
Nesta segunda-feira, 9, o advogado Celso Vilardi, que defende o ex-presidente Jair Bolsonaro, confrontou o tenente-coronel Mauro Cid com um áudio.
A cena ocorreu durante interrogatório de Cid, no Supremo Tribunal Federal (STF). O militar falou primeiro, por ser o delator de uma suposta tentativa de golpe.
Vilardi reproduziu uma gravação obtida pela Polícia Federal no celular de Cid, na qual o tenente-coronel se dirige a um general para relatar as movimentações de Bolsonaro nas semanas que se seguiram ao anúncio da vitória de Lula.
No áudio, Cid afirma que Bolsonaro “desistiu de qualquer coisa, de qualquer ação mais contundente”.
Interpelado por Vilardi, Cid disse não se lembrar da gravação. “Foi para quem essa mensagem?”, perguntou o advogado. “Bom, possivelmente foi para o general Freire Gomes, então comandante do Exército, que era o general com quem eu tinha uma interlocução mais direta. Eu mostrava os altos e baixos das conversas que se tinham”, respondeu Cid. “Tanto que tem outra mensagem que eu peço o general]para vir falar com o presidente porque o presidente estava muito mal.”

Eis o que diz Cid no áudio:
“Oi, general. Bom dia. Ontem, o presidente, eu senti que ele já praticamente. Acho que desistiu de qualquer coisa, de qualquer ação mais contundente. Ontem, por várias vezes, ele comentou que o governo Lula, que um possível governo Lula, como ele sempre fala, não daria certo. Lula vai meter o pé pelas mãos. Ele vai botar os seguidores todos contra ele. Tanto que ontem Bolsonaro comentou e pediu para deixar tudo andar, não quer que ninguém fique pressionando nada. Ele conversou bastante tempo com o Valdemar também. Ontem no começo da tarde, ontem, o general Pazuello esteve com ele dando sugestões, ideias de como ele podia de alguma forma tocar o artigo 142, uma coisa assim”.

Com César Oliveira
Tema: A condenação do humorista Léo Lins
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Com uma piora das expectativas para a economia mundial, volume e preços dos produtos exportados pelo estado recuaram em maio. As vendas externas somaram US$ 800,9 milhões no mês passado, com queda de 15,4%, no comparativo interanual. Esse resultado foi influenciado tanto pela queda no volume embarcado, que recuou 13,5%, quanto pelo fator preço, 2,2% inferior a maio de 2024. No acumulado até maio, as vendas externas da Bahia alcançaram US$ 4,56 bilhões, o que ainda supera o resultado obtido em igual período do ano passado em 2,6%.
Ao mesmo tempo, as importações, despencaram 58%, a US$ 655,9 milhões, resultado aquém das expectativas, mas que mostra o impacto da política monetária influenciando nas expectativas sobre o ritmo da atividade econômica. O volume de desembarques caiu 53,4%, enquanto que os preços ficaram 10% menores no comparativo com maio de 2024.
As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan), a partir da base de dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
A retração das exportações foi puxada pela indústria (-36.2%), principalmente, pela queda nas vendas de derivados de petróleo em 80,3%, produtos químicos em (-19%), papel e celulose (-17,5%) e produtos metalúrgicos (-12%), todos comparados a igual mês de 2024.
O volume embarcado de derivados de petróleo apresentou o recuo mais significativo: (-76,7%) diante do aprofundamento da queda nas cotações do petróleo no mercado internacional em meio aos receios de excesso de oferta, em um momento em que a perspectiva para a demanda global permanece incerta.
Em maio o desempenho das principais commodities agrícolas exportadas pela Bahia foi afetado pela queda de preços, apesar do aumento de volume. Isso ocorre devido ao aumento da safra agrícola prevista para este ano em 9,8%. O crescimento das receitas da agropecuária no mês passado chegou a 14,1% no comparativo interanual puxado pelo aumento do quantum que cresceu 28,7%, já que os preços médios recuaram 11,4%. O preço da soja, item mais exportado em maio, caiu 10,5% contra igual mês de 2024.
Já a indústria extrativa, cresceu 4,8% puxado pelas vendas de ouro, sempre visto historicamente como um porto seguro em tempos de instabilidade econômica e geopolítica.
IMPORTAÇÃO
O valor importado em maio teve queda de 58%, enquanto o volume recuou 53,4% com queda de 10% nos preços comparados a maio/24. Há desaceleração em relação ao acumulado até maio. Nesse período o desembolso com compras externas caiu 19,5%, com queda no volume (-25,5%), mas valorização de 8% nos preços médios, sempre contra igual período de 2024.
Mesmo em queda, a importação em maio é um reflexo de um consumo que ainda segue muito aquecido e dos investimentos. Essas categorias tiveram crescimento de 23,7% e 75,7% respectivamente no comparativo interanual. De certa forma, a importação de bens de consumo reflete essa demanda interna que ainda está aquecida e que acaba vazando para o exterior. Já o aumento em bens de capital se concentraram em veículos, aviões e máquinas e aparelhos mecânicos, previstos para acontecer neste novo ciclo de investimentos no estado.
No acumulado de janeiro a maio as importações aumentaram em três das quatro categorias econômicas. A exceção foi combustíveis, com queda de 60,3%, sempre comparado a igual período do ano anterior.

A Polícia Civil da Bahia, por intermédio da Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE) – Feira de Santana, procedeu nesta data à entrega oficial de armamento apreendido à Coordenação de Fiscalização de Produtos Controlados (CFPC), para fins de destruição, em conformidade com os protocolos legais e normas vigentes.
O material entregue compreende 180 (cento e oitenta) armas de fogo de diversos calibres, todas devidamente catalogadas, periciadas e com a destinação autorizada pelas autoridades competentes.
Esta medida é fruto direto do esforço conjunto das forças de segurança pública atuantes no município de Feira de Santana. A intensificação das ações integradas, aliada ao trabalho de inteligência e repressão qualificada, tem gerado resultados significativos, com destaque para a relevante redução dos índices de violência e criminalidade na cidade.
Nesse contexto, a Região de Feira de Santana segue alcançando resultados expressivos no enfrentamento à criminalidade violenta. Entre os meses de janeiro e maio de 2025, foi registrada uma redução de 32,43% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), em comparação com o mesmo período de 2024 — uma das maiores quedas da última década.
Destaque especial para o mês de maio, que apresentou uma redução de 51,43% em relação ao mesmo mês do ano anterior, consolidando-se como o melhor resultado dos últimos 10 anos.
Polícia Civil da Bahia – cada vez mais forte!
Fonte: Polícia Civil da Bahia.
Professor da rede pública municipal é suspeito de arquivar imagens de abuso sexual de crianças e adolescentes

O Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Casa Nova e do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do Norte (Gaeco Norte), cumpriu nesta segunda-feira, dia 9, durante a deflagração da ‘Operação Idun’, mandados de busca e apreensão nas residências de um professor da rede municipal de ensino, suspeito de armazenar, em sua conta em nuvem digital, mais de 700 arquivos contendo imagens de abuso sexual infantil, incluindo registros de extrema violência, como estupro de bebês e crianças.
Os mandados foram cumpridos nos municípios de Casa Nova e Pilão Arcado. Foram apreendidos computadores, documentos e mídias eletrônicas. A medida cautelar de busca e apreensão foi requerida para garantir a interrupção da prática criminosa, a preservação de provas digitais e a identificação de eventuais vítimas. O apoio às vítimas ocorrerá por meio do Centro de Apoio Operacional da Criança e do Adolescente (Caoca), com atuação da Central de Assessoramento Técnico Interdisciplinar (Cati) do Norte.
A operação recebeu o nome de Idun, em referência à divindade da juventude na mitologia nórdica, símbolo da proteção e preservação da infância. A escolha do nome destaca o compromisso institucional do MPBA com a salvaguarda dos direitos de crianças e adolescentes, vítimas de crimes que atentam gravemente contra sua dignidade e integridade.
Denúncias
Denúncias de crimes dessa natureza podem ser registradas pelo Disque 100, do Ministério dos Direitos Humanos, e ao Ministério Público, em todo o estado, por meio do Disque 127, das Promotorias de Justiça mais próximas e pelo site de atendimento ao cidadão (atendimento.mpba.mp.br).
O MP alerta sobre a necessidade de os pais e responsáveis pelos cuidados com crianças e adolescentes estarem atentos a quaisquer sinais de alteração de comportamento e humor desses infantes, acompanhando as suas interações sociais, acionando as autoridades e a rede de proteção, em caso de identificação de práticas suspeitas de violência infantojuvenil, inclusive em ambientes virtuais.
Se você repara, deve ajudar a parar. Proteja! Denuncie!

O Ministério das Relações Exteriores divulgou uma nota pedindo a Israel que liberte os tripulantes detidos pela marinha do país nesta segunda-feira (9). A embarcação que transportava 12 ativistas, incluindo o cidadão brasileiro Thiago Ávila e a ambientalista sueca Greta Thunberg, foi interceptada ainda na madrugada, ao tentar chegar à Faixa de Gaza, onde se dirigia com a missão de levar itens básicos de ajuda humanitária para moradores da região.
“Ao recordar o princípio da liberdade de navegação em águas internacionais, o Brasil insta o governo israelense a libertar os tripulantes detidos”, diz a nota.
Segundo matéria do InfoMoney, no comunicado, o Brasil também faz um apelo para que Israel remova imediatamente todas as restrições à entrada de ajuda humanitária no território palestino, cumprindo assim com suas obrigações como potência ocupante da região. Na nota, a pasta também pontua que todas as embaixadas brasileiras na região estão sob alerta para, caso necessário, prestar a assistência consular cabível, em consonância com a Convenção de Viena sobre Relações Consulares.
O barco interceptado pelas autoridades israelenses, nomeado de Madleen, com bandeira britânica e operado pela FFC, partiu da ilha da Sicília, na Itália, na última sexta-feira (6), com previsão de chegada à Gaza na madrugada desta segunda, justamente quando ocorreu a interceptação, informou o grupo em sua conta na rede social Telegram.
Pouco antes da declaração da FFC, o Ministério das Relações Exteriores de Israel já havia publicado um vídeo, na rede social X, que mostrava a Marinha israelense se comunicando com o Madleen por meio de um alto-falante instruindo-o a mudar de rota.
“A zona marítima ao largo da costa de Gaza está fechada ao tráfego naval como parte de um bloqueio naval legal”, disse um soldado. “Se você deseja entregar ajuda humanitária à Faixa de Gaza, pode fazê-lo através do porto (israelense) de Ashdod”, complementou.

O Comitê de Direitos da Criança da Organização das Nações Unidas (ONU) recomendou ao Brasil que impeça a criação de mais escolas cívico-militares no país, de acordo com Lauro Jardim, do jornal O Globo.
A medida tem relação direta com o processo de Revisão Periódica Universal, um ciclo periódico de avaliação que aprecia as condições dos países membros da ONU no âmbito dos direitos humanos, que ocorre a cada quatro anos e meio.
O órgão alerta para denúncia feita por membros do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) de São Paulo, Celso Giannazi e Carlos Giannazi, que condenam a expansão das escolas cívico-militares no estado durante a gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).
A Secretaria Estadual da Educação de São Paulo (Seduc-SP) anunciou, em abril, a conversão de cem escolas da rede pública do estado para o modelo cívico-militar a partir de agosto.
Esta reformulação na educação de São Paulo, que inicialmente estava prevista para 2026, acabou sendo antecipada após uma decisão favorável do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizando a criação dessas escolas.
A fim de garantir o máximo de transparência neste processo, o estado realizou consultas públicas, onde participaram mães, pais ou responsáveis pelos alunos menores de 16 anos, além de estudantes maiores de 16 anos e, claro, profissionais da educação.
Para ser aprovada, seria necessário um quórum mínimo de 50% mais um dos votos válidos. Mais de 106 mil votos foram computados, sendo 87% a favor do modelo cívico-militar. Em três escolas, houve 100% de aprovação deste formato.
Informações Pleno News

Os protestos em Los Angeles se intensificaram neste domingo, 8, depois da chegada de tropas da Guarda Nacional enviadas pelo presidente Donald Trump. Milhares foram às ruas, bloquearam vias expressas, incendiaram veículos e enfrentaram as forças de segurança em uma nova onda de manifestações contra as políticas migratórias do governo federal.
Policiais a cavalo e unidades com armamento antimotim trabalharam ao lado das tropas federais para proteger prédios públicos, como o Centro de Detenção Metropolitana, no centro da cidade. O edifício abriga dezenas de imigrantes detidos recentemente.
Os atos marcam o terceiro dia consecutivo de protestos na região. O envio das tropas é uma resposta direta de Trump à escalada da manifestação, que o presidente atribuiu à inação do governador democrata Gavin Newsom e de autoridades estaduais diante da revolta popular.
Ao meio-dia, centenas de pessoas se reuniram em frente ao centro de detenção, entoando gritos como “vergonha” e “fora!”, dirigidos aos militares posicionados em frente ao prédio. O clima rapidamente se deteriorou quando um grupo de manifestantes rompeu o cordão de isolamento. Agentes federais reagiram com bombas de gás lacrimogêneo e, pouco depois, a polícia de Los Angeles lançou munições não letais para dispersar a multidão.
Parte dos manifestantes deslocou-se para a Rodovia 101 e paralisou o tráfego até o fim da tarde. Equipes da Polícia Rodoviária Estadual intervieram para liberar a via.

A decisão de Trump de mobilizar cerca de 300 soldados da Guarda Nacional para Los Angeles — sem solicitação do governo estadual — acentuou o conflito institucional. Desde a sexta-feira 6, manifestações vinham ganhando força na cidade. No sábado, expandiram-se para bairros periféricos, como Paramount, de maioria latina, e Compton, reduto historicamente engajado em “lutas sociais”.
No sábado 7, manifestantes tentaram impedir o avanço de veículos da Patrulha de Fronteira em Paramount, ao lançar pedras e pedaços de concreto contra os agentes. Em resposta, as forças federais utilizaram gás, granadas de efeito moral e projéteis de pimenta para dispersar os ativistas.
O governador Gavin Newsom repudiou a ação, ao classificar o envio das tropas como “exagerado e teatral”. Em carta oficial, solicitou a revogação imediata da ordem presidencial, alegando que o gesto representava uma violação grave à autonomia do Estado. “Não havia crise até Trump decidir intervir”, afirmou, em publicação nas redes sociais.
Desde 1965, quando Lyndon B. Johnson mobilizou a Guarda Nacional sem autorização local para proteger manifestantes pelos direitos civis no Alabama, não se via uma ação federal semelhante em território norte-americano.
Em um agravamento do cenário, o secretário de Defesa, Pete Hegseth, afirmou que tropas regulares dos Fuzileiros Navais poderiam ser enviadas a Los Angeles caso a violência persistisse. Segundo o Comando Norte dos EUA, cerca de 500 militares da base de Twentynine Palms estavam em estado de prontidão para possível deslocamento.
No sábado, Trump assinou uma diretriz que autoriza o envio de até 2 mil integrantes da Guarda Nacional, com base em dispositivo legal que prevê o uso de forças federais em caso de insurreição contra o governo.
Ao embarcar no Air Force One, neste domingo, Trump foi taxativo: “Há pessoas violentas em Los Angeles, e elas não ficarão impunes”. Indagado se considerava ampliar o envio de tropas, o presidente respondeu: “Teremos soldados onde for necessário. Não vamos deixar que nosso país seja destruído como aconteceu sob Biden”.
Trump também ameaçou processar autoridades locais que dificultarem operações de deportação. Ele citou o caso de uma juíza em Wisconsin, recentemente detida sob a acusação de auxiliar um imigrante ilegal a escapar da detenção. “Se bloquearem a lei e a ordem, enfrentarão consequências legais”, afirmou.
Informações Revista Oeste

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, cedeu à pressão do Congresso e aceitou rever o decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). A decisão foi tomada depois da reunião com líderes partidários na noite deste domingo, 8.
Para reduzir o impacto do recuo, Haddad propôs um pacote de medidas que inclui o corte de isenções fiscais, a taxação de títulos até então isentos e o aumento de tributos sobre apostas esportivas. A equipe econômica quer preservar parte da arrecadação prevista com o decreto original.
O governo planeja reduzir em média 65% da alíquota do IOF. Com isso, a receita gerada cairá para cerca de um terço do valor inicialmente estimado. A Fazenda pretende compensar essa perda com uma nova medida provisória e projetos de lei.
Entre os pontos do plano, estão a tributação de juros sobre capital próprio e a criação de uma alíquota de 5% no Imposto de Renda sobre Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito Agrícola (LCA), atualmente isentas.
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), chegou a ameaçar colocar em votação um projeto para derrubar o decreto. O aviso foi feito em um evento com empresários, aumentando a tensão entre o Legislativo e o Planalto.
A revisão da cobrança sobre o chamado “risco sacado”, um dos pontos mais polêmicos do decreto, também entrou na pauta. Haddad concordou com a necessidade de ajustes e prometeu apresentar uma nova proposta dentro de dez dias.
O pacote discutido com os parlamentares inclui ainda mudanças nos pisos constitucionais de saúde e educação, cortes em deduções médicas no IR e maior taxação sobre fintechs. As propostas enfrentam resistência de lobbies e setores influentes do Congresso.
Na tentativa de fechar o novo desenho, o ministro se reuniu com a equipe econômica antes do encontro com os líderes. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve discutir os detalhes com Haddad nesta terça-feira, 10.
A solução final deve envolver diferentes instrumentos legislativos: uma proposta de emenda à Constituição, um projeto de lei complementar e, possivelmente, uma medida provisória. A Fazenda insiste na necessidade de manter a arrecadação prevista para os anos seguintes.
Durante os encontros com os presidentes da Câmara e do Senado, Haddad reforçou que a compensação precisa ser integral. O objetivo é evitar que o recuo no IOF comprometa o equilíbrio fiscal projetado para 2025 e 2026.
Informações Revista Oeste

O Arraiá do Comércio, montado na praça Bernardino Bahia, lotou na abertura da sua programação musical, na noite deste sábado, 7. O evento abre os festejos juninos no município, um dos mais longos e intensos da Bahia. O fole roncou forte, bem como os atabaques do samba de roda foram ouvidos longe.
Foi o prefeito José Ronaldo de Carvalho, admirador da cultura e da música nordestina e dançador de forró, que declarou estar aberta a edição do Arraiá do Comércio. “É uma festa que mostra toda a alegria típica do período e que motiva a vinda das pessoas ao centro comercial”.
A praça lotada, bem como a grande presença de público em todos os espaços do arraiá, como as bancas onde estão sendo oferecidas comidas e bebidas típicas do período, confirma a importância do espaço e do forró para os feirenses. O evento é realizado em parceria com a Prefeitura de Feira de Santana, o Sesc e entidades representativas do comércio.
A festa vai continuar nos próximos dias, com apresentações de quadrilhas juninas e outras manifestações culturais relacionadas ao período mais alegre para os sertanejos. Para Wanderson Brito, que representou a direção do Sesc do estado, o evento traz desenvolvimento e fortalece o comércio local.
Estiveram presentes secretários municipais, como os titulares da Settdec, Márcia Ferreira; da Secom, Joilton Freitas; e o vereador Jurandy de Carvalho.