
A Caixa Econômica Federal (CEF) realiza nesta terça-feira (1º), a partir das 20h no horário de Brasília, o concurso 2.847 da Mega-Sena. O prêmio acumulado está estimado em R$ 45 milhões. O sorteio será transmitido ao vivo pelo canal da Caixa no YouTube e na página das Loterias Caixa no Facebook.
As apostas podem ser realizadas até as 19h, em casas lotéricas credenciadas pela Caixa, espalhadas por todo o país, ou por meio da internet. O jogo simples, com seis números marcados, custa R$ 5.
Informações Bahia.ba

Dez Estados brasileiros vão aumentar a partir desta terça-feira, 1º, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). A mudança se reflete sobretudo nas compras internacionais em plataformas on-line, como principalmente Shein e Shopee. A alíquota do tributo vai passar de 17% para 20%, para transações de US$ 3 mil, pelo Regime de Tributação Simplificada.
Além disso, já há a chamada “taxa da blusinha”, imposto federal que incide sobre compras internacionais com valor de até US$ 50. O objetivo fiscal, conforme o Comitê Nacional de Secretarias de Estado da Fazenda (Comsefaz), é, desse modo, “garantir a isonomia competitiva entre produtos importados e nacionais, promovendo o consumo de bens produzidos no Brasil”.
O órgão diz ainda que o propósito é estimular o fortalecimento do setor produtivo interno e, assim, “ampliar a geração de empregos”. Segundo os governos estaduais, a medida é importante primeiramente no contexto do equilíbrio da concorrência entre plataformas estrangeiras de comércio eletrônico. A mudança na ordem fiscal, contudo, não foi automática.
Em Estados em que o teto do ICMS geral é de menos de 20%, houve a necessidade, no entanto, de uma aprovação de decreto do governador ou de lei local. Desse modo, dez Estados terão alíquotas maiores.
Quem vai elevar o ICMS a 20%
As importações realizadas a partir do Regime de Tributação Simplificada (RTS) são, dessa forma, tributadas pelo ICMS, que atualmente tem alíquota uniforme de 17%, independentemente de a compra ser efetuada em sites certificados pela Receita Federal no Programa Remessa Conforme ou não.
Informações Revista Oeste

Das doces tradições da Páscoa no Brasil, presentear com ovo de chocolate talvez seja a mais popular. É uma prática comum entre filhos e pais, apaixonados e até mesmo amigos especiais. Mas, mesmo com tanta gente querendo o mimo, o mercado nacional sofre o impacto dos altos preços do cacau em 2025, agravado pela desvalorização do real frente ao dólar. Como resultado, a produção deve diminuir neste ano.
A previsão é de uma queda de 13 milhões de unidades na produção. O número supera, por exemplo, a quantidade de moradores de São Paulo, a maior cidade do país.
De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Bala, o Brasil fabricará 45 milhões de ovos de Páscoa em 2025. No ano anterior, foram 58 milhões de unidades — uma queda de 22%.
Nos meses que antecederam a Páscoa de 2024, a cotação de US$ 1 estava em cerca de R$ 4,90. Nos registros do Banco Central para esse período, o pior valor foi de R$ 5,03 em 19 de março, quando faltavam poucos dias para a comemoração — e quase toda a produção do ano já havia saído das fábricas. Em 2025, a história é outra.
O dólar começou 2025 valendo R$ 6,20 — nessa época, os fabricantes já calculavam os custos da produção. Ao longo dos meses seguintes, o valor da moeda até recuou, mas ainda segue maior do que em 2024. Nesta segunda-feira, 25, a cotação oficial é de R$ 5,74 por dólar.
Além disso, o mercado de cacau terminou 2024 nas alturas. Em dezembro, o preço atingiu uma nova marca recorde, chegando a quase US$ 12 mil por tonelada — três vezes mais que um ano antes. É verdade, porém, que a alta perdeu força ao longo de 2025. Contudo, o cacau ainda segue mais caro do que no passado recente.
Quase todas as cotações diárias da tonelada de cacau em 2025 ficaram acima dos US$ 10 mil até 10 de fevereiro. A partir daí, os preços se mantiveram abaixo desse patamar — e, atualmente, estão em cerca de US$ 8 mil.
Informações Revista Oeste

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), abriu prazo de 15 dias para que o ex-ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, responda a uma queixa-crime apresentada pela organização Me Too Brasil, que o acusou de difamação.
Segundo a ONG, o ex-ministro acusou, sem provas, a instituição de tentar interferir no processo de licitação do Disque Direitos Humanos, dando a entender que poderia haver um possível superfaturamento. O caso está relacionado às acusações de assédio e importunação sexual feitas por diversas mulheres contra Almeida, inclusive pela ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco. No mesmo dia em que o escândalo veio à tona, quando Almeida ainda comandava a pasta, o Ministério dos Direitos Humanos (MDH) publicou nota oficial, sem assinatura, em que acusava a Me Too Brasil e sua advogada e diretora-presidente, Marina Ganzarolli, de tentarem interferir em licitações do Disque 100.
A Me Too Brasil confirmou que presta auxílio psicológico e jurídico a mulheres que relataram serem vítimas do advogado e professor, que acabou demitido pelo presidente Lula. Na época da publicação da acusação da ONG, a defesa de Silvio Almeida disse que “Silvio jamais afirmou que a ONG fraudou licitação” e que na postagem ele “fez referência a tentativas de contatos informais feitos por representantes da ONG para tratar do contrato do disque 100, conduta no mínimo inapropriada, e que efetivamente ocorreu”.
Recentemente, em um post no Instagram, Silvio Almeida voltou levantar suspeitas sobre a atuação da ONG. “Outros, por disputa política ou por ressentimento, ladeados por ONGS suspeitíssimas, ainda fazem pressões indevidas sobre instituições do Estado para me prejudicar”, escreveu.
Informações Metro1

O juiz Alaôr Piacini, da Justiça Federal da 1ª Região, acatou um pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) e anulou uma resolução do Conselho Federal de Farmácia (CFF) que autorizava farmacêuticos a prescreverem medicamentos.
O entendimento do magistrado foi de que a resolução do CFF que autorizava a prescrição por parte dos farmacêuticos afronta a Lei do Ato Médico (Lei nº 12.842/2013). Na decisão, o juiz também determinou que o CFF dê publicidade ao assunto, inclusive com publicação na própria página, sob pena de multa diária de R$ 100 mil até o limite de R$ 10 milhões.
“Destaca-se que eventual prescrição medicamentosa sem o diagnóstico correto pode causar danos irreversíveis à população. Afora, os demais procedimentos médicos que a resolução em debate estende de forma ilegal aos farmacêuticos. Somente lei de iniciativa da União, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada poderia, em tese, após amplo debate com a sociedade, atribuir ao farmacêutico as iniciativas constantes da Resolução 5/2025 do Conselho Federal de Farmácia”, escreveu o juiz.
No dia 20 de fevereiro deste ano, o plenário do CFF aprovou uma resolução que respaldava oficialmente o profissional farmacêutico a prescrever medicamentos categorizados como tarjados.
“A prescrição farmacêutica é respaldada pela Lei Federal nº 13.021 de 2014, que determina que o farmacêutico tem a obrigação de estabelecer o perfil farmacoterapêutico dos pacientes, além do próprio acompanhamento farmacoterapêutico”, diz trecho da resolução do CFF.
Informações Metrópoles

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin), durante o atual governo Lula, executou uma ação hacker contra autoridades do Paraguai. O planejamento da operação teria começado ainda na gestão da agência no governo Bolsonaro, mas a execução aconteceu sob a autorização do atual diretor da Abin, Luiz Fernando Corrêa, segundo apuração do portal Uol.
A invasão teve como alvo computadores do governo paraguaio e o objetivo era obter informações sigilosas sobre a negociação de tarifas da usina hidrelétrica de Itaipu, uma questão comercial de longa data entre os dois países.

O episódio foi descrito detalhadamente em depoimento prestado à Polícia Federal por um servidor da Abin que participou da operação. Um segundo agente confirmou a existência da ação à PF, e uma terceira fonte com acesso às informações corroborou os fatos.
Segundo o depoimento, a operação resultou na captura de dados de diversos integrantes da alta cúpula do governo paraguaio. A ação aconteceu meses antes da conclusão de um novo acordo, em maio de 2024, sobre os valores pagos ao Paraguai pela energia vendida ao Brasil. O agente não esclareceu se as informações obtidas influenciaram as negociações.
Agora, a Polícia Federal investiga se a operação foi ilegal. Nesta segunda-feira, 31, o Ministério das Relações Exteriores afirmou, em nota, que a ação foi planejada e autorizada pelo governo anterior.
“O governo do Presidente Lula desmente categoricamente qualquer envolvimento em ação de inteligência, noticiada hoje, contra o Paraguai, país membro do Mercosul com o qual o Brasil mantém relações históricas e uma estreita parceria. A citada operação foi autorizada pelo governo anterior, em junho de 2022, e tornada sem efeito pelo diretor interino da Abin em 27 de março de 2023, tão logo a atual gestão tomou conhecimento do fato.
O atual diretor-geral da Abin encontrava-se, naquele momento, em processo de aprovação de seu nome no Senado Federal, e somente assumiu o cargo em 29 de maio de 2023.
O governo do Presidente Lula reitera seu compromisso com o respeito e o diálogo transparente como elementos fundamentais nas relações diplomáticas com o Paraguai e com todos seus parceiros na região e no mundo.”
A investigação faz parte de um inquérito sobre desvios na Abin durante a gestão do ex-diretor Alexandre Ramagem, no governo Bolsonaro, mas também levanta suspeitas de irregularidades na administração atual.

O depoimento foi prestado em novembro passado por um servidor da Abin com mais de 20 anos de experiência em inteligência. Ele atuou tanto na gestão de Ramagem quanto na operação hacker relatada à PF.
A transcrição do interrogatório foi enviada sob sigilo ao Supremo Tribunal Federal (STF) e obtida pelo Uol. Para preservar a segurança do agente, o portal omitiu o nome dele. Outro servidor da Abin confirmou a operação à PF, mas não deu detalhes por não ter participado diretamente.
Segundo o agente, a invasão envolveu o uso do programa Cobalt Strike, um programa usado para acessar dispositivos de informática. “O Cobalt Strike era uma ferramenta utilizada para o desenvolvimento de um artefato de intrusão em computadores do governo paraguaio para dados relacionados à negociação bilateral de Itaipu”, afirmou o agente da Abin à PF.

O depoimento diz também que o objeto da operação “era a obtenção dos valores que seriam negociados do anexo C dos valores de venda de energia produzida por Itaipu”. O chamado anexo C do tratado sobre a divisão de energia assinado entre Brasil e Paraguai em 1973 estabelece as bases financeiras de comercialização da energia de Itaipu.
A energia de Itaipu é dividida igualmente entre Brasil e Paraguai. Como o Paraguai consome menos, vende o excedente ao Brasil. As regras dessa venda são estabelecidas no anexo C, cuja revisão estava prevista para 2023. Nos últimos anos, o Paraguai vinha pressionando o Brasil por tarifas mais altas.
Em maio passado, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, fechou um acordo com o presidente do Paraguai, Santiago Peña, para elevar o valor pago pelo Brasil, mas que ficou abaixo do exigido pelos paraguaios. Na mesma época, o governo brasileiro também abriu discussões sobre a revisão do anexo C.

A operação da Abin não foi feita a partir do Brasil. Agentes fizeram três viagens ao Chile e ao Panamá para configurar servidores virtuais e lançar os ataques. Os alvos eram “autoridades relacionadas diretamente à negociação e aos valores a serem cobrados por megawatt”, disse o agente. “Foram invadidos o Congresso paraguaio, Senado, Câmara e Presidência da República”
A operação buscou capturar senhas e dados de usuários para obter informações estratégicas sobre a negociação de Itaipu. Dados de cinco a seis pessoas foram obtidos, mas o agente não revelou suas identidades nem detalhou o conteúdo extraído.
A PF questionou se a cúpula da Abin sabia da operação e se houve autorização formal. O agente respondeu que o plano foi inicialmente aprovado pelo então diretor da Abin, Victor Carneiro, que assumiu no fim do governo Bolsonaro, depois de Alexandre Ramagem. Segundo ele, a ação ganhou aval dos diretores subsequentes, inclusive o atual, Luiz Fernando Corrêa.

Em depoimento, o agente relatou que um dirigente da Abin “apresentou pessoalmente” a operação para o atual diretor da agência. “Luiz Fernando teria vibrado, gostou muito, que era a primeira vez que se sentia numa atividade de inteligência”, relatou o servidor à PF.
Luiz Fernando Corrêa, homem de confiança de Lula, é delegado aposentado da Polícia Federal e já comandou a corporação no segundo governo do petista. Sua nomeação para a Abin desagradou o atual diretor da PF, Andrei Rodrigues, que buscava indicar um nome de sua confiança. Nos bastidores, a investigação sobre a atual gestão da Abin é vista como reflexo dessa disputa interna.
A PF iniciou a apuração focada no uso da Abin durante o governo Bolsonaro para espionar adversários políticos e proteger os filhos do ex-presidente. As provas obtidas levaram à descoberta de suspeitas sobre as administrações seguintes, o que ampliou o escopo da investigação.
Informações Revista Oeste

Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passaram a considerar a hipótese de levar à Corte Internacional de Direitos Humanos (CIDH) o caso de seu cliente. A estratégia é apelar ao organismo estrangeiro em resposta à conduta do Supremo Tribunal Federal (STF). Conforme a defesa, o líder de direita é o ex-presidente que mais sofreu investigação na história.
Da mesma forma, os representantes de Bolsonaro querem mostrar que o político é alvo de diversas formas de perseguição e, há quatro anos, vem tendo a sua vida revirada sem poder acessar as íntegras das supostas provas contra ele.
Conforme reportagem no site da revista Veja,apesar de alegar a existência de várias ilegalidades nos processos contra Bolsonaro, a defesa do ex-presidente tem sido derrotada em todos os recursos apresentados como contestação. Diante do cenário de poucas perspectivas, os aliados estariam decididos a recorrer ao órgão internacional, localizado na Costa Rica.
O próprio Bolsonaro já figurou como denunciado e denunciante na CIDH. Uma das ações foi apresentada em 2020 pelo PT, que alegou irresponsabilidade do então presidente na conduta da pandemia de covid. Mais recentemente, o ex-presidente se reuniu com representantes da Corte estrangeira para dizer que o ministro do STF Alexandre de Moraes ataca a liberdade de expressão e persegue adversários políticos no Brasil.
A iniciativa de levar o caso para análise em tribunais estrangeiros não representa, no entanto, a certeza de resultados práticos. Essa atitude teria principalmente o objetivo de colher um efeito favorável no sentido simbólico, capaz de chancelar os questionamentos feitos no Brasil. Assim, a defesa conseguiria mais “munição” para tentar enfraquecer a credibilidade do STF.
Do mesmo modo, os advogados não pretendem abrir mão dos recursos em que alegam irregularidades processuais por parte do Supremo. Com a instauração da ação penal, abre-se a fase da produção de provas. Nesse contexto, a defesa quer dar atenção especial às diferentes versões do tenente-coronel Mauro Cid durante seus depoimentos em acordo de delação premiada.
Os advogados querem comprovar, do mesmo modo, que Bolsonaro não teve envolvimento com os protestos de 8 de janeiro de 2023. Outro questionamento é sobre a combinação, em uma mesma ação, de dois crimes similares (golpe de Estado e abolição violenta do Estado Democrático) para aplicação de pena. Além disso, a defesa vai reforçar que não teve acesso à integralidade das provas.
Informações Revista Oeste

Os estudantes de Feira de Santana têm até esta segunda-feira (31) para realizar a revalidação do Cartão Via Feira Estudante, que garante 50% de desconto no transporte público. Quem não fizer a atualização até hoje perderá o benefício a partir de amanhã, 1º de abril. Segundo dados fornecidos pela Via Feira, até este domingo (30), 6.169 estudantes já realizaram o procedimento, mas ainda há 6.323 que precisam regularizar a situação.
Além da revalidação, 2.287 novos cartões foram emitidos este ano para os estudantes que ainda não possuíam o benefício. Contudo, a principal preocupação das autoridades é com aqueles que já possuem o Cartão Via Feira e ainda não realizaram a renovação.
A revalidação deve ser feita exclusivamente pelo site oficial da Via Feira, viafeira.com.br. O procedimento é simples, rápido e pode evitar transtornos, como congestionamento no sistema nos últimos dias do prazo.
A Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob) reforça que não haverá prorrogação do prazo. Os estudantes que perderem a data limite terão o benefício suspenso e só poderão reativá-lo após regularizar o cadastro no sistema. Portanto, é essencial que os estudantes que ainda não revalidaram seus cartões façam o procedimento o quanto antes para evitar o bloqueio do desconto no transporte público.
O prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo de Carvalho, anunciou, nesta segunda-feira (31), um novo pacote de obras para o município, contemplando pavimentação de ruas, construção de escolas e melhorias na infraestrutura urbana. O lançamento foi realizado durante o lançamento da Campanha Nacional de vacinação contra a gripe.
Durante o anúncio, José Ronaldo destacou que os investimentos contemplam áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura. Entre as iniciativas, estão a construção de novas escolas e unidades de saúde, além de obras de drenagem e requalificação de espaços públicos.
“Nosso compromisso é seguir trabalhando para melhorar a qualidade de vida da população. Estas obras vão beneficiar diretamente milhares de feirenses, garantindo mais infraestrutura, mobilidade e educação de qualidade”, destacou José Ronaldo.
Investimentos na educação
O prefeito informou que ainda esta semana visitará quatro comunidades para autorizar o início das obras de novas escolas.
“Hoje, quando sair daqui, vou ao distrito de Maria Quitéria para dar início à construção da escola Paula de Freitas Almeida, que será totalmente nova. Amanhã, será a vez da escola Timóteo Ferreira da Silva. Na quarta-feira, estaremos no Campo Limpo para a construção da escola Francisco Barbosa, e na sexta-feira, na Serraria Brasil, onde uma nova unidade será erguida no prédio Eduardo Fróes da Mota”, detalhou.
Expansão na área da saúde
Na área da saúde, José Ronaldo anunciou novas unidades de atendimento, incluindo postos de saúde e um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS).
“Já está publicada a licitação para a construção de uma unidade de saúde no Parque Brasil, próxima à Lagoa da Berreca, como parte de um grande projeto de urbanização. Também teremos uma nova unidade de saúde no Papagaio e a primeira clínica ortopédica pública de Feira de Santana, cuja licitação já foi lançada”, afirmou.
Além dessas iniciativas, será construído um CAPS no Jardim Acácia, visando reforçar o atendimento em saúde mental no município.
Infraestrutura e melhorias urbanas
O pacote de obras inclui ainda investimentos em infraestrutura, como drenagem e requalificação de espaços públicos.
“Estamos realizando melhorias de drenagem no Panorama, Gabriela e no Feira X, além da construção de passagens molhadas em diversas regiões, como Maria Quitéria e Cidade Nova. Também concluímos o Galpão das Artes na Baraúna, que em breve será inaugurado, e estamos instalando ar-condicionado no Maestro Miro para sua retomada”, acrescentou o prefeito.
Outras intervenções incluem a recuperação do telhado da feira da Estação Nova, a finalização do ginásio de esportes Oyama Pinto e a reconstrução do campo de futebol do bairro George Américo.
Folha de pagamento e fila zero na saúde
José Ronaldo também destacou o compromisso da gestão com o pagamento antecipado dos servidores públicos.
“Hoje é 31 de março, mas os servidores já receberam seus salários na sexta-feira passada. Estamos tomando providências para que os funcionários de empresas terceirizadas também recebam em breve”, garantiu.
Por fim, o prefeito adiantou que, nos próximos dias, será apresentado um balanço sobre o programa Fila Zero, que busca reduzir a espera por atendimentos na rede municipal de saúde.
“Ainda esta semana ou na próxima, vamos divulgar um relatório detalhado sobre os avanços que tivemos no Fila Zero, conforme prometemos à população de Feira de Santana”, concluiu.
*Com informações do repórter Rafael Marques

Dona Maria Barbosa Rodrigues, 72 anos, foi a primeira idosa a receber a dose da vacina contra a Influeza na abertura antecipada da campanha, nesta segunda-feira (31), na Unidade Básica de Saúde da Família (USF) Dispensário Santana. Moradora do Jardim Acácia, a aposentada falou da importância da vacina para a sua saúde.
“Estarei protegida contra a gripe. Agradeço a Deus e a vocês todos. Minha mensagem é: procurem um local para receber a vacina e sintam-se tranquilos e felizes com o pensamento de esperança sempre”, disse dona Maria Barbosa. A campanha foi aberta pelo prefeito José Ronaldo e secretário municipal de Saúde, Rodrigo Matos.
O gestor da pasta, que também é médico, ressaltou que a vacina além de proteger contra a gripe, reduz os casos de agravamento da doença, as internações e óbitos. “Também diminui a disseminação do vírus na nossa cidade”, acrescentou.
Rodrigo Matos reforçou o chamado para o público elegível comparecer às unidades de saúde para garantir a imunização. “A vacina é 100% segura e salva vidas. Por isso fazemos esse chamado especial para as pessoas que compõem o público alvo a comparecer em uma das salas 133 salas vacinas disponíveis na nossa rede para garantir sua dose de proteção”, afirmou.
O secretário de Saúde disse ainda que, embora a campanha nacional contra a gripe está prevista para iniciar no dia 7 de abril, o Município se antecipou para agilizar a imunização do público alvo – pessoas mais vulneráveis à complicações da gripe.
UM ATO DE AMOR
“Recebemos as primeiras doses e já vamos garantir a proteção das pessoas. Porque quanto mais rápido iniciarmos a vacinação, mais cedo as pessoas estarão protegidas. Vacinação é um ato de amor, de responsabilidade e acolhimento”, disse Rodrigo Matos.
A vacina é destinada a crianças a partir de seis meses até menores de 6 anos, gestantes e pessoas acima de 60 anos – grupos que entraram para o Calendário Nacional de Vacinação.
Ainda os grupos prioritários que são os trabalhadores de saúde, puérperas, quilombolas, pessoas em situação de rua, professores, forças de segurança, de salvamento e armadas, trabalhadores do transporte coletivo, trabalhadores portuários, caminhoneiros, população privada de liberdade, adolescentes e jovens em medida socioeducativa, pessoas com doenças crônicas ou deficiências, indígenas e trabalhadores dos Correios.
Gestora do Dispensário Santana, Irmã Rosa, que completa 82 anos em novembro, expressou sua gratidão e a emoção em receber a vacina. “Esse momento é a expressão da bênção de Deus na vida do povo. Nunca cansei de fazer o bem. E o meu recado a todos é: a vacina faz bem e não tenham medo em receber”, falou a religiosa após ser vacinada pelo secretário Rodrigo Matos. “Mãos de anjo”, brincou ela.
Em Feira, foram disponibilizadas 19.430 doses, o que representa 6% do quantitativo total. A estimativa é vacinar 323.785 pessoas – a meta é atingir, pelo menos, 90% dos grupos que fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação.
O prefeito José Ronaldo externou a importância da vacinação e reforçou o convite às pessoas comparecerem a uma das salas de imunização. “Convido todo o povo de Feira de Santana, que se enquadra no esquema vacinal, que tomem a vacina. Ela é importante para a saúde, previne a gripe. Não deixo de receber a minha dose logo no primeiro dia”.
A aplicação da vacina está sendo feita em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Unidades de Saúde da Família (USFs) de Feira de Santana, entre 8h e 16h.
Para ter acesso é necessário levar documento de identidade, cartão do SUS, caderneta de vacinação. Crianças e adolescentes devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis.
Também acompanharam o vice-prefeito, Pablo Roberto, o presidente da Câmara, Marcus Lima, demais secretários municipais e vereadores.