Chamas foram controladas e não há registros de feridos
Incêndio atinge prédio da Folha de S. Paulo Foto: Reprodução
Nesta terça-feira (30), um incêndio de pequenas proporções atingiu o prédio da Folha de S.Paulo. O edifício fica na Alameda Barão de Limeira, no Centro da capital paulista.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, as chamas já foram controladas. Pessoas foram retiradas do local e ninguém ficou ferido.
Funcionários disseram que o incidente aconteceu no subsolo. Até o momento, a causa do incêndio não foi divulgada.
Mike Pompeo afirma ter evidências que comprovam que vírus da Covid teve origem em laboratório
Mike Pompeo, secretário de Estado dos EUA Foto: EFE/Andre Pain
Nesta terça-feira (30), o ex-chefe da diplomacia dos Estados Unidos Mike Pompeo utilizou as redes sociais para fazer denúncias quanto à posição da OMS e da China nos estudos sobre a origem da Covid-19.
Ele diz que o relatório dos especialistas sobre as origens da Covid-19 é “uma farsa” que dá continuidade à “campanha de desinformação” do Partido Comunista da China e da Organização Mundial da Saúde (OMS).
– O relatório da OMS é uma continuação simulada da campanha de desinformação do PCC (Partido Comunista da China). É por isso que recomendei que deixássemos a OMS. O Dr. Tedros colaborou com Xi para ocultar a transmissão de humano para humano em uma conjuntura CRÍTICA. WIV (Instituto de Virologia de Wuhan) continua sendo a fonte mais provável do vírus – e a OMS é cúmplice – escreveu.
Mike acusou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, de ser cúmplice de Xi Jinping e afirma ter evidências que comprovam que o Coronavírus poderia ter sido desenvolvido no Instituto de Virologia em Wuhan.Em relatório divulgado nesta terça-feira (30), a OMS sustenta que a possível origem da Covid-19 seja carnes congeladas de origem animal e descarta quase que totalmente a hipótese de vazamento de um laboratório.
Certificado é requisito obrigatório para imunizante ser usado no Brasil. Sinovac, AstraZeneca, Pfizer e Janssen já obtiveram o aval.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) negou, nesta terça-feira (30), a certificação de boas práticas de fabricação à Bharat Biotech, empresa de biotecnologia indiana que desenvolveu a Covaxin, candidata a vacina da Covid-19. A inspeção na fábrica indiana foi realizada por uma equipe de inspetores da Anvisa no começo de março.
Entre os problemas apontados estão questões sanitárias, de controle de qualidade e de segurança na fabricaçãoda vacina (veja detalhes mais abaixo).
A certificação é um dos requisitos para o registro de um medicamento ou vacina no Brasil. Farmacêuticas como a Pfizer, a Janssen, do grupo Johnson, a Sinovac, que desenvolveu a CoronaVac, e a AstraZeneca, responsável pela produção da vacina de Oxford, já receberam a certificação da Anvisa.
A negativa da Anvisa afeta o cronograma de doses previstas pelo Ministério da Saúde, que assinou um acordo para compra de 20 milhões de doses do imunizante em fevereiro.
No último cronograma, do dia 19 de março, o ministério contava com oito milhões de doses da Covaxin ainda em março, mais oito milhões de doses em abril e quatro milhões de doses em maio, mesmo sem a aprovação de uso emergencial da agência reguladora. Nesse novo cenário, a previsão de entrega de doses do Ministério da Saúde vai de 47 milhões para 39 milhões em abril.
A Covaxin também chegou a ser motivo de negociações entre clínicas privadas e a Bharat Biotech. Em janeiro, a Associação Brasileira das Clínicas de Vacinas (ABCVAC) enviou uma delegação à Índia para negociar a possível compra de doses da Covaxin para serem comercializadas por clínicas privadas.
Anvisa nega pedido de importação emergencial da Covaxin
Entenda como funciona a certificação
O aval é concedido após análise das condições de fabricação das empresas produtoras da vacina. As companhias devem estar de acordo com as normas de segurança e qualidade estabelecidas pela Anvisa. O pedido da certificação para a Bharat foi feito pela Precisa Medicamentos, que busca importar a Covaxin para o Brasil.
A certificação é uma avaliação realizada por inspetores qualificados para garantir que uma fábrica, em qualquer lugar do mundo, cumpra com os requisitos determinados pela legislação brasileira. São avaliadas as estruturas físicas das áreas de produção, armazenamento e laboratórios de controle de qualidade, entre outros pontos.
Quando a empresa cumpre com as boas práticas, isso significa que ela tem capacidade para produzir os medicamentos com a qualidade desejada e sempre com o mesmo padrão definido no registro em todos os lotes fabricados, segundo a Anvisa.
Profissional de saúde aplica a Covaxin em homem em Nova Délhi, na Índia, no dia 25 de março. Nesta terça (30), a Anvisa negou a certificação de boas práticas de fabricação à Bharat Biotech, desenvolvedora da vacina, por não atender a critérios sanitários e de qualidade durante a fabricação do imunizante. — Foto: Sajjad Hussain / AFP
A Anvisa citou 14 artigos jurídicos para negar a certificação de boas práticas, com base em três documentos: uma resolução da diretoria e duas instruções normativas.
Em nota, a agência disse que, durante a inspeção, foram constatados problemas que, juntos, “denotam um risco significativo à fabricação e garantia de qualidade do produto, implicando em risco sanitário aos usuários”.
Potência da vacina: a empresa não utilizou um método de controle específico para quantificar o conteúdo antigênico e potência da vacina. Por isso, a Covaxin pode apresentar variações que comprometem a sua eficácia.
“Assim, o paciente pode receber doses não uniformes e não representativas do produto testado no estudo clínico realizado, sendo impossível garantir que o produto controlado desta forma tenha as mesmas características do produto objeto do estudo clínico”, disse a Anvisa.
Dados divulgados no início de fevereiro apontaram que a vacina teve 80,6% de eficácia na prevenção de casos sintomáticos da Covid-19. Isso significa que, nos testes, a vacina conseguiu reduzir em 80,6% a proporção de casos sintomáticos que ocorreriam se as pessoas não tivessem sido vacinadas.
Inativação viral: a empresa não validou o método de análise que comprova a completa inativação do vírus e não demonstrou a cinética de inativação, disse a Anvisa. Além disso, uma das áreas de fabricação da vacina não possui todas as medidas necessárias para garantir o contato completo do agente inativante com o vírus vivo.
Infográfico mostra como funcionam vacinas inativadas contra o coronavírus — Foto: Anderson Cattai/G1
“Considerando se tratar de uma vacina inativada, a empresa precisa garantir que o vírus foi completamente inativado durante a fabricação, caso contrário vírus vivos podem estar presentes na vacina e podem ocasionar a contaminação de pacientes com o próprio vírus SARS-CoV-2. Trata-se de um ponto relacionado à segurança do produto”, afirmou a agência.
Esterilização: a empresa não adota todas as precauções necessárias para garantir a esterilidade do produto.
“Considerando que a vacina é um produto injetável, este precisa ser estéril, ou seja, ausente de qualquer microrganismo. Se o produto não estiver estéril pode causar infecção bacteriana no paciente. Outro ponto relacionado à segurança do produto”, afirmou a agência.
Pureza: empresa não possui uma estratégia de controle adequada para garantir a pureza do produto.
“A concentração de impurezas no produto pode não ser constante, e pode ser diferente do avaliado durante o estudo clínico, afetando a segurança do produto” considerou a agência.
A agência também citou artigos jurídicos que previam outras regras não cumpridas pela Bharat – como a de que, para cada entrega de matéria-prima, os recipientes fossem verificados quanto à integridade da embalagem, incluindo o selo de evidência de violação quando pertinente.
Outra regra previa que as atividades em áreas limpas devem ser reduzidas ao mínimo e o movimento de pessoas deve ser controlado e metódico, a fim de evitar a propagação excessiva de partículas e organismos devido ao excesso de atividade.
Também foram apontados como embasamento da negativa artigos que ditavam regras de transporte da vacina.Uma das normas da agência previa, por exemplo, que as rotas de transporte deveriam ser claramente definidas, inclusive considerando variações de estação do ano. Outro ponto levantado é que deveriam ser considerados atrasos durante o transporte, falhas nos dispositivos de monitoramento, recarga de nitrogênio líquido e outros fatores.
Segundo a Anvisa, a Bharat Biotech reconheceu, no dia 17 de março, as observações indicadas pela equipe inspetora, e se propôs a “adequar todas as não conformidades” até 30 de julho.
Mesmo assim, as medidas que foram adotadas até agora “não são suficientes para mitigar os riscos associados” aos problemas encontrados, conforme a agência.
“A empresa poderá finalizar todos os estudos, validações e processos a propostos em seu plano de ação para posteriormente requisitar à Anvisa uma nova certificação. Neste momento, deverão ser apresentados os estudos e alterações propostas concluídos e efetivados na rotina fabril, o que permitiria a avaliação da Anvisa e, mediante resultados satisfatórios, a concessão da certificação da empresa”, disse o órgão brasileiro em nota.
Defesa Civil de Maracanaú já havia recomendado a demolição da estátua que desabou na manhã de segunda-feira em Maracanaú
Estátua desabou na cidade de Maracanaú Foto: Reprodução
Uma estátua de Padre Cícero de 13 metros de altura desabou sobre uma rua na cidade cearense de Maracanaú, que fica na Região Metropolitana de Fortaleza, na manhã de segunda-feira (29). O ocorrido assustou quem estava no local e quase atingiu um ciclista e um veículo que passavam no momento da queda. Felizmente, ninguém ficou ferido.
Em um vídeo gravado pelas câmeras de segurança, e amplamente divulgado nas redes sociais, é possível ver alguns veículos passando pelo local onde ficava a estátua. Um homem em uma bicicleta também se aproxima. De repente, o Padre Cícero de 13 metros desaba.
https://youtube.com/watch?v=9IRksvCCnPY
– Rapaz, o susto foi grande. Eu ouvi um estrondo e a poeira já subiu. Só percebi que era a estátua que caiu depois que encostei o carro – disse o professor Flávio Barreto, uma das pessoas que testemunhou a queda da estátua.
De acordo com Flávio, a primeira reação da população foi correr para verificar se alguém havia se ferido, mesmo com a grande quantidade de escombros.
– Foi tão rápido que não vimos se tinha gente perto. Dois carros encostaram e foram ver também, junto com uns comerciantes, mas, graça a Deus, ninguém se feriu – declarou.
Em nota, a Prefeitura de Maracanaú informou que já havia pedido à Defesa Civil do município um laudo técnico sobre a condição estrutural da estátua. A solicitação, segundo a prefeitura, se deu após a gestão tomar conhecimento das avarias dispostas na peça. A nota acrescentou que a Defesa Civil recomendou a demolição da estátua e que a área já estava isolada.
Feira de Santana manteve a marca de 26.362 curados da Covid-19, índice que representa 85,5% dos casos confirmados. Nas últimas 24h, o município registrou mais 336 exames negativos e 230 positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 132 pacientes internados no município e 3.917 casos ativos, ou seja, pessoas que ainda estão com a doença. O informativo também confirma mais cinco mortes – os óbitos mencionados não são referentes a data de hoje e sim de dias anteriores. A informação é da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde nesta terça-feira (30).
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA TERÇA-FEIRA 30 de março de 2021
Casos confirmados no dia: 230 Pacientes recuperados no dia: 0 Resultados negativos no dia: 336 Total de pacientes hospitalizados no município: 132 Óbitos comunicados no dia: 5 Datas dos óbitos: 25/01, 13/02, 09/03, 18/03, 28/03
A Secretaria de Saúde ressalta que a inclusão no boletim dos registros de óbito por Covid-19 é feita quando a declaração de óbito, ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 3.917 Total de casos confirmados no município: 30.826 (Período de 06 de março de 2020 a 30 de março de 2021) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 3.785 Total de recuperados no município: 26.362 Total de exames negativos: 42.892 (Período de 06 de março de 2020 a 30 de março de 2021) Aguardando resultado do exame: 716 Total de óbitos: 547
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 24.576 (Período de 06 de março de 2020 a 30 de março de 2021) Resultado positivo: 4.659 (Período de 06 de março de 2020 a 30 de março de 2021) Em isolamento domiciliar: 29 Resultado negativo: 19.917 (Período de 06 de março de 2020 a 30 de março de 2021)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu, nesta terça-feira (30), mais um pedido de uso emergencial de medicamento para tratar a covid-19. Desta vez, foi da combinação dos medicamentos biológicos banlanivimabe e etesevimabe, da empresa Eli Lilly do Brasil Ltda. Segundo a Agência, as primeiras 24 horas serão utilizadas para fazer uma triagem do processo e verificar se os documentos necessários estão disponíveis. Se faltarem informações importantes, elas serão solicitadas ao laboratório.
Oficialmente, a avaliação da autorização para o uso emergencial e temporário de medicamento contra a covid-19 é feita no prazo de até 30 dias, mas nos casos em que a documentação está completa, a Anvisa tem deliberado em até sete dias úteis. A análise não considera o tempo do processo em status de exigência técnica, que é quando o laboratório precisa responder a questões técnicas feitas pela agência dentro do processo.
As audiências públicas para elaboração do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO), para o exercício 2022, serão encerradas nesta quarta-feira, 31. Esta é uma maneira dos cidadãos feirenses contribuir para atuação da gestão municipal. Basta acessar a página da Prefeitura de Feira de Santana (www.feiradesantana.ba.gov.br), clicar no banner “Audiência Pública Eletrônica”, preencher o formulário com dados do participante e opinar sobre cinco áreas consideradas prioritárias. A iniciativa busca melhorias da qualidade de vida da população feirense, proporcionando maior efetividade à gestão pública.
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recebeu do embaixador americano no Brasil, Todd Chapman, a informação de que os Estados Unidos só poderão fazer eventual doação de vacinas ao país a partir de maio deste ano.
De acordo com a CNN, em conversa com Queiroga na manhã desta terça-feira (30), o embaixador ponderou que há uma lei em vigor nos EUA que proíbe a exportação de vacinas neste momento, seja por doação, venda ou permuta. Chapman avisou, contudo, que o cenário será reavaliado pelos americanos em abril, quando os americanos devem decidir se liberam ou não a exportação a partir de maio.
Na conversa com Queiroga, o embaixador não citou especificamente qual vacina poderia ser doada ou permutada. Por outro lado, o governo brasileiro já manifestou desejo de o que país encaminhe um lote de 10 milhões de doses da vacina da AstraZeneca não usado pelos americanos.
Sobre as doses da Pfizer e da Janssen já contratadas pelo Brasil, Chapman disse ao ministro da Saúde que fica a cargo das empresas, que são americanas, decidirem sobre uma eventual antecipação do envio dos imunizantes aos brasileiros.
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou hoje (30) que projeta crescimento de 3% do Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos no país) em 2021, com queda estimada de 0,5% no primeiro trimestre do ano, na comparação com ajuste sazonal.
“Além do impacto da pandemia e do endurecimento das medidas de isolamento social por parte de governos estaduais e municipais sobre o ritmo da economia, as previsões para 2021 também levam em conta as incertezas quanto à capacidade de se promover os ajustes nas contas públicas necessários para uma trajetória fiscal equilibrada”, disse o Ipea.
Segundo o estudo, outro fator de risco é a aceleração inflacionária, refletindo a alta nos preços administrados acima do esperado no início deste ano e a desvalorização cambial, com impactos principalmente nos preços dos alimentos e dos bens industriais.
A análise da conjuntura econômica brasileira também aponta que o segundo semestre do ano deve ser marcado pela retomada do crescimento do PIB e pelo aumento da confiança de consumidores e empresários a partir do avanço da cobertura vacinal contra a covid-19. “As hipóteses cruciais desse cenário são que as questões associadas à pandemia já estejam sob controle e que seja possível conter as atuais incertezas fiscais”, disse o instituto.
Para 2022, a projeção é de crescimento de 2,8% do PIB, em um cenário de manutenção da retomada da atividade econômica esperada para o segundo semestre deste ano. Embora o crescimento projetado para 2022 seja um pouco menor que o de 2021, o esforço de crescimento ao longo do ano que vem seria maior, pois a base de comparação – o PIB de 2021- é significativamente maior, segundo o Ipea.
O instituto espera que a atual trajetória de alta dos preços internacionais das commodities contribua positivamente para a retomada da economia brasileira, mas, ao mesmo tempo, essa alta pressiona a inflação. A estimativa do Ipea para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021 é de 4,6% de variação. Para 2022, no contexto de uma política monetária mais apertada e sob a hipótese de que as atuais incertezas fiscais sejam controladas, o IPCA deve variar 3,4%.
O projeto de lei sobre a concessão de auxílio de até R$1,1 mil para trabalhadores do setor cultural e de eventos em Salvador, que foi sancionado no último dia 25 pelo prefeito Bruno Reis (DEM), foi tema de pronunciamento do vereador Correia Zezito (Patriota) na Câmara Municipal na segunda (29).
De acordo com o vereador é importante que Feira de Santana também realize algo neste sentido. “Eu vou trazer para essa Casa uma indicação que trate sobre a concessão de auxílio para os músicos da cidade e vou encaminhar para o prefeito Colbert Martins Filho. Precisamos dar uma ajuda de custo para estes profissionais. Bruno Reis está buscando recursos tanto estadual quanto federal, assim como de várias empresas. E acho que podemos fazer o mesmo”, disse.
Correia Zezito disse que sentará com vários músicos da cidade para conversar e ver o que pode fazer para ajudá-los. Convidou o vereador Galeguinho SPA (PSB) para participar, junto com ele, desse projeto. Sugeriu também a criação de um sindicato ou uma associação para a categoria, para que seja possível elaborar carteiras de músicos para que todos tenham ajuda.
“A ideia de criar a carteira é para que os músicos tenham um documento que possam provar que são profissionais da área artística e podem receber o auxílio. Vamos pensar em como trazer para Feira essa ideia, porque a carteira só faz em Salvador. E quero seu nome junto comigo, Galeguinho SPA”.
O vereador discursou, ainda, sobre informações que tem recebido a respeito da possível realização da Micareta este ano. “Soube que tem algumas pessoas pensando em realizar a festa momesca. Pelo amor de Deus, gente, isso não cabe nesse momento de pandemia que estamos vivendo”, salientuou.