complexidade do caso.
Outro ponto questionado pela defesa foi a suposta busca aleatória por provas, chamada de fishing expedition. Gonet afirmou que não houve abuso e que o surgimento de novas evidências durante as investigações é algo natural.
A defesa de Bolsonaro também pediu a aplicação do juiz de garantias para afastar Moraes do caso. No entanto, Gonet ressaltou que essa regra não se aplica a processos no STF e no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Informações Pleno News

Nesta quinta-feira (13), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, rejeitou, em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), a anulação da delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens da Presidência da República.
O pedido de anulação tinha sido feito pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No entanto, Gonet entende que “não há fato novo que justifique” o cancelamento do acordo celebrado com o militar.
Os advogados haviam questionado o modo como teria ocorrido a delação de Cid. As informações são do Metrópoles.
Segundo a PGR enfatizou que o próprio Cid pleiteou a manutenção do acordo.
– É expressivo que o colaborador, em sua resposta preliminar, haja pleiteado a manutenção de todos termos ajustados no seu acordo, reforçando a voluntariedade da pactuação e o seu compromisso com o cumprimento das cláusulas estabelecidas.
E acrescentou:
– O colaborador esteve sempre acompanhado dos seus ilustres patronos constituídos. Nos referidos autos, a Procuradoria-Geral da República se manifestou, em mais de uma oportunidade, pela manutenção do acordo de colaboração premiada, o que foi acolhido judicialmente.
Informações Pleno News

O Bahia vai contar mais uma vez com o apoio em massa da torcida nas arquibancadas da Casa de Apostas Arena Fonte Nova no domingo (16), às 18h.
Não há mais ingressos disponíveis para o primeiro jogo da final do Baianão contra o Vitória. Através das redes sociais, o clube agradeceu aos torcedores, que garantiram todos os tickets.
“Pela terceira vez seguida, exclusivamente para sócios (dois dias de check-in e oito horas de venda)”, publicou o perfil oficial do clube no X, antigo Twitter.
Que quiser garantir presença na final, a única possibilidade é o camarote Esquadrão Zone. Para esse setor, a entrada pode ser garantida através do site: http://esquadraozone.com.br.
Informações Bahia.ba

Enquanto encara a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) no Supremo Tribunal Federal (STF) no “inquérito do golpe”, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ter mais uma preocupação. Caso ele seja condenado, pode perder sua patente militar.
A afirmação foi feita pela nova presidente do Superior Tribunal Militar (STM), Maria Elizabeth Rocha. De acordo com ela, a perda da patente poderia ocorrer somente após manifestação do Ministério Público Militar.
– Ele pode ser submetido a um Conselho de Justificação, a representação de dignidade. Ele pode ser julgado também por crimes militares, como dissitação, por exemplo, dissitação à tropa. Então, tudo vai depender de como é que vai ser feita a curação penal do Supremo Tribunal Federal – apontou.
A denúncia da PGR aponta que Bolsonaro teria cometido os crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado, tentativa de abolição do estado democrático de direito, dano qualificado pela violência e grave ameaça contra patrimônio da União, além de deterioração de patrimônio tombado.
Nomeada para o STM 2007 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Maria Elizabeth Rocha disse ter identificado possíveis crimes militares, mas afirmou ao veículo que seu papel não é fazer comentários.
– Eu identifico alguns [crimes], mas eu acho que não cabe a mim identificar, esse é o papel do Ministério Militar, ele é o autor da ação penal, ele é o detentor da denúncia. E se ele não se pronunciou, seria um pré-julgamento da minha parte mencionar qualquer um deles – ressaltou.
Informações Pleno News

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou 14 envolvidos na rede de tráfico internacional do Primeiro Comando da Capital (PCC) revelada na Operação Mafiusi, deflagrada pela Polícia Federal em dezembro do ano passado. O grupo é acusado de organização criminosa e associação com o tráfico, sendo a primeira denúncia oferecida na esteira da investigação. Os denunciados teriam uma ligação com a máfia italiana ‘Ndrangheta.
Segundo matéria do InfoMoney, o inquérito detalha que o esquema foi operado por 5 anos, entre 2019 e 2023, transportando cargas de cocaína para a Europa por meio do Porto de Paranaguá, no Paraná. A denúncia narra ainda que o grupo se associou “de forma estável, organizada com hierarquia e divisão de tarefas”.
O MPF afirma também que todos agiram “com vontade livre e consciência da ilicitude de suas condutas” e “integraram pessoalmente organização criminosa de caráter transnacional, que mantinha conexão com outras organizações criminosas independentes”.
“A estrutura da organização é complexa e ostenta alto poder financeiro, sobretudo em razão da recorrente utilização de celulares com SKYECC (rede de comunicação criptografada usada por máfias ao redor do mundo), expressiva movimentação de valores, pagamentos em espécie, aquisição de bens de luxo e lavagem dos ativos obtidos com o tráfico”, completa.
A lavagem de dinheiro do esquema, detalha a denúncia, era feita por meio da compra de imóveis em nome de terceiros e do agenciamento de jogadores de futebol. O grupo era liderado pelo empresário Willian Barile Agati, o concierge do PCC, que segundo a investigação tentou despachar 554 kg de cocaína para o Porto de Valência, na Espanha, em dezembro de 2020. As cargas de droga foram apreendidas em dois contêineres.
Agati, por sua vez, nega os crimes e questiona a legalidade das provas obtidas. “Willian Agati é um empresário honesto”, diz seu advogado, Eduardo Maurício.
Além do envolvimento com o esquema desmontado na Operação Mafiusi, Agati também está implicado em outras investigações por suspeita de elo com o PCC. O empresário seria responsável pelo controle de remessas de drogas e pela compra de bens e imóveis para lavar o lucro do tráfico, diz a denúncia. Ele foi preso em janeiro.
“O vínculo entre a máfia italiana ‘Ndrangheta e os fornecedores de logística em Paranaguá-PR, com atuação em parceria com importantes personagens do PCC, denotam o tamanho da atuação de Willian Barile Agati no tráfico internacional de entorpecentes e na expressiva lavagem de capitais, utilizando prioritariamente o Porto de Paranaguá-PR para exportações, além do modal aéreo com jatos particulares em viagens internacionais”, diz a denúncia.
Informações Bahia.ba

Na quinta-feira (13), o ex-presidente Donald Trump ameaçou impor uma tarifa elevada sobre bebidas alcoólicas europeias em resposta às medidas da União Europeia contra suas tarifas sobre aço e alumínio, intensificando a disputa comercial.
Em uma postagem no Truth Social, Trump declarou que seu governo aplicaria uma tarifa de 200% sobre bebidas alcoólicas da UE, caso a tarifa de 50% imposta na quarta-feira (12) ao uísque americano não fosse revogada.
“Se essa tarifa não for retirada imediatamente, os EUA em breve imporão uma tarifa de 200% sobre todos os vinhos, champanhes e outras bebidas alcoólicas provenientes da França e demais países da UE”, afirmou Trump. “Isso será ótimo para o setor de vinhos e champanhes nos Estados Unidos.”
A retaliação americana veio apenas 36 horas após a resposta da Europa às tarifas de 25% aplicadas por Trump sobre aço e alumínio, que entraram em vigor na madrugada de quarta-feira. A UE classificou a medida como “injustificada” e anunciou contramedidas, incluindo tarifas sobre US$ 28 bilhões em produtos americanos, como barcos, bourbon e motocicletas. As novas tarifas europeias, que devem começar a valer em abril, foram descritas como “rápidas e proporcionais” em um comunicado oficial.
A indústria de bebidas alcoólicas dos EUA manifestou preocupação com o impacto das tarifas. Chris Swonger, CEO do Conselho de Bebidas Destiladas dos Estados Unidos (DISCUS), declarou que a taxação de 50% sobre destilados americanos é “profundamente decepcionante” e prejudicará a recuperação das exportações do setor para os países da UE.
Na quarta-feira, Trump afirmou no Salão Oval que responderia às tarifas impostas pela União Europeia. “É claro que vou reagir”, disse ele.
Na quinta-feira, o ex-presidente criticou a UE, chamando-a de “uma das autoridades tributárias e tarifárias mais hostis e abusivas do mundo, criada com o único propósito de se beneficiar dos Estados Unidos”. Além disso, classificou a tarifa sobre o bourbon americano como “desagradável”.
Informações Bahia.ba

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso Nacional um pedido de alteração do projeto do Orçamento de 2025, para incluir gastos com aliados políticos, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), e projetos do centrão. Para isso, o governo petista pretende cortar gastos com programas sociais, como o Bolsa Família, informou o Estadão nesta quinta-feira, 13.
O remanejamento na proposta, ainda não aprovada no Congresso, é de R$ 40 bilhões. Para o MST, Lula planeja destinar R$ 750 milhões, divididos entre R$ 400 milhões para a aquisição de alimentos da agricultura familiar e R$ 350 milhões para o Fundo de Terras e da Reforma Agrária.
A decisão de beneficiar com verbas no Orçamento os aliados históricos do MST vem alguns dias depois da visita de Lula a um acampamento do movimento em Minas Gerais. Lá, os integrantes do movimento criticaram seu governo, e Lula respondeu que sabe quem são “os aliados históricos e os de ocasião”.
Os novos gastos foram encaminhados pelo Ministério do Planejamento à Comissão Mista de Orçamento (CMO) e ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), na terça-feira 11. A expectativa dos parlamentares e do governo é que a proposta orçamentária de 2025 seja votada na próxima semana.
Entre as mudanças solicitadas pelo governo Lula está a alocação de R$ 1 bilhão para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e de R$ 3 bilhões ao pagamento do Auxílio Gás
Além disso, o governo vai aumentar em R$ 183 milhões os recursos para o abono salarial, uma política de apoio a trabalhadores com carteira assinada que recebem até dois salários mínimos. O seguro-desemprego também está entre as áreas que receberão reforço financeiro.
Políticos do centrão e outros aliados estratégicos também serão beneficiados. O Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), sob o controle do PP e do Avante, receberá um incremento de R$ 40 milhões. O Ministério dos Esportes, liderado por André Fufuca (PP-MA), terá um adicional de R$ 300 milhões para obras de infraestrutura voltadas ao esporte amador, com o selo do PAC.
O Programa Pé-de-Meia, que repassa valores a estudantes, ficou fora do remanejamento. Além disso, o ofício prevê o corte de $ 7,7 bilhões para o Bolsa Família. Esse corte viria, principalmente, da redução de beneficiários ocasionada pela revisão de critérios e pela eliminação de fraudes.

Outros cortes serão feitos no fundo destinado ao financiamento do programa Minha Casa Minha Vida, voltado para a população de baixa renda, que perderá R$ 80,5 milhões. O programa de apoio às exportações, Proex, terá uma redução de R$ 850 milhões, enquanto o Fundo Nacional da Cultura enfrentará um corte de R$ 596 milhões. O Ministério do Planejamento destacou que a redução no Bolsa Família já estava prevista nas discussões fiscais do ano anterior.
Informações Revista Oeste

O Departamento de Defesa dos Estados Unidos anunciou, nesta terça-feira, 11, o cancelamento de mais de 90 estudos sobre mudanças climáticas e ciências sociais. A decisão reflete um novo direcionamento na política ambiental e de segurança sob a administração do presidente Donald Trump.
No X, o secretário de Defesa norte-americano, Pete Hegseth, descreveu as pesquisas climáticas como “lixo”. Anteriormente, os militares e os oficiais dos EUA afirmavam que as supostas mudanças climáticas seriam “uma ameaça à segurança nacional” do país. Agora, sob a nova administração Trump, há outro direcionamento sobre o tema.
Entre os estudos cancelados estavam pesquisas sobre a vulnerabilidade a riscos climáticos na África, relacionados à escassez de alimentos. A decisão do governo norte-americano, de cancelar os estudos, visa à economia de US$ 30 milhões em um ano.
A medida está alinhada com outras ações da administração Trump. Recentemente, o presidente norte-americano se afastou de iniciativas multilaterais e acordos climáticos internacionais. Inclusive, o republicano retirou os EUA do conselho do fundo de danos climáticos da Organização das Nações Unidas.
Durante o governo do ex-presidente Joe Biden, o Pentágono havia dito que incluiria o risco de mudanças climáticas em simulações militares e jogos de guerra. Trump, ao assumir o poder, cancelou a iniciativa.
Informações Revista Oeste