
O presidente do PL Bahia, João Roma, criticou a sanha arrecadatória do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que elevou a alíquota do ICMS sobre compras internacionais de 17% para 20%. A criticada medida começa a valer a partir desta terça-feira (01) em 17 estados brasileiros, entre esses, a Bahia, que participa do grupo de 10 unidades federativas que aumentaram o tributo.
“Se já não bastasse o presidente Lula acabar com a isenção tributária das compras internacionais com valor abaixo de 50 dólares, criando a famigerada ‘taxa das blusinhas’, Jerônimo agora aumenta o ICMS e deixa ainda mais caro para o povão as mercadorias importadas”, disse Roma em entrevista à Rede Excelsior de Rádio, nesta segunda-feira (31).
O ex-ministro da Cidadania comparou a gestão do petista com a do ex-presidente Jair Bolsonaro. “No período do governo Bolsonaro, houve aumento de arrecadação sem precisar elevar impostos. Pelo contrário, houve redução de tributos. O dinheiro circulava na mão do povo e isso gerava riqueza e empregos, dinamizando a economia”.
Para Roma, a baixa popularidade do presidente Lula e do governador Jerônimo é resultado da crescente percepção negativa dos baianos sobre os governos do PT. “Depois de 20 anos do PT aqui na Bahia, a população vê que isso não tem gerado resultado para melhorar a vida do baiano. São promessas e promessas que não servem para melhorar a vida do baiano”.
João Roma disse que, para 2026, mantém a sua pré-candidatura a governador, mas lembrou que teve uma conversa com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, e que ficou acordado um alinhamento para derrubar o petismo no estado. “É legitimo que eu siga com a minha pré-candidatura e que ele siga com a pré-candidatura dele, mas é preciso unir forças para tirar o PT do governo do Estado da Bahia. Fazer uma virada de página na Bahia”.
Ao ser questionado, Roma disse que o prefeito Bruno Reis também reúne condições de ser o candidato ao governo estadual em 2026. “Vejo possibilidade, sim. Bruno Reis hoje é um político maduro. Ele é uma pessoa que mantém conexão popular e poderia agregar muito. Poderia dar um reforço nesse enfrentamento ao PT”.
O presidente do PL na Bahia destacou que, em 2026, o partido trabalhará para aumentar a representação no Congresso Nacional e na Assembleia Legislativa. “Hoje o PL tem três deputados federais e queremos eleger pelo menos quatro federais. Para a Assembleia, ele acredita que a chapa do PL também será competitiva, reunindo muita gente nova.

Divulgada neste sábado (29), uma pesquisa do instituto Gerp apontou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) lidera as intenções de voto das eleições presidenciais de 2026. O levantamento mostra o líder conservador com 41%, e o seu principal adversário, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 26%.
Neste cenário, Ciro Gomes (PDT) e o governador do Paraná Ratinho Jr (PSD) aparecem em terceiro e quarto lugares, respectivamente, ambos com 5%.
Pablo Marçal (PRTB) vem logo em seguida, com 4%, pouco à frente do governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) 3% e do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil) com 3%. 7% optaram por não escolher nenhum deles, enquanto outros 7% não souberam responder.
Tendo em vista que o ex-presidente Bolsonaro se encontra inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ainda busca reaver seus direitos políticos, a pesquisa também considerou cenários sem o líder conservador.
No segundo cenário, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece como o nome substituto. Nele, Lula aparece em primeiro lugar com 24%, enquanto o republicano tem 18%.
Em um terceiro cenário, no qual Bolsonaro seria representando por seu filho, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Lula volta a figurar em primeiro lugar com 24%, enquanto o parlamentar surge com 19%.
Em cenário sem Lula e Bolsonaro, Tarcísio aparece no topo com 18%, Ciro Gomes com 17% e Pablo Marçal com 13%.
Paga com recursos próprios, a pesquisa foi conduzida entre os dias 22 e 27 março, tendo entrevistado 2 mil pessoas. A margem de erro é de 2,24% para mais ou para menos.
Informações Pleno News

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) abriu uma nova consulta pública para atualizar a regulamentação sobre o uso de cannabis no Brasil. A consulta ficará disponível por 60 dias, permitindo que qualquer pessoa ou organização envie sugestões ou críticas sobre o tema.
Desde 2019, a ANVISA autoriza o uso de produtos à base de cannabis apenas para fins medicinais, com prescrição médica e documentação comprobatória. Paralelamente, o Senado também discute a regulamentação por meio de projetos de lei, que propõem, entre outras coisas, o cultivo controlado para fins medicinais.
Um desses projetos, do senador Flávio Arnes (PSB-PR), permite o plantio da planta exclusivamente por pessoas jurídicas, mantendo a proibição para o uso recreativo. O projeto também sugere que os produtos derivados de cannabis sejam vendidos apenas em farmácias ou por associações específicas.
A regulamentação da cannabis é debatida em outros projetos no Senado, visando controle rigoroso da produção e do uso de seus derivados na medicina e na indústria, como no caso do cânhamo, utilizado para tecidos e alimentos.
Informações Metro1

Entregadores de aplicativo anunciaram, por meio das redes sociais, uma greve nacional que acontecerá nesta terça (31) e quarta-feiira (1º de abril) para reivindicar melhores condições de trabalho e reajuste de remuneração.
Entre as principais demandas da mobilização estão: o estabelecimento de uma taxa mínima de R$ 10 por entrega, o aumento do valor pago por quilômetro rodado de R$ 1,50 para R$ 2,50, a limitação do raio de atuação das bicicletas para até três quilômetros e o pagamento integral por pedidos agrupados.
Os organizadores da greve também relatam práticas antissindicais, como incentivos financeiros para desencorajar a participação dos entregadores na mobilização. Ao jornal Folha de S. Paulo, Gil Almeida dos Santos, presidente do SindimotoSP, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo que a greve ocorrerá em todo o Brasil, que conta com cerca de 1,8 milhão de entregadores e mototaxistas. Só em São Paulo, segundo Santos, a categoria tem entre 700 e 800 mil trabalhadores.
No perfil “Breque Nacional do Apps”, trabalhadores da categoria têm se mobilizado ativamente sobre a paralisação e as demandas do movimento.
Informações Bahia.ba

Faltou pouco para o triunfo, mas o Bahia estreou com empate no Campeonato Brasileiro 2025. O Tricolor abriu o placar com Gilberto no primeiro tempo, mas Everton Ribeiro foi expulso aos seis minutos da etapa final e o Corinthians arrancou o 1 a 1, na noite deste domingo (30), na Arena Fonte Nova, pela primeira rodada.
O jogo começou quente e logo no primeiro minuto as duas equipes criaram boas chances para abrir o placar. A primeira ação ofensiva foi do Corinthians na tabela de Talles Magno com Hugo, invadiu a área e bateu rasteiro para a defesa de Ronaldo. A resposta do Bahia veio logo na sequência com Everton Ribeiro recebendo belo passe de Caio Alexandre e deu ótimo passe para Lucho finalizar para Matheus Donelli defender. Depois, aos três, Pulga foi lançado, mas chutou fraco para o goleiro do Timão segurar. Jean Lucas desperdiçou grande oportunidade aos 22 minutos, ao receber passe de Juba na grande área e chutou por cima do gol, a bola ainda balançou as redes do lado de fora. Dois minutos depois, Yuri Alberto arriscou da intermediária, mas Ronaldo caiu para fazer a defesa. Aos 43, o Tricolor quase inaugurou o marcador, mas Lucho não conseguiu alcançar a bola no cruzamento de Pulga. Mas aos 45, Gilberto aproveitou o cruzamento na grande jogada de Juba para marcar de cabeça.
Logo aos seis minutos da etapa complementar, Everton Ribeiro recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso ao fazer uma falta em Talles Magno. Com um jogador a menos, o Tricolor passou a recuada e se defendeu bem. Além de segurar a pressão do adversário, o time baiano ainda criou chances de fazer o segundo gol. No entanto, o Timão chegou a marcar com Romero aos 34, mas o tento foi invalidado pela arbitragem apontando impedimento de Talles Magno na jogada, o que foi confirmado pelo VAR. Porém, aos 44 minutos, Héctor Hernández empatou de cabeça ao completar o cruzamento de Breno Bidon. Logo depois, o Tricolor ainda tentou responder com Lucho Rodríguez que chutou com perigo, mas a bola passou perto da trave paulista.
Com a igualdade, os dois times anotam o primeiro ponto na tabela de classificação da competição nacional.
O segundo compromisso do Bahia pelo Brasileirão será contra o Santos no próximo domingo (6), às 20h30, na Vila Belmiro. Mas antes disso, o Tricolor faz sua estreia na fase de grupos da Libertadores diante do Internacional na quinta-feira (3), às 19h, novamente na Fonte Nova, pela primeira rodada da chave F.
FICHA TÉCNICA
Bahia 1×1 Corinthians
Campeonato Brasileiro – 1ª rodada
Local: Arena Fonte Nova, em Salvador (BA)
Data: 30/03/2025 (domingo)
Horário: 20h
Árbitro: Bruno Arleu de Araújo (RJ)
Assistentes: Bruno Boschillia (PR) e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (RJ)
VAR: Rodrigo Nunes de Sá (RJ)
Cartão amarelo: Everton Ribeiro, duas vezes, Jean Lucas, Gabriel Xavier (Bahia) / João Pedro, Breno Bidon (Corinthians)
Cartão vermelho: Everton Ribeiro (Bahia)
Gols: Gilberto (Bahia) / Héctor Hernández (Corinthians)
Bahia: Ronaldo; Gilberto, Kanu, Ramos Mingo e Luciano Juba (Iago Borduchi); Caio Alexandre (Acevedo), Jean Lucas (Rodrigo Nestor) e Everton Ribeiro; Ademir (Gabriel Xavier), Erick Pulga (Erick) e Lucho Rodríguez. Técnico: Rogério Ceni.
Corinthians: Matheus Donelli; Maná (Charles), André Ramalho, Cacá (Héctor Hernández) e Hugo (Angileri); Alex Santana (Igor Coronado), Breno Bidon e Maycon; Romero, Talles Magno e Yuri Alberto (João Pedro). Técnico: Ramón Díaz.
Informações Bahia.ba

A Organização Mundial da Saúde (OMS) se prepara para enfrentar um corte de 20% em seu orçamento depois da saída dos Estados Unidoscomo seu principal doador. O diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, confirmou a informação aos funcionários da OMS, em um e-mail ao qual a agência de notícias AFP teve acesso, neste sábado, 29.
A agência de saúde perderá aproximadamente US$ 600 milhões, cerca de R$ 3,4 bilhões, de seu orçamento, em razão da retirada dos EUA.
Ao reassumir a Presidência do país, em janeiro de 2025, Donald Trump anunciou a saída dos EUA da OMS e congelou a ajuda externa. O republicano justificou sua decisão por uma diferença nas contribuições feitas por Washington e Pequim. No ciclo orçamentário bianual de 2022-2023, os EUA contribuíram com até US$ 1,3 bilhão, o que representou 16,3% do orçamento total de US$ 7,89 bilhões da OMS.

Além da saída dos EUA, a OMS enfrenta desafios financeiros pela redução na ajuda pública ao desenvolvimento de outros países, que priorizaram gastos com defesa. Em resposta, a agência de saúde já havia reduzido seu orçamento proposto para 2026-2027 de US$ 5,3 bilhões para US$ 4,9 bilhões. Agora, revisou a proposta para US$ 4,2 bilhões, uma queda de 21% em relação à inicial.
A maioria do financiamento norte-americano vinha de contribuições voluntárias para projetos específicos, em vez de uma participação fixa. Com a saída dos EUA, diversos programas específicos da OMS serão diretamente impactados. A OMS planeja aplicar cortes em todos os níveis, começando pelos altos dirigentes na sede, abrangendo todas as regiões e os departamentos.
Essas medidas ocorrem num momento crítico para a OMS, que desempenha função na coordenação de respostas globais a crises de saúde e na promoção de assistência sanitária.
A redução de recursos poderá limitar a capacidade da organização de responder a emergências e apoiar melhorias nos sistemas de saúde globais. Tedros Adhanom Ghebreyesus destacou a importância de garantir a continuidade dos programas essenciais, apesar das restrições financeiras.
Informações Revista Oeste

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) divulga, nesta segunda-feira (31), a lista com o novo teto de preços dos remédios vendidos em farmácias e drogarias. A Lei nº 10.742, de 2003, que trata da regulação do setor farmacêutico, prevê o reajuste anual dos medicamentos.
Isso não significa, entretanto, que haverá aumento automático dos preços praticados, mas uma definição de teto permitido de reajuste. Cabe aos fornecedores – farmacêuticas, distribuidores e lojistas – fixarem o preço de cada produto colocado à venda, respeitados o teto legal estabelecido e suas estratégias diante da concorrência.
Para definição dos novos valores, o conselho de ministros da CMED leva em consideração fatores como a inflação dos últimos 12 meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a produtividade das indústrias de medicamentos e custos não captados pela inflação, como o câmbio e tarifa de energia elétrica e a concorrência de mercado.
Em 2024, por exemplo, o reajuste anual do preço de medicamentos foi de 4,5%, equivalente ao índice de inflação do período anterior. A lista com os preços máximos que podem ser cobrados pelos produtos fica disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
De acordo com a Anvisa, a lei prevê um reajuste anual do teto de preços com o objetivo de proteger os consumidores de aumentos abusivos, garantir o acesso aos medicamentos e preservar o poder aquisitivo da população. Ao mesmo tempo, o cálculo estabelecido na lei busca compensar eventuais perdas do setor farmacêutico devido à inflação e aos impactos nos custos de produção, possibilitando a continuidade no fornecimento de medicamentos.
Caso o consumidor encontre irregularidades, é possível acionar os órgãos de defesa do consumidor, como os Procons e a plataforma consumidor.gov.br. Também é possível encaminhar denúncia diretamente à CMED, por meio de formulário disponível na página da Anvisa.
A CMED é composta pelos ministérios da Saúde, Casa Civil, da Justiça e Segurança Pública, da Fazenda, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária exerce a função de secretaria executiva, fornecendo o suporte técnico às decisões.
Informações Bahia.ba

Dez estados vão aumentar o ICMS (imposto sobre mercadorias e serviços) sobre compras em sites estrangeiros pelo Regime de Tributação Simplificada de 17% para 20% a partir de 1º abril.
O aumento é parte de um acordo fechado no ano passado pelos secretários estaduais de Fazenda. Os demais estados e o Distrito Federal ainda não sinalizaram, no entanto, se vão implementar a mudança e, se decidirem elevar o tributo, a nova alíquota só poderá entrar em vigor em 2026.
O aumento do tributo já está definido em Minas Gerais, Acre, Amapá e sete estados do Nordeste, incluindo a Bahia, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. As exceções na região são Maranhão e Pernambuco.
Nos outros 12 estados, incluindo São Paulo, o aumento só pode ser feito por meio de projeto de lei aprovado nas suas Assembleias Legislativas. Nesses locais, o percentual aplicado aos produtos em geral é inferior aos 20%, e as exceções precisam do aval dos deputados estaduais.
O ICMS estadual incide sobre o valor da compra, incluindo frete, e também sobre o imposto de importação. O tributo é calculado de acordo com o endereço de entrega do produto.
Uma compra de US$ 50 (cerca de R$ 300) terá sua carga total de imposto de importação federal e ICMS estadual elevada de 45% para 50%, segundo cálculos da Abvtex (Associação Brasileira do Varejo Têxtil). Isso representa um custo a mais de quase R$ 15.
Informações Bahia.ba
A Constituição norte-americana permite o máximo de dois mandatos presidenciais, mesmo que não consecutivos

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a comentar a possibilidade de tentar um terceiro mandato em 2030. Atualmente, esse interesse é proibido pela Constituição norte-americana.
Em entrevista ao canal NBC News neste fim de semana, o republicano disse que “há métodos para fazer isso”, mais uma candidatura ao comando da Casa Branca, no caso. Ele, no entanto, não disse quais seriam esses métodos.
Ainda na entrevista, Trump disse não estar “brincando” ao abordar a possibilidade de concorrer a mais um mandato presidencial. Reforçou, entretanto, que “é muito cedo para pensar sobre isso”.
Empresário, Trump foi eleito presidente dos EUA pela primeira vez em 2016. Quatro anos mais tarde, contudo, não teve êxito ao tentar se reeleger e perdeu para o democrata Joe Biden. Deu a volta por cima em novembro do ano passado. O republicano venceu Kamala Harris, então vice-presidente, com ampla margem no colégio eleitoral: 312 delegados contra 226.
O atual mandato dele teve início no dia 20 de janeiro deste ano. Por meio de seu canal no YouTube, Oeste realizou cobertura especial da posse do republicano.
O presidente norte-americano afirmou que há “muita gente” querendo que ele tente ser presidente pela terceira vez. “Mas eu basicamente digo a eles que temos um longo caminho a percorrer”, observou. “Ainda é muito cedo.”
A 22ª Emenda da Constituição dos EUA proíbe que uma pessoa ocupe a cadeira presidencial por três vezes, mesmo que não sejam consecutivas.
“Nenhuma pessoa será eleita para o cargo de presidente mais de duas vezes”, afirma o trecho inicial da 22ª Emenda da Constituição norte-americana. “E nenhuma pessoa que tenha exercido o cargo de presidente, ou atuado como presidente, por mais de dois anos de um mandato para o qual outra pessoa foi eleita presidente, será eleita para o cargo de presidente mais de uma vez.”
A regra está em vigor desde 1951, sete anos depois de Franklin D. Roosevelt, do Partido Democrata, ter sido eleito presidente pela quarta vez consecutiva. Ele venceu as disputas eleitorais em 1932, 1936, 1940 e 1944 — e morreu no exercício do mandato como presidente dos EUA, em abril de 1945.
Revista Oeste, com informações da Agência Estado

O governo de Luiz Inácio Lula da Silva iniciará uma nova fase do programa Celular Seguro nesta semana. A iniciativa visa a enviar mensagens via WhatsApp para celulares roubados ou furtados, solicitando que o aparelho seja entregue à delegacia mais próxima.
Caso contrário, o portador poderá ser investigado por crimes como furto, roubo ou receptação. Essa medida tornou-se viável através da colaboração entre as operadoras de telefonia móvel e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que permite identificar celulares pelo código IMEI ao receberem um novo chip.
O objetivo é bloquear linhas telefônicas e aplicativos financeiros, além de notificar o portador do dispositivo roubado.
O programa Celular Seguro foi inicialmente lançado em dezembro, mas não obteve grande adesão. A nova fase busca revitalizar o projeto, mantendo apenas o nome do original.
Lula, ao encomendar a reformulação ao secretário-executivo do Ministério da Justiça, Manoel Carlos de Almeida, alegou que não permitirá que o Brasil se torne uma “República de ladrões de celular”.
A Secretaria de Comunicação Social, liderada por Sidônio Palmeira, já preparou uma campanha para divulgar as medidas antirroubo de celular.
Pesquisas indicam que o roubo de celulares é um dos crimes que mais afetam a imagem do governo federal. Em publicação no Twitter/X, o ex-procurador da Lava Jato, Deltan Dallagnol, afirmou que a nova medida mostra que a gestão Lula é uma “piada pronta”.

Neste mês, Lula anunciou que seu governo vai enviar ao Congresso Nacional uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com foco na segurança pública. A intenção é mostrar que o Estado possui mais força do que os criminosos.
“A gente não vai permitir que os bandidos tomem conta do nosso país”, afirmou Lula. “A gente não vai permitir que a república de ladrões de celular comece a assustar as pessoas nas ruas. É por isso que nós estamos apresentando uma PEC da Segurança, para que a gente possa, junto com os governadores de Estado e com os prefeitos, definitivamente dizer que o Estado é mais forte do que os bandidos e o lugar de bandido não é na rua assaltando, assustando e matando pessoas.”
Informações Revista Oeste